quinta-feira, 7 de janeiro de 2016

Vênus, a Bela da Madrugada, buscando encontrar-se com Saturno, o Senhor dos Aneis!

Olá!

Vênus, a bela da madrugada, a estrela matutina, 
estará beijando Saturno, o Senhor dos Aneis,
nesta madrugada de 09 de janeiro 
e este encontro será realmente memorável
pelo fato de que ambos os planetas 
estarão visualmente muito próximos um ao outro!

Felizmente, a Lua não estará presente 
(pois vem preparando-se para seu momento de Nova
logo ao final da noite de 09 de janeiro
 (para minha região, no Brasil),
e, desta maneira, 
penso que estaremos sendo brindados por uma visão belíssima,
inesquecível, memorável, realmente, tanto em termos de nossa visão desarmada
como também através binóculos simpáticos.

E, certamente, se acaso o Leitor se municiar de simpático telescópio,
poderá apontar para Vênus e para Saturno
e observar mais atentamente e mais proximamente
sobre esses dois planetas encontrando-se
já na direção da constelação do Serpentário, Ophiucus,
porém sendo testemunhados pela estrela-alpha Scorpii, Antares,
na vizinhança bem próxima!
(Confira em nossa Postagem em
  http://oceudomes.blogspot.com.br/2016/01/belissimo-alinhamento-entre-lua-e.html ).

Nesta Postagem, Caro Leitor,
encontre alguma informação e imagens belíssimas
sobre o Planeta Vênus
primeiramente em suas histórias
 e em seus dados mais técnicos
e, mais ao final da Postagem, em seus mitos.

Em nossa Postagem de amanhã, Caro Leitor,
estaremos comentando, então,
sobre o Planeta Saturno.  Aguarde!

Boa Observação e Bons Estudos!

Com um abraço estrelado,
Janine Milward



Stellarium

Stellarium

Stellarium

Stellarium


Stellarium



Stellarium

Stellarium



Vênus,
a Bela da Madrugada,
a Estrela Matutina,
a Estrela D'Alva
ou
a Bela da Tarde,
a Estrela Vespertina



"Venus globe" por NASA - http://photojournal.jpl.nasa.gov/catalog/PIA00104. Licenciado sob Domínio público, via Wikimedia Commons - https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Venus_globe.jpg#/media/File:Venus_globe.jpg
Imagem obtida por radar da superfície de Vénus, centrada à longitude 180° Leste.




Vénus (português europeu) ou Vênus (português brasileiro) (AO 1990Vénus ou Vênus)[4] é o segundo planeta do Sistema Solar em ordem de distância a partir doSol, orbitando-o a cada 224,7 dias. Recebeu seu nome em homenagem à deusa romana do amor e da beleza Vénus, equivalente a Afrodite. Depois daLua, é o objeto mais brilhante do céu noturno, atingindo uma magnitude aparente de -4,6, o suficiente para produzir sombras. Como Vénus se encontra mais próximo do Sol do que a Terra, ele pode ser visto aproximadamente na mesma direção do Sol (sua maior elongação é de 47,8°). Vénus atinge seu brilho máximo algumas horas antes da alvorada ou depois do ocaso, sendo por isso conhecido como a estrela da manhã (Estrela d'Alva) ou estrela da tarde (Vésper); também é chamado Estrela do Pastor.


Vénus é considerado um planeta do tipo terrestre ou telúrico, chamado com frequência de planeta irmão da Terra,[5] já que ambos são similares quanto ao tamanho, massa e composição. Vénus é coberto por uma camada opaca de nuvens de ácido sulfúrico altamente reflexivas, impedindo que a sua superfície seja vista do espaço na luz visível. Ele possui a mais densa atmosfera entre todos os planetas terrestres do Sistema Solar, constituída principalmente dedióxido de carbono. Vénus não possui um ciclo do carbono para fixar o carbono em rochas ou outros componentes da superfície, nem parece ter qualquer vida orgânica para absorvê-lo como biomassa. Acredita-se que no passado Vénus possuía oceanos como os da Terra,[6] que se evaporaram quando a temperatura se elevou, restando uma paisagem desértica, seca e poeirenta, com muitas pedras em forma de placas. A água provavelmente se dissociou e, devido à inexistência de um campo magnético, o hidrogênio foi arrastado para o espaço interplanetário pelo vento solar.[7] A pressão atmosférica na superfície do planeta é 92 vezes a da Terra.


A superfície venusiana foi objeto de especulação até que alguns dos seus segredos foram revelados pela ciência planetária no século XX. Ele foi finalmente mapeado em detalhes pelo Projeto Magellan em 1990-91. O solo apresenta evidências de extenso vulcanismo e o enxofre na atmosfera pode indicar que houve algumas erupções recentes.[8] [9] Entretanto, a falta de evidência de fluxo de lava acompanhando algumas das caldeiras visíveis permanece um enigma. O planeta possui poucas crateras de impacto, demonstrando que a superfície é relativamente jovem, com idade de aproximadamente 300-600 milhões de anos.[10] [11] Não há evidência de placas tectônicas, possivelmente porque a crosta é muito forte para ser reduzida, sem água para torná-la menos viscosa. Em vez disso, Vénus pode perder seu calor interno em eventos periódicos de reposição da superfície.[10]


Vénus/Vênus Venus symbol.svg
Vénus/Vênus
Características orbitais
Semieixo maior:108 208 930 km
0,723332 UA[1]
Periélio:107 476 000 km
0,718 UA[1]
Afélio:108 942 000 km
0,728 UA[1]
Excentricidade:0,00677323[2]
Período orbital:224,701 dias[2]
0,615198 anos
Período sinódico:583,92 dias[2]
Velocidade orbital média:35,02 km/s[2]
Inclinação:3,39471° com a eclíptica[2]
3,86° com o equador solar
2,195492° com o plano invariável[3]
Longitude do nó ascendente:76,68069°[2]
Argumento do periastro:54,85229°
Satélites naturais:0[2]
Características físicas
Raio médio:6 051,8 km[2] [1]
Achatamento:0[2]
Área da superfície:4,60 ×108 km²
Volume92,843 ×1010 km³[2]
Massa:4,8685 ×1024 kg[2]
Densidademédia:5,243 g/cm³[2]
Gravidadesuperficial:8,87 m/s²[2] [1]
Velocidade de escape:10,36 km/s[2]
Período de rotação:-5832,5 horas
-243,021 dias[2]
Inclinação axial:177,36°[2]
Albedo:0,67 (geométrico)
0,90 (Bond)[2]
Temperatura à superfície:
minmédmáx
735 K[1]
Magnitude aparente-4,6 (máximo)[2]
Diâmetro angular9,7"–66,0"[2]
Atmosfera
Pressão atmosférica:9,2 MPa[2]
Composição:[2]~96,5% de Dióxido de carbono
~3,5% de Nitrogênio
0,015% de Dióxido de enxofre
0,007% de Argônio
0,002% de Vapor de água
0,0017% de Monóxido de carbono
0,0012% de Hélio
0,0007% de Neônio
Traços de Sulfeto de carbonila,Ácido clorídrico, Ácido fluorídrico







................................

Vénus é mais brilhante que qualquer estrela vista no céu (descontando o Sol), e sua magnitude aparente máxima é de -4,6.[2] O planeta pode ser visto facilmente quando o Sol está baixo no horizonte. Por ser um planeta inferior, ele sempre se posiciona a até 47° do Sol.[64]


Vénus "ultrapassa" a Terra a cada 584 dias enquanto orbita o Sol.[2] Nessas ocasiões, ele muda de "Estrela Vespertina", visível após o pôr do sol, para "Estrela Matutina", visível antes do nascer do Sol. Enquanto Mercúrio, o outro planeta inferior, atinge uma elongação máxima de apenas 28°, e é frequentemente difícil de discernir no crepúsculo, Vénus é difícil de perder quando está mais brilhante. Sua maior elongação máxima significa que ele é visível em céus escuros por bastante tempo depois do pôr do Sol. Sendo o objeto pontual mais brilhante do céu, Vénus é frequentemente citado pela mídia como "objeto voador não identificado".[65]


À medida que se move em sua órbita, Vénus apresenta, na visão telescópica, fases como as da Lua. Nas fases de Vênus, o planeta apresenta uma pequena imagem "cheia" quando está no lado oposto do Sol. Ele mostra uma maior fase "quarto" quando está em sua máxima elongação em relação ao Sol. Vénus está mais brilhante no céu noturno e apresenta uma muito maior fase "crescente" na visão telescópica quando se aproxima da região entre a Terra e o Sol. Vénus está maior e apresenta sua fase "nova" quando está entre o Sol e a Terra. Como tem uma atmosfera, ele pode ser visto no telescópio pelo halo de luz refratada em torno do planeta.[64]


Fases de Vénus observadas na Terra.



A órbita venusiana é ligeiramente inclinada em relação à órbita da Terra; assim, quando o planeta passa entre a Terra e o Sol, ele normalmente não cruza a face do Sol. Entretanto, trânsitos de Vénus ocorrem quando a conjunção inferior do planeta coincide com a sua presença no plano da órbita da Terra. Trânsitos de Vénus ocorrem em ciclos de 243 anos, sendo que o padrão atual consiste de pares de trânsitos separados em oito anos, em intervalos de cerca de 105,5 ou 121,5 anos. O par de trânsitos mais recente aconteceu em junho de 2004 e junho de 2012. O par de trânsitos anterior ocorreu em dezembro de 1874 e dezembro de 1882 e o próximo ocorrerá em dezembro de 2117 e dezembro de 2125.[66] Historicamente, os trânsitos de Vénus foram importantes porque permitiram aos astrônomos determinar diretamente o tamanho da Unidade Astronômica e, portanto, o tamanho do Sistema Solar.


Um persistente mistério das observações de Vénus é a chamada luz de Ashen – uma aparentemente fraca iluminação do lado escuro do planeta, vista quando ele está na fase crescente. A primeira observação registrada da luz de Ashen ocorreu em 1643, mas a sua existência nunca foi confirmada de forma confiável. Observadores especulam que ela pode ser causada por atividade elétrica na atmosfera venusiana, mas isto pode ser ilusório, efeito fisiológico de se observar um objeto muito brilhante em forma de crescente.[67]



Título: VenusAnimation.ogg
Autor: Rendered by Ironchew, image courtesy of NASA.
Data: 8/2/2008

Vénus gira em torno do seu eixo na direção oposta da maioria dos planetas do Sistema Solar.
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/transcoded/0/06/VenusAnimation.ogg/VenusAnimation.ogg.480p.webm


.........................................................................................................


Por ser um dos objetos mais brilhantes do céu, Vénus é conhecido desde os tempos pré-históricos e, como tal, ganhou uma posição importante na cultura humana. Ele foi descrito em textos babilônicos cuneiformes, como a placa de Vénus de Ammisduqa, que relata observações que possivelmente datam de 1600 a.C.[107] Os babilônios chamavam o planeta deIshtar (do sumério Inanna), a personificação da feminilidade e deusa do amor.[108]


Os antigos egípcios acreditavam que Vénus se tratava de dois corpos separados e conheciam a estrela da manhã como Tioumoutiri e a da noite como Ouaiti.[109] Da mesma forma, os gregos antigos chamavam a estrela matutina de Φωσφόρος, Phosphoros (latinizado como Phosphorus), “o que traz a luz”, ou Ἐωσφόρος, Eosphoros (latinizado como Eosphorus), “o que traz o amanhecer”. A estrela da noite era chamada Ἓσπερος, Hésperos (latinizada como Hesperus), a “estrela da noite”. No auge da antiga Grégia, os gregos compreenderam que os dois eram o mesmo planeta,[110] [111] que eles chamaram como a sua deusa do amor, Afrodite (do fenício Astarte).[112] Herperos seria traduzido para o latim como Vésper e Phosphoros como Lucifer (“Portador da Luz”), um termo poético que mais tarde foi usado para chamar o anjo caído expulso do paraíso. Os romanos, que derivaram muito do seu panteão religioso da tradição grega, chamaram o planeta de Vénus, a partir da sua deusa do amor.[113] O naturalista romano Plínio, o Velho (História Natural, ii,37) identificava o planeta Vénus com Isis.[114]


Na mitologia iraniana, especialmente na mitologia persa, o planeta usualmente corresponde à deusa Anahita. Em algumas partes da literatura Pahlavi as divindades Aredvi Sura e Anahita são vistas como entidades separadas; a primeira como a personificação do rio mítico e a última como uma deusa da fertilidade que é associada com o planeta Vénus. Como a deusa Aredvi Sura Anahita – também chamada simplesmente Anahita – ambas as divindades são unificadas em outras descrições, como na Grande Bundahishn, e são representadas pelo planeta. Entretanto, no texto avéstico Mehr Yasht (Yasht 10) há uma possível ligação antiga a Mitra. O nome persa atual do planeta é Nahid, que deriva de Anahita e, mais tarde, do termo Anahid na linguagem Pahlavi.[115] [116] [117] [118]


O planeta Vénus foi importante para a civilização maia, que desenvolveu um calendário religioso baseado parcialmente nos seus movimentos, e os considerava para determinar o momento propício para eventos como guerras. Eles o chamavam Noh Ek, a Grande Estrela, e Xux Ek, a Estrela Vespa. Os maias conheciam o período sinódico do planeta e podiam calculá-lo dentro da centésima parte de um dia.[119] O povo Masai chamou o planeta de Kileken e tem uma tradição oral sobre ele chamada “O Menino Órfão”.[120]


Vénus é importante em muitas culturas aborígines australianas, como a do povo Yolngu na Austrália setentrional. Os Yolngu se reúnem depois do pôr do Sol para esperar pelo aparecimento de Vénus, que eles chamam Barnumbirr. Quando se aproxima, nas primeiras horas antes do amanhecer, ele traça atrás de si uma corda de luz ligada à Terra e, ao longo da corda, com a ajuda de um ricamente decorado “Mastro da Estrela Matutina”, as pessoas podem se comunicar com seus entes queridos mortos, mostrando que eles ainda amam e se lembram deles.[121]


No sistema metafísico da Teosofia, acredita-se que no plano etéreo de Vénus haja uma civilização que existiu centenas de milhões de anos antes da da Terra;[126] acredita-se também que a deidade que governa a Terra, Sanat Kumara, provém de Vénus.[127]Na astrologia ocidental, derivada da sua conotação histórica com deusas da feminilidade e amor, considera-se que Vénus influencia o desejo e a fertilidade sexual.[122] Na astrologia védica indiana, Vénus é conhecido como Shukra,[123] significando “claro, puro”, ou “brilho, clareza”, em sânscrito. Um dos nove Navagraha, considera-se que ele afeta a riqueza, o prazer e a reprodução; ele era o filho de Bhrgu, preceptor dos Daityas, e guru dos Asuras.[124] [125] As modernas culturas chinesacoreanajaponesa e vietnamita referem-se ao planeta literalmente como a “estrela de metal”, baseada nos cinco elementos.


♀.
símbolo astronômico de Vénus é o mesmo utilizado em biologia para o sexo feminino: um círculo com uma pequena cruz em baixo.[128] O símbolo de Vénus também representa a feminilidade, e na Alquimia se referia ao metal cobre.[128] O cobre polido era usado em espelhos desde a antiguidade e o símbolo de Vénus foi algumas vezes entendido como a representar o espelho da deusa.[128]


Talvez a mais estranha aparição de Vénus na literatura seja como o arauto da destruição em Mundos em Colisão de Immanuel Velikovsky (1950). Neste livro intensamente controverso, Velikovsky argumenta que muitas histórias aparentemente inacreditáveis no Velho Testamento são verdadeiras recordações de vezes em que Vénus quase colidiu com a Terra – quando ele ainda era um cometa e não tinha se tornado o dócil planeta que conhecemos hoje. Ele sustenta que Vénus causou a maioria dos estranhos eventos do Êxodo. Ele cita lendas em muitas outras culturas (como a grega, mexicana, chinesa e indiana) que indicam que os efeitos da quase colisão foram globais. A comunidade científica rejeitou este livro não ortodoxo, entretanto ele se tornou um bestseller.[129]




Source: NASA Planetary Photojournal





VENUS EXPRESS
- entrando e saindo de Cena




VENUS EXPRESS OBJECTIVES

Thanks to a set of state-of-the-art instruments for planetary investigations, Venus Express will dig into the secrets of the Venusian atmosphere.
It will study its complex dynamics and chemistry, and the interactions between the atmosphere and the surface, which will give clues about surface’s characteristics.
It will also study the interactions between the atmosphere and the interplanetary environment (solar wind) to better understand the evolution of the planet.
In the most comprehensive study of the Venusian atmosphere ever, Venus Express will address many open questions:
  • How do the complex global dynamics of the planet work?
    - What causes the super-fast atmospheric rotation and the hurricane-force winds?
    - What maintains the double atmospheric vortex at the poles?
  • How does the cloud system work?
    - How do clouds and haze form and evolve at different altitudes?
    - What is at the origin of mysterious ultraviolet marks at the clouds tops?
  • What processes govern the chemical state of the atmosphere?
  • What role does the ‘green-house effect’ play in the global evolution of the Venusian climate?
  • What governs the escape processes of the atmosphere?
  • Are there water, carbon dioxide or sulphuric acid cycles on Venus?
  • What caused the global volcanic resurfacing of Venus 500 million years ago?
  • Why are some areas on the surface so reflective to radar?
  • Is there present volcanic or seismic activity on the planet?


http://www.esa.int/spaceinimages/Images/2013/01/Visiting_Venus

Access the video  http://www.esa.int/spaceinvideos/Videos/2013/01/A_day_in_the_life_of_Venus_Express
  • Title A day in the life of Venus Express
  • Released 21/01/2013
  • Length 00:00:12
  • Language English
  • Footage Type Animation
  • Copyright ESA/MPS/DLR/IDA, M. Pérez-Ayúcar & C. Wilson
  • DescriptionThe Venusian cloud tops during nearly a full orbit of ESA’s Venus Express around the planet. The inset shows the corresponding position and relative speed of Venus Express as it approaches from its furthest distance of 66 000 km above the south pole, swooping down to 250 km above the north pole.
    The images were captured by the Venus Monitoring Camera on 7–8 January 2012 and are shown in false colour. The video was compiled using public data from the Venus Express data archive and was released as an ESA space science image of the week feature.
  • http://www.esa.int/spaceinvideos/Videos/2013/01/A_day_in_the_life_of_Venus_Express

A DAY IN THE LIFE OF VENUS EXPRESS

21 January 2013
Bright and dark cloud bands wind around the poles of Venus in this beautiful sequence tracked by ESA’s Venus Express as it makes a rollercoaster orbit around the planet.
We join the spacecraft from a staggering 66 000 km above the south pole, staring down into the swirling south polar vortex. From this bird’s-eye view, half of the planet is in darkness, the ‘terminator’ marking the dividing line between the day and night sides of the planet.
Intricate features on smaller and smaller scales are revealed as Venus Express dives to just 250 km above the north pole and clouds flood the field of view, before regaining a global perspective as it climbs away from the north pole.
..................................................................




Goals: The European Space Agency's Venus Express was designed to study the atmosphere of Venus, from the surface to the ionosphere. The mission reused the same design as ESA's Mars Express and spare parts from other deep space missions.

Accomplishments: After arriving at Venus in April 2006, Venus Express logged many firsts. One of the most significant findings were signs that Venus had been volcanically active in the last three million years -- suggesting the planet may still be geologically active.

The orbiter also made extensive meteorological maps of Venus, providing measurements of wind fields and temperatures and the chemical composition of the atmosphere. The spacecraft found a striking double-eyed atmospheric vortex that dominates the south pole. It detected water molecules escaping into space, found concrete evidence for lightning in the Venusian atmosphere and provided infrared glimpses of the hot surface.
Venus Express, after running out of propellant, ended its mission in December 2014.







Venus Express lifts off on time at 04:33 CET
9 November 2005
Venus Express was launched at 04:33 CET by a Soyuz-Fregat rocket, from the Baikonur Cosmodrome in Kazahkstan.






2006 July 17
See Explanation.  Clicking on the picture will download
 the highest resolution version available.
Venus Express Arrives at Venus 
Credit: ESA/MPSKatlenburg-LindauGermany
Explanation: Humanity now has a spacecraft orbiting Venus. The robotic Venus Express spacecraft launched by the European Space Agency in 2005 November arrived at Venus in 2006 April. Venus Express is now orbiting Earth's sister planet and returning pictures. Pictured above is a false-color, time-lapse movie in ultraviolet light captured by the Venus Express spacecraft as it flew over Venus' northern hemisphere in late May. Venus Express is scheduled to orbit Venus for three years and collect data that might help in answering questions that include why Venus continually generates hurricane-force winds, why Venus became so hot in the past, and if there is any current volcanic activity on Venus. It is hoped that a better understanding of Venus's hot and inhospitable climate will help humanity better understand Earth's climate as well.





Venus Express Anomaly
On 28 November 2014, the flight control team at ESOC reported loss of contact with Venus Express.
It is possible that the remaining fuel on board VEX was exhausted during the recent periapsis-raising maneuvers and that the spacecraft is no longer in a stable attitude (the spacecraft's high-gain antenna must be kept pointed toward Earth to ensure reliable radio contact).
Repeated attempts to re-establish contact using ESA and NASA deep-space tracking stations have been made since then, and there has been some limited success in the period since 3 December.
Although a stable telemetry link is not available, some telemetry packets were successfully downlinked. These confirm that the spacecraft is oriented with its solar arrays pointing toward the Sun, and is rotating slowly.
The operations team is currently attempting to downlink the table of critical events that is stored in protected memory on board, which may give details of the sequence of events which occurred over the past few days. The root cause of the anomaly (fuel situation or otherwise) remains to be established.
We will provide an update as soon as something more concrete is known.
Today, Venus Express is in the eighth year of its fantastic mission - pretty good for a satellite originally designed for just two years of orbiting in Venus' challenging conditions.

Venus Express Goes Gently Into the Night
ESA's Venus Express has ended its eight-year mission after far exceeding its planned life. The spacecraft exhausted its propellant during a series of thruster burns to raise its orbit following the low-altitude aerobraking earlier this year.
Since its arrival at Venus in 2006, Venus Express had been on an elliptical 24-hour orbit, travelling 66 000 km above the south pole at its furthest point and to within 200 km over the north pole on its closest approach, conducting a detailed study of the planet and its atmosphere.
However, after eight years in orbit and with propellant for its propulsion system running low, Venus Express was tasked in mid-2014 with a daring aerobraking campaign, during which it dipped progressively lower into the atmosphere on its closest approaches to the planet.
...................................................................................................


Venus Express goes gently into the night

16 December 2014 ESA’s Venus Express has ended its eight-year mission after far exceeding its planned life. The spacecraft exhausted its propellant during a series of thruster burns to raise its orbit following the low-altitude aerobraking earlier this year. 


http://www.esa.int/Our_Activities/Space_Science/Venus_Express




SAIBA MAIS 
SOBRE
VENUS EXPRESS
acesando nossa Postagem em
http://oceudomes.blogspot.com/2015/03/venus-bela-da-tarde-e-venus-express.html





Stellarium




MITOS 
SOBRE
VÊNUS



Vênus (Afrodite)
nascida da espuma do mar,
Deusa do Amor
e apaixonada por Marte



http://pt.wikipedia.org/wiki/Marte_%28mitologia%29#mediaviewer/File:Venus_and_Mars.jpg
Marte e Venus, por Sandro Botticelli








http://pt.wikipedia.org/wiki/Afrodite#mediaviewer/File:Sandro_Botticelli_-_La_nascita_di_Venere_-_Google_Art_Project_-_edited.jpg



Urano, o céu estrelado, uniu-se à Terra e nela fecundou os Titãs, Ciclopes e Gigantes.  Saturno, o mais jovem dos Titãs, foi o escolhido por sua mãe para livrar-se de Urano e durante a noite, quando seu pai desceu para cobrir a Terra, Gaia, aproximou-se e, com um golpe único e violento, cortou os testículos do pai e atirou-os ao mar.

O sangue de Urano jorrou sobre a Terra e novamente a fecundou: nasceram as Eríneas, terríveis deusas da vingança.  Distante, no mar, aos poucos foi se formando uma espuma, nascida dos órgãos arrancados de Urano.  E desta espuma brotou Afrodite, Vênus, a mais bela dentre as deusas, emergindo das águas, amparada numa grande concha de madrepérola.  Vênus é conduzida ao Olimpo e todos clamam sua beleza.

Inicialmente, Vênus era considerada a deusa do instinto da fecundidade.  Sua ação era ilimitada, abrangendo toda a natureza com seus componentes humanos, animais e vegetais. 

Acreditava-se que ela espalhava o elemento úmido, causa fundamental de todo princípio gerador e de toda a fecundidade na natureza.

Somente mais tarde é que Afrodite/Vênus passou a ser a deusa do amor - no início protetora das formas mais nobres e puras desse sentimento.  Com o tempo, passou a personificar o amor em seus inúmeros aspectos, recebendo outros nomes e cultos diversos: Afrodite Urânia (celeste) que simboliza o amor puro e ideal; Afrodite Pandemos era deusa do amor sensual e venal.

Segundo Homero, somente três das divindades olímpicas não se deixavam seduzir por Vênus: Pallas Athenas (Minerva), Ártemis (Diana) e Héstia (Vesta).  Recusando-se a obedecer às suas leis, de Vênus, estas deusas têm as atribuições que os gregos consideravam mais importantes, por constituírem a nobreza e a beleza da vida: a arte, o lar e a honra.

O amor de Vênus e Marte aconteceu a partir do momento em que Marte abandonou as atitudes brutais e aproximou-se da deusa do amor oferecendo-lhe seu corpo perfeito, dizendo-lhe palavras de afeto.  Cumulou-a de ricos presentes.  Apaixonaram-se e fizeram planos para se unirem no amor.  Encontravam-se à noite enquanto Vulcano, esposo de Vênus, trabalhava em sua forjaria.  Marte sempre levava consigo o jovem Alectrião, seu confidente, para lhe avisar quando chegasse o Sol.  Uma noite, porém, Alectrião adormeceu e o Sol surpreendeu os amantes que dormiam abraçados.  O Sol, indignado, foi avisar Vulcano que, pacientemente, teceu uma rede e aguardou o momento adequado para flagrar o amor ilícito entre Vênus e Marte.  E assim aconteceu.  Alectrião foi transformado por Marte em um galo, condenado a advertir eternamente os homens do despertar do sol.

Vênus teve quatro filhos com Marte, seu amante ideal: Cupido, Harmonia, Deimos e Fobos - os dois primeiros representando os elementos positivos contidos no mito venusiano e os dois últimos, o aspecto negativo sintetizado na figura de Marte, violento deus da guerra.

Com Mercúrio, Vênus teve Hermafrodito, figura dupla de homem e de mulher.  Com Baco, Vênus gerou Príapo, protetor dos bosques, jardins e vinhas.  Com Anquises, um mortal, Vênus deu a luz a Enéias, famoso herói troiano.  Com Vulcano, seu esposo, não teve filhos.


Os textos acima são sintetizados por Janine e extraídos de alguns Fascículos da antiga coleção Mitologia, publicada pela Abril Cultural, ainda na década de 1960.


COM UM ABRAÇO ESTRELADO,
JANINE MILWARD





http://www.esa.int/spaceinimages/Images/2013/01/Visiting_Venus