quinta-feira, 30 de abril de 2015

Hercules e o Aglomerado Globular mais famoso dos céus do norte, M13.

Olá!

Gosto muitíssimo de observar
um grupo de estrelas
bem ao meu norte,
entre a Coroa Boreal e a Lira
(e sempre o Grande Triângulo do Norte
composto pelas estrelas alpha da Lira, do Cisne e da Águia
- Vega, Deneb e Altair, respectivamente -
nos atrai a atenção... )
e tornando mais fácil, digamos assim,
observarmos esse grupo de estrelas..,
 estrelas que formam uma figura meio desengonçada...
apresentando Hercules, o Homem Ajoelhado.

Em Hercules, estaremos encontrando
o Objeto Messier 13
- considerado o Aglomerado Globular mais famoso dos céus do norte.

Segundo Ronaldo Rogério Mourão,
"Mesmo a olho nu é visível como uma lastro pequeno e fosforescente 
e é um dos objetos favoritos a serem observados através o telescópio."

Com um abraço estrelado,
Janine Milward
.  

Programa Stellarium

Programa Stellarium




Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes



 HERCULES, O HOMEM AJOELHADO


Posicionamento:
Ascensão Reta 15h47m / 18h56m      Declinação +3o.9 / +51o.3


Mito:
Esta constelação foi colocada no céu como recordação dos trabalhos 
realizados por Hércules
 (sendo que os Doze Trabalhos do herói são representados pelas doze constelações do Zodíaco). 
Entretanto, existem outros relatos de que, durante a guerra entre os Deuses e os Titãs, 
os primeiros se situaram em uma parte dos céus que quase tombou com o peso caso Atlas e Hercules não tivessem segurado!  
Então, Hércules foi colocado no céu em comemoração a esse seu serviço.


Algumas Informações Interessantes acerca esta Constelação:
Próximo à estrela Upsilon Herculis, situa-se o Apex Solar.  
Nosso sistema solar está, de fato, em movimento em relação à galáxia da Via Láctea. 
 Seu movimento próprio traduz-se por um deslocamento aparente das estrelas. 
 A velocidade relativa do Sol em direção ao Apex
 é da ordem de 20 quilometros por segundo.


Fronteiras:
Ophiucus, Aquila, Sagitta, Vulpecula, Lyra, Draco, Bootes, Corona Borealis, Serpens



6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,

Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986





http://www.iau.org/static/public/constellations/gif/HER.gif




http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m13atlas.jpg
"Atlas Image [or Atlas Image mosaic] obtained as part of the Two Micron All Sky Survey (2MASS), a joint project of the University of Massachusetts and the Infrared Processing and Analysis Center/California Institute of Technology, funded by the National Aeronautics and Space Administration and the National Science Foundation." 



Messier 13

Globular Cluster M13 (NGC 6205), class V, in Hercules

Hercules Globular Cluster



[m13.jpg]
Right Ascension16 : 41.7 (h:m)
Declination+36 : 28 (deg:m)
Distance25.1 (kly)
Visual Brightness5.8 (mag) 
Apparent Dimension20.0 (arc min)

Discovered by Edmond Halley in 1714.

Messier 13 (M13, NGC 6205), also called the 'Great globular cluster in Hercules', is one of the most prominent and best known globulars of the Northern celestial hemisphere.

It was discovered by Edmond Halley in 1714, who noted that 'it shows itself to the naked eye when the sky is serene and the Moon absent.' According to Charles Messier, who cataloged it on June 1, 1764, it is also reported in John Bevis' "English" Celestial Atlas.
...............................................

LEIA MAIS
em
http://messier.obspm.fr/m/m013.html



http://www.stellarium.org/pt/

http://www.stellarium.org/pt/


http://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Aglomerado_Globular_de_H%C3%A9rcules#mediaviewer/File:Cumulo-globular-m13.JPG
Cumulo-globular-m13
Portscan - Obra do próprio



NGC 6205 - M 13 - Aglomerado Globular Hercules
Ascensão Reta 16h41       Declinação +36o.30
Magnitude fotográfica global 6,4       Diâmetro aparente 12’,9         Tipo Espectral F6
Magnitude média das 25 mais brilhantes estrelas (excluindo as 5 mais brilhantes) 13,85
Número conhecido de Variáveis 10          Distância kpc 6,3 
Velocidade Radial (km/s)   - 241

Este é considerado o aglomerado globular mais familiar do céu do norte.  
Mesmo a olho nu é visível como uma lastro pequeno e fosforescente 
e é um dos objetos favoritos a serem observados através o telescópio. 
O aglomerado contém cerca de 1 milhão de estrelas 
e estima-se que tenha cerca de 10 mil milhões anos 
e sua distância é de 34.000 anos-luz.



6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986


http://en.wikipedia.org/wiki/Messier_13
Heart of M13 Hercules Globular ClusterPublic Domain
This image, taken by the Advanced Camera for Surveys on the Hubble Space Telescope, shows the core of the great globular cluster Messier 13 and provides an extraordinarily clear view of the hundreds of thousands of stars in the cluster, one of the brightest and best known in the sky. Just 25 000 light-years away and about 145 light-years in diameter, Messier 13 has drawn the eye since its discovery by Edmund Halley, the noted British astronomer, in 1714. The cluster lies in the constellation of Hercules and is so bright that under the right conditions it is even visible to the unaided eye. As Halley wrote: “This is but a little Patch, but it shews it self to the naked Eye, when the Sky is serene and the Moon absent.” Messier 13 was the target of a symbolic Arecibo radio telescope message that was sent in 1974, communicating humanity’s existence to possible extraterrestrial intelligences. However, more recent studies suggest that planets are very rare in the dense environments of globular clusters. This picture was created from images taken with the Wide Field Channel of the Advanced Camera for Surveys on the Hubble Space Telescope. Data through a blue filter (F435W) are coloured blue, data through a red filter (F625W) are coloured green and near-infrared data (through the F814W filter) are coloured red. The exposure times are 1480 s, 380 s and 567 s respectively and the field of view is about 2.5 arcminutes across



http://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Aglomerado_Globular_de_H%C3%A9rcules#mediaviewer/File:Trouvelot_-_Star_clusters_in_Hercules_-_1877.jpg
Trouvelot - Star clusters in Hercules - 1877Domínio público
Esboço de M13, desenhado por Étienne Léopold Trouvelot em 1877
Star cluster Messier 13 in Hercules. From a study made in June, 1877. (Plate XIV from The Trouvelot Astronomical Drawings 1881)



Messier 13 (M13), also designated NGC 6205 and sometimes called the Great Globular Cluster in Hercules or the Hercules Globular Cluster, is a globular cluster of about 300,000 stars in the constellation of Hercules.
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M13 was discovered by Edmond Halley in 1714, and catalogued by Charles Messier on June 1, 1764.
It is located at right ascension 16h 41.7m and declination +36° 28'. With an apparent magnitude of 5.8, it is barely visible with the naked eye on a very clear night. Its diameter is about 23 arc minutes and it is readily viewable in small telescopes. Nearby is NGC 6207, a 12th magnitude edge-on galaxy that lies 28 arc minutes directly north east. A small galaxy, IC 4617, lies halfway between NGC 6207 and M13, north-northeast of the large globular cluster's center.
Messier 13
Heart of M13 Hercules Globular Cluster.jpg
The heart of Hercules Globular Cluster;
Credit: ESA/Hubble and NASA
Observation data (J2000 epoch)
ClassV[1]
ConstellationHercules
Right ascension16h 41m 41.24s[2]
Declination+36° 27′ 35.5″[2]
Distance22.2 kly (6.8 kpc)[3]
Apparent magnitude(V)+5.8[4]
Apparent dimensions(V)20 arcmins
Physical characteristics
Mass6×105[5] M
Radius84 ly[6]
Metallicity–1.33[7] dex
Estimated age11.65 Gyr[7]
Notable featuresone of the best-known clusters of the northern hemisphere
Other designationsNGC 6205[4]
See also: Globular clusterList of globular clusters
http://en.wikipedia.org/wiki/Messier_13



http://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Aglomerado_Globular_de_H%C3%A9rcules#mediaviewer/File:Messier_13_Hubble_WikiSky.jpg
Messier 13 Hubble WikiSky
en:NASAen:STScIen:WikiSky - en:WikiSky's snapshot tool - [1]




Os desenhos formados pelas estrelas
 - AS CONSTELAÇÕES - 
são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais,
 entre o céu e a terra..., 
bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente,
vai se tornando Cosmos
 e este por nossa mente sendo conscientizado.

Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward





http://www.ianridpath.com/atlases/urania/urania11.jpg



quarta-feira, 29 de abril de 2015

A Lira e o Anel

Olá!

Um dos objetos celestes mais maravilhosos que conhecemos
é a Nebulosa do Anel, M57,
na direção da belíssima constelação Lyra.

Caro Leitor,
aproveite os momentos de madrugadas sonolentas 
e antecipadoras da chegada do Sol,
madrugadas inundadas de estrelas e ausentes da luminosidade da Lua,
para bem poder apontar seu simpático telescópio
para essa preciosidade dos céus do norte.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward


Programa Stellarium

Programa Stellarium

Programa Stellarium



http://imgsrc.hubblesite.org/hu/db/images/hs-1999-01-a-full_jpg.jpg

Object Names: Ring Nebula, M57
Image Type: Astronomical
Credit: The Hubble Heritage Team (AURA/STScI/NASA)


http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/1999/01/image/a/format/web_print/




Carta Celeste realizada por Mario Jaci Monteiro
(invertido do branco original do papel por Janine)



LYRA, A LIRA


Posicionamento:
Ascensão Reta  18h12m / 19h26m     Declinação +25o.6 / +47o.7

Mito:
Mercúrio encontrou o casco de uma tartaruga  no Rio Nilo e descobriu que, depois que a carne havia sido consumida, poderia tocar as entranhas do animal e produzir música.  Ele fez uma lira com três cordas e ofertou a Orfeu, o filho de Caliope, que encantava feras, pedras e pássaros com sua música.  Depois que Orfeu foi degolado pelas mulheres da Trácia, Júpiter colocou a lira nos céus, a pedido de Apolo e das Musas.  Esta constelação também foi chamada de Vultur Cadens, pelos antigos.

Algumas Informações Interessantes acerca esta Constelação:
A Lira foi uma das primeiras constelações a serem descritas.

Fronteiras:
Hercules Vulpecula, Cygnus, Draco



6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



http://www.iau.org/static/public/constellations/gif/LYR.gif






One of the most famous of all planetary nebulae. A dying star has thrown off some of its outer material thousands of years ago. The nebula is situated 2.000 light years away in the constellation Lyra.
The NASA/ESA Hubble Space Telescope has captured the sharpest view yet of the most famous of all planetary nebulae: the Ring Nebula (M57). In this October 1998 image, the telescope has looked down a barrel of gas cast off by a dying star thousands of years ago. This photo reveals elongated dark clumps of material embedded in the gas at the edge of the nebula; the dying central star floating in a blue haze of hot gas. The nebula is about a light-year in diameter and is located some 2, 000 light-years from Earth in the direction of the constellation Lyra.
Credit:





http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/ringatlas.jpg

Messier 57

Planetary Nebula M57 (NGC 6720), type 4+3, in Lyra

Ring Nebula


[m57.jpg]
Right Ascension18 : 53.6 (h:m)
Declination+33 : 02 (deg:m)
Distance2.3 (kly)
Visual Brightness8.8 (mag) 
Apparent Dimension1.4x1.0 (arc min)




Discovered by Antoine Darquier de Pellepoix in 1779.
The famous ring nebula Messier 57 (M57, NGC 6720) is often regarded as the prototype of a planetary nebula, and a showpiece in the northern hemisphere summer sky.

Recent research has confirmed that it is, most probably, actually a ring (torus) of bright light-emitting material surrounding its central star, and not a spherical (or ellipsoidal) shell, thus coinciding with an early assumption by John Herschel. Viewed from this equatorial plane, it would thus more resemble the Dumbbell Nebula M27 or the Little Dumbbell Nebula M76 than its appearance we know from here: We happen to view it from near one pole.

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M57 was the second planetary nebula to be discovered (in January 1779), 15 years after the first one, M27Antoine Darquier de Pellepoix (Darquier), who discovered the Ring Nebula only a few days before Charles Messier found and cataloged it, described it as "a dull nebula, but perfectly outlined; as large as Jupiter and looks like a fading planet." This comparison to a planet may have influenced William Herschel, who found the objects of this type resembling the planet newly discovered by him, Uranus, and introduced the name "Planetary Nebulae". Herschel described M57 as "a perforated nebula, or ring of stars;" this was the first mention of the ring shape. Oddly, the inventor of the name "Planetary Nebula" did not count this most prominent representative in this object class, but described it as a "curiosity of the heavens", a peculiar object. Herschel also identified some of the superimposed stars, and correctly assumed that "none [of them] seems to belong to it."

M57 is very easy to locate as it is situated between Beta and Gamma Lyrae, at about one-third the distance from Beta to Gamma. It can be seen with binoculars as an almost stellar object, difficult to identify just because of its small apparent diameter. In smaller amateur telescopes, the ring becomes apparent at about 100 magnification, with a darker middle; a 12th-mag star is east of the planetary nebula, about 1' of the center. If ever color is notable, the Ring Nebula appears slightly greenish, not unexpected because most of its light is emitted in few green spectral lines. Even in small scopes, a slight ellipticity can be noted, with major axis in a position angle of about 60 deg. With increasing aperture and under good condition, more and more detail becomes visible, but even in large instruments, the central star will be apparent only under exceptionally good conditions, or with the help of filters. In large instruments, several very faint foreground or background stars can be glimpsed within the nebula's extension under very good conditions.

Of the neighboring stars, Beta Lyrae (Sheliak) is a notable eclipsing binary, with components of spectral type B7 and A8, varying between mag 3.4 and 4.4 with a period of 12.91 days. Gamma Lyrae (Sulaphat, Arabic for "Tortoise") is a giant of spectral type B9 III and mag 3.2 with a mag 12 companion at 13.8" distance in position angle 300 deg. The 0.4' small and 14.4-mag faint galaxy IC 1296 is situated just 4' NW of M57 and can be found with large instruments.

LEIA MAIS
em
http://messier.obspm.fr/m/m057.html




 http://www.stellarium.org/pt/

 http://www.stellarium.org/pt/

 http://www.stellarium.org/pt/


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M57 - NGC 5720 - A Nebulosa do Anel
Ascensão Reta  18h53m35      Declinação +33o.01 m4
Tipo Nebulosa Planetária   NP      Dimensão  1,2       Magnitude 18
Magnitude da Estrela associada   15         Distância em anos-luz 5,0

A um terço da distância entre as estrelas Beta e Gamma Lyrae, encontra-se a maravilhosa Nebulosa do Anel, NGC 6720, M57, descoberta em 1772 embora sua forma aparentemente anular tenha sido revelado mais tarde, por William Herschel em suas observações.
Sua magnitude é de 9 e sua dimensão é de 2.5”. 
Esta é uma das mais familiares nebulosas planetárias. 

Telescópios mostram sua forma um tanto indefinida em suas extremidades, com uma abertura escura ao centro acolhendo pálidas estrelas bem como, através lentes potentes, uma estrela também pálida se revela.  É uma estrela azul-anã, muito quente.  A intensa radiação dessa estrela é absorvida pela nebulosa e re-emitida na região visível. 

O espectro da nebulosa e da estrela central é puramente gasoso.  Embora pareça oval para nossos olhos, é supostamente quase circular porém visto obliquamente.  Esta nebulosa pode ser visualizada através telescópios pequenos.

Surgindo pela morte de estrela parecidas com o Sol, as nebulosas planetárias representam a breve porém gloriosa fase final da evolução estelar. Os envoltórios gasosos são ionizados por uma fonte central extremamente quente, o núcleo colapsado de uma estrela que esgotou todo o combustível por fusão nuclear.


6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986


Mapping the Ring Nebula's Structure

http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2013/13/image/e/format/web_print/
This illustration depicts a sideways view of the Ring Nebula, as deduced by astronomers using new Hubble observations. The doughnut-shaped feature in the center of the graphic is the main ring. The lobes above and below the ring comprise a football-shaped structure that pierces the ring. Dense knots of gas are embedded along the ring's inner rim.
Object Names: Ring Nebula, M57, NGC 6720
Image Type: Illustration
Credit: NASAESA, and A. Feild (STScI)
http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2013/13/image/e/


Nebulosa do Anel (também conhecida por M57 ou NGC 6720), fica a 2.300 anos-luz da Terra, na constelação de Lira. Está entre os mais notáveis exemplos de nebulosa planetária. Foi descoberta por Antoine Darquier de Pellepoix em 1779. Esse nome é porque seus gases parecem um anel ou as pétalas de uma rosa cósmica.
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Descoberta e visualização

Pode ser visto com
 binóculos como um objeto quase estelar, difícil de identificar como uma nebulosa planetária devido ao seu diâmetro aparente pequeno. Nos pequenos telescópios amadores, o anel se torna evidente a uma magnificação 100. Em instrumentos ópticos mais potentes, é possível identificar uma cor esverdeada; a maior parte de suas linhas espectrais estão no comprimento de onda ao redor do verde devido à dupla ionização do oxigênio presente nos gases que formam a nebulosa.5Messier 57 foi a segunda nebulosa planetária a ser descoberta na história, em 1779, 15 anos após a primeira, a nebulosa do Haltere (M27). Antoine Darquier de Pellepoix descobriu a nebulosa pouco dias antes de Charles Messier redescobrir o objeto independentemente, descrevendo-o como uma "nebulosa ordinária, mas perfeitamente definida, tão grande quanto Júpiter quanto ao diâmetro aparente e parece-se como um planeta tênue." Esta comparação a um planeta pode ter influenciado William Herschel, descobridor de Urano, que associou esses objetos como o mais novo planeta descoberto por ele e introduziu a denominação "nebulosa planetária". Descreveu-a como uma "nebulosa perfurada", ou um "anel de estrelas", a primeira menção histórica de seu formato de um anel. Entretanto, o inventor do nome "nebulosa planetária" não classificou a nebulosa como tal, mas descerveu-a como "uma curiosidade dos céus", um objeto peculiar.5
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Nebulosa do Anel

Nebulosa do Anel, Telescópio Espacial Hubble
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoLyra
Asc. reta18h 53m 35,079s1
Declinação+33° 01′ 45,03″1
Magnit. apar.8,82
Distância2 300 al (700 pc)3 4 anos-luz
Dimensões1,9 x 1,9 3 minutos de arco
Características físicas
Raio1,3 al
Magnit. absol.-0,2
Outras denominações
Messier 57, NGC 6720,1
Nebulosa do Anel

http://pt.wikipedia.org/wiki/Nebulosa_do_Anel


Compass and Scale Image for Ring Nebula (HST only)

http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2013/13/image/d/format/web_print/

Object Names: Ring Nebula, M57, NGC 6720
Image Type: Astronomical/Illustration
Credit: NASAESA, and Z. Levay (STScI)
http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2013/13/image/d/


Saiba mais
Sobre a Constelação da Lira,
acessando meu Trabalho em
http://sobrelyra.blogspot.com.br/






Os desenhos formados pelas estrelas
 - AS CONSTELAÇÕES - 
são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais,
 entre o céu e a terra..., 
bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente,
vai se tornando Cosmos
 e este por nossa mente sendo conscientizado.

Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward




http://www.ianridpath.com/atlases/urania/urania14.jpg