segunda-feira, 15 de junho de 2015

Sol e Lua e Marte encontrando-se junto à Nebulosa do Caranguejo, M1

Olá!

Esta Lua Nova de 16 de junho estará sendo testemunhada por Marte
e acontecerá junto à Nebulosa do Caranguejo, M1,
bem na pontinha do Chifre do Sul de Taurus, o Touro.

 Messier 1 foi o primeiro objeto celeste
a ser inserido no famoso Catálogo de Charles Messier.

"Messier foi motivado a elaborar o catálogo enquanto estava à procura do cometa Halley em 1758.4 5 Segundo os cálculos orbitais de Joseph-Nicolas Delisle, chefe doobservatório astronômico onde ele trabalhava, Halley reapareceria na constelação do Touro.6 Enquanto observava o céu noturno à procura de Halley, descobriu independentemente outro cometa7 e um objeto de aparência semelhante, mas que não se movia em relação às estrelas vizinhas, sendo o primeiro objeto do céu profundodescoberto pelo astrônomo francês. Esse objeto é conhecido atualmente como a Nebulosa do Caranguejo, o remanescente da supernova de 1054.8
Com o objetivo de não mais confundir esses objetos difusos e fixos com cometas, Messier decidiu procurar outros objetos que poderiam enganar a si próprio e a outros astrônomos e decidiu incluí-los em um catálogo que descrevesse suas posições exatas e características.9 Segundo o próprio astrônomo:
"O que me levou a construir o catálogo foi a descoberta da nebulosa I acima do chifre sul de Touro em 12 de setembro de 1758, enquanto observava o cometa daquele ano. Esta nebulosa tinha tamanha semelhança com um cometa em sua forma e brilho e me esforcei para encontrar os outros, de modo que os astrônomos não mais confundissem estas mesmas nebulosas com cometas.""
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cat%C3%A1logo_Messier

Nesta Postagem, Caro Leitor, encontre algumas informações
sobre a Nebulosa do Caranguejo, Objeto Messier 1.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward



Stellarium
Stellarium



Stellarium




Messier 1

Supernova Remnant M1 (NGC 1952) in Taurus

Crab Nebula

[m1.jpg]
Right Ascension05 : 34.5 (h:m)
Declination+22 : 01 (deg:m)
Distance6.3 (kly)
Visual Brightness8.4 (mag) 
Apparent Dimension6x4 (arc min)



Discovered 1731 by British amateur astronomer John Bevis.

The Crab Nebula, Messier 1 (M1, NGC 1952), is the most famous and conspicuous known supernova remnant, the expanding cloud of gas created in the explosion of a star as supernova which was observed in the year 1054 AD. It shines as a nebula of magnitude 8.4 near the southern "horn" of Taurus, the Bull.

The supernova was noted on July 4, 1054 A.D. by Chinese astronomers as a new or "guest star," and was about four times brighter than Venus, or about mag -6. According to the records, it was visible in daylight for 23 days, and 653 days to the naked eye in the night sky. It was probably also recorded by Anasazi Indian artists (in present-day Arizona and New Mexico), as findings in Navaho Canyon and White Mesa (both Arizona) as well as in the Chaco Canyon National Park (New Mexico) indicate; there's a review of the research on the Chaco Canyon Anasazi art online. In addition, Ralph R. Robbins of the University of Texas has found Mimbres Indian art from New Mexico, possibly depicting the supernova.

The Supernova 1054 was also assigned the variable star designation CM Tauri. It is one of few historically observed supernovae in our Milky Way Galaxy.

The nebulous remnant was discovered by John Bevis in 1731, who added it to his sky atlas, Uranographia BritannicaCharles Messier independently found it on August 28, 1758, when he was looking for comet Halley on its first predicted return, and first thought it was a comet. Of course, he soon recognized that it had no apparent proper motion, and cataloged it on September 12, 1758. It was the discovery of this object which caused Charles Messier to begin with the compilation of his catalog. It was also the discovery of this object, which closely resembled a comet (1758 De la Nux, C/1758 K1) in his small refracting telescope, which brought him to the idea to search for comets with telescopes (see hisnote). Messier acknowledged the prior, original discovery by Bevis when he learned of it in a letter of June 10, 1771.

Although Messier's catalog was primarily compiled for preventing confusion of these objects with comets, M1 was again confused with comet Halley on the occasion of that comet's second predicted return in 1835.

This nebula was christened the "Crab Nebula" on the ground of a drawing made by Lord Rosse about 1844. Of the early observers, Messier, Bode and William Herschel correctly remarked that this nebula is not resolvable into stars, but William Herschel thought that it was a stellar system which should be resolvable by larger telescopes. John Herschel and Lord Rosse erroneously thought it is "barely resolvable" into stars. 
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em



http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/crabatlas.jpg
http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/messiercat.html





NEBULOSA DO CARANGUEJO, M1, NGC 1952!


NGC 1952 - M 1 - Taurus  -  Nebulosa Resto de Supernova - Caranguejo
Ascensão Reta  05h33m      Declinação +22o.05
Tipo Nebulosa Planetária SN        Dimensão 5,0        Magnitude 19
Magnitude da Estrela associada 16V           Distância em anos-luz 4,0

- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




Por volta do ano 5500 antes de cristo, uma imensa estrela explodiu como Supernova... seis mil e quinhentos anos mais tarde, em 4 de julho de 1054, astrônomos japoneses e chineses puderam observar a aparição de uma 'estrela convidada" no céu na constelação que hoje denominamos de Touro. Essa nova estrela, tão brilhante quanto Vênus, pôde ser vista durante o dia por cerca de 23 dias e durante dois anos pôde ser observada e estudada no céu noturno.

Quando a supernova esmaeceu, passaram-se mais 700 anos até que uma pequena nuvem de gás verde luminoso surgiu no lugar onde ela aparecera anteriormente, um grau ao norte e oeste de Zeta Tauri, já em um dos chifres do Touro quase aos pés dos Gêmeos.

Por volta do ano 5500 antes de cristo, uma imensa estrela explodiu como Supernova... seis mil e quinhentos anos mais tarde, em 4 de julho de 1054, astrônomos japoneses e chineses puderam observar a aparição de uma 'estrela convidada" no céu na constelação que hoje denominamos de Touro. Essa nova estrela, tão brilhante quanto Vênus, pôde ser vista durante o dia por cerca de 23 dias e durante dois anos pôde ser observada e estudada no céu noturno.

Quando a supernova esmaeceu, passaram-se mais 700 anos até que uma pequena nuvem de gás verde luminoso surgiu no lugar aonde ela aparecera anteriormente, um grau ao norte e oeste de Zeta Tauri, já em um dos chifres do Touro quase aos pés dos Gêmeos.

Charles Messier (1730-1817) era um caçador de cometas e sempre vasculhava o céu em busca dos mesmos. Em 12 de setembro de 1758 (ou em 28 de Agosto, segundo outro documento - Nota da Tradutora), Messier apontou para esse ponto de luz difusa no céu e o descreveu a nebulosa como contendo nenhuma estrela, esbranquiçada em sua cor e alongada como a chama de uma vela. Mais tarde, Messier veio a saber que tal nebulosa já havia sido avistada por um astrônomo inglês, John Bevis, em 1731.

Messier continuou sua busca por cometas (naquele mesmo houve o retorno, já previsto, do Cometa Halley durante o mês de dezembro) - e passou então, a elaborar uma lista de objetos no céu que não eram cometas. Finalmente, uma versão final dessa lista foi publicada em 1784 contendo 109 ou 110 objetos, sendo que o primeiro objeto mencionado foi a Nebulosa que ora é visitada por Saturno. Essa lista é hoje conhecida como A Lista de Messier e seus objetos são denominados M1, M2, M3.... A Nebulosa do Caranguejo é M1.

No entanto, esse nome, Nebulosa do Caranguejo foi dado por Earl of Rosse, em 1840 que publicou um desenho da mesma com filamentos que sugeriam o formato de um caranguejo. Mais tarde, ele observou a nebulosa já com outra aparelhagem mais potente e rejeitou sua descrição anterior da mesma.... tarde demais: a Nebulosa do Caranguejo já era assim conhecida!


A Nebulosa do Caranguejo não é difícil de ser localizada com um telescópio mais simples e do quintal de sua casa - afinal foi assim que Messier a encontrou! Porém, em céus mais transparentes, longe das luzes da cidade, sua visão se torna bem mais enriquecida e se você tiver um telescópio possante, será fantástico poder observar um estrela que ainda permanece em seu centro, um pulsar que gira cerca de 30 vezes por segundo!

"A Nebulosa do Caranguejo" é uma re-leitura, síntese e tradução de Janine Milward de artigo extraído da Revista Astronomy em sua edição de novembro na seção "Southern Sky Show" - "The Starry Sky".



http://apod.nasa.gov/apod/ap111225.html
M1: The Crab Nebula from Hubble 
Image Credit: NASAESA, J. Hester, A. Loll (ASU); Acknowledgement: Davide De Martin (Skyfactory)



A Nebulosa do Caranguejo (também catalogado como Messier 1, NGC 1952, Taurus A) é um remanescente de supernova e uma nebulosa de vento de pulsar naconstelação do Touro. A nebulosa foi primeiramente observada por John Bevis em 1731 e corresponde a uma brilhante supernova (SN 1054) registrada por astrônomos chineses e árabes em 1054. A nebulosa é a mais intensa fonte de raios X e gama para energias acima de 30 KeV, com fluxo de energia luminosa acima de 1012 eV. Dista a cerca de 6 500 anos-luz (2 quiloparsecs) da Terra e tem um diâmetro de 11 anos-luz (3,4 parsecs), expandindo-se a uma taxa de aproximadamente 1 500 quilômetros por segundo.
No centro da nebulosa há o Pulsar do Caranguejo, uma estrela de nêutrons com 28 a 30 quilômetros de diâmetro,4 que emite pulsos periódicos de radiação que abrange quase todo o espectro eletromagnético, com uma frequência de 30,2 vezes por segundo, evidenciando uma rotação com período de apenas 33 milissegundos. Foi o primeiro objeto astronômico associado a uma explosão de supernova.
Age como uma fonte de radiação para o estudo de corpos celestes que por vezes a ocultam. Na década de 1950 e 1960, a coroa solar foi mapeada a partir de observações das ondas de rádio da nebulosa que passaram através dela. Em 2003, a espessura da atmosfera de Titã, satélite de Saturno, foi medida através do bloqueio de raios-X provenientes da nebulosa pela atmosfera do satélite.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Nebulosa_do_Caranguejo



http://pt.wikipedia.org/wiki/Nebulosa_do_Caranguejo#mediaviewer/Ficheiro:Chandra-crab.jpg
Chandra-crabDomínio público
Optical: NASA/HST/ASU/J. Hester et al. X-Ray: NASA/CXC/ASU/J. Hester et al. - http://hubblesite.org/newscenter/newsdesk/archive/releases/2002/24/image/a
O Pulsar do Caranguejo. Esta imagem combina informações ópticas do Hubble (em vermelho) e imagens de raios-X do Observatório de raios-X Chandra (em azul).
A composite image of the Crab Nebula showing the X-ray (blue), and optical (red) images superimposed. The size of the X-ray image is smaller because the higher energy X-ray emitting electrons radiate away their energy more quickly than the lower energy optically emitting electrons as they move




Condições físicas


Os filamentos observados são restos da atmosfera da estrela progenitora e consistem basicamente de hélio e hidrogênio ionizado, juntamente com carbonooxigênio,nitrogênioferroneônio e enxofre. A temperatura dos gases nesses filamentos é de 11 000 a 18 000 kelvin e sua densidade é de 1 300 partículas por centímetro cúbico.17Considerando-se a luz visível, a Nebulosa do Caranguejo é composta de uma massa oval de filamentos, com diâmetro angular de aproximadamente 6x4 minutos de arco em torno de uma região central azul difusa. Como comparação, a lua cheia tem 30 minutos de arco de diâmetro. Em três dimensões, especula-se que a nebulosa tenha a forma de um esferoide prolato.3 Ao longo de sua maior dimensão visível, a nebulosa mede cerca de (13 ± 3) anos-luz.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Nebulosa_do_Caranguejo#mediaviewer/Ficheiro:Filaments_in_the_Crab_Nebula.jpg
Imagem do Telescópio Espacial Hubble de uma pequena região da Nebulosa do Caranguejo, mostrando sua intricada estrutura filamentar. Crédito:NASA/ESA.
Hubble Space Telescope image of filaments in the Crab Nebula (M1, NGC 1952).

Em 1953, o russo Iosif Shklovsky propôs que a região azul difusa fosse produzida por radiação síncrotron, que é a radiação emitida pelo movimento curvilíneo de elétrons em velocidades próximas à velocidade da luz.18 Três anos depois, a hipótese foi confirmada a partir das observações. Na década de 1960, verificou-se que a origem das trajetórias curvas dos elétrons era devida ao forte campo magnético produzido por uma estrela de nêutrons no centro da nebulosa.
A Nebulosa do Caranguejo é foco de muita atenção dos astrônomos, mas a sua distância à Terra permanece uma questão em aberto devido às grandes incertezas em cada método utilizado para calcular sua distância. Fotografias tomadas ao longo de vários anos revelam a lenta expansão da nebulosa,19 e comparando esta expansão angular observada no céu com a sua velocidade de expansão determinada através da análise espectroscópica, a distância da nebulosa em relação à Terra pode ser estimada com mais precisão. Em 1973, uma análise a partir dos diversos métodos utilizados para calcular a distância à nebulosa alcançou a conclusão de 6 300 anos-luz.3 As estimativas mais recentes dão conta que sua distância em relação à Terra é de (6,5 ± 1,8) x 10³ anos-luz, o que equivale a (2,0 ± 0,5) kpc, e que está se expandindo a uma taxa de aproximadamente 1 500 quilômetros por segundo.20
Seguindo cronologicamente de forma retrógrada e uniforme sua expansão, alcança-se uma data várias décadas após 1054, o que implica que a sua velocidade de expansão tem acelerado desde a explosão da supernova.21 Acredita-se que esta aceleração seja causada pela energia do pulsar, que de alguma forma interfere com o campo magnético da nebulosa, que se expande e força seus filamentos em direção ao espaço vazio.22
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Acredita-se que o pulsar do Caranguejo tenha cerca de 28 a 30 km de diâmetro.30 Emite pulsos de radiação a cada 33 milissegundos,31 e são emitidos em comprimentos de onda que abrangem praticamente todo o espectro eletromagnético, desde as ondas de rádio aos raios gama. Como todos os pulsares, o seu período de rotação está diminuindo gradualmente. Ocasionalmente, o seu período de rotação passa mudanças bruscas, conhecidas como "falhas", que se acredita serem causadas por um realinhamento repentino da massa da estrela de nêutrons, mudando seu momento de inércia e sua velocidade angular para que seu momento angular seja conservado. A energia liberada quando o pulsar desacelera é enorme e causa uma maior emissão da radiação síncrotron, que tem uma luminosidade total aproximadamente 75 000 vezes maior que a do Sol.32

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em


SAIBA MUITO, MUITO MAIS
SOBRE A NEBULOSA DO CARANGUEJO
acessando
PÁGINA DA CHANDRA SOBRE A NEBULOSA


Hubble Astronomers Unveil "Crab Nebula - The Movie"














http://apod.nasa.gov/apod/image/0112/m1animation_block_bw.gif
The Incredible Expanding Crab 
Credit: Courtesy Adam Block (KPNO Visitor Program), NOAONSF
Explanation: The Crab Nebula is cataloged as M1, the first on Charles Messier's famous list of things which are not comets. In fact, the Crab is now known to be a supernova remnant, an expanding cloud of debris from the explosion of a massive star. The violent birth of the Crab was witnessed by astronomers in the year 1054. Roughly 10 light-years across today, the nebula is still expanding at a rate of over 1,000 kilometers per second. Flipping between two images made nearly 30 years apart, this animation clearly demonstrates the expansion. The smaller Crab was recorded as a photographic image made in 1973 using the Kitt Peak National Observatory 4-meter telescope in 1973. The expanded Crab was made this year with the Kitt Peak Visitor Center's 0.4-meter telescope and digital camera. Background stars were used to register the two images.




Supernova é o nome dado aos corpos celestes surgidos após as explosões de estrelas (estimativa) com mais de 10 massas solares, que produzem objetos extremamente brilhantes, os quais declinam até se tornarem invisíveis, passadas algumas semanas ou meses. Em apenas alguns dias o seu brilho pode intensificar-se em 1 bilhão de vezes a partir de seu estado original, tornando a estrela tão brilhante quanto uma galáxia, mas, com o passar do tempo, sua temperatura e brilho diminuem até chegarem a um grau inferior aos primeiros.
A explosão de uma supernova pode expulsar para o espaço até 90% da matéria de uma estrela. O núcleo remanescente tem massa superior a 1,5 massas solares, a Pressão de Degenerescência dos elétrons não é mais suficiente para manter o núcleo estável; então os elétrons colapsam com o núcleo, chocando-se com os prótons, originandonêutrons: o resultado é uma estrela composta de nêutrons, com aproximadamente 15 km de diametro e extremamente densa, conhecida como estrela de nêutrons ou pulsar. Mas, quando a massa desse núcleo ultrapassa 3 massas solares, nem mesmo a Pressão de Degenerescência dos nêutrons consegue manter o núcleo; então a estrela continua a se colapsar, dando origem a uma singularidade no espaço-tempo, conhecida como buraco negro, cuja velocidade de escape é maior do que a velocidade da luz.
Atualmente, são utilizadas como velas-padrão para estudos da expansão do universo, técnica similar à utilizada por Edwin Hubble com cefeidas, mas, com eficiência muito maior, pois o brilho das Supernovas é bem maior.

