sábado, 8 de agosto de 2015

Corona Borealis, a bela Coroa Estelar dos céus do Norte

Olá!

É tempo de bem podermos observar
a beleza ímpar da constelação Corona Borealis,
a Coroa do Norte,
joia rara dos céus estrelados!

Não é difícil encontrarmos a Coroa Boreal:
inicialmente, é bom sabermos que são estrelinhas tímidas
e que podem ser divisadas somente em lugares de céus escuros e transparentes
e em noites de ausência de Lua.
A estrela-alpha Bootes, Arcturus, a mais brilhante dos céus do norte 
e trazendo o encantamento da constelação do Boieiro,
é boa ponteadora desta pequena constelação da Corona Borealis
que se situa entre o Boieiro e o desajeitado Hercules, o herói ajoelhado.

Em Postagens anteriores, Caro Leitor,
viemos conversando sobre a Jornada Estelar entre as Coroas dos céus estrelados ao norte e ao sul
e também sobre a Cabeça da Serpente, Serpens Caput, que guarda Corona Borealis, a Coroa Boral

Nesta Postagem, estaremos trazendo a você
algumas informações sobre Corona Borealis,
a Coroa dos céus do norte,
e em nossa próxima Postagem,
você encontrará algumas informações sobre
Corona Australis, a Coroa do céus do sul.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward


 Stellarium
Stellarium



CORONA BOREALIS,
A COROA DO NORTE,
COROA BOREAL




Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes




http://www.ianridpath.com/atlases/urania/urania11.jpg




Algumas Informações Interessantes 
sobre Corona Borealis:



Esta constelação apresenta estrelas delicadas e pálidas e inclui sua estrela-Alpha (Gemma)  e suas estrelas Beta, Gamma, Delta, Epsilone, Iota, Upsilon formando o colar propriamente dito.

Corona Borealis Supercluster (Aglomerado de Galáxias) é famoso principalmente por ser um dos muitos aglomerados usados por Milton Humason e Edwin Hubble, na década dos anos de 1930, para demonstrar que o universo está em expansão.


Mito:
Representa o colar ofertado por Vênus a Ariadne quando de seu casamento com Baco, depois desta ter sido recusada por Teseu.


Fronteiras:
Corona Borealis situa-se entre Serpens, Hercules, Bootes

Estrelas e objetos interessantes, 
na constelação da Coroa Boreal:

Alphecca ou Gemma.  Alpha Coronae Borealis. 
Ascensão Reta 15h33,8 - Declinação +26o 47’
Magnitude visual 2,31 - Distância 76 anos-luz
Uma estrela branca e brilhante no laço do cordão.  De Al Na’ir al Fakkah. A Mais Bela da Coroa. 

Nusakan - Beta Coronae Borealis
O Indigente, expressão árabe Kasat al Masakin, o lançador indigente, usado para designar a constelação entre os persas.

S Coronae Borealis - Estrela Variável
Ascensão Reta 15h19         Declinação +31o.33
Magnitudes:  Max 6,0    Min 13,4     
Tipo PLG     Espectro M7e


R Coronae Borealis - Estrela Variável Irregular
Ascensão Reta 15h46m         Declinação +28o.18
Magnitudes:  Max 5,8     Min   13,8    Período 354,4
Tipo  IRR    Espectro G0p


T Coronae Borealis - Estrela Variável Irregular
Ascensão Reta 15h57m         Declinação +26o.04
Magnitudes:  Max 2,0    Min   10,6    Período
Tipo  IRR    Espectro Peculiar



- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986


IAU - International Astronomical Union






 http://www.atlasoftheuniverse.com/superc/cbo.html
This website belongs to Richard Powell
(traduzido em excertos por Janine)


Aglomerado de Galáxias
Abell 2065

Na proximidade das estrelas Alpha e Beta,
encontra-se o Aglomerado de Galáxias em Corona Borealis.

Esta é a mais distante das famosas Famílias de Aglomerados, os Superclusters ou Superaglomerados de Galáxias.  Já por um bom tempo, reconhece-se que existe um imenso número de ricas galáxias nesta pequena constelação.  A2065 é muito possivelmente o aglomerado dominante neste lugar, porém existem outros nove ou dez imensos aglomerados que também se mostram bem ricos.  Dois desses, A2122 e A2124, são, na verdade, o mesmo aglomerado.  A2124 encontra-se ao centro do aglomerado enquanto A2122 é sua extensão.

Corona Borealis é um superaglomerado que dista cerca de 1 bilhão de anos-luz.
Numa área equivalente ao disco de nossa Lua existem muitas e muitas galáxias.

Abaixo, veja a imagem do centro do Aglomerado A2065.  Este aglomerado é frequentemente chamado de Aglomerado Corona Borealis.  Este é o mais rico aglomerado de galáxias no Superaglomerado Corona Borealis.  Este aglomerado é famoso principalmente pelo fato de ter sido um dos muitos aglomerados usados por Milton Humason e Edwin Hubble, na década dos anos 1930, para demonstrar que o universo encontra-se em expansão.




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Três cientistas publicaram seus Papers anunciando a presença de um outro Supercluster atrás do superaglomerado Corona Borealis (associado a A2034, A2029, A2062, A2069 e A2083) numa distância de 1.5 bilhões de anos-luz (redshift 0. 113).  Eles também acreditam que os aglomerados ao centro do Supercluster Corona Borealis estão colapsando em conjunto e, eventualmente, estão formando um imenso aglomerado.
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http://www.atlasoftheuniverse.com/superc/cbo.html
(traduzido em excertos por Janine)
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http://www.atlasoftheuniverse.com/superc.html
Corona Borealis Supercluster
The Corona Borealis SuperclusterThe most distant of the famous superclusters. It has long been recognised that there are a large number of rich galaxy clusters in this small constellation. A2065 is probably the dominant cluster here, but there are another nine or ten large clusters here which are also rich. The supercluster is about 1 billion light years away.
The 60000 brightest galaxies

An all-sky plot of the 60000 brightest galaxies shows how galaxies clump together into large supercluster formations. The positions of some of the major superclusters are marked although only the nearest superclusters are prominant. Only four of these galaxies are visible with the naked eye. The large, dark, circular band is the plane of our own Galaxy where it is difficult to see distant galaxies because of all the foreground gas, dust and stars.

http://www.atlasoftheuniverse.com/superc.html
This website belongs to Richard Powell




The Hercules–Corona Borealis Great Wall (Her–CrB GW) is an immense superstructure of galaxies that measures more than 10 billion light-years across.[1][2] It is the largest and the most massive structure known in the observable universe.
This huge structure was discovered in November 2013 by a mapping of gamma-ray bursts that occur in the distant universe.[1][2][4] The astronomers used data from the Swift Gamma-Ray Burst Mission and the Fermi Gamma-ray Space Telescope.
The Hercules–Corona Borealis Great Wall was also the first structure other than large quasar groups that held the title as largest known structure in the universe, since 1991.
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The structure is a galaxy filament,[2] or a huge group of galaxies assembled by gravity. It is about 10 billion light-years (3 Gpc) at its longest dimension, which is approximately 1/9 (10.7%) of the diameter of the observable universe, 7.2 billion light-years (2.2 Gpc; 150,000 km/s in redshift space) wide,[2] but only 900 million light-years (300 Mpc) thick, and is the largest known structure in the universe. It is at redshift 1.6–2.1, corresponding to a distance of approximately 10 billion light-years away,[1][2] and is located in the sky in the direction of the constellations Hercules and Corona Borealis.[4]


Observation data (Epoch J2000)
Constellation(s)Hercules and Corona Borealis[1]
Right ascension17h 50m
Declination+27° 45′
Major axisGpc (10 Gly)[1][2]
Minor axis2.2 Gpc (7 Glyh−1
0.6780
Redshift1.6 to 2.1[1][2]
Distance
(co-moving)
9.612 to 10.538 billion light-years(light travel distance)[3]
15.049 to 17.675 billion light-years
(present comoving distance)[3]
Binding mass1.5×1019 M[citation needed]


http://en.wikipedia.org/wiki/Hercules%E2%80%93Corona_Borealis_Great_Wall



VEJA O VÍDEO

https://www.youtube.com/watch?v=17jymDn0W6U

The Known Universe by AMNH




http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/0/0f/Earth%27s_Location_in_the_Universe_SMALLER_%28JPEG%29.jpg


SourceOwn work
AuthorAndrew Z. Colvin




Map Maker: John Flamsteed /  MJ Fortin
Detailed star chart of the constellations Hercules and neighboring constellations, from Fortin's Atlas Celeste de Flamsteed . . , published in Paris.   
John Flamsteed was the first Astronomer Royal at the London Observatory, winning out over Edmund Halley and Isaac Newton



SAIBA MAIS
SOBRE A CONSTELAÇÃO DA CORONA BOREALIS
ACESSANDO




Os desenhos formados pelas estrelas são como janelas que se abrem para a infinitude do universo e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais, entre o céu e a terra...; bem como percebendo que o caos, vagarosamente, vai se tornando Cosmos e sendo por nossa mente conscientizado.  

Quer dizer, nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

COM UM ABRAÇO ESTRELADO,
Janine Milward