quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Saturno e Vênus em memorável encontro, nesta madrugada de 09 de janeiro!

Olá!

Na madrugada sonolenta e ainda aguardando a chegada do Sol,
não deixe de buscar o horizonte leste bem baixo, Caro Leitor,
para bem poder se deixar emocionar 
com a belíssima visão do memorável encontro
entre Saturno, o Senhor dos Aneis,
e Vênus, a Bela da Madrugada,
nos céus estrelados do sudeste,
mais precisamente em direção à constelação do Serpentário,
Ophiucus.
(Confira em nossa Postagem em 
 http://oceudomes.blogspot.com.br/2016/01/belissimo-alinhamento-entre-lua-e.html ).

Na vizinhança bem próxima,
o Escorpião levanta-se através o horizonte leste
acolhendo sua maravilhosa estrela-alpha, Antares!

Nesta Postagem, Caro Leitor,
encontre alguma informação e imagens belíssimas
sobre o Planeta Saturno 
primeiramente em suas histórias 
e em seus dados mais técnicos
(e também sobre a Missão Cassini)
e, mais ao final da Postagem, em seus mitos.

Em nossa Postagem de ontem, Caro Leitor,
estivemos comentando sobre Vênus, a Bela da Madrugada!
(Confira em
 http://oceudomes.blogspot.com.br/2016/01/venus-bela-da-madrugada-buscando.html ).

Vênus, a bela da madrugada, a estrela matutina, 
estará beijando Saturno, o Senhor dos Aneis,
nesta madrugada de 09 de janeiro 
e este encontro será realmente memorável
pelo fato de que ambos os planetas 
estarão visualmente muito próximos um ao outro!

Felizmente, a Lua não estará presente 
(pois vem preparando-se para seu momento de Nova
logo ao final da noite de 09 de janeiro
 (para minha região, no Brasil),
e, desta maneira, 
penso que estaremos sendo brindados por uma visão belíssima,
inesquecível, memorável, realmente, tanto em termos de nossa visão desarmada
como também através binóculos simpáticos.

E, certamente, se acaso o Leitor se municiar de simpático telescópio,
poderá apontar para Vênus e para Saturno
e observar mais atentamente e mais proximamente
sobre esses dois planetas encontrando-se
já na direção da constelação do Serpentário, Ophiucus!

Boa Observação e Bons Estudos!

Com um abraço estrelado,
Janine Milward




Stellarium

Stellarium

Stellarium

Stellarium


Stellarium



Stellarium

Stellarium






Saturno,
o Senhor dos Aneis



Saturn from Cassini Orbiter (2004-10-06).jpg


http://photojournal.jpl.nasa.gov/jpegMod/PIA06193_modest.jpg
http://photojournal.jpl.nasa.gov/catalog/PIA06193





Image Credit:
NASA/JPL/Space Science Institute




Saturno é o sexto planeta a partir do Sol e o segundo maior do Sistema Solar atrás de Júpiter. Pertencente ao grupo dos gigantes gasosos, possui cerca de 95massas terrestres e orbita a uma distância média de 9,5 unidades astronômicas.
Possui um pequeno núcleo rochoso, circundado por uma espessa camada de hidrogênio metálico e hélio. A sua atmosfera, também composta principalmente dehidrogênio, apresenta faixas com fortes ventos, cuja energia provém tanto do calor recebido do Sol quanto da energia irradiada de seu centro. Entretanto, estas bandas possuem aspecto pouco proeminente, com coloração que varia do marrom ao amarelado, devido à espessa névoa que envolve o planeta, além das camadas de nuvens. Sazonalmente surgem grandes sistemas de tempestades notáveis, além de vórtices permanentes existentes nos polos.
Sua magnetosfera gera, dentre outros fenômenos, auroras em seus polos. Uma das origens de seu campo magnético é a rápida rotação do planeta (menos de onze horas), que faz ainda que Saturno seja o planeta mais achatado do Sistema Solar. Modelos sugerem que o planeta teria se formado mais perto do Sol mas, devido à interação gravitacional com outros corpos, migrou para longe.
Uma das características mais notáveis de Saturno é seu complexo e proeminente sistema de anéis, formados por gelo de água. Além dos anéis, mais desessenta satélites naturais ao seu redor, dos quais destaca-se Titã, envolto em uma espessa atmosfera de metano.
Visto da Terra, Saturno aparenta ser uma estrela brilhante no céu, facilmente visível. Somente após a invenção do telescópio, entretanto, descobriu-se seus anéis e satélites.Embora a qualidade dos instrumentos de observação tenha evoluído, o envio de sondas espaciais revelou detalhes sem precedentes. As sondasPioneer 11Voyager 1 e Voyager 2 passaram próximas a Saturno, mas sua complexidade motivou o envio de um orbitador, a sonda Cassini, que levou consigo uma sonda, Huygens, que acabou por pousar na superfície de Titã.

Saturno Saturn symbol.svg
Planeta principal
Saturn from Cassini Orbiter (2004-10-06).jpg
Mosaico de Saturno em cor natural feito pela sonda Cassini.
Características orbitais[1]
Semieixo maior1 433 449 370 km
9,582 017 2 UA
Perélio1 353 572 956 km
9,048 076 35 UA
Afélio1 513 325 783 km
10,115 958 04 UA
Excentricidade0,055 723 219
Período orbital10 759,22 dias
29,4571 anos[2]
Período sinódico378,09 dias[3]
Velocidade orbital média9,69 km/s
InclinaçãoEclíptica: 2,485 240 °[4]
Equador solar: 5,51 °
Plano invariável: 0,93 °
Longitude do nó ascendente113,642 811
Número de Satélites62 com designações formais
Características físicas[3] [5] [6]
Diâmetro equatorial120 536 km
Área da superfície4.27 × 1010 km²
Volume8,2713 × 1014 km³
Massa5,6846 × 1026 kg
Densidade média0,687 g/cm³
Gravidade equatorial10,44 m/s²
1,065 g
Período de rotação10h 34min
Velocidade de escape35,5 km/s
Inclinação axial26,73°
Albedo0,342 (Bond)
0,47 (geom.)
Temperaturamédia: -139 ºC
Magnitude aparente+1,47 até −0,24
Composição da atmosfera[3]
Composição≈ 96% hidrogênio
≈ 3% hélio
≈ 0,4% metano
≈ 0,01% amoníaco
≈ 0,01% deuterídio de hidrogênio
0,0007% etano




Image credit: NASA/JPL-Caltech/SSI/Cornell

Jewel of the Solar System
A swing high above Saturn by NASA's Cassini spacecraft revealed this stately view of the golden-hued planet and its main rings. The view is in natural color, as human eyes would have seen it. This mosaic was made from 36 images in three color filters obtained by Cassini's imaging science subsystem on Oct. 10, 2013. The observation and resulting image mosaic were planned as one of three images for Cassini's 2013 Scientist for a Day essay contest.  
Saturn sports differently colored bands of weather in this image. For instance, a bright, narrow wave of clouds around 42 degrees north latitude appears to be some of the turbulent aftermath of a giant storm that reached its violent peak in early 2011. The mysterious six-sided weather pattern known as the hexagon is visible around Saturn's north pole.
When Cassini arrived in 2004, more of the northern hemisphere sported a bluish hue and it was northern winter. The golden tones dominated the southern hemisphere, where it was southern summer. But as the seasons have turned and northern spring is in full swing, the colors have begun to change in each hemisphere as well. Golden tones have started to dominate in the northern hemisphere and the bluish color in the north is now confined to a tighter circle around the north pole. The southern hemisphere has started getting bluer, too.
The rings shown here include Saturn's main rings. The rings known as the C, B and A rings -- listed here in order of closeness to Saturn -- are easily seen. The F ring is also there, but not easily seen without enhancing the contrast of the image. (Rings were named in order of their discovery rather than their position around Saturn.) The rings also cast a shadow on Saturn at the limb of the planet in the lower right quadrant.
Cassini is currently in a set of tilted orbits known as "inclined orbits" that allow it to swing up over the north pole and below the south pole. Much of Cassini's time is spent close to the equatorial plane, where most of Saturn's rings and moons are located.
The Cassini-Huygens mission is a cooperative project of NASA, the European Space Agency and the Italian Space Agency. The Jet Propulsion Laboratory, a division of the California Institute of Technology, Pasadena, manages the Cassini-Huygens mission for NASA's Science Mission Directorate in Washington. The Cassini orbiter and its two onboard cameras were designed, developed and assembled at JPL. The imaging team consists of scientists from the United States, the United Kingdom, France and Germany. The imaging operations center is based at the Space Science Institute in Boulder, Colo.
For more information about the Cassini-Huygens mission visit http://www.nasa.gov/cassini and http://saturn.jpl.nasa.gov.

Image credit: NASA/JPL-Caltech/SSI/Cornell


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Saturno é o segundo maior planeta do Sistema Solar, atrás apenas de Júpiter. Ambos pertencem ao grupo dos gigantes gasosos, de forma que possuem características similares. O planeta é formado predominantemente por hidrogênio ehélio, além de um provável núcleo rochoso.[7] Saturno possui um raio de aproximadamente 58,2 mil quilômetros, equivalente a pouco mais de 9 vezes o raio da Terra. Sua massa, por outro lado, equivale a 95 massas terrestres.[nota 1] O planeta possui a menor densidade dentre todos do Sistema Solar, sendo de somente 0,7 g/cm3, menor que a massa específica da água. Consequentemente, a aceleração da gravidade no equador de Saturno (no nível de referência de 1bar) é de 8,96 m/s², menor que a aceleração gravitacional terrestre.[8] Embora não seja exclusivo de Saturno, seu sistema de anéis planetários é o mais proeminente do Sistema Solar.[7] Embora seja o planeta com a segunda maior massa do Sistema Solar, corresponde a somente um terço da massa de Júpiter. Ainda assim, possuem dimensões relativamente próximas, o que é atribuído principalmente ao comportamento do gás hidrogênio.[9]



Mapa do sistema das luas e do anel de Saturno.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Sat%C3%A9lites_de_Saturno#/media/File:Saturn-map.jpg


Enhanced color image of Saturn and its rings.

In this simulated image of Saturn's rings, color is used to present information about ring particle sizes in different regions based on the measured effects of three radio signals. Three simultaneous radio signals of 0.94, 3.6 and 13 centimeter wavelength (Ka-, X- and S-bands) were sent from the Cassini spacecraft through the rings to Earth. The observed change of each signal as Cassini moved behind the rings provided a profile of the distribution of ring material as a function of distance from Saturn, or an optical depth profile. Image Credit: NASA/JPL



A spherical yellow-brownish body (Saturn) can be seen on the left. It is viewed at an oblique angle with respect to its equatorial plane. Around Saturn there are rings and small ring moons. Further to the right large round moons are shown in order of their distance.
"Saturn's Rings PIA03550". Licensed under Public Domain via Commons - https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Saturn%27s_Rings_PIA03550.jpg#/media/File:Saturn%27s_Rings_PIA03550.jpg

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Uma das características notáveis do planeta Saturno é o proeminente sistemas de anéis planetários ao seu redor. De fato, seu sistema de anéis é o maior, mais massivo, brilhante e complexo de todo o Sistema Solar. Vistos através do telescópio, dois anéis mostram-se mais brilhantes, o Anel B, mais interno, e o Anel A, separados por uma lacuna conhecida como Divisão de Cassini. No entanto, a visita de sondas espaciais revelou uma intrincada estrutura de anéis mais finos e opacos.[55] [56]

As partículas constituintes deste sistemas de anéis são formadas principalmente por gelo de água. Existem diversas teorias sobre sua origem, como a partir da desintegração de cometas que passaram próximo ao planeta ou a destruição de um grande satélite natural. De fato os anéis principais estão situados no interior de uma zona conhecida como limite de Roche, dentro da qual a gravidade de Saturno é forte o suficiente para desintegrar um corpo que esteja em órbita. A formação do sistema de anéis pode ter começado há mais de um bilhão de anos. Sua evolução até atingir a configuração atual passou pelo bombardeio de meteoroides, espalhamento das partículas e a influência gravitacional dos satélites ao redor.[57] [58] Embora a largura dos anéis se estenda por milhares de quilômetros ao longo do plano equatorial de Saturno, sua espessura, segundo estimativas, não ultrapassa 150 metros. A massa do sistema de anéis é difícil de se estimar, pois não causa efeitos gravitacionais significativos que possam ser medidos por sondas espaciais. Estima-se que a massa total seja equivalente à massa do satélite natural Mimas.[59] [60]

Mosaico em cor natural obtido pela sonda Cassini dos anéis de Saturno, com seus respectivos nomes e dimensões.

Moon Parade

http://saturn.jpl.nasa.gov/assets/science/moons/images/main_flash_image.jpg


Mais de sessenta satélites naturais orbitam ao redor de Saturno. Contudo, a maioria deles são corpos pequenos, sendo que somente nove luas possuem diâmetro superior a cem quilômetros. Os satélites localizados próximos ao planeta possuem órbitas prógradas (com o mesmo sentido da rotação do planeta) e de baixa excentricidade, o que sugerem terem sido formadas junto com o planeta. Outro grupo, composto majoritariamente por pequenos corpos, possuem órbitas altamente inclinadas e muitos circulam o planeta em direção retrógrada, o que sugere terem sido capturados pela gravidade do planeta.[61]

Algumas pequenas luas, como PandoraJanoEpimeteu e Atlas, devido à proximidade, influenciam a distribuição das partículas no sistema de anéis ao redor do planeta.[62]Dentre os principais satélites, cada um exibe características únicas. Um dos mais notáveis é Titã, o maior, é o único satélite natural do Sistema Solar que possui uma espessa atmosfera e a ocorrência de nuvens. Encélado, recoberto por uma camada de gelo, possui gêiseres que expelem água no espaço. Tétis possui uma fissura que possui grande extensão em sua superfície, enquanto Mimas possui uma enorme cratera de impacto. Hipérion possui superfície extremamente irregular, cheia de crateras e uma rotação caótica. Jápeto possui uma cordilheira equatorial, além de uma face escura e outra clara. Outras grandes luas incluem ReiaDione e Febe.[63] [64]

In the foreground there are six round fully illuminated bodies and some small irregular objects. A large half-illuminated body is shown in the background with circular cloud bands around the partially darkened north pole visible.
"Moons of Saturn 2007" by Moons_of_Saturn_2007.jpg: User:KikinoDione3_cassini_big.jpg: NASA/JPL/Space Science Institutederivative work: - Begoon (Talk) - Moons_of_Saturn_2007.jpgDione3_cassini_big.jpg. Licensed under Public Domain via Commons - https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Moons_of_Saturn_2007.jpg#/media/File:Moons_of_Saturn_2007.jpg


The moons of Saturn are numerous and diverse,[1] ranging from tiny moonlets less than 1 kilometer across to the enormous Titan, which is larger than the planet MercurySaturn has 62 moons with confirmed orbits, 53 of which have names and only 13 of which have diameters larger than 50 kilometers.[2][3][4] Seven Saturnian moons are large enough to be ellipsoidal in shape, though only two of those, Titan and Rhea, are currently in hydrostatic equilibrium, as well as dense rings with complex orbital motions of their own. Particularly notable among Saturn's moons are Titan, the second-largest moon (after Jupiter's Ganymede) in the Solar System, with a nitrogen-richEarth-like atmosphere and a landscape including hydrocarbon lakes and dry river networks;[5] and Enceladus, which is seemingly similar in chemical makeup to comets,[6] emits jets of gas and dust and may harbor liquid water under its south pole region.[7]
Twenty-four of Saturn's moons are regular satellites; they have prograde orbits not greatly inclined to Saturn's equatorial plane.[8] They include the seven major satellites, four small moons that exist in a trojan orbit with larger moons, two mutually co-orbital moons and two moons that act as shepherds of Saturn's F Ring. Two other known regular satellites orbit within gaps in Saturn's rings. The relatively largeHyperion is locked in a resonance with Titan. The remaining regular moons orbit near the outer edge of the A Ring, within G Ring and between the major moons Mimas and Enceladus. The regular satellites are traditionally named after Titans and Titanesses or other figures associated with the mythological Saturn.

Satélites sobrevoados pela Cassini-Huygens na viagem interplanetária Terra–Saturno
Moon seen by Cassini - PIA02321.tif
Two Halves of Titan.png
PIA08148 (Rhea-Splat).jpg
Iapetus as seen by the Cassini probe - 20071008.jpg
Dionean Linea PIA08256.jpg
Tethys cassini.jpg
Fountains of Enceladus PIA07758.jpg
LuaTitanRheaIapetusDioneTethysEnceladus
Mimas before limb sharp (colored).jpg
Hyperion in natural colours.jpg
Phoebe cassini.jpg
PIA12714 Janus crop.jpg
PIA09813 Epimetheus S. polar region.jpg
Prometheus 12-26-09a.jpg
Flying By Pandora.jpg
MimasHyperionPhoebeJanusEpimetheusPrometheusPandora
Leading hemisphere of Helene - 20110618.jpg
Atlas (NASA).jpg

Telesto cassini closeup.jpg
Methone PIA14633.jpg
HeleneAtlasTelestoMethone


The remaining 38, all small except one, are irregular satellites, whose orbits are much farther from Saturn, have high inclinations, and are mixed between prograde and retrograde. These moons are probably captured minor planets, or debris from the breakup of such bodies after they were captured, creating collisional families. The irregular satellites have been classified by their orbital characteristics into theInuitNorse, and Gallic groups, and their names are chosen from the corresponding mythologies. The largest of the irregular moons isPhoebe, the ninth moon of Saturn, discovered at the end of the 19th century.
The rings of Saturn are made up of objects ranging in size from microscopic to moonlets hundreds of meters across, each in its own orbit around Saturn.[9] Thus a precise number of Saturnian moons cannot be given, because there is no objective boundary between the countless small anonymous objects that form Saturn's ring system and the larger objects that have been named as moons. Over 150 moonlets embedded in the rings have been detected by the disturbance they create in the surrounding ring material, though this is thought to be only a small sample of the total population of such objects.[10]


"Saturn eclipse" by NASA/JPL/Space Science Institute - http://photojournal.jpl.nasa.gov/catalog/PIA08329 (compressed version of http://photojournal.jpl.nasa.gov/tiff/PIA08329.tif). Licensed under Public Domain via Commons - https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Saturn_eclipse.jpg#/media/File:Saturn_eclipse.jpg

Ancient observations


Saturn has been known since prehistoric times.[109] In ancient times, it was the most distant of the five known planets in the Solar System (excluding Earth) and thus a major character in various mythologies.Babylonian astronomers systematically observed and recorded the movements of Saturn.[110] In ancient Roman mythology, the god Saturnus, from which the planet takes its name, was the god of agriculture.[111]The Romans considered Saturnus the equivalent of the Greek god Cronus.[111] The Greeks had made the outermost planet sacred to Cronus,[112] and the Romans followed suit. (In modern Greek, the planet retains its ancient name Cronus—Κρόνος: Kronos.)[113]
The Greek scientist Ptolemy based his calculations of Saturn's orbit on observations he made while it was in opposition.[114] In Hindu astrology, there are nine astrological objects, known as Navagrahas. Saturn, one of them is known as "Shani" and judges everyone based on the good and bad deeds performed in life.[111][114] Ancient Chinese and Japanese culture designated the planet Saturn as the "earth star" (土星). This was based on Five Elements which were traditionally used to classify natural elements.[115][116][117]
In ancient Hebrew, Saturn is called 'Shabbathai'.[118] Its angel is Cassiel. Its intelligence or beneficial spirit is Agiel (layga) and its spirit (darker aspect) is Zazel (lzaz). In Ottoman TurkishUrdu and Malay, its name is 'Zuhal', derived from Arabic زحل.

European observations (17th–19th centuries)


Robert Hooke noted the shadows (a and b) cast by both the globe and the rings on each other in this drawing of Saturn in 1666.
Saturn's rings require at least a 15-mm-diameter telescope[119] to resolve and thus were not known to exist until Galileo first saw them in 1610.[120][121] He thought of them as two moons on Saturn's sides.[122][123] It was not until Christiaan Huygens used greater telescopic magnification that this notion was refuted. Huygens discovered Saturn's moon Titan; Giovanni Domenico Cassini later discovered four other moons: IapetusRheaTethys and Dione. In 1675, Cassini discovered the gap now known as the Cassini Division.[124]
No further discoveries of significance were made until 1789 when William Herschel discovered two further moons, Mimas and Enceladus. The irregularly shaped satelliteHyperion, which has a resonance with Titan, was discovered in 1848 by a British team.[125]
In 1899 William Henry Pickering discovered Phoebe, a highly irregular satellite that does not rotate synchronously with Saturn as the larger moons do.[125] Phoebe was the first such satellite found and it takes more than a year to orbit Saturn in a retrograde orbit. During the early 20th century, research on Titan led to the confirmation in 1944 that it had a thick atmosphere – a feature unique among the Solar System's moons.[126]

"Saturnoppositions-animated" by Tdadamemd - File:Saturnoppositions.jpg. Licensed under CC BY-SA 4.0 via Commons - https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Saturnoppositions-animated.gif#/media/File:Saturnoppositions-animated.gif

Modern NASA and ESA probes

Pioneer 11 flyby


Voyager flybys
Pioneer 11 carried out the first flyby of Saturn in September 1979, when it passed within 20,000 km of the planet's cloud tops. Images were taken of the planet and a few of its moons, although their resolution was too low to discern surface detail. The spacecraft also studied Saturn's rings, revealing the thin F-ring and the fact that dark gaps in the rings are bright when viewed at high phase angle (towards the Sun), meaning that they contain fine light-scattering material. In addition, Pioneer 11 measured the temperature of Titan.[127]
In November 1980, the Voyager 1 probe visited the Saturn system. It sent back the first high-resolution images of the planet, its rings and satellites. Surface features of various moons were seen for the first time. Voyager 1 performed a close flyby of Titan, increasing knowledge of the atmosphere of the moon. It proved that Titan's atmosphere is impenetrable in visible wavelengths, therefore no surface details were seen. The flyby changed the spacecraft's trajectory out from the plane of the Solar System.[128]
Almost a year later, in August 1981, Voyager 2 continued the study of the Saturn system. More close-up images of Saturn's moons were acquired, as well as evidence of changes in the atmosphere and the rings. Unfortunately, during the flyby, the probe's turnable camera platform stuck for a couple of days and some planned imaging was lost. Saturn's gravity was used to direct the spacecraft's trajectory towards Uranus.[128]
The probes discovered and confirmed several new satellites orbiting near or within the planet's rings, as well as the small Maxwell Gap (a gap within the C Ring) and Keeler gap (a 42 km wide gap in the A Ring).

Cassini Saturn Orbit Insertion.jpg

https://pt.wikipedia.org/wiki/Cassini-Huygens


Cassini–Huygens spacecraft

On 1 July 2004, the Cassini–Huygens space probe performed the SOI (Saturn Orbit Insertion) maneuver and entered orbit around Saturn. Before the SOI, Cassini had already studied the system extensively. In June 2004, it had conducted a close flyby of Phoebe, sending back high-resolution images and data.
Cassini's flyby of Saturn's largest moon, Titan, has captured radar images of large lakes and their coastlines with numerous islands and mountains. The orbiter completed two Titan flybys before releasing the Huygens probe on 25 December 2004. Huygens descended onto the surface of Titan on 14 January 2005, sending a flood of data during the atmospheric descent and after the landing.[129] Cassini has since conducted multiple flybys of Titan and other icy satellites.

In 2006, NASA reported that
 Cassini had found evidence of liquid water reservoirs that erupt in geysers on Saturn's moon Enceladus. Images had shown jets of icy particles being emitted into orbit around Saturn from vents in the moon's south polar region. According to Andrew Ingersoll, California Institute of Technology, "Other moons in the Solar System have liquid-water oceans covered by kilometers of icy crust. What's different here is that pockets of liquid water may be no more than tens of meters below the surface."[131] Over 100 geysers have been identified on Enceladus.[132] In May 2011, NASA scientists at an Enceladus Focus Group Conference reported that Enceladus "is emerging as the most habitable spot beyond Earth in the Solar System for life as we know it".[133][134]Since early 2005, scientists have been tracking lightning on Saturn. The power of the lightning is approximately 1,000 times that of lightning on Earth.[130]
Cassini photographs have led to other significant discoveries. They have revealed a previously undiscovered planetary ring, outside the brighter main rings of Saturn and inside the G and E rings. The source of this ring is hypothesized to be the crashing of a meteoroid off Janus and Epimetheus.[135] In July 2006, Cassini images provided evidence of hydrocarbon lakes near Titan's north pole, the presence of which were confirmed in January 2007. In March 2007, additional images near Titan's north pole revealed hydrocarbon seas, the largest of which is almost the size of the Caspian Sea.[136] In October 2006, the probe detected an 8,000 km diameter cyclone-like storm with an eyewall at Saturn's south pole.[137]
From 2004 to 2 November 2009, the probe discovered and confirmed eight new satellites. Its primary mission ended in 2008 when the spacecraft had completed 74 orbits around the planet. The probe's mission was extended to September 2010 and then extended again to 2017, to study a full period of Saturn's seasons.[138]
In April 2013 Cassini sent back images of a hurricane at the planet's north pole 20 times larger than those found on Earth, with winds faster than 530 km/h.[139]
On 19 July 2013, Cassini was pointed towards Earth to capture an image of the Earth and the Moon (and, as well, Venus and Mars) as part of a natural light, multi-image portrait of the entire Saturn system. It was the first time NASA informed the people of Earth that a long-distance photo was being taken in advance.

Christiaan HuygensPainting

Giovanni Domenico Cassini
1625 - 1712
Os Aneis e Luas de Saturno


Cassini-Huygens é uma sonda espacial não-tripulada enviada em missão ao planeta Saturno e seu sistema planetário. Um projeto conjunto da NASAESA (Agência Espacial Europeia) e ASI (Agência Espacial Italiana), ela consiste de dois elementos principais, o orbitador Cassini e a sonda Huygens. Lançada ao espaço em 15 de outubro de 1997, ela entrou em órbita de Saturno em 1 de julho de 2004 e continua em operação, estudando o planeta, seus satélites naturais, a heliosfera e testando aTeoria da Relatividade.
Um projeto que levou duas décadas de planejamento e desenvolvimento até seu lançamento, após uma viagem interplanetária de quase sete anos, na qual sobrevoouVênus e Júpiter, a nave entrou em órbita de Saturno na metade de 2004; em dezembro daquele ano a sonda Huygens separou-se do orbitador Cassini e em 14 de janeiro de 2005 entrou na atmosfera e pousou na superfície do maior satélite de Saturno, Titan, transmitindo imagens e dados para a Terra, na primeira vez em que um objeto construído pelo Homem pousou num corpo celeste do Sistema Solar exterior.
A Cassini-Huygens integra o Programa Flagship para os planetas exteriores, o maior e mais caro programa espacial não-tripulado da NASA. As outras missões deste programa incluem as Viking, as Voyager e a Galileu.1 A espaçonave de duas partes foi batizada em homenagem aos astrônomos Giovanni Cassini e Christiaan Huygens.
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Ficheiro:Cassini Interplanet traject.jpg
Trajetória da Cassini-Huygens pelo Sistema Solar. Partindo da Terra a 15 de outubro de 1997, a sonda espacial chegou a Saturno em 1 de Julho de 2004.



Eventos importantes

15 de Outubro de 1997 — Cassini-Huygens lançada de Cabo Canaveral às 08:43 UTC.27
26 de Abril de 1998 — Primeira passagem pelo planeta Vénus para empurrão gravitacional, sobrevoando a superfície do planeta a 283 km de altitude e ganhando um empuxo em velocidade de 7 km/s.28
24 de Junho de 1999 — Segunda passagem pelo planeta Vénus para empurrão gravitacional.29
18 de Agosto de 1999 03:28 UTC — Passagem pelo planeta Terra para empurrão gravitacional. Uma hora e vinte minutos antes, a Cassini fez a maior aproximação à Lua a uma distância de 377 000 km, e tirou uma série de imagens de calibração. A nave sobrevoou a Terra a 1171 km de altitude e ganhou um empuxo em velocidade de 5,5 km/s.30

30 de Dezembro
 de 2000
 — Passagem pelo planeta Júpiter para empurrão gravitacional. A Cassini esteve no ponto mais próximo deste planeta neste dia, e fez muitas medições científicas. Também produziu o retrato colorido global mais detalhado de Júpiter; as menores caraterísticas têm aproximadamente 60 km de diâmetro.3223 de Janeiro de 2000 — Passagem pelo asteroide 2685 Masursky às 10:00 UTC. A Cassini fez imagens 5 a 7 horas antes a 1,6 milhões de km de distância e estimou um diâmetro de 15 a 20 km para o asteróide.31
30 de Maio de 2001 — Na viagem entre Júpiter e Saturno, notou-se o aparecimento de um "embaçamento" nas fotografias tiradas pela câmera de ângulo cerrado da Cassini. De início, foi visto numa fotografia da estrela Maia do aglomerado das Plêiades, tirada depois de um período de aquecimento de rotina.
23 de Julho de 2002 — No final de Janeiro, um teste foi feito para remover o "embaçamento" das lentes da câmara de ângulo cerrado, aquecendo-a. O objetivo foi alcançado aquecendo-se a câmera até 4 graus Celsius durante oito dias. Mais tarde, o aquecimento foi estendido para 60 dias, e a imagem da estrela Spica mostrou um melhoramento de mais de 90% quando comparado com o período anterior ao aquecimento. A 9 de Julho, a imagem mostrou que o procedimento de remoção de embaçamento foi completado com sucesso.33
10 de Outubro de 2003 — A equipe de cientistas da Cassini anunciou os resultados de um teste da teoria da relatividade de Einstein, usando sinais de rádio da sonda Cassini. Os cientistas observaram uma mudança de frequência nas ondas de rádio de e para a sonda, assim que esses sinais viajaram mais perto do Sol. Testes anteriores estavam de acordo com as previsões teóricas com uma precisão de uma parte em mil. A experiência da Cassini melhorou a precisão até cerca de 20 partes em um milhão, com os dados ainda a suportar a teoria de Einstein.

Chegada a Saturno

27 de Fevereiro de 2004 — Uma nova fotografia de alta resolução tirada pela Cassini no dia 9 de Fevereiro foi divulgada. A imagem surpreendeu os cientistas da missão devido ao fato de não ser visível nenhum "fantasma" nos anéis de Saturno. Estas estruturas escuras na secção "B" do anel foram descobertas nas imagens tiradas pela sonda Voyager em 1981.34 Outra imagem, em luz infravermelha, tirada a 16 de Fevereiro mostra diferenças na altura das nuvens.35 A mesma perturbação era visível nas imagens tiradas pelo Telescópio Espacial Hubble nos anos 90 do século XX.
12 de Março de 2004 — Fotografias tiradas a 23 de Fevereiro não mostram uma característica descoberta pela Voyager: espessamentos no exterior do anel "F". Ao tempo, o que não pôde ser deduzido foi o tempo de vida exato destes espessamentos, e espera-se que a Cassini produza dados decisivos sobre esta questão. O primeiro conjunto de imagens mostra um conjunto de espessamentos ao longo do anel "F".36
26 de Março de 2004 — A equipe de cientistas da Cassini publicou a primeira sequência de imagens de Saturno mostrando nuvens a moverem-se em alta velocidade ao redor do planeta. Usando um filtro para ver melhor o vapor de água no topo da cobertura de nuvens densas, movimentos nas regiões equatorial e sul são claramente visíveis. As imagens foram obtidas entre os dias 15 e 19 de Fevereiro.37
15 de Abril de 2004 — A NASA anunciou que os dois satélites naturais descobertos pela Voyager 1 foram avistados, de novo, pela Cassini em imagens tiradas no dia 10 de Março: Prometheus e Pandora. Estes não são satélites comuns, pois o seu efeito gravitacional no anel 'F' levou a que os cientistas os chamassem de "satélites pastores". A sua descoberta emocionou os pesquisadores interessados na dinâmica do sistema de anéis, porque as suas órbitas são próximas o suficiente para que elas interajam uma com a outra de uma forma "caótica". Uma das missões da missão será monitorar de perto os movimentos destes corpos.

Entrada no sistema saturniano

18 de Maio de 2004 — A Cassini entrou no sistema saturniano. O efeito gravitacional de Saturno começou a sobrepor-se à influência do Sol.
20 de Maio de 2004 — Foi divulgada a primeira imagem de Titan. Foi feita a 5 de Maio a uma distância de 29,3 milhões de quilômetros.38
11 de Junho de 2004 — A Cassini sobrevoa o satélite natural Phoebe às 19:33 UT a 2068 quilômetros de distância. Todos os onze instrumentos a bordo operaram como esperado e todos os dados foram adquiridos. Os cientistas planejam usar os dados para criar mapas globais do satélite coberto de crateras e para determinar sua composição, massa e densidade. Vários dias serão necessários para que os cientistas possam rever os dados e chegar a conclusões mais concretas.

Inserção orbital em Saturno e pouso em Titan

1 de Julho de 2004 — A Inserção orbital em Saturno foi efetuada com sucesso, entre os anéis F e G do planeta. Aproximando-se a 19.980 km do topo das nuvens na superfície, fotografias dos anéis foram tiradas e enviadas para os cientistas da missão na Terra.39 Os cientistas surpreenderam-se com a claridade e o detalhes das imagens e vão pesquisá-las durante um bom tempo.
2 de Julho de 2004 — A primeira passagem por Titan foi executada e as primeiras imagens foram enviadas para a Terra. Devido ao plano orbital inicial, a Cassini passou pelo polo sul da lua a uma distância maior que em sobrevoos posteriores. Contudo, durante uma conferência de imprensa a 3 de Junho, os cientistas da missão mostraram imagens que já os forçavam a rever teorias. Agora parece que as características de albedo mais escuro e claro na superfície representam, de fato, materiais diferentes. Ao contrário do esperado, as regiões geladas eram mais escuras que as áreas onde outra matéria (possivelmente orgânica) está misturada com gelo.
16 de agosto de 2004 — Os cientistas anunciam a descoberta de duas novas luas em órbita de Saturno e o sucesso de um dos objetivos do programa: localizar pequenas e desconhecidas luas em volta do planeta. As luas seriam mais tarde batizadas como Methone e Palene.40
25 de dezembro de 2004 — A sonda de pouso Huygens separa-se da Cassini às 02:00 UTC e inicia sua viagem de 22 dias até a atmosfera de Titan.22
14 de Janeiro de 2005 — A Huygens entra na atmosfera de Titan às 09:06 UTC e pousa na sua superfície às 11:35 UTC.2
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Situação atual

A missão Cassini-Huygens chegou a Saturno em julho de 2004 e deveria operar até 2008. Em 15 de abril deste ano, ela recebeu mais fundos do governo para uma prorrogação de dois anos de pesquisas e passou a ser chamada de Missão Cassini Equinox, pois continuaria operacional durante o equinócio em Saturno. Neste período de dois anos, iniciado em 1 de julho de 2010, a Cassini pôde realizar mais 60 órbitas de Saturno, 21 sobrevoos próximos de Titan, sete de Enceladus, seis de Mimas, sete de Tethys, e um sobre DioneRhea eHelene.5

Ao fim do segundo período de operações, a missão recebeu nova prorrogação, desta vez de cerca de sete anos, agora com o nome de Missão Cassini Solstice, até 2017, quando será a época do solstício de verão no hemisfério norte do planeta. Desde então ela vem realizando e realizará 155 órbitas em Saturno, 55 sobrevoos de Titan e 11 de Enceladus.55 A missão deverá se encerrar definitivamente no primeiro semestre de 2017, quando a espaçonave, depois de uma órbita a apenas 3000 km da superfície de Saturno, deverá ser direcionada para um mergulho na atmosfera do planeta, sendo destruída.A missão Cassini-Huygens chegou a Saturno em julho de 2004 e deveria operar até 2008. Em 15 de abril deste ano, ela recebeu mais fundos do governo para uma prorrogação de dois anos de pesquisas e passou a ser chamada de Missão Cassini Equinox, pois continuaria operacional durante o equinócio em Saturno. Neste período de dois anos, iniciado em 1 de julho de 2010, a Cassini pôde realizar mais 60 órbitas de Saturno, 21 sobrevoos próximos de Titan, sete de Enceladus, seis de Mimas, sete de Tethys, e um sobre DioneRhea eHelene.54

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http://www.lpi.usra.edu/opag/march_08_meeting/presentations/spilker.pdf




Cassini Mission 
NASA's Jet Propulsion Laboratory

Cassini spacecraft

Cassini's Superhuman Senses05.26.04 
The Cassini spacecraft is loaded with an array of sophisticated instruments and cameras, to deliver valuable data from the mission to scientists around the world.

Image right: An animation showing the Cassini spacecraft various instruments. + View QuickTime (.8 Mb)
Image credit: NASA/JPL
 




Belíssima Imagem realizada por Amador:

A Gaggle of Moons by Emily Lakdawalla


http://saturn.jpl.nasa.gov/multimedia/images/amateur-image/images/IMG004988.jpg

A Gaggle of Moons by Emily Lakdawalla
February 25, 2014


From the producer, Emily Lakdawalla:
“Cassini caught five moons at the edge of Saturn’s ring system in this natural color photo from July 29, 2011. From left, the moons are Janus, Pandora, Enceladus, Mimas, and Rhea.”
This work is licensed under a Creative Commons Attribution-NonCommercial-ShareAlike 3.0 Unported License.



https://www.facebook.com/photo.php?fbid=398019360269874&set=a.398017803603363.90660.398017433603400&type=3&theater



Informações básicas extraídas da Página do Facebook

acessada em

    Sobre

    Exploring Saturn system since 2004, the Cassini mission has revolutionized our view of the planet, its rings, and moons. The mission is a cooperative project of NASA, the European Space Agency and the Italian space agency, Agenzia Spaziale Italiana (ASI).
    Missão
    The Cassini program is an international cooperative effort involving NASA, the European Space Agency (ESA) and the Italian space agency, Agenzia Spaziale Italiana (ASI), as well as several separate European academic and industrial contributors. The Cassini partnership represents an undertaking whose scope and cost would not likely be borne by any single nation, but is made possible through shared investment and participation. Through the mission, about 260 scientists from 17 countries hope to gain a better understanding of Saturn, its stunning rings, its magnetosphere, Titan and its other icy moons.
    Descrição
    Cassini completed its initial four-year mission to explore the Saturn System in June 2008 and the first extended mission, called the Cassini Equinox Mission, in September 2010. Now, the healthy spacecraft is seeking to make exciting new discoveries in a second extended mission called the Cassini Solstice Mission.

    The mission’s extension, which goes through September 2017, is named for the Saturnian summer solstice occurring in May 2017. The northern summer solstice marks the beginning of summer in the northern hemisphere and winter in the southern hemisphere. Since Cassini arrived at Saturn just after the planet's northern winter solstice, the extension will allow for the first study of a complete seasonal period.

    Cassini launched in October 1997 with the European Space Agency's Huygens probe. The probe was equipped with six instruments to study Titan, Saturn's largest moon. It landed on Titan's surface on Jan. 14, 2005, and returned spectacular results.

    Meanwhile, Cassini's 12 instruments have returned a daily stream of data from Saturn's system since arriving at Saturn in 2004.

    Among the most important targets of the mission are the moons Titan and Enceladus, as well as some of Saturn’s other icy moons. Towards the end of the mission, Cassini will make closer studies of the planet and its rings.

    More about the mission: http://saturn.jpl.nasa.gov/mission/introduction/
    Informação Geral
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    Crescent Saturn


    Credit: NASA/JPL-Caltech/Space Science Institute



    http://saturn.jpl.nasa.gov/mission/introduction/

    Mission Overview

    Cassini completed its initial four-year mission to explore the Saturn System in June 2008 and the first extended mission, called the Cassini Equinox Mission, in September 2010. Now, the healthy spacecraft is seeking to make exciting new discoveries in a second extended mission called the Cassini Solstice Mission.
    The mission’s extension, which goes through September 2017, is named for the Saturnian summer solstice occurring in May 2017. The northern summer solstice marks the beginning of summer in the northern hemisphere and winter in the southern hemisphere. Since Cassini arrived at Saturn just after the planet's northern winter solstice, the extension will allow for the first study of a complete seasonal period.
    Cassini launched in October 1997 with the European Space Agency's Huygens probe. The probe was equipped with six instruments to study Titan, Saturn's largest moon. It landed on Titan's surface on Jan. 14, 2005, and returned spectacular results.
    Meanwhile, Cassini's 12 instruments have returned a daily stream of data from Saturn's system since arriving at Saturn in 2004.
    Among the most important targets of the mission are the moons Titan and Enceladus, as well as some of Saturn’s other icy moons. Towards the end of the mission, Cassini will make closer studies of the planet and its rings.



    Jewel of the Solar System



    Jewel of the Solar System
    A swing high above Saturn by NASA's Cassini spacecraft revealed this stately view of the golden-hued planet and its main rings. The view is in natural color, as human eyes would have seen it. This mosaic was made from 36 images in three color filters obtained by Cassini's imaging science subsystem on Oct. 10, 2013. The observation and resulting image mosaic were planned as one of three images for Cassini's 2013 Scientist for a Day essay contest.  
    Saturn sports differently colored bands of weather in this image. For instance, a bright, narrow wave of clouds around 42 degrees north latitude appears to be some of the turbulent aftermath of a giant storm that reached its violent peak in early 2011. The mysterious six-sided weather pattern known as the hexagon is visible around Saturn's north pole.
    When Cassini arrived in 2004, more of the northern hemisphere sported a bluish hue and it was northern winter. The golden tones dominated the southern hemisphere, where it was southern summer. But as the seasons have turned and northern spring is in full swing, the colors have begun to change in each hemisphere as well. Golden tones have started to dominate in the northern hemisphere and the bluish color in the north is now confined to a tighter circle around the north pole. The southern hemisphere has started getting bluer, too.
    The rings shown here include Saturn's main rings. The rings known as the C, B and A rings -- listed here in order of closeness to Saturn -- are easily seen. The F ring is also there, but not easily seen without enhancing the contrast of the image. (Rings were named in order of their discovery rather than their position around Saturn.) The rings also cast a shadow on Saturn at the limb of the planet in the lower right quadrant.
    Cassini is currently in a set of tilted orbits known as "inclined orbits" that allow it to swing up over the north pole and below the south pole. Much of Cassini's time is spent close to the equatorial plane, where most of Saturn's rings and moons are located.
    The Cassini-Huygens mission is a cooperative project of NASA, the European Space Agency and the Italian Space Agency. The Jet Propulsion Laboratory, a division of the California Institute of Technology, Pasadena, manages the Cassini-Huygens mission for NASA's Science Mission Directorate in Washington. The Cassini orbiter and its two onboard cameras were designed, developed and assembled at JPL. The imaging team consists of scientists from the United States, the United Kingdom, France and Germany. The imaging operations center is based at the Space Science Institute in Boulder, Colo.
    For more information about the Cassini-Huygens mission visit http://www.nasa.gov/cassini and http://saturn.jpl.nasa.gov.
    Image credit: NASA/JPL-Caltech/SSI/Cornell





    SAIBA MAIS E MAIS 
    SOBRE A MISSÃO CASSINI
    ACESSANDO









    A Splendor Seldom Seen


    Source: NASA/JPL-Caltech/Space Science Institute




    MITOS 
    SATURNO




    Gaia, a Mãe-Terra, uniu-se a Urano, seu primogênito e apaixonado amante, gerando com ele muitos e muitos filhos.  


    Elementos devastadores, os primeiros filhos de Gaia fazem os vulcões entrarem em erupção, e criam terremotos, tempestades e furacões.  No entanto, Urano, pai e irmão dessas forças, revolta-se contra elas e as atira no Tártaro, uma das regiões do Erebo subterrâneo.  Mas Gaia, mãe-Terra, liberta seus filhos - porque é a própria Natureza e não pode impedir que os fenômenos naturais sigam seus próprios cursos.

    Entra em cena Cronos, Saturno, filho de Gaia e de Urano, que se revolta contra seu pai que não pára de fecundar sua mãe, incessantemente.  E também Cronos, Saturno, revolta-se contra seus outros irmãos que estão sempre devastando a Terra.

    Para que Urano não continue fecundando sua mãe e trazendo mais e mais filhos, Cronos, Saturno, corta os testículos de seu pai, castra-o, lhe traz o limite da criação e da procriação, usando uma foice.  Ao cair sobre a Terra, o sangue de Urano gerou as Eríneas (símbolos da culpa de Cronos, Saturno) , os Gigantes e as Melíades, ninfas das Arvores.  Ao caírem no mar, os testículos do deus formam uma branca espuma da qual nasce Afrodite, Vênus, a deusa do amor e da beleza.

    Juntamente com Rea, Cibele, sua esposa e irmã, Saturno estabelece um reinado que se assemelha à era pré-consciente da humanidade.  Nesse período, o Tempo ainda está cego.  A vida não compreende a si mesma, e parece mais um simples fervilhar de elementos confusos do que propriamente uma evolução.

    Cronos é insaciável; o Tempo devora tudo: seres, momentos, destinos, sem piedade, sem apego ao que passou.  O que importa é construir o futuro.  Porém, Cronos, Saturno, teme que lhe aconteça a mesma coisa que fez acontecer ao seu pai, o fato de ser destronado por um dos seus filhos.  Aliás, sua mãe-Terra, Gaia, já lhe havia profetizado essa verdade.  E por isso mesmo, Saturno vai devorando cada um dos seus filhos, ao nascerem.



    Quadro de Francisco Goya

    Apenas um dos filhos de Saturno, o Tempo, escapou-lhe à voracidade  e o destronou do centro do mundo: Zeus, Júpiter, o poderoso deus dos deuses. 

    Rea, Cibele deu à luz seu filho Júpiter numa distante caverna e entregou-o para ser cuidado por Gaia enquanto voltava ao lar e entregava a Cronos uma pedra embrulhada por um pano, como se fosse o filho recém-nascido.  Cronos, Saturno, rapidamente engoliu a pedra.  Rea havia salvado seus filhos mas ao mesmo tempo havia selado a profecia: em dia próximo, o ultimo filho de Cronos tomaria das armas para encerrar o sombrio reinado de sangue.  E para sempre se instalaria no mundo.

    Júpiter, ao crescer, aliou-se aos irmãos e aos monstros, e destronou Saturno, Cronos, venceu os Titãs e os Gigantes.  Com a tríplice vitória, firmou-se como senhor absoluto do mundo e encerrou o ciclo das divindades tenebrosas, das forças desordenadas, que como Cronos - o Tempo - tudo corrompem e destroem.  É a vitória da Ordem e da Razão sobre os instintos e as emoções desenfreadas.

    Quando Júpiter destronou seu pai, entregou-lhe uma poção mágica que fez com que Saturno vomitasse todos os filhos que havia engolido, um a um.  


    Reunidos os três irmãos, Júpiter, Netuno e Plutão, tramaram então um plano para destituir do poder o pai temível.  Armas lhes foram fabricadas: a Júpiter, couberam o raio e o trovão.  Para Plutão, coube o capacete que o tornava invisível.  Para Netuno, coube o poderoso tridente, a cujo toque terra e mar estremeciam desde as profundezas.     

    Os vencedores reuniram-se e dividiram entre si o domínio do mundo, cada qual com seu quinhão de honraria: Netuno ganhou a soberania dos mares; Plutão assumiu o reino dos mortos.  E Júpiter subiu ao Olimpo, para de lá comandar, altíssimo e absoluto, a terra e o céu, os homens e todos os demais deuses.  

    Os textos acima são sintetizados por Janine e extraídos de alguns Fascículos da antiga coleção Mitologia, publicada pela Abril Cultural, ainda na década de 1960.




    Enhanced color image of Saturn and its rings.