LEIA MAIS em
http://pt.wikipedia.org/wiki/Supernova



http://en.wikipedia.org/wiki/Crab_Nebula#mediaviewer/File:Crab_Nebula_NGC_1952_(composite_from_Chandra,_Hubble_and_Spitzer).jpg
Crab Nebula NGC 1952 (composite from Chandra, Hubble and Spitzer)
X-Ray: NASA/CXC/J.Hester (ASU); Optical: NASA/ESA/J.Hester & A.Loll (ASU); Infrared: NASA/JPL-Caltech/R.Gehrz (Univ. Minn.) - http://www.spitzer.caltech.edu/images/2857-sig09-009-NASA-s-Great-Observatories-View-of-the-Crab-Nebula (direct link)
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CARO LEITOR,
acessando minha Página
Visitando os Objetos Messier
você encontrará este Catálogo
apresentando as seguintes Constelações
e seus Objetos Messier:





O CATÁLOGO MESSIER

Catálogo Messier é um catálogo astronômico composto por 110 objetos do céu profundo, compilado pelo astrônomo francês Charles Messier entre 1764 e 1781.1Originalmente com o nome "Catalogue des Nébuleuses et des amas d'Étoiles, que l'on découvre parmi les Étoiles fixes sur l'horizon de Paris" (Catálogo de Nebulosas e Aglomerados Estelares Observados entre as Estrelas Fixas sobre o Horizonte de Paris), foi construído com objetivo de identificar objetos do céu profundo, comonebulosasaglomerados estelares e galáxias que poderiam ser confundidos com cometas, objetos de brilho fraco e difusos no céu noturno.2
Antes de Messier, vários outros astrônomos elaboraram catálogos semelhantes, como a lista de seis objetos de Edmond Halley,3 o catálogo de William Derham, baseado no catálogo de estrelas de Johannes Hevelius, o Prodomus Astronomiae, o Catálogo das Nebulosas do Sul de Nicolas Louis de Lacaille, de 1755, bem como as listas deGiovanni Domenico Maraldi e Guillaume Le Gentil e Jean-Philippe de Chéseaux. Os diferentes objetos do catálogo são designados pela letra M seguida de um número, que corresponde à ordem cronológica das descobertas ou inclusões: assim, M1 corresponde ao primeiro objeto catalogado, enquanto que a galáxia de Andrômeda, conhecida desde a Idade Média, é apenas o objeto M31. Os objetos do catálogo, conhecidos como "Objetos Messier", também constam em outros catálogos mais recentes, como o New General Catalogue (NGC).
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História


Com o objetivo de não mais confundir esses objetos difusos e fixos com cometas, Messier decidiu procurar outros objetos que poderiam enganar a si próprio e a outros astrônomos e decidiu incluí-los em um catálogo que descrevesse suas posições exatas e características.
9 Segundo o próprio astrônomo:Messier foi motivado a elaborar o catálogo enquanto estava à procura do cometa Halley em 1758.4 5 Segundo os cálculos orbitais de Joseph-Nicolas Delisle, chefe doobservatório astronômico onde ele trabalhava, Halley reapareceria na constelação do Touro.6 Enquanto observava o céu noturno à procura de Halley, descobriu independentemente outro cometa7 e um objeto de aparência semelhante, mas que não se movia em relação às estrelas vizinhas, sendo o primeiro objeto do céu profundodescoberto pelo astrônomo francês. Esse objeto é conhecido atualmente como a Nebulosa do Caranguejo, o remanescente da supernova de 1054.8
"O que me levou a construir o catálogo foi a descoberta da nebulosa I acima do chifre sul de Touro em 12 de setembro de 1758, enquanto observava o cometa daquele ano. Esta nebulosa tinha tamanha semelhança com um cometa em sua forma e brilho e me esforcei para encontrar os outros, de modo que os astrônomos não mais confundissem estas mesmas nebulosas com cometas."9

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http://pt.wikipedia.org/wiki/Cat%C3%A1logo_Messier







Os desenhos formados pelas estrelas
 - AS CONSTELAÇÕES - 
são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais,
 entre o céu e a terra..., 
bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente,
vai se tornando Cosmos
 e este por nossa mente sendo conscientizado.

Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward