quinta-feira, 27 de novembro de 2014

Uma Pomba voando junto ao Navio


Olá!

Olhando mais atentamente
 para os céus estrelados do sul
podemos pensar: 
será uma pomba voando?


Programa Stellarium



Sim!

Onde está a Pomba?


Programa Stellarium



Duas estrelas nos ajudam a encontrar a Pomba:
Sírius, a mais bela da noite, estrela-alpha Canis Majoris,
e
Canopus, o Capitão do Navio,
estrela-alpha Argo Navis, estrela-alpha Carinae!



Programa Stellarium




Caro Leitor,
veja a Pomba 
- a constelação Columba -
voando bem próxima ao Navio 
e ainda acenando para o Cão Maior!


Programa Stellarium


Caro Leitor,
se acaso você estiver disposto a acompanhar o andamento,
o plácido navegar de Argo Navis, o Navio
(Carina, Puppis e Vela),
circum-navegando como se desenhando 
um figura elipsal de sudeste a sudoeste
ao longo de todo o tempo em que permanece
sob nossa visão nos céus estrelados mais ao sul...,
não deixe também de observar
a doce leveza do voo da Pomba de Noé, 
a constelação Columba,
voando sempre junto ao Navio, à antiga Arca de Noé.

A Pomba de Noé traz consigo um pequeno ramo
- ramo este demonstrativo de que a terra não está longe
e que as águas diluviais já estão baixando -
e voa ao lado da Arca de Noé, da Arca que carrega a vida,
a continuidade da vida,
 em seu ventre de madeira flutuando sobre as águas celestes.



http://farm4.static.flickr.com/3009/2735045875_ece86a358e.jpg


 Programa Stellarium



Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes - CARJ




COLUMBA NOE, A POMBA DE NOÉ


Posicionamento:
Ascensão Reta 5h3m / 6h28      Declinação -27o.2 / -43o.0


História:
Reconhecida inicialmente por Royer em 1679, 
porém já existente anteriormente.


Mito:
 Representa a pomba enviada por Noé, da Arca.



Estrelas e objetos interessantes, em Columba:

Phact - Alpha Columbae. 
A Rola, nome árabe que designa esta estrela.
Situada na base da asa direita da Pomba. De Had’ar, Chão.

Wezn - Beta Columbae
Magnitude 3.2
Peso, nome de origem árabe Al Wazn,
 ou seja, o peso, 
para designar que a estrela parece se levantar com dificuldade do horizonte.


6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986

 http://www.iau.org/static/public/constellations/gif/COL.gif


Programa Stellarium




Alpha Columbae (Phact, 38 Columbae) é uma estrela na direção da Columba. Possui uma ascensão reta de 05h 39m 38.94s e uma declinação de −34° 04′ 26.6″. Sua magnitude aparente é igual a 2.65. Considerando sua distância de 268 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a −1.93. Pertence à classe espectral B7IV.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Alpha_Columbae

Beta Columbae (Wezn, 53 Columbae) é uma estrela na direção da Columba. Possui uma ascensão reta de 05h 50m 57.55s e uma declinação de −35° 46′ 09.5″. Suamagnitude aparente é igual a 3.12. Considerando sua distância de 86 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a 1.02. Pertence à classe espectralK1.5III.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Beta_Columbae

Gamma Columbae (65 Columbae) é uma estrela na direção da constelação de Columba. Possui uma ascensão reta de 05h 57m 32.21s e uma declinação de −35° 16′ 59.9″. Sua magnitude aparente é igual a 4.36. Considerando sua distância de 853 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a −2.73. Pertence à classe espectral B2.5IV.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gamma_Columbae

Delta Columbae (91 Columbae) é uma estrela na direção da constelação de Columba. Possui uma ascensão reta de 06h 22m 06.85s e uma declinação de −33° 26′ 10.6″. Sua magnitude aparente é igual a 3.85. Considerando sua distância de 237 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a −0.46. Pertence àclasse espectral G7II.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Delta_Columbae

Epsilon Columbae (22 Columbae) é uma estrela na direção da constelação de Columba. Possui uma ascensão reta de 05h 31m 12.74s e uma declinação de −35° 28′ 13.6″. Sua magnitude aparente é igual a 3.86. Considerando sua distância de 277 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a −0.79. Pertence à classe espectral K1II/III.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Epsilon_Columbae




http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_1851#mediaviewer/File:PIA07908.jpg
Ultraviolet image of the globular cluster NGC 1851 in the southern constellation Columba.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_1851

NGC 1851 - Aglomerado Globular Columba
Ascensão Reta  05h13m      Declinação - 40o.02
Magnitude fotográfica global 7,7       Diâmetro aparente 11’5         Tipo Espectral F7
Número conhecido de Variáveis  3        Distância kpc   14,0
Velocidade Radial (km/s)   +309


6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986







NGC 2090
NGC 2090 é uma galáxia espiral (Sc) localizada na direcção da constelação de Columba
Possui uma declinação de -34° 15' 03" e umaascensão recta de 5 horas, 47 minutos e 01,6 segundos.


A galáxia NGC 2090 foi descoberta em 29 de Outubro de 1826 por James Dunlop.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_2090





http://www.ianridpath.com/atlases/urania/urania30.jpg





Richard Hinckley Allen, Star Names, Their Lore and Meaning, Dover Publications, Inc, New York, USA 











http://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Gazetteer/Topics/astronomy/_Texts/secondary/ALLSTA/Columba_Noae*.html

Columba Noae, Noah's Dove,

now known simply as Columba, is the Colombe de Noé of the French, Colomba of the Italians, and Taube of the Germans, lying south of the Hare, and on the meridian with Orion's Belt.
Although first formally published by Royer in 1679, and so generally considered one of his constellations, it had appeared seventy-six years before correctly located on Bayer's plate of Canis Major, and in his text as recentioribus Columba; one of these "more recent" being Petrus Plancius, the Dutch cosmographer and map-maker of the 16th century, and instructor of Pieter Theodor. While these are the first allusions to Columba in modern times, yet the following from Caesius may indicate knowledge of its stars,1 and certainly of the present title, seventeen centuries ago. Translating from the Paedagogus of Saint Clement of Alexandria, he wrote:

Signa sive insignia vestra sint Columba, sive Navis coelestis cursu in coelum tendens sive Lyra Musica, in recordationem Apostoli Piscatoris.

Still it was not recognized by Bartschius twenty-one years after Bayer, nor by Tycho, Hevelius, or Flamsteed; but Halley gave it, in the same year as Royer, with ten stars; and our Gould, two centuries later in Argentina, increased the number to seventeen. It was made up from the southwestern p167outliers of Canis Major, near to the Ship, — Noah's Ark, — and so was regarded as the attendant Dove.

Smyth wrote of its modern formation, and of its nomenclature in Arab astronomy:
Royer cut away a portion of Canis Major, and constructed Columba Noachi therewith in 1679. The part thus usurped was called Muliphein, fromal‑muhlifein, the two stars sworn by, because they were often mistaken for Soheil, or Canopus, before which they rise: these two stars are now α and βColumbae. Muliphein is recognized as comprehending the two stars called Ḥaḍʽár, ground, and al‑wezn, weight.

Reference already has been made to Al Muḥlīfaïn at the stars γζ, and λ Argūs, δ Canis Majoris, and α Centauri.

http://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Gazetteer/Topics/astronomy/_Texts/secondary/ALLSTA/Columba_Noae*.html


Minha (Janine) simples e direta e sintetizada tradução para o texto acima:

A Pomba de Nóe - agora conhecida simplesmente como A Pomba, Columba.
.......................................

Apesar de ter sido formalmente publicado por Royer,e m 1679, e desta forma considerada como uma de suas constelações, a Pomba, Columba, aparece setenta e sete anos antes e corretamente localizada na ilustração de Bayer sobre Canis Major e em seu texto como Columba.  Outra descoberta mais recente aconteceu com Petrus Plancius, o cosmógrafo holandês e ilustrador de mapas durante o século XVI e instrutor de Pieter Theodor.  Enquanto essas são as primeiras alusões acerca Columba em tempos modernos, ainda assim existe um texto de Caesius que pode indicar conhecimento destas estrelas e, certamente, de seu título, dezessete séculos antes.
........................
Mesmo assim, esta constelação não foi reconhecida por Bartschius vinte e um anos após Bayer, e nem por Tycho ou Hevelius ou Flamsteed.  Porém Halley a reconheceu, no mesmo ano em que Royer o fez, com dez estrelas; e dois séculos mais tarde, Gould, na Argentina, aumentou este número para dezessete. Esta constelação foi desenhada a partir da fronteira com Canis Major e próxima ao Navio – A Arca de Nóe – e portanto, foi reconhecida como uma Pomba.
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Arca_de_No%C3%A9#mediaviewer/File:Noahs_Ark.jpg
A Arca de Noé segundo Edward Hicks.

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A história de Arca de Noé, de acordo com os capítulos 6 a 9 do livro do Gênesis, começa com Deus observando o mau comportamento da Humanidade e decidido a inundar a terra e destruir toda vida. Porém, Deus encontrou um bom homem, Noé, "um virtuoso homem, inocente entre o povo de seu tempo", e decidiu que este iria preceder uma nova linhagem do homem. Deus disse a Noé para fazer uma arca e levar com ele a esposa e seus filhos ShemHam e Japheth, e suas esposas. E, de todas as espécies de seres vivos existentes então, levar para a arca dois exemplares, macho e fêmea. A fim de fornecer seu sustento, disse para trazer e armazenar alimentos.

Eventualmente, a arca veio a descansar sobre o
 Monte Ararate. As águas começaram a diminuir e os topos das montanhas emergiram. Noé enviou um corvo, que "voou de um lado a outro até que as águas recuaram a partir da terra". Em seguida, Noé enviou uma pomba, mas ela retornou à arca sem ter encontrado nenhum lugar para pousar. Depois de mais sete dias, Noé novamente enviou a pomba e ela voltou com uma folha de oliva no seu bico e então ele soube que as águas tinham abrandado.Noé, sua família e os animais entraram na arca e "passados 7 dias foram quebrados todos os fundamentos da grande profundidade e as janelas do céu foram abertas, e a chuva caiu sobre a terra por quarenta dias e quarenta noites". A inundação cobriu mesmo as mais altas montanhas por mais de seis metros (20 pés), e todas as criaturas morreram; apenas Noé e aqueles que com ele estavam sobre a arca ficaram vivos. A história do Dilúvio é considerada por vários estudiosos modernos como um sistema de dois contos ligeiramente diferentes, entrelaçados, daí a pois aparente incerteza quanto à duração da inundação (quarenta ou cento e cinquenta dias) e o número de animais colocados a bordo da arca (dois de cada espécie, ou sete pares de alguns tipos) . Em relação a inundação a Bíblia narra que choveu durante 40 dias e 40 noites, e que após isso parou de chover. Mas as águas permaneceram sobre a terra durante 150 dias. E depois disso Deus se lembrou de Noé e dos que estavam com ele na arca e fez passar um vento sobre a terra para baixar as águas. E em relação aos animais a Bíblia narra que foram 2 de cada espécie dos animais impuros, e 7 pares das espécies dos animais puros.


Noé esperou mais sete dias e enviou a pomba mais uma vez, e desta vez ela não retornou. Em seguida, ele e sua família e todos os animais saíram da arca e Noé fez um sacrifício a Deus, e Deus resolveu que nunca mais lançaria maldição à terra por causa do homem, nem iria destruí-la novamente dessa maneira.

A fim de se lembrar dessa promessa, Deus colocou o Arco da Aliança nas nuvens, dizendo: "Sempre que houver nuvens sobre a terra e o arco aparecer nas nuvens, eu me lembrarei da eterna aliança entre Deus e todos os seres vivos de todas as espécies sobre a terra".
................................................
LEIA MUITA MAIS
em

http://pt.wikipedia.org/wiki/Arca_de_No%C3%A9#mediaviewer/File:Kohrvirab.jpg
Mosteiro de Khor VirapArmênia, à sombra do Monte Ararate, onde a Arca de Noé supostamente encalhou após o Dilúvio.

quarta-feira, 26 de novembro de 2014

Objetos Messier na constelação Ursa Major



Olá!

Nas madrugada sonolentas,
nós, moradores da região sudeste do Brasil,
já podemos bem reconhecer um bom pedaço 
composto por estrelas formando as patas
e um pedaço do corpo (a parte inferior) e a cabeça (quase) inteira
da constelação Ursa Major
- no entanto, infelizmente, não podemos
observar as estrelas formadoras do Grande Carro
(parte superior do corpo e cauda da Ursa),
esse asterismo tão interessante
e que torna felizes os moradores bem mais ao norte,
bem mais ao norte.


Programa Stellarium



No entanto,
 Caro Leitor,
sabemos que o Brasil é um país de dimensões continentais
e, sendo assim,
existem cidades bem ao norte que podem, com toda a certeza,
observar a Ursa Major em sua inteireza!

Nesse sentido, as Ilustrações Stellarium apresentadas nesta Postagem
foram realizadas para a maravilhosa cidade de Manaus
- denominada de A Paris dos Trópicos -,
sendo acolhida pela imensa Floresta Amazônica.





Vincent Van Gogh pintou o Grande Carro
de maneira inteiramente magistral!

http://en.wikipedia.org/wiki/File:Starry_Night_Over_the_Rhone.jpg
TitleStarry night over the Rhône
Description
depicts the Rhône River at night
Date (Arles)
Mediumoil on canvas
Dimensions72.5 × 92 cm (28.5 × 36.2 in)





Bem, Caro Leitor,
nosso Trabalho nesta Postagem
não é voltado para as estrelas formando o Asterismo do Grande Carro
em Ursa Major
(que você poderá conferir em
e sim 
Sobre os Objetos Messier
nesta imensa constelação dos céus bem ao norte:
M40, M81, M82, M97, M101, M102(?), M108 e M109.

Será bem interessante observamos algumas questões
acerca alguns desses Objetos, 
como por exemplo:

- M40 é uma estrela dupla e não uma nebulosa 
- assim como havia sido reportado
 por Hevelius.  
Mesmo não encontrando qualquer nebulosidade, 
Messier catalogou
este objeto em sua Lista.



-  Segundo Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
em sua 6a. Edição de seu Atlas Celeste,
M81 e M82 
- um par de galáxias ao centro do grupo de galáxias na Ursa Maior - 
provavelmente o grupo externo mais próximo ao nosso próprio Grupo Local.
Estas duas galáxias - M81 e M82 -  
são interligadas por uma imensa nuvem de gás intergaláctico
 É possível que, no passado distante, 
M82 tenha passado próxima à M81,
 que é mais massiva,
 e que o efeito gravitacional da última 
tenha sido a causa do fenômeno extraordinário 
que pode ser observado em M82.



- Sobre M102:
Objeto Messier localizado na constelação Draco
ou 
na constelação Ursa Major?
M102, Objeto Messier em Draco (?) 
ou
NGC 5866, Galáxia do Fuso/do Eixo?
ou ainda
 .....  uma duplicata de M101, em Ursa Major?

Esta dicotomia
pode nos trazer, em um primeiro momento,
alguma surpresa e uma indagação de seu porquê !?!

Situações não muito bem explicadas, dúvidas, duplo êrro, não-verificação,
e até situações bem controversas
 acerca trabalhos realizados por Messier e Mechain,
 sugerem que o objeto observado e catalogado foi, na verdade,
 a galáxia lenticular NCG 5866, denominada Galáxia do Fuso/do Eixo... 
e ainda incluindo a possibilidade de engano,
 ou seja,
 de que o objeto que teria sido nomeado enquanto M102 
seria uma possível duplicata do Objeto Messier 101, em Ursa Maior...  

Ao final, 
parece que tanto Messier quanto Mechain 
observaram NGC 5866 no passado 
e, portanto, 
este objeto acabou sendo listado 

como o item perdido (no Catálogo Messier).

Boa Observação e Bons Estudos!

Com um abraço estrelado,
Janine Milward






Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes - CARJ




 URSA MAJOR, 
A URSA MAIOR


Posicionamento:
Ascensão Reta  8h5m / 14h27m  Declinação +28o.8 / +73o.3


Mito:
Calisto, filha de Lion, rei da Arcádia, teve Júpiter como um dos seus enamorados 
e tornou-se uma seguida de Diana, Pallas, em função de seu amor pela caçada. 
 Júpiter quis namorar Calisto e para tanto, tomou a forma de Diana. 
 Juno, a esposa de júpiter, ao descobrir essa verdade, transformou Calisto em um urso.

  Porém, ao saber que seu marido tinha colocado o urso no céu, 
Juno pediu ao seu  irmão Câncer 
para providenciar que nunca as estrelas daquela constelação 
desaparecessem em seu reino
 - e por essa mesma razão, esta constelação pode sempre ser vista por inteiro
 acima do horizonte, na Europa.  

Para dar conta do imenso tamanho da cauda da Ursa, diz-se que júpiter, com medo de seus dentes, levantou-a pela cauda ... 
que por isso, tornou-se alongada ao longo do caminho entre a terra e o céu.

Ao longo dos milênios, a Ursa Maior teve várias denominações. 
 Para os árabes, era uma caravana no horizonte;
 para os romanos, bois de atrelagem;
 para os índios da América do Norte, uma concha; 
e para os povos da América Central, uma pessoa de uma perna só.


Fronteiras:
A constelação de Ursa Major faz fronteiras com Camelopardalis, Draco, Bootes, Canes Venatici, Coma Berenices, Leo, Leo Minor e Lyince.


Algumas Informações Interessantes acerca esta Constelação:

Não existe dúvida que, em meio a todas as constelações, 
a mais conhecida é a Grande Ursa, cujas estrelas são confiáveis 
em nos ajudar a localizar Polaris, estrela Alfa da Ursa Menor, 
e a direção para o Polo norte celestial.

As sete estrelas formando O Carro são uma rara exceção 
em não serem um grupo de estrelas puramente acidental. 

Com a exceção da estrela Dubhe, a estrela Alpha da Grande Ursa, e de Benetnash (a estrela Eta da Ursa Maior), as demais cinco estrelas brilhantes viajam juntas
 através o espaço e formam 
- juntamente com 12 outras estrelas em vários pontos do céu -
 um aglomerado de estrelas que se movimenta 
e que está mais próximo de nós do que todos os demais aglomerados estelares.  
Sua movimentação se faz em direção ao Sagitário em cerca de 14 km por segundo. 

 A conexão física das estrelas do aglomerado
 são testemunhas de suas origens em comum
 - assim como acontece no aglomerado das Hyades, em Taurus, 
com uma formação similar.


6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



http://www.iau.org/static/public/constellations/gif/UMA.gif





http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m40atlas.jpg





Messier 40

Double Star M40 (WNC 4) in Ursa MajorWinnecke 4


[m40.jpg]

Right Ascension12 : 22.4 (h:m)
Declination+58 : 05 (deg:m)
Distance0.51 (kly)
Visual Brightness8.4 (mag) 
Apparent Dimension0.8 (arc min)


Discovered by Charles Messier 1764.

Messier 40 (M40) is one of the three "curiosities," or unusual objects, in Messier's catalog. It is a double star, which was also cataloged later as Winnecke 4 (WNC 4). Most probably, it is an optical double star, i.e. a chance alignment of two independent stars at different distances.

This faint double star was found by Charles Messier when he was searching for a nebula which was - erroneously - reported by the 17th-century observer Johann Hevelius in this vicinity. According to his catalog description, Messier did not see any nebulosity associated with them. As Messier had measured the position of these stars, he gave them a number in his catalog.

This fact gives some suggestion on how this catalog was compiled: Messier collected positions while he was cataloging the star clusters and nebula which could be taken for comets. M40 was apparently the last one he recorded when he was busy in checking the reports available to him in 1764, of previously recorded "nebulae."
....................................................
LEIA MAIS
em
http://messier.obspm.fr/m/m040.html



Veja o Vídeo

http://www.deepskyvideos.com/videos/messier/M40_optical_double_star.html

The optical double star M40 is perhaps the biggest disappointment in Messier's Catalogue - so we've used our own star to liven up the video with a cameo from Sir Patrick Moore.

Also featuring Mike Merrifield and Pete Lawrence. Details on our speakers at http://www.deepskyvideos.com/pages/co...
Also thanks to Fred Espenak: http://astropixels.com



Messier 40, (Winnecke 4) é uma estrela dupla na direção da constelação de Ursa Major. Ela foi descoberta por Charles Messier em 1764 à procura de uma nebulosa nesta área, como foi relatado por Johann Hevelius. Não confirmado a existência da nebulosa, em vez disso, Messier catalogou esta como uma estrela dupla. Ela foi subseqüntemente redescoberta por Friedrich August Theodor Winnecke, em 1863.
Em 1991 a separação entre os componentes foi mensurado em 51″.7, aumentando desde o tempo de Messier. O consenso geral está se levantando dúvidas se são mesmo estrelas muito próximas ou se são estrelas em uma mesma linha de visão mas à distâncias diferentes.

Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoUrsa Major
Asc. reta12h 22m 12,5s
Declinação58° 04' 59"
Magnit. apar.9,65 + 10,10
Tipo espectralG0+F8
Distância510 anos-luz
156 pc
Outras denominações
M40, BD+56 1372, HD 238107 + HD 238108, SAO 28353 + SAO 28355, CCDM 12223+5805.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Winnecke_4











http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m97atlas.jpg





Messier 97

Planetary Nebula M97 (NGC 3587), type 3a, in Ursa Major

Owl Nebula

[m97.jpg]
Right Ascension11 : 14.8 (h:m)
Declination+55 : 01 (deg:m)
Distance2.6 (kly)
Visual Brightness9.9 (mag) 
Apparent Dimension3.4x3.3 (arc min)



Dicovered by Pierre Méchain in 1781.

The Owl Nebula Messier 97 (M97, NGC 3587) is one of the fainter objects in Messier's catalog. It is one of the four planetary nebulae in that catalog, and situated in constellation Ursa Major.

M97 was discovered by Pierre Méchain on February 16, 1781. In his description of this object, Charles Messier also mentions two other nebulous objects that he (and Méchain) have seen at about the same time, but which he had not added in his printed catalog version of 1781 (in the Connoissance des Temps for 1784). As the description is obvious and he added positions by hand in his personal copy, as well as descriptions in his manuscript personal pre-print version, we now know that he had observed the objects M108 and M109Admiral William H. Smyth first classified it as planetary nebulae in 1844. The name "Owl Nebula" goes back to Lord Rosse, who first used it in 1848; see his drawing. In 1866, William Hugginsrecognized its nature as a gaseous nebula from the observation of its spectrum, where he discovered two spectral lines.
.............................

LEIA MAIS
em
http://messier.obspm.fr/m/m097.html


Programa Stellarium


M97 - NGC 3587 - A Nebulosa Coruja

Nebulosa da Coruja (também conhecida como Messier 97 ou NGC 3587) é uma nebulosa planetária localizada na constelação de Ursa Major. Foi descoberta porPierre Méchain em 1781.
É considerada uma das mais complexas nebulosas planetárias. A estrela central de magnitude 16 tem cerca de 0,7 massas solares e a nebulosa em si cerca de 0,15 massas solares. A nebulosa foi formada cerca de 6 000 anos atrás.
A Nebulosa da Coruja recebeu o seu nome devido aos seus "olhos" parecidos com o de uma coruja quando vista através de um telescópio (> 200 mm) grande sob um céuescuro com o auxílio de um "filtro de nebulosa". Os "olhos" são também facilmente visíveis através de fotografias tiradas da nebulosa.



http://pt.wikipedia.org/wiki/Nebulosa_da_Coruja#mediaviewer/File:M97.jpg
M97(NGC 3587) Planetary nebula in Ursa Major 11H49',+55°1') The planetary nebula Owl Nebula in Ursa Major is regarded as a very nice object. The 16th magnitude central star illuminate the clouds and carve two holes like eyes. 60'Luminance - 30'RGB - Bin2X2 - STL11K - C14










http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_82#mediaviewer/File:AnttlersM81M82.jpg
Messier 82 (à direita) e a Galáxia de Bode (à esquerda)



M81 e M82 
- um par de galáxias ao centro do grupo de galáxias na Ursa Maior - 
provavelmente o grupo externo mais próximo ao nosso próprio Grupo Local.

Estas duas galáxias - M81 e M82 -  
são interligadas por uma imensa nuvem de gás intergaláctico. 

 É possível que, no passado distante, 
M82 tenha passado próxima à M81,
 que é mais massiva,
 e que o efeito gravitacional da última 
tenha sido a causa do fenômeno extraordinário 
que pode ser observado em M82.


6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m81atlas.jpg



Messier 81

Spiral Galaxy M81 (NGC 3031), type Sb, in Ursa Major

Bode's Galaxy

[m81.jpg]
Right Ascension09 : 55.6 (h:m)
Declination+69 : 04 (deg:m)
Distance12000 (kly)
Visual Brightness6.9 (mag) 
Apparent Dimension21x10 (arc min)


Discovered by Johann Elert Bode in 1774.

Messier 81 (M81, NGC 3031) in Ursa Major is one of the most conspicuous galaxies in the sky, and one of the nearest beyond the Local Group. It is a conspicuous spiral galaxy.

M81 is one of the easiest and most rewarding galaxies to observe for the amateur astronomer on the northern hemisphere, because with its total visual brightness of about 6.8 magnitudes it can be found with small instruments.

......................................
M81 is the first of the four objects originally discovered by Johann Elert Bode, who found it, together with its neighbor M82, on December 31, 1774. Bode described it as a "nebulous patch", about 0.75 deg away from M82, which "appears mostly round and has a dense nucleus in the middle," and included it as No. 17 in his list. Pierre Méchain independently rediscovered both galaxies as nebulous patches in August 1779 and reported them to Charles Messier, who added them tohis catalog after his position measurement on February 9, 1781.
..............................................

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http://messier.obspm.fr/m/m081.html



Programa Stellarium




http://www.spacetelescope.org/static/archives/images/wallpaper2/heic0710a.jpg

The sharpest image ever taken of the large "grand design" spiral galaxy M81 is being released today at the American Astronomical Society Meeting in Honolulu, Hawaii.
A spiral-shaped system of stars, dust, and gas clouds, the galaxy's arms wind all the way down into the nucleus. Though the galaxy is located 11.6 million light-years away, the Hubble Space Telescope's view is so sharp that it can resolve individual stars, along with open star clusters, globular star clusters, and even glowing regions of fluorescent gas. The Hubble data was taken with the Advanced Camera for Surveys in 2004 through 2006. This colour composite was assembled from images taken in blue, visible, and infrared light.

Credit:
NASAESA and the Hubble Heritage Team STScI/AURA). Acknowledgment: A. Zezas and J. Huchra (Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics)
http://www.spacetelescope.org/images/heic0710a/

Veja o vídeo: 
http://www.spacetelescope.org/videos/heic0710b/




NGC 3031 - M 81 - Galáxia Ursa Maior
Ascensão Reta  09h53m   Declinação +69o.09
Tipo  SB - Galáxia Barrada               Magnitude fotográfica aparente   7,85
Dimensões Angulares  25 X 12       Distância (milhões de anos-luz) 6,5

Quando observada através um telescópio pequeno, 
o grande núcleo central parece-se com uma nuvem esfumaçada, pequena e oval.  

Claramente visível em fotografias
 encontram-se os extraordinariamente simétricos braços espiralados
 - que provam consistirem de nuvens de estrelas. 
Os planos do material escuro interestelar enfatizam a estrutura interior espiralada 
da parte central da galáxia.
Alguns objetos (galáxias) encontrados em M81 são 
NGC 2976, NGC 3077 E I 2574

6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



http://www.astropt.org/blog/wp-content/uploads/2014/11/m81_colombari_1080c.jpg?261f6d
A imagem mostra a M81, uma bela galáxia semelhante à nossa Via Láctea.
O centro da M81 contém idosas estrelas amarelas, enquanto nos seus braços são visíveis jovens estrelas azuis.
M81 tem uma faixa bem evidente de poeira, que será provavelmente resultado de um encontro próximo entre M81 e a sua pequena companheira M82.



Galáxia de Bode (também conhecida como NGC 3031M81 ou Messier 81) é uma galáxia espiral localizada a cerca de doze milhões de anos-luz(aproximadamente 3,679 megaparsecs) de distância na direção da constelação de Ursa Maior. Possui aproximadamente trinta e seis mil anos-luz de diâmetro, umamagnitude aparente de 6,93, uma declinação de +69º 03' 55" e uma ascensão reta de 09 horas, 55 minutos e 32,9 segundos.
A galáxia NGC 3031 foi descoberta em 31 de Dezembro de 1774 pelo astrônomo alemão Johann Elert Bode.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gal%C3%A1xia_de_Bode

http://pt.wikipedia.org/wiki/Gal%C3%A1xia_de_Bode#mediaviewer/File:Messier81_highres.jpg
Galáxia de Bode, Telescópio Espacial Hubble









http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m82atlas.jpg


Messier 82

Irregular Galaxy M82 (NGC 3034), type Ir-II, in Ursa Major

Cigar Galaxy


[m82.jpg]
Right Ascension09 : 55.8 (h:m)
Declination+69 : 41 (deg:m)
Distance12000 (kly)
Visual Brightness8.4 (mag) 
Apparent Dimension9x4 (arc min)




Discovered by Johann Elert Bode in 1774.

Messier 82 (M82, NGC 3034) is a remarkable galaxy of peculiar type in constellation Ursa Major. It is usually classified as irregular, though probably a distorted disk galaxy, and famous for its heavy star-forming activity, thus a prototype member of the class of starbursting galaxies.

Forming a most conspicuous physical pair with its neighbor, M81 (THE showpiece galaxies for many Northern hemispherers), this galaxy is the prototype of an irregular of the second type, i.e. a "disk" irregular. Its core seems to have suffered dramatically from a semi-recent close encounter with M81, being in a heavy starburst and displaying conspicuous dark lanes. This turbulent explosive gas flow is also a strong source of radio noise, discovered by Henbury Brown in 1953. The radio source was first called Ursa Major A (strongest radio source in UMa) and cataloged as 3C 231 in the Third Cambridge Catalogue of Radio Sources.
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As a member of the M81 group, M82 is 12 million light years distant.
M82 was discovered on December 31, 1774 by Johann Elert Bode together with M81; he described it as a "nebulous patch", about 0.75 deg away from M81, which "is very pale and of elongated shape," and cataloged it as No. 18 in his catalog.Pierre Méchain independently rediscovered both galaxies as nebulous patches in August 1779 and reported them to Charles Messier, who added them to his catalog after his position measurement on February 9, 1781.
.................................................
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em
http://messier.obspm.fr/m/m082.html


Programa Stellarium


NGC 3034 - M 82 - Galáxia
Ascensão Reta 09h54m        Declinação +69o.47
Tipo   I - Galáxia Irregular              Magnitude fotográfica aparente   9,20
Dimensões Angulares   10 X 1,5      Distância (milhões de anos-luz) 6,5

Uma galáxia luminosa, irregular e em formato de rotação e com uma estrutura extremamente incomum.  É divida em planos de material interestelar escuro e em muitos laces esfumaçados.  É uma intensa fonte de emissão de radio e possui um campo magnético bem forte.  Existe um sistema de filamentos originados no centro da galáxia e este material está em expansão.


6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986





http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_82#mediaviewer/File:M82_HST_ACS_2006-14-a-large_web.jpg
To celebrate the Hubble Space Telescope's 16 years of success, the two space agencies involved in the project, NASA and the European Space Agency (ESA), are releasing this image of the magnificent starburst galaxy, Messier 82 (M82). This mosaic image is the sharpest wide-angle view ever obtained of M82. The galaxy is remarkable for its bright blue disk, webs of shredded clouds, and fiery-looking plumes of glowing hydrogen blasting out of its central regions. Throughout the galaxy's center, young stars are being born 10 times faster than they are inside our entire Milky Way Galaxy. The resulting huge concentration of young stars carved into the gas and dust at the galaxy's center. The fierce galactic superwind generated from these stars compresses enough gas to make millions of more stars. In M82, young stars are crammed into tiny but massive star clusters. These, in turn, congregate by the dozens to make the bright patches, or "starburst clumps," in the central parts of M82. The clusters in the clumps can only be distinguished in the sharp Hubble images. Most of the pale, white objects sprinkled around the body of M82 that look like fuzzy stars are actually individual star clusters about 20 light-years across and contain up to a million stars. The rapid rate of star formation in this galaxy eventually will be self-limiting. When star formation becomes too vigorous, it will consume or destroy the material needed to make more stars. The starburst then will subside, probably in a few tens of millions of years. Located 12 million light-years away, M82 appears high in the northern spring sky in the direction of the constellation Ursa Major, the Great Bear. It is also called the "Cigar Galaxy" because of the elliptical shape produced by the oblique tilt of its starry disk relative to our line of sight. The observation was made in March 2006, with the Advanced Camera for Surveys' Wide Field Channel. Astronomers assembled this six-image composite mosaic by combining exposures taken with four colored filters that capture starlight from visible and infrared wavelengths as well as the light from the glowing hydrogen filaments.




Messier 82 (NGC 3034) é uma galáxia irregular localizada a cerca de doze milhões de anos-luz (aproximadamente 3,679 megaparsecs) de distância na direção daconstelação de Ursa Maior. Possui uma magnitude aparente de 8,6, uma declinação de +69º 40' 43" e uma ascensão reta de 09 horas, 55 minutos e 50,7 segundos.
A galáxia NGC 3034 foi descoberta em 1774 pelo astrônomo alemão Johann Elert Bode.
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Forma um par fisicamente ligado com a galáxia de Bode (M81), fazendo parte de seu grupo de galáxias. Seu plano galácticofoi profundamente alterado devido a um choque recente (em termos astronômicos) com a galáxia de Bode, que está apenas 150 000 anos-luz da galáxia. Seu núcleo galáctico também sofreu profundas alterações com o encontro, que é agora local de intensa formação estelar, mostrando também linhas escuras de matéria interestelar. Também é uma grande fonte de rádio, descoberta por Henbury Brown em 1953, chamada de Ursa Major A e listada como a entrada 3C 231 no Terceiro Catálogo de Cambridge de Fontes de Rádio.5
............................................
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_82










http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m101atlas.jpg


Messier 101

Spiral Galaxy M101 (NGC 5457), type Sc, in Ursa Major

Pinwheel Galaxy

[m101.jpg]
Right Ascension14 : 03.2 (h:m)
Declination+54 : 21 (deg:m)
Distance27000 (kly)
Visual Brightness7.9 (mag) 
Apparent Dimension22.0 (arc min)





Discovered by Pierre Méchain in 1781.

Messier 101 (M101, NGC 5457) was discovered by Pierre Méchain on March 27, 1781, and added as one of the last entries in Charles Messier's catalog. It was one of the first "spiral nebula"identified as such, in 1851 by William Parsons, the third Earl of Rosse.

Although extended 22 arc minutes on photos and quite bright, only the central region of this galaxy is visible in smaller telescopes, best at low powers. Suggestions of the spiral arms can be glimpsed in telescopes starting from 4 inch as nebulous patches. Several of these patches (i.e., spiral arm fragments) were assigned their own catalog numbers by William Herschel and later observers; according to the NGC and Burnham, there are 9 such numbers, 3 of which go back to Herschel who has found them on April 14, 1789, while the RNGC states that five of the others don't exist (ne); it mentions however that deVaucouleurs has them as knots: NGC 5447 (H III.787), 5449 (ne), 5450 (ne), 5451 (ne), 5453 (ne), 5455, 5458 (ne), 5461 (H III.788), 5462 (H III.789), and 5471.

On photographs, however, the Pinwheel Galaxy M101 is revealed as one of the most prominent Grand Design spirals in the sky. While quite symmetric visually and in very short exposures which show only the central region, it is of remarkable unsymmetry, its core being considerably displaced from the center of the disk. Halton Arp has included M101 as No. 26 in his Catalogue of Peculiar Galaxies as a "Spiral with One Heavy Arm".
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http://messier.obspm.fr/m/m101.html


Programa Stellarium


NGC 5457 - M 101 - Galáxia Ursa Maior
Ascensão Reta 14h01m     Declinação +54o.26
Tipo S - Galáxia Espiral       Magnitude fotográfica aparente   8,20
Dimensões Angulares  23 X 21       Distância (milhões de anos-luz) 14,0
M101 - NGC 5457 - Galáxia
Um dos mais belos exemplos de galáxia Sc 
com braços espiralados pronunciados.


6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



http://pt.wikipedia.org/wiki/Gal%C3%A1xia_do_Cata-Vento#mediaviewer/File:Hs-2009-07-b-full_jpg.jpg
Galáxia do Cata-Vento, Telescópio Espacial Spitzer




Galáxia do Cata-Vento (catalogada também como NGC 5457 ou M101), é uma galáxia espiral localizada a cerca de vinte e sete milhões de anos-luz(aproximadamente 8,278 megaparsecs) de distância na direção da constelação de Ursa Maior. Possui entre cento e setenta e duzentos mil anos-luz de diâmetro, uma magnitude aparente de 7,5, uma magnitude absoluta de -21,6, uma declinação de +54º 20' 55" e uma ascensão reta de 14 horas 03 minutos 12,4 segundos.
A galáxia NGC 5457 foi descoberta em 27 de Março de 1781 por Pierre Méchain.
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Gal%C3%A1xia_do_Cata-Vento

http://pt.wikipedia.org/wiki/Gal%C3%A1xia_do_Cata-Vento#mediaviewer/File:M101_hires_STScI-PRC2006-10a.jpg
the galaxy Messier 101 (M101, also known as NGC 5457 and also nicknamed the Pinwheel Galaxy) lies in the northern circumpolar constellation, Ursa Major (The Great Bear), at a distance of about 21 million light-years from Earth. This is one of the largest and most detailed photo of a spiral galaxy that has been released from Hubble. The galaxy's portrait is actually composed of 51 individual Hubble exposures, in addition to elements from images from ground-based photos. A high-res version with 15852 x 12392 pixels in jpg and tiff format is also available, see below for url










Caro Leitor,
Quando alcançamos o Objeto Messier 102,
nos encontramos diante de situações bem polêmicas
e que já foram comentadas anteriormente
em nosso Trabalho
Sobre o Objeto Messierr 102 (?) em Draco
http://oceudomes.blogspot.com.br/2014/10/m102-objeto-messier-em-draco-ou-ngc.html
e que acabo transcrevendo mais abaixo:


SOBRE M102:
Objeto Messier localizado na constelação Draco
ou 
na constelação Ursa Major?

M102, Objeto Messier em Draco (?) 

ou
NGC 5866, Galáxia do Fuso/do Eixo?

ou ainda
 .....  uma duplicata de M101, em Ursa Major?

Esta dicotomia
pode nos trazer, em um primeiro momento,
alguma surpresa e uma indagação de seu porquê !?!

O Caro Leitor
haverá de encontrar situações informativas:

- comentário citando apenas NGC 5866, 
 (sem mencionar M102), 
em pequeno trecho mais abaixo compilado
do astrônomo Ronaldo Rogério de Freitas Mourão:
NGC 5866 - Galáxia
Uma galáxia observada de lado 
e mostrando uma banda estreita e escura ao longo de seu equador.

- cartas celestes não mencionando nem NGC 5866 e nem M102
(Ilustrações em cartas celestes realizadas por
Mario Jaci Monteiro e por IAU)

- Imagens realizadas por Nasa/Esa
apresentando a Galáxia Lenticular como NGC 5866
e não mencionando M102
(e ainda Imagem apresentada por Apod)

- ilustrações advindas do Programa Stellarium
apresentando  M102 - NGC 5866 como um mesmo objeto celeste

- a imagem realizada por Two Micron All Sky Survey
nos apresenta o Objeto Messier 102
 seguido de um ponto de interrogação entre-parênteses
 (denotando a dúvida/controvérsia acerca este objeto celeste).
http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m102atlas.jpg


- Situações não muito bem explicadas, dúvidas, duplo êrro, não-verificação,

e até situações bem controversas
 acerca trabalhos realizados por Messier e Mechain,
 sugerem que o objeto observado e catalogado foi, na verdade,
 a galáxia lenticular NCG 5866, denominada Galáxia do Fuso/do Eixo... 
e ainda incluindo a possibilidade de engano,
 ou seja,
 de que o objeto que teria sido nomeado enquanto M102 
seria uma possível duplicata do Objeto Messier 101, em Ursa Maior...  

Ao final, 
parece que tanto Messier quanto Mechain observaram NGC 5866 no passado 
e, portanto, 
este objeto acabou sendo listado 
como o item perdido (no Catálogo Messier).


Leia mais abaixo, Caro Leitor,
trechos de comentários e explicações
sobre estas situações tão controversas
extraídos dos Sites:

http://messier.obspm.fr/m/m102.html
e
http://messier.obspm.fr/m/ngc5866.html
e
http://freestarcharts.com/index.php/20-guides/messier/321-messier-102-m102-ngc-5866-spindle-galaxy-lenticular-galaxy
e
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_102
e
http://pt.wikipedia.org/wiki/Grupo_NGC_5866



http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m102atlas.jpg


Messier 102

Galaxy M102(M101 or NGC 5866)

[m102.jpg]
........................................
Evidently, Messier 102 (M102) is the last possibly "missing", or doubty, Messier object. This means that, based on the observation record of his friend, Pierre MéchainCharles Messier included this object in his catalog without verifying before publication, and it happens that Méchain's published position is erroneous. Two opinions on the identity of this object are common:
  1. M102 might be a duplication of the Spiral Galaxy M101 (NGC 5457) in Ursa Major, due to a possible error of either the catalog author Messier, or its `discoverer' Méchain, a view brought up by Méchain in a letter of May 1783.
  2. Perhaps more probably (due to historical evidence), M102 may be the Lenticular Galaxy NGC 5866 in Draco, also sometimes called the Spindle Galaxy, as Messier's catalog description indicates, together with the position he added later by hand in his personal copy.
The authors of this page think that there is sufficient evidence that both Méchain and Messier have probably observed NGC 5866 in context of this catalog entry. Therefore, it should be considered to take this last missing object back into the catalog.

Please note our discussion of more details on this topic.
..............................................

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http://messier.obspm.fr/m/m102.html



NGC 5866 / Messier 102 ?

Lenticular (S0) Galaxy NGC 5866 (M102 ?), type S0_3, in Draco

Spindle Galaxy


[ngc5866.jpg]
Right Ascension15 : 06.5 (h:m)
Declination+55 : 46 (deg:m)
Distance45000 (kly)
Visual Brightness9.9 (mag) 
Apparent Dimension5.2x2.3 (arc min)


Discovered probably either by Pierre Méchain or by Charles Messier in 1781.

Independently discovered by William Herschel in 1788.

NGC 5866 is a beautiful lenticular galaxy in Northern constellation Draco, which is seen almost exactly edge-on, showing a prominent dust lane along its equatorial plane. It is prominent for being a good candidate for Messier Object 102, i.e., Messier 102 (M102).

NGC 5866 was probably first seen by Pierre Méchain in March 1781, or by Charles Messier shortly after that time. Therefore, NGC 5866 is possibly M102, although Pierre Méchain disclaimed the discovery two years later. Pierre Méchain's first observing report caused Messier to include it as entry No. 102 in his catalog, without giving a position or further verification. Soon after, Messier added a position measurement for this object (or entry) to his personal copy of the catalog, probably shortly after publication, and still in 1781. There is evidence that Charles Messier has probably observed NGC 5866 when measuring this position, as this is almost exactly 5 degrees preceding (west) of the actual position of the object: Very probably a data reduction error of some kind. Nevertheless, this subject is still somewhat dubious and therefore controversial. If, despite this evidence, it should be true that neither Méchain nor Messier have observed NGC 5866, it was probably first seen by William Herschel when independently discovering it in 1788; William Herschel determined its position on May 5, 1788. As the possible earlier sightings by Méchain and Messier did not result in a published position for this object, this galaxy bears Herschel's number H I.215.

.....................................

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http://messier.obspm.fr/m/ngc5866.html




Finder Chart for M102 (also shown M51 and M101)


M102 is a galaxy catalogued by Charles Messier that hasn't been explicitly identified. It was Pierre Mechain who made the original observation in March 1781 before passing the information onto Messier, who catalogued it without verification. However, Mechain himself believed M102 was an error and wrote a letter on the May 6, 1783 expressing his view that the object was in fact a duplicate entry of M101. The story does not end there, historical evidence based on Messier description of the galaxy combined with its co-ordinates suggest that M102 could well be lenticular galaxy NGC 5866, also known as the Spindle galaxy. A number of other possible candidates have been suggested but it seems both Messier and Mechain have observed NGC 5866 in the past and therefore we list it as the missing item.
The Spindle galaxy (mag. +9.9) is located at the southern edge of the far northern constellation of Draco. It's positioned four degrees southwest of star Iota Draconis (ι Dra - mag. +3.3). Directly west of NGC 5866 are the seven stars that form the famous "Plough" or "Big Dipper" asterism of Ursa Major.
NGC 5866 is a challenging binocular object but easier to spot with small scopes. It's best seen from the Northern Hemisphere during the months of April, May and June. From latitudes of 35N or greater, the galaxy is circumpolar and therefore never sets.

(Minha, Janine, tradução simples e direta da primeira parte do texto acima)

M102 é uma galáxia catalogada por Charles Messier mas que não foi explicitamente identificada.  Pierre Mechain foi quem originalmente observou-a em março de 1781 e ainda antes de passar esta informação para Messier – que catalogou a galáxia sem verificação.  No entanto, Mechain acreditou que M102 foi um erro e escreveu uma carta datada de 6 de maio de 1783, expressando sua visão de que o objeto era, de fato, uma duplicata catalogada de M101.  A história não termina aí,  pois que evidências históricas baseadas na descrição de Messier sobre a galáxia combinaram com as coordenadas sugeridas que M102 poderia bem ser a galáxia lenticular NCG 5866, também conhecida como galáxia do Fuso ou do Eixo.  Um número de outros possíveis candidatos foi sugerido porém parece que tanto Messier quanto Mechain observaram NGC 5866 no passado e, portanto, este objeto acabou sendo listado como o item perdido (no Catálogo Messier).



LEIA MAIS SOBRE M102 - NGC 5866
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http://www.stellarium.org/pt/

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NGC 5866 - Galáxia
Uma galáxia observada de lado 
e mostrando uma banda estreita e escura ao longo de seu equador.


- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2006/24/image/a/format/web_print/
Object Name: NGC 5866
Image Type: Astronomical
Credit: NASAESA, and The Hubble Heritage Team (STScI/AURA)
Acknowledgment: W. Keel (University of Alabama, Tuscaloosa)
http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2006/24/image/a/




NGC 5866 ou Galáxia do Fuso (e possivelmente Messier 102) é uma galáxia lenticular localizada a cerca de quarenta milhões de anos-luz (aproximadamente 12,26megaparsecs) de distância na direção da constelação do Dragão. Possui uma magnitude aparente de 9,9, uma declinação de +55º 45' 47" e uma ascensão reta de 15horas, 06 minutos e 29,3 segundos. Contudo, devido à razões históricas, existe a possibilidade de Messier 102 ser uma duplicata de Messier 101.

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Messier 102 tem sido considerado um objeto perdido por muito tempo e frequentemente tem sido tomado como uma duplicação de Messier 101 no catálogo de objetos do céu profundo do astrônomo francês Charles Messier. Por outro lado, evidências históricas dão conta que M102 poderia ser a galáxia NGC 5866.4
Em meados de 1781, Messier e seu assitente, Pierre Méchain, empreenderam um grande projeto com o intuito de descobrir e catalogar novos objetos do céu profundo: em abril daquele ano, ambos já tinham verificado as posições de 100 objetos. A data limite para novas adições ao anuário astronômico francês Connaissance des temps estava se aproximando e Messier adicionou outros três objetos descobertos por Méchain, Messier 101, 102 e 103, sem a devida verificação de suas posições. A versão impressa do catálogo contém uma única posição para M101 e M102 e apenas as descrições para M103 são fornecidas. Contudo, Messier adicionou as posições de ambos os objetos em sua cópia pessoal e sempre houve consenso sobre a identidade de M101 e M103.4
Cerca de dois anos depois, Méchain retratou sua descoberta e afirmou que sua observação tinha sido um erro, uma observação duplicada de M101. Em 6 de maio de 1783, escreveu uma carta a Jacob Bernoulli onde descreve suas observações de "nebulosas" que não estavam na edição do catálogo de 1781. Com base nessa carta,Helen Sawyer Hogg em 1947 e Owen Gingerich em 1953 adicionaram os objetos M104 a M109 na versão moderna do catálogo.4
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GC 5866 foi sugerido pela primeira vez como candidato ao objeto perdido em 1917 por Camille Flammarion, que havia adquirido as cópias pessoais de Messier. Além disso, outro fato torna NGC 5866 bom candidato para M102: situado próximo a ele, cerca de 1 grau ao sul, situa-se a estrela de magnitude aparente 5,25 HR 5635, adequada para ajudar a encontrar o objeto. Portanto, é uma boa candidata para ser a "estrela de magnitude 6" mencionada na descrição de Méchain e Messier: não há nenhuma estrela útil nas vizinhanças de M101 no céu noturno.4
Ainda mais importante para a identificação de M102 é a evidência histórica que Charles Messier provavelmente tenha observado NGC 5866 na tentativa de verificar o objeto M102. Em sua cópia pessoal do catálogo, o astrônomo francês acrescentou posições aproximadas para ambos os objetos M102 e M103, provavelmente logo após a sua publicação em 1781. Estas posições só foram publicadas novamente por Flammarion em 1921.4
Porém, novamente há erros na descrição do astrônomo francês: não há nenhum objeto óbvio perto da posição descrita por Messier. Mas considerando válido que a referência a "Omicron" seria um erro de impressão e que na verdade seria "Theta", existe de fato um objeto que está situado quase exatamente 5 graus da descrição dada inicialmente por Messier: NGC 5866.4
Messier usava cotidianamente cartas celestes com grades de linhas com divisões a cada 5 graus e pode ter ocorrido um erro na rotulação do objeto. O astrônomo francês tinha cometido um erro semelhante na redução de dados para o cálculo da posição de um outro objeto ausente, M48, que também tinha um desvio de 5 graus.4
Portanto, parece provável que Charles Messier tenha observado NGC 5866 quando media a posição de M102, objeto que ele provavelmente poderia localizar sem muita dificuldade por causa da descrição acurada de Méchain, mas devido a algum erro reducional, foi plotado exatamente 5 graus a oeste de sua posição correta.4

NGC 5866 (possivelmente Messier 102)
NGC 5866, Telescópio Espacial Hubble
Descoberto porPierre Méchain
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoDraco
TipoS01
Asc. reta15h 06m 29.5s1
Declinação+55° 45′ 48″1
Distância50 ± 3 Mal (15,3 ± 0,7 Mpc2 )
Redshift672 ± 9 km/s1
Magnit. apar.10,71
Dimensões4′,7 x 1′,91
Outras denominações
Galáxia do Fuso,3 UGC 9723,1 PGC 539331
Mapa
Messier 102
Draco constellation map.png
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_102



Hubble Sees Galaxy on Edge

http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2006/24/image/a/format/xlarge_web/

Object Name: NGC 5866
Image Type: Astronomical
Credit: NASAESA, and The Hubble Heritage Team (STScI/AURA)
Acknowledgment: W. Keel (University of Alabama, Tuscaloosa)
http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2006/24/image/a/



O Grupo NGC 5866 é um pequeno grupo de galáxias na direção da constelação de Draco. O grupo está nomeado como NGC 5866, pois ela é galáxia com maior magnitude aparente no grupo, embora alguns catálogos de grupos de galáxias listam NGC 5907 como o membro mais brilhante.1 2

Membros
A tabela abaixo lista todas as galáxias identificadas e confirmadas como membros do grupo pelo Nearby Galaxies Catalog,3 o Lyons Groups of Galaxies (LGG) Catalog,1 e três listas de grupos criados pelo Nearby Optical Galaxy sample of Giuricin et al.2
Membros do Grupo NGC 5866
NomeTipo4R.A. (J2000)4Dec. (J2000)4Redshift (km/s)4Magnitude4
NGC 5866S015h 06m 29.5s+55° 45′ 48″672 ± 910.7
NGC 5879SA(rs)bc15h 09m 46.8s+57° 00′ 01″772 ± 512.4
NGC 5907SA(s)c15h 15m 53.8s+56° 19′ 44″667 ± 311.1
Outros possíveis membros (galáxias listadas com uma ou duas de algumas referências acima) incluem NGC 5866BNGC 5963UGC 9776 e UGC 9816.

Grupos próximos

O Grupo NGC 5866 está localizado ao noroeste do Grupo M101 (que contém a Galáxia do Catavento (M101) e galáxias satélites e companheiras) e o Grupo M51 (que contém a Galáxia do Rodamoinho (M51), aGaláxia do Girassol (M63) e algumas outras galáxias)5 . As distâncias para estes três grupos (como determinadas pelas distâncias para os membros individuais) são similares, com sugestões de que o Grupo M51, o Grupo M101 e o Grupo NGC 5866 são atualmente parte de um grande, e solta, larga estrutura.5 Contudo, a maior parte de métodos para identificação (incluindo por referências citadas acima) têm estes três grupos como grupos separados.
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Grupo_NGC_5866


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    http://apod.nasa.gov/apod/ap060612.html

    Edge-On Galaxy NGC 5866 
    Credit: NASAESA, and The Hubble Heritage Team (STScI/AURA); Acknowledgment: W. Keel (U. Alabama)
    Explanation: Why is this galaxy so thin? Many disk galaxies are actually just as thin as NGC 5866, pictured above, but are not seen edge-on from our vantage point. One galaxy that is situated edge-on is our own Milky Way Galaxy. Classified as a lenticular galaxy, NGC 5866 has numerous and complex dust lanes appearing dark and red, while many of the bright stars in the disk give it a more blue underlying hue. The blue disk of young stars can be seen extending past the dust in the extremely thin galactic plane, while the bulge in the disk center appears tinged more orange from the older and redder stars that likely exist there. Although similar in mass to our Milky Way Galaxy, light takes about 60,000 years to cross NGC 5866, about 30 percent less than light takes to cross our own Galaxy. In general, many disk galaxies are very thin because the gas that formed them collided with itself as it rotated about the gravitational center. Galaxy NGC 5866 lies about 44 million light years distant toward the constellation of the Dragon (Draco).









    http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m108atlas.jpg

    "Atlas Image [or Atlas Image mosaic] obtained as part of the Two Micron All Sky Survey (2MASS), a joint project of the University of Massachusetts and the Infrared Processing and Analysis Center/California Institute of Technology, funded by the National Aeronautics and Space Administration and the National Science Foundation."



    Messier 108

    Spiral Galaxy M108 (NGC 3556), type Sc, in Ursa Major


    [m108.jpg]
    Right Ascension11 : 11.5 (h:m)
    Declination+55 : 40 (deg:m)
    Distance45000 (kly)
    Visual Brightness10.0 (mag) 
    Apparent Dimension8x1 (arc min)


    Discovered by Pierre Méchain in 1781.

    Messier 108 (M108, NGC 3556) is a nice edge-on spiral galaxy situated near the conspicuous star Beta Ursa Majoris, and in one field of view with the Owl Nebula, M97.

    According to Charles Messier's hand-written preliminary and unpublished version of his catalog, M108, similar to M109, was discovered by Pierre Méchain shortly after M97 (which he had found February 16, 1781): Méchain discovered M108 3 days after M97 on February 19, 1781, and M109 on March 12, 1781. Both objects were apparently also observed by Charles Messier when he measured the position of M97 (March 24, 1781), but apparently he didn't find occasion to obtain positions for these objects at that time. Messier listed this object, M108, under number "98" in his preliminary manuscript version of his catalog, without giving a position. According to Owen Gingerich, he measured an acurate position at a later time which he added by hand in his personal copy of the catalog. Both objects M108 and M109 are also mentioned in Pierre Méchain's letter of May 6, 1783, which supports the suspicion that he probably wanted to add them to a later edition of Messier's catalog. The object M108 was finally added to Messier's catalog by Owen Gingerich in 1953.
    As the discovery of M108 had not been published, William Herschel independently rediscovered this object on April 17, 1789, and cataloged it as H V.46.
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    LEIA MAIS
    em
    http://messier.obspm.fr/m/m108.html



    Programa Stellarium




    Messier 108, também conhecida como NGC 3556 é uma galáxia espiral situada perto da estrela Beta da Ursa Maior, foi descoberta por Pierre Méchain em 1781.
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    galáxia espiral foi descoberta por Pierre Méchain em 19 de fevereiro de 1781, três dias após a descoberta de Messier 97. O objeto chegou a ser considerado pelo astrônomo francês Charles Messier como a entrada "98" de seu catálogo de objetos do céu profundo, mas não encontrou oportunidades de medir com precisão sua posição. Como a data limite de submissão de trabalhos no anuário astronômico francês Connaissance des temps estava chegando, não houve tempo hábil para incluí-lo na edição final de seu catálogo. William Herschel, descobridor de Urano, redescobriu independentemente o objeto em 17 de abril de 1789.4

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_108


    http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_108#mediaviewer/File:Messier_108_Hubble_WikiSky.jpg
    Messier 108 by Hubble Space Telescope










    http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m109atlas.jpg

    "Atlas Image [or Atlas Image mosaic] obtained as part of the Two Micron All Sky Survey (2MASS), a joint project of the University of Massachusetts and the Infrared Processing and Analysis Center/California Institute of Technology, funded by the National Aeronautics and Space Administration and the National Science Foundation."




    Messier 109

    Spiral Galaxy M109 (NGC 3992), type SBc, in Ursa Major


    [m109.jpg]
    Right Ascension11 : 57.6 (h:m)
    Declination+53 : 23 (deg:m)
    Distance55000 (kly)
    Visual Brightness9.8 (mag) 
    Apparent Dimension7x4 (arc min)




    Discovered by Pierre Méchain in 1781.

    NGC 3992 (Messier 109, M109) is one of the "Theta"-like barred spirals, which appears as a "hazy spot" situated just 40' SE of the mag 2.44 star Gamma Ursae Majoris (Phad, or Phecda).

    This object was observed by Pierre Méchain on March 12, 1781, and by Charles Messier on March 24, 1781, together with M108 when he measured M97. Messier listed the object now called "M109" under number "99" in a preliminary manuscript version of his catalog without a position, and Méchain mentioned it in his letter to Bernoulli of May 6, 1783. But together with M108, it was not added to the "official" Messier catalog until 1953, by Owen GingerichWilliam Herschel has found this galaxy independently on April 12, 1789, and cataloged it as H IV.61 (incorrectly misclassifying it as a planetary nebula).
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    LEIA MAIS
    em
    http://messier.obspm.fr/m/m109.html


    Programa Stellarium



    Messier 109 (NGC] 3992) é uma galáxia espiral barrada localizada a cerca de cinquenta e cinco milhões de anos-luz (aproximadamente 16,86 megaparsecs) de distância na direção da constelação de Ursa Maior. Possui aproximadamente cento e trinta mil anos-luz de diâmetro, uma magnitude aparente de 9,8, uma declinação de +53º 23' 28" e uma ascensão reta de 11 horas, 57 minutos e 36,0s.
    A galáxia NGC 3992 foi descoberta em 12 de Março de 1781 por Pierre Méchain.
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    galáxia espiral barrada foi descoberta por Pierre Méchain em 19 de fevereiro de 1781, três semanas após a descoberta deMessier 97. O objeto chegou a ser considerado pelo astrônomo francês Charles Messier como a entrada "99" de seucatálogo de objetos do céu profundo, mas não encontrou oportunidades de medir com precisão sua posição. Como a data limite de submissão de trabalhos no anuário astronômico francês Connaissance des temps estava chegando, não houve tempo hábil para incluí-lo na edição final de seu catálogo.3
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_109

    http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_109#mediaviewer/File:Messier_object_109.jpg
    Messier 109, projeto 2MASS




    Os desenhos formados pelas estrelas
     - AS CONSTELAÇÕES - 
    são como janelas que se abrem para a infinitude do universo
     e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais, 
    entre o céu e a terra..., 
    bem como percebendo que o caos,
     vagarosamente, 
    vai se tornando Cosmos 
    e este por nossa mente sendo conscientizado.

    Quer dizer, 
    nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

    Com um abraço estrelado,
    Janine Milward


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    DA TERRA AO CÉU E AO INFINITO
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