quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016

Lua recém-Nova mergulhando nos mares dos Peixes e cumprimentando Urano e o Objeto Messier 74, NGC 628


Olá!

Retornando aos céus estrelados do oeste
e em horizonte ainda bem baixo,
a Lua vem mostrando-se 
como um finíssimo anel dourado/prateado,
Lua recém-Nova,
e mergulhando nos mares dos Peixes
na intenção de cumprimentar Urano
- que também pode ser encontrado na direção
dessa constelação.


Ainda na direção da constelação Pisces, os Peixes,
vamos encontrar o Objeto Messier 74,
verdadeiro tesouro dos céus estrelados
nos revelando o fato de ser reconhecido
como Grupo 74 - um pequeno grupo de galáxias
e onde o Objeto Messier 74 é a galáxia mais brilhante.


No entanto, devido à sua baixa luminosidade, 
M74 é um dos objetos Messier mais difíceis 
de ser visualizado.



Mesmo que sua luminosidade não seja pronunciada,
existem dois braços espirais bem definidos em M74
e, por esta razão, esta galáxia é usada como protótipo
de espiral de grande desenho.


Nesta Postagem, Caro Leitor,
encontre alguma informação
sobre a constelação Pisces, os Peixes, 
na direção da qual
existe a interseção das Linhas
do Equador Celeste e da Eclíptica
e este lugar é denominado enquanto Ponto Vernal
ou Equinócio da Primavera, o ponto inicial.

(Observe na Ilustração abaixo

a Lua tendo recém ultrapassado este Ponto).


E, certamente, estaremos comentando
sobre o Objeto Messier 74
desmembrando-se em Grupo 74
e também apresentando um suposto buraco negro
bem como apresentando duas supernovas
observadas nos primeiros anos
desse novo século
que ora vivenciamos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward



Stellarium
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Stellarium


Stellarium

Stellarium

Stellarium

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http://www.raremaps.com/gallery/enlarge/36551
Title: Les Poissons (Pisces)   Map Maker: John Flamsteed /  MJ Fortin
http://www.raremaps.com/gallery/detail/36551/Les_Poissons_Pisces/Flamsteed-Fortin.html



PISCES, OS PEIXES



Mito:

Enquanto estavam sentados às margens do Rio Eufrates, Vênus e seu filho, Cupido, viram Tifão, o inimigo dos Deuses, se aproximando.  Ambos mergulharam no rio e foram salvos de se afogarem por dois peixes, que mais tarde foram colocados nos céus por Vênus, em agradecimento.

Os babilônios, os assírios e os persas representavam este grupo de estrelas por dois peixes.

Para os egípcios, esse asterismo registrava a aproximação da primavera e da estação da pesca.  

No zodíaco de Denderah, está representado por dois grandes peixes ligados por uma faixa, em meio de um retângulo que simboliza a água.  

No tumulo de Ramsés VI é representado por um único peixe.


Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes - CARJ





Algumas Informações Interessantes acerca esta Constelação:

Embora não seja uma constelação que apresente estrelas proeminentes, Peixes faz parte das constelações zodiacais desde os tempos das mais antigas civilizações.


Devido à Precessão, o equinócio vernal situa-se em Peixes, na linha de sua estrela Omega Piscium.

Segundo o astrônomo Ronaldo Rogério de Freitas Mourão, em sua 6a. edição do Atlas Celeste, página 163, podemos ler:
 Ponto Vernal.  Ponto da esfera celeste, situado na interseção da eclíptica com o equador, na qual o Sol, em seu movimento aparente anual, passa do hemisfério sul para o norte.  O ponto vernal serve de origem para as ascensões retas e as longitudes celestes, intervindo desse modo nas definições de tempo.  O ponto vernal é habitualmente designado como equinócio da primavera, equinócio vernal, primeiro ponto de Áries.


Excerto da constelação dos Peixes - Mario Jaci Monteiro, Cartas Celestes, As Constelações


 Asterismo nomeado de Circlet, Pequeno Círculo, composto pelas estrelas Gamma, Beta, Teta, Iota, 19, Lambda e Kappa Piscium

Este Pequeno Círculo - um dos dois Peixes - marca a proximidade do Ponto Vernal, o cruzamento entre as Linhas do Equador celestial e da Eclíptica. Em lugares de céus escuros e transparentes, podemos sempre bem visualizar este Pequeno Círculo, realmente.



Fronteiras:
A constelação de Pisces faz fronteira com Áries, Triangulum, Andrômeda, Pegasus, Aquário e Cetus.











http://www.iau.org/static/public/constellations/gif/PSC.gif







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the highest resolution version available.

http://apod.nasa.gov/apod/ap110406.html
M74: The Perfect Spiral 
Credit & CopyrightDescubre FoundationCalar Alto ObservatoryOAUVDSA, V. Peris (OAUV), J. L. Lamadrid (CEFCA), J. Harvey (SSRO), S. Mazlin (SSRO), I. Rodriguez (PTeam), O. L. (PTeam), J. Conejero (PixInsight).
Explanation: If not perfect, then this spiral galaxy is at least one of the most photogenic. An island universe of about 100 billion stars, 32 million light-years away toward the constellation PiscesM74 presents a gorgeous face-on view. Classified as an Sc galaxy, the grand design of M74's graceful spiral arms are traced by bright blue star clusters and dark cosmic dust lanes. The above image covers half the width of the full Moon and was obtained using 19 hours of exposure on the 1.23-meter telescope at Calar Alto Observatory in the Sierra de Los Filabres mountain range in Spain. Spanning about 30,000 light-years across the face of M74, it includes exposures recording emission from hydrogen atoms, highlightingthe reddish glow of the galaxy's large star-forming regions.




M74,
OBJETO MESSIER
NA DIREÇÃO DA CONSTELAÇÃO PISCES:





Messier 74

Spiral Galaxy M74 (NGC 628), type Sc, in Pisces


[m74.jpg]
Right Ascension01 : 36.7 (h:m)
Declination+15 : 47 (deg:m)
Distance35000 (kly)
Visual Brightness9.4 (mag) 
Apparent Dimension10.2x9.5 (arc min)


Discovered 1780 by Pierre Méchain.

Messier 74 (M74, NGC 628) is one of the nicest examples of so-called "grand-design" spiral galaxies seen face-on, so that its spiral structure stands out conspicuously. With its comparatively low surface brightness, it is one of the more difficult objects in Messier's catalog, situated in constellation Pisces.

Pierre Méchain found M74 at the end of September 1780. He reported his discovery to his 
friend, Charles Messier, who determined its position and included it in his catalog on October 18, 1780. It is among the first "Spiral Nebulae" recognized;Lord Rosse lists it as one of 14 "spiral or curvilinear nebulae" discovered before 1850.

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A galáxia Messier 74 (M74) vista em dois diferentes comprimentos de onda do espectro infravermelho. M74 (conhecida também como NGC 628) é uma galáxia espiral que dista 24 milhões de anos-luz da Terra na constelação de Peixes. As imagens em infravermelho da SPIRE mostram a poeira entre as estrelas, mostrando claramente os braços espirais. Na imagem vemos pontos tênues que são galáxias distantes. Estas galáxias também contem poeira que irradiam no infravermelho, mas como estão bem mais distantes, não conseguimos discernir as estruturas destas galáxias.
A galáxia Messier 74 (M74) vista em dois diferentes comprimentos de onda do espectro infravermelho (à esquerda a visão do SPITZER e à direita a imagem do Herschel). A M74 (conhecida também como NGC 628) é uma galáxia espiral que dista 24 milhões de anos-luz da Terra na constelação de Peixes. As imagens em infravermelho da SPIRE mostram a poeira entre as estrelas, mostrando claramente os braços espirais. Na imagem vemos pontos tênues que são galáxias distantes. Estas galáxias também contem poeira que irradiam no infravermelho, mas como estão bem mais distantes, não conseguimos discernir as estruturas destas galáxias.



NGC 628 = M74 - Galáxia Espiral
Galáxia bem grande porém de magnitude 11.0, situada bem próxima à estrela Eta Piscium


Messier 74 (também conhecida como NGC 628) é uma galáxia espiral na constelação de Pisces.1 Foi descoberta em setembro de 1780 por Pierre Méchain. Ele reportou sua descoberta a Charles Messier, que listou a galáxia em seu catálogo.1
M74 possui dois braços espirais bem definidos e é usada como protótipo de uma galáxia espiral de grande desenho.1
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Devido a sua baixa luminosidade, é um dos mais difíceis objetos Messier para se visualizar. É necessário um céu noturno em excelentes condições para ver seu núcleo. Sua estrutura em braços espirais começa a ser notada a partir de telescópios amadores de 4 polegadas de abertura, embora seus aglomerados estelares azuis possam ser reconhecidos apenas com telescópios de 16 poelagas de abertura. Maratonistas Messier, observadores que tentam visualizar todos os 110 objetos Messier em uma única noite, frequentemente não são capazes de visualizar a galáxia.1



Origemhttp://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/galaxy/spiral/2007/41/image/a/
AutorNASA, ESA, and the Hubble Heritage (STScI/AURA)-ESA/Hubble Collaboration. Acknowledgment: R. Chandar (University of Toledo) and J. Miller (University of Michigan)

Messier 74 em imagem do Telescópio Espacial Hubble
Descoberto porPierre Méchain1
Data de descobertade 1780
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoPisces1
TipoSA(s)c2
Asc. reta01h 36m 41,8s2
Declinação15° 47′ 01″2
Distância30 ± 6 milhões de anos-luz3
(9,3 ± 1,8 Mpc)
Redshift657 km/s2
Magnit. apar.10,02
Dimensões10′,5 × 9′,52
Características físicas
Raio~47 500 anos-luz1
Número de estrelas100 bilhões4
Outras denominações
NGC 628, UGC 1149, PGC 5974.2
Mapa
Messier 74
Pisces constellation map.png





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O grande número de regiões HII encontrados na galáxia indicam que o processo de formação estelar está vívida. Tais regiões também podem ser visualizadas como pontos em ultravioleta. A simetria notável de toda galáxia, possívelmente construída por "ondas de densidade estelar", indicam que a galáxia está influenciada por outras galáxias vizinhas: quando nuvens de gás são afetadas por estas ondas, se arranjam em cristas que se espiralam. Nesse processo, as nuvens de gás podem se fundir com outras, incentivando a formação estelar.1
M74 é a galáxia mais brilhante do Grupo M74, um grupo de 5-7 galáxias que também inclui a galáxia espiral peculiar NGC 660 e as galáxias NGC 660, UGC 891, UGC 1195 e UGGA 20.5 6 7 M74 está a uma distância de aproximadamente 30 milhões deanos-luz da Via Láctea3 e contém cerca de 100 bilhões de estrelas.4
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Possível buraco negro

Em 22 de março de 2005, foi anunciado16 que o Observatório de raios-X Chandra observou uma luminosa fonte de raios-x (ULX) em M74, irradiando mais energia de raios-X que uma estrela de nêutrons em intervalos periódicos de cerca de duas horas. Ela tem uma massa estimada de cerca de 10 000 massas solares. Isso é um indicador de um buraco negro de massa intermediária. Esta seria uma classe pouco comum de buracos negros, com tamanho entre os buracos negros estelares e os buracos negros maciços localizados no centro de muitas galáxias. Por causa disso, acredita-se que os buracos negros de massa intermediária não são formados de uma única supernova, mas possivelmente de várias delas. A fonte de raios-X é identificada como CXOU J013651.1 154.547.

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Two supernovae have been discovered in M74:
  • Supernova 2002ap was discovered in M74 on January 29, 2002 by Japanese amateur Yoji Hirose when it was at mag 13.7. This type Ib/c supernova brightened up to mag 12.3 between February 5 and 12, 2002, and was classified as a "hypernova," occurring when progenitor stars of at least 40 solar masses explode.
  • Supernova 2003gd was found visually in M74 by Bob Evans on June 12.82 UT, in the morning twilight at Australia as it was 13.2 mag bright, and already fading. This supernova was of type II.
  • http://messier.obspm.fr/m/m074.html

Supernovae 2002ap and 2003gd in M74

[SN 2002ap, CfA] [SN 2003gd, M. Schwartz]
Images of M74 with the supernovae 2002ap and 2003gd for comparison. The SN 2002ap image was taken by Harvard CfA astronomers with the 1.2-m telescope on Mt. Hopkins, Arizona. The SN 2003gd image was obtained by Mike Schwartz.



http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_74



O Grupo M74 (também conhecido como o Grupo NGC 628) é um pequeno grupo de galáxias na direção da constelação de Pisces. A galáxia espiral em visão frontal M74 (NGC 628) é o membro mais brilhante dentro do grupo. Outros membros incluem a peculiar galáxia espiral NGC 660 e outras pequenas galáxias irregulares.3 1 2

Membros

A tabela abaixo lista todas as galáxias identificadas e confirmadas como membros do grupo pelo Nearby Galaxies Catalog,3 o Lyons Groups of Galaxies (LGG) Catalog,1 e três listas de grupos criados pelo Nearby Optical Galaxy sample of Giuricin et al.2
Membros do Grupo M74
NomeTipo4A.R. (J2000)4Dec. (J2000)4Redshift (km/s)4Magnit. apar.4
Messier 74SA(s)c01h 36m 42s+15° 47′ 01″65710,0
NGC 660SB(s)a pec01h 43m 02s+13° 38′ 42″85019,0
UGC 1176Im01h 40m 10s+15° 54′ 17″63014,4
UGC 1195Sc01h 42m 27s+13° 58′ 37″77413,9
UGC 1200IBm01h 42m 48s+13° 09′ 22″80814,0
Outras possíveis galáxias membros (galáxias listadas em uma ou duas referências citadas acima) incluem as galáxias irregulares UGC 891UGC 1104UGC 1171UGC 1175, e UGCA 20.
Grupo M74
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoPisces
Asc. reta01h 43m1 2
Declinação+14° 22′1 2
Número de Membros5-73 1 2
Membro BrilhanteMessier 742
Outras denominações
Grupo NGC 628, LGG 29,1
NOGG H 94,2 NOGG P1 84,2
NOGG P2 872


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Polar Ring Galaxy NGC 660 
Image Credit: Gemini Observatory, AURATravis Rector (Univ. Alaska Anchorage)
Explanation: NGC 660 is featured in this cosmic snapshot, a sharp composite of broad and narrow band filter image data from the Gemini North telescope on Mauna Kea. Over 20 million light-years away and swimming within the boundaries of the constellation Pisces, NGC 660's peculiar appearance marks it as a polar ring galaxy. A rare galaxy type, polar ring galaxies have a substantial population of stars, gas, and dust orbiting in rings nearly perpendicular to the plane of the galactic disk. The bizarre-looking configuration could have been caused by the chance capture of material from a passing galaxy by a disk galaxy, with the captured debris eventually strung out in a rotating ring. The violent gravitational interaction would account for the myriad pinkish star forming regions scattered along NGC 660's ring. The polar ring component can also be used to explore the shape of the galaxy's otherwise unseen dark matter halo by calculating the dark matter's gravitational influence on the rotation of the ring and disk. Broader than the disk, NGC 660's ring spans over 50,000 light-years.


Hubble Views Polar Ring Galaxy NGC 660



Hubble Views Galaxy NGC 660


This new Hubble image shows a peculiar galaxy known as NGC 660, located around 45 million light-years away from us.
NGC 660 is classified as a “polar ring galaxy”, meaning that it has a belt of gas and stars around its center that it ripped from a near neighbor during a clash about one billion years ago. The first polar ring galaxy was observed in 1978 and only around a dozen more have been discovered since then, making them something of a cosmic rarity.
Unfortunately, NGC 660’s polar ring cannot be seen in this image, but has plenty of other features that make it of interest to astronomers – its central bulge is strangely off-kilter and, perhaps more intriguingly, it is thought to harbor exceptionally large amounts of dark matter. In addition, in late 2012 astronomers observed a massive outburst emanating from NGC 660 that was around ten times as bright as a supernova explosion. This burst was thought to be caused by a massive jet shooting out of the supermassive black hole at the center of the galaxy.
Source: Hubble Space Telescope


NGC 628 = M74 - Galáxia Espiral
Galáxia bem grande porém de magnitude 11.0, situada bem próxima à estrela Eta Piscium


Messier 74 (também conhecida como NGC 628) é uma galáxia espiral na constelação de Pisces.1 Foi descoberta em setembro de 1780 por Pierre Méchain. Ele reportou sua descoberta a Charles Messier, que listou a galáxia em seu catálogo.1
M74 possui dois braços espirais bem definidos e é usada como protótipo de uma galáxia espiral de grande desenho.1
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_74


Origemhttp://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/galaxy/spiral/2007/41/image/a/
AutorNASA, ESA, and the Hubble Heritage (STScI/AURA)-ESA/Hubble Collaboration. Acknowledgment: R. Chandar (University of Toledo) and J. Miller (University of Michigan)




http://www.ianridpath.com/atlases/urania/urania27.jpg



Os desenhos formados pelas estrelas
 - AS CONSTELAÇÕES - 
são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente a ir percebendo 
que existe mais, 
bem mais, 
entre o céu e a terra..., 
bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente, 
vai se tornando Cosmos
 e este por nossa mente sendo conscientizado.

Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward