terça-feira, 31 de março de 2015

Serpens Cauda e Serpens Caput: A SERPENTE

Olá!

Nesses tempos de Lua buscando seu momento de Cheia
(a acontecer em 04 de abril e com direito a Eclipse Total!),
eu penso que já por volta das quatro horas da matina
e com o galo já começando a nos brindar com seus primeiros cantos...,
o horizonte oeste terá engolido a Lua iluminada e gorda
e os céus estrelados podem nos apresentar suas estrelas desenhando suas constelações.

Penso, então, que é um bom momento para trazermos
um tantinho de informações sobre a constelação da Serpente, Serpens,
uma constelação realmente interessante e peculiar e diferenciada 
das demais constelações dos céus estrelados
devido ao fato de que acaba podendo ser dividida, digamos assim, em duas constelações!
Quer dizer, existe a constelação Ophiucus, o Serpentário, segurando a Serpente
e fazendo com que conheçamos a Cabeça da Serpente e a Cauda da Serpente
- Serpens Caput e Serpens Cauda!


Viemos conversando um tantinho sobre Serpens Caput, a Cabeça da Serpente,
buscando proteger, guardar (ou mesmo ameaçar!)
a belíssima constelação Corona Borealis, a Coroa do Norte,
em nossa Postagem

http://oceudomes.blogspot.com.br/2015/03/uma-serpente-serpens-caput-protegendo.html

A bem da verdade,
 as estrelas que perfazem o desenho de Serpens Caput e de Serpens Cauda
são estrelinhas tímidas que podem ser visualizadas somente em lugares de céus escuros e transparentes.

No entanto,
na direção da Serpente existem Objetos celestes tão maravilhosos, tão fantásticos
que vale a pena conferirmos - nem que seja apenas através das excelentes imagens
a nós trazidas pelos potentes telescópios!
Os Pilares da Criação são um bom exemplo!

Com um abraço estrelado,
Janine Milward





See Explanation.  Clicking on the picture will download
the highest resolution version available.
http://apod.nasa.gov/apod/ap150107.html
Hubble 25th Anniversary: Pillars of Creation 
Image Credit: NASAESA, and The Hubble Heritage Team (STScI / AURA)

Explanation: To celebrate 25 years (1990-2015) of exploring the Universe from low Earth orbit, the Hubble Space Telescope's cameras were used to revisit its most iconic image. The result is this sharper, wider view of the region dubbed thePillars of Creation, first imaged by Hubble in 1995. Stars are forming deep inside the towering structures. The light-years long columns of cold gas and dust are some 6,500 light-years distant in M16, the Eagle Nebula, toward the constellation Serpens. Sculpted and eroded by the energetic ultraviolet light and powerful winds from M16's cluster of young, massive stars, the cosmic pillars themselves are destined for destruction. But the turbulent environment of star formation within M16, whose spectacular details are captured in this Hubble visible-light snapshot, is likely similar to the environment that formed our own Sun.



 Programa Stellarium


Programa Stellarium




SERPENS, A SERPENTE



http://www.aai.ee/muuseum/Uranomeetria/Pictures/Web/Reissig_W_011.jpg



Hubble Goes High-Definition to Revisit Iconic 'Pillars of Creation'

Hubble Goes High-Definition to Revisit Iconic 'Pillars of Creation'
http://www.nasa.gov/content/goddard/hubble-goes-high-definition-to-revisit-iconic-pillars-of-creation/#.VRqcNPzF-Ol

http://www.nasa.gov/sites/default/files/p1501ay.jpg






http://apod.nasa.gov/apod/ap120722.html
M16: Pillars of Creation 
Image Credit: J. Hester, P. Scowen (
ASU), HSTNASA


http://www.raremaps.com/gallery/detail/34422ac/Serpens_and_Serpentarius/Hevelius.html

Map Maker: Johannes Hevelius
Fine example of Johannes Hevelius's chart of the constellations Serpens and Serpentarius (also called Ophiucus) and surrounding environs, from his highly influential work, Firmamentum Sobiescianum sive Uranographia



Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes






http://www.hubblesite.org/newscenter/archive/2002/22/image/a
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sexteto_de_Seyfert
Sexteto de Seyfert








Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes
 - excerto apresentando ALFABETO GREGO, CONVENÇÕES E USO DA CARTA CELESTE





Serpens Cauda et Serpens Caput 

 a Cauda e a Cabeça da Serpente


http://www.raremaps.com/gallery/detail/33412op/_Serpens/Bayer.html
Map Maker: Johann Bayer
Fine example of Bayer's map of the Constellation Serpens, one of the 48 constellations listed by the 2nd century astronomer Ptolemy, which remains one of the 88 modern constellations defined by the International Astronomical Union.  

Posicionamento:

Ascensão Reta  15h8m / 18h56m   Declinação +25o.7 / -16o.0



Mito:

Quando Glaucus, filho de Minos, Rei de Creta, foi afogado em uma colméia, Esculapius foi trazido para restaurar a vida ao menino.  Enquanto Esculapius pensava o que iria fazer, uma serpente entrou no quarto e ele matou-a.  Então, entrou outra serpente trazendo uma erva que foi colocada na cabeça da serpente morta, trazendo-a à vida.  Usando a mesma erva, Esculapius trouxe a vida de volta ao menino.  A serpente foi colocada nos céus e é por esta razão que muitos escritores confundem Ophiucus com Esculapius.  De acordo com outro mito, a serpente seria uma das que deveriam matar Hercules em seu berço, quando ainda era uma criança.



Fronteiras:

Serpens (Cauda e Caput) acabam fazendo parte da constelação Ophiucus - porque este é Aquele que Segura a Serpente - e todas três acabam formando um conjunto imenso de situações entrelaçadas.  E também estaremos encontrando as constelações Scorpius, Sagittarius, Scutum, Aquila, Hercules Corona Borealis, Libra



http://www.raremaps.com/gallery/detail/34480/Ophiuchus_and_Serpent/Jamieson.html
Map Maker: Alexander Jamieson
Striking star chart, marvelously engraved and delicately colored. Shows the featured constellations in color with neighboring stars and constellations without color.
Jamieson's work is one of the finest of it's kind in the early 19th century.

http://www.iau.org/static/public/constellations/gif/SERCD.gif


http://www.iau.org/static/public/constellations/gif/SERCP.gif

Ilustração realizada em Programa Stellarium e trabalhada em Programa Corel



Estrelas e Objetos interessantes, em Serpens:


Unukalhal.  Alpha Serpentis. 
Uma estrela amarelo pálido situada no pescoço da Serpente.  De Unk Al Hayyah, o Pescoço da Serpente, e também chamada de Coração da Serpente.
Alya - Theta Serpentis - Estrela Dupla
AR 18h53m  Dec. + 04o.08
Magnitude visual 4,5 e 4,5  Distância entre estrelas 22”,23
É a estrela finalizando a Cauda da Serpente. A Lúcida, denominação árabe.

NGC 6027 -
Um grupo pouco comum de galáxias bem próximo à Cabeça propriamente dita da Serpente.
NGC 6027 é uma galáxia lenticular, a aproximadamente 190 milhões de anos-luz, na direção da constelação de Serpens Caput. A galáxia é o membro mais brilhante do Sexteto de Seyfert, um grupo compacto de galáxias.
galáxia NGC 6027 foi descoberta por Édouard Stephan, em 1882.

NGC 6027
Uma imagem da galáxia NGC 6027, pelo HST.
Crédito: HST/NASA/ESA.
Descoberto porÉdouard Stephan
Data de descobertade 1882
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoSerpens Caput
TipoS0 pec. Lenticular
Asc. reta15h 59m 12.5s
Declinação+20° 45′ 48″
Distânciaaprox. 190 milhões de anos-luz
Redshift4447±11 km/s
Magnit. apar.14.7
Dimensões0.4′ × 0.2′
Características físicas
Raio17.500 anos-luz
Outras denominações
UGC 10116, PGC 56575, HCG 79b.




Cosmic Dance of Destruction



http://www.spacetelescope.org/images/opo0222a/
Credit:
NASA/ESA, J. English (U. Manitoba), S. Hunsberger, S. Zonak, J. Charlton, S. Gallagher (PSU), and L. Frattare (STScI)


Name:Seyfert's Sextet
Type:• Local Universe : Galaxy : Type : Interacting
• X - Galaxies Images/Videos
Distance:200 million light years
Constellation:Serpens Caput


The NASA/ESA Hubble Space Telescope is witnessing a grouping of galaxies engaging in a slow dance of destruction that will last for billions of years. The galaxies are so tightly packed together that gravitational forces are beginning to rip stars from them and distort their shapes. Those same gravitational forces eventually could bring the galaxies together to form one large galaxy.
The name of this grouping, Seyfert's Sextet, implies that six galaxies are participating in the action. But only four galaxies are on the dance card. The small face-on spiral with the prominent arms [center] of gas and stars is a background galaxy almost five times farther away than the other four. Only a chance alignment makes it appear as if it is part of the group. The sixth member of the sextet isn't a galaxy at all but a long 'tidal tail' of stars [below, right] torn from one of the galaxies.
http://www.spacetelescope.org/images/opo0222a/


Sexteto de Seyfert é um grupo de galáxias a aproximadamente 190 milhões de anos-luz de distância [1], na direção da constelação deSerpens Caput. O grupo parece conter seis membros, mas uma das galáxias está em plano de fundo e a outra "galáxia" é uma parte de gás epoeira interestelar que pertence a uma das galáxias. A interação gravitacional entre estas galáxias continuará por centenas de milhões de anos. E em última instância, estas galáxias irão se fundir para formar uma única e gigante galáxia elíptica.





O grupo foi descoberto por Carl Keenan Seyfert, usando chapas fotográficas do Observatório Barnard, da Universidade Vanderbilt. Quando os primeiros resultados foram publicados, em 1951, este grupo foi o mais compacto grupo já identificado.

Sexteto de Seyfert
O Sexteto de Seyfert, fotografado pelo HST.Crédito: NASA/ESA.
O Sexteto de Seyfert, fotografado pelo HST.
Crédito: NASA/ESA.
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoSerpens Caput
Asc. reta15h 59m 11.9s1
Declinação+20° 45′ 31″1
Número de Membros41
Membro BrilhanteNGC 6027
Outras denominações
Sexteto Serpens, HCG 79, UGC 10116,
.VV 115, VII Zw 6311
Membros do Sexteto de Seyfert
NomeTipoDistância do Sol(milhões de anos-luz)Magnitude
NGC 6027S0 pec.~190+14.7
NGC 6027aS0 pec.~190+15.4
NGC 6027bSAa pec.~190+15.4
NGC 6027cSB(S)c~190+16
NGC 6027dSB(S)bc pec.~190+15.6
NGC 6027eSB0 pec.~190+16.5






M5 - NGC 5904 - Aglomerado Globular
Na parte da Cabeça da Serpente, um brilhante aglomerado globular distante cerca de 27 mil anos-luz e contendo cerca de meio milhão de estrelas.

en:Messier 5 - en:globular cluster by en:Hubble Space Telescope2.4′ view. The image created using en:WikiSky's image cutout tool out of en:Hubble Space Telescopedata. Source url: [1] Hubble source data: [2]. Related images: en::Image:m5--LRGB2 898x688.jpg.http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_5




M10 - NGC 6254 - Aglomerado Globular
Na parte ao sul do Ophiúco existem, entre partes adoráveis da Via Láctea, Nuvens de Estrelas e Nebulosas Escuras.  Próximo à estrela Alya, Theta Serpentis, é possível se observar a olho nú uma imensa nuvem escura no formato de um Cachimbo, é a Nebulosa do Cachimbo.  Quando observamos esta região e sua vizinhança fazendo parte da Via Láctea em Sagitário, estamos olhando em direção ao centro de nossa Galáxia.

M16 - NGC 6611 - Aglomerado Aberto
Fazendo parte da Cauda da Serpente, encontramos um grande aglomerado aberto rodeado por uma nebulosa difusa, um dos mais interessantes objetos de sua espécie, denominado de A Nebulosa da Águia ou a Nebulosa da Estrela da Rainha (em função da silhueta escura no meio da nebulosa, parecendo uma rainha sentada no trono).  A nebulosa luminosa encontra-se numa região de hidrogênio ionizado e ao fundo existem regiões de material interestelar frios e escuros - tudo isso formando um modelo bizarro.  M16 cobre uma área igual à de uma Lua cheia, no entanto sua luminosidade é pálida e difícil de ser observada mesmo em grandes telescópios.
Os "Pilares da Criação" 
no interior da Nebulosa da Águia.
 Cortesia NASA/ESA
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Eagle_nebula_pillars.jpg
Credit: NASA, Jeff Hester, and Paul Scowen (Arizona State University)


"Os pilares da criação" é um aglomerado de poeira e gás com tamanho interestelar na nebulosa de Aguia situado à aproximadamente 7,000 anos luz da terra, No nome, "Pilares" é sugestivo ao formato do lugar, e a parte "Criação" originou-se devido o local ser um enorme berço de estrelas. Sua primeira imagem datada em 1/04/1995, foi tirada pelo telescópio espacial Hubble.


The Eagle has risen: Stellar spire in the Eagle Nebula

Credit:
NASAESA, and The Hubble Heritage Team STScI/AURA)
Appearing like a winged fairy-tale creature poised on a pedestal, this object is actually a billowing tower of cold gas and dust rising from a stellar nursery called the Eagle Nebula. The soaring tower is 9.5 light-years or about 90 trillion kilometres high, about twice the distance from our Sun to the next nearest star.




Hubble peers deeply into the Eagle Nebula
Credit:  ESA/Hubble & NASA
The NASA/ESA Hubble Space Telescope has once more turned its attention towards the magnificent Eagle Nebula (Messier 16). This picture shows the northwestern part of the region, well away from the centre, and features some very bright young stars that formed from the same cloud of material. These energetic toddlers are part of an open cluster and emit ultraviolet radiation that causes the surrounding nebula to glow.
The star cluster is very bright and was discovered in the mid-eighteenth century. The nebula, however, is much more elusive and it took almost a further two decades for it to be first noted by Charles Messier in 1764. Although it is commonly known as the Eagle Nebula, its official designation is Messier 16 and the cluster is also named NGC 6611. One spectacular area of the nebula (outside the field of view) has been nicknamed “The Pillars of Creation” ever since the Hubble Space Telescope captured an iconic image of dramatic pillars of star-forming gas and dust.


Pillars Of Creation - VÍDEO






The Flaming Skull Nebula, a planetary nebula in Serpens Cauda
Sharpless 68, Sh2-68
Image Credit: T.A. Rector (University of Alaska Anchorage) and H. Schweiker (WIYN and NOAO/AURA/NSF)
The Flaming Skull Nebula (Sharpless 68 or Sh2-68) is a large planetary nebula located in the northern part of the constellation of Serpens Cauda, the Serpent’s Tail. (The Serpens constellation is unique among the constellations in being split into two non-contiguous parts, Serpens Caput, the Serpent’s Head to the west and Serpens Cauda to the east. Between these two halves lies the constellation of Ophiuchus, the Serpent-Bearer.)



Image Credit: ESA/NASA and WikiSky
Arp 220 is the result of a collision between two galaxies which are now in the process of merging, situated some 250 million light-years away from Earth in the northern constellation of Serpens (the Serpent). It is receding from us at about 5434 kilometers per second.

Arp 220

Credit:
NASA, ESA, the Hubble Heritage Team (STScI/AURA)-ESA/Hubble Collaboration and A. Evans (University of Virginia, Charlottesville/NRAO/Stony Brook University)
Arp 220 appears to be a single, odd-looking galaxy, but is in fact a nearby example of the aftermath of a collision between two spiral galaxies. It is the brightest of the three galactic mergers closest to Earth, about 250 million light-years away in the constellation of Serpens, the Serpent. The collision, which began about 700 million years ago, has sparked a cracking burst of star formation, resulting in about 200 huge star clusters in a packed, dusty region about 5,000 light-years across (about 5 percent of the Milky Way's diameter).

Super Star Clusters in Dust-Enshrouded Galaxy

Name:Arp 220IC 4553
Type:• Local Universe : Galaxy : Activity : AGN : Seyfert
• X - Galaxies Images/Videos
Distance:250 million light years
Constellation:Serpens Caput
The sharp eye of the Hubble Space Telescope's Advanced Camera for Surveys has uncovered more than 200 mammoth star clusters in the heart of the galaxy Arp 220.
The clusters are the bluish-white dots scattered throughout the image. The heftiest Arp 220 cluster - about 10 million solar masses - is twice as massive as any comparable star cluster in the Milky Way Galaxy. Arp 220 collided with another galaxy about 700 million years ago, fueling the frenzy of star birth in a small region about 5,000 light-years across. The galaxy is a nearby example of the aftermath of two colliding galaxies.
Credit:



A Wheel within a Wheel

Credit:
NASA/ESA and The Hubble Heritage Team STScI/AURA)

Name:Hoag's Object
Type:• Local Universe : Galaxy : Type : Ring
• X - Galaxies Images/Videos
Distance:550 million light years
Constellation:Serpens Caput

A nearly perfect ring of hot, blue stars pinwheels about the yellow nucleus of an unusual galaxy known as Hoag's Object. This image from the NASA/ESA Hubble Space Telescope captures a face-on view of the galaxy's ring of stars, revealing more detail than any existing photo of this object.
A nearly perfect ring of hot, blue stars pinwheels about the yellow nucleus of an unusual galaxy known as Hoag's Object. This image from the NASA/ESA Hubble Space Telescope captures a face-on view of the galaxy's ring of stars, revealing more detail than any existing photo of this object.
NGC 6118, a grand design spiral galaxy in Serpens
The Blinking Galaxy
Image Credit: ESO
NGC 6118 (also known as the Blinking Galaxy) is a “grand design” spiral galaxy of roughly 110,000 light-years across (more or less the same size as our own Milky Way galaxy), located about 82.9 million light-years away from Earth in the southern constellation of Serpens (the Snake). It is receding from us at approximately 1573 kilometers per second.



The Serpens South star cluster is a relatively dense group of 50 young stars, 35 of which are protostars just beginning to form. The cluster is situated in the southern portion of the Serpens cloud, located approximately 848 light-years away from Earth.
The cluster was uncovered by NASA's Spitzer Space Telescope in the southern portion of the Serpens cloud. The discovery was possible due to theinfrared observation capabilities of the SST because at visible wavelengths the stars are completely obscured by interstellar dust in the Serpens cloud.
The stars of the cluster were dubbed "siblings" by the team of astronomers led by Dr. Robert Gutermuth, of the Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, because they were able to determine that the newly discovered stars belonged to the Serpens star-forming cloud,[1] which also hosts the previously known Serpens embedded cluster, three degrees to the north.
The discovery of Serpens South is a direct result of the Gould's Belt Legacy project, which aims to study all prominent star-forming regions within about 1,600 light-years of Earth. These regions together form a ring of molecular clouds and associated young stars known as the Gould’s Belt and was first described by astronomer Benjamin Gould in 1879. Astronomers working on the project are trying to determine how members of large stellar families are related.[2][3]


http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/67/Serpens_south.jpg

Sourcehttp://ipac.jpl.nasa.gov/media_images/sig07-014.jpg
AuthorImage creadit: NASA/JPL-Caltech/L. Allen (Harvard-Smithsonian CfA) & Gould's Belt Legacy Team

About the Object


The Largest Galaxy in the Universe: IC 1101


https://www.youtube.com/watch?v=UE8yHySiJ4A


IC 1101 é um galáxia lenticular gigante no centro do aglomerado de galáxias Abell 2029. Ela é classificada como uma galáxia cD. Está a 1 bilhão de anos-luz de distância, na constelação de Serpens. Esta galáxia tem um diâmetro de aproximadamente 6 milhões de anos-luz, e é atualmente (desde 2011) a maior galáxia conhecida em termos de largura.2 Acredita-se que contenha até 100 trilhões de estrelas, em comparação comnossa galáxia estimada em 200 bilhões de estrelas, ou a Andrômeda estimada em 400 bilhões. Se estivesse no lugar da nossa galáxia, engoliria a Grande Nuvem de Magalhães, a Pequena Nuvem de Magalhães, a Galáxia de Andrômeda e a Galáxia do Triângulo.






IC 1101
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoSerpens
TipoS01
Asc. reta15h 10m 56,1s1
Declinação+05° 44′ 41″1
Distância1,07 bilhões de anos-luz
Redshift23370 ± 301
Magnit. apar.+14.71
Dimensões1',2 × 0',61
Outras denominações
UGC 97521 ; PGC 541671



http://pt.wikipedia.org/wiki/IC_1101


CONFIRA EM:




 




Os desenhos formados pelas estrelas são como janelas que se abrem para a infinitude do universo e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais, entre o céu e a terra...;
 bem como percebendo que o caos, vagarosamente, vai se tornando Cosmos e sendo por nossa mente conscientizado.  

Quer dizer, nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

COM UM ABRAÇO ESTRELADO,
Janine Milward