domingo, 29 de junho de 2014

Lua recém-Nova cumprimentando o Presépio, M44, no Caranguejo



Olá!

Não perca a Lua recém-Nova
 e ainda se apresentando como um fino anel prateado
um tantinho acima do horizonte oeste 
- onde Júpiter ainda está presente! -
e visitando a simpática porém tímida e bem pequena
constelação de Cancer, 
o Caranguejo que traz em seu ventre
o belíssimo aglomerado estelar aberto Presépio, M44!




http://www.stellarium.org/pt/
Lua aproximada


Stellarium
Stellarium



Stellarium
Presépio e Lua aproximados


Stellarium
Presépio aproximado



Praesaepe, em Câncer

Situado entre as Mulas do Sul e do Norte, 
contendo mais de 300 estrelas fusionadas 
e entre Magnitude visual 6 e 12 
- verdadeira maravilha de poder ser observada, 
como se fosse uma lua cheia de estrelinhas tímidas.

Um aglomerado situado na cabeça do Caranguejo,
 popularmente chamado de Colméia de Abelhas 
e conhecido pelos chineses pelo nome de Tseih, She Ke, 
Exalação dos Corpos Empilhados.

O Presépio representa a mangedoura 
onde Baco e Vulcano esconderam os dois jumentos 
- veja Aselli, mais abaixo.


Stellarium


Aselli.  Gama e Delta Cancri. 
Gama é chamada de Asellus Borealis 
e Delta, de Asellus Australis

Asellus Australis situa-se exatamente na linha da Eclíptica 
enquanto Asellus Borealis fica um tantinho mais ao norte,
 porém ambas na mesma Ascensão Reta, quase 9h.

Aselli representam os anos (jumentos, mulas) 
escondidos por Baco e Vulcano durante a guerra entre os Deuses e os Titãs.  

O berro desses animais assustou de tal forma os Titãs que estes fugiram 
e os Deuses, em gratidão, 
carregaram ambos os jumentos e sua manjedoura (O Presépio, M44)
 para os céus.

As estrelas cor de palha conhecidas como a Mula do Norte (Delta)
 e a Mula do Sul (Gama), na língua latina asellus,
 situadas no corpo do Caranguejo.



Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes
excerto de Cancer, o Caranguejo



Open star cluster M44.
NOAO/AURA/NSF


http://www.nightskyinfo.com/archive/m44_open_cluster/



Messier 44, também conhecido como PraesepeM44NGC 2632, ou Cr 189, é um aglomerado estelar aberto localizado na constelação deCancer. É um dos aglomerados estelares mais próximos do Sistema Solar, e contém uma população estelar maior que a maioria dos aglomerados próximos. É visível a olho nu; por isso é conhecido desde a antiguidade. O astrônomo clássico Ptolemeu o chamou de "a massa nebulosa de Cancer," e foi um dos primeiros objetos que Galileu estudou com seu telescópio.2
Messier 44 é melhor observado quando Cancer está alto no céu; em latitudes do norte isso ocorre durante o fim da tarde de fevereiro a março.

É conhecido desde os tempos pré-históricos. Gregos e romanos compararam esta "nebulosa" à manjedoura, associando os dois jumentos às estrelas Gamma Cancri, pertencente à classe espectral A1 V e de magnitude aparente 4,7, distanciado da Terra em 155 anos-luz, e Delta Cancri, pertencente à classe espectral K0 III e de magnitude aparente 3,9, distanciado da Terra também em 155 anos-luzErastótenes relatou que esses foram os jumentos nos quais os deuses Dionísio e Sileno montaram na batalha contra os Titãs, que ficaram amendrotados com o zurro dos animais e que por isso os deuses venceram. Como recompensa, os jumentos foram levados ao céu junto com a manjedoura. O poeta grego Arato referiu-se a esse objeto como a "Pequena Névoa". Hiparco, em 130 d.c., incluiu o aglomerado em seu catálogo estelar, chamando-o de "Pequena Nuvem" ou "Estrela Nebulosa". Ptolomeu menciona-o como uma de sete "nebulosas" em seu Almagesto, localizado no "peito do caranguejo". Também aparece em uma carta estelar de Johann Bayer, de 1600, como um "Nubilum" (objeto nebuloso).3

Galileu Galilei foi o primeiro a resolver as primeiras estrelas individuais do aglomerado. Declarou que "a nebulosa chamada Presépio, que não é apenas uma única estrela, mas uma massa de mais de 40 pequenas estrelas." Foi visto por Nicholas-Claude Fabri de Peiresc, o descobridor danebulosa de Órion, que também resolveu suas estrelas mais brilhantes em 1611. Simon Marius, um ano mais tarde, também disse ter observado o aglomerado. O astrônomo francês Charles Messier adicionou-o em seu catálogo em 4 de março de 1769 após medir com precisão sua posição no céu. Junto com a Nebulosa de Orion e o aglomerado Plêiades, sua inclusão ao catálogo foi curiosa, visto que a maioria dos outros objetos Messier são menos brilhantes e facilmente confundidos com cometas. Uma possiblidade é que Messier queria ter um catálogo maior que o de seu rival científico, Lacaille, cujo catálogo de 1755 continha 42 objetos, entã ele adicionou objetos brilhantes e bem conhecidos.

..................



Como muitos aglomerados estelares, Messier 44 passou por segregação de massa.5 6 7 Isso significa que estrelas brilhantes e massivas estão concentradas no núcleo, enquanto as mais fracas e menos massivas estão na periferia.


..................


.Messier 44 contém pelo menos 1000 estrelas ligadas gravitacionalmente, com uma massa total de 500-600 massas solares.5 6 Uma pesquisa recente indicou 1010 membros prováveis, os quais 68% são anãs vermelhas, 30% são estrelas como o Sol de classe F, G, e K, e cerca de 2% são estrelas brilhantes de classe A.5 Também há quatro estrelas gigantes, quatro com tipo espectral K0III e a quinta G0III.8 5 9


http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_44



VEJA UMA BELÍSSIMA IMAGEM DO PRESÉPIO - M44

  REALIZADA POR ROTH RITTER,
 ACESSANDO
http://www.darkatmospheres.com/astro/gallery/clusters/enlarge.php?fileBase=clusters_5









VISITE MINHA PÁGINA
SOBRE A CONSTELAÇÃO DE CANCER
http://sobrecaranguejo.blogspot.com.br/




Os desenhos formados pelas estrelas - AS CONSTELAÇÕES - são como janelas que se abrem para a infinitude do universo e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais, entre o céu e a terra..., bem como percebendo que o caos, vagarosamente, vai se tornando Cosmos e este por nossa mente sendo conscientizado.


Quer dizer, nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward



sábado, 28 de junho de 2014

Em Carina, a Grande Nebulosa e as Pleiades do Sul

Olá!

Bem, se o Brasil ganhar o jogo de futebol,
podemos ficar felizes e agradecermos aos céus estrelados
do final da tarde de sábado, dia 28, ou início da noite!

Em lugares de horizonte oeste bem baixo,
eu penso que poderemos observar o maravilhoso espetáculo
da Lua recém-Nova se apresentando como um finíssimo anel dourado/prateado
e bem ao sul de Júpiter, belíssima visão!
que ainda vem nos fazendo felizes com sua presença
no horizonte oeste, bem no comecinho da noite...

Bem, se o Brasil  não ganhar o jogo de futebol,
podemos ficar felizes e agradecermos aos céus estrelados
por sempre nos proporcionar tão belos eventos!

... Sempre outros jogos de futebol acontecerão
sempre belos espetáculos no céu estrelado acontecerão.





 Stellarium
Stellarium

Stellarium



Se acaso o Brasil for bem-sucedido no jogo de futebol,
por que não nos deixarmos relaxar um tantinho
e viajarmos no Navio Argos?

Se acaso o Brasil não for bem-sucedido no jogo de futebol,
por que não afogarmos nossas mágoas viajando no Navio?

Caro Leitor,
o Navio Argos já vem se orientando para sudoeste,
quer dizer, já vem se despedindo de nossa visão quando do cair da noite.

No entanto,
Canopus, a estrela-alpha Carinae,
ainda nos atrai imensamente nossa atenção
para os céus estrelados do sul.

Nestas noites límpidas e ainda escuras em função da ausência da luminosidade da Lua,
sempre podemos observar e bem estudar
a Proa, Puppis, a Quilha, Carina, e a Vela do imenso Navio Argos.

E é também uma visão absolutamente fantástica
aquela que se descortina a partir do nosso tão querido Cruzeiro do Sul,
passando pelas patas traseiras do Centauro
e avançando incrivelmente através a Quilha do Navio Argus,
até encontrarmos a famosa Nebulosa de Eta Carinae...
- de preferência tudo isso podendo ser observado
a partir de lugares de céus escuros e transparentes
e bem nessa época do ano, época de sêca
(na região onde moro no Brasil, o sudeste)
e ainda antes das queimadas esfumaçarem nosso céu, 
 impedindo nossa boa observação!

E penso também que é sempre um imenso prazer
sabermos que existem Pleiades também no Sul!

Boa Observação e Bons Estudos!

Com um abraço estrelado,
Janine Milward



http://www.fromquarkstoquasars.com/apotd-carnia-nebula-vlt-array/

This stunning image was taken overlooking the ESO’s Very Large Telescope (VLT) Array
 on the outskirts of the Atacama Desert in Chile.




Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes

Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes
 - excerto apresentando ALFABETO GREGO, CONVENÇÕES E USO DA CARTA CELESTE
 





Argo Navis constellation map, author: Torsten Bronger
http://www.constellation-guide.com/constellation-list/carina-constellation/




A GRANDE NEBULA


The Carina Nebula (also known as the Great Nebula in Carina, the Eta Carinae NebulaNGC 3372, as well as the Grand Nebula) is a large bright nebula that has within its boundaries several related open clusters of stars. Some papers generally refer to this as the Carina Nebula, mostly because of differentiating the many papers published on this object, but the historical precedence as determined by southern observers like James Dunlop and John Herschel, who have both termed it the Eta Argus Nebula or Eta Carinae Nebula.[5] John Herschel also describes "The star η Argus, with the Great nebula about it."[6] with many of his subsequent published papers supporting this.[7][8]
Eta Carinae and HD 93129A, two of the most massive and luminous stars in our Milky Way galaxy, are among them. The nebula lies at an estimated distance between 6,500 and 10,000 light years from Earth. It appears in the constellation of Carina, and is located in the Carina–Sagittarius Arm. The nebula contains multiple O-type stars.
The nebula is one of the largest diffuse nebulae in our skies. Although it is some four times as large and even brighter than the famous Orion Nebula, the Carina Nebula is much less well known, due to its location in the southern sky. It was discovered by Nicolas Louis de Lacaille in 1751–52 from the Cape of Good Hope.



Programa Stellarium



Programa Stellarium




Eta Carinae, (na constelação da Quilha, ou "Carina", em latim), está a 7500 anos-luz da Terra. Uma estrela vísivel no Hemisfério Sul, mas não noHemisfério Norte. De tamanho muito grande (segundo a estimativa mais alta seu raio pode medir 0,9 unidades astronômicas), seu aspecto mais marcante é a variação de seu brilho em várias ordens de magnitude.
Quando foi pela primeira vez catalogada em 1677 por Edmond Halley, era uma estrela de magnitude 4, mas em 1843, após uma erupção que ejetou uma nuvem de poeira 500 vezes maior que o sistema solar6 , ficou mais brilhante, atingindo o brilho de Sirius, apesar de sua enorme distância. Depois disso (entre 1900 e 1940), a magnitude era apenas de 8. Em 2002, tinha magnitude 5, tendo de repentinamente ter dobrado o seu brilho entre 1998 e 1999.
Tudo indica tratar-se de uma sistema binário de estrelas muito próximas uma da outra. A estrela de menor diâmetro é a mais quente (30 000 °C) e a outra com o triplo do diâmetro é mais fria (15 000 °C), mas duas vezes mais brilhante. Este sistema estelar está envolto numa densa nuvemde gases e poeiras, que forma uma nebulosa 400 vezes mais extensa do que o Sistema Solar, conhecida como a Nebulosa de Eta Carinae (ou NGC3372). A perda de luminosidade deve-se, possivelmente, a uma consequência da aproximação máxima entre as duas estrelas, o periastro, altura em que a estrela menor encobre quase metade da maior. A diminuição de brilho é equivalente a 20 vezes o do Sol, mas brilhando como 4 a 5 milhões de sóis. O período de rotação das estrelas (uma em relação à outra) é de 5,5 anos.
O que torna Eta Carinae especial é o seu brilho muito instável e de forma extremamente rápida, devido à poeira e o encobrimento da estrela maior pela menor, ao contrário das outras estrelas visíveis a partir da Terra. Em 1830, brilhava tanto como Sirius (a estrela mais brilhante). Actualmente, só é visível em locais muito escuros, sendo o seu brilho muito baixo; há 40 anos atrás até era necessário um telescópio para a poder observar.
O astrónomo brasileiro Augusto Damineli, professor do IAG-USP, é um dos que afirmam que a estrela é uma variável pois a cada cinco anos e meio, segundo ele, acontece uma redução no seu brilho, já outros astrônomos não aceitavam essa teoria, no entanto em 1997, ocorreu uma nova redução do brilho, o fenômeno foi confirmado. Em 2003 , graças aos registros de mais de 50 especialistas apoiados nas observações através de telescópios terrestres e em órbita , finalmente confirmou-se tratar-se mesmo de mais uma estrela variável do tipo SDOR - Estrelas de alta luminosidade binária, com variações entre 1 a 7 magnitudes, associadas e envoltas em material em expansão próprio das nebulosas.
Estrelas muito grandes como Eta Carinae esgotam seu combustível muito rapidamente devido à sua desproporcionalmente alta luminosidade. Espera-se que Eta Carinae possa explodir como uma supernova ou hipernova dentro de algum tempo nos próximos milhões de anos.
Descrição
English: A huge, billowing pair of gas and dust clouds are captured in this stunning NASA Hubble Space Telescope image of the supermassive star Eta Carinae. Eta Carinae was observed by Hubble in September 1995 with the Wide Field and Planetary Camera 2 (WFPC2). Images taken through red and near-ultraviolet filters were subsequently combined to produce the color image shown. A sequence of eight exposures was necessary to cover the object's huge dynamic range: the outer ejecta blobs are 100,000 times fainter than the brilliant central star. Eta Carinae suffered a giant outburst about 160 years ago, when it became one of the brightest stars in the southern sky. Though the star released as much visible light as a supernova explosion, it survived the outburst. The explosion produced two lobes and a large, thin equatorial disk, all moving outward at about 1 million kilometers per hour.
Data
Origem
File:Eta Carinae.jpg and File:Etacarinae-001.jpg
Autor
Nathan Smith (University of California, Berkeley), and NASA











AS PLEIADES DO SUL


IC 2602, also known as the Theta Carinae Cluster or Southern Pleiades, is an open cluster in the constellation Carina. It was discovered by Abbe Lacaille in 1751 from South Africa. The cluster is at a distance of about 479 light-years away from Earth and can be seen with the naked eye. The Southern Pleiades (IC 2602) has an overall apparent magnitude of 1.9, which is 70% fainter than the Taurean Pleiades, and contains about 60 stars. Theta Carinae, the brightest star within the open cluster, is a third-magnitude star with an apparent magnitude of +2.74. All the other stars within the cluster are of the fifth magnitude and fainter. Like its northern counterpart in Taurus, the Southern Pleiades spans a sizeable area of sky, approximately 50 arcminutes, so it is best viewed with large binoculars or telescope with a wide-angle eyepiece. The cluster is thought to have the same age as the open cluster IC 2391,[1]which has a lithium depletion boundary age of 50 million years old.


Minha (Janine) tradução simples e literal:

IC 2602 - também conhecida como o Aglomerado Theta Carinae ou Pleiades do Sul -, é um aglomerado aberto na constelação de Carina.  Foi descoberto por Abbe Lacaille em 1751, na África do Sul.  O aglomerado encontra-se numa distância de cerca de 479 anos-luz da Terra e pode ser visualizado a olho nu.  As Pleiades do Sul (IC 2602) possuem uma magnitude aparente de 1.9 - o que significa 70% menos luminosa do que as Pleiades na constelação do Touro - e contêm cerca de 60 estrelas.  Theta Carinae, a estrela mais brilhante neste aglomerado aberto, é uma estrela de terceira magnitude com uma magnitude aparente de +2.74.  Todas as demais estrelas no aglomerado pertencem à quinta magnitude ou ainda menos luminosas.  Assim como sua contraparte ao norte, em Touros, as Pleiades do Sul ocupam uma larga área do céu, aproximadamente 50 minutos de arco - e dessa forma são mais bem visualizadas através grandes binóculos ou através telescópio com ocular de ângulo bem amplo.  O aglomerado é considerado da mesma idade do aglomerado aberto IC 2391 (na constelação da Vela), que possui limite de esgotamento de lítio datado de 50 milhões de anos.








Programa Stellarium

Programa Stellarium - Pleiades do Sul aproximadas




IC 2602 - Aglomerado Aberto, em Carina

Este aglomerado aberto é visível a olho nú e situa-se próximo à estrela Teta Carinae.  Foi denominado de Pleiades Austral. Sua observação em instrumentos magnificadores simples constitui um espetáculo notável pois apresenta-se como uma ilhota fortemente contrastada num saco de carvão, com algumas estrelas muito brilhantes, verdadeiros ‘diamantes celestes’ e onde se notam várias estrelas azuis e alaranjadas que formam um belo contraste colorido.

IC 2502 - Aglomerado Aberto Carina - Pleiades Austrais
Ascensão Reta 10h42m    Declinação - 64o.17
Magnitude fotográfica global 1,6   Magnitude fotográfica da mais brilhante estrela 6,0
 Distância kpc 0,15    Diâmetro 65’   Tipo Espectral B1


6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




 Programa Stellarium
 Programa Stellarium



VISITE NOSSAS OUTRAS POSTAGENS
SOBRE O NAVIO ARGUS:


A Grande Nebulosa em Carina
http://oceudomes.blogspot.com.br/2014/05/a-grande-nebulosa-em-carina.html

Pleiades em Touro e Pleiades em Carina
http://oceudomes.blogspot.com.br/2014/05/pleiades-em-touro-e-pleiades-em-carina.html

Por que não existe Proa em Argo Navis, o Navio?
http://oceudomes.blogspot.com.br/2014/05/por-que-nao-existe-proa-em-argo-navis-o.html

Lua Acenando para Argo Navis, o Navio
http://oceudomes.blogspot.com.br/2014/04/lua-acenando-para-argo-navis-o-navio_8.html

Vamos Viajar junto à antiga constelação de Argo Navis, o Navio
http://oceudomes.blogspot.com.br/2014/02/vamos-viajar-junto-antiga-constelacao.html


VISITE NOSSA PÁGINA
SOBRE
ARGO NAVIS, O NAVIO  
 http://sobreargonavis.blogspot.com.br
Esta constelação, o Navio, fazia parte do grupo de 48 constelações relacionado por Ptolomeu.  Porém, La Caille dividiu o Navio em Carina, Vela e Puppis: Quilha, Vela e Popa
ARGO NAVIS, O NAVIO



Carina Navis
http://www.aradergalleries.com/detail.php?id=3645
Johann Bayer — Carina Navis





Os desenhos formados pelas estrelas - AS CONSTELAÇÕES - são como janelas que se abrem para a infinitude do universo e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais, entre o céu e a terra..., bem como percebendo que o caos, vagarosamente, vai se tornando Cosmos e este por nossa mente sendo conscientizado.


Quer dizer, nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward