quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Lua Cheia e totalmente Eclipsada próxima ao Ponto do Equinócio de Outono, a Lua da Colheita, Harvest Moon, para o hemisfério norte...

Olá!

Viva o Outono! Viva a Primavera!
Estamos todos comemorando hoje
a entrada de uma nova Estação do Ano!


A Lua Cheia que acontece no mês de setembro
(tempo do Equinócio de Outono, para o hemisfério norte,
e da Primavera, para o hemisfério sul),
vem sendo conhecida como a Lua da Colheita
ou Harvest Moon.


Nesta Postagem, Caro Leitor,
encontre alguma informação sobre
a Lua da Colheita, Harvest Moon,
e sobre o Ponto do Equinócio de Outono
(e Equinócio da Primavera, para nós do hemisfério sul),
acontecendo na constelação dos Peixes, Pisces.

A denominação de Lua da Colheita para a Lua Cheia que acontece
cerca de duas semanas antes ou duas semanas depois 
do momento em que o Sol cruza a interseção das Linhas do Equador Celeste
com a Eclíptica (Ponto denominado como Equinócio do Outono)
 é um conceito mais voltado para o hemisfério norte,
com a conclusão do verão.
Para o hemisfério sul, no entanto, estamos vivenciando
a conclusão do inverno.

Este ano de 2015 estará nos brindando
com a Lua Cheia da Colheita acontecendo
bem próximo ao momento da Lua em seu Perigeu
(por muitos sendo denominada como SuperLua)
e além disso,
estaremos diante do momento ímpar e de rara beleza
do Eclipse Total Lunar
- às 02:51 UT (universal time)
e encantando nossas vidas ao final do domingo
e comecinho da segunda-feira, dias 27 e 28 de setembro!

Estaremos também trazendo alguma informação
sobre os Equinócios de Outono e da Primavera.

Estaremos comentando um tantinho sobre os Movimentos da Terra
- rotação, tranlação, precessão dos equinócios;
sobre as Estações do Ano
- equinócios e solstícios -;
sobre a constelação da Virgem que acolhe 
o ponto do Equinócio de Outono
e sobre a constelação de Peixes que acolhe
o chamado Ponto Vernal, o Ponto do Equinócio de Primavera;
sobre o aparente percurso do Sol ao longo do ano;
o analema;
a construção de um analema;
sobre o movimento da precessão dos equinócios ao longo das eras;
sobre as questões relativas às mudanças de Eras
 em termos de onde caem os Pontos de Equinócios e de Solstícios;
e, finalmente, sobre as estrelas que atuam enquanto ponteadoras
do polo norte, ao longo das eras.


Com um abraço estrelado,
Janine Milward




Stellarium

http://www.stellarium.org/pt/








Paisagem noturna com o nascer da Lua
http://www.vangoghgallery.com/catalog/image/0735/Evening-Landscape-with-Rising-Moon.jpg
Painting, Oil on Canvas
Saint-Rémy, France: July - early month, 1889

Otterlo, The Netherlands, Europe

http://www.vangoghgallery.com/catalog/Painting/115/Evening-Landscape-with-Rising-Moon.html





A Lua Cheia que acontece no mês de setembro
(tempo do Equinócio de Outono, para o hemisfério norte,
e da Primavera, para o hemisfério sul),

vem sendo conhecida como a Lua da Colheita
ou Harvest Moon.


Lua da Colheita para o hemisfério norte...
e talvez possamos nomear
a Lua da Preparação da Terra, para o hemisfério sul.

Quer dizer, 
no hemisfério norte, este é um momento
da conclusão do verão e
de colheita de frutas, legumes, grãos e sementes
para preservá-los, guardá-los 
e deles se servir ao longo do outono e do inverno.

No hemisfério sul, este é um momento de arar a terra
e de prepará-la para as plantações do verão,
para as plantações que estarão sendo regadas 
com a chegada do tempo das chuvas!

Sabemos que a Lua Cheia surge no horizonte leste ao cair da noite
- quando o Sol cai no oeste, a Lua entra em cena no leste -
e passeia pela abóbada celeste ao longo de toda a noite
- quando a Lua cai no oeste, o Sol entra em cena no leste.

Sendo assim, desde sempre, 
os festivais vêm acontecendo
em tempos de Lua Cheia
e não é diferente também em termpos de Lua da Colheita!

Ou seja, 
o árduo trabalho realizado por homens e mulheres e tratores e máquinas,
no sentido da realização da colheita,
deve acontecer ao longo do dia inteiro e da noite inteira!
De dia, trabalho; à noite, trabalho e comemoração da colheita!

Aqui na roça, na zona rural onde moro e trabalho
(região sudeste do Brasil),
é muito comum escutarmos o barulho 
dos tratores arando a terra, preparando a terra,
trabalhando noite adentro
- principalmente em tempos de Lua Cheia!

Em tempos de Lua Cheia,
podemos andar pelos campos e pelas estradinhas rurais
sem precisarmos de lanternas,
apenas nos guiando pela imensa luminosidade que a Lua traz,
nos desviando das sombras, 
brincando de buscar a luz.

No entanto,
este ano de 2015 estará nos brindando
com a Lua Cheia da Colheita acontecendo
bem próximo ao momento da Lua em seu Perigeu
(por muitos sendo denominada como SuperLua)
e além disso,
estaremos diante do momento ímpar e de rara beleza
do Eclipse Total Lunar!






http://www.vangoghgallery.com/catalog/image/0587/Olive-Grove-with-Picking-Figures.jpg

Painting, Oil on Canvas

Saint-Rémy: December, 1889
Otterlo, The Netherlands, Europe

http://www.vangoghgallery.com/catalog/Painting/350/Olive-Grove-with-Picking-Figures.html



VEJA O VÍDEO

ScienceCasts: Total Eclipse of the Harvest Moon
Publicado em 22 de set de 2015
Visit http://science.nasa.gov/ for more.

This Sunday, Sep. 27th, the super Harvest Moon will pass through the shadow of Earth, producing a lovely amber total lunar eclipse.

https://www.youtube.com/watch?v=j7RMmitoex0&feature=youtu.be




Saiba mais sobre a Lua da Colheita 
- Harvest Moon -,
acessando

Everything you need to know: 





OUÇA
HARVEST MOON
acessando
https://www.youtube.com/watch?v=qVi0UvFu8Yo

Neil Young - Harvest Moon Video


Harvest Moon
Come a little bit closer
Hear what I have to say
Just like children sleepin'
We could dream this night away

But there's a full moon risin'
Let's go dancin' in the light
We know where the music's playin'
Let's go out and feel the night

Because I'm still in love with you
I want to see you dance again
Because I'm still in love with you
On this harvest moon

When we were strangers
I watched you from afar
When we were lovers
I loved you with all my heart

But now it's gettin' late
And the moon is climbin' high
I want to celebrate
See it shinin' in your eye

Because I'm still in love with you
I want to see you dance again
Because I'm still in love with you
On this harvest moon

Because I'm still in love with you
I want to see you dance again
Because I'm still in love with you
On this harvest moon



Lua de Colheita
Venha um pouco mais perto
Ouça o que eu tenho a dizer
Assim como as crianças dormindo
Nós poderíamos sonhar esta noite

Mas há uma lua cheia nascendo
Vamos dançar na luz
Nós sabemos onde a música está tocando
Vamos sair e sentir a noite

Porque eu ainda estou apaixonado por você
Eu quero ver você dançar de novo
Porque eu ainda estou apaixonado por você
Nesta lua de colheita

Quando nós éramos estranhos
Eu vi você de longe
Quando nós éramos namorados
Eu amei você com todo o meu coração

Mas agora está ficando tarde
E a lua está subindo
Quero comemorar
Vê-la brilhando em seus olhos

Porque eu ainda estou apaixonado por você
Eu quero ver você dançar de novo
Porque eu ainda estou apaixonado por você
Nesta lua de colheita

Porque eu ainda estou apaixonado por você
Eu quero ver você dançar de novo
Porque eu ainda estou apaixonado por você
Nesta lua de colheita


http://www.vagalume.com.br/neil-young/harvest-moon-traducao.html





https://www.youtube.com/watch?v=qVi0UvFu8Yo






Outono
para o hemisfério norte!


Primavera
para o hemisfério sul!



Caro Leitor,

Estaremos comentando um tantinho sobre os Movimentos da Terra
- rotação, tranlação, precessão dos equinócios;
sobre as Estações do Ano
- equinócios e solstícios -;
sobre a constelação da Virgem que acolhe 
a estrela-beta Zavijava - bem próxima ao ponto do Equinócio de Outono
e sobre a constelação de Peixes que acolhe
o chamado Ponto Vernal, o Ponto do Equinócio de Primavera;
sobre o aparente percurso do Sol ao longo do ano;
o analema;
a construção de um analema;
sobre o movimento da precessão dos equinócios ao longo das eras;
sobre as questões relativas às mudanças de Eras
 em termos de onde caem os Pontos de Equinócios e de Solstícios;
e, finalmente, sobre as estrelas que atuam enquanto ponteadoras
do polo norte, ao longo das eras.

