quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

Objetos Messier em Perseus e em Andromeda

Olá!


O nome Perseus é sempre ligado ao nome Andromeda, 
não é verdade?

Andromeda é a figura central de seu Mito,
porém não seria um Mito com final feliz
caso Perseus não salvasse a Princesa Acorrentada
e ambos se apaixonassem e se casassem
e fossem felizes para todo sempre,
sempre iluminando os céus estrelados
do norte!

Enamorados são Andromeda e Perseus
que entram em cena
através nossos comentários 
sobre os Objetos Messier que são acolhidos por estas duas constelações.


Com um abraço estrelado,

Janine Milward


Stellarium
 - ilustração para Fortaleza, ao norte do Brasil
onde as constelações que fazem parte do mito de Andromeda
aparecem por inteiro.



Título:  Andromede, persee, Le Triangle (Andromeda, Perseus e Triângulo)
Map Maker:  John Flamsteed  /   MJ Fortin




Andrômeda era a filha de Cefeus,  rei da Etiópia, e de Cassiopeia.  
Por causa dos boatos espalhados por Cassiopéia
 de que a beleza de Andrômeda superava a das Nereidas, 
Netuno enviou um mostro marinho, Cetus, a Baleia, para devastar aquele país.  


Porém, Netuno fez a promessa de libertar o país dessa devastação

 caso Andromeda fosse oferecida em sacrifício, 
sendo acorrentada a uma rocha, 
para ser devorada pelo monstro marinho.  


No entanto, Perseus soube desse caso 

e salvou Andrômeda de seu tormento matando o monstro 
e o transformando em pedra ao lhe mostrar a cara da Medusa.  


Ambos, Perseus e Andrômeda, alçaram vôo alto, sobre Pegasus, o cavalo alado, 

e se dirigiram para o altar onde se casaram.










http://www.aai.ee/muuseum/Uranomeetria/Pictures/Web/Reissig_W_004.jpg
Imagem invertida em suas cores originais



Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes




http://www.raremaps.com/gallery/detail/38529/Perseus/Bayer.html
Title: [Perseus]
Map Maker: Johann Bayer


PERSEUS, O CAMPEÃO


Posicionamento:
Ascensão Reta 1h26m / 4h46m   Declinação +30o.9 / +58o.9


Mito:
Perseus, era filho de Júpiter e Danae, 
portanto, um semideus 
a quem Mercúrio deu de presente espada, capa e asas nos pés 
e também o escudo pertencente à Minerva.  

O herói matou a Medusa ao cortar sua cabeça 
e mais tarde, salvou Andrômeda,
 com quem se casou e teve alguns filhos.  
(Saiba mais sobre o Mito de Andromeda e Perseus,
acessando meu Trabalho em
 http://sobreandromeda.blogspot.com.br/2013/11/as-constelacoes-que-fazem-parte-do-mito.html)

Quando retornava para sua casa,
 ele matou acidentalmente seu próprio avô 
e endoideceu de tanta dor, 
mas Júpiter apiedou-se dele 
e o colocou entre as estrelas.




6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986






M34 E M76
OS OBJETOS MESSIER
NA DIREÇÃO DA CONSTELAÇÃO PERSEUS



http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m34atlas.jpg

Messier 34

Open Cluster M34 (NGC 1039), type 'd', in Perseus
[m34.jpg]
Right Ascension02 : 42.0 (h:m)
Declination+42 : 47 (deg:m)
Distance1.4 (kly)
Visual Brightness5.5 (mag) 
Apparent Dimension35.0 (arc min)


Discovered by Giovanni Batista Hodierna before 1654.

Open star cluster Messier 34 (M34, NGC 1039) is an intermediate aged open cluster of about 100 stars (according to H.S. Hogg), and lies about 1,400 light years and is scattered over 35 arc minutes, more than the diameter of the full Moon. This angular diameter corresponds to a linear 14 light years; Wallenquist has estimated a little more (42' corresponding to 18.5 light years).
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M34 was probably first found by Giovanni Batista Hodierna before 1654, and independently rediscovered by Charles Messier in on August 25, 1764.

Open cluster M34 can quite easily be found (even with the naked eye under good conditions as a faint nebulous patch) as it lies just north of the line from Algol (Beta Persei) to Gamma Andromedae.
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http://messier.obspm.fr/m/m034.html



  http://www.stellarium.org/pt/




NGC 1039 = M34 - Aglomerado Aberto
Um aglomerado aberto e contendo cerca de 80 estrelas.
Aglomerado Aberto - Perseus
Ascensão Reta 03h21m    Declinação +48o.32
Magnitude fotográfica global 2,3  Distância kpc 0,17
Diâmetro 240’  Tipo Espectral B1



6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986





Messier 34 (também conhecido como M34 ou NGC 1039) é um aglomerado aberto localizado na constelação de Perseus. Foi descoberto porGiovanni Battista Hodierna antes de 1654 e incluido por Charles Messier no seu catálogo de objetos em 1764.
A M34 está a uma distância de 1.400 anos-luz da Terra e é constituído por 100 estrelas. Abrange cerca de 35 ' no céu, o que equivale a ráio verdadeiro de 7 anos-luz. O aglomerado só é visível a olho nu em condições muito escuras, fora das luzes da cidade. É bem visto com binóculos.


Aglomerado aberto M34
Descoberto porGiovanni Battista Hodierna
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoPerseus
Asc. reta02h 42.1m
Declinação+42° 46′
Distância1.400 al (0.4 kpc)
Magnit. apar.5.5
Dimensões35.0′
Características físicas
Raioal
Nº estrelas100
Outras denominações
NGC 1039
Messier 34
Perseus constellation map.png




http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m76atlas.jpg


Messier 76

Planetary Nebula M76 (NGC 650), type 3+6, in Perseus

Little Dumbbell Nebula

[m76.jpg]
Right Ascension01 : 42.4 (h:m)
Declination+51 : 34 (deg:m)
Distance3.4 (kly)
Visual Brightness10.1 (mag) 
Apparent Dimension2.7x1.8 (arc min)


Dicovered by Pierre Méchain in 1780.


Planetary Nebula Messier 76 (M76, NGC 650/651) is one of the faintest Messier Objects, and one of only four planetary nebulae in Messier's catalog, situated in the Eastern part of constellation Perseus.

M76 was discovered by Pierre Méchain on September 5, 1780, who reported it to Charles Messier, who observed it on October 21, 1780, determined its position and added it to his catalog. While Méchain found it to be a nebula without stars, Messier thought it was composed of small stars with some nebulosity, probably being fooled by foreground or background stars. Lord Rosse erroneously suspected to have detected some spiral structure in this nebula. In 1866, William Huggins, the pioneer of spectroscopy, found its spectrum to be gaseous, showing Nebulium lines. Pioneer astrophotographer Isaac Roberts found that this was not a double, but a single nebula, and first suspected it might be a broad ring seen edgewise. In 1918, Heber D. Curtis correctly classified it as a planetary nebula for the first time.

M76 is among the fainter Messier objects. It is known under the names Little Dumbbell Nebula (the most common), Cork Nebula, Butterfly Nebula, and Barbell Nebula, and it was given two NGC numbers ..............
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acessando










NGC 650/1 - M 76 - Nebulosa Planetária
Ascensão Reta 01h40m    Declinação +51o.28
Tipo Nebulosa Planetária NP  Dimensão 1,5  Magnitude 20  Magnitude da Estrela associada 17  Distância em anos-luz  15,0
Uma nebulosa planetária pálida e denominada The Little Dumbbell.



6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




 http://www.stellarium.org/pt/



Pequena Nebulosa do Haltere (Messier 76NGC 650/651) é uma nebulosa planetária que tem cerca de 1 ano-luz de diametro e está a cerca de 3 a 5 mil anos-luzes da Terra. É reconhecida como uma Nebulosa Planetária assim como seu homônimo mais brilhante, a M27 (a Nebulosa do Haltere).
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Sua aparência é semelhante à da nebulosa do Haltere, que justifica seu nome como a "Pequena Nebulosa do Haltere".



Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoPerseus
Asc. reta01h 42m 24,00s
Declinação+51° 34′ 31,00″
Magnit. apar.10,1
Distância2 500 al (780 pcanos-luz
Dimensões2.7 × 1.8 minutos de arco minutos de arco
Características físicas
Raio0,617 al
Magnit. absol.-0,6 (± 0,4
Outras denominações
M76, NGC 650/651
Pequena Nebulosa do Haltere
Perseus constellation map.png
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pequena_Nebulosa_do_Haltere


Em Tempo, Caro Leitor:
M27, Dumbbell Nebula, a Nebulosa dos Halteres,
pode ser encontrada
em meu Trabalho sobre
Vulpecula et Anser, a Raposa e o Ganso,
em
http://oceudomes.blogspot.com.br/2014/08/vulpecula-et-anser-raposa-e-o-ganso.html



File:M76-RL5-DDmin-Gamma-LRGB 883x628.jpg

http://en.wikipedia.org/wiki/File:M76-RL5-DDmin-Gamma-LRGB_883x628.jpg

Image of planetary nebula M76 (http://www.princeton.edu/~rvdb/images/NJP/m76.html) taken by Robert J. Vanderbei.





Stellarium



Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes




ANDROMEDA, 
A PRINCESA ACORRENTADA


Posicionamento:
Ascensão Reta 22h56m / 2h36m  Declinação +21o 4’ a +52o 9’


História:

Esta é uma das mais antigas constelações nomeadas 
e que faziam parte do Catalogo de Ptolomeu no Século Segundo depois de Cristo.
 ( Século 2 DC).


Algumas Informações Interessantes acerca esta Constelação:

Andromeda é uma constelação muito conhecida
 - juntamente com as demais constelações que fazem parte de seu Mito - 
em função de M31, uma galáxia espiral gigante 
muitíssimo próxima à nossa própria Galáxia, a Via Láctea. 
 Essas duas  galáxias são consideradas as maiores 
dentro do chamado Grupo Local que acolhe cerca de 20 membros.


Fronteiras:

A constelação de Andrômeda 
situa-se entre as constelações de 
Cassiopéia, Lacerta, Pegasus, Peixes, Áries e Perseus.



6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986

Stellarium

Stellarium



Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes
M 31: GALÁXIA ANDROMEDA




NGC 224 = M31 - Nebulosa Andromedae

M31 é a catalogação para a Galáxia de Andromeda
Em lugares de céus escuros e transparentes, pode ser visualizada a olho nú, com visão enviesada, como também um simples par de binóculos pode alcançar e apreciar esta verdadeira preciosidade dos céus.  É uma galáxia do tipo espiral e, sem dúvida alguma, é a galáxia mais familiar a todos nós, a única de sua espécie no céu do norte.

M31 é a mais próxima galáxia espiral e a maior do Grupo Local de galáxias.

Ascensão Reta 00h41m    Declinação +41o.10
Tipo  SB - Galáxia Espiral Barrada    Magnitude fotográfica aparente   4,33
Dimensões Angulares   163 X 42      Distância (milhões de anos-luz) 2,1



6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986






A galáxia de Andrômeda (Messier 31, NGC 224), é uma galáxia espiral localizada a cerca de 2,54 milhões de anos-luz de distância da Terra, na direção daconstelação de Andrômeda. É a galáxia espiral mais próxima da Via Láctea e seu nome é derivado da constelação onde está situada, que, por sua vez, tem seu nome derivado da princesa mitológica Andrômeda. É a mais larga galáxia do Grupo Local, que também contém nossa Galáxia, a Via Láctea, a galáxia do Triângulo e aproximadamente 30 outras menores. Embora seja mais larga, não é a mais maciça: sua massa de aproximadamente 7.1×1011 é menor do que a da Via Láctea, que contém mais matéria escura. Contudo, contém duas vezes mais estrelas do que a nossa Galáxia, que tem aproximadamente meio trilhão de estrelas.
Com uma magnitude aparente 3,4, é um dos objetos astronômicos mais brilhantes do catálogo de objetos do céu profundo do astrônomo francês Charles Messier, visível a olho nu na ausência da Lua. Possui entre 180 e 220 mil anos-luz de diâmetro e uma magnitude absoluta de -21,4.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gal%C3%A1xia_de_Andr%C3%B4meda







Andromeda Galaxy (M31) Wide-Field Image





Messier 31

Spiral Galaxy M31 (NGC 224), type Sb, in Andromeda
Andromeda Galaxy

[m31.jpg]
Right Ascension00 : 42.7 (h:m)
Declination+41 : 16 (deg:m)
Distance2900 (kly)
Visual Brightness3.4 (mag) 
Apparent Dimension178x63 (arc min)


Known to Al-Sufi about AD 905.

Messier 31 (M31, NGC 224) is the famous Andromeda galaxy, our nearest large neighbor galaxy, forming the Local Group of galaxies together with its companions (including M32 and M110, two bright dwarf elliptical galaxies), our Milky Way and its companions, M33, and others.

Visible to the naked eye even under moderate conditions, this object was known as the "little cloud" to the Persian astronomer Abd-al-Rahman Al-Sufi, who described and depicted it in 964 AD in his Book of Fixed Stars: It must have been observed by and commonly known to Persian astronomers at Isfahan as early as 905 AD, or earlier. R.H. Allen (1899/1963) reports that it was also appeared on a Dutch starmap of 1500. Charles Messier, who cataloged it on August 3, 1764, was obviously unaware of this early reports, and ascribed its discovery to Simon Marius, who was the first to give a telescopic description in 1612, but (according to R.H. Allen) didn't claim its discovery. Unaware of both Al Sufi's and Marius' discovery, Giovanni Batista Hodierna independently rediscovered this object before 1654. Edmond Halley, however, in his 1716 treat of "Nebulae", accounts the discovery of this "nebula" to the French astronomer Bullialdus (Ismail Bouillaud), who observed it in 1661; but Bullialdus mentions that it had been seen 150 years earlier (in the early 1500s) by some anonymous astronomer (R.H. Allen, 1899/1963).

It was longly believed that the "Great Andromeda Nebula" was one of the nearest nebulae. William Herschel believed, wrongly of course, that its distance would "not exceed 2000 times the distance of Sirius" (17,000 light years); nevertheless, he viewed it at the nearest "island universe" like our Milky Way which he assumed to be a disk of 850 times the distance of Sirius in diameter, and of a thickness of 155 times that distance.

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Object Names: NGC 224, M31, Andromeda Galaxy
Image Type: Astronomical/Illustration
Credit: NASAESA and T.M. Brown (STScI)
















Satellites

Like the Milky Way, the Andromeda Galaxy has satellite galaxies, consisting of 14 known dwarf galaxies. The best known and most readily observed satellite galaxies are M32 and M110. Based on current evidence, it appears that M32 underwent a close encounter with M31 (Andromeda) in the past. M32 may once have been a larger galaxy that had its stellar disk removed by M31, and underwent a sharp increase of star formation in the core region, which lasted until the relatively recent past.[75]
M110 also appears to be interacting with M31, and astronomers have found in the halo of M31 a stream of metal-rich stars that appear to have been stripped from these satellite galaxies.[76] M110 does contain a dusty lane, which may indicate recent or ongoing star formation.[77]
In 2006 it was discovered that nine of these galaxies lie along a plane that intersects the core of the Andromeda Galaxy, rather than being randomly arranged as would be expected from independent interactions. This may indicate a common tidal origin for the satellites.[78]
Existem galáxias satélites 
que estão gravitacionalmente ligadas à M31:
são galáxias-anãs designadas  como
M32 = NGC 221 (sul do núcleo de M31),
NGC 205 (noroeste do núcleo de M31),
 NGC 185 (cerca de 7 graus ao norte, já na Constelação de Cassiopea)
e NGC 147 (ao lado de NGC 185 e na Constelação de Cassiopea).



Stellarium

NGC 221 - M 32 - Galáxia Andromeda
Ascensão Reta 00h41m    Declinação +40o.46
Tipo  E - Galáxia Elíptica      Magnitude fotográfica aparente  9,06
Dimensões Angulares 3,4  X  2,        Distância (milhões de anos-luz) 2,1
MGC 221 = M32 - Nebulosa de Andromeda
A mais luminosa das galáxias esferoidais que acompanham a grande Nebulosa de Andromeda. Magnitude visual de 8,7. Pode ser bem observada em noites escuras e transparentes com um bom aparelho magnificador que mostrará uma tênue mancha luminosa à direita da Grande Nebulosa de Andromeda.

