domingo, 13 de dezembro de 2015

Objeto Messier em Cetus, a Baleia, o Monstro Marinho - M77


Olá!

Em continuidade aos nossos comentários
sobre os Objetos Messier
acolhidos pelas constelações que fazem parte do Mito de Andromeda,
entra em cena
M77,
o único Objeto Messier
na constelação de Cetus, a Baleia, o Monstro Marinho.


Stellarium




Cetus, a Baleia, o Monstro Marinho,
é uma imensa constelação, realmente,
que podemos delinear 
ao sul dos Peixes
(já mais ao sul da Linha da Eclíptica
e seu corpo monstruoso ao sul da Linha do Equador
enquanto sua garganta e sua cabeça já se encontram ao norte desta Linha
- porém ao sul da Linha da Eclíptica).

Cetus, a Baleia, o monstro-marinho é uma constelação imensa,
 imensa como uma baleia é imensa,
e vem sempre nos chamando atenção de nossos olhares 
voltados para desentrelaçar
as estrelinhas tímidas e ziguezagueantes do Aguadeiro
 das estrelinhas tímidas dos dois Peixes 
(o primeiro Peixe não é difícil de ser identificado em seu asterismo
 chamado Circlet, o Pequeno Círculo, 
que se posiciona bem junto e ao sul do Grande Quadrado
 formado pelo corpanzil do Cavalo Alado Pegasus!)



É interessante observarmos o fato de que
se por acaso pensávamos que as águas terminaram... 
(em Aguadeiro, Peixes e Peixes Austrinus... e ainda em Rio Eridano)....,
 estamos enganados porque a figura delineada por estrelas tímidas 
que perfazem Cetus, a Baleia, é algo realmente ameaçador, temeroso, terrível...
 por causa de seu imenso tamanho!
.... continuando....  
Se acaso pensávamos que as águas terminaram..... não.
  
Cetus, a Baleia, o monstro-marinho atua também próximo à terra firme 
onde Aries, o Carneiro, bem como o Touro moram!




Stellarium



É bem interessante percebermos que o corpanzil,
o monstruoso e horrendo corpo do Monstro Marinho,
não somente ocupa um imenso lugar nos céus estrelados
como também comunga
com os mares abissais dos Peixes,
com as águas vertentes do Jarro do Aguadeiro,
com o Rio do Céu Estrelado, Eridano,
bem como com constelações "mais aterradas", digamos assim,
como Aries, o Carneiro, e o Touro!

Bons Estudos e Boa Observação!

Com um abraço estrelado,
Janine Milward





http://www.stellarium.org/pt/












Andrômeda era a filha de Cefeus,  rei da Etiópia, e de Cassiopeia.  
Por causa dos boatos espalhados por Cassiopéia
 de que a beleza de Andrômeda superava a das Nereidas, 
Netuno enviou um mostro marinho, Cetus, a Baleia, para devastar aquele país.  

Porém, Netuno fez a promessa de libertar o país dessa devastação
 caso Andromeda fosse oferecida em sacrifício, 
sendo acorrentada a uma rocha, 
para ser devorada pelo monstro marinho.  

No entanto, Perseus soube desse caso 
e salvou Andrômeda de seu tormento matando o monstro 
e o transformando em pedra ao lhe mostrar a cara da Medusa.  

Ambos, Perseus e Andrômeda, alçaram vôo alto, sobre Pegasus, o cavalo alado, 
e se dirigiram para o altar onde se casaram.





http://www.raremaps.com/gallery/detail/35725/Cetus/Flamsteed.html
Title: Cetus    Map Maker: John Flamsteed


As Constelações, Cartas Celestes
Mario Jaci Monteiro - CARJ




CETUS, A BALEIA,
O MONSTRO MARINHO

Posicionamento:
Ascensão Reta 23h55m / 3h21m     Declinação -25o.2 / +10o.2


Mito:
Cetus representa o monstro marinho enviado por Netuno 
para devorar Andrômeda.  

Andrômeda era a filha de Cefeus,  rei da Etiópia, e de Cassiopeia.  
Por causa dos boatos espalhados por Cassiopéia
 de que a beleza de Andrômeda superava a das Nereidas, 
Netuno enviou um mostro marinho, Cetus, a Baleia, para devastar aquele país.  

Porém, Netuno fez a promessa de libertar o país dessa devastação
 caso Andromeda fosse oferecida em sacrifício, 
sendo acorrentada a uma rocha, 
para ser devorada pelo monstro marinho.  

No entanto, Perseus soube desse caso 
e salvou Andrômeda de seu tormento matando o monstro 
e o transformando em pedra ao lhe mostrar a cara da Medusa.  

Ambos, Perseus e Andrômeda, alçaram vôo alto, sobre Pegasus, o cavalo alado, 
e se dirigiram para o altar onde se casaram.


Fronteiras:
A constelação Cetus faz fronteira com Eridanus, Taurus, Áries, Pisces, Aquarius, Sculptor e Fornax


6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão, 
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986 



M77,
O OBJETO MESSIER
NA DIREÇÃO DA CONSTELAÇÃO CETUS, A BALEIA

Messier 77

Spiral Galaxy M77 (NGC 1068), type Sb, in Cetus

Cetus A


[m77.jpg]
Right Ascension02 : 42.7 (h:m)
Declination-00 : 01 (deg:m)
Distance60000 (kly)
Visual Brightness8.9 (mag) 
Apparent Dimension7x6 (arc min)


Discovered 1780 by Pierre Méchain.


Messier 77 (M77, NGC 1068) is a conspicuous spiral galaxy situated in constellation Cetus. With its bright Active Galactic Nucleus (AGN), it is the prototype of an active galaxy, and a famous group of these objects called "Seyfert Galaxies," after their discoverer.

When Pierre Méchain discovered this object on October 29, 1780, he described it as a nebula. Charles Messier included it as No. 77 in his catalog on December 17, 1780, and misclassified it a cluster with nebulosity, perhaps because of foreground stars, or possibly mistaking some of its knots for faint stars. M77 is one of the first recognized spiral galaxies, and listed by Lord Rosse as one of 14 "spiral nebulae" discovered to 1850.

This magnificient galaxy is one of the biggest galaxies in Messier's catalog, its bright part measuring about 120,000 light years, but its faint extensions (which are well visible e.g. in the DSSM image) going perhaps out to nearly 170,000 light years. Its appearance is that of a magnificient spiral with broad structured arms, which in the inner region show a quite young stellar population, but more away from the center, are dominated by a smooth yellowish older stellar population.

LEIA MAIS 
em

http://messier.obspm.fr/m/m077.html




http://www.stellarium.org/pt/


Messier 77 (NGC 1068) é uma galáxia espiral (Sb) na direção da constelação de Cetus. Possui uma ascensão reta de 02 horas, 42 minutos e 40.7 segundos e umadeclinação de -00° 00' 48". É o membro mais brilhante do Grupo M77.
A galáxia M77 foi descoberta por Pierre Méchain em 29 de outubro de 1780. Ele atribuiu a descoberta desta galáxia a Charles Messier.

M77
Descoberto porPierre Méchain
Data de descoberta29 de outubrode 1780
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoCetus
Tipoespiral SA(rs)b
Asc. reta02h 42m 40,7s
Declinação-00° 00′ 48″
Distância47 milhões de anos-luz(14,4 Mpc)
Redshift1137 ± 3 km/s
Magnit. apar.9,6
Dimensões7',1 × 6',0
Características físicas
Raio ? anos-luz
Outras denominações
M77, NGC 1068, UGC 2188, PGC 10266, Arp 37.
Mapa
Messier 77
Cetus constellation map.png
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_77


http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_77#mediaviewer/File:NGC1068-hst-R658GB814.jpg


Seu núcleo é um emissor de rádio, fato descoberto por Bernard Yarnton Mills em 1952. Foi designado como Cetus A e listado como a entrada 3C 71 no Terceiro Catálogo de Cambridge de Fontes de Rádio. Investigações de seu núcleo a partir do obseravatório W. M. Keck em infravermelho indicaram a presença de uma estrutura pontual no núcleo da galáxia, com apenas 12 anos-luz de diâmetro, envolvida por outra estrutura alongada de 100 anos-luz de extensão. A atividade do núcleo de M77 é responsabilizada a um objeto supermaciço, com massa equivalente a 10 milhões de massas solares. Há também um disco gigante, com 5 anos-luz de diâmetro, orbitando esse objeto, composto principalmente de água.1
A região do disco interno próxima ao núcleo galáctico contém nebulosas de emissão com consideráveis velocidades de expansão. Nessas nebulosas, há uma intensa atividade de formação estelar, uma das mais brilhantes conhecidas em um raio de 100 milhões de anos-luz a partir da Terra. É a galáxia dominante de seu grupo de galáxias, o grupo M77, que também inclui as galáxias NGC 1055NGC 1073, UGC 2161, UGC 2275, UGC 2302, UGGA 44 e Markarian 600.1

LEIA MAIS
em
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_77


http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/1990/13/image/b/format/large_web/

A picture of the barred spiral galaxy NGC 1068, taken with the 0.9-m telescope at Kitt Peak National Observatory shows the bright nucleus. The inset is an HST WF/PC narrow band image which shows clouds of ionized gas in the very center of the galaxy.
Object Name: NGC 1068
Image Type: Astronomical/Illustration
Credit: NASAESASTScI, and KPNO 
http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/1990/13/image/b/


http://imgsrc.hubblesite.org/hu/db/images/hs-1990-13-a-full_jpg.jpg

In this view of the core of galaxy NGC 1068, NASA's Hubble Space Telescope reveals far more detail than has ever been seen from the ground. This picture was taken through a narrow band filter with HST's Wide Field/Planetary Camera (WF/PC). The image was then computer processed to show additional detail in the clouds of ionized gas in the nucleus of NGC 1068.
Clouds as small as 10 light-years across are clearly resolved in the central 150 light-years of the core. The clouds are glowing because they are caught in a "searchlight" of radiation beamed out of the galaxy's energetic nucleus, which may contain a massive black hole. A schematic representation of this invisible cone of ionizing radiation has been artificially added to the image to illustrate how radiation is beamed from the hidden nucleus.
Object Name: NGC 1068
Image Type: Astronomical/Illustration
Credit: NASAESASTScI, H. Ford, and the Faint Object Spectrograph (FOS) Investigation Definition Team.
http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/1990/13/image/a/



NASA's Hubble Space Telescope (HST) has provided an unprecedented, detailed view of highly energetic events in the core of a galaxy 30 million light-years away. The observations are a first step in HST's search for super-massive black holes at the nuclei of active galaxies.
Holland Ford (Johns Hopkins University and Space Telescope Science Institute), Ian Evans, Anne Kinney (Space Telescope Science Institute), Lee Armus and Saul Caganoff (Johns Hopkins University) used the HST's Wide Field/Planetary Camera (WF/PC) to look into the core of the galaxy NGC 1068. The resulting data will be used to support follow-on observations by the HST's Faint Object Spectrograph (FOS) Investigation Definition Team headed by Richard Harms (Applied Research Corporation). The FOS observation will analyze light from deep within the nucleus to help astronomers better understand the dynamics of the "engine" which powers the galaxy's unusual activity.
Located at a distance roughly two thirds of the way to the great Virgo clusters of galaxies, NGC 1068 looks like a normal barred spiral galaxy. However, since the year 1909, the core of the galaxy has been known to be the source of unusual activity, which is made evident by the presence of extremely hot (ionized), fast moving clouds of gas in the vicinity of the galaxy's nucleus. Similar galactic fireworks have been detected at the heart of other galaxies as well, and they are collectively referred to as Active Galactic Nuclei (AGN).
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em
http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/1990/13/text/


HST Reveals the Central Region of an Active Galaxy


http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/1994/07/image/c/

Image of Galaxy NGC 1068, Taken After Hubble's First Servicing Mission


The refurbished HST has provided this outstanding image of the nuclear region of the galaxy NGC 1068.
NGC 1068 is located at a distance of approximately 60 million light-years and is the prototype of a class of galaxies, known as Seyfert Type 2. In active galaxies, typically the core shines with the brightness of a billion solar luminosities, and the brightness of the core fluctuates over the period of a few days implying that the energy is being released from a region only a few light-days in extent. The most likely source for this enormous amount of energy is a "super massive" black- hole with a total mass of 100 million stars like the Sun.
In the case of NGC 1068, previous HST observations (left) have shown a number of hot gaseous clouds ionized or heated by the intense radiation from the nuclear source. A toms of "donut" of opaque dust and gas orbiting the black hole confines escaping radiation to a diverging beam or "cone" of emission.
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Object Name: NGC 1068
Image Type: Astronomical

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http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/1994/07/image/a/
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O CATÁLOGO MESSIER




Catálogo Messier é um catálogo astronômico composto por 110 objetos do céu profundo, compilado pelo astrônomo francês Charles Messier entre 1764 e 1781.1Originalmente com o nome "Catalogue des Nébuleuses et des amas d'Étoiles, que l'on découvre parmi les Étoiles fixes sur l'horizon de Paris" (Catálogo de Nebulosas e Aglomerados Estelares Observados entre as Estrelas Fixas sobre o Horizonte de Paris), foi construído com objetivo de identificar objetos do céu profundo, comonebulosasaglomerados estelares e galáxias que poderiam ser confundidos com cometas, objetos de brilho fraco e difusos no céu noturno.2
Antes de Messier, vários outros astrônomos elaboraram catálogos semelhantes, como a lista de seis objetos de Edmond Halley,3 o catálogo de William Derham, baseado no catálogo de estrelas de Johannes Hevelius, o Prodomus Astronomiae, o Catálogo das Nebulosas do Sul de Nicolas Louis de Lacaille, de 1755, bem como as listas deGiovanni Domenico Maraldi e Guillaume Le Gentil e Jean-Philippe de Chéseaux. Os diferentes objetos do catálogo são designados pela letra M seguida de um número, que corresponde à ordem cronológica das descobertas ou inclusões: assim, M1 corresponde ao primeiro objeto catalogado, enquanto que a galáxia de Andrômeda, conhecida desde a Idade Média, é apenas o objeto M31. Os objetos do catálogo, conhecidos como "Objetos Messier", também constam em outros catálogos mais recentes, como o New General Catalogue (NGC).
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História


nebulosa do Caranguejo (M1), a primeira entrada do Catálogo Messier
Messier foi motivado a elaborar o catálogo enquanto estava à procura do cometa Halley em 1758.4 5 Segundo os cálculos orbitais de Joseph-Nicolas Delisle, chefe doobservatório astronômico onde ele trabalhava, Halley reapareceria na constelação do Touro.6 Enquanto observava o céu noturno à procura de Halley, descobriu independentemente outro cometa7 e um objeto de aparência semelhante, mas que não se movia em relação às estrelas vizinhas, sendo o primeiro objeto do céu profundodescoberto pelo astrônomo francês. Esse objeto é conhecido atualmente como a Nebulosa do Caranguejo, o remanescente da supernova de 1054.8
Com o objetivo de não mais confundir esses objetos difusos e fixos com cometas, Messier decidiu procurar outros objetos que poderiam enganar a si próprio e a outros astrônomos e decidiu incluí-los em um catálogo que descrevesse suas posições exatas e características.9 Segundo o próprio astrônomo:
"O que me levou a construir o catálogo foi a descoberta da nebulosa I acima do chifre sul de Touro em 12 de setembro de 1758, enquanto observava o cometa daquele ano. Esta nebulosa tinha tamanha semelhança com um cometa em sua forma e brilho e me esforcei para encontrar os outros, de modo que os astrônomos não mais confundissem estas mesmas nebulosas com cometas."9

SAIBA MUITO MAIS, acessando
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cat%C3%A1logo_Messier







Os desenhos formados pelas estrelas
 - AS CONSTELAÇÕES - 
são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais,
 entre o céu e a terra..., 
bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente,
vai se tornando Cosmos
 e este por nossa mente sendo conscientizado.

Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward




http://www.raremaps.com/gallery/detail/35725/Cetus/Flamsteed.html
Title: Cetus    Map Maker: John Flamsteed