quinta-feira, 14 de maio de 2015

O Peixe Dourado e a Tarântula

Olá!

Quando nos voltamos para os céus estrelados bem ao sul e encontramos a Grande Nuvem de Magalhães...,certamente estaremos olhando na direção do encontro das constelações Mons Mensa e Dorado.

Nesta região - e ainda na direção da constelação Dorado -,encontra-se a Nebulosa da Tarântula  (também conhecida como 30 Doradus ou NGC 2070).

O astrônomo Ronaldo Rogério de Freitas Mourão nos diz, em seu Atlas Celeste:
"Esta nebulosa difusa é reconhecida como a maior do céu em sua espécie.  Se acaso ela ocupasse a grande nebulosa em Orion, seria cerca de três vezes mais brilhante do que Vênus e cobriria toda a constelação do Gigante Caçador. É o objeto mais brilhante e mais facilmente visível a olho nú dentro da Grande Nuvem de Magalhães."

No centro dessa imensa e fantástica Nebulosa, encontra-se o aglomerado aberto de estrelas conhecido como NGC 2070 e em sua condensação central apresenta um aglomerado de estrelas denominado como R136 jovem e acolhendo estrelas extremamente quentes e luminosas e que tornam este objeto um dos aglomerados mais enérgicos que se conhece, acolhendo um número expressivo de estrelas bem massivas e inclusive, a estrela conhecida como R136a1, a estrela mais maciça que se conhece!

Nos arredores da Nebulosa da Tarântula, encontra-se a Supernova 1987a
a primeira supernova visível a olho nu desde o tempo da estrela Kepler, em 1604.

Nesta Postagem onde estaremos comentando sobre a contelação Dorado,
Caro Leitor,
encontre também algumas informações sobre o Grupo Dorado
que apresenta-se ainda de forma mais rica do que nosso Grupo Local.

Outra informação interessante acerca a constelação Dorado é que naquela direção
encontra-se uma estrela anã vermelha denominada Gliese 163 e onde, em 2012, foram descobertos cerca de 3 planetas orbitando esta estrela, sendo que o planeta Gliese 163C com um periódo orbital de 26 dias e localizado na zona habitável vem sendo considerado um exoplaneta potencialmente habitável e classificado como Super-Terra - embora possivelmente não acolha vida complexa em virtude de suas altas temperaturas.


Gostaria ainda de lembrar ao Caro Leitor
que a Grande Nuvem de Magalhães acolhe grande parte da constelação Dorado, ora comentada, como também acolhe uma parte da constelação Mons Mensa, a Montanha da Mesa, comentada em Postagem anterior. 
(Confira em http://oceudomes.blogspot.com.br/2015/05/mons-mensa-montanha-na-terra-e-montanha.html)

Com um abraço estrelado,
Janine Milward



Programa Stellarium

Programa Stellarium

Programa Stellarium




PEIXE DOURADO OU PEIXE-ESPADA?

Caro Leitor,

É interessante observarmos o fato de que as Ilustrações advindas do Programa Stellarium mostram o peixe Dourado, a constelação Dorado, com seu rabo acolhendo grande parte da Grande Nuvem de Magalhães e fazendo vizinhança com a Montanha da Mesa, Mons Mensa.

E é também interessante observarmos o fato de que existe alguma relação entre as constelações ao sul que trata de peixes: Dorado e Volans (peixe-voador)... 


Dourado é um nome que batiza peixes tanto de rio quanto de mar.

A imagem abaixo nos apresenta um Dourado de água-doce, peixe de rio, conhecido como o Rei do Rio.  Este peixe gosta de viver em cachoeiras e em corredeiras e gosta de alimentar-se de algumas aves bem como de sardinhas e lambaris.


Peixe de água doce Dourado.
http://www.cpt.com.br/cursos-criacaodepeixes/artigos/peixes-de-agua-doce-do-brasil-dourado-salminus-maxillosus



Existe um outro peixe também denominado de Dourado e que vive no mar de águas quentes e nada bem próximo à superfície.  Esta espécie é de peixes carnívoros, alimentando-se de peixes-voadores, caranguejos, lulas e cavalas. Neste sentido de sua alimentação, é interessante observarmos o fato de que este peixe Dourado - possivelmente sendo representado efetivamente na constelação Dorado - encontra-se praticamente ao lado de outra constelação também denominada enquanto um peixe e um peixe que faz parte da alimentação do Dourado! É a constelação Volans, o peixe-voador!

Coryphaena hippurus por Robbie Cada (FishBase)
"Coryphaena hippurus" por by Robbie Cada - From fishBase. Licenciado sob Domínio público, via Wikimedia Commons - http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Coryphaena_hippurus.PNG#/media/File:Coryphaena_hippurus.PNG
http://pt.wikipedia.org/wiki/Coryphaena_hippurus





No entanto, a Ilustração realizada pelo astrônomo amador Mário Jaci Monteiro nos mostra a cabeça do peixe e com imenso bico, digamos assim, apontando para a Grande Nuvem bem como para a Nebulosa da Tarântula!  E mais: seu desenho não figura o peixe Dourado e sim o peixe Espada, algo assim, assim me parece, e seu bico rijo assemelha-se a uma espécie de espada. O peixe-espada é um peixe marinho, vive nos mares tropicais.

Outras Cartas Celestes também apresentadas neste Trabalho mostram uma linha reta ligando as estrelas Alpha e Beta de Dorado e, segundo me parece, sugerindo um peixe mais esguio, digamos assim, sendo que a estrela-Alpha Doradus faz parte do corpo ligado ao rabo (este concluído pela estrela-Gamma) e a estrela-Beta, já na cabeça, alonga-se até encontrar a estrela-Delta Doradus (figurando o longo bico, a espada).

Na Carta Celeste da IAU, a cabeça parece ser sugerida pela ligação entre as estrelas-Beta, Delta e Theta.  E também é interessante percebermos que o corpo do peixe é sugerido pela não somente ligação entre as estrelas Alpha e Beta Doradus como também existe a introdução da estrela-Zeta Doradus.

Peixe-espada
http://mundo-marinho.mundoentrepatas.com/peixe-espada.htm


A bem da verdade, seja por qual peixe for - ou o real Dourado ou mesmo o Peixe-Espada, estas Ilustrações expressam algum tom de controvérsia em relação ao qual espécie de peixe estaria efetivamente representando a constelação Dorado.


Dorado (Dor), o dourado,1 2 é uma constelação do hemisfério celestial sul
O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Doradus.
 Nesta constelação e estendendo-se até a Meseta,
 encontra-se a Grande Nuvem de Magalhães.

História

Dorado foi uma das doze constelações criadas por Petrus Plancius a partir das observações de Pieter Dirkszoon Keyser e Frederick de Houtman,3 e fez sua primeira aparição num globo celeste com 35 centímetros de diâmetro publicado por volta de 1597 em Amsterdã por Plancius e Jodocus Hondius. Sua primeira aparição num atlas celeste foi no Uranometria de Johann Bayer em 1603, no qual recebeu o nome de Dorado.
Historicamente representada por um dourado, chegou igualmente a ser conhecida entre os séculos XVII e XVIII como Xiphias, o espadarte, como atesta a edição deJohannes Kepler da lista de estrelas de Tycho Brahe denominada Tabulae Rudolphinae de 1627, embora esta última seja uma ilustração imprecisa.4 Também foi representada como um peixe kinguio.3 O nome Dorado tornou-se dominante e foi adotado pela União Astronômica Internacional.







   
The Consellations (Southern Hemisphere)   Map Maker: Elijah J. Burritt
Decorative chart of the southern skies, with a chart at the bottom left, identifying the magnitude of the various stars.  The constellations and major stars are named within the image.  From Burritt's Atlas Designed to Illustrate the Geography of the Heavens.




Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes - CARJ




 DORADO, O PEIXE DOURADO

Posicionamento:
Ascensão Reta 3h52m / 6h36m  Declinação -48o.8 / -70o.1
(Dados referentes à época 1980, coletados no Atlas Celeste de R.R.de Freitas Mourão, 6a. edição)

História:
Constelação adicionada por Bayer em 1604.

Fronteiras:
Pictor, Caelum, Horologium, Reticulum, Hydra Macho, Mensa, Volans



Uranometria é o título curto de um atlas estelar produzido por Johann Bayer. Foi publicado em AugsburgAlemanha, em 1603 por Mangus Christophorus sob o título Uranometria: omnium asterismorum continens schemata, nova methodo delineata, aereis laminis expressa. Isso se traduz em "Uranometria, contendo mapas de todas as constelações, novo método e gravadas em placas de cobre". A palavra "Uranometria" deriva de Urânia, musa dos céus e "urano" ( oυρανός ) a palavra grega para céu (céus). A tradução literal de "Uranometria" é "Medindo o Céu" (a ser comparado com "Geometria", em grego, literalmente traduzido para "Medindo a Terra").
Foi o primeiro atlas a cobrir toda a esfera celeste.1..............................................

Tarantula nebula from the Wide-field Infrared Survey Explorer (WISE).

http://www.stellarium.org/pt/

 http://www.stellarium.org/pt/


 http://www.stellarium.org/pt/





Dorado (Dor), o dourado,1 2 é uma constelação do hemisfério celestial sul
O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Doradus.
 Nesta constelação e estendendo-se até a Meseta,
 encontra-se a Grande Nuvem de Magalhães.

História

Dorado foi uma das doze constelações criadas por Petrus Plancius a partir das observações de Pieter Dirkszoon Keyser e Frederick de Houtman,3 e fez sua primeira aparição num globo celeste com 35 centímetros de diâmetro publicado por volta de 1597 em Amsterdã por Plancius e Jodocus Hondius. Sua primeira aparição num atlas celeste foi no Uranometria de Johann Bayer em 1603, no qual recebeu o nome de Dorado.
Historicamente representada por um dourado, chegou igualmente a ser conhecida entre os séculos XVII e XVIII como Xiphias, o espadarte, como atesta a edição deJohannes Kepler da lista de estrelas de Tycho Brahe denominada Tabulae Rudolphinae de 1627, embora esta última seja uma ilustração imprecisa.4 Também foi representada como um peixe kinguio.3 O nome Dorado tornou-se dominante e foi adotado pela União Astronômica Internacional.







http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_1722








Estrelas e Objetos Interessantes, em Dourado:

Programa Stellarium

Alpha Doradus (8 Doradus) é uma estrela dupla na direção da Dorado. Possui uma ascensão reta de 04h 33m 59.72s e uma declinação de −55° 02′ 42.0″. Suamagnitude aparente é igual a 3.30. Considerando sua distância de 176 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a −0.36. Pertence à classe espectral A0IIIp(Si). É uma estrela variável α² Canum Venaticorum.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Alpha_Doradus


Programa Stellarium

Beta Doradus (29 Doradus) é uma estrela na direção da Dorado. Possui uma ascensão reta de 05h 33m 37.52s e uma declinação de −62° 29′ 23.5″. Sua magnitude aparente é igual a 3.76. Considerando sua distância de 1038 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a −3.76. Pertence à classe espectral F4-G4Ia-II. É uma estrela variável cefeida.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Beta_Doradus


Programa Stellarium

Gamma Doradus (3 Doradus) é uma estrela na direção da constelação de Dorado. Possui uma ascensão reta de 04h 16m 01.49s e uma declinação de −51° 29′ 13.5″. Sua magnitude aparente é igual a 4.26. Considerando sua distância de 66 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a 2.72. Pertence àclasse espectral F0V-F5V. É uma estrela variável, protótipo das variáveis γ Doradus.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gamma_Doradus





Programa Stellarium


Delta Doradus (33 Doradus) é uma estrela na direção da constelação de Dorado. Possui uma ascensão reta de 05h 44m 46.42s e uma declinação de −65° 44′ 07.9″. Sua magnitude aparente é igual a 4.34. Considerando sua distância de 145 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a 1.10. Pertence à classe espectral A7V.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Delta_Doradus




















Theta Doradus (22 Doradus) é uma estrela na direção da constelação de Dorado. Possui uma ascensão reta de 05h 13m 45.43s e uma declinação de −67° 11′ 07.3″. Sua magnitude aparente é igual a 4.81. Considerando sua distância de 546 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a −1.31. Pertence à classe espectral K2III.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Theta_Doradus





Programa Stellarium

Zeta Doradus (20 Doradus) é uma estrela na direção da constelação de Dorado. Possui uma ascensão reta de 05h 05m 30.69s e uma declinação de −57° 28′ 22.8″. Sua magnitude aparente é igual a 4.71. Considerando sua distância de 38 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a 4.38. Pertence à classe espectral F7V.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Zeta_Doradus



R Doradus - Estrela Variável
Ascensão Reta 04h36m    Declinação -62o.10
Magnitudes: Max 4,5  Min 7,0   Período 335,0
Tipo PLG    Espectro M7
(Dados referentes à época 1980, coletados no Atlas Celeste de R.R.de Freitas Mourão, 6a. edição)

R Doradus (also called HD 29712) is the name of a red giant Mira variable star in the far-southern constellation Dorado, although visually it appears more closely associated with the constellation Reticulum. Its distance from Earth is 178 ± 10 light-years (54.6 ± 3.1 parsecs).[1] Having a uniform disk diameter of 0.057 ± 0.005arcsec,[8] it is currently believed to be the star with the second largest apparent size as viewed from Earth (right after the Sun). The estimated diameter of R Doradus is 515 ± 70 million km (3.46 AU) or 370 ± 50[7] times the diameter of the Sun. If placed at the centre of the Solar System, the orbit of Mars and most of the main asteroid belt would be contained within the star.
The visible magnitude of R Doradus varies between 4.8 and 6.6, which makes it usually just visible to the naked eye, but in the infrared it is one of the brightest stars in the sky and its total luminosity is 6500 ± 1400 times that of the Sun.[9] With a near-infrared J band magnitude of −2.6,[4] only Betelgeuse at −2.9 is brighter.
http://en.wikipedia.org/wiki/R_Doradus



Gliese 163 é uma M3.5V estrela anã vermelha situada a 49 anos-luz (15 parsecs) de distância em relação ao Sol, na constelação Dorado.1 Esta estrela também pode ser chamada de "HIP 19394" e "LHS 188".
Em setembro de 2012, astrónomos usando o HARPS anunciaram a descoberta de 2 planetas em torno de Gliese 163, completando assim 3 planetas já descobertos orbitando esta estrela.2 3 O planeta Gliese 163 c, com um período orbital de 26 dias, foi potencialmente considerado como estando localizado nazona habitável, embora mais quente que a Terra. Com uma massa de 6.9 vezes a da Terra seria uma Super-Terra que de acordo com as atuais teorias de formação planetária indicam que é mais provável uma mistura de água e rocha. Um segundo planeta, chamado Gliese 163 b, com um período orbital de 9 dias, seria quente demais para ser considerado habitável. Existe evidências de um terceiro planeta chamado Gliese 163 d, embora ainda não confirmado, que segundo consta orbitaria mais longe do que "c" e "b".2 3
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gliese_163

"Planets Under a Red Sun" por NASA/JPL-Caltech - NASA Image of the Day. Licenciado sob Domínio público, via Wikimedia Commons - http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Planets_Under_a_Red_Sun.jpg#/media/File:Planets_Under_a_Red_Sun.jpg
Uma concepção artística da estrela anã vermelha cercada por três planetas ("b", "c" e "d").


Gliese 163 c (play /ˈɡlzə/) ou abreviadamente Gl 163 c é um potencial exoplaneta habitável,1 2 orbitando a anã vermelha Gliese 163.3 Está situado a aproximadamente 49anos-luz da Terra na constelação Dorado. Nesse sistema planetário já foram descobertos 3 planetas. Com uma massa de 6.9 a da Terra,1 2 foi classificado como uma Super-Terra.1 2 Porém, pensa-se que não haja vida complexa (inteligente), devido às temperaturas altas.2
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gliese_163_c


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Gliese 163c was one of two alien planets found orbiting the star Gliese 163, which lies about 50 light-years from Earth in the Dorado constellation The team found indications of a third planet as well but cannot confirm it at this time.
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A Hot Potential Habitable Exoplanet around Gliese 163





Caption: Current six potential habitable exoplanets ranked by similarity with Earth (Earth = 1.00). Four of these objects have been detected in the last year, from September 2011 to today. Gliese 163c is represented here as a rock-water world of 2.4 Earth radii, however, it could be as small as 1.8 Earth radii if composed mostly of rock, like Earth. CREDIT: PHL @ UPR Arecibo
http://phl.upr.edu/press-releases/ahotpotentialhabitableexoplanetaroundgliese163




http://www.iau.org/static/public/constellations/gif/DOR.gif





A GRANDE NUVEM DE MAGALHÃES






http://en.wikipedia.org/wiki/Large_Magellanic_Cloud#mediaviewer/File:Large.mc.arp.750pix.jpg

The Large Magellanic Cloud
Observation data (J2000 epoch)
ConstellationDorado/Mensa
Right ascension05h 23m 34.5s[1]
Declination−69° 45′ 22″[1]
Distance162.98 kly (49.97 kpc)[2][3][4][5]
TypeSB(s)m[1]
Apparent dimensions (V)10.75° × 9.17°[1]
Apparent magnitude (V)0.9[1]
Other designations
LMC, ESO 56- G 115, PGC 17223,[1] Nubecula Major[6]





A Grande Nuvem de Magalhães
Ascensão Reta  05h23m         Declinação -69o.46
Tipo  I - Galáxia Irregular               Magnitude fotográfica aparente   0,86
Dimensões Angulares  432 X432       Distância (milhões de anos-luz) 0,2
(Dados referentes à época 1980, coletados no Atlas Celeste de R.R.de Freitas Mourão, 6a. edição)

Inicialmente, a Grande Nuvem de Magalhães foi classificada como uma galáxia irregular.  
No entanto, mais tarde foram descobertos sinais de estrutura espiralada 
e alguma relação com espirais barrados. 
 A barra é a parte mais interessante da galáxia
 e se parece com uma nuvem estelar brilhante e alongada
 e ao longo dessa barra, existem numerosas nebulosas 
avermelhadas por hidrogênio ionizado, 
e estimuladas pela radiação de estrelas quentes e jovens.  
Nestas regiões são formadas novas estrelas.

- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986






The Large Cloud of Magellan 
Image Credit & Copyright:
 L. Comolli, L. Fontana, G. Ghioldi & E. Sordini
Explanation: 
The 16th century Portuguese navigator Ferdinand Magellan and his crew had plenty of time to study the southern sky during the first circumnavigation of planet Earth. As a result, two fuzzy cloud-like objects easily visible to southern hemisphereskygazers are known as the Clouds of Magellan, now understood to be satellite galaxies of our much larger, spiral Milky Way galaxy. About 160,000 light-years distant in the constellation Dorado, the Large Magellanic Cloud (LMC) is seen here in a remarkably deep, colorful, and annotated composite image. Spanning about 15,000 light-years or so, it is the most massive of the Milky Way's satellite galaxies and is the home of the closest supernova in modern times, SN 1987A. The prominent patch just left of center is 30 Doradus, also known as the magnificent Tarantula Nebula, is a giant star-forming region about 1,000 light-years across.




A Grande Nuvem de Magalhães acolhe partes de duas constelações:
Dorado, o Peixe Dourado, e Mons Mensa, a Montanha da Mesa.

Em Dorado, encontra-se a belíssima  e tão conhecida Nebulosa Tarântula, NGC 2070.






Hubble has taken this stunning close-up shot of part of the Tarantula Nebula. This star-forming region of ionised hydrogen gas is in the Large Magellanic Cloud, a small galaxy which neighbours the Milky Way.

The nebula is a vast star-forming cloud of gas and dust in our neighboring galaxy, the Large Magellanic Cloud. In this picture, we see a close-up of the Tarantula’s central region, glowing brightly with charged gases and young stars. 




The Tarantula Nebula (also known as 30 Doradus) is an H II region in the Large Magellanic Cloud (LMC). It was originally thought to be a star, but in 1751 Nicolas Louis de Lacaille recognized its nebular nature.
The Tarantula Nebula has an apparent magnitude of 8. Considering its distance of about 49 kpc[2] (160,000 light-years), this is an extremely luminous non-stellar object. Its luminosity is so great that if it were as close to Earth as the Orion Nebula, the Tarantula Nebula would cast shadows.[4] In fact it is the most active starburst regionknown in the Local Group of galaxies. It is also one of the largest such regions in the Local Group with an estimated diameter of 200 pc.[3] The nebula resides on the leading edge of the LMC where ram pressure stripping, and the compression of the interstellar medium likely resulting from this, is at a maximum.
30 Doradus has at its centre the star cluster NGC 2070 which includes the compact concentration of stars known as R136[5] that produces most of the energy that makes the nebula visible. The estimated mass of the cluster is 450,000 solar masses, suggesting it will likely become a globular cluster in the future.[6] In addition to NGC 2070, the Tarantula Nebula contains a number of other star clusters including the much older Hodge 301. The most massive stars of Hodge 301 have already exploded insupernovae.[7]
The closest supernova observed since the invention of the telescope,[8] Supernova 1987A, occurred in the outskirts of the Tarantula Nebula.[9] There is a prominentsupernova remnant enclosing the open cluster NGC 2060, but the remnants of many other supernovae are difficult to detect in the complex nebulosity.[10]



VEJA O VÍDEO, CARO LEITOR:
File:Hubble WFC3 30 Doradus Zoom.ogv
Author: NASA, ESA, and G. Bacon and M. Estacion (STScI)
Date: 
The brilliant stars in the Tarantula Nebula are unleashing a torrent of ultraviolet light and stellar winds that are etching away at the hydrogen gas cloud in which the stars were born.





Em Dourado aconteceu a primeira supernova visível a olho nu 
desde o tempo da estrela Kepler, em 1604: é a Supernova 1987 A.

Supernova 1987 A, na vizinhança da Nebulosa Tarântula
Esta foi  a primeira supernova visível a olho nú desde os tempos da estrela de Kepler, em 1604, e o primeiro objeto de seu tipo suficientemente brilhante para ser observado por todos os tipos de equipamento astronômico, bem como, pela primeira vez, através detectores de neutrinos (que são partículas espraiadas pelo colapso gravitacional do núcleo de uma estrela que se tornou uma supernova em seu estágio final de desenvolvimento).



- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986

http://en.wikipedia.org/wiki/SN_1987A#/media/File:SN_1987A_HST.jpg
"SN 1987A HST" by ESA/Hubble & NASA - http://www.spacetelescope.org/images/potw1142a/. Licensed under CC BY 3.0 via Wikimedia Commons - http://commons.wikimedia.org/wiki/File:SN_1987A_HST.jpg#/media/File:SN_1987A_HST.jpg



SN 1987A was a supernova in the outskirts of the Tarantula Nebula in the Large Magellanic Cloud (a nearby dwarf galaxy). It occurred approximately 51.4kiloparsecs from Earth, approximately 168,000 light-years,[3] close enough that it was visible to the naked eye. It could be seen from the Southern Hemisphere. It was the closest observed supernova since SN 1604, which occurred in the Milky Way itself. The light from the new supernova reached Earth on February 23, 1987.[6] As it was the first supernova discovered in 1987, it was labeled “1987A”. Its brightness peaked in May with an apparent magnitude of about 3 and slowly declined in the following months. It was the first opportunity for modern astronomers to see a supernova up close and observations have provided much insight into core-collapse supernovae.
http://en.wikipedia.org/wiki/SN_1987A



This image shows the remnant of Supernova 1987A seen in light of very different wavelengths. ALMA data (in red) shows newly formed dust in the centre of the remnant. Hubble (in green) and Chandra (in blue) data show the expanding shock wave.





http://en.wikipedia.org/wiki/SN_1987A#/media/File:SN1987a_debris_evolution_animation_time_scaled.gif
A time sequence of Hubble Space Telescope images, taken in the 15 years from 1994 to 2009, showing the collision of the expanding supernova remnant with a ring of dense material ejected by the progenitor star 20,000 years before the supernova



SAIBA MUITO MAIS SOBRE SN 1987 A
ACESSANDO






NGC 2070 is a large open cluster located on the south-east corner of the Large Magellanic Cloud. It is located at the centre of the Tarantula Nebula and produces most of the energy that makes it visible. Its central condensation is the star cluster R136, one of the most energetic star clusters known. It holds a number of massive stars, including the most massive star known, R136a1, at 256 M and 7.4 million L.



http://www.30doradus.org/images/30dor/30dor_hst_big.jpg
30 Doradus is a huge star-formation complex in the Large Magellanic Cloud. It is the most active starburst region in the entire Local Group of galaxies.





NGC 2070 - A Nebulosa Tarântula
Esta nebulosa difusa é reconhecida como a maior do céu em sua espécie.  Se acaso ela ocupasse a grande nebulosa em Orion, seria cerca de três vezes mais brilhante do que Vênus e cobriria toda a constelação do Gigante Caçador.
É o objeto mais brilhante e mais facilmente visível a olho nú dentro da Grande Nuvem de Magalhães.

- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



{{{legenda}}}
http://pt.wikipedia.org/wiki/Nebulosa_da_Tar%C3%A2ntula#/media/File:Spitzer-TarantulaNebula.jpg
Spitzer-TarantulaNebula" por NASA/JPL-Caltech/B. Brandl (Cornell & University of Leiden) - http://photojournal.jpl.nasa.gov/catalog/PIA05062http://www.spitzer.caltech.edu/Media/releases/ssc2004-01/ssc2004-01a.shtmlEste(a) imagem ou vídeo foi catalogado(a) por Laboratório de Propulsão a Jato dos Estados Unidos da América para a Administração Nacional da Aeronáutica e do Espaço (NASA), sobre o código ID: PIA05062.. Licenciado sob Domínio público, via Wikimedia Commons - http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Spitzer-TarantulaNebula.jpg#/media/File:Spitzer-TarantulaNebula.jpg




Nebulosa da Tarântula (também conhecida como 30 Doradus ou NGC 2070) é uma região HII na Grande Nuvem de Magalhães, localizada na constelação de Dorado. Ela foi inicialmente considerada uma estrela, mas em 1751 Nicolas Louis de Lacaille identificou-a como uma nebulosa.1 Está a uma distância de cerca de 49 kiloparsecs(160 mil anos-luz) da Terra.3
A Nebulosa da Tarântula é a maior e mais massiva região de formação estelar conhecida no Grupo Local, com um diâmetro de cerca de 200 parsecs (650 anos-luz).3Apesar de ter uma magnitude aparente de 8,1 é um objeto extremamente luminoso, e se estivesse tão perto da Terra quanto a Nebulosa de Órion, cobriria uma área de 60 luas cheias no céu e seu brilho seria suficiente para causar sombras.4 Em seu centro, está localizado o aglomerado estelar R136, que produz grande parte da energia que torna a nebulosa visível. R136 é um jovem aglomerado (idade de 1-2 milhões de anos) de estrelas extremamente quentes e luminosas, a maioria de classe espectral O3.5A massa estimada do aglomerado é de 450 000 massas solares, sugerindo que ele se torne um aglomerado globular no futuro.6
Além de R136, a Nebulosa da Tarântula contém um aglomerado estelar mais velho, catalogado como Hodge 301, com uma idade de 20–25 milhões de anos. Estima-se que pelo menos 40 estrelas desse aglomerado já explodiram em supernovas, o que provavelmente é a causa de movimentos violentos de gás e emissão de raios-X na região do aglomerado.7
A supernova mais próxima já detectada desde a invenção do telescópioSupernova 1987A, ocorreu nos arredores da Nebulosa da Tarântula.8



"RMC136 cluster" by European Southern Observatory. Licensed under CC BY 3.0 via Wikimedia Commons - http://commons.wikimedia.org/wiki/File:RMC136_cluster.jpg#/media/File:RMC136_cluster.jpg
Zooming in from the Tarantula Nebula to the R136 cluster, with R136a1/2/3 visible as the barely resolved knot at bottom right. The brightest star just to the left of the cluster core is R136c, another extremely massive WN5h star.


R136 (formally known as RMC 136 from the Radcliffe Observatory Magellanic Clouds catalogue[2]) is the central concentration of stars in the NGC 2070 star cluster, which lies at the centre of the Tarantula Nebula in the Large Magellanic Cloud. When originally named it was an unresolved stellar object (catalogued as HD 38268 and Wolf-Rayet star Brey 82) but is now known to include 72 class O and Wolf–Rayet stars within 5 parsecs (20 arc seconds) of the centre of the cluster.[3] The extreme number and concentration of young massive stars in this part of the LMC qualifies it as a starburst region.[4]


Hubble Views Grand Star-Forming Region
Credit: NASA, ESA, and F. Paresce (INAF-IASF, Bologna, Italy), R. O'Connell (University of Virginia, Charlottesville), and the Wide Field Camera 3 Science Oversight Committee
This massive, young stellar grouping, called R136, is only a few million years old and resides in the 30 Doradus Nebula, a turbulent star-birth region in the Large Magellanic Cloud, a satellite galaxy of the Milky Way. 


O maciço, agrupamento de estrelas jovens, chamado R136, tem apenas alguns milhões de anos e reside na nebulosa da Tarântula, uma região turbulenta de nascimento de estrelas na Grande Nuvem de Magalhães (LMC), uma galáxia satélite da nossa Via Láctea. Não há região conhecida de formação de estrelas em nossa galáxia tão grande ou tão prolífico como esta. A imagem, tirada em ultravioleta, visível e luz vermelha pela Hubble Wide Field Camera 3, abrange cerca de 100 anos-luz.
http://pt.wikipedia.org/wiki/R136#/media/File:Grand_star-forming_region_R136_in_NGC_2070_(captured_by_the_Hubble_Space_Telescope).jpg


R136, também chamado de RMC 136, é um super aglomerado estelar2 perto do centro da nebulosa da Tarântula, na Grande Nuvem de Magalhães. É um aglomerado de estrelas jovens, com idades entre 1 e 2 milhões de anos,2 compostas principalmente por estrelas gigantes e supergigantes. A maioria de suas estrelas são do tipo espectralO32 com 39 estrelas confirmadamente com esta classificação.2 3 . Além disso, existem várias estrelas Wolf-Rayet confimadas no aglomerado.3 4 .
O aglomerado R136 contém vários componentes.5 A natureza do componente central, R136a, não era clara inicialmente até que foi feita uma interferometria holográfica por speckle, a partir da qual ela foi classificada como um aglomerado de estrelas densas6 contendo, entre outras coisas, doze estrelas muito maciças e luminosas no seu núcleo.7 Tais estrelas tinham massas iniciais calculadas entre 37-76 unidades de massa solar.7 Uma destas estrelas, R136a1, é até agora a estrela mais maciça já descoberta, com 265 massas solares, e também a mais luminosa, sendo 10 000 000 mais luminosa que o Sol.8 9 10 11 12 R136 produz a maior parte da energia que faz com que a nebulosa de Tarântula seja visível. A massa estimada do conjunto é 450 mil massas solares, o que sugere que provavelmente se tornará um aglomerado globular no futuro.13

Da esquerda para a direita: uma anã vermelha, o Sol, uma anã azul e R136a1. R136a1 não é a maior estrela conhecida em termos de volume, essa distinção pertence a UY Scuti.
"The sizes of stars" por ESO/M. Kornmesser - http://www.eso.org/public/images/eso1030c/. Licenciado sob CC BY 4.0, via Wikimedia Commons - http://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_sizes_of_stars.jpg#/media/File:The_sizes_of_stars.jpg
Da esquerda para a direita: uma anã vermelha, o Sol, uma anã azul e R136a1. R136a1 não é a maior estrela conhecida em termos de volume, essa distinção pertence a UY Scuti.

RMC 136a1 ou R136a1 é uma estrela Wolf-Rayet descoberta em 2010, pertencente ao superaglomerado estelar RCM 136. Com uma massa estimada de 265 vezes a massa solar,2 é a estrela mais massiva conhecida.3 Durante seu nascimento, sua massa era ainda maior, estimada em 320 vezes a massa solar. Sua temperatura efetiva é de 53 000 K.2
A RMC 136a1 fica a uma distância de 165 mil anos-luz da Terra, inserida na Grande Nuvem de Magalhães.4 5 Comparativamente ao Sol, ela seria cerca de 35,4 vezes maior e 8,7 milhões de vezes mais luminosa.2
A descoberta foi realizada com a ajuda do Very Large Telescope (VLT), instalado no deserto de Atacama, norte do Chile. As pesquisas foram publicadas no Monthly Notices of the Royal Astronomical Society e se referem a dois aglomerados estelares, sendo um deles o R136a.

The young cluster R136.jpg
"The young cluster R136" by ESO/P. Crowther/C.J. Evans - http://www.eso.org/public/images/eso1030d/. Licensed under CC BY 4.0 via Wikimedia Commons - http://commons.wikimedia.org/wiki/File:The_young_cluster_R136.jpg#/media/File:The_young_cluster_R136.jpg

A new near-infrared image of the R136 cluster, obtained at high resolution with the MAD adaptive optics instrument at ESO’s Very Large Telescope, provides unique details of its stellar content. At birth, the three brightest stars each weighed more than 150 times the mass of the Sun. The most massive star, known as R136a1 and located at the centre of the image, has been found to have a current mass of 256 times that of the Sun. It also has the highest luminosity, at some seven million times greater than the Sun.

R136a1 (RMC 136a1) is a Wolf-Rayet star located near the center of R136, the central condensation of stars of the large NGC 2070 open cluster in the Tarantula Nebula, a giant H II region in the Large Magellanic Cloud, a satellite galaxy of the Milky Way. It has the highest confirmed mass and bolometric luminosity of any known star, at 256 M and 7.4 million L, as well as one of the highest surface temperatures of any main sequence star, at more than 55,000 K. It lies at a distance of about 48kiloparsecs (157,000 light-years) based on the currently accepted distance to R136. Because of its large mass, it is one of the candidates for a potential supernova orhypernova in the astronomically near future.

"Runaway star speeding from 30 Doradus" por NASA, ESA, J. Walsh (ST-ECF) Acknowledgment: Z. Levay (STScI) Credit for ESO image: ESO Acknowledgments: J. Alves (Calar Alto, Spain), B. Vandame, and Y. Beletski (ESO) Processing by B. Fosbury (ST-ECF) - http://www.spacetelescope.org/news/heic1008/. Licenciado sob CC BY 3.0, via Wikimedia Commons - http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Runaway_star_speeding_from_30_Doradus.jpg#/media/File:Runaway_star_speeding_from_30_Doradus.jpg







Hodge 301 (lower right) in the Tarantula Nebula



Hodge 301 is a star cluster in the Tarantula Nebula, visible from Earth's Southern Hemisphere. The cluster and nebula lie about 168,000 light years away, in one of theMilky Way's orbiting satellite galaxies, the Large Magellanic Cloud.
Hodge 301, along with the cluster R136, is one of two major star clusters situated in the Tarantula Nebula, a region which has seen intense bursts of star formation over the last few tens of millions of years. R136 is situated in the central regions of the nebula, while Hodge 301 is located about 150 light years away, to the north west as seen from Earth. Hodge 301 was formed early on in the current wave of star formation, with an age estimated at 20-25 million years old, some ten times older than R136.[2]
Since Hodge 301 formed, it is estimated that at least 40 stars within it have exploded as supernovae, giving rise to violent gas motions within the surrounding nebula and emission of x-rays. This contrasts with the situation around R136, which is young enough that none of its stars have yet exploded as supernovae; instead, the stars of R136 are emitting fast stellar winds, which are colliding with the surrounding gases. The two clusters thus provide astronomers with a direct comparison between the impact of supernova explosions and stellar winds on surrounding gases.[3]




NGC 1748 é um aglomerado aberto com nebulosa na direção da constelação de Dorado. O objeto foi descoberto pelo astrônomo John Herschel em 1836, usando umtelescópio refletor com abertura de 18,6 polegadas.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_1748




NGC 1722 é um aglomerado aberto com nebulosa na direção da constelação de Dorado. O objeto foi descoberto pelo astrônomo James Dunlop em 1826, usando umtelescópio refletor com abertura de 9 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+13,2), é visível apenas com telescópios amadores ou com equipamentos superiores.

http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_1722



LH 95 is a modestly sized stellar nursery in the Large Magellanic Cloud orbiting the Milky Way. It is related to the HII-region LHA 120-N 64, that is, a region of hydrogen ionized by the bright stars of LH 95.
Previously only young bright stars were known in this stellar association.[1] Imaging using the Hubble Space Telescope, however, allowed the identification of more than 2,500 pre–main sequence stars with masses down to about 0.3 solar masses, thereby giving a detailed picture of what a typical stellar association in the LMC looks like.[2]
The large sample of low-mass pre–main sequence stars, stars that are currently under formation, in LH 95 allows the construction of the first most complete Initial Mass Function of an extragalactic star forming cluster.[3] The Initial Mass Function of LH 95 does not seem to differ from that typical for our Galaxy.



http://en.wikipedia.org/wiki/LH_95#mediaviewer/File:LH_95.jpg
NASA, ESA, and the Hubble Heritage Team (STScI/AURA)-ESA/Hubble Collaboration - HubbleSite: galleryNewsCenter



LHA 120-N11 in the Large Magellanic Cloud


http://www.spacetelescope.org/images/heic1301a/

Nearly 200 000 light-years from Earth, the Large Magellanic Cloud, a satellite galaxy of the Milky Way, floats in space, in a long and slow dance around our galaxy. As the Milky Way’s gravity gently tugs on its neighbour’s gas clouds, they collapse to form new stars. In turn, these light up the gas clouds in a kaleidoscope of colours, visible in this image from the NASA/ESA Hubble Space Telescope.
Credit:
NASA, ESA. Acknowledgement: Josh Lake
http://www.spacetelescope.org/images/heic1301a/



Zoom into LHA 120-N11

This video zooms in from a view of the night sky into the Large Magellanic Cloud, and focuses in on part of LHA 120-N11, a region of glowing dust and gas with ongoing star formation.
Credit:
NASA, ESA, Digitized Sky Survey 2

http://www.spacetelescope.org/videos/heic1301a/






NGC 2035
 é uma nebulosa na direção da constelação de Dorado. O objeto foi descoberto pelo astrônomo James Dunlop em 1826, usando um telescópio refletor com abertura de 9 polegadas.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_2035


https://www.eso.org/public/archives/images/screen/eso1348a.jpg

A Grande Nuvem de Magalhães é uma das galáxias mais próximas da nossa. Os astrónomos usaram o poder do Very Large Telescope do ESO para explorar com grande detalhe a NGC 2035, umas das suas regiões menos bem conhecidas. Esta nova imagem mostra nuvens de gás e poeira onde estrelas quentes se estão a formar, ao mesmo tempo que esculpem formas estranhas no seu meio circundante. Mas a imagem mostra também os efeitos da morte das estrelas - filamentos criados por uma explosão de supernova (à esquerda da imagem).
Crédito:
ESO

Situada a apenas 160 000 anos-luz de distância da Terra (eso1311) na constelação do Espadarte, a Grande Nuvem de Magalhães é uma das nossas vizinhas galácticas mais próximas. Encontra-se a formar estrelas de forma ativa em regiões que são tão brilhantes que algumas podem ser vistas a olho nu a partir da Terra, tais como a Nebulosa da Tarântula (eso1033). Esta nova imagem, obtida com o Very Large Telescope do ESO, instalado no Observatório do Paranal no Chile, explora uma região chamada NGC 2035 ou Nebulosa da Cabeça de Dragão (à direita na imagem).

A NGC 2035 é uma região HII, ou nebulosa de emissão, constituída por nuvens de gás que brilham devido à radiação intensa emitida por estrelas jovens. Esta radiação arranca electrões dos átomos do gás, que eventualmente se recombinam com outros átomos emitindo radiação. Misturados com o gás estão nodos densos escuros de poeira que absorvem a radiação em vez de a emitirem, criando assim ao longo da nebulosa troços estreitos intrincados e formas escuras. 

LEIA MAIS EM
http://www.eso.org/public/brazil/news/eso1348/


ESO. Zooming in on the star formation region NGC 2035. HD

http://www.youtube.com/watch?v=GzrBolB4KjQ




http://apod.nasa.gov/apod/ap060206.html
The N44 Superbubble 
Credit & CopyrightGemini Obs.AURANSF
Explanation: What created this gigantic hole? The vast emission nebula N44 in our neighboring galaxy the Large Magellanic Cloud has a large, 250 light-year hole and astronomers are trying to figure out why. One possibility is particle winds expelled by massive stars in the bubble's interior that are pushing out the glowing gas. This answer has been recently found to be inconsistent with measured wind velocities, however. Another possibility is that the expanding shells of old supernovas have sculpted the unusual space cavern. An unexpected clue of hot X-ray emitting gas was recently been detected escaping the N44 superbubble. The above image, here digitally sharpened, was taken in three very specific colors by the huge 8-meter Gemini South Telescope on Cerro Pachonin Chile.

DEM L 159 Nebula and KMHK 840 and 831 Starclusters in the LMC

http://www.eso.org/public/usa/images/eso0332c/
The ionised region DEM L 159 and two clusters with hot stars named KMHK 840 (top left) and KMHK 831 (bottom right). The colours have been enhanced compared to ESO Press Photo eso0332a to clearly show the different shades.
Credit:
ESO







Title: [Celestial Map of the Southern Hemisphere]   Map Maker: Ignace Gaston Pardies


Fine fully colored example of this rare 17th Century map of the Southern Celestial Hemisphere, originally issued in 1674 by Ignace Gastone Pardies in Paris and revised in 1690, based in part on the work of the French Jesuit mathematician and astronomer Thomas Gouye (1650-1725).




http://en.wikipedia.org/wiki/Milky_Way#mediaviewer/File:6_Virgo_Supercluster_(ELitU).png
6 Virgo Supercluster (ELitU)CC BY-SA 3.0
Andrew Z. Colvin - Own work


The Dorado Group is a loose concentration of galaxies[2] containing both spirals and ellipticals.[3] It is generally considered a 'galaxy group' but may approach the size of a 'galaxy cluster'.[6] It lies primarily in the southern constellation Dorado and is one of the richest galaxy groups of the Southern Hemisphere.[7] Gérard de Vaucouleurs was the first to identify it in 1975 as a large complex nebulae II in the Dorado region,[2] designating it as G16.[3]
....................................................
At the center of the cluster lie interacting galaxies[11] NGC 1549 and NGC 1553. The dominant group members, ordered by luminosity, are: spiral NGC 1566,lenticular NGC 1553, and elliptical NGC 1549.[6] The group spans an area of the sky 10° square which represents around 3 Mpc square.[2] The group exhibits a relatively small harmonic mean radius (230 ± 40 kpc) due to the concentration at its core of more luminous galaxies.[6] All together, the group has an overall luminosity of 7.8 ± 1.6 ×1010 L.[6]
The Dorado Group contains three dominant smaller groups within itself, NGC 1672 GroupNGC 1566 Group and the NGC 1433 Group, as evidenced by the H Idistribution of the region.[5] The Dorado Group is in the Fornax Wall that connects these three groups.[5] Because it is in the Fornax Wall, it is at a similar distance as the Fornax Cluster.[10] The Dorado Group is interesting for being richer than the Local Group, while still being dominated by disk types of galaxies (i.e. its two brightest members are spiral NGC 1566 and lenticular NGC 1553) and its member galaxies have H I masses on par with non-interacting galaxies of the same morphological type.[10] With the group's apparent crossing time being 12.6 ± 0.6[6] % of the universe's age, recent analyses deduce that the group is unvirialized, and thus this may explain the abundance of spirals and H I.[10]

http://en.wikipedia.org/wiki/Dorado_Group



Programa Stellarium



A bright spiral galaxy with two pronounced arms of bright pink stars
This new Hubble image shows NGC 1566, a beautiful galaxy located approximately 40 million light-years away in the constellation of Dorado (The Dolphinfish). NGC 1566 is an intermediate spiral galaxy, meaning that while it does not have a well-defined bar-shaped region of stars at its center — like barred spirals — it is not quite an unbarred spiral either.
The small but extremely bright nucleus of NGC 1566 is clearly visible in this image, a telltale sign of its membership of the Seyfert class of galaxies. The centers of such galaxies are very active and luminous, emitting strong bursts of radiation and potentially harboring supermassive black holes that are many millions of times the mass of the sun.
NGC 1566 is not just any Seyfert galaxy; it is the second brightest Seyfert galaxy known. It is also the brightest and most dominant member of the Dorado Group, a loose concentration of galaxies that together comprise one of the richest galaxy groups of the southern hemisphere. This image highlights the beauty and awe-inspiring nature of this unique galaxy group, with NGC 1566 glittering and glowing, its bright nucleus framed by swirling and symmetrical lavender arms.
This image was taken by Hubble’s Wide Field Camera 3 (WFC3) in the near-infrared part of the spectrum. A version of the image was entered into the Hubble’s Hidden Treasures image processing competition by Flickr user Det58.
Image Credit:  ESA/Hubble & NASA, Acknowledgement: Flickr user Det58




NGC 1566 é uma galáxia espiral barrada (SBbc) localizada na direcção da constelação de Dorado. Possui uma declinação de -54° 56' 14" e uma ascensão recta de 4 horas, 20 minutos e 00,5 segundos.
A galáxia NGC 1566 foi descoberta em 28 de Maio de 1826 por James Dunlop.


"Sig05-013 small" por NASA/JPL-Caltech/R. Kennicutt (University of Arizona) and the SINGS Team - http://sscws1.ipac.caltech.edu/Imagegallery/image.php?image_name=sig05-013Originally from en.wikipedia; description page is/was here.. Licenciado sob Domínio público, via Wikimedia Commons - http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Sig05-013_small.jpg#/media/File:Sig05-013_small.jpg























NGC 1566 is an intermediate spiral galaxy in the constellation Dorado. It is the dominant[3] member of the Dorado Group and also its brightest member.[4][5] It is one of the brightest Seyfert galaxies in the sky.[3] Its absolute luminosity is 3.7×1010 L.[6] It contains 1.4×1010 M of H I.[6]
http://en.wikipedia.org/wiki/NGC_1566




http://en.wikipedia.org/wiki/NGC_1566#mediaviewer/File:Grand_Swirls_NGC_1566.jpg

Grand Swirls NGC 1566CC BY 2.0
NASA Goddard Space Flight Center - http://www.flickr.com/photos/gsfc/14172908657/
This new Hubble image shows NGC 1566, a beautiful galaxy located approximately 40 million light-years away in the constellation of Dorado (The Dolphinfish). NGC 1566 is an intermediate spiral galaxy, meaning that while it does not have a well-defined bar-shaped region of stars at its center — like barred spirals — it is not quite an unbarred spiral either. The small but extremely bright nucleus of NGC 1566 is clearly visible in this image, a telltale sign of its membership of the Seyfert class of galaxies. The centers of such galaxies are very active and luminous, emitting strong bursts of radiation and potentially harboring supermassive black holes that are many millions of times the mass of the sun. NGC 1566 is not just any Seyfert galaxy; it is the second brightest Seyfert galaxy known. It is also the brightest and most dominant member of the Dorado Group, a loose concentration of galaxies that together comprise one of the richest galaxy groups of the southern hemisphere. This image highlights the beauty and awe-inspiring nature of this unique galaxy group, with NGC 1566 glittering and glowing, its bright nucleus framed by swirling and symmetrical lavender arms. This image was taken by Hubble’s Wide Field Camera 3 (WFC3) in the near-infrared part of the spectrum. European Space Agency Credit: ESA/Hubble & NASA, Acknowledgement: Flickr user Det58 NASA image use policy. NASA Goddard Space Flight Center enables NASA’s mission through four scientific endeavors: Earth Science, Heliophysics, Solar System Exploration, and Astrophysics. Goddard plays a leading role in NASA’s accomplishments by contributing compelling scientific knowledge to advance the Agency’s mission. Follow us on Twitter Like us on Facebook Find us on Instagram

http://en.wikipedia.org/wiki/NGC_1566






Programa Stellarium


NGC 1553 is a prototypical[3] lenticular galaxy in the constellation Dorado. It is the second brightest member of the Dorado Group of galaxies.[4][5][6] British astronomerJohn Herschel discovered NGC 1553 on December 5, 1834 using an 18.7 inch reflector.[7]
.................................
It forms a pair of interacting galaxies together with elliptical NGC 1549[8] which lies 11′.8 away from it in the sky.[2] Their interaction appears to be in the early stage and can be seen in optical wavelengths by faint but distinct irregular shells of emission and a curious jet on the northwest side.[2][3] Together, these two galaxies comprise the center of the Dorado group.[8]


http://en.wikipedia.org/wiki/NGC_1553




http://en.wikipedia.org/wiki/NGC_1553#mediaviewer/File:NGC_1553_Hubble.jpg

NGC 1553 HubblePublic Domain
The original uploader was Friendlystar at English Wikipedia - Transferred from en.wikipedia to Commons by Mike Peel using CommonsHelper.



The Dorado Group contains three dominant smaller groups within itself, NGC 1672 GroupNGC 1566 Group and the NGC 1433 Group, as evidenced by the H Idistribution of the region.[5] The Dorado Group is in the Fornax Wall that connects these three groups.[5] Because it is in the Fornax Wall, it is at a similar distance as the Fornax Cluster.[10] The Dorado Group is interesting for being richer than the Local Group, while still being dominated by disk types of galaxies (i.e. its two brightest members are spiral NGC 1566 and lenticular NGC 1553) and its member galaxies have H I masses on par with non-interacting galaxies of the same morphological type.[10] With the group's apparent crossing time being 12.6 ± 0.6[6] % of the universe's age, recent analyses deduce that the group is unvirialized, and thus this may explain the abundance of spirals and H I.[10]


http://en.wikipedia.org/wiki/Dorado_Group







http://en.wikipedia.org/wiki/Galaxy_filament#mediaviewer/File:2MASS_LSS_chart-NEW_Nasa.jpg


2MASS LSS chart-NEW NasaPublic Domain
IPAC/Caltech, by Thomas Jarrett - "Large Scale Structure in the Local Universe: The 2MASS Galaxy Catalog", Jarrett, T.H. 2004, PASA, 21, 396





Os desenhos formados pelas estrelas

 - AS CONSTELAÇÕES -

 são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 

e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais,

 entre o céu e a terra..., 

bem como percebendo que o caos,

 vagarosamente, 
vai se tornando Cosmos
 e este por nossa mente sendo conscientizado.

Quer dizer, 

nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward


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DA TERRA AO CÉU E AO INFINITO
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