segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

Virando o Ano junto às Estrelas das madrugadas festivas!



Olá!

Caro Leitor, 
quer um conselho?
Busque por um camping (bem seguro), algo assim,
para vivenciar sua passagem de ano
em um lugar de céus escuros e transparentes
e bem usufruir de um maravilhoso céu estrelado
durante a madrugada 
e depois de a Lua ter se recolhido
no horizonte oeste.




https://www.facebook.com/AtifSaeedFineArtPhotography/photos/a.489214484436794.118482.488251891199720/922869391071299/?type=1&theater
https://www.facebook.com/AtifSaeedFineArtPhotography?fref=photo
Atif Saeed Fine Art Photography
http://www.flickr.com/photos/atifsaeed/



Eu venho acordando bem no meio da madrugada
(com a Lua já tendo se escondido no horizonte oeste)
e me deixado envolver inteiramente
pelo céu estrelado
com uma banda da Via Lactea
passando por cima de minha cabeça,
vindo do noroeste
passando pelo zênite
e concluindo-se no sudeste...
em longa viagem madrugada adentro
desde as belíssimas Pleiades
até o Centauro envolvendo o Cruzeiro do Sul!



Ah,
 a observação dos céus estrelados a olho  nú 
é algo realmente encantador, 
emocionante 
e somente aqueles que se dedicam a esse tipo de observação 
- saindo de suas poltronas (the arm-chair astronomer)
 e das telas mágicas de seus computadores -,
 conseguem compreender 
o maravilhamento que as estrelas e suas constelações 
e alguns objetos celestes visíveis à vista desarmada 
nos proporcionam, 
gratuitamente 

e quase eternamente....


Boa Observação e Boa Passagem de Ano
junto às Estrelas!

Com um abraço estrelado,
Janine Milward



Programa Stellarium


Programa Stellarium




Sempre meus olhos buscam pelo tercinho feito de estrelas
- que muitos chamam de Pleiades, desde sempre...

Buscar pelas Pleiades é como buscar por nossos caminhos interiores
desenhados em estrelas delicadas:
é uma visão comovente, sem dúvida alguma,
nem sempre podendo ser divisada a olho nu e diretamente
e sim, talvez, em visão enviesada,
indo e vindo o olhar
sem poder agarrar a imagem,
apenas senti-la e pressenti-la;
sem poder agarrar a imagem
- assim como a imagem de um sonho recorrente
que vem e vai e volta,
imprimindo nossa mente e nossa alma
da saudade de uma imagem quase mágica
e que nem parece real
- mas que é real.

(Leia mais sobre Pleiades em 


Mais real ainda é a imagem das Hyades
marcadas pela belíssima estrela-alpha Taurus, Aldebaran,
 o Olho Iluminado do Touro.

No entanto, a realidade é outra, quer dizer,
Aldebaran não faz parte das Hyades
- no entanto, não faz mal pensarmos que as Hyades 
se parecem com uma árvore de natal
enfeitada e delineada por estrelinhas esbranquiçadas
balizadas por uma estrelona amarelada/alaranjada/avermelhada!

(Leia mais sobre Aldebaran e Hyades em


Sempre que estou diante da imensa constelação do Touro
- imensa, mas que acontece somente a partir da metade do tronco
do animal até sua cabeça e seus chifres! - ,
meus olhos buscam por uma luz mais intensa,
me chamando mais ao norte: é Capella, estrela-alpha Auriga, o Cocheiro.

(Leia mais sobre Capella em


Programa Stellarium




Vou subindo meu olhar, buscando o zênite, o meio do céu,
e não tenho como escapar da sempre fantástica visão
do Gigante Caçador Orion
mostrando-se em sua inteireza de imagem,
com direito a cabeça e pele de leão  em um dos braços
(que mais me parece com um escudo)
e o outro braço levantando a clava;
com direito a Cinturão inteiramente iluminado
por nossas Três Marias
segurando a mais bela de todas as espadas que já vimos na vida, desde sempre,
a maravilhosa Grande Nebulosa de Orion
- que pode ser vista a olho nú, acredite-me,
sempre em lugares de céus escuros e transparentes
e em noites de ausência de Lua.
(É quase como que víssemos um cuspir de estrelinhas, algo assim,
uma mancha esfumaçada e branca fazendo acontecer a Espada, realmente).

(Leia mais sobre o Cinturão de Orion em


Programa Stellarium

Programa Stellarium




E, com algum esforço e sabedora da existência
dos objetos fantásticos ladeando uma das Três Marias, a estrela Alnitak,
posso me deixar enlear pelo fato de poder observar a olho nu
e trazer para mim a revelação das maravilhas existentes visivelmente
 e não-visivelmente (somente através instrumentos ópticos)
dessa constelação que sempre pode ser eleita
como a (quase) mais conhecida dos céus estrelados!

(Leia mais sobre Orion em



Os moradores do hemisfério norte teimam em dizer que 
a Grande Ursa é a constelação mais conhecida...,
mas aqui, no hemisfério sul,
penso que existem duas constelações que são as mais conhecidas:
Orion (por causa das Três Marias)
e o Cruzeiro do Sul.

