quarta-feira, 30 de abril de 2014

Lua recém-Nova saudando as Pleiades, no finalzinho da tarde e comecinho da noite

Olá!

A Lua Nova que nos proporcionou um Eclipse Anular na Antarctica 
e um Eclipse Parcial ao sul do Oceano Índico e partes de sul da Indonésia e toda a Austrália,
aconteceu para nós, no Brasil, por volta das três horas da madrugada do dia 29.

Sendo hoje dia 30,
penso que poderemos observar,
 bem ao finalzinho da tarde e comecinho da noite,
um fino anel dourado, finíssima aliança,
que a Lua recém-Nova estará nos apresentando.
Será?  
É preciso que busquemos um lugar de horizonte oeste bem baixo e plano!

A Lua estará saudando o belíssimo aglomerado das Plêiades, M45,
as Irmãs que Choram.

Caro Leitor,
esta Postagem traz alguma informação sobre as Pleiades, M45,
através o pensamento grego em seus Mitos
e também através o pensamento tupi-guarani
considerando as Pleiades como guias para seu calendário anual
e previsão da época das chuvas.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward


Programa Stellarium trabalhado no Programa Corel






http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/4/4e/Pleiades_large.jpg
Origemhttp://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2004/20/image/a/
AutorNASA, ESA, AURA/Caltech, Palomar Observatory
The science team consists of: D. Soderblom and E. Nelan (STScI), F. Benedict and B. Arthur (U. Texas), and B. Jones (Lick Obs.)


Algumas Informações Interessantes acerca a Constelação do Touro:

A mais antiga de todas as constelações e talvez a primeira a ser delimitada pelos babilônios, que a utilizaram para marcar o início do ano, pois o equinócio da primavera, há 4000 AC, localizava-se neste asterismo.  Aliás, o estudo de todos os antigos zodíacos mostram o seu início no Touro: o ano começava com o aparecer matinal das Pleiades na primavera, e o inverno, com o seu aparecimento vespertino no outono.  O aparecimento das Pleiades em novembro era saudado como a festa dos mortos, que comemoramos até hoje. Povos da antiguidade, como os caldeus e hebreus, davam ao mês de novembro o nome de Pleiades.

No mais antigo de todos os zodíacos egípcios - o de Denderah -, a constelação do Touro está associada a Osíris, que era o deus especial do Nilo.

O nascer helíaco das Hyades, principal aglomerado do Touro, era associado à estação da chuva - donde a origem do seu nome, que significava ‘chover’.



  Mario Jaci Monteiro - Cartas Celestes, As Constelações - CARJ



  Mario Jaci Monteiro - Cartas Celestes, As Constelações (excerto) - CARJ


Pleiades - M45

Distância: cerca de 350 anos-luz.
Aglomerado de mais de 400 estrelas em uma área de um grau de diâmetro e facilmente visível a olho nu.

As Pleiades ou Atlântidas eram as sete filhas de Atlas e Pleione, seis das quais podem ser vistas a olho nu e uma invisível ou “perdida”. 

Elas eram as companheiras virgens de Diana e foram levadas para o céu para escaparem do Gigante Orion que as importunava. 


http://www.eso.org/public/archives/images/screen/potw1347a.jpg
http://www.eso.org/public/images/potw1347a/
Credit: ESO/B. Tafreshi (twanight.org)
Babak Tafreshi, one of the ESO Photo Ambassadors, has captured the antennas of the Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) in an enthralling image combining the beauty of the southern sky with the amazing dimensions of the biggest astronomical project in the world.
Thousands of stars are revealed to the naked eye in the clear skies over the Chajnantor Plateau. Its dry and transparent night sky is one of the reasons ALMA has been built here. Surprisingly bright in the upper left corner of the picture, there is a tightly packed bunch of young stars, the Pleiades Cluster, which was already known to most ancient civilisations. The constellation of Orion (The Hunter) is clearly visible over the closest of the antennas — the hunter’s belt is formed by the three blue stars just to the left of the red light. According to classic mythology, Orion was a hunter who chased the Pleiades, the beautiful daughters of Atlas. When seen through the thin atmosphere over the Atacama, it almost seems that this epic hunt is really happening.
http://www.eso.org/public/images/potw1347a/

(Minha humilde tradução literal para o texto explicativo acima 
acerca esta belíssima imagem realizada por Babak Tafreshi)

Milhares de estrelas nos são apresentadas a olho nu nos céus  límpidos do Plateau Chajnantor.  O céu noturno seco e transparente é uma das razões pelas quais ALMA foi ali construído.  Surpreendentemente iluminado no canto esquerdo ao alto da foto encontra-se um aglomerado de estrelas jovens bem compactadas, o Aglomerado das Pleiades (que também era conhecido nas antigas civilizações).  A constelação de Orion (O Caçador) é claramente visível e bem próximo às antenas - o Cinturão do Caçador sendo formado peles três estrelas azuladas bem à esquerda da luz vermelha.  De acordo com a mitologia clássica, Orion era um caçador que buscava alcançar as Pleiades, as belas filhas de Atlas.  Quando visto através a atmosfera delicada do Atacama, nos parece que esse épico de caçada está realmente acontecendo.

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De acordo com outro mito, as Pleiades foram para o céu por causa de suas tristezas com o destino de seu pai, Atlas, que carregava o mundo nas costas.


Atlas holding the sky. 7201: Atlante sostiene la volta celeste 2C AD. Collezione Farnese. National Archaeological Museum, Naples.  
http://www.maicar.com/GML/Atlas.html



Os nomes das Irmãs que Choram e de seus pais  são:
Alcyone, Maia, Electra, Merope, Taygette, Celaeno e Sterope,
com a adição dos pais, Atlas e Pleione.

A Plêiade que se perdeu parece ser Merope, que casou-se com um mortal, Sisyplus, e por isso escondeu-se por ser a única filha que não foi casada com um Deus.  Outro mito diz que foi Electra quem desapareceu em função de sua dor pela destruição de Ilium, que foi fundada por seu filho Dardanos.

As Pleiades formam um aglomerado, com Alcyone como estrela principal, situado no ombro do Touro.




F. E. Fillebrown engraving of The Dance of the Pleiades by Elihu Vedder







Segundo o Link do Site Scientific American - Brasil:

Mitos e Estações no céu Tupi-Guarani

Com astronomia própria, índios brasileiros definiam o tempo de colheita, a contagem de dias, meses e anos, a duração das marés, a chegada das chuvas. Desenhavam no céu histórias de mitos, lendas e seus códigos morais, fazendo do firmamento esteio de seu cotidiano.


As Plêiades e a Chuva

As Plêiades (Eixu, em guarani) são um aglomerado de estrelas jovens, azuis, que se localizam na constelação ocidental do Touro. A olho nu, longe da iluminação artificial e sem Lua, podemos ver, normalmente, sete dessas estrelas e, por isso, as Plêiades são conhecidas, também, como as sete estrelas ou as sete irmãs. Muitas etnias indígenas utilizavam as Plêiades para construir seu calendário. Eles consideravam principalmente os dias do nascer helíaco, do nascer anti-helíaco e do ocaso helíaco das Plêiades.

Cerca de um mês por ano, as Plêiades não são visíveis porque ficam muito próximas da direção do Sol. O nascer helíaco das Plêiades ocorre perto do dia 5 de junho, o primeiro dia em que elas se tornam visíveis de novo, perto do horizonte, no lado leste, antes do nascer do sol. Esse dia marcava o início do ano.  
Por volta do dia 10 de novembro, as Plêiades nascem logo após o pôr-do-sol, este dia recebe o nome de nascer anti-helíaco das Plêiades, pois o Sol se encontra no lado oeste e as Plêiades no lado leste.
Perto de 10 de maio, acontece o ocaso helíaco das Plêiades, pois elas desaparecem do lado oeste, logo após o pôr-do-sol. Depois desse dia, elas não são mais visíveis à noite, até perto do dia 5 de junho quando ocorre, novamente, seu nascer helíaco. Pode-se admitir, então, um ano sideral, baseado no nascer helíaco das Plêiades.Os tupinambás conheciam muito bem o aglomerado estelar das Plêiades e o denominavam "Seichu". Quando elas apareciam, afirmavam que as chuvas iam chegar, como chegavam, efetivamente, poucos dias depois. Como a constelação aparecia alguns dias antes das chuvas e desaparecia no fim para tornar a reaparecer em igual época, eles reconheciam perfeitamente o intervalo de tempo decorrido de um ano a outro. Da mesma maneira, atualmente para os tembés, que habitam o Norte do Brasil, o nascer helíaco das Plêiades anuncia a estação da chuva e o seu ocaso helíaco aponta a estação da seca. Para os guaranis, do Sul do país, o nascer helíaco das Plêiades anuncia o inverno, enquanto o ocaso helíaco indica a proximidade do verão.

É interessante observar que culturas diferentes, habitando regiões distintas e vivendo épocas desencontradas, utilizavam as Plêiades como calendário, mesmo considerando que seu nascer helíaco, nascer anti-helíaco e ocaso helíaco não correspondessem exatamente ao início das estações do ano. Pensamos que, além de sua beleza, outro motivo contribui para essa escolha: as Plêiades estão situa-das a cerca de quatro graus da eclíptica. Por isso, alguns de seus componentes são freqüentemente ocultos pela Lua e ocasionalmente pelos planetas do nosso Sistema Solar. Essas ocultações oferecem um belo espetáculo da Natureza, sendo observadas mesmo a olho nu. 


apod.nasa.gov
Astronomy Picture of the Day
M45: The Pleiades Star Cluster 
Credit & Copyright: Roberto Colombari



Os desenhos formados pelas estrelas - AS CONSTELAÇÕES - são como janelas que se abrem para a infinitude do universo e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais, entre o céu e a terra..., bem como percebendo que o caos, vagarosamente, vai se tornando Cosmos e este por nossa mente sendo conscientizado.

Quer dizer, nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward


VISITE MINHA PÁGINA
DA TERRA AO CÉU E AO INFINITO
http://daterraaoceueaoinfinito.blogspot.com.br/



- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986
(com dedicatória do próprio autor para mim
em evento realizado no Museu de Astronomia do Rio de Janeiro,
em 16/06/1989)

-  Mario Jaci Monteiro , As Constelações, Cartas Celestes -
Apoio: CARJ/MEC/CAPES/PADCT-SPEC  -  com dedicatória do autor para mim, em março de 2004 (quando Mário Jaci generosamente me presenteou com um instrumento de observação (kepleriano) artesanalmente construído por ele).



http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/a7/Pleiades_Cluster.jpg



domingo, 27 de abril de 2014

Aliança entre Sol e Lua em Espetáculo distanciado de nossos olhares


ECLIPSE SOLAR ANULAR:
Lua Nova e Desaparecida
Reaparencendo diante do Sol
em Espetáculo distanciado de nossos olhares


http://eclipse.gsfc.nasa.gov/OH/OH2014.html#SE2014Apr29A



O ECLIPSE!

Estamos diante do espetáculo
de um Eclipse Anular Solar
a acontecer em 29 de abril
 a partir da região da Antártica 
e ainda expandindo-se (enquanto Eclipse Parcial)
 para o sul do Oceano Índico 
incluindo também a parte sul da Indonésia e toda a Austrália.

Este será um Eclipse Anular não-central,
quer dizer, a linha central do eclipse não toca a Terra inteiramente
e tal fato leva este evento ser considerado como bem raro.

No entanto, 
por somente 49 segundos 
e nas coordenadas  131°15.6′ E, 79°38.7′ S,
no gelado continente da Antártica,
o Eclipse Anular do Sol
poderá ser observado, sim,
por pinguins interessados 
e, possivelmente, por aviões sobrevoando o local
e carregando toda uma parafernália de possibilidades 
de filmagem e de fotografias
de um Sol anularmente eclipsado quase na linha do horizonte!


Fontes consultadas: Annular Solar Eclipse of April 29
 http://eclipse.gsfc.nasa.gov/OH/OH2014.html

SAIBA MAIS 
acessando




Sobre 
Antumbra, Umbra e Penumbra

Segundo Fred Espenak 
Glossary of Solar Eclipse Terms -
(tradução minha, Janine, simples e literal)


antumbra - The antumbra is that part of the Moon's shadow that extends beyond the umbra. It is similar to the penumbra in that the Sun is only partially blocked by the Moon. From within the antumbra, the Sun appears larger than the Moon which is seen in complete silhouette. An annular eclipse is seen when an observer passes through the antumbra.

Antumbra - Antumbra é a parte da sombra da Lua que se extende para além da umbra.  É símilar à penumbra na qual o Sol é somente parcialmente bloqueado pela Lua.  A partir da Antumbra, o Sol parece maior do que a Lua - esta podendo ser vista em sua silhueta completa.  Um eclipse anular é visto quando um observador passa através a antumbra.


umbra - The umbra is the darkest part of the Moon's shadow. From within the umbra, the Sun is completely blocked by the Moon as in the case of a total eclipse. This contrasts with the penumbra, where the Sun is only partially blocked resulting in a partial eclipse.

Umbra - Umbra é a parte mais escura da sombra da Lua.  A partir da umbra, o Sol fica completamente bloqueado pela Lua - assim como acontece no eclipse total.  Isso contrasta com a penumbra, quando o Sol é somente parcialmente bloqueado e resultando em um eclipse parcial.


penumbra - The penumbra is the weak or pale part of the Moon's shadow. From within the penumbra, the Sun is only partially blocked by the Moon as in the case of a partial eclipse. This contrasts with the umbra, where the Sun is completely blocked resulting in a total eclipse.

Penumbra - Penumbra é parte mais fraca ou pálida da sombra da Lua.  A partir da penumbra, o Sol é somente parcialmente bloqueado pela Lua - assim como no caso de um eclipse parcial.  Isso contrasta com a umbra, quando o Sol é completamente bloqueado e resultando num eclipse total.






Eclipses Solares e Lunares são normatizados
através os chamados Ciclos Saros
(Saros quer dizer repetição, em grego)

Este Eclipse pertence a uma Série
(Saros 148) que acolherá 75 eclipses ao todo.
O Eclipse do dia 29 de abril
será o vigésimo-primeiro da Série Saros 148
(que teve início na região polar sul no ano de 1653
e que se concluirá na região polar norte no ano de 2987!)

Saiba mais
 sobre Nodos Lunares, Eclipses e Saros 
e sobre a Série Saros 148
acessando nossa Postagem 




Veja a Ilustração
sobre o momento do Eclipse
para nós, no Brasil
(Ilustração realizada para o fuso horário de +3hrs, região sudeste do Brasil, Minas Gerais, uai)

Programa Stellarium


Veja que o Sol  e a Lua estarão se encontrando 
e realizando uma Lua Nova
e um Eclipse Anular do Sol
aos pés da constelação do Carneiro
e sobre a Cabeça do monstro marinho, Cetus, a Baleia!

Programa Stellarium



ALGUMA INFORMAÇÃO
SOBRE 
AS CONSTELAÇÕES DE ARIES, O CARNEIRO, E DE CETUS, A BALEIA:


Áries, o Carneiro

Mito:
Áries representa o carneiro com a pele dourada, um presente de Mercúrio e que pôde levar Phrixius e sua irmã Helle através os ares, para escaparem de sua madrasta, Ino.  Ao chegar em Colquito, Phrixus sacrificou o carneiro e ofereceu-o a Júpiter e sua pele foi pendurado no Campo de Marte, de onde mais tarde foi apanhada por Jasão.  De acordo com outro mito, era o carneiro que guiou Baco até uma fonte de água, no deserto da Líbia.

Algumas Informações Interessantes acerca esta Constelação:

Foram os babilônios que adotaram Áries para marcar o início do ano, pois em 2500 AC, o equinócio da primavera encontrava-se no meio das três estrelas que formam a cabeça do Carneiro.

Fronteiras:
A constelação de Áries situa-se entre Taurus, Perseus, Triangulum, Pisces e Cetus.


Hamal. Alpha Arietis.
Ascensão Reta 02h06,1 - Declinação +23o 22
Magnitude visual aparente 2,23 - Distância 76 anos-luz
Uma estrela amarelada situada na testa do Carneiro. De al Hamal, a Cabra também a Ovelha. Simbolicamente chamada de Ferida Mortal. 
Hamal advem de Al Rãs Al Hammal, a Cabeça do Carneiro. 
Também foi chamada de Al Nath, o Corno, bem apropriado para esta estrela,
 porém hoje em dia esta estrela é parte do Touro, sua estrela Beta.


Sheratan - Beta Arietis
Magnitude visual 2.7 - Distância 52 anos-luz.
A Pérola Branca. Uma estrela branco perolado situada no chifre do Carneiro e chamada normalmente por Chifre ao Norte.  De Al Sharatair, os Dois Signos, nome árabe que designava o asterismo formado por Beta e Gama de Carneiro.
Sharatan ou Sheratan advêm de Al Sharatain, como um sinal do começo do ano, com esta estrela marcando o equinócio vernal nos tempos de Hiparcos.


Mesartin - Gama Arietis - Estrela Dupla
Ascensão Reta 01h50m  Declinação +19o.3
Magnitude visual 4,7 e 4,8 - Ângulo de Posição 360o.,0  Distância entre estrelas 7”,03
Nomeada a partir do nome árabe O Sinal e refere-se ao alinhamento com o equinócio vernal em tempos antigos. Em outra versão, O Ministro, proveniente do hebreu Meshatim ou Mesartim.


Lambda Arietis - Estrela Dupla
Ascensão Reta 01h55m  Declinação +23O.21
Magnitude visual 4,9 e 7,4 Ângulo de Posição 46o.,4Distância entre estrelas  37”,23



As Constelações, Cartas Celestes, Mario Jaci Monteiro


Cetus, a Baleia, o Monstro Marinho

Fronteiras:
A constelação Cetus faz fronteira com Eridanus, Taurus, Áries, Pisces, Aquarius, Sculptor e Fornax

Mito:
Cetus representa o monstro marinho enviado por Netuno para devorar Andrômeda.  Andromeda era uma princesa filha de Cepheus e tendo por madrasta, Cassiopea que a prende acorrentada em uma ilha.  Andromeda foi salva por Perseus, o herói que realizou este feito voando até a ilha em seu cavalo alado Pegasus.


Menkar.  Alpha Ceti.
Ascensão Reta 03h01,2 - Declinação +04o 00
Magnitude visual 2,82 - Distância 130 anos-luz
Uma estrela brilhante e alaranjada situada nos dentes da Baleia.  De Al Minhar, o Nariz, O Focinho - nome árabe que indica a posição da estrela mais brilhante do asterismo da Baleia.


Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes

COM UM ABRAÇO ESTRELADO,
Janine Milward


- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986

Mario Jaci Monteiro , As Constelações, Cartas Celestes -
Apoio: CARJ/MEC/CAPES/PADCT-SPEC 


http://apod.nasa.gov/apod/ap100122.html
Millennium Annular Solar Eclipse
Credit & CopyrightMikael Svalgaard

Explanation: The Moon's shadow raced across planet Earth on January 15. Observers within the central shadow track were able to witness an annular solar eclipse as the Moon's apparent size was too small to completely cover the Sun. A visually dramatic ring of fire, the annular phase lasted up to 11 minutes and 8 seconds depending on location, the longest annular solar eclipse for the next 1,000 years. This picture of the Moon's silhouette just before mid-eclipse was taken within the eclipse path from the city of Kanyakumari at the southern tip of India. The telescopic image was made through a filter that blocks most visible light, but still transmits light from hydrogen atoms. As a result, detailed mottling, or granulation, caused by heat convection in the Sun's atmosphere can be seen around the dark lunar disk.