quarta-feira, 19 de agosto de 2015

Altair, Vega e Deneb - e a Lenda da Tecelã e do Pastor sendo comemorada hoje, dia 20 de agosto de 2015

Olá!

Este é o chamado Triângulo do Verão
 (verão para o hemisfério norte e inverno, para o hemisfério sul, naturalmente). 
Talvez seja mais interessante que possamos denominar
como o Grande Triângulo do Norte!

São dois pássaros voando - Águia e Cisne - 
e um instrumento musical tocando - Lira, Violino, Címbalo, Harpa, Cítara -, 
e também sempre não podemos nos esquecer 
que a constelação da Lira tem sido denominada 
de Vultur Cadens, Águia que Cai, Abutre Mergulhando, 
ou seja, formando uma trindade de pássaros e suas estrelas Alpha
 - Altair, Deneb e Vega (cujo vocábulo deriva de uma Ave de Rapina, Al Waki) :
 o Grande Triângulo do céu do norte! 


Stellarium

Stellarium

Stellarium




Para nós, moradores do hemisfério sul,
é sempre bom nos colocarmos de frente para o norte,
tendo o oeste à nossa esquerda
e o leste à nossa direita
de maneira a bem podermos contemplar
os céus estrelados mais ao norte.


Stellarium

Stellarium



Nesta Postagem,
estaremos comentando um tantinho
sobre as constelações da Águia, da Lira e do Cisne 
e suas vizinhanças nos céus estrelados
e ainda sobre a Via Lactea que passa ao longo desses asterismos
e sobre um Vazio, um Rio do Vazio
 -  conhecido  como a Grande Fissura, the Great Rift, a Grande Fenda.

Estaremos concluindo nossa Postagem
apresentando  uma lenda taoísta, chinesa, 
nos contando sobre uma tecelã
 - representada pela Estrela Alpha Lyrae, Vega - 
que um belo dia apaixonou-se por um jovem pastor 
- representado pela Estrela Alpha Aquila, Altair,
e ambos contando com a boa proteção da fada-madrinha,
a Estrela Alpha Cygnus, Deneb.

Aliás, Caro Leitor, será hoje a noite comemorativa
desse apaixonado Encontro!

Boas Observações e Boas Leituras!

Com um abraço estrelado,
Janine Milward  



20 de agosto de 2015
Pequim, China
Águia e Lira e Cisne culminando!



Stellarium






See Explanation.
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available.



Summer Night in Astronomy Town 
Credit & CopyrightBabak Tafreshi (TWAN)

Explanation: This serene view records a late summer night sky over the rolling, green hills of planet Earth. It was taken near the rural village of Saadat Shahr, Fars province, in southern Iran. Saadat Shahr is also known as Astronomy Town, as the inhabitants have demonstrated a remarkable passion for sky gazing. Fittingly, this Astronomy Town sky view finds a lovely part of the Milky Way near picture center. The three brightest stars are the stars of the Summer Triangle, Deneb in Cygnus (top), Altair in Aquila (left), and Vega in Lyra (right). The foreground landscape, illuminated by Astronomy Town lights, includes a kind of wild pistachio tree common in the region. To identify the stars and constellations, just slide your cursor over the image. 



Este é o chamado Triângulo do Verão
 (verão para o hemisfério norte
 e inverno, para o hemisfério sul, naturalmente). 
Talvez seja mais interessante que possamos denominar
como o Grande Triângulo do Norte!

 São dois pássaros voando - Águia e Cisne - e um instrumento musical tocando - Lira, Violino, Címbalo, Harpa, Cítara -, e também sempre não podemos nos esquecer que a constelação da Lira tem sido denominada de Vultur Cadens, Águia que Cai, Abutre Mergulhando, ou seja, formando uma trindade de pássaros e suas estrelas Alpha - Altair, Deneb e Vega (cujo vocábulo deriva de uma Ave de Rapina, Al Waki) : o Grande Triângulo do céu do norte! 


http://www.raremaps.com/gallery/detail/31398op/_Lyra_Stars_Heightened_in_Gold/Bayer.html
Map Maker: Johann Bayer


A Lira é uma constelação sempre maravilhosa e nos trazendo seu encantamento, seja através a observação a olho nú, ou através binóculos e telescópios.

