sábado, 20 de fevereiro de 2016

Scorpio, o Escorpião, em suas Garras e Cabeça, em seu Coração e em sua longa Cauda

Olá!

Nas madrugadas sonolentas,
vamos encontrar a belíssima estrela-alpha Scorpii,
Antares, o Coração do Escorpião,
acolhendo em sua vizinhança,
Saturno visitando Ophiucus, o Serpentário,
e Marte quase despedindo-se de Libra, a Balança!



Stellarium





Nesta Postagem, 
Caro Leitor,
vamos conhecer um tantinho
sobre o Coração do Escorpião,
sobre sua Cabeça ou suas Garras
e sobre sua longa Cauda sinuosa e insinuante!

http://media.skysurvey.org/interactive360/index.html






O Coração, como todos sabemos,
é a estrela-alpha Scorpii, Antares,
maravilhosamente avermelhada/alaranjada
e sempre rivalizando com Marte, o Planeta Vermelho -
daí ser chamada de anti-ars, ou Antares 
(Ares é o nome grego para Marte).


http://media.skysurvey.org/interactive360/index.html



As Garras ou a Cabeça
são as estrelas que delineiam o começo da constelação do Escorpião
e por onde a Linha da Eclíptica passa.

http://media.skysurvey.org/interactive360/index.html



(Antigamente, muito antigamente, as duas estrelas ponteadoras da Balança
era consideradas como As Garras do Escorpião - e isso faz sentido,
quando as vemos no céu estrelado!).

http://media.skysurvey.org/interactive360/index.html




A longa Cauda, sinuosa e insinuante,
é uma visão quase fantástica, aterradora, aterrorizante!

http://media.skysurvey.org/interactive360/index.html



As duas estrelas que finalizam a Cauda e escondem o veneno do animal rastejante
- Schaula e Lesath - 
são duas joias, dois tesouros, duas ameaças!


Finalmente,
para testar a boa visão dos Caminhantes,
lhes digo que muito antigamente, muito antigamente,
serviam os dois objetos maravilhosos
que se apresentam quase na fronteira entre o Escorpião e o Sagitário
e bem direcionados para a região que nos leva ao centro da Galáxia:
Messier 6 e Messier 7,
Aglomerados Abertos Borboleta e Ptolomeu, respectivamente.

http://media.skysurvey.org/interactive360/index.html




Last but not least,
é na direção da constelação do Escorpião
que encontra-se Scorpius X-1 
- considerada a mais forte fonte de emissão de raio-x no céu
(depois de nosso Sol, é claro).

Boa Observação e Bons Estudos!

Com um abraço estrelado,
Janine Milward




Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes




http://www.iau.org/static/public/constellations/gif/SCO.gif



http://apod.nasa.gov/apod/ap140504.html

A Scorpius Sky Spectacular 
Image Credit & Copyright: Stéphane GuisardTWAN
Explanation: If Scorpius looked this good to the unaided eye, humans might remember it better. Scorpius more typically appears as a few bright stars in a well-known but rarely pointed out zodiacal constellation. To get a spectacular image like this, though, one needs a good camera, color filters, and a digital image processor. To bring out detail, the above image not only involved long duration exposures taken in several colors, but one exposure in a very specific red color emitted by hydrogen. The resulting image shows many breathtaking features. Vertically across the image left is part of the plane of our Milky Way Galaxy. Visible there are vast clouds of bright stars and long filaments of dark dust. Jutting out diagonally from the Milky Way in the image center are dark dust bands known as the Dark River. This river connects to several bright stars on the right that are part of Scorpius' head and claws, and include the bright star Antares. Above and right of Antares is an even brighter planet Jupiter. Numerous red emission nebulas and blue reflection nebulas are visible throughout the image.Scorpius appears prominently in southern skies after sunset during the middle of the year.



SCORPIUS, O ESCORPIÃO



Mito:

Esta constelação representa o escorpião morto por Orion.
Os poetas gregos nos ensinavam que Scorpius foi o animal enviado por Diana para matar Orion, que intervinha nas atividades da caçadora, mas ele nunca conseguia atingir a sua meta: realmente, as estrelas de Orion desaparecem no ocidente justamente quando o Escorpião nasce no oriente.


Algumas Informações Interessantes acerca esta Constelação:

Segundo alguns autores, sua origem deve associar-se às secas e às pragas que assolavam o Egito quando o Sol se encontrava naquela região do céu.

Desde a mais remota antiguidade, esta constelação foi representada pelos gregos, latinos, árabes e persas pela figura de um escorpião.

O equinócio de outono, há 3000 aC, localizava-se aí, quando este asterismo foi instituído.  Na Pérsia, Antares, a estrela mais brilhante do Escorpião, era uma das quatro “Estrelas Reais”, uma das guardiãs do céu e, naquela época, indicava o outono.


Fronteiras:
Scorpius situa-se entre Libra, Lupus, Norma, Ara, Corona Australis, Sagittarius, Ophiucus, Serpens

 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986


PÁGINA 106

The Mythology of the Night Sky: An Amateur Astronomer's Guide to the Ancient ...

 Por David E. Falkner




O CORAÇÃO DO ESCORPIÃO




Antares.  Alpha Scorpii. Estrela Dupla e Variável
Ascensão Reta 16h28,2m   - Declinação -26o 23’
Magnitude visual 1,22 - Distância 520 anos-luz
Magnitude visual 1,1 e 6,5  Distância entre estrelas 2”,90
Uma estrela binária, intensamente avermelhada e verde-esmeralda, situada no corpo do Escorpião.  De Anti-Ares, similar ou Rival de Ares, Marte. Foi uma das quatro estrelas reais da Pérsia, cerca de 3.000 anos a.c., e atuava como a Guardiã do Oeste pois marcava o Equinócio de Outono. Muitas vezes chamada de Coração do Escorpião, Cor Scorpio.

 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



Antares é uma estrela supergigante de classe M, com um raio de aproximadamente 800 vezes o raio do Sol; se fosse colocada no centro do Sistema Solar, sua parte mais externa se encontraria entre a órbita de Marte e Júpiter. Antares está a aproximadamente 600 anos-luz (180 pc) da Terra. Sua luminosidade visual é de cerca de 10 000 vezes a do Sol, mas como a estrela irradia uma parte considerável de sua energia na parte infravermelha do espectro, sua luminosidade bolométrica é de 65 000 vezes a solar. A massa de Antares é de 15 a 18 massas solares.3 Esse tamanho grande e relativamente pouca massa dão a Antares uma densidade muito pequena.





GiganteVermelha
By Sebastiao Rocha (?) 
















Ainda próximo a Antares, 
vamos encontrar uma outra estrela 
que também se alcunha de Coração:

Al Nyiat - Tau Scorpii
A Aorta, denominação árabe que designa o coração do Escorpião - usada também para Alpha e Sigma Scorpii.



Visualmente próximo a Antares, ao Coração do Escorpião,
encontraremos um belíssimo Aglomerado Globular:


M 4 - NGC  6121 - Scorpius - Aglomerado Estelar Globular
Ascensão Reta 16h22m     Declinação -26o.27
Magnitude visual integral 6,1      Tipo AG


 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



Messier 4 Hubble WikiSky

Messier 4 (NGC 6121) é um aglomerado globular de estrelas na constelação de Escorpião, descoberto pelo astrônomo suíço Jean-Philippe de Chéseaux. Foi catalogado pelo astrônomo francês Charles Messier em 1764, que foi o primeiro a reconhecer o objeto astronômico como um aglomerado globular, o primeiro descoberto da história.
Tem magnitude aparente 7,1, não sendo possível observá-lo a olho nu, mas com o uso de binóculos e pequenos telescópios é possível identificá-lo como uma pequena mancha nebulosa e difusa. Suas estrelas mais brilhantes são vistas apenas com o uso de telescópios maiores. Está a uma distância de cerca de 33 900 anos-luz em relação à Terra e sua idade foi estimada em 12,2 bilhões de anos. Localiza-se a apenas 1,3° a leste de Antares, a estrela amarelada e a mais brilhante da constelação deEscorpião.








AS GARRAS
OU
A CABEÇA DO ESCORPIÃO



Stellarium

Stellarium


Graffias ou Acrab.  Beta Scorpii. Estrela Dupla
AR 16h02m  Dec. - 19o.40
Magnitude visual 2,9 e 5,1  Distância entre estrelas 13”,63
Uma estrela tripla, branco pálido e lilás, situada na cabeça do Escorpião. Esta estrela é também conhecida por Acrab, nome árabe que deu origem à constelação do Escorpião.

Isidis ou Dschubba ou Jabbah.  Delta Scorpii. 
Magnitude 2.34  Distância 520 anos-luz
Situada próxima da garra direita do Escorpião. Nome árabe que designa A Fronte.


NGC 6093 - M 80 - Aglomerado Globular
Ascensão Reta 16h15       Declinação -22o.56
Magnitude fotográfica global  8,4      Diâmetro aparente  5’,1        Tipo Espectral F4
Distância kpc   11,0    Velocidade Radial (km/s)   + 18


 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986


Messier 80 (também conhecido como M80 ou NGC 6093) é um aglomerado globular localizado na constelação de Scorpius a 32 600 anos-luz da Terra. Foi descoberto porCharles Messier em 1781. Possui um raio de 47,5 anos-luz e uma dimensão aparente de 10,0 minutos de arco.2

Scorpius constellation map.png







A SINUOSA CAUDA DO ESCORPIÃO







Wei - Epsilon Scorpii
A Cauda, nome de origem chinesa para designar a cauda do Escorpião.


Lesath. Upsilon Scorpii. 
Uma pequena estrela situada na cauda venenosa do Escorpião, o Ferrão.  
De Al Las’ah, o Ferrão.


Schaula - Lambda Scorpii
Ascensão Reta 17h32,mm - Declinação -37o.05
Magnitude visual 1,71 - Distância 310 anos-luz
A Cauda do Escorpião
A Cauda, nome árabe que designa o grupo de estrelas formado por Lambda e Nu Scorpii.


Nu Scorpii - Estrela Dupla
AR 16h09m  Dec. - 19o.20
Magnitude visual 4,3 e 6,5  Distância entre estrelas 41’,25


Sargas - Teta Scorpii
Cavalo Teimoso, nome de origem persa.



Girtab - Kappa Scorpii
Mordedor, designação de origem árabe 
utilizada também para as estrelas Iota, Lambda e Epsilon
 da constelação do Escorpião.


 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



Kappa Scorpii (κ Sco, κ Scorpii) is a binary star system in the southern constellation of Scorpius. It has the traditional name Girtab,[8] which is the Sumerian word for 'scorpion' and has survived through the Babylonian star catalogues.[9] The name Girtab is actually (or perhaps originally) applied to an asterism comprising this star,Lambda ScorpiiUpsilon Scorpii, and Iota Scorpii.[8] With an apparent visual magnitude of 2.4,[2] this star system is readily visible to the naked eye. Parallax measurements place it at an estimated distance of roughly 480 light-years (150 parsecs) from the Earth.[1]





NGC 6231 - Aglomerado Aberto Scorpius
Ascensão Reta 16h52m     Declinação 41o.56
Magnitude fotográfica global 8,5 Magnitude fotográfica da mais brilhante estrela 7,5
 Distância kpc 1,77     Diâmetro 16’   Tipo Espectral O7

Situado ao norte do par formado por Zeta Scorpii, possui um diâmetro de 10’.  Junto a este encontra-se um outro aglomerado, o H12.  A observação de ambos estes aglomerados acontece mesmo a olho nú  porém podendo ser mais bem observados através um bom par de binóculos ou uma luneta.  NGC 6231 é mais concentrado em suas 120 estrelas enquanto H12 é bem mais disperso e maior acolhendo cerca de  200 estrelas num círculo de 40’ de diâmetro.


 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986 


NGC 6231 é um aglomerado aberto na direção da constelação de Scorpius. O objeto foi descoberto pelo astrônomo Giovanni Hodierna em 1654, usando um telescópiorefrator. Devido a sua moderada magnitude aparente (+2,6), é visível mesmo a olho nu.

Scorpius constellation map.png








Dois Aglomerados Abertos bem próximos um ao outro
e facilmente encontrados ao final da cauda do Escorpião:

M6 - NGC 6405 - Aglomerado Aberto - Aculeus
Um belo aglomerado aberto bem visível a olho nú ou através pequenos telescópios.

M7 - NGC 6475 - Aglomerado Aberto - Acumen
Um belo aglomerado aberto bem visível a olho nú ou através pequenos telescópios.


NGC 6405 - M 6 - Aglomerado Aberto Scorpius
Ascensão Reta  17h38m    Declinação -32o.12
Magnitude fotográfica global 4,6  Magnitude fotográfica da mais brilhante estrela 8,3
 Distância kpc 0,45     Diâmetro 26’    Tipo Espectral B4

NGC 6475 - M 7 - Aglomerado Aberto Scorpius
Ascensão Reta 17h52m    Declinação -34o.48
Magnitude fotográfica global  3,3 Magnitude fotográfica da mais brilhante estrela 7,4
 Distância kpc 0,23     Diâmetro 50’     Tipo Espectral B5


 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




M 6 - NGC  6405 - Scorpius - Aglomerado Estelar Aberto - A Borboleta
Ascensão Reta 17h38m     Declinação -32o.11
Magnitude visual integral  6,0      Tipo AA
Para alguns, o desenho do aglomerado aberto M6, também conhecido como NGc 5405, se parece com uma borboleta.  M5 espalha-se ao longo de cerca de 20 anos-luz e dista cerca de 2 mil anos-luz de nós.  M6 pode bem ser visualizado a olho nú, sempre em lugares de céus escuros e transparentes, porém também um par de binóculos nos apresenta uma bela visão, como se fosse uma lua cheia de estrelas.  Como acontece em outros aglomerados abertos, M6 é composto predominantemente de estrelas jovens e azuis, apesar de que a estrela mais brilhante é quase alaranjada.  M6 é estimado em ter cerca de 100 milhões de idade.  A determinação de aglomerados tais como M6 ajuda os astronomos a calibrarem a escala de distâncias do universo.


 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986


Aglomerado da Borboleta (Messier 6, NGC 6405) é um aglomerado aberto de estrelas na constelação de Escorpião. O primeiro astrônomo a registrar a existência do aglomerado foi o italiano Giovanni Battista Hodierna em 1654. Entretanto, o astronômo americano Robert Burnham, Jr. argumenta que o astrônomo Ptolomeu, no século I, observou o aglomerado enquanto observava outro objeto vizinho, o Aglomerado de Ptolomeu. O astrônomo francês Charles Messier catalogou o aglomerado como Messier 6 em 1764.
Tem magnitude aparente 4,2, sendo possível observá-lo a olho nu sob boas condições de visualização. Suas estrelas mais brilhantes podem ser visualizadas com o auxílio de binóculos ou pequenos telescópios. Situa-se a apenas 6 anos-luz da Terra e sua idade foi estimada em 100 milhões de anos. Na esfera celeste, situa-se logo a norte da ponta da "cauda" da constelação de Escorpião.

Scorpius constellation map.png
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aglomerado_da_Borboleta





M 7 - NGC  6475 - Scorpius - Aglomerado Estelar Aberto
Ascensão Reta  17h52m     Declinação -34o.48
Magnitude visual integral   5,0    Tipo AA




Aglomerado de Ptolomeu (Messier 7, NGC 6475) é um aglomerado aberto de estrelas na constelação de Escorpião. O primeiro observador a registrar a existência do aglomerado foi Ptolomeu ainda no século II. O astrônomo francês Charles Messier catalogou o aglomerado como Messier 7 em 1764.
Tem magnitude aparente 3,3, sendo possível observá-lo a olho nu sob boas condições de visualização. Suas estrelas mais brilhantes podem ser visualizadas com o auxílio de binóculos ou pequenos telescópios. Situa-se 800 anos-luz da Terra e sua idade foi estimada em 220 milhões de anos. Na esfera celeste, situa-se logo a norte da ponta da "cauda" da constelação de Escorpião.
Scorpius constellation map.png
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aglomerado_de_Ptolomeu 


http://pt.wikipedia.org/wiki/Aglomerado_de_Ptolomeu#mediaviewer/Ficheiro:Open-cluster-Messier-7.jpeg
Open-cluster-Messier-7



In the Blackest Night, a Green Ring Nebula

http://www.spitzer.caltech.edu/images/3647



Credit
NASA/JPL-Caltech/GLIMPSE-MIPSGAL Teams

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Named RCW 120, this region of hot gas and glowing dust can be found in the murky clouds encircled by the tail of the constellation Scorpius. The ring of dust is actually glowing in infrared colors that our eyes cannot see, but show up brightly when viewed by Spitzer's infrared detectors. At the center of this ring are a couple of giant stars whose intense ultraviolet light has carved out the bubble, though they blend in with other stars when viewed in infrared.

The green ring is where dust is being hit by winds and intense light from the massive stars. The green color represents infrared light coming from tiny dust grains called polycyclic aromatic hydrocarbons. These small grains have been destroyed inside the bubble. The red color inside the ring shows slightly larger, hotter dust grains, heated by the massive stars.
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RCW 120 is an H II emission nebula in the southern Milky Way and located some 4,300 light-years from Earth. [1][2] Also known as Sh 2-3 and Gum 58, it is situated at Galactic coordinates 348.25°0.49°.
Veta S. Avedisova states that RCW 120 is ionised by the O8 V star CD -38 11636 and the B2 V star VDBH 84B, and places the nebula in the star formation regionSFR 348.26+0.47 along with 3 masers and the radio HII region CH87 347.386+0.266.
The Herschel infra-red telescope's image shows an embryonic star not yet sparked by fusion which is likely to become one of the brightest stars in our Galaxy at some time within the next few hundred thousand years. It is already about ten times more massive than the Sun and is set to grow much larger by accreting surrounding gas and dust. Current theories of star formation cannot explain star masses greater than about 10 times that of the Sun, even though stars having a mass of 120 Suns are known.[3]
The RCW Catalogue, first published in 1960, is named after Alexander William Rodgers, Colin T. Campbell and John Bolton Whiteoak, who led by Bart Bok, catalogued southern nebulae while working at the Mount Stromlo Observatory in Australia.

LEIA MAIS ACESSANDO

Image of RCW 120 Nebula Shows Expanding Bubble of Ionized Gas


Emission Nebula RCW 120



Star formation around RCW 120, the perfect bubble






The Galactic HII Region RCW 120







Scorpius X-1 - Fonte de Emissão de Raio-X - Estrela Dupla
Esta é considerada a mais forte fonte de emissão de raio-x no céu.  Este objeto é uma estrela binária, com um dos componentes sendo aparentemente uma estrela de nêutrons de rápida rotação.  A radiação de raio-x ocorre durante a transferência de massa (transferência de plasma extremamente quente) da estrela comum para a estrela de nêutrons.


 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986 


Scorpius X-1 is an X-ray source located roughly 9000 light years away in the constellation Scorpius. Scorpius X-1 was the first extrasolar X-ray source discovered, and, aside from the Sun, it is the strongest apparent source of X-rays in the sky.[3] The X-ray flux varies day-to-day, and is associated with an optically visible star, V818 Scorpii, that has an apparent magnitude which fluctuates between 12-13.[4]
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Characteristics

Its X-ray output is 2.3×1031 W, about 60,000 times the total luminosity of the Sun.[2] Scorpius X-1 shows regular variations of up to 1 magnitude in its intensity, with a period of around 18.9 hours. The source varies irregularly in optical wavelengths as well, but these changes are not correlated with the X-ray variations.[4] Scorpius X-1 itself is a neutron star whose intense gravity draws material off this companion into an accretion disk, where it ultimately falls onto the surface, releasing a tremendous amount of energy. As this stellar material accelerates in Scorpius X-1's gravitational field, X-rays are emitted. The measured luminosity for Scorpius X-1 is consistent with a neutron star which is accreting matter at its Eddington limit.[2]
This system is classified as a low-mass X-ray binary; the neutron star is roughly 1.4 solar masses, while the donor star is only 0.42 solar masses.[10] The two stars were probably not born together; recent research suggests that the binary may have been formed by a close encounter inside a globular cluster.[11]




Scorpius X-1, (catalog number Sco X-1), brightest X-ray source in the sky, the first such object discovered in the direction of the constellation Scorpius. Detected in 1962, its X-radiation is not only strong but, like other X-ray sources, quite variable as well. Its variability exhibits two states, one at higher output with great variability on a time scale of minutes and another at lower output with the variability correspondingly lessened.
Scorpius X-1 was observed in visible light for the first time in 1966. Optically it is much less impressive, bluish in colour and appearing only faintly. Scorpius X-1 is a close double star, one component of which is optically invisible—a neutron star. The X-rays are generated when matter from the optically visible, bluish hot star falls onto the neutron star. This matter is tremendously accelerated and crushed by the enormous gravity of the neutron star. Unlike the majority of binary X-ray sources, the visible member does not appear to be very massive; it is only 42 percent the mass of the Sun. The neutron star is 1.4 solar masses. Scorpius X-1 is about 9,000 light-years from Earth.


Trajectória possível, na Via Láctea, do microquasar Scorpius X-1 (linha a vermelho) comparada com a trajectória do Sol (linha a amarelo) num período de 230 milhões de anos, ou seja, o correspondente a uma rotação completa da Galáxia. Crédito: Mirabel & Rodrigues, NRAO/AUI/NSF. - See more at: http://www.portaldoastronomo.org/noticia.php?id=158#sthash.8gcKy39J.dpuf

Astrónomos reconstituem órbita de um microquasar em torno da Galáxia

Scorpius X-1 é um sistema binário constituído por uma estrela
 de neutrões
, muito densa, que arranca matéria a uma estrela normal, formando-se um disco que gira muito rapidamente em torno da estrela de neutrões
. O disco aquece ao ponto de emitir raios-X
 e produzir jactos de partículas subatómicas quase à velocidade da luz
 - uma combinação conhecida como microquasar.

F. Mirabel (Instituto para a Astronomia e Física do Espaço da Argentina, e Comissão Francesa para a Energia Atómica) e I. Rodrigues (Comissão Francesa para a Energia Atómica) utilizaram observações publicadas para determinarem a trajectória de Scorpius X-1. Os cálculos, baseados em dados de posições muito precisas, obtidos com o radiotelescópio Very Long Baseline Array (NRAO

, EUA) e com telescópios ópticos, permitem concluir que a estrela de neutrões e a sua companheira viajam juntas há pelo menos 30 milhões de anos. A órbita
 de Scorpius X-1 não se assemelha à maioria das outras estrelas que orbitam o centro da Galáxia
, pois segue um caminho excêntrico, que leva o microquasar bastante acima e abaixo do plano da Galáxia.

Sobre o local de nascimento de Scorpius X-1, estes astrónomos só podem especular. Sendo as estrelas de neutrões o que resta de uma explosão de supernova

 de uma estrela de massa
 elevada, há duas possibilidades para a origem da progenitora da estrela de neutrões de Scorpius X-1: ou veio do bojo da Via Láctea
, ou de um enxame globular (aglomerados de milhões de estrelas que fazem parte do halo da nossa Galáxia e se encontram a uma considerável distância vertical do disco). Embora seja possível a hipótese da origem de Scorpius X-1 ser no bojo da Galáxia, é pouco provável que a progenitora da estrela de neutrões tenha levado um empurrão tão forte que a pusesse na presente órbita. Estes astrónomos preferem o cenário em que a estrela de neutrões capturou a sua companheira enquanto ainda se encontrava no enxame globular e no qual, após um encontro próximo com outras estrelas no centro do enxame, o par terá sido projectado para fora.

Scorpius X-1 é a fonte contínua de raios-X mais brilhante fora do Sistema Solar

. Descoberto em 1962 por um telescópio de raios-X, este microquasar encontra-se a 9000 anos-luz
 de nós. A sua descoberta e os trabalhos que lhe estão associados contribuíram para a atribuição (repartida) do Prémio Nobel da Física de 2002 a Riccardo Giacconi.

O presente estudo encontra-se publicado na revista da especialidade Astronomy and Astrophysics, de 30 de Janeiro de 2003. Os mesmos astrónomos publicaram, no ano passado, uma trajectória semelhante de um buraco negro

 e da sua estrela companheira. Também nesse ano, outro grupo de astrónomos produziu um filme mostrando os movimentos no jacto de matéria ejectada do disco à volta da estrela de neutrões de Scorpius X-1.

Fonte da notícia: http://www.aoc.nrao.edu/epo/pr/2003/scox1/ 
- See more at: http://www.portaldoastronomo.org/noticia.php?id=158#sthash.8gcKy39J.dpuf



File:Scorpius IAU.svg

http://en.wikipedia.org/wiki/File:Scorpius_IAU.svg



Os desenhos formados pelas estrelas - AS CONSTELAÇÕES - são como janelas que se abrem para a infinitude do universo e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais, entre o céu e a terra..., bem como percebendo que o caos, vagarosamente, vai se tornando Cosmos e este por nossa mente sendo conscientizado.

Quer dizer, nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward


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DA TERRA AO CÉU E AO INFINITO