                                                                          
Com um abraço estrelado,
Janine Milward
                                                           




  
Nasa



Movimentos da Terra


A rotação da Terra é o movimento giratório que a Terra realiza sobre si mesma, estabelecendo um eixo que transpassa seu centro e que determina, em sua interseção com a superfície do planeta, os polos geográficos norte e sul. A rotação dá-se, em acordo com a regra da mão direita, no sentido anti-horário se visto por um observador inercial - estático em relação às estrelas - quando situado sobre opolo Norte. A duração do assim chamado dia sideral - o tempo necessário para a Terra completar uma volta completa sobre si - 360 graus exatos - é de 23 horas, 56 minutos, 4 segundos e 9 centésimos (23h 56min 4,09s). Em relação ao Sol, o tempo de rotação médio - o dia solar médio - é de 24 horas. O dia solar - o período entre duas passagens sucessivas do Sol sobre o meridiano local - varia ao longo do ano, sendo contudo sempre superior ao dia sideral2 1 .
A diferença entre o dia sideral e o dia solar deve-se à translação da Terra, que consiste no avanço do centro da Terra - ao rigor do centro de massa do sistema Terra Lua - ao longo de uma curva fechada em redor do Sol, estabelecendo uma trajetória conhecida por órbita. Para a Terra, essa órbita aproxima-se muito de uma órbita circular, mas, em rigor, é uma curva chamada elipse. A velocidade com que a Terra percorre tal órbita é variável ao longo do ano (segunda lei de Kepler), mas esse movimento dá-se com a velocidade em média por volta de trinta quilômetros por segundo: a cada segundo, a Terra desloca-se 30 quilômetros no espaço em sua trajetória em torno do Sol. Durante a translação, o eixo de rotação da Terra mantém um ângulo de aproximadamente 23º com a reta normal ao plano da órbita da Terra - denominado eclíptica - e a orientação do mesmo pode ser considerada espacialmente fixa para intervalos de tempo muito menores que 25800 anos, tempo esse correspondendo ao período aproximado de precessão do eixo da Terra em torno da normal ao plano da eclíptica e por consequência também o período da precessão dos equinócios 1 2 .

http://pt.wikipedia.org/wiki/Rota%C3%A7%C3%A3o_da_Terra#mediaviewer/File:Rotating_earth_(large).gif
Rotating earth (large)
Marvel - Based upon a NASA image, see [1].
Movimento de rotação da Terra, com o eixo da Terra, os pólos Norte e Sul e o equador. A metade de cima, na figura, é o hemisfério Norte e metade de baixo é o hemisfério Sul.
макет вращающейся планеты Земля, формат - "gif"

http://pt.wikipedia.org/wiki/Rota%C3%A7%C3%A3o_da_Terra




As Estações do Ano

História

Inicialmente[quando?] o ano era dividido em duas partes:
  • O período quente (em latim: "ver"): era dividido em três fases: o Prima Vera (literalmente "primeiro verão"), de temperatura e humidade moderadas, o Tempus Veranus(literalmente "tempo da frutificação"), de temperatura e umidade elevadas, e o Æstivum (em português traduzido como "estio"), de temperatura elevada e baixa umidade.
  • O período frio (em latim: "hiems") era dividido em apenas duas fases: o Tempus Autumnus (literalmente "tempo do ocaso"), em que as temperaturas entram em declínio gradual, e o Tempus Hibernus, a época mais fria do ano, marcada pela neve e ausência de fertilidade.
Posteriormente, para ajustar as estações à posição exata dos equinócios e solstícios, correlacionados com a influência da translação associada à mudança no eixo de inclinação daTerra, convencionou-se, no Ocidente, dividir o ano em somente quatro estações. Vale a pena lembrar que certas culturas ainda dividem o ano em cinco estações, como a China. Países como a Índia dividem o ano em apenas três estações: uma estação quente, uma estação fria e uma estação chuvosa.
Já no continente Africano, países como Angola só têm duas estações, a das chuvas, quente e úmida, e o cacimbo, seca e ligeiramente mais fresca, principalmente à noite.

Como ocorrem as estações do ano

A sucessão das estações do ano é resultado da inclinação do eixo de rotação da Terra por 66,6º relativo ao seu plano de translação (23,4º em relação à normal ao plano). O eixo de rotação da Terra é a linha imaginaria que une o pólo Norte ao pólo Sul e sua inclinação faz com que, em certas épocas do ano, um hemisfério receba a luz do Sol mais diretamente que o outro hemisfério. Isto é a principal causa das estações do ano: primavera, verão, outono e inverno. Comparados às regiões tropicais, os pólos, por exemplo, recebem os raios solares bastante inclinados e por isso absorvem apenas uma fração da luz do Sol; o que reflete-se em temperaturas mais baixas nas extremidades polares.
Existe uma distribuição desigual de luz e calor solar nas diversas partes da terra. Por causa disso diferentes partes recebem diferentes quantidades de luz e calor solar ao longo do ano. Assim, no verão, teremos mais luz e calor e, no inverno , menos luz e calor.

Estações do ano nos dois hemisférios


O equinócio de setembro, por sua vez, marca o início da primavera no sul e do outono no norte. Finalmente no solstício de dezembro começa o verão no hemisfério sul e o inverno no norte.
A data de início de cada estação varia ao longo do tempo. No equinócio de março tem início o outono no hemisfério sul e a primavera no hemisfério norte. No solstício de junho começa o inverno no sul e o verão no norte.

Causa

As estações resultam do eixo de rotação da Terra ser inclinado em relação ao plano orbital (aproximadamente 23,5 graus). Assim, em qualquer momento, uma parte do planeta estará mais diretamente exposta aos raios do Sol do que outra. Esta exposição alterna conforme a Terra gira em sua órbita, portanto, a qualquer momento, independentemente da época, os hemisférios norte e sul experimentam estações opostas.
De modo geral, portanto, conclui-se que os fatores determinantes das estações do ano são: - O movimento de translação - A inclinação do eixo da Terra.



EQUINÓCIOS




During an equinox, the Earth's North and South poles are not tilted toward or away from the Sun, and the duration of daylight is theoretically the same at all points on Earth's surface.



An equinox occurs twice a year, around 20 March and 22 September. The word itself has several related definitions. The oldest meaning is the day when daytime andnight are of approximately equal duration.[2] The word equinox comes from this definition, derived from the Latin aequus (equal) and nox (night). .............................................................................................................................................. Times of sunset and sunrise vary with an observer's location (longitude and latitude), so the dates when day and night are of exactly equal length likewise depend on location.
.................................................
An equinox occurs when the plane of Earth's Equator passes the center of the Sun. At that instant, the tilt of Earth's axis neither inclines away from nor towards the Sun. The two annual equinoxes are the only times when the subsolar point—the place on Earth's surface where the center of the Sun is exactly overhead—is on the Equator, and, conversely, the Sun is at zenith over the Equator. The subsolar point crosses the equator, moving northward at the March equinox and southward at the September equinox.

The equinoxes are the only times when the 
solar terminator is perpendicular to the Equator. As a result, the Northern and Southern Hemispheres are illuminated equally.At an equinox, the Sun is at one of the two opposite points on the celestial sphere where the celestial equator (i.e. declination 0) and ecliptic intersect. These points of intersection are called equinoctial points: classically, the vernal point (RA = 00h 00m 00s and longitude = 0°) and the autumnal point (RA = 12h 00m 00s and longitude = 180°).


UT date and time of
equinoxes and solstices on Earth[1]
eventequinoxsolsticeequinoxsolstice
monthMarchJuneSeptemberDecember
year
daytimedaytimedaytimedaytime
...........................................................


..........................


20142016:572110:512302:292123:03









.........................



Solstício



Iluminação da Terra pelo Sol durante o solstício do hemisfério norte.

Iluminação da Terra pelo Sol durante o solstício do hemisfério sul.
Na astronomia, solstício (do latim sol + sistere, que não se mexe) é o momento em que o Sol, durante seu movimento aparente na esfera celeste, atinge a maior declinação em latitude, medida a partir da linha do equador. Os solstícios ocorrem duas vezes por ano: em dezembro e em junho. O dia e hora exatos variam de um ano para outro. Quando ocorre no verão significa que a duração do dia é a mais longa do ano. Analogamente, quando ocorre no inverno, significa que a duração da noite é a mais longa do ano.
No hemisfério norte o solstício de verão ocorre por volta do dia 21 de junho e o solstício de inverno por volta do dia 21 de dezembro. Estas datas marcam o início das respectivas estações do ano neste hemisfério. Já no hemisfério sul, o fenômeno é simétrico: o solstício de verão ocorre em dezembro e o solstício de inverno ocorre em junho. Os momentos exatos dos solstícios, que também marcam as mudanças de estação, são obtidos por cálculos de astronomia (consulte a tabela abaixo para os valores de alguns anos).

Os trópicos de Câncer e Capricórnio são definidos em função dos solstícios. No solstício de verão do hemisfério sul, os raios solares incidem perpendicularmente à superfície da Terra no
 Trópico de Capricórnio. No solstício de verão do hemisfério norte, ocorre o mesmo fenômeno no Trópico de Câncer.Devido à órbita elíptica da Terra, as datas nas quais ocorrem os solstícios não dividem o ano em um número igual de dias. Isto ocorre porque quando a Terra está mais próxima do Sol (periélio) viaja mais velozmente do que quando está mais longe (afélio), em conformidade com a segunda lei de Kepler.






http://www.ianridpath.com/atlases/urania/urania27.jpg



O PONTO VERNAL

Equinócio da Primavera 
ou 
Equinócio Vernal 
ou 
Primeiro Ponto de Áries
(para o hemisfério sul é o Equinócio do Outono)

PRIMAVERA BOREAL OU OUTONO AUSTRAL


Devido à Precessão, 
o equinócio vernal situa-se em Peixes,
 na linha de sua estrela Omega Piscium.

Segundo o astrônomo Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
 em sua 6a. edição do Atlas Celeste, página 163,
 podemos ler:

 Ponto Vernal.  Ponto da esfera celeste, situado na interseção da eclíptica com o equador, na qual o Sol, em seu movimento aparente anual, passa do hemisfério sul para o norte.  O ponto vernal serve de origem para as ascensões retas e as longitudes celestes, intervindo desse modo nas definições de tempo.  O ponto vernal é habitualmente designado como equinócio da primavera, equinócio vernal, primeiro ponto de Áries.


Excerto da constelação dos Peixes - Mario Jaci Monteiro, Cartas Celestes, As Constelações



 Asterismo nomeado de Circlet, Pequeno Círculo,
 composto pelas estrelas 
Gamma, Beta, Teta, Iota, 19, Lambda e Kappa Piscium

Este Pequeno Círculo
 - um dos dois Peixes - 
marca a proximidade do Ponto Vernal,
 o cruzamento entre as Linhas do Equador celestial e da Eclíptica. 

Em lugares de céus escuros e transparentes,
 podemos sempre bem visualizar este Pequeno Círculo, realmente.


Mario Jaci Monteiro , As Constelações, Cartas Celestes    



O Ponto Vernal acontece na constelação dos Peixes 
exatamente sob o Grande Quadrado do Cavalo Pegasus 
e próximo à estrela, Alpheratz, Alpha Andromedae 
- estrela que vivencia a fronteira entre a constelação do cavalo alado 
(fazendo parte, inclusive, do asterismo do grande quadrado
 composto ainda pelas estrelas Alpha, Beta e Gamma Pegasi) 
e a constelação de Andromeda
 (a famosa galáxia Andromeda, M31, 
pode ser observada inserida nesta constelação). 




O ponto vernal é de particular importância
 pois nos sistemas de coordenadas celestes
o ponto vernal indica tanto a origem da contagem da ascensão reta 
- no sistema equatorial -
 quanto da contagem de longitude eclíptica 
- no sistema eclíptico.4

http://www.stellarium.org/pt/
Original invertido em suas cores - usando o Programa Corel



Ponto vernal é o ponto da esfera celeste determinado pela posição do sol 
quando esse, movendo-se pela eclíptica, cruza o equador celeste
 - em proximidade ou no dia 21 de março 
- determinando o equinócio de primavera para o hemisfério norte 
e o de outono para o hemisfério sul1 2 . 
Apesar de localizar-se hoje, devido à precessão dos equinócios, na constelação de peixes3 , 
é também conhecido 
como Primeiro Ponto de Áries ou ainda como ponto gama (\gamma 4 .





Ponto Áries ou Equinócio vernal

A precessão do ponto de equinócio deve-se à precessão do eixo de rotação da terra, cujo período é de cerca de 25800 anos. O ponto vernal não é assim fixo na esfera celeste 3 , movendo-se entre as constelações da eclíptica e completando um ciclo em igual período.

Os círculos do equador celeste e da eclíptica cortam-se em dois pontos: o ponto vernal e sua antípoda, o ponto de libra, hoje em verdade um ponto na constelação de virgem. O primeiro deles é o ponto pelo qual a trajetória aparente do sol passa quando vai do hemisfério celeste sul para o norte, o que ocorre por volta do dia 21 de março, marcando o início do da primavera no hemisfério norte e do outono no hemisfério sul. O sol encontra-se no ponto de libra no equinócio de outono no hemisfério norte e de primavera no hemisfério sul, o que ocorre por volta do dia 23 de setembro de cada ano.

O ponto vernal é de particular importância pois nos sistemas de coordenadas celestes, o ponto vernal indica tanto a origem da contagem da ascensão reta - no sistema equatorial - quanto da contagem de longitude eclíptica - no sistema eclíptico.4











Caro Leitor: 
 Veja abaixo um texto Excerto do meu Trabalho
Sobre a Constelação da Virgem
acessando em  
http://sobrevirgo.blogspot.com.br/


Algumas Informações Interessantes acerca a 

CONSTELAÇÃO DA VIRGEM

Janine Milward

Esta constelação é imensa e cortada pelas Linhas da Eclíptica e pela do Equador Celestial.  Existe o entrelaçamento destas duas Linhas - o que podemos traduzir como o Ponto do Equinócio de Outono, que acontece bem próximo à estrela Beta Virginis, Zavijava, situada na cabeça da Virgem. (É interessante conhecermos o fato de que o eclipse solar de 21 de setembro de 1922, aconteceu próximo a esta estrela e que foi por Einstein usada para confirmar sua teoria).

Zavijava.  Beta Virginis. 
Magnitude 3.8
Uma estrela amarelo pálido situada na cabeça da Virgem. 
De Al Zawiah, o Ângulo, o Canil, o Recanto dos dois Vigias (possivelmente pelo fato de se encontrar bem próxima ao ponto do Equinócio do Outono) - porém também nomeada como A Gloriosa, A Bela. 
Os árabes chamavam esta estrela como Mashaha e os chineses, de Yew Chi Fa, a Mão Direita do Mantenedor da Lei.


Em termos da Linha da Eclíptica e advindos da constelação do Leão, realizam seus caminhos aparentes o Sol e a Lua e os Planetas, adentrando todos pela Cabeça da Virgem, bem próximos à estrela Beta, Zavijava, e então passando pelo ombro e pelo peito, encontrando Zaniah, e, já na altura da Cintura, situa-se a belíssima Porrima.  Todas essas situações são testemunhadas pelas constelações da Taça e do Corvo, na fronteira ao sul.  Spica, o ramo de trigo na mão da Virgem, é praticamente o último momento em que a linha da Eclíptica toca realmente o corpo virginal, seguindo em direção à constelação da Balança e tendo a Hydra como fronteira ao sul. 

Em termos da Linha do Equador, é interessante observarmos o fato de que esta corta praticamente ao meio a figura delineada da Virgem, desde sua cabeça, seus cabelos, passando por seu rosto, por seu pescoço e ombros e entre seus peitos e avançando até encontrar a cintura e ainda descendo por uma de suas pernas até situar-se no entrecruzamento de suas panturrilhas e deixando a Virgem depois de tocar em um de seus pés.
O ponto de entrecruzamento das Linhas da Eclíptica e do Equador perfaz o Equinócio do Outono e isso acontece no lugar que aponta bem proximamente entre o cabelo e o rosto da Virgem, para alguns autores; outros autores apontam para bem próximo ao ombro virginal.



http://www.stellarium.org/pt/


Para que bem possamos compreender a figura delineada da Virgem, algumas estrelas poderão nos servir como referência:  Spica, Alpha Virginis, apresenta o ramo de trigo carregado pela mão já ao sul da linha da Eclíptica, com a Hidra como testemunha;  Zavijava, Beta Virginis, aponta para o alto de sua cabeça, possivelmente já na altura da testa, com o Leão como testemunha; Zaniah  situa-se em um de seus peitos e Porrima, em sua cintura.   Caphir situa-se no cotovelo do braço esquerdo da Virgem e Vindemiatrix no ponto onde a mão esquerda segura seus longos cabelos, com a Cabeleira de Berenice como testemunha.  Heze situa-se na coxa da perna esquerda e Syrma, entre o joelho e a panturilha da perna direita.  Finalmente, Shambaliah situa-se ao pé da Virgem.  O Boeiro e a Cabeça da Serpente testemunham a perna esquerda e os pés da Virgem, respectivamente.

Existe também a interpretação de um Canil, formado pelas estrelas Beta, Eta, Gamma, Alpha, Zeta, Epsilon e Delta Virginis.  Eu diria que esta figura formada também pode ser compreendida como uma pandorga, papagaio, pipa soltada ao vento e ganhando os céus...





http://www.raremaps.com/gallery/detail/36417/La_Vierge_Virgo/Flamsteed-Fortin.html
Title: La Vierge (Virgo)      Map Maker: John Flamsteed /  MJ Fortin


Algumas Palavras 
sobre o Aparente Percurso do Sol 
ao longo do ano


Na figura abaixo, podemos ver o Analema, ou seja, o desenho formado pelo aparente percurso do Sol ao longo do ano, encontrando os Solstícios nas extremidades do Oito do Sol e encontrando os Equinócios bem próximos ao lugar da interseção desses andamentos aparentes. 



Analemma  -  Fotografias do sol realizadas pelo astrofotógrafo Frank Zullo entre 9 de setembro de 1990 e 23 de agosto de 1991.  Foram feitas 37 exposições do sol em um único filme de 36 fotos, todas as fotos tiradas exatamente as 08:00 da manhã MST, mean solar time.  Foi usada uma técnica simples de dupla exposição sobre o dial de um relógio de sol.  Foto publicada na Revista Astronomy,  edição de dezembro de 1997, sob o título “First Views: Old Sol Celebrates the Solstice” dentro da seção “The Sky Show”.  Kalmbach Publishing Co., U. S. A.



Nesta figura, vemos que o dial aponta para o norte e, como estas fotos foram feitas no hemisfério norte, podemos, então, compreender que a parte menos alongada desse Oito do Sol é compreendida como o verão e a parte mais alongada  é compreendida como o inverno.  Ou seja, como  o dial aponta para o norte, este ponto determina o Trópico de Câncer, lugar de verão no hemisfério norte e de inverno no hemisfério sul.

O aparente percurso entre o Sol do inverno e o Sol do verão passa, então, pelo Ponto Vernal. O ponto vernal é também conhecido como o equinócio da primavera (outono, para o hemisfério sul): esta interseção acontece próximo à cabeça do segundo Peixe, já diante do grande quadrado do cavalo alado Pegasus, nas vizinhanças da Estrela Alpha Andromedae, Alpheratz (estrela que faz parte do grande quadrado de Pegasus, porém fundamentalmente atuando enquanto estrela principal da constelação de Andromeda), ao norte, e presenciado pelo monstro marinho, Cetus, a Baleia, ao sul. 

O aparente retorno, ou seja, do verão para o inverno, passa próximo à intercessão das linhas do Oito do Sol, formando, então, o outono (primavera para o hemisfério sul): este Ponto do Equinócio do Outono acontece na constelação da Virgem, em sua cabeça, ainda antes de entrar em cena a Estrela Spica, Alpha Virgo, que se situa na mão da Virgem.  Como testemunhas, podemos ver as constelações do Leão, da Hydra, do Corvo.

O Solstício do verão (inverno para o hemisfério sul) acontece aos pés dos Gêmeos Castor e Pollux (testemunhado pelas constelações do Touro e de Órion) e o Solstício do inverno acontece na constelação do Sagitário (testemunhado pelas constelações do Escorpião, do Capricórnio, do Ophiuco).


Programa Stellarium





Analema é o termo usado em astronomia para designar um grafo da posição do Sol no firmamento num determinado lugar, marcada à mesma hora em dias sucessivos (isto é com intervalos aproximados de 24 horas ou seus múltiplos) ao longo de um ciclo anual. A figura gerada assemelha-se a um \!8 assimétrico. O\!8 estará quase vertical se a posição do sol à hora escolhida for próxima do meridiano do lugar (por volta do meio-dia solar verdadeiro), inclinando-se progressivamente para a esquerda ou direita com o seu afastamento (esquerda de manhã; direita à tarde).

LEIA MAIS EM

Analema calculado no hemisfério norte (olhando para leste)

English: Fictional Photomontage (actual positions of the sun are just estimated and have nothing to do with the German landscape) illustrating an analemma pattern in the sky. Were one to take a photo of the sun approximately each week for a year and combine the images taken, this pattern would be visible.
Español: Ejemplo de Analema
Data
OrigemMontage and image used have been made/taken by myself.
Autorjailbird









Saiba 
COMO CONSTRUIR UM ANALEMA SOLAR
acessando

e

Build your own analemma



e

Analemma

e

Yet another home analemma page: 

the Mack family driveway and windowpane analemma




Neste Site abaixo, 
o Caro Leitor encontrará
muitíssimas informações preciosas e bem elucidativas sobre o Analema:

Considerações Extras sobre o

Nascer e o Pôr do Sol
 Analema



Figura 4: O passeio do Sol pela analema no decorrer do ano.

No eixo vertical está a declinação do Sol, enquanto que no

horizontal está representado quanto tempo o Sol está adiantado

ou atrasado em relação a uma data de referência, que recebe

o valor zero.

http://www.astrosurf.com/skyscapes/disc/analema/analema.htm







Algumas Palavras 
sobre a Precessão dos Equinócios 
ao longo das Eras



Ficheiro:Outside view of precession.jpg
Precessão dos equinócios conforme visto de fora da cúpula celeste. A mudança do eixo do pólo celestial da Terra num período de 5000 anos (eixo laranja: 3000 AC em Thuban; eixo amarelo: 2000 AD em Polaris) ocorre conjuntamente com uma mudança nos planos equatorial e e consequência, dos equinócios ao longo da eclíptica.
AutorTauʻolunga
Permissão



public domain, may copy, must mention author




Movimentos: tudo sempre se move

Estarei repetindo aquilo que recebi em Fórum na Internet, parte da Aula 2 sobre Movimentos do Céu, by dario.rostirolla@londrina.pr.gov.br:

“Como é sabido, a Terra apresenta dois movimentos básicos (e outros): rotação (em torno do próprio eixo, com período de 1 dia) e translação (movimento orbital ao redor do sol, com período de 1 ano). Enquanto gira ao redor do Sol, a Terra percorre em sua órbita cerca de um grau por dia - logo, as estrelas se adiantam um pouco com relação ao Sol (como um carro que se aproxima de uma esquina e obtém melhor visibilidade), cerca de 4 minutos. É esta a causa da pequena diferença entre o dia solar e o dia sideral.

No decorrer de um ano a Terra percorre 360 graus ao redor do Sol, de modo que as estrelas que se encontravam ocultadas pelo Sol, dentro de algum tempo se tornarão visíveis em função do deslocamento da Terra sobre sua órbita. Ao longo do ano, diferentes partes do céu vão se tornando visíveis em determinado horário fixo (digamos, logo após o pôr do Sol), de modo que toda a esfera celeste vai sendo avistada ao longo do ano, setor por setor. A cada ano, esse movimento se repete de modo que as constelações visíveis numa determinada data serão visíveis na mesma data dos anos subseqüentes.”

A precessão dos Equinócios é o movimento que estaria aglutinando, digamos assim, ambos os movimentos anteriores: o de rotação e o de translação. 

Não podemos nos esquecer que a Terra gira em torno de seu eixo sim, porém com uma inclinação de 23 graus....  Ao mesmo tempo, a Terra perfaz um passeio de 360 graus em sua órbita em torno ao Sol.  Ao mesmo tempo, também o Sol vai realizando seu próprio andamento e o faz em direção a um ponto próximo  à constelação Hercules.  Tudo no universo se movimenta... por que deixaria nosso Sol de fazer o mesmo?

Ao longo do período de 26 mil anos, esse eixo da Terra em movimento de rotação e de translação e atrelado ainda ao movimento próprio do Sol, vai imantando os direcionamentos norte e sul e deslocando, apontando então para diferentes pontos dessa região da esfera celeste! Esse grande círculo imaginário que se forma é o Grande Ano das Eras! Uma maneira simples de entender esse movimento é soltarmos um pião e o deixarmos girar, girar, girar..... é bem assim.  A estrela que denominamos de Polar, vem atuando como imantação Norte desde há muito tempo e ainda estará fazendo isso por bom tempo adiante.  Porém, um dia no futuro, teremos que renomeá-la... pois não estará mais reinante na posição de Estrela Polar.





É realmente interessante que possamos perceber
 as questões relativas às mudanças de Eras
 em termos de onde caem os Pontos de Equinócios e de Solstícios:

Nesta figura, podemos observar o fato de que o movimento de precessão dos equinócios veio acontecendo e podendo ser percebido através o quarteto de constelações que formavam o ponto vernal, o equinócio da primavera, e o outro equinócio e os solstícios.  Sendo assim, nos tempos do quarteto denominado Geminiano, 5.500 anos antes de Cristo, o ponto vernal situava-se em Gêmeos, com Sagitário no equinócio do outono, e com Peixes e Virgem ocupando os lugares dos Solstícios de inverno e de verão.

No quarteto Taurino, 2.700 AC, o ponto vernal situava-se na constelação do Touro, e o Escorpião no equinócio do outono, Leão e Aquário nos solstícios de verão e de inverno.

No quarteto Ariano, 1.200 AC o ponto vernal situava-se na constelação de Áries, com Libra no equinócio do outono e com Câncer e Capricórnio nos solstícios do verão e do inverno.

No quarteto atual, Pisciano, o ponto vernal situa-se na constelação de Peixes, com o equinócio do outono em Virgem e com os solstícios do verão e do inverno em Gêmeos e em Sagitário.




Quadro sobre a Precessão dos Equinócios durante 4 Eras, mostrando o Caminho do Sol contra o pano de fundo das constelações do    Zodíaco.  As cores originais foram invertidas.  Inserido no Artigo “When the Zodiac Climbed into the Sky” por Alexander Gurshtein para a Revista Sky & Telescope edição de outubro de 1995, página 30,  publicada por Sky Publishing Corporation, USA.






A Precessão acontece porque as forças gravitacionais do sol e da lua atuam por sobre a Terra (que não é esférica) enquanto esta gira, vagarosamente mudando a orientação do eixo da Terra.  Este eixo, inclinado num ângulo de 23o., traça um caminho em torno da eclíptica ao longo de 25.800 mil anos terrestres na realização de todo seu círculo. Isso significa que Polaris - a estrela que viemos considerando nossa estrela polar celestial do norte -, vagarosamente irá transmitir sua posição à Vega, a brilhante estrela da constelação da Lira.  






Extraído da revista Astronomy,  edição de junho de 2002, página 73.  Parte do texto foi traduzido literalmente por Janine e também a ilustração sobre o caminho do pólo norte celestial foi invertida, para melhor visualização.




http://seteirmas.wordpress.com/2012/04/21/a-precessao/

A Precessão





Para além dos movimentos de rotação e translação, os pólos do eixo da terra executam um círculo, com um período de 26.000 anos, a que chamamos precessão. Este fenómeno faz com que o alinhamento com a estrela Polar seja um acaso, e à medida que os anos avançam, outras estrelas aproximam-se do pólo norte. Assim, como o Pólo muda de posição em relação à esfera celeste, as coordenadas de Ascensão Reta e Declinação terão que ser regularmente atualizadas.

Os desenhos formados pelas estrelas
 - AS CONSTELAÇÕES - 
são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais,
 entre o céu e a terra..., 
bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente,
vai se tornando Cosmos
 e este por nossa mente sendo conscientizado.

Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward