domingo, 27 de dezembro de 2015

Viajando em Argo Navis, o Navio, e conhecendo Carina, a Quilha, e os fantásticos tesouros que ali se escondem!


Olá!

Em tempo de céus escuros e transparentes

e de ausência da luminosidade da Lua
na primeira metade da noite...,
por que não aproveitarmos esses dias festivos de final-de-ano
para viajarmos no Navio, Argo Navis,
que navega nos mares estrelados do sul?

Uma dica bem interessante é começarmos nossa viagem
buscando pelo Gigante Caçador, Orion 
(não tem quem não conheça e reconheça esta constelação, 
sempre nos apresentando suas três estrelinhas 
chamadas popularmente de As Três Marias!)
 e então sermos "chamados" pelo brilho intenso 
da estrela-alpha Canis Majoris, 
Sirius.

A partir de Sírius e um tantinho antes e mais ao sul,
não tem como não sermos "chamados" pela estrela-alpha do antigo Navio 
e da recente Quilha, Carina, 
a bela Canopus, o Capitão do Navio, estrela-alpha Carinae.



Stellarium



Vamos então conhecer um tantinho a mais sobre esta imensa constelação
 do passado e que foi, infelizmente, 
recentemente desmembrada em três constelações?

Argo Navis fazia parte das 48 constelações catalogadas por Ptolomeu. 
 La Caille desmembrou esta constelação em Quilha, Pôpa e Vela, em 1756
 - ano em que introduziu mais 14 constelações ao catálogo oficial, 
.quando morando e trabalhando na África do Sul 
e observando os céus estrelados do hemisfério austral.



































Nossa Viagem em Argo Navis, o Navio, constará de quatro Postagens:

- dia 28 - Conhecendo Carina, a Quilha, e os fantásticos tesouros que ali se escondem
 (nossa Postagem de hoje)
- dia 29 - Vela ao vento: Argo Navis, o Navio, vem navegando nos mares estrelados mais ao sul.
- dia 30 - Argo Navis, o Navio, e sua Popa, Puppis (não Proa e sim Popa!)
- E, finalmente, no dia 31, bem na virada do ano velho para o ano novo:
 Réveillon no Navio, Argo Navis
sob a Lua Minguante iluminando Júpiter e Marte 
e Vênus e Saturno surgindo ao longo da madrugada festiva!


Começaremos nossa viagem em Argo Navis, o Navio,
conhecendo um tantinho sobre Carina, a Quilha,
e os fantásticos tesouros que ali se escondem!...
.... como a Grande Nebulosa Carina
 acolhendo a belíssima e luminosíssima
supergigante estrela Eta Carinae, 
e ainda acolhendo o Buraco da Fechadura, a Montanha Mística...
e, um tantinho mais ao sul, encontraremos (a olho nú, inclusive!)
 ainda as delicadas e belíssimas e surpreendentes Pleiades do Sul....,
- e sempre aproveitando o fato de que a Lua murchenta e madrugadora
vem nos possibilitando uma observação ímpar dos céus estrelados,
ao longo de algumas horas na primeira parte da noite!

Nestes momentos de final-de-ano,
 logo que anoitece,
algumas estrelas já estão se apresentando nos céus
e Canopus, estrela-alpha Carinae, o Capitão do Navio,
bem pode ser observada 
um tantinho a sudoeste da maravilhosa Sírius!

Infelizmente para os moradores que moram bem mais ao norte,

no hemisfério norte,
muitas das maravilhas que podem ser observadas 
em termos de objetos celestes fantásticos na direção da Quilha, Carina,
não lhes são permitidos visualizar, que pena!

Penso que sempre vale a pena, 

ao menos uma vez na vida,
que o amante dos céus estrelados e morador do hemisfério norte,
viaje até as terras mais ao sul
para bem poder deixar se encantar pela maravilhosa viagem
que Argo Navis, o Navio, nos permite realizar!

Com um abraço estrelado,
Janine Milward







Stellarium
Stellarium
Stellarium

Stellarium






http://media.skysurvey.org/interactive360/index.html
Programa Sky Survey anotado e marcado por mim no lugar de Eta Carinae Nebula




Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celeste

Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes
“Ship in Stormy Sea” 1858


ARGO NAVIS, O NAVIO

Esta constelação representa o navio
 no qual Jasão trouxe o Velocino de Ouro para Colquita
 - e dizem que foi o primeiro navio a ser construído.

Esta constelação, o Navio, fazia parte do grupo de 48 constelações relacionado por Ptolomeu. 

La Caille, porém, dividiu o Navio em
Carina, Vela e Puppis: Quilha, Vela e Popa


Argo Navis era uma grande constelação meridional, representava o navio utilizado pelos argonautas 
em suas viagens. 
Foi dividida em Carina(quilha), Puppis (popa) e Vela (velame); 
as designações de Bayer, entretanto, não foram mudadas, de modo que α e β estão em Carina, γ e δ em Vela, ε em Carina, ζ em Puppis
 e assim por diante. 
Por outro lado, Pyxis, a constelação da Bússola, 
embora ocupe uma área que havia sido considerada como os mastros do Argo, 
possui designações de Bayer próprias.



Ficheiro:Argo Navis Hevelius.jpg
Atlas Coelestis. Johannes Hevelius drew the constellation in Uranographia, his celestial catalogue in 1690.
Desenho de Argo Navis por Johannes Hevelius (1690)


The image for the "Historical Essay" is taken from Andreas Cellarius, Harmonia macrocosmica, 1661.



Julius Schiller, Coelum stellatum Christianum, 1627


ESA /AOES Medialab
GOCE IN ORBIT
O NAVIO NAVEGANDO NO ESPAÇO




CARINA, 

A QUILHA DO NAVIO



Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes



Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes




http://www.ianridpath.com/atlases/urania/urania32.jpg






CARINA, QUILHA


Posicionamento:
Ascensão Reta 200h4m / 21h57m Declinação -8o.7 / - 27o.8

Mito:
Esta constelação representa o navio no qual Jasão trouxe o Velocino de Ouro para Colquita
 - e dizem que foi o primeiro navio a ser construído.

História:
Esta constelação, o Navio, fazia parte do grupo de 48 constelações 
relacionado por Ptolomeu.  
Porém, La Caille dividiu o Navio em
Carina, Vela e Puppis: Quilha, Vela e Popa

Algumas Informações Interessantes acerca esta Constelação:
Carina ocupa uma imensa parte do céu do sul e acolhe a segunda estrela mais brilhante do céu, Canopus,
 usada pelas naves espaciais como um ponto de referência para navegação.

Fronteiras:
Carina situa-se entre as constelações Vela, Puppis, Pictor, Volans, Chamaleon, Musca Centaurus



 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão 
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




Algumas Estrelas
 e alguns objetos interessantes, 
em Carina:


As estrelas Iota e Epsilon Carinae formam o Asterismo Falsa Cruz
juntamente com as estrelas Kapa e Delta Velorum.





Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes - extraído da Carta da Vela




Stellarium


Canopus. Alpha Argus, O Navio, Alpha Carinae. 
Ascensão Reta 06h 23,5m - Declinação -52o 41’
Magnitude visual -0,86 - Distância 98 anos-luz
Uma estrela branca num dos cantos do Navio Argo
 e considerada a segunda mais brilhante estrela do céu.  
Nomeada em honra a Canopus, o piloto chefe da frota de Menelaus, 
que foi morto no Egito pela mordida de uma serpente em seu retorno da destruição de Tróia. A Guia.


Programa Stellarium









Stellarium



Miaplacidus - Beta Carinnae
Ascensão Reta 09h 13,0m - Declinação - 69o 38’
Magnitude visual 1,80 - Distância 86 anos-luz
As águas serenas. Mar Calmo, designação empregada por Burritt em sua Geografia (1856).  
Acredita-se que este nome tenha sua origem no árabe Miyah (mar) 
e no latim placidus (calmo).








Stellarium



Avior - Epsilon Carinnae
Ascensão Reta 08h 22,1m - Declinação - 59o 26’
Magnitude visual 1,74 - Distância  340 anos-luz



Foramen.  Eta Argus.  Eta Carinae.  Estrela variável.
Uma estrela irregularmente variável e avermelhada, situada na proa do Navio.  A variação em brilho começou a ser observada desde a segunda parte do século dezessete, quando foi identificada como uma estrela de quarta magnitude.  As flutuações em brilho foram irregulares, alcançando a segunda magnitude em 1730 e continuando sua variação entre segunda e quarta magnitudes até 1820, quando começou a aumentar sistematicamente e seu brilho máximo - de 0,8 - foi atingido em 1843, quando se tornou a segunda mais brilhante estrela do céu.  Daquele momento em diante teve inicio seu declínio em brilho até que se tornou uma estrela não mais visível a olho nu.  Durante o século vinte apresentou-se como uma estrela de sétima a oitava magnitude.  A estrela é rodeada por um envelope gasoso em expansão.


Markeb.  Kappa Argus. 



Aspiske - Iota Carinnae
Aplustre, vocábulo de origem grega que designa o escudo ornamental utilizado na popa dos navios.  Scutulun - O Pequeno Escudo, nome latino para designar o escudo ornamental utilizado na popa da nave Argus.


Upsilon Carinnae - Estrela Dupla
AR 9h45m  Dec  - 64o.50
M 3,2 e 6,0  Distância entre estrelas  4”,87


R Carinae - Estrela Variável
Ascensão Reta 09h31m    Declinação -62o.34
Magnitudes: Max 4,0    Min  10,0    Período 306,2
Tipo PLG   Espectro M5e



1 Carinae - Estrela Variável Cefeida
Ascensão Reta 09h43m          Declinação -62o.17
Magnitudes: Max 3,6  Min 4,8   Período 35,5
Tipo CEF   Espectro G7v


S Carinae - Estrela Variável
Ascensão Reta 10h07m        Declinação -61o.19
Magnitudes: Max 5,4  Min 9,5   Período 149,5
Tipo PLG   Espectro MOe


Eta (1) Carinae - Estrela Variável Irregular
Ascensão Reta 10h43m      Declinação -59o.25
Magnitudes: Max  0,6      Min 7,9  
Tipo IRR   Espectro Peculiar



 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão 
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986








Iguaçu Starry Night 
Image Credit & CopyrightBabak Tafreshi (TWAN)
Explanation: The arc of the southern Milky Way shone brightly on this starry night. Captured on May 4, in the foreground of this gorgeous skyview is the rainforest near the spectacular Iguaçu Falls and national park at the border of Brazil and Argentina. Looking skyward along the Milky Way's arc from the left are Alpha and Beta Centauri, the Coalsack, the Southern Cross, and the Carina Nebula. Sirius, brightest star in planet Earth's night sky is at the far right. Brilliant Canopus, second brightest star in the night, and our neighboring galaxies the Large and Small Magellanic clouds, are also included in the scene. For help finding them, just slide your cursor over the image. Much closer to home, lights near the center along the horizon are from Argentina's Iguazú Falls International Airport.






Eta Carinae:
Shocking Detail of Superstar's Activity Revealed

Credit: NASA/CXC/SAO
Eta Carinae is the most luminous star known in our galaxy. It radiates energy at a rate that is 5 million times that of the Sun. Observations indicate that Eta Carinae is an unstable star that is rapidly boiling matter off its surface. Some astronomers think that it could explode as a supernova any time! At a distance of 7,000 light years from Earth, this gigantic explosion would pose no threat to life but it would be quite a show.

Eta Carinae:
New View of Doomed Star

Credit: X-ray: NASA/CXC/GSFC/M.Corcoran et al.; Optical: NASA/STScI
Eta Carinae is a mysterious, extremely bright and unstable star located a mere stone's throw - astronomically speaking - from Earth at a distance of only about 7,500 light years. The star is thought to be consuming its nuclear fuel at an incredible rate, while quickly drawing closer to its ultimate explosive demise. When Eta Carinae does explode, it will be a spectacular fireworks display seen from Earth, perhaps rivaling the moon in brilliance. Its fate has been foreshadowed by the recent discovery of SN2006gy, a supernova in a nearby galaxy that was the brightest stellar explosion ever seen. The erratic behavior of the star that later exploded as SN2006gy suggests that Eta Carinae may explode at any time.


http://chandra.harvard.edu/photo/1999/0099/more/0099_vlo_lg.jpg
Eta Carinae, Chandra X-ray
(Credit: NASA/CXC/SAO)



http://chandra.harvard.edu/photo/1999/0099/more/0099_img_lg.jpg
Eta Carinae, Chandra X-ray
Composite Chandra image of Eta Carinae made by combining the data at all energies.
(Credit: NASA/CXC/SAO)





Eta Carinae, (na constelação da Quilha, ou "Carina", em latim), está a 7500 anos-luz da Terra. Uma estrela vísivel no Hemisfério Sul, mas não noHemisfério Norte. De tamanho muito grande (segundo a estimativa mais alta seu raio pode medir 0,9 unidades astronômicas), seu aspecto mais marcante é a variação de seu brilho em várias ordens de magnitude.
Quando foi pela primeira vez catalogada em 1677 por Edmond Halley, era uma estrela de magnitude 4, mas em 1843, após uma erupção que ejetou uma nuvem de poeira 500 vezes maior que o sistema solar6 , ficou mais brilhante, atingindo o brilho de Sirius, apesar de sua enorme distância. Depois disso (entre 1900 e 1940), a magnitude era apenas de 8. Em 2002, tinha magnitude 5, tendo de repentinamente ter dobrado o seu brilho entre 1998 e 1999.
Tudo indica tratar-se de uma sistema binário de estrelas muito próximas uma da outra. A estrela de menor diâmetro é a mais quente (30 000 °C) e a outra com o triplo do diâmetro é mais fria (15 000 °C), mas duas vezes mais brilhante. Este sistema estelar está envolto numa densa nuvemde gases e poeiras, que forma uma nebulosa 400 vezes mais extensa do que o Sistema Solar, conhecida como a Nebulosa de Eta Carinae (ou NGC3372). A perda de luminosidade deve-se, possivelmente, a uma consequência da aproximação máxima entre as duas estrelas, o periastro, altura em que a estrela menor encobre quase metade da maior. A diminuição de brilho é equivalente a 20 vezes o do Sol, mas brilhando como 4 a 5 milhões de sóis. O período de rotação das estrelas (uma em relação à outra) é de 5,5 anos.
O que torna Eta Carinae especial é o seu brilho muito instável e de forma extremamente rápida, devido à poeira e o encobrimento da estrela maior pela menor, ao contrário das outras estrelas visíveis a partir da Terra. Em 1830, brilhava tanto como Sirius (a estrela mais brilhante). Actualmente, só é visível em locais muito escuros, sendo o seu brilho muito baixo; há 40 anos atrás até era necessário um telescópio para a poder observar.
O astrónomo brasileiro Augusto Damineli, professor do IAG-USP, é um dos que afirmam que a estrela é uma variável pois a cada cinco anos e meio, segundo ele, acontece uma redução no seu brilho, já outros astrônomos não aceitavam essa teoria, no entanto em 1997, ocorreu uma nova redução do brilho, o fenômeno foi confirmado. Em 2003 , graças aos registros de mais de 50 especialistas apoiados nas observações através de telescópios terrestres e em órbita , finalmente confirmou-se tratar-se mesmo de mais uma estrela variável do tipo SDOR - Estrelas de alta luminosidade binária, com variações entre 1 a 7 magnitudes, associadas e envoltas em material em expansão próprio das nebulosas.
Estrelas muito grandes como Eta Carinae esgotam seu combustível muito rapidamente devido à sua desproporcionalmente alta luminosidade. Espera-se que Eta Carinae possa explodir como uma supernova ou hipernova dentro de algum tempo nos próximos milhões de anos.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Eta_Carinae

Descrição
English: A huge, billowing pair of gas and dust clouds are captured in this stunning NASA Hubble Space Telescope image of the supermassive star Eta Carinae. Eta Carinae was observed by Hubble in September 1995 with the Wide Field and Planetary Camera 2 (WFPC2). Images taken through red and near-ultraviolet filters were subsequently combined to produce the color image shown. A sequence of eight exposures was necessary to cover the object's huge dynamic range: the outer ejecta blobs are 100,000 times fainter than the brilliant central star. Eta Carinae suffered a giant outburst about 160 years ago, when it became one of the brightest stars in the southern sky. Though the star released as much visible light as a supernova explosion, it survived the outburst. The explosion produced two lobes and a large, thin equatorial disk, all moving outward at about 1 million kilometers per hour.
Data
Origem
Autor
Nathan Smith (University of California, Berkeley), and NASA



VEJA em VÍDEOS: 


QUASE TUDO O QUE VOCÊ QUER SABER 

SOBRE ETA CARINAE




http://www.eaulas.usp.br/portal/video.action?idItem=1202
https://www.youtube.com/watch?v=SGeXnyqKhyo

Neste programa, Mônica Teixeira conversou com o astrônomo e professor da USP, Augusto Damineli sobre a Estrela Eta Carinae, um sistema de duas estrelas localizadas há 8 mil anos luz de nós. Essa estrela foi descoberta em 1997 justamente pelo nosso entrevistado.


VEJA TAMBÉM:

Eta Carinae: além do eclipse

 http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/03/08/eta-carinae-alem-do-eclipse/
https://www.youtube.com/watch?v=onx152cZ2pU#t=88
A natureza da brutal e periódica perda de luminosidade da enigmática estrela gigante Eta Carinae, que a cada cinco anos e meio deixa de brilhar por aproximadamente 90 dias consecutivos em certas faixas do espectro eletromagnético, em especial nos raios X, pode ter sido finalmente desvendada por uma equipe internacional de astrofísicos comandada por brasileiros. O pesquisador Augusto Damineli e o pós-doutor Mairan Teodoro, ambos da Universidade de São Paulo (USP), analisaram dados registrados por cinco telescópicos terrestres situados na América do Sul durante o último apagão do astro, ocorrido entre janeiro e março de 2009, e colheram evidências de que esse evento literalmente obscuro esconde, a rigor, dois fenômenos distintos embora entrelaçados — e não apenas um, como acreditava boa parte dos astrofísicos.

Saiba mais na reportagem "Mais do que um eclipse": 
http://revistapesquisa.fapesp.br/2012/01/16/mais-do-que-um-eclipse/

English version: http://youtu.be/BguKJyqU3XA

"Eclipses e Colapsos em Eta Carinae" - Pt. 1/2 (II SAF - UFSC)

https://www.youtube.com/watch?v=uzCLABmOBIk
"Eclipses e Colapsos em Eta Carinae" - Prof. Dr. Augusto Damineli Neto (USP):

As estrelas de alta massa são muito raras no Universo Local, por isso, pouco sabemos sobre suas vidas. Elas são as principais fontes de luz em galáxias distantes (primitivas) e têm grande impacto em sua evolução. Etas Carinae é um dos melhores exemplos desse tipo de estrelas e tem sido estudada em detalhes nos últimos 170 anos. Discutiremos descobertas feitas nas ultimas décadas, em particular o choque entre os ventos das 2 estrelas que a compõem e os colapsos periódicos desse choque quando elas passam pelo periastro.

Parte 2: http://youtu.be/K0xk1fGtyUg

Site II SAF: http://saf.sites.ufsc.br


"Eclipses e Colapsos em Eta Carinae" - Pt. 2/2 (II SAF - UFSC)

https://www.youtube.com/watch?v=K0xk1fGtyUg















Stellarium




Nebulosa Carina (também conhecida como a Grande Nebulosa de Carina, a Nebulosa Eta CarinaeNGC 3372, bem como a Grande Nebulosa) é uma brilhante nebulosa que tem dentro de seus limites vários aglomerados abertos de estrelas relativos. Alguns artigos geralmente se referem a ela como a Nebulosa Carina, principalmente por causa de diferenciar os muitos trabalhos publicados sobre este objeto, mas a precedência histórica foi determinada pelos observadores do sul, como James Dunlop e John Herschel, que ambos a denominaram como Nebulosa Eta Argus ou Nebulosa Eta Carinae.
Ela contém as duas grandes associações OB: Carina OB1 e Carina OB2. Carina OB1 contém os dois aglomerados estelares Trumpler 14 e Trumpler 16. Trumpler 14 é um dos aglomerados estelares conhecidos mais jovens, com meio milhão de anos de idade. Trumpler 16 é o lar de Eta Carinae e HD 93129A, duas das mais maciças e luminosas estrelas em nossa galáxia Via Láctea. A nebulosa se encontra a uma distância estimada entre 6.500 e 10.000 anos-luz daTerra. Ele aparece na direção da constelação de Carina e situa-se no braço de Carina-Sagitário. A nebulosa contém várias estrelas do tipo O.
A nebulosa é uma das maiores nebulosas difusas em nossos céus. Embora seja umas quatro vezes maior e ainda mais brilhante do que a famosa Nebulosa de Órion, a Nebulosa Carina é muito menos conhecida, devido à sua localização no céu do sul. Ele foi descoberto por Nicolas Louis de Lacaille em 1751-52 no Cabo da Boa Esperança.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Nebulosa_de_Eta_Carinae

The Carina Nebula (also known as the Great Nebula in Carina, the Eta Carinae NebulaNGC 3372, as well as the Grand Nebula) is a large bright nebula that has within its boundaries several related open clusters of stars. It contains the large OB association Carina OB1. Carina OB1 contains the star clusters Trumpler 14 andTrumpler 16. Trumpler 15, Collinder 228Collinder 232NGC 3324, and NGC 3293 are also considered members. Trumpler 14 is one of the youngest known star clusters, at half a million years old. Trumpler 16 is the home of WR 25, currently the most luminous star known in our Milky Way galaxy, together with the less luminous but more massive and famous Eta Carinae star system, and HD 93129A. NGC 3293 is the oldest and furthest from Trumpler 14, indicating sequential and ongoing star formation. The nebula lies at an estimated distance between 6,500 and 10,000 light years from Earth. It appears in the constellation of Carina, and is located in theCarina–Sagittarius Arm. The nebula contains multiple O-type stars.
The nebula is one of the largest diffuse nebulae in our skies. Although it is some four times as large and even brighter than the famous Orion Nebula, the Carina Nebula is much less well known, due to its location in the southern sky. It was discovered by Nicolas Louis de Lacaille in 1751–52 from the Cape of Good Hope.
https://en.wikipedia.org/wiki/Carina_Nebula
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File:Tour of Carina Nebula.ogv
Tour of the Carina Nebula.
File:Hubble Carina Nebula Video.ogv
Carina Nebula.
File:The Cool Clouds of Carina.ogv
This video starts from a wide-field view of the constellation of Carina (The Keel), and zooms in to the Carina Nebula region.
File:Zooming in on a new infrared view of the Carina Nebula.ogv
This zoom sequence starts with a broad view of theMilky Way and closes in on the Carina Nebula. In the final sequence we see a new image taken in infraredlight using the HAWK-I camera on ESO’s Very Large Telescope. Many previously hidden features, scattered across a spectacular celestial landscape of gas, dust and young stars, have emerged.
File:Infrared-visible-light comparison view of the Carina Nebula.ogv
This video sequence compares a view of the Carina Nebula taken in visible light with a new picture taken in infrared light. The visible-light view comes from the MPG/ESO 2.2-metre telescope at the La Silla Observatory and the new infrared picture comes from the HAWK-I camera on ESO’s Very Large Telescope. Many new features that are not seen at all in visible light can be seen in great detail in the new sharp infrared image from the VLT.

https://en.wikipedia.org/wiki/Carina_Nebula







Argo Navis constellation map, author: Torsten Bronger
http://www.constellation-guide.com/constellation-list/carina-constellation/





HD 93129
 é uma das estrelas mais luminosas da Via Láctea. Este estrela azul muito jovem é uma hipergigante do tipo "O" localizado a cerca de 7.500 anos-luz da Terra, na brilhante nebulosa NGC 3372, a mesma nebulosa que abriga outras super estrelas luminosas, como Eta Carinae.


HD 93129A é realmente o mais brilhante membro de um sistema binário que, com seu companheiro, também supergigante (HD 93129B) tem um total de 200 massas solares.

A nebulosa de Carina contém Eta Carinae e HD 93129A.


http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/4/45/ESO_-_The_Carina_Nebula_%28by%29.jpg/1280px-ESO_-_The_Carina_Nebula_%28by%29.jpg



Mystic Mountain, a star-forming region inside the Carina nebula

http://annesastronomynews.com/annes-picture-of-the-day-mystic-mountain/
Image Credit: NASA, ESA, M. Livio and the Hubble 20th Anniversary Team (STScI)
Mystic Mountain is a turbulent star-forming region of three light-years tall inside the Carina Nebula (NGC 3372), 
located in the Carina–Sagittarius Arm of our Milky Way, roughly 7,500 light-years from Earth in the southern constellation of Carina.



Nebulosa de Eta Carinae (NGC 3372)
 é uma grande nebulosa brilhante, que rodeia vários aglomerados abertos de estrelas. 

Entre essas estrelas encontram-se Eta Carinae e HD 93129A, que são duas das mais maciças e luminosas estrelas da Via Láctea.
A nebulosa encontra-se a uma distância de 6 500 e 10 000 anos-luz da Terra
Está localizada na constelação de Carina. A nebulosa contém, múltiplas estrelas de tipo O.








NGC 3372 - Eta Carinae Nebulosa


Uma região imensa e brilhante no céu apresentando uma estrutura complexa,
 bandas de matéria escura 
dividindo esta região em vários segmentos em formatos bem delineados. 
 A parte mais brilhante da nebulosa contém uma pequena formação escura 
parecendo um Buraco de Fechadura, de onde se deriva o nome da nebulosa.


Aglomerado Aberto Carina, Olho de Ferradura
Ascensão Reta 10h44m    Declinação - 59o. 36
Magnitude fotográfica global 6,7   Magnitude fotográfica da mais brilhante estrela 10,0
 Distância kpc 2,95   Diâmetro 10’   Tipo Espectral O5

 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão 
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2007/16/image/l/format/large_web/

Credit: N. Smith (University of California, Berkeley) and NOAO/AURA/NSF



(como acima porém recortada no Buraco da Fechadura)






ABOUT THIS IMAGE:

This image was obtained by astrophotographer Robert Gendler and Jan -Erik Ovaldsen. 
The B, V, R data was acquired using the Danish 1.5 meter scope at La Silla, Chile in 2006.
Object Names: Carina Nebula, NGC 3372
Image Type: Astronomical
Credit: R. Gendler, J.-E. Ovaldsen, C. Feron, and C. Thone


Crédito: NASA, ESA, N. Smith (U. California, Berkeley) et al., The Hubble Heritage Team (STScI/AURA)
Esta coluna é enorme, com 1 ano-luz de comprimento. Dentro dela, escondida pela poeira,
 está uma estrela que eventualmente irá destruir a coluna com os ventos estelares.
A Nebulosa Carina é uma fábrica de estrelas que irá destruir os seus “pilares da criação” nos próximos 100.000 anos. 

Daqui a centenas de milhares de anos será um aglomerado aberto de estrelas.




Observations made at submillimetre wave- lengths with the APEX telescope — shown here in orange tones, combined with a visible-light image — reveal the cold dusty clouds from which stars form in the Carina Nebula. This site of violent star formation, which plays host to some of the highest- mass stars in our galaxy, is an ideal arena in which to study the interactions between these young stars and their parent clouds.
Credit:
ESO/APEX/T. Preibisch et al. (Submillimetre); N. Smith, University of Minnesota/NOAO/AURA/NSF (Optical)



HD 93129A
é uma das estrelas mais luminosas da Via Láctea. Este estrela azul muito jovem é uma hipergigante do tipo "O" localizado a cerca de 7.500 anos-luz da Terra, na brilhante nebulosa NGC 3372, a mesma nebulosa que abriga outras super estrelas luminosas, como Eta Carinae.


HD 93129A é realmente o mais brilhante membro de um sistema binário que, com seu companheiro, também supergigante (HD 93129B) tem um total de 200 massas solares.

A nebulosa de Carina contém Eta Carinae e HD 93129A.





The South Pillar Region of the Carina Nebula
The Carina Nebula, NGC 3372
Image Credit: NASA, SSC, JPL, Caltech, Nathan Smith (Univ. of Colorado), et al.



VEJA VÍDEOS SOBRE CARINA NEBULA:

Panning across the Carina Nebula around the Wolf–Rayet star WR 22

This pan sequence shows many fascinating details in a detailed view of part of the Carina Nebula
 that was created from images through red, green and blue filters taken with the Wide Field Imager on the MPG/ESO 2.2-metre telescope at ESO’s La Silla Observatory in Chile. The second half of the pan shows the unusual hot massive young star WR 22, a member of the rare class of Wolf–Rayet stars.
Credit: ESO
http://www.eso.org/public/videos/eso1031b/

3D Animation of the Carina Nebula

3D animation of the Carina Nebula.
Credit:  ESO/M. Kornmesser
http://www.eso.org/public/videos/eso1031c/

Zooming in on the Carina Nebula around the Wolf–Rayet star WR 22

This zoom sequence stars with a wide-field view of the spectacular southern Milky Way. It then closes in on the Carina Nebula and finishes with a detailed and colourful view of the region around the unusual hot massive young star WR 22, a member of the rare class of Wolf–Rayet stars.
Credit:
ESO/ S. Brunier. Music: John Dyson (from the album "Moonwind")

Panning across a VST image of the Carina Nebula



The spectacular star-forming Carina Nebula has been captured in great detail by the VLT Survey Telescope at ESO’s Paranal Observatory. This video sequence shows many of the curious details that are visible in this new wide-field picture. The image was taken with the help of Sebastián Piñera, President of Chile, during his visit to the observatory on 5 June 2012 and released on the occasion of the telescope’s inauguration in Naples on 6 December 2012.
Credit:
ESOMusic: John Dyson (from the album Moonwind). Acknowledgement: VPHAS+ Consortium/Cambridge Astronomical Survey Unit

Zooming in on the Carina Nebula

his zoom sequence starts with a broad view of the Milky Way and closes in on the Carina Nebula, an active stellar nursery about 7500 light-years from Earth. In the final sequence we see a new image taken with the VLT Survey Telescope at ESO’s Paranal Observatory. This picture was taken with the help of Sebastián Piñera, President of Chile, during his visit to the observatory on 5 June 2012 and released on the occasion of the telescope’s inauguration in Naples on 6 December 2012.
Credit:
ESO/Nick Risinger (skysurvey.org)/Digitized Sky Survey 2 Music: John Dyson (from the album Moonwind). Acknowledgement: VPHAS+ Consortium/Cambridge Astronomical Survey Unit

http://chandra.harvard.edu/photo/2006/ngc3576/
Credit: NASA/CXC/Penn State/L.Townsley et al.

http://chandra.harvard.edu/photo/2006/ngc3576/ngc3576_comp.jpg
http://chandra.harvard.edu/photo/2006/ngc3576/


http://chandra.harvard.edu/photo/2006/ngc3576/ngc3576_xray_crop.jpg
http://chandra.harvard.edu/photo/2006/ngc3576/more.html


NGC 3576
NGC 3576:
A region of glowing gas in the Sagittarius arm of the Milky Way galaxy, NGC 3576 is located about 9,000 light years from Earth. Such nebulas present a tableau of the drama of the evolution of massive stars, from the formation in vast dark clouds, their relatively brief (a few million years) lives, and the eventual destruction in supernova explosions. The diffuse X-ray data detected by Chandra (blue) are likely due to the winds from young, massive stars that are blowing throughout the nebula. Optical data from ESO are shown in orange and yellow.
http://chandra.harvard.edu/photo/2013/archives/



http://www.atlasoftheuniverse.com/nebulae/ngc3576.html

This nebula is a minor nebula in the Sagittarius arm of the Galaxy a few thousand light years from the Eta Carinae nebula. When John Herschel discovered this nebula in 1834 he could only see several bright nebulous patches and eventually this nebula received six separate classification numbers. These days astronomers usually call the entire nebula NGC 3576.
NGC 3576, 3579, 3581, 3582, 3584 and 3586
NGC 3576-79-81-82-84-86. Image size: 0.50°x0.45°. DSS image. © AAO/ROE
http://www.atlasoftheuniverse.com/nebulae/ngc3576.html




http://apod.nasa.gov/apod/ap080326.html
See Explanation.  Clicking on the picture will download
 the highest resolution version available.
The NGC 3576 Nebula 
Explanation: An intriguing and beautiful nebula, NGC 3576 drifts through the Sagittarius arm of our spiral Milky Way Galaxy. Within the region, episodes of star formation are thought to contribute to the complex and suggestive shapes. Powerful winds from the nebula's embedded, young, massive stars shape the looping filaments. The dramatic false-color image also highlights the contributions of hydrogen, sulfur, and oxygen, energized by intense ultraviolet radiation, to the nebular glow. But the glow also silhouettes dense clouds of dust and gas. For example, the two condensing dark clouds near the top of the picture offer potential sites for the formation of new stars. NGC 3576 itself is about 100 light-years across and 9,000 light-years away in the southern constellation of Carina, not far on the sky from the famous Eta Carinae Nebula. Near the left edge of the picture is NGC 3603, a much larger but more distant star forming region.
Authors & editors: Robert Nemiroff (MTU) & Jerry Bonnell (UMCP)
NASA Official: Phillip Newman Specific rights apply.
A service of: ASD at NASA / GSFC
http://apod.nasa.gov/apod/ap080326.html




NGC 3576: Glowing Gas in the Milky Way


NGC 3576: Glowing Gas in the Milky Way


A region of glowing gas in the Sagittarius arm of the Milky Way galaxy, NGC 3576 is located about 9,000 light years from Earth. Such nebulas present a tableau of the drama of the evolution of massive stars, from the formation in vast dark clouds, their relatively brief (a few million years) lives, and the eventual destruction in supernova explosions. The diffuse X-ray data detected by Chandra (blue) are likely due to the winds from young, massive stars that are blowing throughout the nebula. Optical data from ESO are shown in orange and yellow.
Image credit: X-ray: NASA/CXC/Penn State/L.Townsley et al, Optical: ESO/2.2m telescope








NGC 3114  - Aglomerado Aberto Carina
Ascensão Reta 10h02m    Declinação  - 60o.01
Magnitude fotográfica global 4,5  Magnitude fotográfica da mais brilhante estrela 7,0
Distância kpc 0,85           Diâmetro  37’    Tipo Espectral B5


 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão 
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



NGC 3114 é um aglomerado aberto na direção da constelação de Carina. O objeto foi descoberto pelo astrônomo James Dunlop em 1826, 
usando um telescópio refletor com abertura de 9 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+4,2), é visível apenas com telescópios amadores ou com equipamentos superiores.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_3114







NGC 2516  - Aglomerado Aberto Carina
Ascensão Reta 07h58m   Declinação -60o.51
Magnitude fotográfica global 3,3  Magnitude fotográfica mais brilhante estrela
10,1
Distância kpc 0,37 Diâmetro 50’ Tipo Espectral B8

 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão 
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



NGC 2516 é um aglomerado aberto na direção da constelação de Carina. O objeto foi descoberto pelo astrônomo Nicolas Lacaille em 1751, usando um telescópio refrator com abertura de 0,5 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+3,8), é visível mesmo a olho nu.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_2516




http://cseligman.com/text/atlas/ngc25.htm#2516

NGC 2516 (= OCL 776)
Discovered (1751) by 
Nicolas Lacaille
A 4th-magnitude open cluster (type I3r) in Carina (RA 07 58 04.0, Dec -60 45 12)

Per Dreyer, NGC 2516 (= Lacaille's list II #3, 1860 RA 07 56 01, NPD 150 29.2) is "cluster, very bright, very large, pretty rich, stars from 7th to 13th magnitude". The position precesses to RA 07 58 20.7, Dec -60 52 05, about 7 arcmin south of the center of the cluster, but still well within its field of view, so the identification is certain. A grouping easily seen with the naked eye in a dark (southern hemisphere) sky, impressive with a pair of binoculars, and spectacular in a low-power telescope (using much more than 50 power, the cluster starts to extend beyond the field of view). More than a hundred bright stars fill its half degree diameter, the brightest of which are 5th-magnitude red giants already near the end of their lives, even though the cluster is only around 135 million years old. The cluster is about 1300 light years away; given that and its apparent size, it is about 12 light years in diameter.
DSS image of open cluster NGC 2516
Above, a 30 arcmin wide region centered on NGC 2516

http://cseligman.com/text/atlas/ngc25.htm#2516



NGC 3532  - Aglomerado Aberto Carina
Ascensão Reta 11h05m   Declinação - 58o.33
Magnitude fotográfica global 3,4   Magnitude fotográfica da mais brilhante estrela 8,1
 Distância kpc 0,42       Diâmetro  55’    Tipo Espectral B8

Este aglomerado situa-se próximo à estrela Eta Carinae e é visível a olho nu como uma mancha de luz difusa em noites bem límpidas. 


 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão 
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986





NGC 3532 é um aglomerado aberto na direção da constelação de Carina. O objeto foi descoberto pelo astrônomo Nicolas Lacaille em 1751, usando um telescópio refrator com abertura de 0,5 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+3), é visível mesmo a olho nu.



http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_3532




http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/1990/04/image/a/format/web_print/

Credit: NASAESA, and STScI
Ground Image: E. Persson (Las Campanas Observatory, Chile)/Observatories of the Carnegie Institution of Washington



NGC 2808 - Aglomerado Globular Carina
Ascensão Reta 09h11m       Declinação -04o.42
Magnitude fotográfica global 7,4        Diâmetro aparente 18’8         Tipo Espectral F8
Magnitude média das 25 mais brilhantes estrelas (excluindo as 5 mais brilhantes) 15,09
Número conhecido de Variáveis 4           Distância kpc   9,1
Velocidade Radial (km/s)  + 101
 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão 
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




NGC 2808 é um aglomerado globular na direção da constelação de Carina. O objeto foi descoberto pelo astrônomo James Dunlop em 1826, usando um telescópio refletor com abertura de 9 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+6,2), é visível apenas com telescópios amadores ou com equipamentos superiores.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_2808


http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/38/NGC_2808_HST.jpg/1022px-NGC_2808_HST.jpg

http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2007/2007/18/image/a/ (direct link)
NASA, ESA, A. Sarajedini (University of Florida) and G. Piotto (University of Padua (Padova))





























  





IC 2602 - Aglomerado Aberto, em Carina


Este aglomerado aberto é visível a olho nú e situa-se próximo à estrela Teta Carinae.  Foi denominado de Pleiades Austral. Sua observação em instrumentos magnificadores simples constitui um espetáculo notável pois apresenta-se como uma ilhota fortemente contrastada num saco de carvão, com algumas estrelas muito brilhantes, verdadeiros ‘diamantes celestes’ e onde se notam várias estrelas azuis e alaranjadas que formam um belo contraste colorido.
IC 2602 - Aglomerado Aberto Carina - Pleiades Austrais
Ascensão Reta 10h42m    Declinação - 64o.17
Magnitude fotográfica global 1,6   Magnitude fotográfica da mais brilhante estrela 6,0
 Distância kpc 0,15    Diâmetro 65’   Tipo Espectral B1


 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão 
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




IC 2602, also known as the Theta Carinae Cluster or Southern Pleiades, is an open cluster in the constellation Carina. It was discovered by Abbe Lacaille in 1751 from South Africa. The cluster is at a distance of about 479 light-years away from Earth and can be seen with the naked eye. The Southern Pleiades (IC 2602) has an overall apparent magnitude of 1.9, which is 70% fainter than the Taurean Pleiades, and contains about 60 stars. Theta Carinae, the brightest star within the open cluster, is a third-magnitude star with an apparent magnitude of +2.74. All the other stars within the cluster are of the fifth magnitude and fainter. Like its northern counterpart in Taurus, the Southern Pleiades spans a sizeable area of sky, approximately 50 arcminutes, so it is best viewed with large binoculars or telescope with a wide-angle eyepiece. The cluster is thought to have the same age as the open cluster IC 2391,[1]which has a lithium depletion boundary age of 50 million years old.


The open cluster IC 2602. 
English: The open cluster IC 2602 in the constellation Carina. Computer image created with the astronomy software Perseus.
Italiano: L'ammasso aperto IC 2602 (Pleiadi del Sud) nella costellazione Carena.
  • Fonte: opera propria (sono l'autore)
  • Data: 02 luglio 2007
  • Autore: Roberto Mura
  • Licenza: pubblico dominio.
http://en.wikipedia.org/wiki/File:IC_2602.jpg







NGC 2516 - Aglomerado Aberto, em Carina
Notável aglomerado aberto, no prolongamento da Falsa Cruz e que pode ser observado a olho nu 
como se fosse uma pequena mancha e mostrando mais e mais estrelas através potentes binóculos ou telescópios.
NGC 2516 (= OCL 776)
Discovered (1751) by 
Nicolas Lacaille
A 4th-magnitude open cluster (type I3r) in Carina (RA 07 58 04.0, Dec -60 45 12)

Per Dreyer, NGC 2516 (= Lacaille's list II #3, 1860 RA 07 56 01, NPD 150 29.2) is "cluster, very bright, very large, pretty rich, stars from 7th to 13th magnitude". The position precesses to RA 07 58 20.7, Dec -60 52 05, about 7 arcmin south of the center of the cluster, but still well within its field of view, so the identification is certain. A grouping easily seen with the naked eye in a dark (southern hemisphere) sky, impressive with a pair of binoculars, and spectacular in a low-power telescope (using much more than 50 power, the cluster starts to extend beyond the field of view). More than a hundred bright stars fill its half degree diameter, the brightest of which are 5th-magnitude red giants already near the end of their lives, even though the cluster is only around 135 million years old. The cluster is about 1300 light years away; given that and its apparent size, it is about 12 light years in diameter.






NGC 2502
 é uma galáxia lenticular (SB0) localizada na direcção da constelação de Carina. Possui uma declinação de -52° 18' 25" e umaascensão recta de 7 horas, 55 minutos e 51,5 segundos.

A galáxia NGC 2502 foi descoberta em 5 de Janeiro de 1837 por John Herschel.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_2502


NGC 2502 (= PGC 22210)
Discovered (Jan 5, 1837) by 
John Herschel
A 12th-magnitude lenticular galaxy (type SAB(s)0^0) in Carina (RA 07 55 51.5, Dec -52 18 25)
Per Dreyer, NGC 2502 (= John Herschel's NGC 1609, 1860 RA 07 52 12, NPD 141 55.2) is "pretty faint, small, round, very gradually pretty much brighter middle". The position precesses to RA 07 55 51.0, Dec -52 17 31, almost 1 arcmin north of the center of the galaxy, but very close to the outline of the galaxy, so the identification is certain. Based on a recessional velocity of 1065 km/sec, NGC 2502 is about 50 million light years away. Given that and its apparent size of 2.0 by 1.3 arcmin, it is about 30 thousand light years across.
DSS image of lenticular galaxy NGC 2502
Above, a 2.4 arcmin wide closeup of NGC 2502
Below, a 12 arcmin wide region centered on the galaxy
DSS image of region near lenticular galaxy NGC 2502






http://media.skysurvey.org/interactive360/index.html
Programa Sky Survey anotado e marcado por mim no lugar de Eta Carinae Nebula








Julius Schiller, Coelum stellatum Christianum, 1627






  
Os desenhos formados pelas estrelas 
– As Constelações - 
são como janelas que se abrem para a infinitude do universo
 e que possibilitam nossa mente a ir percebendo 
que existe mais, bem mais, entre o céu e a terra...; 
bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente, 
vai se tornando Cosmos 
e sendo por nossa mente conscientizado.

Quer dizer, nossa mente é tão infinita 

quanto infinito é o Cosmos.

COM UM ABRAÇO ESTRELADO,
Janine Milward



Hemisphaerium Coeli Australe in quo Fixarum loca secundum Eclipticae ductum ad anum 1730 . .

Hemisphaerium Coeli Australe in quo Fixarum loca secundum Eclipticae ductum ad anum 1730 . . 
Nice example of Johanne Doppelmayr's map of the Southern Skies, with the constellations shown and the various stars illustrated in gold. Dopplemayr's decorative celestial chart illustrates the southern sky form the south ecliptic pole to ecliptic. The constellations are delineated based upon the catalogue of Johannes Hevelius and include Orion, Scorpio, Taurus, Eridanus and the Southern Cross. The constellations include some unusal additions, including the Peacock, Toucan, and a lovely unicorn called Monoceros.



Eta Carinae, a supergiant star in the Carina Nebula
Image Credit: N. Smith, J. A. Morse (U. Colorado) et al., NASA