A Lira, enquanto um instrumento musical, pode sempre estar nos apresentando apenas um dos instrumentos de sua grande orquestra....; ou pode sempre estar nos apresentando alguns ou mesmo (quase) todos os instrumentos/objetos celestiais de sua grande orquestra..;. e ainda o maestro apontando seu super telescópio para poder amealhar outros demais instrumentos/objetos celestes que aguardam serem revelados ao público sempre disposto a aplaudir a doce musicalidade advinda dessa belíssima constelação dos céus estrelados do norte! 

O simples e singular instrumento musical da Lira acontece quando a observamos a olho nú e nos deixamos encantar pela delicada música realizada através de suas cordas tremulantes sendo dedilhadas pelo mito de Orpheu. 

Alguns ou mesmo (quase) todos os instrumentos/objetos celestiais de sua grande orquestra acontece quando a observamos através simpáticos telescópios, de menor ou de maior potência.  Surgem objetos celestes admiráveis, fundamentalmente entra em cena a belíssima e sempre tão buscada e observada Nebulosa do Anel!

 O maestro regendo a grande orquestra e ainda revelando mais e mais instrumentos/objetos celestiais que aguardam por seus momentos de entrada..., acontece quando os super telescópios e a tecnologia cada vez mais avançada das várias formas de fotografia são direcionados para esta constelação! Aglomerados e Galáxias entram em cena e tomam seus lugares.

Eu diria que, nesta orquestra dos céus, o lugar do solista é ocupado pela estonteante Nebulosa do Anel que vai sendo revelada mais e mais em seus profundos segredos que repousam em seu interior aparentemente vazio e que vai se enchendo de estrelas, pouco a pouco - quanto mais avançadamente a astronomia caminha, mais profundamente investiga e traz à luz objetos celestiais ainda nem sonhados em nossa vã filosofia...!  Talvez possamos pensar que o maestro seja representado pela segunda mais brilhante estrela dos céus do norte e a quinta mais brilhante estrela de todos os céus: Vega.

Você e eu, Amantes das Estrelas, somos o público e nos posicionamos ansiosamente diante do belíssimo espetáculo apresentado no palco dos céus estrelados!

Programa Stellarium 



Este Grande Triângulo acaba por amealhar, para nossa visão a olho nú, algumas constelações que se encontram em seu entorno:

Primeiramente, eu tenho a dizer que a constelação da Lira atrai minha imediata atenção para os céus do norte e para si e certamente é sempre Vega a estrela a atuar enquanto um verdadeiro farol! 

Em segundo momento, se o observador estiver situado em um sítio de céus escuros e transparentes e em noite de Lua ainda escondida, lua boêmia e/ou adolescente (Lua entre suas fases de Minguante a Nova, de preferência, e/ou Lua em dias iniciais de novo ciclo e já deitada no horizonte oeste), é certo que a Via Láctea estará se apresentando de maneira grandiosa, advinda do Cruzeiro do Sul e logo encontrando o Escorpião e a partir de então, deixando acontecer o Rio do Vazio (denominação minha) que vai correndo entre duas margens de estrelinhas de algodão e novamente encontrando terra firme (ou retorno à Via Láctea tecida pelas estrelinhas de algodão), digamos assim, já na constelação do Cisne e ainda acontecem duas lagoas até que finalmente entra em cena a estrela Alpha Cygnus, Deneb (sendo que o Cisne quase por inteiro voa por sobre as águas da praia do Rio do Vazio e sobre as duas lagoas).


Extraído da Revista Astronomy, edição impressa de setembro de 1998, página 86. 
A inserção dos nomes das estrelas Altair, Vega e Deneb são minhas, Janine, bem como a inversão do mapa, para melhor visualização virtual.



Aquilo que eu, Janine, denomino enquanto Rio do Vazio, é um pedaço de escuridão, de vazio,  de fissura, de hiato, de brecha, que traz uma bifurcação, digamos assim, no caminho das estrelinhas de algodão da Via Láctea, a partir das constelações da Águia, do Escudo, da Cauda da Serpente e de Hércules, e que vai avançando tendo as constelações da Águia, de Hercules, de Sagitta, da Vulpecula e ainda a constelação da Lira em sua fronteira e concluindo seu percurso adentrando o Cisne até encontrar a praia de estrelinhas de algodão e encontrando ainda duas lagoas que terminam aos pés de Deneb, Alpha Cygnus. 

Esse Rio do Vazio é conhecido como a Grande Fissura, the Great Rift, a Grande Fenda.




http://dreamview.net/dv/new/photos.asp?ID=102200
A meteor's streak and the arc of the Milky Way hang over the imposing mountain fortress of Alamut in this starry scene. Found in the central Alborz Mountains of Iran, Alamut Castle (2160 m) was built into the rock in the 9th century. The name means Eagle's Nest. Home of the legendary Assassins featured in the adventure movie Prince of Persia, Alamut was also historically a center for libraries and education. For a time, it was the residence of important 13th century Persian scholar and astronomer Nasir al-Din al-Tusi (or simply known as Tusi). Highlights in the background sky include bright white stars Deneb (in Cygnus), Vega, and Altair, nebulae near the Galactic Center, and the dark obscuring dust clouds of the Milky Way also known as the Great Rift. Lights at the lower right are from small villages and the capital Tehran, over 100 kilometers away to the southwest. 
Photo by : Babak A. Tafreshi





Esses Três Pássaros - Cisne, Águia e Abutre, representados por Cygnus, Aquila e Lyra -, realizam seus vôos em absoluta interação entre si e entre as margens compostas por estrelinhas de algodão, a Via Láctea, e pelo Rio do Vazio. 



Do lado da margem do Rio do Vazio onde a constelação da Lira se encontra, poderemos, então, observar, ainda mais ao norte, as estrelinhas que compõem a Cabeça do Dragão, Draco, aquele que se enredilha entre as constelações vicinais e sempre candidatas ao Pólo Norte Celestial.  A bem da verdade, esta Cabeça situa-se bem aos pés do Herói Hercules, o Herói Ajoelhado, cuja cabeça e um dos braços estendido acabam encontrando-se  com a maravilhosa jóia do céu do norte, a Coroa Boreal, também protegida pela Cabeça da Serpente que Ophiucus, o Serpentário, segura e divida esta Serpente entre Cabeça e Cauda - sendo que esta última, a Cauda, quase toca a Lira!



http://www.raremaps.com/gallery/detail/33151op/Aquila_Stars_Heightened_in_Gold/Bayer.html
Map Maker: Johann Bayer


Do lado da margem do Rio do Vazio onde a constelação da Águia se encontra, poderemos em sua Cabeça, observar a intenção trina de imitação das estrelas componentes visualmente do Cinturão do Orion, o Gigante Caçador (as popularmente chamadas de Três Marias) através suas estrelas Alpha Aquilae, Altair, acompanhada de Beta Aquilae, Alshair, e de Gamma Aquilae, Reda ou Tarazed. 

A Águia voa altaneira, sempre capitaneada por suas três estrelas imediatamente acima descritas.  No entanto, também em sítios de céus escuros e transparentes, poderemos nos deixar encantar pelas presenças de três pequenas constelações aliadas à Águia.  São elas: Scutum, o Escudo, Delphinus, o Delfim, e Sagitta, a Flecha.  A meu ver, a constelação do Escudo não se mostra assim tão claramente, é mais difusa em seu delineado.  No entanto, o Delfim é de uma delicadeza ímpar em seu delineado se apresentando como se fosse uma pedra preciosa sendo esculpida com zelo..., e a Flecha nos faz sempre sorrir ao vê-la pois que se apresenta literalmente enquanto esse objeto!

Certamente, sempre que nos deparamos com a beleza de vôo realizado pela Águia - vôo esse sempre acompanhado pelo Delfim, pela Flecha, pelo Escudo e pelo Cavalo, Equuleus (confesso que não consigo bem visualizar esta pequena constelação) -, podemos ter a referência da constelação zodiacal do Capricórnio, que se apresenta, a olho nú, em um delineado de grande triângulo, realmente.  Em seguimento, entra em cena Aquarius, com seu surpreendente ziguezaguear de estrelinhas tímidas que acabam se enredilhando com os Peixes voltados para testemunharem o mito de Andromeda, através esta constelação acolhedora de nossa irmã-galáxia de mesmo nome e através o Cavalo Alado, Pegasus.



E é certo que nosso olhar voltado para Altair, Alpha Aquilae, estará sempre nos fazendo recordar a presença do Grande Triângulo formado por esta estrela e ainda por Deneb, Alpha Cygnus, e pela nossa tão já decantada e encantada e comentada Vega!  (Confesso ao Caminhante do Céu que meu quarto está voltado para o leste e fico muito feliz quando, já deitada em minha aconchegante cama, posso esperar pela chegada e saudação desta estrela, Altair, voando junto às suas duas irmãs - quase como uma repetição de As Três Marias!).





Programa Stellarium



Estivemos comentando sobre o Rio do Vazio (denominação minha) que é acompanhado, em suas duas margens pelas constelações que vim descrevendo mais acima e que possui uma Ponte imaginária e imaginada pelos povos antigos unindo as estrelas Altair, Alpha Aquilae, a Vega, Alpha Lyrae.  Acontece que o Cisne apresenta em seu delineamento de constelação, grande parte de seu  vôo realizado através seu imenso corpo alongado em sua cabeça e ainda mais alongado em suas asas, acontecendo por sobre as duas margens e os momentos finais desse Rio do Vazio, sendo que sua estrela Alpha, Deneb, já se encontra em terra firme, digamos assim, após duas lagoas escuras e então trazendo a conclusão desse Rio do Vazio e se deixando entremear pelas estrelinhas de algodão que dão continuidade à Via Láctea em seu trajeto rumo às constelações bem ao norte, encontrando Cepheus, Cassiopéia... e então retornando ao seu caminho rumo ao sul, começando por Perseus e depois já atravessando o Cocheiro, Auriga, e então se dirigindo, para nosso total encantamento, para acolher Orion, seguir em direção ao Cão Maior e deslumbrar Sírius, a mais bela dos céus estrelados, e então mergulhar nos mares do Navio..., até novamente ajoelhar-se diante da Cruz e abençoar a proximidade do Pólo Sul Celestial... e novamente seguir seu caminho rumo ao Escorpião e sua fronteira com o Sagitário onde nos revela (ou não revela) seus mais profundos segredos escondidos no centro da nossa Galáxia, da Via Láctea, caminho do leite celestial.




http://www.raremaps.com/gallery/detail/33478op/_Cygnus/Bayer.html
Map Maker: Johann Bayer


O Cisne é uma constelação imensa e muitíssimo arrebatadora, eu diria, porque se apresenta enquanto um verdadeiro e imenso pássaro voando com suas asas inteiramente abertas, esticadas, projetadas rumo norte e rumo sul, cabeça ereta e honrosa, e cauda ainda mais honrosa pois que é representada por sua estrela Alpha, Deneb (deneb é um vocábulo que quer dizer cauda, rabo).





Stellarium

Existe uma lenda taoísta, chinesa, nos contando sobre uma tecelã
 - representada pela Estrela Alpha Lyrae, Vega - 
que um belo dia apaixonou-se por um jovem pastor
- representado pela Estrela Alpha Aquila, Altair
  e ambos contando com a boa proteção da fada-madrinha,
a Estrela Alpha Cygnus, Deneb.


Existe uma lenda taoísta, chinesa, nos contando sobre uma tecelã - representada pela Estrela Alpha Lyrae, Vega - que um belo dia apaixonou-se por um jovem pastor - representado pela Estrela Alpha Aquila, Altair, e ambos sob a proteção da fada-madrinha, a Estrela Alpha Cygnus, Deneb.  

No entanto, este amor era impossível de ser vivenciado em plenitude de união entre os amantes pois que, entre ambos, existia uma imensa fronteira, o leito da Via Lactea.  Porém, dizem os antigos chineses taoístas que marido  e mulher encontravam-se uma noite única no ano: a sétima hora do sétimo dia do sétimo mes.  O Jovem Pastor, Altair, vinha encontrar-se com sua amada Tecelã, Vega, trazendo consigo as duas filhas do casal - que são as duas estrelinhas que sempre estão acompanhando a Estrela Alpha Aquila.


Eu penso que esta versão taoísta chinesa sobre Vega e a constelação da Lyra e sua comunhão constante, porém sempre também distanciada, com Altair e suas duas companheiras e a constelação da Águia, é uma história belíssima e faz jus aos desenhos de ambas as constelações.  Ou seja, a constelação da Lyra se apresenta aos nossos olhos como um delicado tear, sim, sendo trabalhado em suas linhas delineadas por suas estrelinhas contidas em sua moldura através sua Tecelã, Vega, sua Estrela Alpha!








 ASSIM COMO VEREMOS MAIS ABAIXO,
It falls on the seventh day of the 7th month on the East Asian Lunisolar calendar.[3][4]
O FESTIVAL CAI NO SÉTIMO DIA DO SÉTIMO MÊS DO CALENDÁRIO LUNAR-SOLAR DO LESTE DA ÁSIA!  E, NESTE ANO DE 2014, RECAIRÁ EM 02 DE AGOSTO!

- Eu não bem entendo muito sobre o Calendário lunar-solar oriental mas penso que o primeiro mês é considerado a partir da primeira Lua NOVA (o Ano-Novo chinês) no signo de Aquário (Astrologia) ou na constelação do Capricórnio (Astronomia) e, normalmente, essa Lua cai ou em janeiro ou em começo de fevereiro e então o Sétimo Mês pode cair em Agosto e o Sétimo Dia pode vir a ser contado a partir do dia da Lua que inicia a contagem do calendário lunar-solar oriental.


Painting of Niulang and Zhinü in theLong Corridor of the Summer Palace inBeijing.

SourceOwn work
Authorshizhao (talk)拍摄,画者不明


The Weaver Girl and the Cowherd is a Chinese folklore tale.
The general tale is about a love story between Zhinu (織女; the weaver girl, symbolizing Vega) and Niulang (牛郎; the cowherd, symbolizing Altair).[1] Their love was not allowed, thus they were banished to opposite sides of the Silver River (symbolizing the Milky Way).[1][2] Once a year, on the 7th day of the 7th lunar month, a flock of magpies would form a bridge to reunite the lovers for one day.[1] There are many variations of the story.[1] The tale of The Weaver Girl and the Cowherdhas been celebrated in the Qixi Festival since the Han Dynasty.[3] The earliest-known reference to this famous myth dates back to over 2600 years ago, which was told in a poem from the Classic of Poetry.[4]

Double Seventh Festival (Chinese七夕),[1] is a traditional star festival of the East Asian cultural sphere that celebrates the annual meeting of the cowherd and weaver girl in Chinese mythology.[2] It falls on the seventh day of the 7th month on the East Asian Lunisolar calendar.[3][4]
The festival originated from the romantic legend of two lovers,the Weaver Maid and the Cowherd,[2][5] The tale of The Weaver Girl and the Cowherd has been celebrated in the Qixi Festival since the Han Dynasty.[6] The earliest-known reference to this famous myth dates back to over 2600 years ago, which was told in a poem from theClassic of Poetry.[7]
The festival has several names in the different areas of East Asia. The names Qixi Festival (Chinese七夕)and Qiqiao Festival (Chinese乞巧節) are used in China. InJapan, the festival is named Tanabata. In Korean the name of the festival is Chilseok, and the Vietnamese name is Ngày Thất Tịch.
Like the other East Asian traditional festivals, regional customs and traditions concerning the celebration of the Double Seventh Festival vary widely.
Double Seventh Festival
Also calledEvening of the Seventh, Qixi Festival, Qiqiao Festival, Tanabata, Chilseok, Ngày Thất Tịch
Observed byChinese, Japanese, Korean, Vietnamese
DateEast Asian Lunisolar calendar
7th day of 7th month
2013 date13 August
2014 date2 August
2015 date20 August
2016 date9 August
http://en.wikipedia.org/wiki/Double_Seventh_Festival





20 de agosto de 2015
Pequim, China
Águia e Lira e Cisne culminando!

Stellarium






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A meu ver, o mito sempre é estruturado em uma verdade; verdade essa contada a partir da formalização de um mito e essa formalização não pertence singularmente a um ser somente, bem ao contrário, faz parte da mente de muitos seres que comungam de uma mesma compreensão sobre uma mesma verdade e que, ao comunicarem entre si sobre estas questões, fazem acontecer o mito, trazem o mito de seus inconscientes para se tornar um mito consciente.




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Felizes eram os povos antigos que podiam deixar que seus corações alçassem vôo juntamente com as estrelas Alpha representativas dos Pássaros que compõem o Grande Triângulo - Altair, Vega e Deneb - e deixar suas imaginações ir ainda bem mais distante do que a visão a olho nú dessas constelações e suas estrelas, muito mais além, certamente, e trazer à tona de seus inconscientes mitos tão interessantes sobre a vida e a morte, sobre o ser Vitorioso por enfrentar os desafios da vida diante da sempre presente morte, por orientar-se pela Mensageira da Luz, por ousar cruzar a Ponte sobre o Rio do Vazio de maneira a alcançar a Vida do Céu e então enfrentar, com dignidade de seus atos bem realizados, o Juiz do Céu. 

Felizes eram os povos antigos que podiam se deixar encobrir pelo manto de estrelas contando seus mitos, pelo manto das estrelinhas de algodão da Via Láctea, pelo manto do vazio do céu noturno escondendo seus segredos, segredos de vida e de morte.

Aliás, sabemos que jamais morreremos porque ‘somos todos poeira de estrelas’, ou seja, a vida no universo é sempre existente em sua constante transmutação de estados  - Tema exposto através a exposição da mente dos povos antigos acerca a Ponte sobre o Rio do Vazio (denominação minha dada à fissura na Via Láctea que coloca em margens opostas as constelações da Lira e da Águia).

A Ponte entre a Vida e a Morte já havia sido cruzada por Eurídice (que não conseguiu realizar seu retorno, por inteiro) e por seu amado Orpheu que desceu aos mundos ínferos para buscar sua amada esposa e retornou ao mundos dos vivos para viver uma vida de tristeza... ( A dúvida sobre o retorno da morte em relação à vida é que lhe trouxe a tristeza para seu retorno à vida). 

A Ponte entre a Vida e a Morte foi cantada  elegendo a constelação da Lyra e sua estrela Alpha Vega como A Mensageira da Luz, como A Luz do Céu, O Vitorioso, O Juiz do Céu...

O mito sempre é estruturado em uma verdade; verdade essa contada a partir da formalização de um mito e essa formalização não pertence singularmente a um ser somente, bem ao contrário, faz parte da mente de muitos seres que comungam de uma mesma compreensão sobre uma mesma verdade e que, ao comunicarem entre si sobre estas questões, fazem acontecer o mito, trazem o mito de seus inconscientes para se tornar um mito consciente.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward






http://www.allthesky.com/nightscapes/big/stonehengeallskym-b.jpg

Skyhenge
All-Sky view from Stonehenge
 


Night shot:
Date:31.5.2009Time:1:35 UT
Exposure:30sField:180o circular
Camera:Nikon D3Optics:f=8mm at 1/4.0
Place:Stonehenge, England  Photographer:Till Credner
Sunrise shot:
Date:31.5.2009Time:4:10 UT
Exposure:1/125sField:180o circular
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Os desenhos formados pelas estrelas 
são como janelas que se abrem para a infinitude do universo
 e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais, 
entre o céu e a terra...; 
bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente, 
vai se tornando Cosmos e sendo por nossa mente conscientizado.  

Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

COM UM ABRAÇO ESTRELADO,
Janine Milward

Visite meu Trabalho
em
DA TERRA AO CÉU E AO INFINITO
http://daterraaoceueaoinfinito.blogspot.com.br/