domingo, 25 de outubro de 2015

Vênus e Júpiter e Marte iluminando o horizonte leste, na madrugada sonolenta

Olá!

Nas madrugadas sonolentas do domingo, segunda e terça,
Caro Leitor,
e em horizonte leste bem baixo,
não perca o belíssimo e iluminado encontro
entre Vênus e Júpiter e ainda Marte
concluindo suas visitas à belíssima constelação do Leão.

Júpiter, mais vagarosamente, poderá também ser visto
enfronhando-se nos cabelos da Virgem ainda durante o mês de dezembro.
No entanto, estará retomando seu aparente andamento
sobre o rei dos animais dos céus estrelados
a partir dos primeiros dias de janeiro de 2016
(quando engendrará seu movimento retrógrado),
novamente visitando o ponto onde ora se encontra
em março e em junho do próximo ano
e somente adentrando o corpo virginal por volta de julho
e já próximo ao horizonte oeste e ao cair da noite.

Vênus, a estrela matutina, estará enfronhando-se nos cabelos da Virgem
já nos primeiros dias do mês de novembro
enquanto Marte estará seguindo este caminho no miolo desse mesmo mês.

À medida que a Virgem começar a surgir mais e mais cedo no horizonte leste,
estaremos podendo continuar observando o andamento de Vênus e Marte
através o corpo virginal...  Ao final do mês de novembro, ainda poderemos
observar Vênus em horizonte leste bem baixo, realmente,
e cumprimentando a estrela-alpha Virginis, Spica,
enquanto Marte, um tantinho mais alto no horizonte leste,
estará cumprimentando a estrela-gamma Virginis, Porrima.

Ao final do mês de dezembro, será a vez de Marte cumprimentar 
a estrela-alpha Virgnis, Spica,
enquanto Vênus já estará pesando-se na Balança, Libra,
e sempre em horizonte leste bem baixo, realmente,
já buscando esconder-se de nossa visão.

Nesta Postagem, Caro Leitor,
encontre algumas palavras acerca 
os Mitos voltados para Júpiter, o deus dos deuses,
e para os amantes olímpicos, Marte e Vênus.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward



Stellarium

Stellarium

Stellarium






Algumas Palavras acerca os
Mitos sobre Júpiter, Marte e Vênus




Júpiter,
o deus dos deuses








Júpiter é filho de Cronos e Rea, Saturno e Cibele.  Saturno sabia que seria destronado por um dos seus filhos.  E passou a engolir um a um, logo após seus nascimentos.  Entretanto, sua mulher traçou um plano junto a Gaia, a Mãe-Terra: quando estava prestes a dar luz ao próximo rebento, ocultou-se em uma caverna e lá Júpiter veio ao mundo.  Gaia recolheu o menino em seus braços e Cibele retornou ao lar e lá apanhou uma pedra, envolveu em panos e entregou a Saturno que, imediatamente, a devorou.

Cibele salvara seu filhos mas havia, ao mesmo tempo, selado a profecia: em dia próximo, o último filho de Cronos tomaria das armas para encerrar o sombrio reinado de sangue.  E para sempre se instalaria no trono do mundo.

Ao crescer, Júpiter se aliou aos irmãos e aos monstros, destronou Saturno e venceu os Titãs e os Gigantes.  Com a tríplice vitória, firmou-se como senhor absoluto do mundo e encerrou o ciclo de divindades tenebrosas, das forças desordenadas, que, como Cronos, o Tempo, a tudo corrompem e destroem.  Sua vitória pode ser compreendida como a vitória da Ordem e da Razão sobre os instintos e as emoções desenfreadas.  É Júpiter quem abre aos homens o caminho da razão e ensina-lhes que o verdadeiro conhecimento só é obtido a partir da dor.  Mas não assiste impassível aos sofrimentos humanos, ao contrário, compadece-se... apenas não se deixa levar pelas emoções, pis é a imagem da justiça e da razão.  Sabe que não pode intervir nas descobertas pessoais: cada qual  tem de viver sozinho sua própria experiência.  Limita-se a premiar os esforços honestos e a punir as impiedades.

Por todos esses atributos, Homero chamou-o de ‘pai dos deuses e dos homens’.    Como rei, Júpiter comanda o Olimpo e os homens.  Como rei e pai, Júpiter alcançou regiões imensas pois teve vários filhos e com várias mulheres e todos estes filhos espalharam-se mundo afora, tanto na terra, quanto nos mares e até nos mundos ínferos (como é o caso de Perséfone, filha que teve com Ceres e que foi raptada por Plutão, para ser sua esposa).  As Graças, as Musas, as Horas, as Moiras, Apolo e Diana, Perseu, Hércules, Baco, Helena e Pólux... todos são seus filhos e alguns outros mais. 









Marte, Deus da Guerra
e apaixonado por Vênus

http://commons.wikimedia.org/wiki/File:Mars_Valles_Marineris.jpeg


Source
Author
NASA / USGS (see PIA04304 catalog page)




http://pt.wikipedia.org/wiki/Marte_%28mitologia%29#mediaviewer/File:Venus_and_Mars.jpg


Marte e Venus, por Sandro Botticelli


A figura de um deus da guerra é comum a todos os povos antigos, porque a guerra era constante entre eles.  Assim, também para os gregos - embora estivessem mais voltados para o comércio, para as artes, para a reflexão filosófica.  Contavam com duas divindades guerreiras: Pallas Athenas (Minerva) e Ares (Marte), ambos filhos de Zeus (Júpiter), mas não venerados com igual devoção e mesma intenção.

Athenas era cultuada e invocada em todas as batalhas para inspirar atos heróicos, encorajar a defesa de ideais nobres e conduzir à vitória da inteligência sobre a força bruta.  Marte, Ares, era um deus cruel, instintivo, companheiro constante do medo, do terror e da discórdia (personificados, respectivamente, por seus filhos com Vênus, Fobos e Deimos e também por Eris)

Homero, em sua Ilíada que narra a guerra de Tróia, coloca em cena, defrontando-se diretamente, os dois deuses.

Os romanos, no entanto, tinha Mars ou Marte como o pai de Rômulo e Remo, fundadores de Roma.

Inicialmente era considerado deus das tempestades e se constituía em divindade agrícola.  Mais tarde, esta força incrível da natureza passou a ser considerada como deus da guerra, um deus guerreiro, protetor de suas lutas e de suas conquistas.  E esta evolução coincide com a própria  evolução da história romana.  Assim, na época das conquistas, os romanos colocaram o deus da guerra à frente de todas as ouras divindades.

Impetuoso nas batalhas como no amor, Marte, deus da guerra, filho de Júpiter e de Juno, uniu-se a várias mulheres, e nelas gerou numerosos filhos.

De sua aventura com a bela Vênus, nasceram Cupido, personificação do desejo amoroso, e Harmonia, esposa de Cadmo; Deimos, o terror, e Fobos, o medo, que acompanhavam o pai nos combates. 












Vênus (Afrodite)
nascida da espuma do mar,
Deusa do Amor
e apaixonada por Marte

Venus - Computer Simulated Global View Centered at 180 Degrees East Longitude
Image Credit:
NASA/JPL
http://photojournal.jpl.nasa.gov/catalog/PIA00104

http://pt.wikipedia.org/wiki/Afrodite#mediaviewer/File:Sandro_Botticelli_-_La_nascita_di_Venere_-_Google_Art_Project_-_edited.jpg






Urano, o céu estrelado, uniu-se à Terra e nela fecundou os Titãs, Ciclopes e Gigantes.  Saturno, o mais jovem dos Titãs, foi o escolhido por sua mãe para livrar-se de Urano e durante a noite, quando seu pai desceu para cobrir a Terra, Gaia, aproximou-se e, com um golpe único e violento, cortou os testículos do pai e atirou-os ao mar.

O sangue de Urano jorrou sobre a Terra e novamente a fecundou: nasceram as Eríneas, terríveis deusas da vingança.  Distante, no mar, aos poucos foi se formando uma espuma, nascida dos órgãos arrancados de Urano.  E desta espuma brotou Afrodite, Vênus, a mais bela dentre as deusas, emergindo das águas, amparada numa grande concha de madrepérola.  Vênus é conduzida ao Olimpo e todos clamam sua beleza.

Inicialmente, Vênus era considerada a deusa do instinto da fecundidade.  Sua ação era ilimitada, abrangendo toda a natureza com seus componentes humanos, animais e vegetais. 

Acreditava-se que ela espalhava o elemento úmido, causa fundamental de todo princípio gerador e de toda a fecundidade na natureza.

Somente mais tarde é que Afrodite/Vênus passou a ser a deusa do amor - no início protetora das formas mais nobres e puras desse sentimento.  Com o tempo, passou a personificar o amor em seus inúmeros aspectos, recebendo outros nomes e cultos diversos: Afrodite Urânia (celeste) que simboliza o amor puro e ideal; Afrodite Pandemos era deusa do amor sensual e venal.

Segundo Homero, somente três das divindades olímpicas não se deixavam seduzir por Vênus: Pallas Athenas (Minerva), Ártemis (Diana) e Héstia (Vesta).  Recusando-se a obedecer às suas leis, de Vênus, estas deusas têm as atribuições que os gregos consideravam mais importantes, por constituírem a nobreza e a beleza da vida: a arte, o lar e a honra.

O amor de Vênus e Marte aconteceu a partir do momento em que Marte abandonou as atitudes brutais e aproximou-se da deusa do amor oferecendo-lhe seu corpo perfeito, dizendo-lhe palavras de afeto.  Cumulou-a de ricos presentes.  Apaixonaram-se e fizeram planos para se unirem no amor.  Encontravam-se à noite enquanto Vulcano, esposo de Vênus, trabalhava em sua forjaria.  Marte sempre levava consigo o jovem Alectrião, seu confidente, para lhe avisar quando chegasse o Sol.  Uma noite, porém, Alectrião adormeceu e o Sol surpreendeu os amantes que dormiam abraçados.  O Sol, indignado, foi avisar Vulcano que, pacientemente, teceu uma rede e aguardou o momento adequado para flagrar o amor ilícito entre Vênus e Marte.  E assim aconteceu.  Alectrião foi transformado por Marte em um galo, condenado a advertir eternamente os homens do despertar do sol.

Vênus teve quatro filhos com Marte, seu amante ideal: Cupido, Harmonia, Deimos e Fobos - os dois primeiros representando os elementos positivos contidos no mito venusiano e os dois últimos, o aspecto negativo sintetizado na figura de Marte, violento deus da guerra.

Com Mercúrio, Vênus teve Hermafrodito, figura dupla de homem e de mulher.  Com Baco, Vênus gerou Príapo, protetor dos bosques, jardins e vinhas.  Com Anquises, um mortal, Vênus deu a luz a Enéias, famoso herói troiano.  Com Vulcano, seu esposo, não teve filhos.


Os textos acima são sintetizados por Janine e extraídos de alguns Fascículos da antiga coleção Mitologia, publicada pela Abril Cultural, ainda na década de 1960.




http://www.raremaps.com/gallery/detail/36626/The_April_May_and_June_Sky_Virgo_Leo_Libra_Leo_Minor_Ursa_Major/Burritt.html

Title: The April, May & June Sky   Map Maker: Elijah J. Burritt


Os desenhos formados pelas estrelas 
são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente 
a ir percebendo que existe mais, bem mais, 
entre o céu e a terra...; 
bem como percebendo que o caos,
 vagarosamente, 
vai se tornando Cosmos 
e sendo por nossa mente conscientizado.  

Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward



sábado, 24 de outubro de 2015

O Gigante Caçador Orion repousando sobre o Complexo de Nuvens Moleculares

Olá!

Nossa Postagem de hoje vai trazer alguns comentários
sobre o mundo de maravilhas que existe para ainda além
das estrelas visíveis a olho nu, em Orion!


Stellarium

http://media.skysurvey.org/interactive360/index.html



Se você bem observar a Imagem imediatamente acima (Skysurvey), 
Caro Leitor,
verá que a figura estelar compondo o Gigante Caçador Orion
parece repousar, digamos assim, 
(ou possui como cenário ou pano de fundo),
 em Nuvens e mais Nuvens
e que, em conjunto, podem ser sintetizadas
como o  Complexo Nuvem Molecular em Orion!

Este Grande Complexo reúne nebulosas brilhantes, nuvens escuras 
e berçário de estrelas jovens situadas na constelação de Orion
correndo desde o tronco do Gigante Caçador,
passando por seu famoso Cinturão
e torneando seu corpo 
e incluindo a Espada, é claro!....
.... e ainda alcançando a maravilhosa estrela-beta Orionis, Rigel,
um dos pés dessa figura mítica tão conhecida por nós.

Existe também um aglomerado aberto
que acolhe a estrela-Lambda Orionis, Meissa, e que espraia-se, digamos assim,
desde a cabeça do Gigante até seu ombro, na altura da estrela-Alpha Orionis, Betelgeuse.



Nebulae in Orion
http://www.atlasoftheuniverse.com/me.html




Em nossas três Postagens anteriores, Caro Leitor,
viemos aproveitando esses tempos de Chuva de Meteoros
 - As Orionídeas -
para trazermos nossos comentários
 sobre a constelação Orion, o Gigante Caçador dos céus estrelados,
através
 seu famoso Cinturão acolhendo as maravilhosas Três Marias
- Mintaka, Alnilan e Alnitak -,
sua famosa Espada acolhendo os Objetos Messier 42 e 43
bem o Aglomerado Trapezium, o Coração da Nebulosa Orion
e ainda através seu Corpanzil 
e as Estrelas que desenham a cabeça, o tronco e os membros
 - e ainda a clava e a pele do leão abatido
do Gigante Caçador!

(Confira em 
 em
e em


Respire fundo, Caro Leitor,
e segure o fôlego!


Com um abraço estrelado,

Janine Milward



2015 March 16
See Explanation.
Moving the cursor over the image will bring up an annotated version.
Clicking on the image will bring up the highest resolution version
available.
The Clouds of Orion the Hunter 
Image Credit & Copyright: Rogelio Bernal Andreo
Explanation: Cradled in cosmic dust and glowing hydrogen, stellar nurseries in Orion the Hunter lie at the edge of giant molecular clouds some 1,500 light-years away. Spanning about 30 degrees, this breath-taking vista stretches across the well-known constellation from head to toe (left to right) and beyond. At 1,500 light years away, the Great Orion Nebula is the closest large star forming region, here visible just right and below center. To its left are the Horsehead NebulaM78, and Orion's belt stars. Sliding your cursor over the picture will also find red giant Betelgeuse at the hunter's shoulder, bright blue Rigel at his foot, the Witch Head Nebula above -- and illuminated by -- Rigel, and the glowing Lambda Orionis (Meissa) nebula on the left, near Orion's head. Of course, the Orion Nebula and bright stars are easy to see with the unaided eye, but dust clouds and emission from the extensive interstellar gas in this nebula-rich complex, are too faint and much harder to record. In this mosaic of broadband telescopic images, additional image data acquired with a narrow hydrogen alpha filter was used to bring out the pervasive tendrils of energized atomic hydrogen gas like in the arc of the giantBarnard's Loop.





 A CONSTELAÇÃO DE ÓRION, O GIGANTE CAÇADOR, 
É ACOLHIDA POR INEFÁVEIS E IMENSAS NÉVOAS:

Nebulae in Orion
http://www.atlasoftheuniverse.com/me.html


A FORJARIA CÓSMICA

The Cosmic Hearth

The Orion nebula is featured in this sweeping image from NASA's Wide-field Infrared Survey Explorer, or WISE. The constellation of Orion is prominent in the evening sky throughout the world from about December through April of each year. The nebula (also catalogued as Messier 42) is located in the sword of Orion, hanging from his famous belt of three stars. The star cluster embedded in the nebula is visible to the unaided human eye as a single star, with some fuzziness apparent to the most keen-eyed observers. Because of its prominence, cultures all around the world have given special significance to Orion. The Maya of Mesoamerica envision the lower portion of Orion, his belt and feet (the stars Saiph and Rigel), as being the hearthstones of creation, similar to the triangular three-stone hearth that is at the center of all traditional Maya homes. The Orion nebula, lying at the center of the triangle, is interpreted by the Maya as the cosmic fire of creation surrounded by smoke.

This metaphor of a cosmic fire of creation is apt. The Orion nebula is an enormous cloud of dust and gas where vast numbers of new stars are being forged. It is one of the closest sites of star formation to Earth and therefore provides astronomers with the best view of stellar birth in action. Many other telescopes have been used to study the nebula in detail, finding wonders such as planet-forming disks forming around newly forming stars. WISE was an all-sky survey giving it the ability to see these sites of star formation in a larger context. This view spans more than six times the width of the full moon, covering a region nearly 100 light-years across. In it, we see the Orion nebula surrounded by large amounts of interstellar dust, colored green.

Astronomers now realize that the Orion nebula is part of the larger Orion molecular cloud complex, which also includes theFlame nebula. This complex in our Milky Way galaxy is actively making new stars. It is filled with dust warmed by the light of the new stars within, making the dust glow in infrared light.

Color in this image represents specific infrared wavelengths. Blue represents light emitted at 3.4-micron wavelengths and cyan (blue-green) represents 4.6 microns, both of which come mainly from hot stars. Relatively cooler objects, such as the dust of the nebulae, appear green and red. Green represents 12-micron light and red represents 22-micron light.

Image Credit: NASA/JPL-Caltech/UCLA
 Orion nebula


TRADUÇÃO PARA O PORTUGUÊS extraída de https://www.facebook.com/EspacoAstronomico/photos/a.188295267977979.47651.187913018016204/217214825086023/?type=1&fref=nf
https://www.facebook.com/EspacoAstronomico

A forjaria Cósmica 
 A nebulosa de Orion é mostrada nessa impressionante imagem feita pelo Wide-field Infrared Survey Explorer, ou WISE da NASA. A constelação de Orion é proeminente no céu noturno de todo o mundo de Dezembro até Abril de cada ano. A nebulosa, também catalogada como Messier 42 está localizada na espada de Orion, pendurada em seu famoso cinturão de três estrelas. O aglomerado de estrelas mergulhado na nebulosa é visível a olho nu como uma estrela única, com alguma nebulosidade aparente para os observadores mais atentos. Devido à sua proeminência culturas de todo o mundo têm dado um significado especial para Orion. Os maias da américa central observavam a porção inferior de Orion, seu cinturão e seus pés (as estrelas Saiph e Rigel)como sendo as pedras da criação, similar às lareirasde três pedras triangulares que são encontrados no centro de todas as casas maias. A Nebulosa de Orion, localiza-se no centro desse triângulo, e é interpretada pelos maias como o fogo cósmico da criação envolto pela fumaça.

Essa metáfora do fogo cósmico é bem viável. A Nebulosa de Orion é uma enorme nuvem de poeira e gás onde um grande número de novas estrelas estão sendo forjadas. Ela representa um dos locais de formação de estrelas mais próximo da Terra e por isso fornece aos astrônomos a melhor visão do nascimento de uma estrela em ação. Muitos outros telescópios têm sido usados para estudar a nebulosa em detalhe, encontrando maravilhas como discos de formação de planetas se formando ao redor de estrelas recém formadas. O WISE foi uma pesquisa de todo o céu dando a oportunidade de observar esses locais de formação de estrelas em um contexto maior. Essa imagem se espalha por mais de seis vezes a largura da Lua Cheia, cobrindo uma região de aproximadamente 100 anos-luz de diâmetro. Nesse local podemos ver a Nebulosa de Orion circundada por uma grande quantidade de poeira interestelar colorida em verde.

Os astrônomos agora perceberam que a Nebulosa de Orion é parte de um complexo de nuvem molecular de Orion muito maior que inclui a Nebulosa da Chama. Esse complexo na nossa Via Láctea está ativamente gerando novas estrelas. Essa região toda está preenchida com poeira aquecida pela luz das novas estrelas dentro dessa poeira, fazendo assim com que a poeira brilhe em luz infravermelha.

As cores nessa imagem representam comprimentos de onda infravermelhos específicos. A cor azul representa a luz emitida no comprimento de onda de 3.4 mícron e a luz emitida no comprimento de onda de 4.6 mícron é representada em ciano (azul esverdeado), ambas veem principalmente das estrelas quentes. Objetos relativamente mais frios, como a poeira das nebulosas aparece em verde e em vermelho. A cor verde representa a luz de comprimento de onda de 12 mícron e a cor vermelha representa a luz de comprimento de onda de 22 mícron.




Fonte/Créditos: http://1.usa.gov/11KTMXn

http://media.skysurvey.org/interactive360/index.html


O Complexo Nuvem Molecular de Orion

O Complexo Orion Nuvem Molecular refere-se a um grande grupo de nebulosas brilhantes, nuvens escuras e estrelas jovens situados na constelação de Orion. A nuvem em si é entre 1.500 e 1.600 anos-luz de distância e é centenas de anos-luz de diâmetro. Várias partes da nebulosa pode ser observado através de binóculos e pequenos telescópios, com algumas partes sendo visível a olho nu.
A nebulosa é importante por causa do enorme tamanho como ele se espalha vários graus de Cinturão de Orion a sua espada. É também uma das regiões mais ativas de formação estelar que podem ser vistas no céu noturno, e é o lar de ambos os discos protoplanetários e estrelas muito jovens. A nebulosa também é muito brilhante nos comprimentos de onda infravermelhos, devido aos processos de calor intensas envolvidos na formação estelar, embora o complexo contém nebulosas escuras, nebulosas de emissão, nebulosa de reflexão, e regiões HII.
http://finslab.com/enciclopedia/letra-o/orion-nuvem-molecular-complex.php


http://www.astropt.org/2014/11/22/orion-em-gas-poeira-e-estrelas/
Crédito: Roberto Colombari, Robert Gendler & Federico Pelliccia; DSS PLOSS II
Crédito: Roberto Colombari, Robert Gendler & Federico Pelliccia; DSS PLOSS II

Na imagem vemos o grande Complexo da Nuvem Molecular de Orion, que inclui as famosas 3 estrelas (esquerda) do Cinturão de Orion. Abaixo de Alnitak, vemos a Nebulosa da Chama. À direita de Alnitak, está a Nebulosa da Cabeça do Cavalo. Na parte superior direita da imagem, está a M42, Nebulosa de Orion.
A imagem cobre uma área que se espalha por cerca de 75 anos-luz e que se encontra a cerca de 1.500 anos-luz de distância da Terra.
http://www.astropt.org/2014/11/22/orion-em-gas-poeira-e-estrelas/



The Orion Molecular Cloud Complex (also often referred to as simply the Orion Complex) refers to a large group of bright nebulaedark clouds, and young stars located in the constellation of Orion. The cloud itself is between 1,500 and 1,600 light-years away and is hundreds of light-years across. Several parts of the nebula can be observed through binoculars and small telescopes, with some parts (such as the Orion Nebula) being visible to the naked eye.
The nebula is important because of the sheer size as it spreads several degrees from Orion's Belt to his sword. It is also one of the most active regions of stellar formation that can be seen in the night sky, and is home to both protoplanetary discs and very young stars. The nebula is also very bright in the infrared wavelengths due to the heat-intensive processes involved in the stellar formation, although the complex contains dark nebulaeemission nebulaereflection nebulae, and HII regions.
http://en.wikipedia.org/wiki/Orion_Molecular_Cloud_Complex

http://en.wikipedia.org/wiki/Orion_Molecular_Cloud_Complex#mediaviewer/File:Orion_Head_to_Toe.jpg
Photo taken by Rogelio Bernal Andreo in October 2010 of the Orion constellation showing the surrounding nebulas of the Orion Molecular Cloud complex. Also captured is the red supergiant Betelgeuse (top left) and the famous belt of Orion composed of the OB stars Altitak, Alnilam and Mintaka. To the bottom right can be found the star Rigel. The red crescent shape is Barnard's Loop. The photograph appeared as the Astronomy Picture of the Day on October 23, 2010.
Rogelio Bernal Andreo - http://deepskycolors.com/astro/JPEG/RBA_Orion_HeadToToes.jpg

Part of the Orion Molecular Cloud Complex, with the Great Nebula in Orion near the center, along with the Belt of Orion, and Barnard's Loop curling around the image
Observation data: J2000.0[1] epoch
Right ascension05h 35.3m[1]
Declination−05° 23′[1]
ConstellationOrion
DesignationsOrion Complex, Orion Cloud Complex, Orion Molecular Cloud Complex





Loop de Barnard (designação de catálogo: Sh 2-276) 
envolvendo o tronco e as pernas de Orion


Programa Stellarium


Loop de Barnard (designação de catálogo: Sh 2-276) 
é uma nebulosa de emissão na constelação de Orion. Faz parte de umanuvem molecular gigante que também contém as nebulosas de Cabeça de Cavalo e Órion. o loop toma a forma de um grande arco centrado aproximadamente na nebulosa de Orion. Pensa-se que as estrelas dentro da nebulosa de Orion são responsáveis por ionizar o loop.
Estima-se que estão a uma distância de cerca de 1600 anos-luz, dando-lhe dimensões reais de cerca de 300 anos-luz de diâmetro. É pensado para ter originado na explosão de uma supernova cerca de 2 milhões de anos atrás, que também pode ter criado várias conhecido estrelas em fuga, incluindo AE AurigaeColumbae Mu e 53 Arietis, que são pensados para ter sido parte de uma múltipla estrela, sistema no qual um componente explodiu como uma supernova.


OrigemHomepage of Homepage of Philipp Salzgeber
AutorPhilipp Salzgeber

Permissão
(Reutilizar este ficheiro)
Philipp Salzgeber released the pictures under CC-BY-SA-2.0-AT, see bottom of http://salzgeber.at/astro/thumb.html (and before he also gave me the personal permission at forum.astronomie.de for GFDL-free usage)
Outras versões
Image:Nebula-Barnard's-Loop-bw-inverse.jpeg (inverse black and white version)
A picture of Barnard's Loop, which is a primary component of the nebula complex. Also seen in the image are the locations of other nebulae in the complex such as M42.






Barnard's Loop imaged with a combination of white light and hydrogen alpha light bringing out the color and detail of this vast structure. Messier 42 and the Horsehead Nebulacan be seen as well. Courtesy of Hunter Wilson.http://en.wikipedia.org/wiki/Barnard's_Loop












O CINTURÃO DE ÓRION



Stellarium

Stellarium




ALNITAK, NO CINTURÃO DE ÓRION
E SUA FANTÁSTICA VIZINHANÇA!

IC 434, Nebulosa Cabeça de Cavalo, Nebulosa da Chama,
IC 435, NGC 2023 e Messier 78



Programa Stellarium







Below, a 1-degree wide region centered on the nebula; the 2nd magnitude star at top is Alnitak
The wide-field image also shows NGC 2023 and IC 435
DSS image of region near emission nebula IC 434, which backlights and highlights the Horsehead Nebula; also shown are NGC 2023 and IC 435




IC 434 
nas vizinhanças da estrela Alnitak, no Cinturão de Orion

Programa Stellarium



IC 434 is a bright emission nebula in the constellation Orion. It was discovered on February 1, 1786 by William Herschel. The Horsehead Nebula is a dark nebulasilhouetted against it.[1]
http://en.wikipedia.org/wiki/IC_434


http://en.wikipedia.org/wiki/IC_434#mediaviewer/File:Barnard_33.jpg
Horsehead Nebula (also known as Barnard 33 in emission nebula IC 434) is a dark nebula in the constellation Orion.




stellarium




B33 - Nebulosa do Cavalo - esta é a mais conhecida nebulosa escura e provavelmente faça parte de uma nuvem de matéria escura interestelar marcando a extremidade leste da luminosa nebulosa IC 434, e absorvendo luz de estre as bem distante ( e essa pode ser a causa da marcante diferença no numero de estrelas em ambos os lados da extremidade de IC 434).
Orion - Nebulosa Complexa - Cabeça de Cavalo
Ascensão Reta  05h39m      Declinação +00o.02
Tipo Nebulosa Planetária  COM        Dimensão 2,0       Distância em anos-luz 1,5



Reunião de Informações a partir de
6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



nebulosa Cabeça de Cavalo (ou Barnard 33) é uma nebulosa escura na constelação de Orion. A nebulosa está localizada logo abaixo de Zeta Orionis, estrela que faz parte do cinturão de Órion. Está a aproxidamente 1500 anos-luz da Terra. É uma das nebulosas mais identificáveis devido à forma de sua nuvem escura de poeira e gases, que é semelhante à de uma cabeça de cavalo. Foi observada pela primeira vez em 1888 por Williamina Fleming na chapa fotográfica B2312 do observatório da Universidade de Harvard.
O brilho vermelho se origina do hidrogêniogás que predomina por trás da nebulosa, ionizado pela próxima estrela brilhante Sigma Orionis. A escuridão da Cabeça de Cavalo é causado principalmente por uma poeira espessa. Tem cerca de 16 anos-luz de extensão e uma massa total de 300 massas solares.


Ficheiro:Horsehead-Hubble.jpg


Origemhttp://www.spacetelescope.org/images/html/heic0105a.html
AutorNASA, NOAO, ESA and The Hubble Heritage Team STScI/AURA


Ficheiro:HorseheadHunterWilson.jpg
Descrição
English: Region of the Horsehead Nebula south of star Alnitak in Orion.
Data
OrigemObra do próprio
AutorHewholooks


The Flame Nebula (on the left bottom) & The Horsehead Nebula (in the center) are both located about 1,500 light-years away from us in the Orion Molecular Cloud Complex, an active star-forming region in the constellation of Orion.






A Nebulosa da Chama
Flame Nebula
e a estrela Alnitak, no Cinturão de Orion




stellarium



The Flame Nebula (designated NGC 2024, Orion B and Sh2-277) is an emission nebula, a star-forming cloud of gas and dust, located about 1,500 light-years away from Earth in the constellation of Orion (the Hunter). It is part of the Orion Molecular Cloud Complex, a star-forming region that includes the famous Horsehead Nebula.

Nebulosa da Chama é uma nebulosa de emissão na constelação de Orion.



The Flame Nebula, designated as NGC 2024 and Sh2-277, is an emission nebula in the constellation Orion. It is about 900 to 1,500light-years away.

The bright star Alnitak (ζ Ori), the easternmost star in the Belt of Orion, shines energetic ultraviolet light into the Flame and this knocks electrons away from the great clouds of hydrogen gas that reside there. Much of the glow results when the electrons and ionized hydrogen recombine. Additional dark gas and dust lies in front of the bright part of the nebula and this is what causes the dark network that appears in the center of the glowing gas. The Flame Nebula is part of the Orion Molecular Cloud Complex, a star-formingregion that includes the famous Horsehead Nebula.
File:The hidden fires of the Flame Nebula.jpg
SourceESO
AuthorESO/J. Emerson/VISTA. Acknowledgment: Cambridge Astronomical Survey Unit

Image Credit: NASA/JPL-Caltech/WISE Team








Stellarium

IC 435 è una brillante nebulosa a riflessione visibile nella costellazione di Orione.
Si individua con facilità circa 20 primi d'arco ad est della ben nota nebulosa NGC 2023, situata a sua volta pochi primi a nordest della celebre Nebulosa Testa di Cavallo; fa parte della nube molecolare gigante LDN 1630, la stessa che crea la "Testa di Cavallo" in sovrapposizione alla nebulosa IC 434. La stella responsabile della sua illuminazione è nota come HD 38087, una stella bianco-azzurra di sequenza principale di classe spettrale B5V, situata a oltre 1700 anni luce di distanza dalsistema solare, nella regione di Orion B.[3]
La nebulosa possiede un'elevata densità ed è divisa in due regioni, denominate IC 435-1 e IC 435-2, distinguibili dai rispettivi spettri di luminosità superficiale; le polveri che la compongono sono formate da granuli di dimensioni maggiori rispetto alla media osservata in nebulose simili.[4]
http://it.wikipedia.org/wiki/IC_435

http://it.wikipedia.org/wiki/IC_435#mediaviewer/File:IC_435.jpg



NGC 2023 - NEBULOSA DE REFLEXÃO


Stellarium

NGC 2023 é uma nebulosa na direção da constelação de Orion. O objeto foi descoberto pelo astrônomo William Herschel em 1785, usando um telescópio refletor com abertura de 18,6 polegadas


Ficheiro:NGC 2023 Hubble WikiSky.jpg
Permissão
PD-HUBBLE.





Extraído de As Constelações, Cartas Celestes - ORION - Mario Jaci Monteiro




NGC 2068 - M 78 -  Orion - Nebulosa de Reflexão - Anel de Barnard
Ascensão Reta 05h45m       Declinação +00o.02
Tipo Nebulosa Planetária NR        Dimensão  5,0       Magnitude 20
Distância em anos-luz  1,5



Stellarium

Orion constellation map.png




Messier 78 (NGC 2068) é uma nebulosa de reflexão na constelação de Orion. Foi descoberta por Pierre Méchain em 1780 e incluída por Charles Messier no seu catálogo de objetos esse mesmo ano.
M78 é a nebulosa difusa de reflexão mais brilhante de um grupo de nebulosas que inclui NGC 2064NGC 2067 e NGC 2071. M78 é facilmente visível em pequenos telescópios como uma mancha difusa e inclui duas estrelas de magnitude 10. Estas duas estrelas, HD 38563A e HD 38563B, são responsáveis de fazer a nuvem de pó em M78 visível ao refletir sua luz.



Ficheiro:Messier 78.jpg
Origem
Autor
ESO/Igor Chekalin



Origem
Autor
ESO/APEX (MPIfR/ESO/OSO)/T. Stanke et al./Igor Chekalin/Digitized Sky Survey 2









Um vasto berçário localizado na Grande Complexo de Nuvem Molecular em Orion,
o maior lugar de formação de estrelas mais próximo ao nosso sistema solar!

Infant Stars Peek Out from Dusty Cradles







Credit:  NASA/ESA/ESO/JPL-Caltech/A. Stutz (Max-Planck Institute for Astronomy, Heidelberg)

Astronomers have found some of the youngest stars ever seen thanks to the Herschel space observatory, a European Space Agency mission with important NASA contributions. Dense envelopes of gas and dust surround the fledging stars known as protostars, making their detection difficult until now. The discovery gives scientists a window into the earliest and least understood phases of star formation.

The new results come from the Herschel Orion Protostar Survey (HOPS), led by the University of Toledo. HOPS has looked at the vast stellar nursery in the Orion Molecular Cloud Complex, the biggest site of star formation near our solar system, located in the constellation of Orion.





















A ESPADA DE ORION




Stellarium

Stellarium

Stellarium






NA ESPADA DE ORION,
A GRANDE NEBULOSA!





NGC 1976 - M 42  - Aglomerado Aberto Trapézio - Órion
Ascensão Reta 05h34m   Declinação - 05o.24
Magnitude fotográfica global 2,5    Distância kpc 0,41
Diâmetro 50’   Tipo Espectral O5

A Grande Nebulosa da Espada de Órion.

Uma das mais extensas nebulosas de nossa Galáxia, 
depois da nebulosa de Eta Carinae.  
Situa-se no punhal de Órion e pode ser vista a olho nú,
 bem melhor através um par de binóculos 
e melhor ainda através o telescópio.
  Ao centro, destaca-se o grupo de estrelas 
denominado de Eta de Órion, o Trapézio de Órion.



Reunião de Informações a partir de
6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




Stellarium









ORION NEBULA 

The Infrared Hunter





LEIA MAIS EM










VÍDEOS:


Journey to Orion

Orion Nebula (Gallery Explorer)






Extraído de As Constelações, Cartas Celestes - ORION - Mario Jaci Monteiro




NGC 1976 - M42   -  Orion - Nebulosa de Emissão HII Orion

Ascensão Reta  05h43m          Declinação -05o.25
Tipo Nebulosa Planetária HII        Dimensão 30,0        Magnitude 18
Magnitude da Estrela associada    4        Distância em anos-luz  1,5


A Grande Nebulosa em Orion, também conhecida como M42, é uma das mais famosas nebulosas no céu.  As nuvens de gás e as jovens e quentes estrelas na região formadora de estrelas são vicinais à Nebulosa M43, bem menor, e à Nebulosa NGC 1997 e suas amigas, bem como um complexo de nuvens gigantes moleculares invisíveis... e tudo isso representando uma pequena fração desta vizinhança galáctica riquíssima em material interestelar.  Dentro desse berçário estelar bem-estudado, os astrônomos também identificaram aquilo que parecem ser numerosos sistemas planetários ainda infantes.  Esse glorioso cenário espraia-se por quase dois graus ou cerca de 45 anos-luz na Nebulosa de Orion  - cuja distância é estimada em 1.500 anos-luz.


Reunião de Informações a partir de
6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




The Sword of Orion





The Orion Nebula

Thousands of stars are forming in the cloud of gas and dust known as the Orion nebula. More than 3,000 stars of various sizes appear in this image. Some of them have never been seen in visible light.
Credit: NASA,ESA, M. Robberto (Space Telescope Science Institute/ESA) and the Hubble Space
Telescope Orion Treasury Project Team









NGC1981:

 The often-overlooked open cluster in Orion


(NGC 1981 - O frequentemente negligenciado aglomerado aberto em Orion)

NGC 1981 in Orion
http://eyesonthesky.com/Blog/tabid/80/EntryId/175/NGC1981-The-often-overlooked-open-cluster-in-Orion.aspx




NGC 1981 é um aglomerado aberto na direção da constelação de Orion. O objeto foi descoberto pelo astrônomo John Herschel em 1827, usando um telescópio refletor com abertura de 18,6 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+4,2), é visível apenas com telescópios amadores ou com equipamentos superiores.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_1981






NGC 1973/5/7 is a reflection nebula 1/2 degree northeast of the Orion Nebula. The three NGC objects are divided by darker regions. It is also called The Running Man Nebula and Sharpless Catalog 279.

This object was named 'The Running Man Nebula' by Texas Astronomical Society member Jason Ware. Approximately 20 years ago his down stairs neighbor looked at the object and said it looked like a running man. He brought this up a TAS club meeting and the name stuck. Now widely accepted as 'The Running Man'.
Running Man Nebula by Slooh Member Larkin

Astrophotographer Dave Larkin captured this image of the Running Man Nebula, also known as NGC 1977, using the Slooh Space Camera, which is an online night sky observing service that allows users to view the sky using telescopes around the world.
Astrophotographer Dave Larkin took this image in November 2012 from his home in Australia using the Slooh Space Camera's robotic 20-inch telescope located on the Canary Islands off the northwest coast of Africa. The Slooh Space Camera is an online night sky observing service that allows users to view the sky using telescopes around the world.


ACESSANDO
VOCÊ ENCONTRARÁ MAIS IMAGENS (INCLUSIVE ANOTADAS) SOBRE
THE RUNNING MAN NEBULA
Copyright © 2001-2013, Anthony Ayiomamitis. All rights reserved.







NGC 1999 - Orion  - Nebulosa de Protoestrela

Ascensão Reta 05h35m       Declinação -06o.45
Tipo Nebulosa Planetária NPE        Dimensão  1,0      
Magnitude da Estrela associada  10V          Distância em anos-luz  1,5


NGC 1999 é uma nebulosa difusa e de reflexão, situada na constelação de Orion a 1500 anos-luz de distancia do Sistema Solar. Compõe-se principalmente de poeira, e brilha a partir da luz da estrela variável V380 Orionis, uma estrela de massa 3,5 vezes a do Sol.1
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_1999



Object Name: NGC 1999
Image Type: Astronomical
Image Credit: NASA and The Hubble Heritage Team (STScI)


2013 November 28
See Explanation.  Clicking on the picture will download
 the highest resolution version available.
http://apod.nasa.gov/apod/ap131128.html
NGC 1999: South of Orion
Image Data: Subaru Telescope (NAOJ), Hubble Space Telescope,
Additional Color Data and Processing: Robert Gendler
Explanation: South of the large star-forming region known as the Orion Nebula, lies bright blue reflection nebula NGC 1999. At the edge of the Orion molecular cloud complex some 1,500 light-years distant, NGC 1999's illumination is provided by the embedded variable star V380 Orionis. That nebula is marked with a dark sideways T-shape near center in this cosmic vista that spans about 10 light-years. The dark shape was once assumed to be an obscuring dust cloud seen in silhouette against the bright reflection nebula. But recent infrared images indicate the shape is likely a hole blown through the nebula itself by energetic young stars. In fact, this region abounds with energetic young stars producing jets and outflows with luminous shock waves. Cataloged as Herbig-Haro (HH) objects, named for astronomers George Herbig and Guillermo Haro, the shocks look like red gashes in this scene that includes HH1 and HH2 just below NGC 1999. Thestellar jets push through the surrounding material at speeds of hundreds of kilometers per second.
http://apod.nasa.gov/apod/ap131128.html





An X-Ray Santa Claus in Orion


The Orion nebula is the nearest dense star-forming region to Earth that contains stars much more massive than the Sun. This newly-discovered gas cloud is composed of winds blowing from these high-mass stars that are heated to millions of degrees as they slam into the surrounding gas.

LEIA MAIS EM








http://media.skysurvey.org/interactive360/index.html




http://media.skysurvey.org/interactive360/index.html



Nebulae in Orion
http://www.atlasoftheuniverse.com/me.html







Collinder 69 (Lambda Orionis Association)
envolvendo os ombros e a cabeça de Orion


http://media.skysurvey.org/interactive360/index.html



Programa Stellarium



Collinder 69 (Lambda Orionis Association) is an open star cluster located north-west of the star Betelgeuse in the constellation ofOrion. It is about five million years old and roughly 1,300 ly (400 pc) away from the Sun.[1] Included within the cluster is a double starnamed Meissa. With the rest of Orion, it is visible from the middle of August in the morning sky, to late April before Orion becomes too close to the Sun to be seen well. It can be seen from both the northern hemisphere and the southern hemisphere.
The cluster is following an orbit through the Milky Way that has a period of 227.4 million years with an ellipticity of 0.06, carrying it as far as 28 kly (8.6 kpc) from the Galactic Center, and as close as 25 kly (7.7 kpc). The inclination of the orbit carries it up to 260 light-years (80 parsecs) away from the galactic plane. On average it crosses the plane every 33.3 million years.[1]
Collinder 69
Observation data (J2000 epoch)
ConstellationOrion
Right ascension05h 35m 06s[1]
Declination+09° 56.0′[1]
Distance1,300 ly (400 pc)[1]
Physical characteristics
Estimated age5.0[1] Myr
See also: Open clusterList of open clusters
Meissa (Lambda Orionis, λ Orionis) is a star in the constellation Orion. "Meissa" derives from the Arabic "Al-Maisan" which means "The Shining One". This term was used for Gamma Gemini (Alhena), but was somehow also mistakenly applied to Meissa and the name stuck. The original Arabic name for this star, "Al Hakah" (the source for another name for it, "Heka") refers to the Arabic lunar mansion that includes this star and the two of φ Ori (Al Haḳʽah, "a White Spot").[5]
.....................................

This star is the dominant member of a 5 million year old star-forming region known as the λ-Orionis cluster,[10] or Collinder 69. The intense ultraviolet energy being radiated by this star is creating the S 264[11] H II region in the neighboring volume of space, which in turn is surrounded by an expanding ring of cool gas that has an age of about 2–6 million years. The expansion of this gaseous ring may be explained by a former binary companion of Meissa that became a Type II supernova.
......................................

http://en.wikipedia.org/wiki/Meissa









http://media.skysurvey.org/interactive360/index.html


IC 2118 - Nebulosa Cabeça de Bruxa
Em Eridanus porém na vizinhança próxima a Rigel


Programa Stellarium





IC 2118 (também conhecida como Nebulosa Cabeça de Bruxa, devido à sua forma), é uma nebulosa de reflexão extremamente fraca1 . Acredita-se que um resíduo desupernova antiga ou nuvem de gás iluminada por estrelas próximas a supergigante Rigel da constelação de Órion2 . Fica na constelação Eridanus, cerca de 900 anos-luz da Terra. A natureza das partículas de poeira, refletindo a luz azul melhor do que o vermelho, é um fator em dar o Cabeça de Bruxa sua cor azul. Observações mostram que a emissão de monóxido de carbono em toda parte substancial desta nebulosa é um indicador da presença de nuvens moleculares e a formação de estrelas nanebulosa.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Nebulosa_Cabe%C3%A7a_da_Bruxa



2006 December 11
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http://apod.nasa.gov/apod/ap061211.html
IC 2118: The Witch Head Nebula 
Image Data: Digitized Sky SurveyColor Composite: Noel Carboni
Explanation: Double, double toil and trouble; Fire burn, and cauldron bubble -- maybe Macbeth should have consulted the Witch Head Nebula. This suggestively shaped reflection nebula is associated with the bright star Rigel in theconstellation Orion. More formally known as IC 2118, the Witch Head Nebula glows primarily by light reflected from bright star Rigel, located just off the upper right edge of the full image. Fine dust in the nebula reflects the light. The blue color is caused not only by Rigel's blue color but because the dust grains reflect blue light more efficiently than red. The same physical process causes Earth's daytime sky to appear blue, although the scatterers in Earth's atmosphere are molecules of nitrogen and oxygen. The nebula lies about 1000 light-years away.



IC 2118 (also known as Witch Head Nebula due to its shape), is an extremely faint reflection nebula believed to be an ancient supernova remnant or gas cloud illuminated by nearby supergiant star Rigel in Orion. It lies in the Eridanusconstellation, about 900 light-years from Earth. The nature of the dust particles, reflecting blue light better than red, is a factor in giving the Witch Head its blue color. Radio observations show substantial carbon monoxide emission throughout parts of IC 2118 an indicator of the presence of molecular clouds and star formation in the nebula. In fact candidates for pre-main sequence stars and some classic T-Tauri stars have been found deep within the nebula.[1]
The molecular clouds of IC 2118 are probably juxtaposed to the outer boundaries of the vast Orion-Eridanus bubble, a giant supershell of molecular hydrogen blown by the high mass stars of the Orion OB1 association. As the supershell expands into the interstellar medium, favorable circumstances for star formation occur. IC 2118 is located in one such area.The wind blown appearance and cometary shape of the bright reflection nebula is highly suggestive of a strong association with the high mass luminous stars of Orion OB1. The fact that the heads of the cometary clouds of IC2118 point northeast towards the association is strong support of that relationship.
2008 October 31
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http://apod.nasa.gov/apod/ap081031.html
A Witch by Starlight 
Credit & CopyrightStar Shadows Remote Observatory
(Steve Mazlin, Jack Harvey, Rick Gilbert, Teri Smoot, Daniel Verschatse)
Explanation: By starlight this eerie visage shines in the dark, a crooked profile evoking its popular name, the Witch Head Nebula. In fact, this entrancing telescopic portrait gives the impression the witch has fixed her gaze on Orion's bright supergiant star Rigel. Spanning over 50 light-years, the dusty cosmic cloud strongly reflects nearby Rigel's blue light, giving it the characteristic color of a reflection nebula. Cataloged as IC 2118, the Witch Head Nebula is about 1,000 light-years away. Of course, you might see a witch this scary tonight, but don't panic. Have a safe and Happy Halloween!







Nebulae in Orion
http://www.atlasoftheuniverse.com/me.html




ALGUNS OUTROS OBJETOS CELESTES
EM ORION:


NGC 2175 é um aglomerado aberto com nebulosa na direção da constelação de Orion. O objeto foi descoberto pelo astrônomoChristian Bruhns em 1857, usando um telescópio refrator com abertura de 0 polegadas.


NGC 2194 é um aglomerado aberto na direção da constelação de Orion. O objeto foi descoberto pelo astrônomo William Herschel em 1784, usando um telescópio refletor com abertura de 18,6 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+8,5), é visível apenas com telescópios amadores ou com equipamentos superiores.


NGC 2169, is an open cluster in the Orion constellation. It was discovered by Giovanni Batista Hodierna before 1654 and discovered by William Herschel on October 15, 1784. [1] NGC 2169 is at a distance of about 3,600 light years away fromEarth. It is nicknamed "The '37' Cluster" due to its striking resemblance to the numerals "37."


NGC 2141 é um aglomerado aberto na direção da constelação de Orion. O objeto foi descoberto pelo astrônomo Edward Barnard. Devido a sua moderada magnitude aparente (+9,4), é visível apenas com telescópios amadores ou com equipamentos superiores.


NGC 2186 é um aglomerado aberto na direção da constelação de Orion. O objeto foi descoberto pelo astrônomo William Herschel em 1786, usando um telescópio refletor com abertura de 18,6 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+8,7), é visível apenas com telescópios amadores ou com equipamentos superiores.







Programa Stellarium



http://www.nightskyatlas.com/viewer.jsp?rightAscension=4.90500000&declination=2.93333318&viewAngle=20



Aglomerado de Galáxias
Abell 520 - “Train Wreck”

Abell 520: 
Dark Matter Mystery Deepens in Cosmic "Train Wreck" 


http://chandra.harvard.edu/photo/2007/a520/
Credit X-ray: NASA/CXC/UVic./A.Mahdavi et al. Optical/Lensing: CFHT/UVic./A.Mahdavi et al.






SAIBA MAIS, MUITO MAIS!,
 SOBRE OS OBJETOS 
NA CONSTELAÇÃO DE ORION, O GIGANTE CAÇADOR:


Welcome to the Munich Astro Archiv Constellation Pages
http://maps.seds.org/Const/constS.html

DOCdb
Deep Sky Observer's Companion – the online database

listing objects by constellation

Searching for all objects in ORION.
Os desenhos formados pelas estrelas
 - AS CONSTELAÇÕES -
 são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais, 
entre o céu e a terra...,
 bem como percebendo que o caos,
 vagarosamente,
vai se tornando Cosmos 
e este por nossa mente sendo conscientizado.

Quer dizer, nossa mente é tão infinita 
quanto infinito é o Cosmos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward