sábado, 30 de maio de 2015

CASTOR E POLLUX: Astronomia, História e o Mito em suas Representações várias


Olá!

Ainda comentando sobre a doce e iluminada visita de Vênus 
à constelação dos Gêmeos Castor e Pollux,
nesta Postagem, Caro Leitor,
encontre alguma informação sobre
CASTOR E POLLUX 
– A Constelação Gemini e As Estrelas Alpha e Beta Geminorum:
 Astronomia, História e o Mito em suas Representações várias.


Stellarium
Stellarium



Penso que é interessante divagarmos um tantinho
sobre alguns dos Mitos que contam sobre esses irmãos.

Castor e Pollux são filhos de Leda, casada com Tíndaro.
No entanto, Leda foi seduzida por Júpiter transmutado em Cisne
e logo após teve uma noite de amor com seu marido.

De alguma forma, a semente advinda de Júpiter (o Cisne)
foi tão forte que dois ovos foram paridos:
um trouxe à luz Pollux e uma irmã e são considerados filhos de Júpiter
enquanto o outro ovo trouxe à luz Castor e uma irmã 
e são considerados filhos de Tíndaro.

Existem controvérsias a respeito dessas filiações.
Quer dizer, 
sabe-se que Leda é a mãe das quatro crianças nascidas de dois ovos,
porém são contadas histórias que narram
que Castor e Pollux vieram à luz a partir de um mesmo ovo
e as duas irmãs ocuparam o outro ovo.

Mesmo que Castor e Pollux sejam considerados como filhos de Júpiter,
o primeiro tomou para si um tom mais terreno, digamos assim,
enquanto o segundo tomou para si um tom mais celeste.

No entanto, existe uma insistência mítica em se considerar
Castor como filho de Tíndaro e, portanto, um ser mortal;
e em se considerar Pollux como filho de Júpiter e, portanto, um ser imortal.

O tema de amor entre Leda e o Cisne
tem sido sempre motivação de inspiração pictórica
e para ser cantado em prosa e em verso
bem como para a formulação de conceitos na religião e na psicanálise!

Richard H. Allen, em seu insubstituível livro
Star Names, Their Lore and Meaning,
nos traz um longo relato sobre a constelação dos Gêmeos Castor e Pollux
e nos revela que desde tempos bem remotos 
e em regiões espraiadas pelo mundo,
esse Asterismo é considerado como dois irmãos!

Nesta Postagem, Caro Leitor,
encontre alguma informação sobre
CASTOR E POLLUX 
– A Constelação Gemini e As Estrelas Alpha e Beta Geminorum:
 Astronomia, História e o Mito em suas Representações várias


Com um abraço estrelado,

Janine Milward


Mario Jaci Monteiro - Cartas Celestes, As Constelações 
Apoio: CARJ/MEC/CAPES/PADCT-SPEC



 GEMINI, OS GÊMEOS



Posicionamento:
Ascensão Reta  5h57m / 8h6m    Declinação +10o.0 / +35o.4

Mito:
Esta constelação representa Castor e Pollux, os filhos gêmeos de Leda e Júpiter.


Algumas Informações Interessantes acerca esta Constelação:

A origem deste asterismo prende-se à coincidência 
de estar o sol nesta região do céu no período posterior às inundações do Nilo, 
precedendo a época da germinação e anunciando a fecundidade. 

 Inscrições existentes no túmulo de Ramsés VI, do século XIIII AC, 
mostram dois brotos de plantas no lugar dos Gêmeos: 
e à semelhança desta representação, no Atlas Celeste de Bayer,
 Pollux é encontrado armado de uma foice.

Na antiguidade, a constelação dos Gêmeos foi freqüentemente representada 
pela figura de duas estrelas sobre um navio,
 pois Castor e Pollux são considerados 
divindades protetoras dos marinheiros e viajantes.


Fronteiras:
A constelação Gemini situa-se entre 
Câncer, Lyinx, Auriga, Taurus, Orion, Monóceros e Canes Minor


- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




Programa Stellarium




CASTOR E POLLUX


http://zerolexa.deviantart.com/art/Castor-and-Pollux-311628680
Antoine Coysevox [French Baroque Era Sculptor, 1640-1720)


OS GÊMEOS CASTOR E POLLUX 
SENDO REPRESENTADOS PELAS DUAS ESTRELAS MAIS IMPORTANTES
 DA CONSTELAÇÃO DOS GÊMEOS:


É sempre interessante observarmos o fato de que 
Castor é considerada a estrela-alpha Geminorum, sim, 
porém é a estrela-beta Geminorum, Pollux, que é mais luminosa!


Castor.  Alpha Geminorum.  Estrela Dupla
Ascensão Reta 07h 33,3m - Declinação + 31o 56’
Magnitude visual 1,99 e 2,9 - Distância 45 anos-luz
Distância entre estrelas 2”,47

Uma estrela binária,  branco brilhante e branco pálido, situada na cabeça do Gêmeo ao norte.  Representa Castor, o mortal entre os dois Gêmeos, famoso por suas habilidades em domar e tratar cavalos.  Leda, esposa de Tindarus, rei de Esparta, é a mãe de Castor e Pollux.



Pollux - Beta Geminorum
Ascensão Reta 07h44,1m - Declinação +28o.05
Magnitude visual 1,21 - Distância 35 anos-luz

Uma estrela alaranjada situada na cabeça do Gêmeo ao Sul.  Representa Pollux, filho de Júpiter e Leda, e é o imortal entre os gêmeos,  famoso por sua habilidade no boxe.  Muitas vezes chamado de Hercules e simbolicamente nomeado como um Juiz sem Coração.


- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




http://www.iau.org/static/public/constellations/gif/GEM.gif


GeminiGêmeos ou Gémeos, é uma constelação do zodíaco. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Geminorum. As constelações vizinhas, de acordo com as fronteiras modernas, são LynxAurigaTaurusOrionMonocerosCanis Minor e Cancer. O planeta-anão Plutão foi descoberto próximo a Wasat, δ Gem, em 1930, porClyde Tombaugh.
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História e mitologia

O ícone da constelação é ♊ e tem origem no ideograma acadiano correspondente ao mês Kas, quando o Sol entrava em Gemini. Também pode ter vindo do algarismo romano correspondente a dois. A constelação de Gemini representa Castor (α) e Pólux (β), irmãos de Helena de Troia, na mitologia grega.
Certa feita, Zeus havia se apaixonado por Leda, esposa do rei de EspartaTíndaro. Para se aproximar dela, Zeus se transformou em um belo cisne. Dessa paixão foram gerados os gêmeos Castor e Pollux.1 Os dois tiveram os melhores tutores da época. Castor se transformou num excepcional cavalheiro; o seu irmão Pollux em um verdadeiro guerreiro. Porém, certa vez os irmãos desafiaram dois jovens para um duelo pela mão de duas jovens que já estavam prometidas. Nessa batalha Castor foi morto. Desesperado pela perda do irmão, Pollux tentou se matar para encontrar o irmão, mas era imortal e não conseguia. O drama foi então imortalizado nos céus, onde os gêmeos aparecem abraçados.
No entanto, existe uma corrente mística que dá à constelação um simbolismo mais rico: os dois rapazes seriam, na verdade, Apolo, brilho e luz, e Hércules, força e coragem. É assim que, em muitos tratados, um dos gêmeos aparece segurando arco, flecha e lira, enquanto o outro aparece com uma clava.
Os egípcios faziam ali a representação do deus Hórus, sendo um o Hórus velho e o outro o Hórus novo.
Existem outros mitos concernentes aos gêmeos, e um deles teria dado origem ao mito do gado de Gerião, que constitui um dos Doze Trabalhos de Hércules.
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LEIA MAIS
em




http://www.ianridpath.com/atlases/urania/urania18.jpg


Stellarium

Alpha Geminorum, conhecida como Castor, é a segunda estrela mais brilhante da constelação de Gemini e está a 52 anos-luz da Terra.
Na verdade Castor é um sistema estelar composto de duas estrelas principais, Castor A e Castor B separadas de 6 segundos de arco e com um período orbital de 470 anos,10 e uma terceira estrela mais fraca, denominada Castor C.
Castor surge ao olho nu como uma estrela de magnitude aparente 1,6. No entanto, a observação com pequenos telescópios revela duas estrelas: Castor A, de magnitude 1,9, e Castor B, de magnitude 2,9. Mais difícil de observar é Castor C. Esta terceira estrela do sistema tem magnitude 9 e é uma anã vermelha. O mais curioso é que cada uma destas três estrelas é um sistema binário de estrelas. Estes binários não podem ser observados diretamente e nem mesmo com os mais potentes telescópios, dada a proximidade entre as estrelas que os constituem. A descoberta e estudo de binários como estes é apenas possível a partir de estudosespectroscópicos. A estrela Castor é, portanto, um sistema de 6 estrelas ligadas entre si pela acção da gravidade.
A componente C possui a designação de estrela variável YY Geminorum.11

Cultura e etimologia

O nome Castor refere-se ao irmão mortal dos Dióscuros, filho de Leda e Tíndaro. Junto com seu irmão gêmeo, Pólux, dão o nome à constelação de Gemini.
A estrela também leva o nome árabe Al-Ras al-Taum al-Muqadim, que literalmente significa "A Cabeça do Primeiro Gêmeo". Os chineses reconheceram esta estrela como Yin, que é, de acordo com o taoismo, um dos dois princípios fundamentais nos quais todas as coisas dependem.
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Stellarium

Pólux ou Pollux (Beta Geminorum, β Gem, β Geminorum) é a estrela mais brilhante da constelação de Gemini e a 17ª mais brilhante de todo o céu,10 com umamagnitude aparente de 1,14.2 Junto com Castor, é um dos gêmeos representados no contorno da constelação. Com base em sua paralaxe, está a aproximadamente 33,78 anos-luz (10,36 parsecs) da Terra.1 Em 2006, foi confirmada a existência de planeta extrassolar orbitando-a.6 Pólux é a estrela mais brilhante com um planeta conhecido.10
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Propriedades

Pólux é maior que o Sol, com cerca de duas vezes sua massa e quase nove vezes seu raio.5 6 No passado uma estrela de classe A da sequência principal,5 Pólux já consumiu todo o hidrogênio de seu núcleo e evoluiu tornando-se uma estrela gigante com uma classificação estelar de K0 III.3 Irradia 43 vezes mais luminosidade que o Sol7 de sua atmosfera externa a uma temperatura efetiva de 4 666 K,6 o que dá a ela o brilho alaranjado típico de estrelas de classe K.11...........................
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Nomenclatura

As estrelas Castor e Pollux refere-se especificamente aos personagens mitológicos gregos Castor e Pólux,10 os filhos de Leda.

Pólux era antigamente conhecida como Abrachaléus.14 15
No catálogo de estrelas no Calendarium of Al Achsasi Al Mouakket, esta estrela era designada Muekher al Dzira, o que foi traduzido em latim como Posterior Brachii, significando o fim na pata.16
Em chinês北河 (Běi Hé), significando Rio do Norte, refere-se a um asterismo consistindo de Pólux, ρ Geminorum e Castor.17 Pólux em si é conhecida como 北河三(Běi Hé sān, a Terceira Estrela do Rio do Norte.)18
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Excerto da constelação de Gemini - Mario Jaci Monteiro - Cartas Celestes, As Constelações - CARJ




Star Names
Their Lore and Meaning 

by
Richard Hinckley Allen 

as reprinted
in the Dover edition, 1963
The text is in the public domain.

http://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Gazetteer/Topics/astronomy/_Texts/secondary/ALLSTA/Gemini*.html
Then both were cleans'd from blood and dust
To make a heavenly sign;
The lads were, like their armour, scour'd,
And then hung up to shine;
Such were the heavenly double-Dicks,a
The sons of Jove and Tyndar.
John Grubb, in Percy's Reliques of Ancient English Poetry.


Gemini, the Twins.

The conception of a sky couple for these stars has been universal from remote antiquity, but our Latin title dates only from classical times, varied by Gemelli, which is still the Italian name.  .....................................................................................................................................
(Leia o resto deste Texto ao final desta Postagem, Caro Leitor)

α, Binary, 2.7 and 3.7, bright white and pale white.

Castor, Ovid's Eques, the Horseman of the Twins, and the mortal one as being the son of Tyndarus, is the well-known name for this star, current for centuries; but in later Greek days it was Ἀπόλλων, and Apollo with the astronomers even through Flamsteed's time.
It will be remembered that till toward the Christian era this name for the god of day was the title of the planet Mercury when morning star,1a its rapid orbital movement and nearness to the sun preventing its earlier identification with the evening star,1b which was designated, as now, after the gods of thieves and darkness. In Percy's Reliques Mercury is described as "the nimble post of heaven"; Goad, in 1686, called it
a squirting lacquey of the sun, who seldom shows his face in these parts, as if he were in debt;
while this same quick motion induced the alternative word of the chemists for quicksilver, as well as for the very uncomfortable human temperament that Byron described:
a mercurial man
Who fluttered over all things like a fan.
Notwithstanding, however, the supposed difficulty of seeing Mercury, — Copernicus died regretting that he had never observed it, although this was doubtless partly due to his high latitude and the mists arising from the Vistula at Thorn, — the canon Gallet, whom La Lande styled Hermophile, saw it 100 times, and Baily said that Hevelius observed it 1100 times! Indeed, it is easily visible in the latitude of New York City for several days, at its elongation, if one knows where to look for it.
But to return to our star Castor.
It was Ἀπέλλων in the Doric dialect, which degenerated into AfelarAphellonAphellanApullumAphellar, and Avellar; the Avelar of Apian2of the 16th century subsequently appearing as Anelar, the Alfonsine Anhelar.
p231Caesius had the synonymous Phoebus, and also cited Theseus, but this should rather be applied to β as another title of the original Hercules. Bayer gave Rasalgeuze; and Riccioli, Algueze vel potius Elgiautzi, but these also better belong to β.
The Babylonians used Castor to mark their 11th ecliptic constellation, Mash-mashu-Mahrū, the Western One of the Twins; while with Pollux the two constituted Mas-tab-ga-gal-gal, the Great Twins. In Assyria they were Mas-mas and Tuāmu, the twins, although that country knew other twin stars here as well as elsewhere in the sky. As an object of veneration Castor was Tur-us-mal-maχ, the Son of the Supreme Temple; but in astrology, everywhere, it has been a portent of mischief and violence.
When the Arabians adopted the Greek figures they designated this star as Al Rās al Taum al Muḳaḍḍim, the Head of the Foremost Twin; but, according to Al Tizini, the early and indigenous term was Al Awwal al Dhirāʽ, the First in the Paw or Forearm. Reference was made by this to the supposed figure of the enormous early Lion, the nomads' Asad, the Outstretched Forearm of which α and β marked as Al Dhirāʽ al Mabsuṭāt. This extended still further over Gemini, the other, the Contracted one, Al Maḳbūḍah, running into Canis Minor. The rest of this monstrosity included Cancer, part of our Leo, Boötes, Virgo, and Corvus, as was mentioned by Kazwini, and commented on by Ideler, who sharply criticized mistakes in its construction. Al Bīrūnī also described this ancient figure, especially complaining of the many errors and much confusion in the Arab mind as to the nomenclature of the two stars, although he himself used titles for them generally applied only to Sirius and Procyon. Ideler and Beigel attributed this exaggerated and incongruous formation to blunders of misunderstanding and transcription by early writers and copyists. Indeed, the former asserted that the whole was the creation of grammarians who knew nothing of the heavens, and arbitrarily misrepresented older star-names.
The two bright stars were the 5th manzilAl Dhirāʽ, and the 5th nakshatraPunarvarsū, the Two Good Again; Aditi, the sky goddess, mother of the Adityas, being the presiding divinity, and β marking the junction with Pushya, the next nakshatra. They also constituted the 5th sieuTsing, a Well, or Pit, anciently Tiam, although this was extended to include εdζλξγν, and μ, Biot making the last the determinant star.
α and β also were a distinct Chinese asterism, Ho Choo, and with γ and δ were Pih Ho.
As marking lunar stations, Brown thinks them the Akkadian Supa, Lustrous; the Coptic Pimafi, the Forearm; the Persian Taraha, the SogdianGhamb, and the Khorasmian Jiray, — these last three titles signifying the p232Two Stars. Hyde wrote that the Copts knew it as Πιμάι, orΠιμαίντεκεων, the Forearm of the Nile; κεων being for Gihon, a name for that river.
Castor is 7° north of the ecliptic, but, although literally heading the constellation, is now fainter than its companion, and astronomers generally are agreed that there has been inversion of their brilliancy during the last three centuries. It culminates on the 23d of February.
It is among
those double stars
Whereof the one more bright
Is circled by the other,
viewed by the Self-indulgent Soul of Tennyson's Palace of Art; and Sir John Herschel called it the largest and finest of all the double stars in our hemisphere; while the rapid revolution of its two components first convinced his father of the existence of binary systems. But Bradley had already noticed a change of about 30° in their angle of position between 1718 and 1759, and "was thus within a hair's breadth of the discovery of their physical connection," afterwards predicted, in 1767, by the Reverend John Mitchell, and positively made in 1802 by Sir William Herschel, who coined the word "binary" now applied to this class of stars. Burnham wrote in 1896 that we have only 36 pairs whose orbits can be said to be well determined, and about 230 other pairs probably binary systems; and there are 1501 other pairs, within 2ʺ of space between the components, from which the foregoing number may be increased; as well as other pairs now known only as having a common proper motion.3 Of course the stars observed till now have been almost entirely in the northern heavens, — within 120° of the pole, — so that these numbers may be largely added to as astronomers turn their attention to the southern skies with this object in view.
The orbit of Castor is such, however, that the observations of even a century do not enable us to calculate its size or period with any certainty; but the period certainly is long, — probably between 250 and 1000 years. The components at present are about 5ʺ.7 apart, equal to the angle subtended by a line an inch long at the distance of half a mile. Their position angle is about 227°.
The spectrum is of the Sirian type, and, according to the Potsdam observers, the star is approaching us at the rate of 18.5 miles a second. In 1895 Belopolsky announced that the larger star, like Spica, is a spectroscopic p233binary, completing its revolution in less than three days around the centre of gravity between it and an invisible companion, with a velocity of about 15½ miles a second.
Burnham thinks that the 9.5‑magnitude star, 73ʺ distant, forms, with the two larger, one vast physical system.
In 1888 Barnard found five new nebulae within 1° of Castor.

β, 1.1, orange,

is Pollux, formerly Polluces, the Greek Πολυδευκής; Ovid's Pugil, the Pugilist of the Two Brothers, and the immortal one as being son of Zeus.
As companion of Ἀπόλλων, this was Ἡρακλῆς and Ἡρακλέης, descending to Flamsteed's day as Hercules, and degenerating, in early catalogues, into Abrachaleus, that Caesius derived from the Arabic Ab, Father, and the Greek word; this being contracted by some to Aracaleus, by Grotius to Iracleus, by Hyde to Heraclus, and by Riccioli to Garacles. All these are queer enough, as are some of Castor's titles; but what shall be said of Riccioli's Elhakaac, that he attributes to the Arabs for α and β jointly, and Ketpholtsuman for β alone, and with no clue to their origin!
It was the early Arabs' Al Thānī al Dhirāʽ, the Second in the Forearm; but the later termed it Al Rās al Taum al Mu᾽aḣḣār, the Head of the Hindmost Twin, and Al Rās al Jauzā᾽, the Head of the Twin, — the Alfonsine Rasalgense and Rasalgeuze, that elsewhere is Rasalgauze. Riccioli cited Elhenaat, but this he also more properly gave to γ.
β was the determinant of the 12th Babylonian ecliptic asterism Mash-mashu-arkū, the Eastern One of the Twins; and individually Mu-sir-kes-da, the Yoke of the Inclosure.
It lies 12° north of the ecliptic, the zodiac's boundary line running between it and Castor; and Burnham has found five faint companions down to 13.5 magnitude.
Elkin gives its parallax as 0ʺ.057; and Scheiner, its spectrum as Solar; its rate of recession from us being about one mile a second.
It is one of the lunar stars made use of in navigation; and, in astrology, differed from its companion in portending eminence and renown.
Ptolemy characterized β as ὑπόκιρρος, a favorite word with him for this star-tint, and generally supposed to signify "yellowish" or "reddish," Bayer correctly following the former in his subflava; but the Alfonsine Tables of 1521 translated it quae trahit ad aerem, et est cerea. Miss Clerke, somewhat strongly, says "fiery red."
The two lucidae probably bore the present title of the constellation long p234antecedent to the latter's formation; they certainly were the Mas-mas, or twins, of the Assyrians, independent of the rest of the figure.
As a convenient measuring-rod it may be noted that α and β stand 4½° apart; and this recalls an early signification of their manzil title, Al Dhirāʽ, the Arabs' Ell measure of length that the stars were said to indicate. This naturally became the dual Al Dhirā᾽ān that also was used on the Desert for other similar pairs of stars.





CASTOR E POLLUX


http://zerolexa.deviantart.com/art/Castor-and-Pollux-311628680
Antoine Coysevox [French Baroque Era Sculptor, 1640-1720)



O MITO E SUAS REPRESENTAÇÕES VÁRIAS



Leda e o Cisne

Esse é um Mito bem interessante, realmente,
pois que Leda, a mãe, trouxe à luz dois pares de gêmeos
- sendo que, aparentemente, 
Castor e Clitemnestra eram filhos do marido de Leda, o Rei Tíndaro,

enquanto Pollux e Helena eram filhos de Júpiter

(que transmutou-se num Cisne

 - para fugir dos olhos atentos de Juno, sua mulher -
e fazer amor e emprenhar Leda).



O tema de amor entre Leda e o Cisne
tem sido sempre motivação de inspiração pictórica
e para ser cantado em prosa e verso
bem como para a formulação de conceitos na psicanálise!



Com um abraço estrelado,
Janine Milward






Animais > Aves > Cisne-branco > Cisne
http://bicharada.net/animais/pop.pix.php?f=1310



Mitologia - José Saramago


Ou deuses, noutros tempos, eram nossos
Porque entre nós amavam. Afrodite
Ao pastor se entregava sob os ramos
Que os ciúmes de Hefesto iludiam.

Da plumagem do cisne as mãos de Leda,
O seu peito mortal, o seu regaço,
A semente de Zeus, dóceis, colhiam.

Entre o céu e a terra, presidindo
Aos amores de humanos e divinos,
O sorriso de Apolo refulgia.

Quando castos os deuses se tornaram,
O grande Pã morreu, e órfãos dele,
Os homens não souberam e pecaram.

http://litura-terra.blogspot.com.br/2011/10/mitologia-jose-saramago.html




O MITO E SUAS REPRESENTAÇÕES VÁRIAS



“LEDA E O CISNE”, de Leonardo Da Vinci, em cópia do século 16 - Leda é a esposa de Tíndaro, rei de Esparta, seduzida por Zeus transfigurado em um cisne, do qual gerou dois ovos, um com os gêmeos Castor e Pólux e outro com as gêmeas Helena e Clitemnestra. Conservada pela Galleria Borghese, em Roma, esta é uma cópia realizada por um discípulo direto de Leonardo Da Vinci (1452-1519), provavelmente Cesare da Sesto. A obra original do gênio, feita sobre painéis de madeira entre 1510 e 1515, foi vista pela última vez em 1691, num castelo francês, em mau estado de conservação. Além da desaparecida pintura com Leda em pé, cercada pela libidinosa figura do cisne, é provável, segundo os desenhos originais conservados, que Da Vinci tenha pintado também a mulher ajoelhada, obra da qual restaram apenas cópias de alta qualidade. - 

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Leda
(Segundo o Dicionário de Mitologia Grega e romana)

Tíndaro, quando oferecia certo dia um sacrifício aos deuses do Olimpo,
esqueceu-se de Afrodite. A deusa do amor, ofendida, resolveu vingar-se
com as suas próprias armas, primeiro sobre a esposa de Tíndaro e
depois sobre a sua descendência.

E, assim, quando um dia Leda se banhava no Eurotas, viu aproximar-se
um cisne que fugia de uma águia. A águia era Afrodite e o cisne era
Zeus que a deusa enviara junto de Leda e que, sob este disfarce, não
suscitara nenhuma desconfiança. Leda acolheu o cisne nos seus braços e
ele cobriu-a de carícias.

No decurso da noite que se seguiu, a rainha deitou-se com seu marido e
fizeram amor. As crianças que nasceram desta dupla gravidez
manifestaram-se sob uma aparência singular. Leda chocou dois ovos que
continham, cada um deles, dois ocupantes de sexos diferentes: um,
Pólux e Helena (filhos de Zeus), o outro, Castor e Clitemnestra
(filhos de Tíndaro).

Certos autores propõem uma outra repartição no interior dos ovos,
avançando que Castor e Pólux estavam reunidos no mesmo ovo. Qualquer
que seja a solução, os gêmeos receberam o nome de Dioscuros, derivado
de duas palavras gregas que significam: os filhos de Zeus. Afrodite,
fiei ao seu ressentimento, transformou-os, quer a um, quer a outro, em
seres perfeitamente enlouquecidos pela chama do amor.

Quanto a Helena e Cliternnestra, estas irão ser, por sua vez, as
principais vítimas da vingativa deusa, arrastando não só a sua família
mas também os seus próximos e o conjunto do mundo grego, para os
dramas mais sangrentos.

A aventura de Leda com o cisne é uma das histórias mais frequentemente
citadas desde a Antiguidade. Ela deu origem a muitas representações
figuradas: Leonardo da Vinci (conhecido pelas cópias, pois o original
perdeu-se), Le Corrège (Berlim), Tintoreto (Florença), Veronese
(Dijon), Largiliière (Madrid), Boucher (Estocolmo); estátuas de
Falconet (Louvre) e de Mailloi (1900).




"Leda and the Swan 1505-1510" por Cesare da Sesto - Web Gallery of Art:   Image  Info about artwork. Licenciado sob Domínio público, via Wikimedia Commons - http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Leda_and_the_Swan_1505-1510.jpg#/media/File:Leda_and_the_Swan_1505-1510.jpg




Leda e o Cisne é uma pintura de Leonardo da Vinci representando Leda – rainha de Esparta – e Zeus, transfigurado em cisne. O estilo de Leonardo é muito bem comportado, parece ser o primeiro nu de suas obras. Mas em sua época essa pintura foi tratada por seus contemporâneos como um tema muito erótico.
Aqui se pode observar toda a sua técnica sobre perspectiva aérea. Em primeiro plano as linhas dos contornos são mais vivos e à medida que a imagem vai se afastando, ela perde a nitidez, devido à atmosfera.
A obra original foi destruída, porém, uma cópia feita por um dos discípulos de Leonardo se encontra na Galleria Borghese em Roma.





http://www.europeana.eu/portal/record/02030/MatrizNet_Objectos_ObjectosConsultar_aspx_IdReg_250121.html

Considerações sobre a influência da religião na arte

POR Domingos de Souza Nogueira Neto*

O estudo das religiões antigas tem sido fonte de permanente inspiração no mundo das artes. A música, a poesia, a pintura, a escultura, toda forma de arte tem a marca do pensamento religioso de determinada época e lugar. As religiões panteístas, cujo fundamento é o de que deuses se confundem com elementos da natureza, foram as primeiras crenças humanas registradas e ainda eram comuns entre populações indígenas de diversos continentes até o advento da modernidade. O politeísmo, crença em diversos deuses e deusas, sucedeu o panteísmo, ainda que carregado pela marca do pensamento religioso anterior. Thor foi o deus do trovão para os nórdicos. Xangô é o orixá do fogo, dos raios e das tempestades para o nosso candomblé. Apolo – também conhecido com Febo (brilhante) na mitologia grega – é considerado o deus da juventude e da luz, identificado primordialmente como uma divindade solar. Amaterasu (天照), também conhecida como Amaterasu-Oho-No- -Kami (天照大神), cujo nome significa “grande deusa augusta que ilumina o céu”, é a deusa do sol, a divindade japonesa que vela sobre os homens e os enche de benefícios. Nasceu do olho esquerdo de Izanagi (伊邪那岐) e domina o panteão xintoísta. Na tradição hindu, Shiva é o destruidor, que aniquila para construir algo novo, motivo pelo qual muitos o chamam de “renovador” ou "transformador". As primeiras representações de Shiva surgiram no período neolítico (em torno de 4000 a.C.), na forma de Pashupati, o “senhor dos animais”.
Depois disso, com o advento do domínio do homem sobre a natureza, após as construções de uma hegemonia patriarcale de determinada ética filosófica que legitimasse as relações sociais estabelecidas e desse sentido à perplexidade da humanidade diante de impasses não resolvidos pela metafísica, foi imposta a crença em um só Deus, homem (e não se enganem com a ideia de que, para as religiões monoteístas, Deus seria etéreo e assexuado, porque a adoção da imagem masculina tem razões antropológicas e históricas bem-definidas). Assim, surgiram o cristianismo, o islamismo, a fé bahá'í, o espiritismo, o judaísmo e o zoroastrismo, por exemplo. Cada linha de pensamento religioso tem peculiaridades, riquíssimas, nas suas relações com as artes: os cânticos religiosos, os poemas em formatos próprios, as vestimentas, a arquitetura dos templos, a pintura, a escultura, a dramaturgia A mitologia grega foi a que mais – entre todas as construções do pensamento religioso – seduziu, intrigou e instigou o pensamento artístico. Provocou o surgimento de obras que se eternizaram e releituras de episódios que ainda produzem obras imortais em plena modernidade.
Existem razões para isso: os deuses e as deusas gregas, como nós, erram, pagam por seus erros, brigam, fazem intrigas, vivem paixões avassaladoras, ciúmes doentios, são sedutores e sensuais, vaidosos, grandiosos e egoístas, embriagam-se, fazem orgias, são frágeis e olímpicos. 
Zeus, senhor do monte Olimpo, onde moravam os deuses, é uma divindade de apetites sexuais enormes, sedutor implacável e que não distinguia mulheres, ninfas ou deusas quando queria dar vazão aos seus desejos 
Na mitologia grega, deuses, semideuses, heróis, ninfas, musas, centauros, titãs, faunos, monstros e nós, homens e mulheres, vivemos um romance, ardoroso, apaixonado, desregrado, em que tragédias e comédias se entremeiam naquele vai e vem tão apropriado para o universo artístico.
Zeus, senhor do monte Olimpo, onde moravam os deuses, é uma divindade de apetites sexuais enormes, sedutor implacável e que não distinguia mulheres, ninfas ou deusas quando queria dar vazão aos seus desejos. A passagem a que se refere o título deste texto remete à paixão de Zeus por Leda, rainha de Esparta e mulher recém-casada com Tíndaro. Certa vez, enquanto ela, seminua, repousava em um relvado nos arredores de Troia, foi vista pelo deus, que percorria o caminho. Zeus, temendo ser repelido ou apenas lançando mão de artifício de sedução, converteu-se em um cisne, magnífico, passando a tocá-la e acariciá-la com as plumas do pescoço, emitindo sinais de atração. Seduzida, Leda acolheu o cisne em seus braços, e eles fizeram amor. Meses depois, a princesa sentiu fortes dores e percebeu que, de seu ventre, haviam saído dois ovos: do primeiro, nasceram Castor e Helena; do segundo, Pólux e Clitemnestra. Porém, Hera, irmã e esposa de Zeus, com ciúmes, perseguiu e proibiu Leda de viver no reino. Assim, Zeus compensou Leda, convertendo-a em deusa e reservando-lhe um espaço no céu na forma de uma estrela da constelação de Cisne.
Essa circunstância, o engano de Leda, deu origem à expressão “ledo engano”, que se refere a tomar uma coisa pela outra. As imagens que representam a cena de amor entre Zeus e Leda têm hipnotizado artistas de todas as tendências e estão entre as mais belas obras de arte do mundo.

*Estudioso de psicanálise e crítico de arte e cultura





Salvador Dalí – Leda Atomica (1949)
O mito de Leda foi retratado por inúmeros artistas, entre eles Timóteo e Leonardo Da Vinci, mas a imagem marcante da Leda de Dalí, suspensa, apoiada em si mesma, se sobressai um pouco da tradição na arte clássica – ultrapassando o mito que Zeus teria se transformado em cisne para seduzir a esposa de Tíndaro. Dalí o transforma, pois o estado de levitação em que se encontra a mulher e o cisne no quadro, expressa força e sublimação.






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http://www.raremaps.com/gallery/enlarge/31708
Title: Gemini   Map Maker: Alexander Jamieson


Star Names
Their Lore and Meaning 

by
Richard Hinckley Allen 

as reprinted
in the Dover edition, 1963
The text is in the public domain.

http://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Gazetteer/Topics/astronomy/_Texts/secondary/ALLSTA/Gemini*.html
Then both were cleans'd from blood and dust
To make a heavenly sign;
The lads were, like their armour, scour'd,
And then hung up to shine;
Such were the heavenly double-Dicks,a
The sons of Jove and Tyndar.
John Grubb, in Percy's Reliques of Ancient English Poetry.

Gemini, the Twins.

The conception of a sky couple for these stars has been universal from remote antiquity, but our Latin title dates only from classical times, varied by Gemelli, which is still the Italian name. The Anglo-Saxons knew them as ge Twisan, and the Anglo-Normans as Frère;º the modern French asGémeaux, and the Germans as Zwillinge, Bayer's Zwilling.
While on earth these Twins were sons of Leda, becoming, after their transfer to the sky, Geminum AstrumLedaei FratresLedaei Juvenes, andLedaeum Sidus; Dante calling their location Nido di Leda, the Nest of Leda. Cowley, the contemporary of Milton, wrote of them as the Ledaean Stars, and Owen Meredith of our day as
The lone Ledaean lights from yon enchanted air.
They also were Gemini Lacones, — Milton's Spartan Twins and William Morris' Twin Laconian StarsSpartana Suboles from their mother's home, and Cycno generati from her story; Pueri TyndariiTyndaridesTyndaridae, and Horace's clarum Tyndaridae Sidus, from Tyndarus, their supposed father; while the Oebalii and Oebalidae of Ovid, Statius, and Valerius Flaccus are from their grandfather, Oebalus, king of Sparta. Manilius called them Phoebi Sidus as being under Apollo's protection.
p223Individually they were Castor and Pollux, — Dante's and the Italians' Castore e PolluceApollo and Hercules [Varro, R. R. II.1.7]Triptolemus and IasionTheseus and Pirithoüs. Horace wrote Castor fraterque magni Castoris; Pliny, Castores; and Statius had alter Castor from their alternate life and death that the modern James Thomson repeated in the Summer of his Seasons:
Th' alternate Twins are fix'd.
But Welcke gave an astronomical turn to these titles by seeing in the first Astor, the Starry one, and in Pollux Polyleukes, the Lightful.
With the Greeks they were Δίδυμοι, the Twins, — Riccioli's Didymi, — originally representing two of the Pelasgian Κάβειροι, but subsequently the Boeotian Διόσκυροι, — Dioscuri in Rome, — the Sons of Zeus; as also Amphion and Zethus, Antiope's sons, who, as Homer wrote, were
Founders of Thebes, and men of mighty name,
strikingly shown on the walls of the Spada Palace in Rome, and with the Farnese Bull now in the Naples Museum. Plutarch called them Ἄνακες, Lords, — Cicero's Anaces, and Σιώ, the Two Gods of Sparta; Theodoretus, Ἑφέστιοι, the Familiar Gods; others, Dii Samothraces, from the ancient seat of worship of the Cabeiri; and Dii Germani, the Brother Gods.
In India they always were prominent as Açvini, the Ashwins, or Horsemen, a name also found in other parts of the sky for other Hindu twin deities; but, popularly, they were Mithuna, the Boy and Girl, the Tamil Midhunam, afterwards changed to Jituma, or Tituma, from the Greek title.
A Buddhist zodiac had in their place a Woman holding a golden cord.
Some of the Jews ascribed them to the tribe of Benjamin, although others more fitly claimed them for Simeon and Levi jointly, the Brethren. They called them Teōmīm; the Tyrians, Tome; and the Arabian astronomers, Al Tau᾽amān, the Twins; but in early Desert astronomy their two bright stars formed one of the fore paws of the great ancient Lion; although they also were Al Burj al Jauzā᾽, the Constellation of the Twins. From this came Bayer's Algeuze, which, however, he said was unrecht, thus making Riccioli's Elgeuzi and Gieuz equally wrong. Hyde adopted another form of the word, — Jauzah, the Centre, — as designating these stars' position in medio coeli, or in a region long viewed as the centre of the heavens; either because they were a zenith constellation, or from the brilliancy of this portion of the sky. Julius Pollux, the Egypto-Greek writer of our second century, derived the title from Jauz, a Walnut, as mentioned in his Onomasticon. But there is much uncertainty as to the p224stellar signification and history of this name, as will be further noticed under Orion.
The 1515 Almagest has the inexplicable Alioure, said to be from some early edition of the Alfonsine Tables.
The Persians called the Twins Du Paikar, or Do Patkar, the Two Figures; the Khorasmians, Adhupakarik, of similar meaning; and Riccioli wrote that they were the "Chaldaean" Tammech.
Kircher said that they were the Κλύσος, or Claustrum Hori, of the Egyptians; and others, that they represented the two intimately associated gods, Horus the Elder, and Horus the Younger, or Harpechruti, — the Harpocrates of Greece.
The Twins were placed in the sky by Jove, in reward for their brotherly love so strongly manifested while on earth, as in the verses of Manilius:
Tender Gemini in strict embrace
Stand clos'd and smiling in each other's Face;
and were figured as Two Boys, or Young Men, drawn exactly alike:
So like they were, no mortal
Might one from other know;
or as Two Infants, Duo Corpuscula. But Paulus Venetus and other illustrators of Hyginus showed Two Angels, and the Venetian edition of Albumasar of 1489 has two nude seated figures, a Boy and a Girl, with arms outstretched upon each other's shoulders.
The Leyden Manuscript shows two unclad boys with Phrygian caps, each surmounted by a star and Maltese cross; one with club and spear, the other with a stringed instrument. Bayer had something similar, Pollux, however, bearing a peaceful sickle.
Caesius saw here the Twin Sons of Rebecca, or David and Jonathan; while other Christians said that the stars together represented Saint James the Greater; or, to go back to the beginning of things, Adam and Eve, who probably were intended by the nude male and female figures walking hand in hand in the original illustration in the Alfonsine Tables. A similar showing appears, however, on the Denderah planisphere of 1300 years previous.
The Arabians drew them as Peacocks, from which came a mediaeval title, Duo Pavones; some of the Chaldaeans and Phoenicians, as a Pair of Kids following Auriga and the Goat, or as Two Gazelles; the Egyptians, as Two Sprouting Plants; and Brown reproduces a Euphratean representation of a couple of
p225small, naked, male child-figures, one standing upon its head and the other standing upon the former, feet to feet; the original Twins being the sun and moon, when the one is up the other is generally down;b
a variant representation showing the positions reversed and the figures clothed.
Another symbol was a Pile of Bricks, referring to the building of the first city and the fratricidal brothers — the Romulus and Remus of Roman legend; although thus with a very different character from that generally assigned to our Heavenly twins. Similarly Sayce says that the Sumerian name for the month May-June, when the sun was in Gemini, signified "Bricks" (?).
In classical days the constellation was often symbolized by two stars over a ship; and having been appointed by Jove as guardians of Rome, they naturally appeared on all the early silver coinage of the republic from about 269 B.C., generally figured as two men on horseback, with oval caps, surmounted by stars, showing the halves of the egg-shell from which they issued at birth. On the denarii, the "pence" of the good Samaritan, they are in full speed as if charging in the battle of Lake Regillus, and the sestertii and quinarii have the same; but even before this, about 300 B.C., coins were struck by the Bruttii of Magna Graecia, in Lower Italy, that bore the heads of the Twins on one side with their mounted figures on the other. The coins of Rhegium had similar designs, as had those of Bactria.
For their efficient aid in protecting their fellow Argonauts in the storm that had nearly overwhelmed the Argo, the Gemini were considered by the Greeks, and even more by the Romans, as propitious to marines, Ovid writing in the Fasti:
Utile sollicitare sidus utrumque rati,
which moral John Gower, the friend of Chaucer, rendered:
A welcome couple to a vexed barge;
and Horace, in his Odes [Odes, 1.3.2], as translated by Mr. Gladstone:º
So Leda's twins, bright-shining, at their beck
Oft have delivered stricken barks from wreck.
In The Acts of the Apostles, xxviii.11, we read that the Twin Brothers were the "sign," or figurehead, of the ship in which Saint Paul and his companions embarked after the eventful fight that had ended in shipwreck on Malta; or, as Tindale rendered it in 1526:
a ship of Alexandry, which had wyntred in the Yle, whose badge was Castor and Pollux, —
p226the Greek Alexandria, and Ostia, the harbor of Rome, specially being under the tutelage of the Twins, who were often represented on either side of the bows of vessels owned in those ports.
The incident of the storm in the history of the Twins seems to have associated them with the electrical phenomenon common in heavy weather at sea, and well known in ancient times, as it is now. Pliny described it at lengthº in the Historia Naturalis [H. N. II.101], and allusions to it are frequent in all literature; the idea being that a double light, called Castor and Pollux, was favorable to the mariner. Horace designated this as Fratres Helenae, lucida sidera, rendered by Mr. Gladstone "Helen's Brethren, Starry Lights"; Rabelais wrote:
He had seen Castor at the main yard arm;
and our Bryant:
resplendent cressets which the Twins
Uplifted in their ever-youthful hands.
A single light was "that dreadfull, cursed, and threatening meteor called Helena," — the sister of the Twins that brought such ill luck to Troy.
In modern times these lights are known as Composant, Corporsant, and Corpusant, from the Italian Corpo Santo; Pigafetta ending one of his descriptions of a dangerous storm at sea with "God and the Corpi Santi came to our aid"; and as the Fire of Saint Helen, Saint Helmes, or Telmes — San Telmo of Spain; or of San Anselmo, Ermo, Hermo, and Eremo, from Anselmus, or Erasmus, bishop of newspaper, martyred in Diocletian's reign. Ariosto wrote of it, la disiata luce di Santo Ermo; and in Longfellow's Golden Legend the Padrone exclaims:
Last night I saw Saint Elmo's stars,
With their glittering lanterns all at play
On the tops of the masts and the tips of the spars,
And I knew we should have foul weather to‑day.
The phenomenon also has been called Saint Anne's Light; and some one has dubbed it Saint Electricity. In recent centuries, with seamen of the Latin races, its has been Saint Peter and Saint Nicholas; the former from his walking on the water, and the latter from the miracles attributed to him of stilling the storm on his voyage to the Holy Land when he restored to life the drowned sailor, and again on the Aegean Sea. These miracles have made Nicholas the patron saint of all Christian maritime nations of the south of Europe, and famous everywhere. In England alone 376 churches are dedicated to him, — more than to that country's Saint George.
p227In Eden's translation from Pigafetta's account of his voyage with Magellan, 1519‑1522, we read that when off the coast of Patagonia the navigators
were in great daungiour by tempest. But as soon as the three fyers cauled saynte Helen, saynte Nicolas, and saynt Clare, appered upon the cabels of the shyppes, suddeynely the tempest and furye of the wyndes ceased. . . the which was of such comfort to us that we wept for joy.
This Saint Clare is from Clara d'Assisi, the foundress the order of Poor Clares in the 13th century, by whose rebuke the infidel Saracens were put to flight when ravaging the shores of the Adriatic. Von Humboldt mentioned in Cosmos another title, San Pedro Gonzalez, probably Saint Peter of Alcantara, another patron saint of sailors, "Walking on the water through trust in God."
A few words as to Pigafetta may be not uninteresting. His work is described in Eden's Decades as
A briefe declaration of the vyage or navigation made abowte the worlde. Gathered owt of a large booke wrytten hereof by Master Antonie Pygafetta Vincentine [i.e. from Vincenza],º Knyght of the Rhodes and one of the coompanye of that vyage in the which, Ferdinando Magalianes a Portugale (whom sum calle Magellanus) was generall Capitayne of the navie.
Pigafetta was knighted after his return to Seville in the ship Victoria that Transilvanus wrote was "more woorthye to bee placed among the starres then that owlde Argo." And it was from Eden's translation of this "large booke" that Shakespeare is supposed to have taken his Caliban of theTempest, whose "dam's god, Setebos," was worshiped by the Patagonians. Indeed Caliban himself seems to have been somewhat of an astronomer, for he alludes to Prospero as having taught him how
To name the bigger light, and how the less,
That burn by day and night.
The Gemini were invoked by the Greeks and Romans in war as well as in storm. Lord Macaulay's well-known lines on the battle of Lake Regillus, 498 B.C., one of his Lays of Ancient Rome, have stirred many a schoolboy's heart, as Homer's Hymn to Castor and Pollux did those of the seamen of earliest classical days. Shelley has translated this last:
Ye wild-eyed muses! sing the Twins of Jove,
.    .    .    .    .    .
.    .    .    mild Pollux, void of blame,
And steed-subduing Castore, heirs of fame.
These are the Powers who earth-born mortals save
p228And ships, whose flight is swift along the wave,
When wintry tempests o'er the savage sea
Are raging, and the sailors tremblingly
Call on the Twins of Jove with prayer and vow,
Gathered in fear upon the lofty prow,
And sacrifice with snow-white lambs, the wind
And the huge billow bursting close behind,
Even then beneath the weltering waters bear
The staggering ship — they suddenly appear,
On yellow wings rushing athwart the sky,
And lull the blasts in mute tranquillity,
And strew the waves on the white ocean's bed,
Fair omen of the voyage; from toil and dread,
The sailors rest rejoicing in the sight,
And plough the quiet sea in safe delight.
They seem to have been a common object of adjuration among the Romans, and, indeed, as such have descended to the present time in the boys' "By Jiminy!" while the caricature of 1665, Homer A la Mode, had, as a common expression of that day, "O Gemony!" And theatre-goers will recall the "O Gemini!" of Lucy in Sheridan's Rivals.
Astrologers assigned to this constellation guardianship over human hands, arms, and shoulders; while Albumasar held that it portended intense devotion, genius, largeness of mind, goodness, and liberality. With Virgo it was considered the House of Mercury, and thus the Cylenius tourcof Chaucer; and a fortunate sign, ruling over America, Flanders, Lombardy, Sardinia, Armenia, Lower Egypt, Brabant and Marseilles; and, in ancient days, over the Euxine Sea and the river Ganges.d High regard, too, was paid to it in the 17th century as being peculiarly connected with the fortunes of the south of England and the city of London; for the Great Plague and Fire of 1665 and 1666 occurred when this sign was in the ascendant,e while the building of London Bridge and other events of importance to the city were begun when special planets were here. But two centuries previously it thought that whoever happened to be born under the Twins would be "ryght pore and wayke and lyf in mykul tribulacion." Chinese astrologers asserted that if this constellation were invaded by Mars, war and a poor harvest would ensue.
Ampelius [Lib. Mem. 4] assigned to it the care of Aquilo, the North Wind, the Greek Boreas that came from the north one third east.
Its colors were white and red like those of Aries, and it was the natal sign of Dante, who was born on the 14th of May, 1265, when the sun entered it for the first time in that year. He made grateful acknowledgment of this in the Paradiso:
p229O glorious stars, O light impregnated
With mighty virtue, from which I acknowledge
All of my genius, whatsoe'er it be;
and called them gli Eterni Gemelli. How like this is to Hesiod's reference to the Muses!
To them I owe, to them alone I owe,
What of the seas, or of the stars, I know.
The sign's symbol, , has generally been considered the Etrusco-Roman numeral, but Seyffert thinks it a copy of the Spartans' emblem of their Twin Gods carried with them into battle. Brown derives it from the cuneiform zzz, the ideograph of the Akkad month Kas, the twins, the Assyrian Simānu, corresponding to parts of our May and June when the sun passed through it. The constellation was certainly prominent on the Euphrates, for five of its stars marked as many of the ecliptic divisions of that astronomy.
The Gemini were the Ape of the early Chinese solar zodiac, and were known as Shih Chin; Edkins, calling it Shi Chʽen, says that this title was transferred to it from Orion. Later on the constellation was known as Yin Yang, the Two Principles; and as Jidim, an important object of worship.
The Reverend Mr. William Ellis wrote, in his Polynesian Researches, that the natives of this islands knew the two stars as Twins, Castor beingPipiri and Pollux Rehua; and the whole figure Na Ainanu, the Two Ainanus, one Above, the other Below, with a lengthy legend attached; but the Reverend Mr. W. W. Gill tells the same story, in his Myths and Songs of the South Pacific, as belonging to stars in Scorpio. The Australian aborigines gave them a name signifying Young Men, while the Pleiades were Young Girls; the former also being Turree and Wanjil, pursuing Purra, whom they annually kill at the beginning of the intense heat, roasting him by the fire the smoke of which is marked by Coonar Turung, the Great Mirage. The Bushmen of South Africa know them as Young Women, the wives of the eland, their great antelope.
Aristotle has left an interesting record of the occultation, at two different times, of some one of the stars of Gemini by the planet Jupiter, the earliest observation of this nature of which we have knowledge, and made probably about the middle of the 4th century B.C.
The southern half of the constellation lies within the Milky Way, α and β, on the north, marking the heads of the Twins between Cancer and Auriga, and noticeably conspicuous over setting Orion in the April sky.
Argelander enumerates 53 naked-eye stars, and Heis 106.




http://www.aai.ee/muuseum/Uranomeetria/Pictures/Web/Reissig_W_016.jpg



Os desenhos formados pelas estrelas 
- AS CONSTELAÇÕES - 
são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais,
 entre o céu e a terra..., 
bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente, 
vai se tornando Cosmos 
e este por nossa mente sendo conscientizado.

Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward


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A CONSTELAÇÃO GEMINI,
OS GÊMEOS CASTOR E POLLUX,
acessando meu Trabalho 
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