sábado, 12 de dezembro de 2015

Objeto Messier em Pisces, os Peixes - M74


Olá!

Caro Leitor,
em continuidade aos nossos estudos
sobre os Objetos Messier
encontrados nas constelações 
que formam o Mito de Andromeda,
estaremos hoje comentando
sobre M74,
o único Objeto Messier
acolhido pela constelação dos Peixes.

A constelação dos Peixes
pode ser compreendida como o Cenário
que acolhe as situações contadas 
no Mito de Andromeda 
- pois que a Princesa encontra-se acorrentada à uma pedra
numa praia dos mares piscianos,
onde o monstro-marinho, a Baleia Cetus, mora.

As outras constelações que fazem parte deste Mito
encontram-se nas redondezas:
Cepheus e Cassiopeia (pais de Andromeda),
Perseus e o Cavalo Alado Pegasus.


Boa Leitura e Bons Estudos!

Com um abraço estrelado,
Janine Milward


Stellarium





Andrômeda era a filha de Cefeus,  rei da Etiópia, e de Cassiopeia.  
Por causa dos boatos espalhados por Cassiopéia
 de que a beleza de Andrômeda superava a das Nereidas, 
Netuno enviou um mostro marinho, Cetus, a Baleia, para devastar aquele país.  

Porém, Netuno fez a promessa de libertar o país dessa devastação
 caso Andromeda fosse oferecida em sacrifício, 
sendo acorrentada a uma rocha, 
para ser devorada pelo monstro marinho.  

No entanto, Perseus soube desse caso 
e salvou Andrômeda de seu tormento matando o monstro 
e o transformando em pedra ao lhe mostrar a cara da Medusa.  

Ambos, Perseus e Andrômeda, alçaram vôo alto, sobre Pegasus, o cavalo alado, 
e se dirigiram para o altar onde se casaram.



http://www.ianridpath.com/atlases/urania/urania27.jpg
Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes - CARJ




PISCES, OS PEIXES

Mito:

Enquanto estavam sentados às margens do Rio Eufrates, Vênus e seu filho, Cupido, viram Tifão, o inimigo dos Deuses, se aproximando.  Ambos mergulharam no rio e foram salvos de se afogarem por dois peixes, que mais tarde foram colocados nos céus por Vênus, em agradecimento.

Os babilônios, os assírios e os persas representavam este grupo de estrelas por dois peixes.

Para os egípcios, esse asterismo registrava a aproximação da primavera e da estação da pesca.  

No zodíaco de Denderah, está representado por dois grandes peixes ligados por uma faixa, em meio de um retângulo que simboliza a água.  

No tumulo de Ramsés VI é representado por um único peixe.


Algumas Informações Interessantes acerca esta Constelação:

Embora não seja uma constelação que apresente estrelas proeminentes, 
Peixes faz parte das constelações zodiacais 
desde os tempos das mais antigas civilizações.


Fronteiras:
A constelação de Pisces faz fronteira com Áries, Triangulum, Andrômeda, Pegasus, Aquário e Cetus.



Devido à Precessão, o equinócio vernal situa-se em Peixes, 
na linha de sua estrela Omega Piscium.

Segundo o astrônomo Ronaldo Rogério de Freitas Mourão, em sua 6a. edição do Atlas Celeste, página 163, podemos ler:
 Ponto Vernal.  Ponto da esfera celeste, situado na interseção da eclíptica com o equador, na qual o Sol, em seu movimento aparente anual, passa do hemisfério sul para o norte.  O ponto vernal serve de origem para as ascensões retas e as longitudes celestes, intervindo desse modo nas definições de tempo.  O ponto vernal é habitualmente designado como equinócio da primavera, equinócio vernal, primeiro ponto de Áries.


Excerto da constelação dos Peixes 
- Mario Jaci Monteiro, Cartas Celestes, As Constelações


 Asterismo nomeado de Circlet, Pequeno Círculo
composto pelas estrelas Gamma, Beta, Teta, Iota, 19, Lambda e Kappa Piscium

Este Pequeno Círculo - um dos dois Peixes 
- marca a proximidade do Ponto Vernal, 
o cruzamento entre as Linhas do Equador celestial e da Eclíptica. 
Em lugares de céus escuros e transparentes, 
podemos sempre bem visualizar este Pequeno Círculo, realmente.

LEIA MAIS SOBRE ESTE TEMA,
acessando minha Postagem
http://oceudomes.blogspot.com.br/2014/07/lua-no-ponto-vernal.html



- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão 
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




http://www.iau.org/static/public/constellations/gif/PSC.gif



M74,
OBJETO MESSIER
NA DIREÇÃO DA CONSTELAÇÃO PISCES:


Stellarium


Messier 74

Spiral Galaxy M74 (NGC 628), type Sc, in Pisces
[m74.jpg]
Right Ascension01 : 36.7 (h:m)
Declination+15 : 47 (deg:m)
Distance35000 (kly)
Visual Brightness9.4 (mag) 
Apparent Dimension10.2x9.5 (arc min)


Discovered 1780 by Pierre Méchain.

Messier 74 (M74, NGC 628) is one of the nicest examples of so-called "grand-design" spiral galaxies seen face-on, so that its spiral structure stands out conspicuously. With its comparatively low surface brightness, it is one of the more difficult objects in Messier's catalog, situated in constellation Pisces.

Pierre Méchain found M74 at the end of September 1780. He reported his discovery to his 
friend, Charles Messier, who determined its position and included it in his catalog on October 18, 1780. It is among the first "Spiral Nebulae" recognized;Lord Rosse lists it as one of 14 "spiral or curvilinear nebulae" discovered before 1850.

LEIA MUITO MAIS
acessando
http://messier.obspm.fr/m/m074.html



A galáxia Messier 74 (M74) vista em dois diferentes comprimentos de onda do espectro infravermelho. M74 (conhecida também como NGC 628) é uma galáxia espiral que dista 24 milhões de anos-luz da Terra na constelação de Peixes. As imagens em infravermelho da SPIRE mostram a poeira entre as estrelas, mostrando claramente os braços espirais. Na imagem vemos pontos tênues que são galáxias distantes. Estas galáxias também contem poeira que irradiam no infravermelho, mas como estão bem mais distantes, não conseguimos discernir as estruturas destas galáxias.
A galáxia Messier 74 (M74) vista em dois diferentes comprimentos de onda do espectro infravermelho (à esquerda a visão do SPITZER e à direita a imagem do Herschel). A M74 (conhecida também como NGC 628) é uma galáxia espiral que dista 24 milhões de anos-luz da Terra na constelação de Peixes. As imagens em infravermelho da SPIRE mostram a poeira entre as estrelas, mostrando claramente os braços espirais. Na imagem vemos pontos tênues que são galáxias distantes. Estas galáxias também contem poeira que irradiam no infravermelho, mas como estão bem mais distantes, não conseguimos discernir as estruturas destas galáxias.








See Explanation.  Clicking on the picture will download
the highest resolution version available.
http://apod.nasa.gov/apod/ap110406.html
M74: The Perfect Spiral 
Credit & CopyrightDescubre FoundationCalar Alto ObservatoryOAUVDSA, V. Peris (OAUV), J. L. Lamadrid (CEFCA), J. Harvey (SSRO), S. Mazlin (SSRO), I. Rodriguez (PTeam), O. L. (PTeam), J. Conejero (PixInsight).
Explanation: If not perfect, then this spiral galaxy is at least one of the most photogenic. An island universe of about 100 billion stars, 32 million light-years away toward the constellation PiscesM74 presents a gorgeous face-on view. Classified as an Sc galaxy, the grand design of M74's graceful spiral arms are traced by bright blue star clusters and dark cosmic dust lanes. The above image covers half the width of the full Moon and was obtained using 19 hours of exposure on the 1.23-meter telescope at Calar Alto Observatory in the Sierra de Los Filabres mountain range in Spain. Spanning about 30,000 light-years across the face of M74, it includes exposures recording emission from hydrogen atoms, highlightingthe reddish glow of the galaxy's large star-forming regions.







NGC 628 = M74 - Galáxia Espiral
Galáxia bem grande porém de magnitude 11.0, situada bem próxima à estrela Eta Piscium


Messier 74 (também conhecida como NGC 628) é uma galáxia espiral na constelação de Pisces.1 Foi descoberta em setembro de 1780 por Pierre Méchain. Ele reportou sua descoberta a Charles Messier, que listou a galáxia em seu catálogo.1
M74 possui dois braços espirais bem definidos e é usada como protótipo de uma galáxia espiral de grande desenho.1
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Devido a sua baixa luminosidade, é um dos mais difíceis objetos Messier para se visualizar. É necessário um céu noturno em excelentes condições para ver seu núcleo. Sua estrutura em braços espirais começa a ser notada a partir de telescópios amadores de 4 polegadas de abertura, embora seus aglomerados estelares azuis possam ser reconhecidos apenas com telescópios de 16 poelagas de abertura. Maratonistas Messier, observadores que tentam visualizar todos os 110 objetos Messier em uma única noite, frequentemente não são capazes de visualizar a galáxia.1



Origemhttp://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/galaxy/spiral/2007/41/image/a/
AutorNASA, ESA, and the Hubble Heritage (STScI/AURA)-ESA/Hubble Collaboration. Acknowledgment: R. Chandar (University of Toledo) and J. Miller (University of Michigan)

Messier 74 em imagem do Telescópio Espacial Hubble
Descoberto porPierre Méchain1
Data de descobertade 1780
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoPisces1
TipoSA(s)c2
Asc. reta01h 36m 41,8s2
Declinação15° 47′ 01″2
Distância30 ± 6 milhões de anos-luz3
(9,3 ± 1,8 Mpc)
Redshift657 km/s2
Magnit. apar.10,02
Dimensões10′,5 × 9′,52
Características físicas
Raio~47 500 anos-luz1
Número de estrelas100 bilhões4
Outras denominações
NGC 628, UGC 1149, PGC 5974.2
Mapa
Messier 74
Pisces constellation map.png





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O grande número de regiões HII encontrados na galáxia indicam que o processo de formação estelar está vívida. Tais regiões também podem ser visualizadas como pontos em ultravioleta. A simetria notável de toda galáxia, possívelmente construída por "ondas de densidade estelar", indicam que a galáxia está influenciada por outras galáxias vizinhas: quando nuvens de gás são afetadas por estas ondas, se arranjam em cristas que se espiralam. Nesse processo, as nuvens de gás podem se fundir com outras, incentivando a formação estelar.1
M74 é a galáxia mais brilhante do Grupo M74, um grupo de 5-7 galáxias que também inclui a galáxia espiral peculiar NGC 660 e as galáxias NGC 660, UGC 891, UGC 1195 e UGGA 20.5 6 7 M74 está a uma distância de aproximadamente 30 milhões deanos-luz da Via Láctea3 e contém cerca de 100 bilhões de estrelas.4
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Possível buraco negro

Em 22 de março de 2005, foi anunciado16 que o Observatório de raios-X Chandra observou uma luminosa fonte de raios-x (ULX) em M74, irradiando mais energia de raios-X que uma estrela de nêutrons em intervalos periódicos de cerca de duas horas. Ela tem uma massa estimada de cerca de 10 000 massas solares. Isso é um indicador de um buraco negro de massa intermediária. Esta seria uma classe pouco comum de buracos negros, com tamanho entre os buracos negros estelares e os buracos negros maciços localizados no centro de muitas galáxias. Por causa disso, acredita-se que os buracos negros de massa intermediária não são formados de uma única supernova, mas possivelmente de várias delas. A fonte de raios-X é identificada como CXOU J013651.1 154.547.

LEIA MUITO MAIS, 
acessando
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_74


Two supernovae have been discovered in M74:
  • Supernova 2002ap was discovered in M74 on January 29, 2002 by Japanese amateur Yoji Hirose when it was at mag 13.7. This type Ib/c supernova brightened up to mag 12.3 between February 5 and 12, 2002, and was classified as a "hypernova," occurring when progenitor stars of at least 40 solar masses explode.
  • Supernova 2003gd was found visually in M74 by Bob Evans on June 12.82 UT, in the morning twilight at Australia as it was 13.2 mag bright, and already fading. This supernova was of type II.
  • http://messier.obspm.fr/m/m074.html

Supernovae 2002ap and 2003gd in M74

[SN 2002ap, CfA] [SN 2003gd, M. Schwartz]
Images of M74 with the supernovae 2002ap and 2003gd for comparison. The SN 2002ap image was taken by Harvard CfA astronomers with the 1.2-m telescope on Mt. Hopkins, Arizona. The SN 2003gd image was obtained by Mike Schwartz.



http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_74



O Grupo M74 (também conhecido como o Grupo NGC 628) é um pequeno grupo de galáxias na direção da constelação de Pisces. A galáxia espiral em visão frontal M74 (NGC 628) é o membro mais brilhante dentro do grupo. Outros membros incluem a peculiar galáxia espiral NGC 660 e outras pequenas galáxias irregulares.3 1 2

Membros

A tabela abaixo lista todas as galáxias identificadas e confirmadas como membros do grupo pelo Nearby Galaxies Catalog,3 o Lyons Groups of Galaxies (LGG) Catalog,1 e três listas de grupos criados pelo Nearby Optical Galaxy sample of Giuricin et al.2
Membros do Grupo M74
NomeTipo4A.R. (J2000)4Dec. (J2000)4Redshift (km/s)4Magnit. apar.4
Messier 74SA(s)c01h 36m 42s+15° 47′ 01″65710,0
NGC 660SB(s)a pec01h 43m 02s+13° 38′ 42″85019,0
UGC 1176Im01h 40m 10s+15° 54′ 17″63014,4
UGC 1195Sc01h 42m 27s+13° 58′ 37″77413,9
UGC 1200IBm01h 42m 48s+13° 09′ 22″80814,0
Outras possíveis galáxias membros (galáxias listadas em uma ou duas referências citadas acima) incluem as galáxias irregulares UGC 891UGC 1104UGC 1171UGC 1175, e UGCA 20.
Grupo M74
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoPisces
Asc. reta01h 43m1 2
Declinação+14° 22′1 2
Número de Membros5-73 1 2
Membro BrilhanteMessier 742
Outras denominações
Grupo NGC 628, LGG 29,1
NOGG H 94,2 NOGG P1 84,2
NOGG P2 872


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Polar Ring Galaxy NGC 660 
Image Credit: Gemini Observatory, AURATravis Rector (Univ. Alaska Anchorage)
Explanation: NGC 660 is featured in this cosmic snapshot, a sharp composite of broad and narrow band filter image data from the Gemini North telescope on Mauna Kea. Over 20 million light-years away and swimming within the boundaries of the constellation Pisces, NGC 660's peculiar appearance marks it as a polar ring galaxy. A rare galaxy type, polar ring galaxies have a substantial population of stars, gas, and dust orbiting in rings nearly perpendicular to the plane of the galactic disk. The bizarre-looking configuration could have been caused by the chance capture of material from a passing galaxy by a disk galaxy, with the captured debris eventually strung out in a rotating ring. The violent gravitational interaction would account for the myriad pinkish star forming regions scattered along NGC 660's ring. The polar ring component can also be used to explore the shape of the galaxy's otherwise unseen dark matter halo by calculating the dark matter's gravitational influence on the rotation of the ring and disk. Broader than the disk, NGC 660's ring spans over 50,000 light-years.


Hubble Views Polar Ring Galaxy NGC 660



Hubble Views Galaxy NGC 660

This new Hubble image shows a peculiar galaxy known as NGC 660, located around 45 million light-years away from us.
NGC 660 is classified as a “polar ring galaxy”, meaning that it has a belt of gas and stars around its center that it ripped from a near neighbor during a clash about one billion years ago. The first polar ring galaxy was observed in 1978 and only around a dozen more have been discovered since then, making them something of a cosmic rarity.
Unfortunately, NGC 660’s polar ring cannot be seen in this image, but has plenty of other features that make it of interest to astronomers – its central bulge is strangely off-kilter and, perhaps more intriguingly, it is thought to harbor exceptionally large amounts of dark matter. In addition, in late 2012 astronomers observed a massive outburst emanating from NGC 660 that was around ten times as bright as a supernova explosion. This burst was thought to be caused by a massive jet shooting out of the supermassive black hole at the center of the galaxy.
Source: Hubble Space Telescope




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O CATÁLOGO MESSIER




Catálogo Messier é um catálogo astronômico composto por 110 objetos do céu profundo, compilado pelo astrônomo francês Charles Messier entre 1764 e 1781.1Originalmente com o nome "Catalogue des Nébuleuses et des amas d'Étoiles, que l'on découvre parmi les Étoiles fixes sur l'horizon de Paris" (Catálogo de Nebulosas e Aglomerados Estelares Observados entre as Estrelas Fixas sobre o Horizonte de Paris), foi construído com objetivo de identificar objetos do céu profundo, comonebulosasaglomerados estelares e galáxias que poderiam ser confundidos com cometas, objetos de brilho fraco e difusos no céu noturno.2
Antes de Messier, vários outros astrônomos elaboraram catálogos semelhantes, como a lista de seis objetos de Edmond Halley,3 o catálogo de William Derham, baseado no catálogo de estrelas de Johannes Hevelius, o Prodomus Astronomiae, o Catálogo das Nebulosas do Sul de Nicolas Louis de Lacaille, de 1755, bem como as listas deGiovanni Domenico Maraldi e Guillaume Le Gentil e Jean-Philippe de Chéseaux. Os diferentes objetos do catálogo são designados pela letra M seguida de um número, que corresponde à ordem cronológica das descobertas ou inclusões: assim, M1 corresponde ao primeiro objeto catalogado, enquanto que a galáxia de Andrômeda, conhecida desde a Idade Média, é apenas o objeto M31. Os objetos do catálogo, conhecidos como "Objetos Messier", também constam em outros catálogos mais recentes, como o New General Catalogue (NGC).
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História


nebulosa do Caranguejo (M1), a primeira entrada do Catálogo Messier
Messier foi motivado a elaborar o catálogo enquanto estava à procura do cometa Halley em 1758.4 5 Segundo os cálculos orbitais de Joseph-Nicolas Delisle, chefe doobservatório astronômico onde ele trabalhava, Halley reapareceria na constelação do Touro.6 Enquanto observava o céu noturno à procura de Halley, descobriu independentemente outro cometa7 e um objeto de aparência semelhante, mas que não se movia em relação às estrelas vizinhas, sendo o primeiro objeto do céu profundodescoberto pelo astrônomo francês. Esse objeto é conhecido atualmente como a Nebulosa do Caranguejo, o remanescente da supernova de 1054.8
Com o objetivo de não mais confundir esses objetos difusos e fixos com cometas, Messier decidiu procurar outros objetos que poderiam enganar a si próprio e a outros astrônomos e decidiu incluí-los em um catálogo que descrevesse suas posições exatas e características.9 Segundo o próprio astrônomo:
"O que me levou a construir o catálogo foi a descoberta da nebulosa I acima do chifre sul de Touro em 12 de setembro de 1758, enquanto observava o cometa daquele ano. Esta nebulosa tinha tamanha semelhança com um cometa em sua forma e brilho e me esforcei para encontrar os outros, de modo que os astrônomos não mais confundissem estas mesmas nebulosas com cometas."9

SAIBA MUITO MAIS, acessando
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cat%C3%A1logo_Messier







Os desenhos formados pelas estrelas
 - AS CONSTELAÇÕES - 
são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais,
 entre o céu e a terra..., 
bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente,
vai se tornando Cosmos
 e este por nossa mente sendo conscientizado.

Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward







http://www.raremaps.com/gallery/enlarge/36551
Title: Les Poissons (Pisces)   Map Maker: John Flamsteed /  MJ Fortin
http://www.raremaps.com/gallery/detail/36551/Les_Poissons_Pisces/Flamsteed-Fortin.html