quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Via Lactea e Andromeda abraçando-se em futuro distante


Olá!

Caro Leitor, 
nesses tempos de quase conclusão de nossa Primavera
(para nós, moradores do hemisfério sul),
e bem ao começo da noite, por volta das vinte e uma horas
(horário de verão),
poderemos nos colocar diante do horizonte norte
(com o horizonte oeste à nossa esquerda e com o horizonte leste à nossa direita)
e buscarmos observar, bem no zênite,
 a constelação de Andromeda, a Princesa Acorrentada,
que acolhe nossa mais famosa galáxia-irmã,
M31 ou NGC 224, a Galáxia de Andromeda,
belíssimo objeto celeste que pode ser visto a olho nu
sempre em lugares de céus escuros e transparentes
e em noites de ausência de Lua.

No entanto, 
se você se encontrar em lugar de luminosidade artificial intensa (PL),
sempre você poderá fazer uso de seus simpáticos binóculos
e, certamente, se surpreenderá agradavelmente
pela visão muitíssimo gratificante
desta Galáxia
que vem,
 mesmo que vagarosamente,
buscando colidir e fusionar
com a nossa tão conhecida cidade galáctica,
a Via Lactea!

Nesta Postagem, Caro Leitor,
encontre alguma informação 
 sobre esta questão da colisão e da fusão
entre nossa Galáxia e a Galáxia Andromeda.

Em Postagens posteriores,
estaremos trazendo alguns comentários
sobre estrelas e objetos celestes
que podem ser visualizados
na direção na constelação Andromeda
bem como comentários sobre
o Mito de Andromeda, 
a Princesa Acorrentada salva pelo Herói Perseus.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward





 Stellarium
 Stellarium
 Stellarium
Stellarium





A galáxia de Andrômeda (Messier 31, NGC 224), é uma galáxia espiral localizada a cerca de 2,54 milhões de anos-luz de distância da Terra, na direção daconstelação de Andrômeda. É a galáxia espiral mais próxima da Via Láctea e seu nome é derivado da constelação onde está situada, que, por sua vez, tem seu nome derivado da princesa mitológica Andrômeda. É a mais larga galáxia do Grupo Local, que também contém nossa Galáxia, a Via Láctea, a galáxia do Triângulo e aproximadamente 30 outras menores. Embora seja mais larga, não é a mais maciça: sua massa de aproximadamente 7.1×1011 é menor do que a da Via Láctea, que contém mais matéria escura. Contudo, contém duas vezes mais estrelas do que a nossa Galáxia, que tem aproximadamente meio trilhão de estrelas.
Com uma magnitude aparente 3,4, é um dos objetos astronômicos mais brilhantes do catálogo de objetos do céu profundo do astrônomo francês Charles Messier, visível a olho nu na ausência da Lua. Possui entre 180 e 220 mil anos-luz de diâmetro e uma magnitude absoluta de -21,4.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gal%C3%A1xia_de_Andr%C3%B4meda









http://media.skysurvey.org/interactive360/index.html 






Para você, Caro Leitor,
morador do hemisfério norte e vivenciando os momentos conclusivos do Outono,
veja mais abaixo, as Ilustrações sobre Andromeda e a Galáxia Andromeda,
tendo o horizonte leste à sua esquerda e o horizonte oeste à sua direita.


Stellarium

Stellarium

Stellarium

Stellarium







Johann Bayer — Andromeda
http://www.aradergalleries.com/detail.php?id=3623




Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes




NGC 224 = M31 - Nebulosa Andromedae

M31 é a catalogação para a Galáxia de Andromeda
Em lugares de céus escuros e transparentes, pode ser visualizada a olho nú, com visão enviesada, como também um simples par de binóculos pode alcançar e apreciar esta verdadeira preciosidade dos céus.  É uma galáxia do tipo espiral e, sem dúvida alguma, é a galáxia mais familiar a todos nós, a única de sua espécie no céu do norte.
M31 é a mais próxima galáxia espiral e a maior do Grupo Local de galáxias.

Ascensão Reta 00h41m    Declinação +41o.10
Tipo  SB - Galáxia Espiral Barrada    Magnitude fotográfica aparente   4,33
Dimensões Angulares   163 X 42      Distância (milhões de anos-luz) 2,1



6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



The Andromeda Galaxy, our large neighbour galaxy
Messier 31
Image Credit & Copyright: Dieter Beer (http://www.starhopper.at/) & Patrick Hochleitner (http://www.photonhunter.at)


Caro Leitor:

É sempre um imenso prazer
podermos observar nossa galáxia-irmã
a olho nu - embora a visão tenha que ser enviesada -,
sempre em lugares de céus escuros e transparentes.

Ao fazermos uso de binóculos, uma exclamação de alegria
advém de nosso coração: é realmente uma galáxia!

No entanto, será possível pararmos para pensar
que possivelmente, em futuro distante,
nossa Via Lactea e Andromeda estarão abraçando-se?

Relaxe, Caro Leitor,
4 bilhões de anos à frente encontrarão nosso Sol 
já inteiramente tendo cumprido com sua missão
de nos trazer à luz, à vida...., e certamente a humanidade,
assim como a conhecemos,
já terá assumido outras paragens ainda em nosso sistema solar
ou mesmo em outros sistemas solares, por que não? ...
......, ou, quem sabe, viajado através algum Buraco de Minhoca....,
fugindo da Via Lactea e buscando uma galáxia mais tranquila...
(possivelmente alcançando um estágio de civilização bem avançada).

O Professor Michio Kaku, 
concluindo um de seus interessantes textos
(Who Will Inherit the Universe?)
nos diz:
(tradução minha (Janine)

 "O processo evolucionário força as formas de vida a deixarem seu meio ambiente
 quando este se torna letal. Obedecendo à esta imperiosidade evolucionária, 
talvez uma civilização adiantada, diante da morte de seu universo, 
possa criar outro (universo)". 

(Leia minha releitura, tradução e síntese do texto acima mencionado, 
acessando
http://oceudomes.blogspot.com.br/2014/06/quem-herdara-o-universo.html )


De qualquer maneira,
sempre valerá a pena observamos nossa irmã Andromeda, a Galáxia,
e pensarmos o quão distantes parece que estamos dessa nossa visão...,
e o que poderia significar a aproximação gradual
entre nosso berço, a Via Lactea, abraçando nossa irmã, M 31.

Nesta Postagem, Caro Leitor,
deixe-se envolver pelas imagens reais
e pelas imagens/ilustrações criadas,
pelos textos (em inglês)
e pelos simpáticos e elucidativos vídeos
que apresento.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward





Via Lactea e Andromeda abraçando-se, 

em futuro distante?


Extraído de meu Trabalho apresentado em



Galaxies near and far: Milky Way and Andromeda



Central starry pathway is the Milky Way, our home galaxy. The Andromeda galaxy is an elongated fuzzy patch, just right of center. Photo copyright Mike Taylor of Taylor Photography.


http://en.wikipedia.org/wiki/Andromeda_Galaxy

Future collision with the Milky Way



The Andromeda Galaxy is approaching the Milky Way at about 300 kilometres per second (190 mi/s),[1] making it one of the few blueshifted galaxies. The Andromeda Galaxy and the Milky Way are thus expected to collide in about 3.75 or 4.5 billion years, although the details are uncertain since Andromeda's tangential velocity with respect to the Milky Way is known to only within about a factor of two.[79] A likely outcome of the collision is that the galaxies will merge to form a giant elliptical galaxy.[80] Such events are frequent among the galaxies in galaxy groups. The fate of theEarth and the Solar System in the event of a collision is currently unknown. If the galaxies do not merge, there is a small chance that the Solar System could be ejected from the Milky Way or join M31.[81]

http://en.wikipedia.org/wiki/Andromeda_Galaxy





NASA's Hubble Shows Milky Way is Destined for Head-on Collision with Andromeda Galaxy

http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2012/20/image/b/


Image: Nighttime Sky View of Future Galaxy Merger


http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2012/20/image/b/format/xlarge_web/

ABOUT THIS IMAGE:

This series of photo illustrations shows the predicted merger between our Milky Way galaxy and the neighboring Andromeda galaxy, as it will unfold over the next several billion years. The sequence is inspired by dynamical computer modeling of the inevitable future collision between the two galaxies.
First Row, Left Panel: Present Day — This is a nighttime view of the current sky, with the bright belt of our Milky Way. The Andromeda galaxy lies 2.5 million light-years away and looks like a faint spindle, several times the diameter of the full Moon.
First Row, Right Panel: 2 Billion Years — The disk of the approaching Andromeda galaxy is noticeably larger.
Second Row, Left Panel: 3.75 Billion Years — Andromeda fills the field of view. The Milky Way begins to show distortion due to tidal pull from Andromeda.
Second Row, Right Panel, and Third Row, Left Panel: 3.85-3.9 Billion Years — During the first close approach, the sky is ablaze with new star formation, which is evident in a plethora of emission nebulae and open young star clusters.
Third Row, Right Panel: 4 Billion Years — After its first close pass, Andromeda is tidally stretched out. The Milky Way, too, becomes warped.
Fourth Row, Left Panel: 5.1 Billion Years — During the second close passage, the cores of the Milky Way and Andromeda appear as a pair of bright lobes. Star-forming nebulae are much less prominent because the interstellar gas and dust has been significantly decreased by previous bursts of star formation.
Fourth Row, Right Panel: 7 Billion Years — The merged galaxies form a huge elliptical galaxy, its bright core dominating the nighttime sky. Scoured of dust and gas, the newly merged elliptical galaxy no longer makes stars and no nebulae appear in the sky. The aging starry population is no longer concentrated along a plane, but instead fills an ellipsoidal volume.
NOTE: These illustrations depict the view from about 25,000 light-years away from the center of the Milky Way. The future view from our solar system will most likely be markedly different, depending on how the Sun's orbit within the galaxy changes during the collision.
Object Names: M31, NGC 224, Andromeda Galaxy
Image Type: Illustration
Science Illustration Credit: NASAESA, Z. Levay and R. van der Marel (STScI), T. Hallas, and A. Mellinger


 Collision Scenario for Milky Way and Andromeda Galaxy Encounter


ABOUT THIS IMAGE:

This illustration shows the inevitable collision between our Milky Way galaxy and the Andromeda galaxy approximately 4 billion years from now. The galaxies are moving toward each other under the inexorable pull of gravity between them. A smaller galaxy, Triangulum, may be part of the smashup.
Image Type: Illustration
Credit: NASAESA, and A. Feild and R. van der Marel (STScI)


Nighttime Sky View of Future Galaxy Merger: 3.75 Billion Years

ABOUT THIS IMAGE:

Andromeda fills the field of view. The Milky Way begins to show distortion due to tidal pull from Andromeda.
Object Names: M31, NGC 224, Andromeda Galaxy
Image Type: Illustration
Science Illustration Credit: NASAESA, Z. Levay and R. van der Marel (STScI), T. Hallas, and A. Mellinger




http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2012/20/image/n/format/web_print/

Fate of Sun After Galaxy Collision


ABOUT THIS IMAGE:

This illustration is a before-and-after comparison of the size of our Milky Way galaxy at present, and after it fully completes a merger with the neighboring Andromeda galaxy 10 billion years from now. The merged galaxies will blend together to create an elliptical galaxy of aging stars. Our Sun now orbits in the Milky Way's disk. But after the merger, it likely will be tossed into a looping orbit that will bring it both nearer to the center and farther into the outskirts of the newly formed elliptical galaxy.
Image Type: Illustration
Credit: NASAESA, and A. Feild and R. van der Marel (STScI)







VÍDEOS:


http://www.space.com/15946-galaxy-smash-milky-andromeda-collision-video.html#ooid=k3ajJ5cDra4-FbVAgCKE0iS-h4d_c6hh



Simulação da NASA da Via Láctea colidindo com a galáxia Andrômeda

https://www.youtube.com/watch?v=T3LafDL9X9Y
Andrômeda, nossa galáxia vizinha, está se aproximando cada vez mais da Via Láctea, as duas são separadas por uma distância de 2,5 milhões de anos, porém estão convergindo a uma velocidade média de 400 mil quilômetros por hora devido à gravidade que exercem uma sobre a outra.


Cientistas acreditam que elas começarão a se fundir em 4 bilhões de anos, e dentro de mais 2 bilhões devem se tornar uma única entidade. Ainda segundo eles, a posição do nosso sol será alterada, porém os planetas que orbitam a sua volta não enfrentam muito risco de serem destruídos e, caso a espécie humana sobreviva, terá uma bela visão noturna do céu aqui da Terra.



Milky Way Versus Andromeda As Seen from Earth

https://www.youtube.com/watch?v=qnYCpQyRp-4
 Scientists have been using Hubble observations to predict the future of the Andromeda Galaxy and the Milky Way, and how the collision will look from Earth. Projecting the motion of Andromeda's stars over the next 8 billion years, the astronomers now know the path that galaxy is taking through space. And it's heading straight for us! Computer simulations based on Hubble observations show how the two galaxies will crash together in around 4 billion years' time.


Science Illustration Credit: NASA, ESA, Z. Levay and R. van der Marel (STScI), T. Hallas, and A. Mellinger



O Professor Michio Kaku, 
concluindo um de seus interessantes textos
(Who Will Inherit the Universe?)
nos diz:
(tradução minha (Janine)

 "O processo evolucionário força as formas de vida a deixaram seu meio ambiente
 quando este se torna letal. Obedecendo à esta imperiosidade evolucionária, 
talvez uma civilização adiantada, diante da morte de seu universo, 
possa criar outro (universo)". 



(Leia minha releitura, tradução e síntese do texto acima mencionado, 
acessando


DA TERRA .......................... AO CÉU ....................
..........................................................
............................................ 
 E 
AO INFINITO.................
..........................


Os desenhos formados pelas estrelas - AS CONSTELAÇÕES - são como janelas que se abrem para a infinitude do universo
e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais, entre o céu e a terra...;
bem como percebendo que o caos, vagarosamente, vai se tornando Cosmos e este por nossa mente sendo conscientizado.

Quer dizer, nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.


Com um abraço estrelado,
Janine Milward