segunda-feira, 31 de março de 2014

Lua cumprimentando a Galáxia Andromeda, no novo ciclo lunar que se inicia



Olá!

A Lua realizou-se como Lua Nova
ontem, no miolo da tarde sonolenta de domingo.
Sendo assim, a Lua hoje andou seu tantinho diário, sim, separando-se do Sol, sim,
mas não o suficiente para que a vejamos
 - mesmo que seja como um finíssimo anel dourado -
caindo no horizonte oeste, à tardinha.






Programa Stellarium - trabalhado no Programa Corel





A Lua hoje (dia 31 de março)
 vem cumprimentando a constelação de Andromeda
e, principalmente, a Galáxia Andromeda
- nosso Tema da Postagem
 ora apresentada a você, Caro Leitor.


O TEXTO ABAIXO FOI EXTRAÍDO
DE MINHA PÁGINA

Andromeda, a Princesa Acorrentada





Galáxia de Andromeda e sua Vizinhança









Em lugares de céus escuros e transparentes, pode ser visualizada a olho nú, com visão enviesada, como também um simples par de binóculos pode alcançar e apreciar esta verdadeira preciosidade dos céus.  É uma galáxia do tipo espiral e, sem dúvida alguma, é a galáxia mais familiar a todos nós, a única de sua espécie no céu do norte.




Eu já tive a felicidade de morar num Sítio vicinal ao Rio Paraíba, 
na cidadezinha de Sapucaia, divisa do Estado do Rio com as Minas Gerais, 
onde sempre a constelação de Andromeda atraía imensamente minha atenção 
à vista desarmada e em olhar enviesado, é claro, 
pois que os céus do norte naquele lugar era realmente escuro e transparente 
- diferente do Sítio onde moro agora, o Sítio das Estrelas, 
onde a cidadezinha se situa a apenas 65 quilômetros de distância de de Juiz de Fora 
e as cidades médias e grandes poluem com suas iluminações urbanas desenfreadas 
minha visão mais ao norte e ao noroeste, infelizmente.

O que sempre encantava meu olhar e meu coração
 em minhas observações naquele Sítio em Sapucaia, 
era o fato de que, por um lado - ao norte - Andromeda, a galáxia, sorria para mim....
 e, por outro lado - ao sul -, as duas Nuvens de Magalhães também se apresentavam!

Ah, a observação dos céus estrelados a olho  nú é algo realmente encantador, emocionante 
e somente aqueles que se dedicam a esse tipo de observação
 -  saindo de suas poltronas (the arm-chair astronomer) 
e das telas maravilhantes de seus computadores -, 
conseguem compreender o maravilhamento que as estrelas e suas constelações 
e alguns objetos celestes visíveis à vista desarmada nos proporcionam, gratuitamente e quase eternamente....




Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes - excerto da Carta Celeste Andromeda
M 31: GALÁXIA ANDROMEDA



NGC 224 = M31 - Nebulosa Andromedae. 
M31 é a catalogação para a Galáxia de Andromeda
Em lugares de céus escuros e transparentes, pode ser visualizada a olho nú, com visão enviesada, como também um simples par de binóculos pode alcançar e apreciar esta verdadeira preciosidade dos céus.  É uma galáxia do tipo espiral e, sem dúvida alguma, é a galáxia mais familiar a todos nós, a única de sua espécie no céu do norte.

M31 é a mais próxima galáxia espiral e a maior do Grupo Local de galáxias.



Andromeda Galaxy (M31) Wide-Field Image




Mario Jaci Monteiro -  As Constelações, Cartas Celestes







Johann Bayer — Andromeda
http://www.aradergalleries.com/detail.php?id=3623





NGC 224 = M31 - Nebulosa Andromedae

M31 é a catalogação para a Galáxia de Andromeda
Em lugares de céus escuros e transparentes, pode ser visualizada a olho nú, com visão enviesada, como também um simples par de binóculos pode alcançar e apreciar esta verdadeira preciosidade dos céus.  É uma galáxia do tipo espiral e, sem dúvida alguma, é a galáxia mais familiar a todos nós, a única de sua espécie no céu do norte.

M31 é a mais próxima galáxia espiral e a maior do Grupo Local de galáxias.

Ascensão Reta 00h41m    Declinação +41o.10
Tipo  SB - Galáxia Espiral Barrada    Magnitude fotográfica aparente   4,33
Dimensões Angulares   163 X 42      Distância (milhões de anos-luz) 2,1




 Location of M31 in Andromeda


Image Type: Astronomical/Illustration
Photo Credit: Akira Fujii



The Andromeda Galaxy, our large neighbour galaxy
Messier 31
Image Credit & Copyright: Dieter Beer (http://www.starhopper.at/) & Patrick Hochleitner (http://www.photonhunter.at)



The Andromeda Galaxy (Messier 31 or NGC 224)
is a barred spiral galaxy of more than 220,000 light-years across, located approximately 2.54 million light-years away in the Andromeda constellation. It is the largest galaxy of the Local Group, which also contains the Milky Way, the Triangulum Galaxy (M33), and about 30 other smaller galaxies.






Esta Galáxia pode ser encontrada na Ascensão Reta entre 0h e 1h e Declinação +40, em Magnitude visual 5 e distância de cerca de 2.2 X 10 . 6 anos-luz e um diâmetro angular de 160’ X 40 e um diâmetro real de 110 mil anos-luz.  A região central e brilhante de M31, parecida como uma galáxia elíptica, possui 12 mil anos-luz em diâmetro; e no centro dessa região encontra-se o núcleo denso que mede 50 anos-luz em diâmetro
 e contém mais de 10 milhões de estrelas.  




M 31 captured by Hyper Suprime-Cam (HSC) (Credit: HSC Project/NAOJ)http://www.ipmu.jp/ja/node/1663
http://subarutelescope.org/Topics/2013/07/30/index.html




ASSISTA AO VÍDEO:

Closeups of the Andromeda Galaxy Captured by Subaru Telescope's Hyper Suprime-Cam





Credit: NASAESA and T.M. Brown (STScI)




Satellites

Like the Milky Way, the Andromeda Galaxy has satellite galaxies, consisting of 14 known dwarf galaxies. The best known and most readily observed satellite galaxies are M32 and M110. Based on current evidence, it appears that M32 underwent a close encounter with M31 (Andromeda) in the past. M32 may once have been a larger galaxy that had its stellar disk removed by M31, and underwent a sharp increase of star formation in the core region, which lasted until the relatively recent past.[75]
M110 also appears to be interacting with M31, and astronomers have found in the halo of M31 a stream of metal-rich stars that appear to have been stripped from these satellite galaxies.[76] M110 does contain a dusty lane, which may indicate recent or ongoing star formation.[77]
In 2006 it was discovered that nine of these galaxies lie along a plane that intersects the core of the Andromeda Galaxy, rather than being randomly arranged as would be expected from independent interactions. This may indicate a common tidal origin for the satellites.[78]




Existem galáxias satélites 
que estão gravitacionalmente ligadas à M31:

São galáxias-anãs designadas  como
M32 = NGC 221 (sul do núcleo de M31),
NGC 205 (noroeste do núcleo de M31),
 NGC 185 (cerca de 7 graus ao norte, já na Constelação de Cassiopea)
e NGC 147 (ao lado de NGC 185 e na Constelação de Cassiopea).

NGC 221 - M 32 - Galáxia Andromeda
Ascensão Reta 00h41m    Declinação +40o.46
Tipo  E - Galáxia Elíptica      Magnitude fotográfica aparente  9,06
Dimensões Angulares 3,4  X  2,        Distância (milhões de anos-luz) 2,1

MGC 221 = M32 - Nebulosa de Andromeda
A mais luminosa das galáxias esferoidais que acompanham a grande Nebulosa de Andromeda. Magnitude visual de 8,7. Pode ser bem observada em noites escuras e transparentes com um bom aparelho magnificador que mostrará uma tênue mancha luminosa à direita da Grande Nebulosa de Andromeda.


Messier 32 (NGC 221) é uma galáxia elíptica, satélite da Galáxia de Andrômeda, localizada a cerca de 2900000 anos-luz de distância, na direção da constelação de Andrômeda. Possui aproximadamente oito mil anos-luz de diâmetro e uma magnitude aparente de 8,1. Foi descoberta em 1749 por Guillaume Le Gentil.
Messier 32 foi a primeira galáxia elíptica descoberta da história, por Guillaume Le Gentil em 29 de outubro de 1749. O astrômomo francêsCharles Messier registrou em suas notas que ele havia visto o objeto primeiramente em 1757 (o primeiro registro histórico de Messier de um de seus objetos), e catalogou-o em 3 de agosto de 1764. Anos mais tarde, ao elaborar um esboço da galáxia de Andrômeda, incluiu em seu desenho M32 e o último objeto de seu catálogo, Messier 110.1


Origem
Autor
NASA and Thomas M. Brown, Charles W. Bowers, Randy A. Kimble, Allen V. Sweigart (NASA Goddard Space Flight Center) and Henry C. Ferguson (Space Telescope Science Institute).




NGC 205 - Galáxia Andromeda
Ascensão Reta 00h39m    Declinação + 41o.35
Tipo   E - Galáxia Elíptica       Magnitude fotográfica aparente 8,89 
Dimensões Angulares 12 X 6        Distância (milhões de anos-luz) 2,1



NGC 205 ou M110 é uma galáxia elíptica localizada a cerca de dois milhões e novecentos mil anos-luz (aproximadamente 0,889megaparsecs) de distância na direção da constelação de Andrômeda. Possui uma magnitude aparente de 7,9, uma declinação de +41º 41' 26" e uma ascensão reta de 00 horas 40 minutos 21,9 segundos.
A galáxia NGC 205 foi descoberta em 10 de Agosto de 1773 por Charles Messier e é satélite da Galáxia de Andrômeda, pertencendo evidentemente ao Grupo Local de Galáxias.
Ficheiro:Messier object 110.jpg
This image is from the Two Micron All Sky Survey (2MASS) project. The images from this project have been released into the public domain.

galáxia elíptica foi descoberta pelo astrônomo francês Charles Messier em 10 de agosto de 1773, mas por razões desconhecidas, nunca foi incluído em seu catálogo de objetos do céu profundo. Entretanto, foi descrito por ele próprio na edição do anuário astronômico francêsConnaissance des temps em 1801 e incluído em um desenho de próprio punho seis anos mais tarde. Finalmente, em 1966 foi incluído na versão moderna do catálogo pelo astrônomo Kenneth Glyn Jones.1
Caroline Herschel redescobriu o objeto independentemente em 27 de agosto de 1783 e foi novamente redescoberto por seu irmão, William Herschel, descobridor de Urano, em 5 de outubro de 1784.1



NGC 147 (also known as DDO3 or Caldwell 17) is a dwarf spheroidal galaxy about 2.58 Mly away in the constellation Cassiopeia. NGC 147 is a member of the Local group of galaxies and a satellite galaxy of the Andromeda Galaxy (M31). It forms a physical pair with the nearby galaxy NGC 185,[5] another remote satellite of M31. It was discovered by John Herschel in September 1829. Visually it is both fainter and slightly larger than NGC 185 (and therefore has a considerably lower surface brightness). This means that NGC 147 is more difficult to see than NGC 185, which is visible in small telescopes. In the Webb Society Deep-Sky Observer's Handbook,[6] the visual appearance of NGC 147 is described as follows:
Large, quite faint, irregularly round; it brightens in the middle to a stellar nucleus.
The membership of NGC 147 in the Local Group was confirmed by Walter Baade in 1944 when he was able to resolve the galaxy into individual stars with the 100-inch (2.5 m) telescope at Mount Wilson near Los Angeles.


Two Micron All Sky Survey (2MASS)


Object Names: NGC 224, M31, Andromeda Galaxy
Image Type: Astronomical/Illustration
Credit: NASAESA and T.M. Brown (STScI)









http://cseligman.com/text/stars/messiergalaxies.htm#31
M31 (= NGC 224) -- The Andromeda Galaxy
Recorded (964) by Abd-al-Rahman Al-Sufi (Recorded by Messier in 1764)
A 3rd-magnitude spiral galaxy (type SAb) in Andromeda (RA 00 42 44, Dec +41 16 08)
Click on the image (below) or the NGC link (above) for more information
A 2 degree wide Wikisky image of the Andromeda Galaxy, NGC 224, also known as M31

M32 (= 
NGC 221)
Discovered (1749) by Guillaume Le Gentil (Recorded by Messier in 1764)
An 8th-magnitude compact elliptical galaxy (type cE2) in Andromeda (RA 00 42 42, Dec +40 51 57)
A satellite of M31 (the small galaxy near the disk of M31)
Click on the image (below) or the NGC link (above) for more information
A 20 arcmin wide Wikisky image of NGC 221, also known as M32




ASSISTA AOS VÍDEOS BEM INTERESSANTES

Andromeda Galaxy's Double Nucleus

https://www.youtube.com/watch?v=tsTODjZGM58&feature=player_detailpage

This zoom dives deep into the nucleus of the neighboring spiral galaxy M31, also known as the Andromeda galaxy. The sequence begins with a backyard constellation view and ends with the new Hubble Space Telescope image that centers on the 100-million-solar-mass black hole at the core of the galaxy and the young blue stars surrounding the black hole. This is the sharpest visible-light image ever made of the nucleus of an external galaxy. Astronomers are trying to understand how apparently young stars were formed so deep inside the black hole's gravitational grip and how they survive in an extreme environment. Credit: NASA, ESA, and G. Bacon (STScI) TRT: 26 sec.


Simulação da NASA da Via Láctea colidindo com a galáxia Andrômeda

Andrômeda, nossa galáxia vizinha, está se aproximando cada vez mais da Via Láctea, as duas são separadas por uma distância de 2,5 milhões de anos, porém estão convergindo a uma velocidade média de 400 mil quilômetros por hora devido à gravidade que exercem uma sobre a outra.

Cientistas acreditam que elas começarão a se fundir em 4 bilhões de anos, e dentro de mais 2 bilhões devem se tornar uma única entidade. Ainda segundo eles, a posição do nosso sol será alterada, porém os planetas que orbitam a sua volta não enfrentam muito risco de serem destruídos e, caso a espécie humana sobreviva, terá uma bela visão noturna do céu aqui da Terra.


Milky Way Versus Andromeda As Seen from Earth

 Scientists have been using Hubble observations to predict the future of the Andromeda Galaxy and the Milky Way, and how the collision will look from Earth. Projecting the motion of Andromeda's stars over the next 8 billion years, the astronomers now know the path that galaxy is taking through space. And it's heading straight for us! Computer simulations based on Hubble observations show how the two galaxies will crash together in around 4 billion years' time.





Os desenhos formados pelas estrelas são como janelas que se abrem para a infinitude do universo e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais, entre o céu e a terra...  bem como percebendo que o caos, vagarosamente, vai se tornando Cosmos e sendo por nossa mente conscientizado.  

Quer dizer, nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

COM UM ABRAÇO ESTRELADO,
Janine Milward



VISITE MINHA PÁGINA
DA TERRA AO CÉU E AO INFINITO
http://daterraaoceueaoinfinito.blogspot.com.br/
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS IMPRESSAS:


- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986
(com dedicatória do próprio autor para mim
em evento realizado no Museu de Astronomia do Rio de Janeiro,
em 16/06/1989)

Mario Jaci Monteiro , As Constelações, Cartas Celestes -
Apoio: CARJ/MEC/CAPES/PADCT-SPEC  -  
com dedicatória do autor para mim, em março de 2004
 (quando Mário Jaci generosamente me presenteou 
com um instrumento de observação (kepleriano) 
artesanalmente construído por ele).


Credit: NASA/JPL-Caltech