Veja a Ilustração abaixo,
Caro Leitor,
e encontre a Grande Ursa marcando as terras estreladas do norte,
Orion bem ao centro
e o Cruzeiro (entremeado pelo Centauro)
 marcando as terras estreladas do sul.

(Leia mais sobre Ursa Maior e Cruzeiro do Sul em



Programa Stellarium




Observe, Caro Leitor,
que o Gigante Caçador Orion leva nosso olhar mais ao sul
e acontecendo através as estrelas que marcam seus pés:

Rigel, sempre belíssima e iluminada, faz acontecer 
o lugar onde o Rio Eridano nasce!

Se você estiver num lugar de céus realmente escuros e transparentes
- e em momento de ausência de Lua -,
certamente poderá percorrer o suave delinear de estrelas tímidas
percorrendo a abóbada celeste 
e fazendo acontecer o Rio dos Céus Estrelados
que tem em sua Foz a belíssima estrela-alpha Eridanii, Achernar!

Em uma das suaves curvas estreladas do Rio dos Céus,
encontraremos a simpática constelação do Forno.
A bem da verdade, muito além do que podemos observar a olho nú
através estas estrelinhas tão timídas,
existem Aglomerados envolvendo estas duas constelações
e ainda Voids, Vazios
- sendo que Eridanus Void é considerado o Grande Vazio.

(Leia mais sobre o Rio Eridano em



Saiph, mais apagada do que Rigel,
faz acontecerem a Lebre e o Cão Maior
- este último ostentando a mais bela de todas as belas,
Sírius!

A partir da visualização de Sírius e ollhando um tantinho ao sudoeste,
encontraremos a Pôpa do Navio
(terminando na Pomba de Nóe - considerando-se o Navio como a Arca de Noé)
e então podemos nos deixar maravilhar
pelas estrelas que vão compondo a Quilha acolhendo o Capitão, Canopus, 
estrela-alpha Carinae/Argo Navis,
e pelas estrelas que parecem soprar a Vela!

(Leia mais sobre a Pomba em



Esticando nosso olhar ainda mais ao sul,
sempre poderemos nos deixar suspirar
e nos envolver inteiramente
através as Nuvens Pequena e Grande de Magalhães!

(Leia mais sobre as Nuvens de Magalhães em



Programa Stellarium



E se a noite estiver realmente escura e transparente,
é certo que sempre poderemos nos deixar extasiar
diante de um vasto campo de estrelas tão esfumaçadas
que teimam em esconder a Proa do Navio
fusionando-a com as patas traseiras do Centauro!

(Leia mais sobre este Tema em


Observe cuidadosamente este lugar de céu estrelado bem ao sul
primeiramente a olho nú
e então através simpáticos binóculos buscando pela Grande Nebulosa Carinae
bem como pelas fantásticas e surpreendentes Plêiades do Sul!

(Leia mais em




Programa Stellarium



Bem, nossa viagem ainda não terminou
porque é certo que Castor e Pollux teimam em nos chamar 
para dois dedos de prosa...;
e ainda podemos aproveitar os céus escuros e transparentes
para buscarmos, sempre em visão enviesada,
pelo maravilhoso e encantador Presépio,
um verdadeiro ninho de estrelas-bêbes,
quase uma lua cheia de estrelinhas tímidas!

Faça uso também de seu simpático par de binóculos
para bem observar as estrelinhas que compõem o enxame,
a Colmeia de Abelhas, no Caranguejo.

(Leia mais sobre o Presépio em


Olhando um tantinho ao sul do Presépio,
podemos perceber um asterismo interessante,
como se formasse uma cabeça
e ainda, mais ao sul ainda, existe uma estrela alaranjada:
é Alphard, a estrela-alpha Hydrae!

(Leia mais em


Sempre em lugares de céus escuros e transparentes,
podemos acompanhar o enroscar suave e delineado por estrelas tímidas
que a Hidra fêmea nos apresenta,
correndo desde Cancer e passando pelo sul do Leão e da Virgem
e concluindo-se bem próximo à Balança.

Não podemos deixar de observar
o belo vôo do Corvo
sempre antecedendo e anunciando
a mão da Virgem trazendo a Espiga de Trigo, Spica, estrela-alpha Virginis!

(Leia mais em
e


E, sem dúvida alguma,
last but not least,
o esfuziantemente iluminado Júpiter nos chama
e nos apresenta o asterismo da Foice, em Leão,
pontuado por sua estrela-alpha Leonis, Regulus, o Pequeno Rei!

(Leia mais sobre a Foice em


Programa Stellarium




Caro Leitor,
acesse minha Página

Longa Jornada Noite Adentro



Ah,
 a observação dos céus estrelados a olho  nú 
é algo realmente encantador, 
emocionante 
e somente aqueles que se dedicam a esse tipo de observação 
- saindo de suas poltronas (the arm-chair astronomer)
 e das telas mágicas de seus computadores -,
 conseguem compreender 
o maravilhamento que as estrelas e suas constelações 
e alguns objetos celestes visíveis à vista desarmada 
nos proporcionam, 
gratuitamente 

e quase eternamente....



"Endless"
https://www.facebook.com/shainblumphoto/photos/a.283946351718406.61562.282800301833011/618184241627947/?type=1&theater
http://shainblum.smugmug.com/

Michael Shainblum Photography/Film/Timelapse




Os desenhos formados pelas estrelas
 - AS CONSTELAÇÕES -
 são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais,
 entre o céu e a terra..., 
bem como percebendo que o caos,
 vagarosamente, 
vai se tornando Cosmos
 e este por nossa mente sendo conscientizado.

Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward


VISITE MINHA PÁGINA
DA TERRA AO CÉU E AO INFINITO
http://daterraaoceueaoinfinito.blogspot.com.br/

domingo, 28 de dezembro de 2014

Lua Crescente e Urano encontram-se em Peixes



Olá!

A Lua Crescente estará encontrando-se com Urano
nesta noite de domingo ainda festivo
entre Natal e Ano Novo!

Com um abraço estrelado,
Janine Milward



Programa Stellarium


Programa Stellarium


Programa Stellarium


Programa Stellarium

Programa Stellarium




O texto abaixo é sintetizado por Janine 
e extraído de alguns Fascículos da antiga coleção Mitologia, 
publicada pela Abril Cultural, ainda na década de 1960.


“No começo era o Caos”, conta o poeta Hesíodo. 


O Caos torna-se Cosmos.


De repente, surge a primeira realidade sólida: Gaia, a Terra. 



Nasa



Gaia deu ao Caos um sentido: limitou-o,  instalou nele o chão, o palco da maravilha e da miséria da vida.  Restava ainda um espaço vazio, sobre Gaia.  Para preenchê-lo, ela “criou um ser igual a si mesma, capaz de cobri-la inteira”. 


 Gaia Criou, sozinha, Urano, o Céu Estrelado.  











Gaia uniu-se a Urano, seu primogênito e apaixonado amante, gerando com ele muitos e muitos filhos.  

Elementos devastadores, os primeiros filhos de Gaia fazem os vulcões entrarem em erupção, e criam terremotos, tempestades e furacões.  No entanto, Urano, pai e irmão dessas forças, revolta-se contra elas e as atira no Tártaro, uma das regiões do Erebo subterrâneo.  Mas Gaia, mãe-Terra, liberta seus filhos - porque é a própria Natureza e não pode impedir que os fenômenos naturais sigam seus próprios cursos.


Entra em cena Cronos, Saturno, filho de Gaia e de Urano, que se revolta contra seu pai que não pára de fecundar sua mãe, incessantemente.  E também Cronos, Saturno, revolta-se contra seus outros irmãos que estão sempre devastando a Terra.



Para que Urano não continue fecundando sua mãe e trazendo mais e mais filhos, Cronos, Saturno, corta os testículos de seu pai, castra-o, lhe traz o limite da criação e da procriação, usando uma foice.  Ao cair sobre a Terra, o sangue de Urano gerou as Eríneas (símbolos da culpa de Cronos, Saturno) , os Gigantes e as Melíades, ninfas das Arvores.  Ao caírem no mar, os testículos do deus formam uma branca espuma da qual nasce Afrodite, Vênus, a deusa do amor e da beleza.

Juntamente com Rea, Cibele, sua esposa e irmã, Saturno estabelece um reinado que se assemelha à era pré-consciente da humanidade.  Nesse período, o Tempo ainda está cego.  A vida não compreende a si mesma, e parece mais um simples fervilhar de elementos confusos do que propriamente uma evolução.

Cronos é insaciável; o Tempo devora tudo: seres, momentos, destinos, sem piedade, sem apego ao que passou.  O que importa é construir o futuro.  Porém, Cronos, Saturno, teme que lhe aconteça a mesma coisa que fez acontecer ao seu pai, o fato de ser destronado por um dos seus filhos.  Aliás, sua mãe-Terra, Gaia, já lhe havia profetizado essa verdade.  E por isso mesmo, Saturno vai devorando cada um dos seus filhos, ao nascerem.


Quadro de Francisco Goya


Apenas um dos filhos de Saturno, o Tempo, escapou-lhe à voracidade  e o destronou do centro do mundo: Zeus, Júpiter, o poderoso deus dos deuses. 

Rea, Cibele deu à luz seu filho Júpiter numa distante caverna e entregou-o para ser cuidado por Gaia enquanto voltava ao lar e entregava a Cronos uma pedra embrulhada por um pano, como se fosse o filho recém-nascido.  Cronos, Saturno, rapidamente engoliu a pedra.  Rea havia salvado seus filhos mas ao mesmo tempo havia selado a profecia: em dia próximo, o ultimo filho de Cronos tomaria das armas para encerrar o sombrio reinado de sangue.  E para sempre se instalaria no mundo.

Júpiter, ao crescer, aliou-se aos irmãos e aos monstros, e destronou Saturno, Cronos, venceu os Titãs e os Gigantes.  Com a tríplice vitória, firmou-se como senhor absoluto do mundo e encerrou o ciclo das divindades tenebrosas, das forças desordenadas, que como Cronos - o Tempo - tudo corrompem e destroem.  É a vitória da Ordem e da Razão sobre os instintos e as emoções desenfreadas.

Quando Júpiter destronou seu pai, entregou-lhe uma poção mágica que fez com que Saturno vomitasse todos os filhos que havia engolido, um a um.  

Reunidos os três irmãos, Júpiter, Netuno e Plutão, tramaram então um plano para destituir do poder o pai temível.  Armas lhes foram fabricadas: a Júpiter, couberam o raio e o trovão.  Para Plutão, coube o capacete que o tornava invisível.  Para Netuno, coube o poderoso tridente, a cujo toque terra e mar estremeciam desde as profundezas.     

Os vencedores reuniram-se e dividiram entre si o domínio do mundo, cada qual com seu quinhão de honraria: Netuno ganhou a soberania dos mares; Plutão assumiu o reino dos mortos.  E Júpiter subiu ao Olimpo, para de lá comandar, altíssimo e absoluto, a terra e o céu, os homens e todos os demais deuses.  


The Outer Planets (click to enlarge)

https://solarsystem.nasa.gov/multimedia/display.cfm?Category=Planets&IM_ID=15764

The Outer Planets
This montage of images of the planets visited by Voyager 2 was prepared from an assemblage of images taken by the two Voyager spacecraft.
Last Update: 23 Jan 2013 (AMB)
Credit: NASA/JPL-Caltech



Em termos de descendência, Júpiter gerou filhos heróis e dignos - entre eles, Marte e Vulcano, com sua mulher Juno; Mercúrio, com a ninfa Maia, Apolo e Diana, com Latona; Minerva (que nasceu de sua cabeça); Perséfone ou Prosérpina, com Ceres.  Netuno gerou monstros e bandidos.  Plutão não teve filhos.


O texto acima é sintetizado por Janine 
e extraído de alguns Fascículos da antiga coleção Mitologia, 
publicada pela Abril Cultural, ainda na década de 1960.






October 20, 1998 
See Explanation.  Clicking on the picture will download 
 the highest resolution version available.
http://apod.nasa.gov/apod/ap981020.html
Infrared Uranus 
Credit: E. Karkoschka et al. (University of Arizona), NICMOSHSTNASA
Explanation: The Sun's third largest planet usually looks quite dull. Uranus typically appears as a featureless small spot in a small telescope or a featureless large orb in a large telescope. Last August, however, the Hubble Space Telescope was able to photograph Uranus in infrared light, where the distant planet better shows its unusual clouds, rings, and moonsRecent analysis indicates that clouds seen here in orange appear to circle Uranus at speeds in excess of 500 kilometers per hour. Comparisons to earlier photographs show a slight precession shift in the brightest of Uranus' rings. Several of Uranus' numerous small moons are visible.






UMA REPRODUÇÃO DO TELESCÓPIO

USADO PARA DESCOBRIR URANO
- Na casa de WILLIAM HERSCHEL




A reproduction of the telescope used to discover Uranus, Herschel House, Bath, England,  // Credit: David J. Eicher

English Astronomers: Stonehenge and Bath, England


 The music room, Herschel House, Bath, England, August 12, 2013.



Sir William Herschel
http://pt.wikipedia.org/wiki/William_Herschel

Artista
Lemuel Francis Abbott (1760–1802) 
Título
William Herschel, German-British astronomer.
Data
1785
Técnica
Óleo sobre tela
Dimensões
76.2 × 63.5 cm
Localização atual

Sir William Herschel (Hanôver15 de Novembro de 1738 — Slough25 de Agosto de 1822) foi um astrônomo e compositor alemão naturalizado inglês nascido na Alemanha. Aos 19 anos mudou-se para a Inglaterra onde passou a ensinar música, antes de se tornar um organista. Com o tempo passou a estudar astronomia e ficou famoso por sua descoberta do planeta Urano, assim como de duas de suas luas (Titania e Oberon), ele também descobriu duas luas de Saturno e a existência da radiação infravermelha. Ele é também conhecido pelas vinte e quatro sinfonias que compôs.
.........................................
Sua casa em Bath, onde ele fez inúmeros telescópios e observou Urano pela primeira vez, abriga atualmente o Museu de Astronomia Herschel.

LEIA MAIS SOBRE SIR WILLIAM HERSCHEL:


No passado e depois considerada obsoleta, 
houve a Constelação em sua honra:
 Telescopium Herschell, o Telescópio de Herschell
História: 
Constelação formada pelo Abade Hell em 1781,
 em honra a Sir William Herschell (o descobridor de Urano).





2001 August 26
See Explanation.  Clicking on the picture will download
 the largest version available.
http://apod.nasa.gov/apod/ap010826.html
Uranus: The Tilted Planet 
Credit: Voyager 2 TeamNASA
Explanation: Uranus is the third largest planet in our Solar System after Jupiter and SaturnUranus is composed mostly of rock and ices, but with a thick hydrogen and helium atmosphere. The blue hue of Uranus' atmosphere arises from the small amount of methane which preferentially absorbs red light. This picture was snapped by the Voyager 2 spacecraft in 1986 - the only spacecraft ever to visit Uranus. Uranus has many moons and a ring system. Uranus, like Venus, has a rotation axis that is greatly tilted and sometimes points near the Sun. It remains an astronomical mystery why Uranus' axis is so tilted. Uranus and Neptune are quite similar: Uranus is slightly larger but less massive.


LEIA SOBRE URANO
acessando







Significant Dates
  • 1781: Astronomer William Herschel discovers Uranus.
  • 1787-1851: Four Uranian moons are discovered and named Titania, Oberon, Ariel, and Umbriel.
  • 1948: Another moon, Miranda, is discovered.
  • 1977: Scientists discover nine faint rings of Uranus while observing a distant star pass behind the planet.
  • 1986: Voyager 2 discovers 10 moons and two additional rings during its historic flyby.
  • 1997-2005: Astronomers discover more tiny moons.
  • 2003-2005: The Hubble Space Telescope images two delicate rings far from the planet and two new moons.
  • 2007: Uranus reaches equinox.

  • http://solarsystem.nasa.gov/planets/profile.cfm?Object=Uranus&Display=OverviewLong
Datas Significativas



1781 - O astrônomo William Herschel descobre Urano.

1787-1851: Quatro Luas uranianas são descobertas e nomeadas como Titânia, Oberon, Ariel e Umbriel.
1948: Outra Lua, Miranda, é descoberta.
1977: Cientistas descobrem nove aneis pálidos em Urano enquanto observavam uma estela distante que passava por detrás do planeta.
1986: Voyager 2 descobre 10 Luas e dois aneis adicionais durante seu voo histórico.
1997-2005: Astrônomos descobrem mais algumas pequenas Luas.
2003-2005: O Telescópio Espacial Hubble faz imagens de dois aneis delicados e mais distanciados do planeta e ainda duas novas Luas.
2007: Urano atinge o Equinócio.



2003 January 15 
See Explanation.  Clicking on the picture will download
 the highest resolution version available.
http://apod.nasa.gov/apod/ap030115.html
Ringed Planet Uranus 
Credit: E. Lellouch, T. Encrenaz (Obs. Paris), J. Cuby , A. Jaunsen (ESO-Chile), VLT Antu, ESO
Explanation: Yes it does look like Saturn, but Saturn is only one of four giant ringed planets in our Solar System. And while Saturn has the brightest rings, this system of rings and moons actually belongs to planet Uranus, imaged here in near-infrared light by the Antu telescope at the ESO Paranal Observatory in Chile. Since gas giant Uranus' methane-laced atmosphere absorbs sunlight at near-infrared wavelengths the planet appears substantially darkened, improving the contrast between the otherwise relatively bright planet and the normally faint rings. In fact, the narrow Uranian rings are all but impossible to see in visible light with earthbound telescopes and were discovered only in 1977 as careful astronomers noticed the then unknown rings blocking light from background stars. The rings are thought to be younger than 100 million years and may be formed of debris from the collision of a small moon with a passing comet or asteroid-like object. With moons named for characters in Shakespeare's plays, the distant ringed world Uranus was last visited in 1986 by the Voyager 2 spacecraft.




Urano é o sétimo planeta do sistema solar em ordem de distância do Sol , o terceiro por diâmetro e em quarto na massa . Seu símbolo astronômico Unicode é Urano symbol.svg.Tem o nome dos deuses do céu grego Urano (Οὐρανός em grego antigo ), o pai de Cronus (na religião romana, Saturno), por sua vez, pai de Zeus (na religião romana, Júpiter). Embora seja visível a olho nu , como os outros cinco planetas conhecidos desde os tempos antigos, nunca foi reconhecido como tal por causa de sua baixa luminosidade e sua órbita particularmente lenta; [3] foi descoberto na verdade apenas 13 de Março de 1781 por William Herschel tornando-se o primeiro planeta a ser descoberto através de um telescópio . Uma curiosidade sobre a sua descoberta é que ele veio totalmente inesperado: os planetas visíveis a olho nu (até Saturno) já são conhecidos há milhares de anos e ninguém suspeitava da existência de outros planetas, até a descoberta de Herschel percebeu que como um starlet especial parecia mover-se. Daquele momento em diante, ninguém era mais seguro do que o número real de planetas em nosso sistema solar .
......................................................






2004 November 18
See Explanation.  Clicking on the picture will download
 the highest resolution version available.
http://apod.nasa.gov/apod/ap041118.html
A Sharper View of a Tilted Planet
Credit: Lawrence Sromovsky, (Univ. Wisconsin-Madison), Keck Observatory


Explanation: These sharp views of tilted gas giant Uranus show dramatic details of the planet's atmosphere and ring system. The remarkable ground-based images were made using a near-infrared camera and the Keck Adaptive Optics system to reduce the blurring effects of Earth's atmosphere. Recorded in July, the pictures show two sides of Uranus (careful how you pronounce that ...). In both, high, white cloud features are seen mostly in the northern (right hand) hemisphere, with medium level cloud bands in green and lower level clouds in blue. The artificial color scheme lends a deep reddish tint to the otherwise faint rings. Because of the severe tilt of its rotational axis, seasons on Uranus are extreme and last nearly 21 Earth years on the distant planet. Uranus is now slowly approaching its southern autumnal equinox - the beginning of fall in the southern hemisphere - in 2007.



Parâmetros orbitais e rotação 

Urano gira em torno do Sol uma vez a cada 84 anos terrestres. Sua distância média do Sol é de cerca de 3.000 milhões de quilômetros (cerca de 20 UA). A intensidade da luz solar em Urano é, portanto, cerca de 1/400 de que na Terra. Elementos orbitais foram calculados pr pela primeira vez em 1783 por Pierre-Simon Laplace . As discrepâncias entre o previsto eo órbita observada levou à proposta de John Couch Adams , em 1841, que a causa poderia ter sido a força gravitacional, devido à presença de outro planeta além de Urano. [20] [21] Em 1845, Urbain Le Verrier começou sua busca por outro planeta nas proximidades da órbita de Urano. Em 23 de setembro de 1846, Johann Galle localizado um planeta novo, mais tarde chamado de Netuno, o local esperado de Le Verrier. [22]

O período do interior de Urano rotação é de 17 horas e 14 minutos, numa direcção retrógrada . Como em todos os planetas gigantes de gás , a sua atmosfera superior é sujeita a ventos fortes no sentido de rotação. Para algumas latitudes, como em cerca de 60 graus ao sul, a atmosfera gira visíveis muito mais rápido, completando uma rotação em menos de 14 horas. [23]
.....................................

Uma das características mais invulgares do planeta é a orientação do seu eixo de rotação . Todos os outros planetas têm o seu próprio eixo aproximadamente perpendicular ao plano da ' órbita , enquanto que de Urano é quase paralelo. Roda mantendo assim um dos seus pólos em direção ao Sol para a metade do período de revolução resultando em extremos de fases sazonais. [6] Além disso, uma vez que o eixo é inclinado por um pouco mais do que 90 °, a rotação é tecnicamenteretrógrada : Urano gira em direção oposta à de todos os outros planetas do sistema solar (exceto Venus ), embora, dada a inclinação excepcional a rotação retrógrada, é apenas uma nota menor. O período de sua revolução em torno do Sol é de cerca de 84 anos terrestres, e depois a cada 42 anos muda o pólo exposto a nossa estrela. A órbita de Urano se encontra praticamente no chão da ' eclíptica (inclinação de 0,7 °).
........................................


http://it.wikipedia.org/wiki/Urano_%28astronomia%29#mediaviewer/File:Uranus_rings_and_moons.jpg


Inclinação axial 

A principal particularidade de Urano está na inclinação do seu eixo que é inclinado por 97,77 ° no plano da órbita. Portanto, pode-se dizer que o eixo de rotação de Urano se encontra quase em seu plano orbital. Por conseguinte, um dos dois pólos é dirigido para o sol durante metade da órbita, e para o lado a metade da órbita vai cair na área sombreada. Na seção intermediária para a inversão dos pólos em relação ao Sol, a situação ocorre quando o Sol se levanta e conjuntos de todo o ' equador normalmente. [24]

O pólo sul de Urano foi dirigido em direção ao Sol no momento do fly-by da Voyager 2 em 1986, sendo totalmente iluminado. Esse pólo é definido como "South" de acordo com as convenções da ' União Astronômica Internacional , que define o pólo norte de um planeta ou satélite pólo apontando "acima" do plano do sistema solar, independentemente da direção de rotação do planeta. [ 25] [26] Um dos resultados dessa orientação estranho é que as regiões polares de Urano receber uma grande quantidade de energia a partir do Sol, em maior medida do que as regiões próximas ao equador. No entanto Urano é mais quente no equador do que nos pólos, embora o mecanismo responsável por esta não é conhecido no momento. [27]

Parece também que o extremo de inclinação do eixo de rotação de Urano faz com que a variação extrema nas estações no que diz respeito a tempo actual . Durante a viagem da Voyager 2 as nuvens de Urano eram extremamente fracos e leve, enquanto que as observações mais recentes ( 2005 ) feitas pelo Telescópio Espacial Hubble detectou um tempo muito mais pronunciado e turbulento, quando a inclinação do eixo estava transportando do equador em direção perpendicular ao Sol (tal alinhamento ocorreu em 2007 ). [28]

A razão para a inclinação axial incomum de Urano não se sabe com certeza: se pensava no passado, que durante a formação do sistema solar, um protoplaneta massa duas vezes a da Terra entrou em colisãocom o planeta fazendo "rodar" o eixo. No entanto, esta hipótese não explica por que as grandes luas de Urano também estão inclinados em 98 °, bem como o eixo de rotação e não em vez ter preservado as órbitas originais. Em 2011, um grupo de astrónomos liderada por Alessandro Morbidelli publicou um estudo com base em simulações de computador de vários cenários sobre o impacto teve por Urano durante a formação do sistema solar. Morbidelli et al. afirmam que as colisões sofridas por Urano durante a formação do sistema solar deve ter sido repetida, dois ou talvez mais, porque, no caso de um único impacto, luas assumidos seria provavelmente uma rotação retrógrada, ao contrário do que realmente observado no presente era. [29]







2000 September 30 
See Explanation.  Clicking on the picture will download 
 the highest resolution version available.

http://apod.nasa.gov/apod/ap000930.html
Titania's Trenches 
Explanation: British astronomer Sir William Herschel discovered Titania and Oberon in January of 1787. He wasn't reading Shakespeare's A Midsummer Night's Dream though, he was making the first telescopic observations of moons of the planet Uranus (a planet which he himself discovered in 1781). In January of 1986, nearly 200 years later, NASA's robot explorer Voyager 2 became the only spacecraft to visit the remote Uranian system. Above is Voyager's highest resolutionpicture of Titania, Uranus' largest moon. The picture is a composite of two images recorded from a distance of 229,000 miles. The icy, rocky world is seen to be covered with impact craters. A prominent system of fault valleys, some nearly 1,000 miles long, is visible as trench-like features near the terminator (shadow line). Deposits of highly reflective material which may represent frost can be seen along the sun-facing valley walls. The large impact crater near the top, known as Gertrude, is about 180 miles across. At the bottom the 60 mile wide fault valley, Belmont Chasma, cuts into crater Ursula. Titania itself is 1,000 miles in diameter.




Uranus: Moons


"Sweet Moon," William Shakespeare wrote in "A Midsummer Night's Dream," "I thank thee for thy sunny beams; I thank thee, Moon, for shining now so bright." Centuries later, the moons of Uranus pay homage to the famous playwright.

While most of the satellites orbiting other planets take their names from Greek mythology, Uranus' moons are unique in being named for Shakespearean characters, along with a couple of the moons being named for characters from the works of Alexander Pope.
Oberon and Titania are the largest Uranian moons, and were first to be discovered -- by William Herschel in 1787. William Lassell, who had been first to see a moon orbiting Neptune, discovered the next two, Ariel and Umbriel. Nearly a century passed before Gerard Kuiper found Miranda in 1948. And that was it until a NASA robot made it to distant Uranus.

The Voyager 2 spacecraft visited the Uranian system in 1986 and tripled the number of known moons. Voyager 2 found an additional 10, just 26-154 km (16-96 miles) in diameter: JulietPuckCordeliaOpheliaBianca,DesdemonaPortiaRosalindCressida and Belinda.


LEIA MAIS
em



http://it.wikipedia.org/wiki/Urano_%28astronomia%29#mediaviewer/File:Uranian_moon_montage.jpg
Montagem dos cinco maiores satélites de Urano. Da esquerda para a direita em ordem crescente de distância de Urano são Miranda, Ariel, Umbriel, Titania e Oberon. As imagens são apresentados para mostrar dimensões relativas correctas e brilho. A cobertura é incompleta por Miranda e Ariel; círculos cinza representam áreas faltantes (subtítulo original NASA embora revisto como imagem foi rodada)




Moons: 

Uranus has 27 moons. Five of these moons are large and the rest are smaller. The largest moon is Titania, followed by Oberon, Umbriel, Ariel and Miranda. Some of the smaller moons are named: Belinda, Bianca, Caliban, Cordelia, Cressida, Desdemona, Juliet, Ophelia, Portia, Puck, and Rosalind.

http://www.kidsastronomy.com/uranus.htm

Uranus and Moons (click to enlarge)

https://solarsystem.nasa.gov//multimedia/display.cfm?IM_ID=422







LEIA MAIS
em



Rings
Uranus also has rings, though they don't stretch out as far as the rings of Saturn. The rings of Uranus are made up of black dust particles and large rocks.




Ring Changes
Date: 1 Jan 2007
Keck Observatory infrared images show how Uranus and its rings changed, as viewed from Earth, from 2001-2007. The south pole is at the left in the images.





Missões espaciais 

A exploração de Urano foi feita apenas por meio da sonda Voyager 2 e não estão previstas no momento do missões exploratórias adicionais no local . Para suprir a falta de informação directa, as mudanças na atmosfera do planeta são estudadas através de campanhas de observação telescópica, particularmente usando a Câmera Planetária de Campo Largo , a bordo do telescópio espacial Hubble .
A exploração de Urano, como também a de Netuno , é dificultada pelas grandes distâncias que separam o planeta da Terra e Sol. Cada missão tem de estar equipado com um sistema de fornecimento de energia capaz de fornecer energia para a sonda, sem a possibilidade de conversão de ' energia solar através da utilização de painéis fotovoltaicos ................................
O estudo de Urano, finalmente, não é considerado uma prioridade pelas principais agências espaciais, que concentrem os seus recursos em ' exploração de sistemas de Júpiter e Saturno [17] e está considerando a possibilidade de enviar uma missão a Neptune [18] ..
......................................

Sobrevoo Voyager 2 

A sonda Voyager 2 alcançou a maior aproximação ao planeta 24 de janeiro de 1986 , a uma distância de cerca de 81 500  m . As observações duraram apenas seis horas, mas permitiram aos astrónomos aprenderem sobre Urano muito mais do que haviam aprendido com mais de 200 anos de observações da Terra. [19]

As primeiras análises dos dados, no entanto, foram uma grande decepção: verificou-se a não ter bandas paralelas de nuvens, ao contrário do que havia sido observado da Terra. L ' atmosfera de um uniforme azul-verde e foi completamente desprovido de detalhes. Foi somente graças a um tratamento de imagens que parecia ser nuvens que outras formações.
A sonda descobriu novas luas, enviados para a Terra as primeiras imagens dos anéis e também descobriu atividade geológica em grandes luas: depósitos escuros no fundo das crateras geladas indicaram a presença de água suja, devido à atividade vulcânica.
http://it.wikipedia.org/wiki/Urano_%28astronomia%29


NASA photograph of one of the two identical Voyager space probes Voyager 1 and Voyager 2 launched in 1977. The 3.7 metre diameter high-gain antenna (HGA) is attached to the hollow ten-sided polygonal body housing the electronics, here seen in profile. The Voyager Golden Record is attached to one of the bus sides. The angled square panel below is the optical calibration target and excess heat radiator. The three radioisotope thermoelectric generators (RTGs) are mounted end-to-end on the left-extending boom. One of the two planetary radio and plasma wave antenna extends diagonally left and down, the other extends to the rear, mostly hidden here. The compact structure between the RTGs and the HGA are the high-field and low-field magnetometers (MAG) in their stowed state; after launch an Astromast boom extended to 13 metres to distance the low-field magnetometers. The instrument boom extending to the right holds, from left to right: the cosmic ray subsystem (CRS) above and Low-Energy Charged Particle (LECP) detector below; the Plasma Spectrometer (PLS) above; and the scan platform that rotates about a vertical axis. The scan platform comprises: the Infrared Interferometer Spectrometer (IRIS) (largest camera at right); the Ultraviolet Spectrometer (UVS) to the right of the UVS; the two Imaging Science Subsystem (ISS) vidicon cameras to the left of the UVS; and the Photopolarimeter System (PPS) barely visible under the ISS. Suggested for English Wikipedia:alternative text for images: A space probe with squat cylindrical body topped by a large parabolic radio antenna dish pointing upwards, a three-element radioisotope thermoelectric generator on a boom extending left, and scientific instruments on a boom extending right. A golden disk is fixed to the body.






Voyager 2 is the only spacecraft to have flown by Uranus. The planet displayed little detail, but gave evidence of an ocean of boiling water about 800 km below the cloud tops. Curiously, the average temperature of its sun-facing pole was found to be the same as that of the equator. The spacecraft discovered 10 new moons, two new rings, and a strangely tilted magnetic field stronger than that of Saturn. A gravity assist at Uranus propelled the spacecraft toward its next destination, Neptune.










Chá no Campo
com direito a Bath e a Stonehenge
em Domingo Outonal
do ano de 1986:

Eu estive morando em Londres
por um pedaço pequeno de tempo
e, certa vez, num domingo de verão
iluminado pelo Sol (!),
resolvemos alguns amigos e eu
irmos tomar chá no campo.

Saímos bem cedo de Londres
e nos dirigimos para não sei onde
..................... (ah, como é bom viajar e sem saber onde se está!) ..............
e paramos, no meio do caminho de Londres para algum lugar em algum campo,
em uma cidade muito simpática
- a qual viemos a saber que se chamava Bath,
o lugar onde Herschel morou e apontou seu telescópio
para um zilhão de situações astronomicas incríveis
e de onde pôde mostrar ao mundo um mundo de suas descobertas!

Mais tarde, realmente encontramos um lugar campestre e bucólico
que nos acolheu para nosso chá pós almoço.

Ao final da tarde, ao retornarmos a Londres
- em auto-estrada cheia de automóveis velozes -,
eu, meio sonolenta de tantas emoções dominicais,
soltei um gritinho de emoção:
Stonehenge!
"Pare o carro, por favor, stop the car, please!".

O motorista, um rapaz inglês casado com uma moça brasileira
(que aparece junto a mim numa foto histórica de nossas vidas!),
levou um certo susto e tentou argumentar que já era tarde
e que não queria ficar dirigindo no lusco-fusco, etc., pretendia chegar em Londres
mais cedo, isso e aquilo....

No entanto, insisti e insisti e acabei convencendo meus amigos
a conhecerem uma relíquia que os tempos antigos
nos deixaram como herança: Stonehenge.

Eu penso que a vida é bem assim,
quer dizer, situações incríveis e ímpares
nos podem acontecer sem que necessariamente as tenhamos planejado
veja você, Caro Leitor,
saímos de Londres para tomar chá no campo,
conhecemos a cidade onde Herschel morou
e conhecemos Stonehenge
e voltamos para Londres, 
safe and sound,
felizes e contentes.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward