quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Júpiter, o gigante gasoso, e seu aparente Andamento retornando ao Leão e então, visitando a Virgem, ao longo de 2016 e 2017.


Olá!

A partir de agosto de 2015, 
estivemos conhecendo bem profundamente
a constelação do Leão 
através seu acolhimento
do aparente Andamento de Júpiter
naquela direção.
As estrelas que compõem o corpo
do rei dos animais dos céus estrelados
são inconfundíveis e,
sem dúvida alguma,
mais inconfundível ainda
é o conjunto estelar formando uma Foice - Sickle -
balizado pela linda estrela-alpha Leonis, Regulus,
o pequeno rei.
E os muitos objetos celestes encontrados
na direção da constelação do Leão
são realmente de tirar nosso fôlego!


A constelação da Virgem
- que será visitada por Júpiter brevemente -,
também nos apresenta riquezas mil,
começando pelas simpáticas estrelas
que desenham o longo corpo virginal
e então através telescópios simpáticos
ou mesmo instrumentos super potentes
que nos apresentam um mundo maravilhoso
dos mais fantásticos objetos celestes
e em profusão!


Certamente, o grande momento
da visita de Júpiter à constelação da Virgem
- o encontro entre este Planeta 
e a belíssima estrela-alpha Virginis, Spica -,
acontecerá durante várias e várias semanas
começando em dezembro de 2016
e ainda estendendo-se ao longo de janeiro
 e fevereiro e ainda março de 2017
e novamente em setembro!



A Virgem carrega um ramo de trigo
- Spica, a Espiga  -
e sempre nos faz pensar
que a Espiga de trigo não faz sentido 
se não estiver sendo acolhida pela mão da Virgem....,
assim como a Virgem (quase) não faz sentido 
se não estiver
trazendo consigo um ramo de trigo,
um símbolo de fertilidade
(possivelmente esta fertilidade é realizada
 através o mundo de galáxias
que o corpo virginal esconde de nossos olhares 
em visão desarmada,
mas que nos revela através as lentes ópticas
mais e mais voltadas para o espaço profundo
e para o retorno no tempo).


E sempre que observamos a estrela Spica,
é certo que podemos nos recordar
que entre esta doce estrela azulada
e o voo do Corvo,
existe um objeto celeste
dos mais conhecidos e comentados 
e realizado em belíssimas imagens:
a Galáxia Sombrero!


Nesta Postagem, Caro Leitor,
encontre mais e mais informações 
sobre esses momentos interessantes
bem como suas Ilustrações,
para você ir acompanhando
o aparente Andamento de Júpiter
em seu retorno à constelação do Leão,
embrenhando-se em suas patas traseiras,
e então através o longo corpo da Virgem,
durante os anos de 2016 e 2017.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward



Stellarium



Caro Leitor,

nestes momentos dos meses de janeiro e fevereiro
em que os céus da madrugada
vêm nos brindando com a belíssima visão
do Quinteto Fantástico ou Quinteto Planetário
- os Cinco Planetas Visíveis: Mercúrio, Vênus,
Marte, Júpiter e Saturno -,
vamos encontrar o gigante gasoso
bem na divisa entre as constelações do Leão e da Virgem.

Neste momento em que vos falo

- final de janeiro de 2016 -,
Júpiter vem retornando à constelação do Leão
e estará embrenhando-se entre as patas
do rei dos animais dos céus estrelados
quando estará retomando seu 
aparente movimento direto,
já em maio,
dirigindo-se, então, para realizar sua despedida
à esta constelação
 (prometendo retornar em doze anos!)
e seu andamento aparente
o estará fazendo adentrar a constelação da Virgem
ao final de agosto, início de setembro,
quando desaparecerá de nossos olhares
por algum tempinho, 
encontrando-se com o Sol em 26 de setembro.

Júpiter somente estará retornando
aos céus estrelados da madrugada
e no horizonte leste
ao final do mês de outubro,
mais confortavelmente ao longo do mês de novembro
bem como do mês de dezembro,
concluindo o ano de 2016
bem próximo à estrela-alpha Virginis, Spica.

A bem da verdade,
Júpiter estará encantando
nossas madrugadas ao encontrar-se
mais e mais próximo a Spica
ao longo de todo o mês de janeiro de 2017
- quando também estará chegando
no horizonte leste por volta da meia-noite
e ainda antes e antes e antes...

Porém, já em fevereiro de 2017
e sempre bem colado à Spica,
Júpiter estará entrando em seu 
aparente movimento de retrogradação
e retornando alguns bons graus
junto ao braço da Virgem
para então encontrar seu aparente
movimento direto em junho.

Ainda antes, em começo de abril,
Júpiter estará recebendo a oposição do Sol
e sempre este momento é bem oportuno
para todos aqueles que desejam fazer imagens
bem como observar e estudar melhor
o planeta gasoso.

Quando Júpiter novamente encontrar-se
com a belíssima estrela-alpha Virginis, Spica,
já estaremos em começo do mês de setembro
e este maravilhoso evento
acontecerá em horizonte oeste
não tão alto e não tão baixo.

No entanto, Júpiter já estará avisando
que desaparecerá brevemente
atrás do horizonte oeste
para encontrar-se com o Sol
ao final do mês de outubro de 2017.

Júpiter estará retornando aos céus estrelados
das madrugadas sonolentas da primavera
no hemisfério sul
bem ao final do mês de novembro
e nos trazendo
a conclusão do ano de 2017
realizando uma belíssima conjunção com Marte,
o Planeta Vermelho,
ambos já iniciando suas visitas
à constelação da Balança, Libra.

Nesta Postagem, Caro Leitor,
encontre mais e mais informações 
sobre esses momentos interessantes
bem como suas Ilustrações,
para você ir acompanhando
o aparente Andamento de Júpiter
em seu retorno à constelação do Leão,
embrenhando-se em suas patas traseiras,
e então através o longo corpo da Virgem,
durante os anos de 2016 e 2017.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward





Stellarium



Stellarium
Stellarium



E também nestes momentos de agora
- janeiro e fevereiro de 2016 -,
será bom que observemos
o fato de que Júpiter já vem se apresentando
aos céus estrelados do horizonte leste
 um tanto antes da meia-noite...,
e estará chegando a cada noite
cada vez mais cedo, mais cedo...,
vinte e duas horas, vinte e uma horas,
vinte horas, dezenove horas...,
até que chegará o momento,
já em 08 de março,
em que Júpiter surgirá no horizonte leste
em oposição ao Sol caindo no horizonte oeste:
seu momento de oposição.


Ainda em seus andamentos através as patas traseiras do Leão,
Júpiter encontrar-se-á em um momento ímpar
(e que, no entanto, acontece a cada ano
e que neste ano acontecerá no dia 08 de março)
que é a oposição do Sol
e esse momento de recepção em cheio da luz solar
faz com que Júpiter esteja absolutamente perfeito
para ser realizado através imagens 
e mais imagens gloriosas
em fotos e em vídeos e em filmes
ou mesmo em observação através simpáticos telescópios.

Observe o fato de que
este momento marca a presença de Júpiter
nos céus estrelados
desde o cair da noite
até o final da madrugada!


Stellarium




Sabemos que Júpiter entrou em movimento de retrogradação
desde o dia 08 de janeiro último,
e, dessa maneira, é certo que estaremos presenciando
o andamento jupiteriano retornando à constelação
do rei dos animais dos céus estrelados
- para entremear-se entre suas patas traseiras
e alí restar até que seu movimento direto entre em cena
a partir dos primeiros dias do mês de maio.


A bem da verdade, este lugar nos apresenta
estrelas interessantes 
- como a estrela-beta Leonis, Denebola -,
e também objetos celestes  importantes
e que são acolhidos na direção na parte traseira e na cauda do Leão:
Leo Triplet, O Trio em Leão, também denominado de Grupo M66, 
um pequeno grupo de galáxias 
cerca de 35 milhões de anos-luz de distância, 
na constelação do Leão.  
Este grupo de galáxias consiste de galaxias espirais M65, M66 e NGC 3628.

Saiba mais sobre as estrelas e objetos celestes
na direção das patas traseiras do Leão,
acessando
http://oceudomes.blogspot.com/2015/06/estrelas-e-objetos-celestes-na-parte.html

Saiba mais e mais sobre a constelação do Leão
acessando
http://daterraaoceueaoinfinito.blogspot.com.br/2013/08/leo-o-leao.html




Stellarium




A partir de seu momento ímpar
de oposição ao Sol
em 08 de março,
Júpiter estará aparecendo nos céus estrelados
a cada noite distanciando-se mais e mais
do horizonte leste quando do cair da noite.

Ou seja, ao longo de alguns meses, Caro Leitor,
teremos a excelente oportunidade de irmos
acompanhando o suave e vagaroso 
aparente andamento do planeta Júpiter
desde as patas traseiras do Leão
até sua entrada na constelação da Virgem.

É interessante observarmos
o fato de que existe uma fusão, digamos assim,
entre as visões aparentes 
entre o finalzinho do campo da constelação do Leão
e o comecinho do campo da constelação da Virgem.

Quer dizer,
sempre nos parece que
quando Júpiter cumprimenta Denebola, estrela-beta Leonis,
a ponta da cauda do rei dos animais dos céus estrelados
- veja a Ilustração mais abaixo -,
o planeta gigante gasoso também já se encontra
emaranhado aos cabelos da Virgem,
no algo de sua cabeça
e já apontando para o ponto
do Equinócio de Outono,
ou seja, o encontro e entrezruzamento
 entre as linhas
da Eclíptica e do Equador celeste.


Observe, Caro Leitor,
na Ilustração abaixo,
Júpiter já despedindo-se realmente do Leão
e cumprimentando a Virgem
enquanto é seguido por Mercúrio
 beijando Regulus, estrela-alpha Leonis,
e sendo seguido por Vênus, a Bela da Tarde
- ambos os planetas interiores 
misturados ao amarelado/avemelhado
do final da tarde, comecinho da noite.
Belíssimo momento, inesquecível imagem!

Neste momento, o mês de agosto se inicia
com as constelações do Leão e da Virgem
já prometendo se esconderem atrás do horizonte oeste,
em breve...


Stellarium



O mês de agosto
estará nos proporcionando
uma bela festa nos céus
do horizonte oeste
ao final da tarde, cair da noite,
com Júpiter sendo acompanhado
por Mercúrio e por Vênus!

Sem dúvida alguma,
serão momentos fantásticos e maravilhosos
e bem merecidos para o bota-fora
de Júpiter.

O planeta gasoso estará aprontando-se
para esconder-se inteiramente de nossos olhares
 sempre ávidos de sua presença....,
prometendo, porém,
retornar em breve....
(mais para o final do mês de outubro),
após seu encontro com o Sol
e seu retorno aos céus estrelados,
porém nas madrugadas sonolentas
e através o horizonte leste.









Observe, Caro Leitor,
que Júpiter 
vem se aproximando
mais e mais do ponto de entrecruzamento
entre as Linhas da Eclíptica e do Equador,
ponto denominado como Equinócio de Outono
(para o hemisfério norte)
bem como Equinócio da Primavera
(para nós, do hemisfério sul).

Aliás, nestes momentos de conclusão do mês de agosto,
 Júpiter estará conjugando-se bem proximamente
à estrela-beta Virginis, Zavijava.
É interessante conhecermos o fato de que 
o eclipse solar de 21 de setembro de 1922, 
aconteceu próximo a esta estrela 
e que foi por Einstein usada para confirmar sua teoria.

Esta estrela é bem descrita por Ronaldo Rogério Mourão,
em sua 6a. edição do Atlas Celeste,
como segue:



Zavijava.  Beta Virginis. 
Magnitude 3.8
Uma estrela amarelo pálido situada na cabeça da Virgem. 
De Al Zawiah, o Ângulo, o Canil, o Recanto dos dois Vigias
 (possivelmente pelo fato de se encontrar bem próxima 
ao ponto do Equinócio do Outono)
 - porém também nomeada como A Gloriosa, A Bela. 
Os árabes chamavam esta estrela como Mashaha 
e os chineses, de Yew Chi Fa, a Mão Direita do Mantenedor da Lei.


Stellarium



O encontro entre Júpiter e Sol
estará acontecendo em 26 de setembro
- e certamente, impossível de ser observado por nós.


Stellarium



Bem, Caro Leitor,
após cerca de dois meses distante de nosso olhares,
Júpiter estará retornando aos céus estrelados
da madrugada sonolenta
e ainda em horizonte bem baixo
bem ao finalzinho do mês de outubro.

Observe que Júpiter vem conjugado
à estrela Porrima, estrela-

Esta estrela vem sendo bem descrita
por Ronaldo Rogério Mourão,
em sua 6a. edição de seu Atlas Celeste,
como segue:



Porrima  - Gamma Virginis - Estrela Dupla
AR 12h39m  Dec. - 01o.11
magnitude visual 2,7 e 3,6  Distância entre estrelas 3”,90


Nome latino da deusa da Profecia. 

Os Latinos a chamavam também de Antevorta
 ou mesmo algumas vezes Postvorta, 
nomes de duas antigas deusas da profecia,
 irmãs e assistentes de Carmentis,
 venerado e invocado por suas mulheres.

Esta estrela Gamma foi especialmente mencionada 

como sendo Zaviat al Awwã, 
o Ângulo ou Esquina - 
Gamma situando-se a meio caminho entre Spica e Denebola, 
os lados do Canil estendendo-se ao norte e ao oeste 
e sendo marcado pelas estrelas Eta e Beta, Delta e Epsilone.

Na Babilônia era Kakkab Dan-nu, a Estrela do Herói

 - como um ponto de referência em seus anais de observação de Saturno, 
no primeiro dia de março do ano 228 AC, 
a primeira menção sobre este planeta e anotada por Ptolomeu.

Os chineses conheciam esta estrela como Shang Seang, 

o Alto (Primeiro) Ministro de Estado.



Stellarium



Ao longo do mês de novembro,
Caro Leitor,
você haverá de observar
que Júpiter vem chegando mais e mais cedo
e mais e mais distanciado do horizonte leste baixo,
apresentando-se, então, de maneira mais apropriada
para ser por nós observado
bem como nos proporcionando bons momentos
para bem estudarmos seu aparente andamento
contra o pano de fundo das estrelinhas simpáticas
que desenham o corpo da Virgem.

A Lua concluindo seu ciclo
estará encontrando-se com Júpiter
em 25 de novembro
e ambos sendo testemunhados
pela estrela-alpha Virginis, Spica,
ansiosamente aguardando a chegada do planeta gasoso
-assim como demonstra a Ilustração abaixo.


Stellarium

Stellarium




O final do ano de 2016
acontece em grande estilo
no horizonte mais voltado para o leste
e nas madrugadas sonolentas do verão gostoso
do hemisfério sul,
com a doce e maravilhosa visão 
de Júpiter, o gigante gasoso,
aproximando-se mais e mais
da encantadora estrela-alpha Virginis,
Spica, a Espiga de Trigo,
que a Virgem carrega em uma de suas mãos
voltada para a passagem da Linha da Eclíptica.

Certamente, sempre esta visão
de algum Planeta conjugado à Spica
é um momento ímpar para o fazimento
de belas imagens
e para a comparação interessante
em termos das cores do Planeta e da Estrela,
quer dizer, em termos de Júpiter e de Spica
estaremos encontrando o branco absolutamente luminoso
e o azul cativante e generoso.


Sobre Spica, Ronaldo Rogério  Mourão,
em seu Atlas Celeste, nos diz:


Spica.  Alpha Virginis. 
Ascensão Reta 13h 24,1m  Declinação -11o 03’
Magnitude visual 1,21 - Distância 220 anos-luz

Uma estrela binária branco brilhante no ramo de trigo  que a Virgem carrega em sua mão voltada para o sul. 
Freqüentemente chamada de Arista (nome também usado para designar esta constelação) e também conhecida como Azimech.
 Os hindus a conheciam como Citrã, a 12a. Nakshatra, como se fosse uma Lâmpada ou uma Pérola.

Na Babilônia e representando toda a constelação, era personifica como a Esposa de Bel ou a Guirlanda da Virgem.

Para os chineses, Spica significava a grande favorita, Kió, a estrela da primavera.

Era conhecida no Egito como Repã, o Senhor, e em tempos 3200 AC, um templo em Tebas foi erigido orientada através o poente de Spica.

Da mesma forma, já em 2000 AC, assim aconteceu para o templo do Sol.  Também assim aconteceu para dois templos na Grécia construídos quase tocando um ao outro, erigidos em 1092 e 747 AC.  Outros templos na Grécia antiga apresentaram a mesma orientação.

Foi através da observação desta estrela bem como de Regulus em cerca de 300 AC, anotada pelo alexandrino Timochares, que, após comparação com seus próprios apontamentos 150 anos mais tarde, Hiparchos trouxe para si o crédito de sua grande descoberta acerca a precessão dos equinócios - mesmo que os apontamentos da Babilônia e as orientações de construção dos templos no Egito e na Grécia, indicaram um conhecimento prático sobre esta questão.


Stellarium



Stellarium






A bem da verdade,
Júpiter estará encantando
nossas madrugadas ao encontrar-se
mais e mais próximo a Spica
ao longo de todo o mês de janeiro de 2017
- quando também estará chegando
no horizonte leste por volta da meia-noite
e ainda antes e antes e antes...

Porém, já em fevereiro de 2017
e sempre bem colado à Spica,
Júpiter estará entrando em seu 
aparente movimento de retrogradação
e retornando alguns bons graus
junto ao braço da Virgem
para então encontrar seu aparente
movimento direto em junho.



Stellarium




E sempre que observamos a estrela Spica,
é certo que podemos nos recordar
que entre esta doce estrela azulada
e o voo do Corvo,
existe um objeto celeste
dos mais conhecidos e comentados 
e realizado em belíssimas imagens:
a Galáxia Sombrero!


Stellarium



Stellarium





Em começo de abril,
encontraremos o Sol
fazendo sua oposição anual
a Júpiter
e sempre este momento 
é bem oportuno
para todos aqueles que apreciam
fazer belíssimas imagens em fotos e em vídeos
bem como observar e estudar melhor o Planeta
através seus simpáticos telescópios.


Observe o fato de que
este momento marca a presença de Júpiter
nos céus estrelados
desde o cair da noite
até o final da madrugada!

A partir de seu momento ímpar
de oposição ao Sol,
Júpiter estará aparecendo nos céus estrelados
a cada noite distanciando-se mais e mais
do horizonte leste quando do cair da noite.

Ou seja, ao longo de alguns meses, Caro Leitor,
teremos a excelente oportunidade de irmos
acompanhando o suave e vagaroso 
aparente andamento do planeta Júpiter
através o longo e sinuoso corpo da Virgem.



Stellarium




Quando Júpiter novamente encontrar-se
com a belíssima estrela-alpha Virginis, Spica,
já estaremos em começo do mês de setembro
e este maravilhoso evento
acontecerá em horizonte oeste
não tão alto e não tão baixo.

No entanto, Júpiter já estará avisando
que desaparecerá brevemente
atrás do horizonte oeste
para encontrar-se com o Sol
ao final do mês de outubro de 2017.




Stellarium





Júpiter estará retornando aos céus estrelados
das madrugadas sonolentas da primavera
no hemisfério sul
bem ao final do mês de novembro
e nos trazendo
a conclusão do ano de 2017
realizando uma belíssima conjunção com Marte,
o Planeta Vermelho,
ambos já iniciando suas visitas,
em seu próprios andamentos,
à constelação da Balança, Libra.




Stellarium



Caro Leitor,
saiba muito mais
sobre a fantástica e rica
constelação da Virgem,
acessando


Bons Estudos, Boa Leitura e Boa Observação!

Com um abraço estrelado,
Janine Milward



SPICA, DOCE TESOURO!



Ramos de Trigo - Vincent Van Gogh, Junho de 1890  - Van Gogh Museum



http://www.daviddarling.info/encyclopedia/S/Spica.html
Spica. Credit: Albert Manzanares
Copyright © The Worlds of David Darling



Stellarium



Os desenhos formados pelas estrelas
- as constelações -
 são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente 
a ir percebendo que existe mais, bem mais, entre o céu e a terra...  
bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente,
 vai se tornando Cosmos 
e sendo por nossa mente conscientizado.  

Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

COM UM ABRAÇO ESTRELADO,
Janine Milward


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DA TERRA AO CÉU E AO INFINITO
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