6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




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Pesquisas espectroscópicas indicam que M32 está sobre os braços de Andrômeda. Não há nenhuma linha espectral escura que possa indicar que a luz da galáxia elíptica tenha passado pela matéria interestelar do plano galáctico de Andrômeda. Por esta maneira, concluiu-se também que Messier 32 está mais próxima da Terra do que M31.1
Está se aproximando radialmente do Sistema Solar a uma velocidade de 203 km/s, embora seja esse mesmo valor a velocidade radial do Sol em torno da Via-Láctea. Conclui-se que a velocidade relativa entre M32 e a Via-Láctea é praticamente nula. Entretanto, sua companheira maior, Andrômeda, está se aproximando da Via-Láctea a aproximadamente 100 km/s e, portanto, Messier 32 e Andrômeda estão se aproximando uma da outra a essa mesma velocidade.1
A outra galáxia brilhante satélite de Andrômeda, Messier 110, tem profundas diferenças em comparação à M32. Enquanto Messier 32 é uma galáxia elíptica clássica, compacta e com uma superfície aparente brilhante, Messier 110 é mais tênue; é classifcada não como uma galáxia elítpica, mas sim como uma galáxia esferoidal anã e exibe características ausentes em M32, como aglomerados globulares.1
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Messier 32

Elliptical Galaxy M32 (NGC 221), type E2, in Andromeda
A Satellite of the Andromeda Galaxy, M31



[m32.jpg]
Right Ascension00 : 42.7 (h:m)
Declination+40 : 52 (deg:m)
Distance2900 (kly)
Visual Brightness8.1 (mag) 
Apparent Dimension8x6 (arc min)

Discovered 1749 by Guillaume-Joseph-Hyacinthe-Jean-Baptiste Le Gentil de la Galaziere (Le Gentil).

Messier 32 (M32, NGC 221) is the small yet bright companion of the Great Andromeda Galaxy, M31, and as such a member of the Local Group of galaxies. It can be easily found when observing the Andromeda Galaxy, as it is situated 22 arc minutes exactly south of M31's central region, overlaid over the outskirts of the spiral arms. It appears as a remarkably bright round patch, slightly elongated at position angle 150-330 deg, and is easily visible in small telescopes.

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Messier 32 (NGC 221) é uma galáxia elíptica, satélite da Galáxia de Andrômeda, localizada a cerca de 2900000 anos-luz de distância, na direção da constelação de Andrômeda. Possui aproximadamente oito mil anos-luz de diâmetro e uma magnitude aparente de 8,1. Foi descoberta em 1749 por Guillaume Le Gentil.
Messier 32 foi a primeira galáxia elíptica descoberta da história, por Guillaume Le Gentil em 29 de outubro de 1749. O astrômomo francêsCharles Messier registrou em suas notas que ele havia visto o objeto primeiramente em 1757 (o primeiro registro histórico de Messier de um de seus objetos), e catalogou-o em 3 de agosto de 1764. Anos mais tarde, ao elaborar um esboço da galáxia de Andrômeda, incluiu em seu desenho M32 e o último objeto de seu catálogo, Messier 110.1






Origem
Autor
NASA and Thomas M. Brown, Charles W. Bowers, Randy A. Kimble, Allen V. Sweigart (NASA Goddard Space Flight Center) and Henry C. Ferguson (Space Telescope Science Institute).

Stellarium





Stellarium

NGC 205 - Galáxia Andromeda
Ascensão Reta 00h39m    Declinação + 41o.35
Tipo   E - Galáxia Elíptica       Magnitude fotográfica aparente 8,89 
Dimensões Angulares 12 X 6        Distância (milhões de anos-luz) 2,1

6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



Messier 110

Elliptical Galaxy M110 (NGC 205), type E6p, in Andromeda

A Satellite of the Andromeda Galaxy, M31


[m110.jpg]
Right Ascension00 : 40.4 (h:m)
Declination+41 : 41 (deg:m)
Distance2900 (kly)
Visual Brightness8.5 (mag) 
Apparent Dimension17x10 (arc min)

Discovered by Charles Messier in 1773.
Messier 110 (M110, NGC 205) is the second brighter satellite galaxy of the Andromeda galaxy M31, together with M32, and thus a member of the Local Group.
Curiously, this galaxy was discovered by Charles Messier on August 10, 1773, as described in the Connaissance des Tems for 1801, and depicted on his fine drawing of the "Great Andromeda Nebula" and its companions published in 1807. However, Messier did never himself include this object in his catalog, due to unknown reasons, perhaps a certain sloppiness in recording. It was the last additional object, added finally by Kenneth Glyn Jones in 1966. Independent of Messier's discovery, Caroline Herschel independently discovered M110 on August 27, 1783, little more than 10 years after Messier, and William Herschel numbered it H V.18 when he cataloged it on October 5, 1784.

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NGC 205 ou M110 é uma galáxia elíptica localizada a cerca de dois milhões e novecentos mil anos-luz (aproximadamente 0,889megaparsecs) de distância na direção da constelação de Andrômeda. Possui uma magnitude aparente de 7,9, uma declinação de +41º 41' 26" e uma ascensão reta de 00 horas 40 minutos 21,9 segundos.
A galáxia NGC 205 foi descoberta em 10 de Agosto de 1773 por Charles Messier e é satélite da Galáxia de Andrômeda, pertencendo evidentemente ao Grupo Local de Galáxias.
Ficheiro:Messier object 110.jpg
This image is from the Two Micron All Sky Survey (2MASS) project. The images from this project have been released into the public domain.

galáxia elíptica foi descoberta pelo astrônomo francês Charles Messier em 10 de agosto de 1773, mas por razões desconhecidas, nunca foi incluído em seu catálogo de objetos do céu profundo. Entretanto, foi descrito por ele próprio na edição do anuário astronômico francêsConnaissance des temps em 1801 e incluído em um desenho de próprio punho seis anos mais tarde. Finalmente, em 1966 foi incluído na versão moderna do catálogo pelo astrônomo Kenneth Glyn Jones.1
Caroline Herschel redescobriu o objeto independentemente em 27 de agosto de 1783 e foi novamente redescoberto por seu irmão, William Herschel, descobridor de Urano, em 5 de outubro de 1784.1




Messier 110

Elliptical Galaxy M110 (NGC 205), type E6p, in Andromeda

A Satellite of the Andromeda Galaxy, M31


[m110.jpg]
Right Ascension00 : 40.4 (h:m)
Declination+41 : 41 (deg:m)
Distance2900 (kly)
Visual Brightness8.5 (mag) 
Apparent Dimension17x10 (arc min)

Discovered by Charles Messier in 1773.

Messier 110 (M110, NGC 205) is the second brighter satellite galaxy of the Andromeda galaxy M31, together with M32, and thus a member of the Local Group.
Curiously, this galaxy was discovered by Charles Messier on August 10, 1773, as described in the Connaissance des Tems for 1801, and depicted on his fine drawing of the "Great Andromeda Nebula" and its companions published in 1807. However, Messier did never himself include this object in his catalog, due to unknown reasons, perhaps a certain sloppiness in recording. It was the last additional object, added finally by Kenneth Glyn Jones in 1966. Independent of Messier's discovery, Caroline Herschel independently discovered M110 on August 27, 1783, little more than 10 years after Messier, and William Herschel numbered it H V.18 when he cataloged it on October 5, 1784.

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http://www.stellarium.org/pt/
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NGC 205 - Galáxia Andromeda
Ascensão Reta 00h39m    Declinação + 41o.35
Tipo   E - Galáxia Elíptica       Magnitude fotográfica aparente 8,89 
Dimensões Angulares 12 X 6        Distância (milhões de anos-luz) 2,1


6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



NGC 205 ou M110 é uma galáxia elíptica localizada a cerca de dois milhões e novecentos mil anos-luz (aproximadamente 0,889megaparsecs) de distância na direção da constelação de Andrômeda. Possui uma magnitude aparente de 7,9, uma declinação de +41º 41' 26" e uma ascensão reta de 00 horas 40 minutos 21,9 segundos.
A galáxia NGC 205 foi descoberta em 10 de Agosto de 1773 por Charles Messier e é satélite da Galáxia de Andrômeda, pertencendo evidentemente ao Grupo Local de Galáxias.

Messier 110
Descoberto porCharles Messier
Data de descoberta10 de agostode 1773
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoAndromeda
Asc. reta00h 40m 22,1s
Declinação+41° 41′ 07″
Distância2,690 milhões de anos-luz (820kpc)
Redshift-0,000804 ± 0,000010
Magnit. apar.892
Dimensões21,9 × 11,0 minutos de arco
Outras denominações
NGC 0205, PGC 002429, MCG +07-02-014, IRAS 00376+4124, LEDA 2429
Mapa
Messier 110
Andromeda constellation map.png

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em
Ficheiro:Messier object 110.jpg
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/4/47/Messier110.jpg
This image is from the Two Micron All Sky Survey (2MASS) project. The images from this project have been released into the public domain.

galáxia elíptica foi descoberta pelo astrônomo francês Charles Messier em 10 de agosto de 1773, mas por razões desconhecidas, nunca foi incluído em seu catálogo de objetos do céu profundo. Entretanto, foi descrito por ele próprio na edição do anuário astronômico francêsConnaissance des temps em 1801 e incluído em um desenho de próprio punho seis anos mais tarde. Finalmente, em 1966 foi incluído na versão moderna do catálogo pelo astrônomo Kenneth Glyn Jones.1
Caroline Herschel redescobriu o objeto independentemente em 27 de agosto de 1783 e foi novamente redescoberto por seu irmão, William Herschel, descobridor de Urano, em 5 de outubro de 1784.1



O CATÁLOGO MESSIER




Catálogo Messier é um catálogo astronômico composto por 110 objetos do céu profundo, compilado pelo astrônomo francês Charles Messier entre 1764 e 1781.1Originalmente com o nome "Catalogue des Nébuleuses et des amas d'Étoiles, que l'on découvre parmi les Étoiles fixes sur l'horizon de Paris" (Catálogo de Nebulosas e Aglomerados Estelares Observados entre as Estrelas Fixas sobre o Horizonte de Paris), foi construído com objetivo de identificar objetos do céu profundo, comonebulosasaglomerados estelares e galáxias que poderiam ser confundidos com cometas, objetos de brilho fraco e difusos no céu noturno.2
Antes de Messier, vários outros astrônomos elaboraram catálogos semelhantes, como a lista de seis objetos de Edmond Halley,3 o catálogo de William Derham, baseado no catálogo de estrelas de Johannes Hevelius, o Prodomus Astronomiae, o Catálogo das Nebulosas do Sul de Nicolas Louis de Lacaille, de 1755, bem como as listas deGiovanni Domenico Maraldi e Guillaume Le Gentil e Jean-Philippe de Chéseaux. Os diferentes objetos do catálogo são designados pela letra M seguida de um número, que corresponde à ordem cronológica das descobertas ou inclusões: assim, M1 corresponde ao primeiro objeto catalogado, enquanto que a galáxia de Andrômeda, conhecida desde a Idade Média, é apenas o objeto M31. Os objetos do catálogo, conhecidos como "Objetos Messier", também constam em outros catálogos mais recentes, como o New General Catalogue (NGC).
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História


nebulosa do Caranguejo (M1), a primeira entrada do Catálogo Messier
Messier foi motivado a elaborar o catálogo enquanto estava à procura do cometa Halley em 1758.4 5 Segundo os cálculos orbitais de Joseph-Nicolas Delisle, chefe doobservatório astronômico onde ele trabalhava, Halley reapareceria na constelação do Touro.6 Enquanto observava o céu noturno à procura de Halley, descobriu independentemente outro cometa7 e um objeto de aparência semelhante, mas que não se movia em relação às estrelas vizinhas, sendo o primeiro objeto do céu profundodescoberto pelo astrônomo francês. Esse objeto é conhecido atualmente como a Nebulosa do Caranguejo, o remanescente da supernova de 1054.8
Com o objetivo de não mais confundir esses objetos difusos e fixos com cometas, Messier decidiu procurar outros objetos que poderiam enganar a si próprio e a outros astrônomos e decidiu incluí-los em um catálogo que descrevesse suas posições exatas e características.9 Segundo o próprio astrônomo:
"O que me levou a construir o catálogo foi a descoberta da nebulosa I acima do chifre sul de Touro em 12 de setembro de 1758, enquanto observava o cometa daquele ano. Esta nebulosa tinha tamanha semelhança com um cometa em sua forma e brilho e me esforcei para encontrar os outros, de modo que os astrônomos não mais confundissem estas mesmas nebulosas com cometas."9

SAIBA MUITO MAIS, acessando
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cat%C3%A1logo_Messier







Os desenhos formados pelas estrelas
 - AS CONSTELAÇÕES - 
são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais,
 entre o céu e a terra..., 
bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente,
vai se tornando Cosmos
 e este por nossa mente sendo conscientizado.

Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward