terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

Serpens Cauda et Serpens Caput - a Cauda e a Cabeça da Serpente

Olá!

Caro Leitor,
observe as constelações
de Ophiucus, o Serpentário,
e Serpens Caput e Serpens Cauda,
a Cabeça e a Cauda da Serpente:
são constelações bem entrelaçadas entre si
- quer dizer, 
o Serpentário dá sentido à Serpente
e a Serpente dá sentido ao Serpentário.


Além disso, a Serpente
entrelaça-se ao Serpentário de tal forma
que apresenta-se aos nossos olhos
apenas através parte de sua Cauda
e parte de seu corpo voltado para sua Cabeça.


Todo este conjunto estelar
ocupa um grande espaço nos céus estrelados,
não é verdade,
em especial seu posicionamento
imediatamente ao norte
das constelações Scorpio, o Escorpião,
e Libra, a Balança.


Se você bem observar a Ilustração abaixo,
Caro Leitor,
verá que Marte encontra-se na direção
da constelação da Balança
e ao sul da Cabeça da Serpente
e já voltado para seu encontro 
com Antares, estrela-alpha Scorpii
 - questão que acontecerá bem ao final
do mês de março e formando
um simpático triângulo com esta estrela
e com Saturno
- este encontrando-se  na direção
da constelação do Serpentário, sim,
porém ainda extremamente próximo
ao Coração do Escorpião,
a estrela Anti-Ars, 
a famosa rival do Planeta Vermelho.



Stellarium
Stellarium




Ophiucus, o Serpentário, Aquele que Segura a Serpente,
é uma constelação bem interessante
porém composta de estrelas não muito proeminentes
- e, da mesma forma, assim acontece 
com a constelação da Serpente, ou seja, Serpens Cauda e Serpens Caput.

No entanto, em lugares de céus escuros e transparentes
e, de preferência, em noites de ausência de iluminação da Lua,
podemos observar algumas estrelas pertencentes 
aos desenhos estelares de Ophiucus e de Serpens!

Pessoalmente, sou muitíssimo fascinada
pelo asterismo formado pela Cabeça propriamente dita
de Serpens Caput:
A Cabeça propriamente dita da Serpente é de uma beleza extremamente rara,
 com suas cinco estrelas (pelo menos, é bem assim que as vejo e conto)
 fazendo acontecer um Asterismo quase realizando uma imagem de um papagaio, 
uma pandorga, um kite, uma pipa...

É uma visão magnífica e ao mesmo tempo, aterrorizante! 

 Quer dizer, a Coroa Boreal é uma constelação de delicadeza ímpar em suas estrelinhas tímidas...  
Mais tímidas ainda são as estrelinhas que  compõem a Cabeça propriamente dita da Serpente... 
e é exatamente este fato que torna este conjunto de situações
 - Coroa Boreal e Cabeça da Serpente -
 como algo que realmente vale a pena ser observado...., 
sempre em lugares de céus escuros e transparentes e em noites sem Lua, de preferência.

Bem, o texto imediatamente acima, sobre a Cabeça da Serpente,
refere-se à nossa visão dos céus estrelados sendo exercida a olho nú.



The Hamlyn Enciclopedia of Stars and Planets - Antonin Rukl



Meus (Janine) Comentários 
sobre a Cabeça da Serpente  
junto à Corona Borealis:








Ilustração realizada em Programa Stellarium e trabalhada em Programa Corel
Veja que Vênus e Saturno podem ser vistas ainda em Virgo enquanto a Lua trilha por Balança!



Celestial Charts - Antique Maps of the Heavens - Carole Stott - Crescent Books, NY, USA



EXTRACTED FROM
Urania’s Mirror is a boxed set of 32 constellation cards
 © Ian Ridpath


Eu moro num lugar de céus escuros e transparentes - volta e meia, nem sempre, infelizmente -, e em noites sem Lua, certamente eu aprecio imensamente observar a região entre Escorpião e Sagitário, sendo que  o Serpentário, Ophicus, vem ocupando seu espaço um tantinho mais ao norte e sendo enlaçado, digamos assim, pela Cauda da Serpente e pela Cabeça da Serpente (a Cauda mais grudada a Escorpião e a Sagitário enquanto que a Cabeça se situa mais voltada para o Boieiro, Bootes, sempre apresentando sua belíssima estrela-alpha Arcturus, a mais bela do norte, e desafiando Hercules e... pasme!: protegendo a Coroa Boreal!

Confesso que tenho uma certa dificuldade em divisar exatamente o Serpentário, Ophiucus (ainda não estudei bem esse posicionamento de estrelinhas tímidas).  No entanto, a Cauda da Serpente bem como sua Cabeça são bem delineadas.

A Cabeça propriamente dita da Serpente é de uma beleza extremamente rara, com suas cinco estrelas (pelo menos, é bem assim que as vejo e conto) fazendo acontecer um Asterismo quase realizando uma imagem de um papagaio, uma pandorga, um kite, uma pipa...



The Hamlyn Enciclopedia of Stars and Planets - Antonin Ruk


É uma visão magnífica e ao mesmo tempo, aterrorizante!  Quer dizer, a Coroa Boreal é uma constelação de delicadeza ímpar em suas estrelinhas tímidas...  Mais tímidas ainda são as estrelinhas que  compõem a Cabeça propriamente dita da Serpente... e é exatamente este fato que torna este conjunto de situações - Coroa Boreal e Cabeça da Serpente - como algo que realmente vale a pena ser observado...., sempre em lugares de céus escuros e transparentes e em noites sem Lua, de preferência.



The Hamlyn Enciclopedia of Stars and Planets - Antonin Ruk

Map Maker: John Flamsteed /  MJ Fortin
Detailed star chart of the constellations Hercules and neighboring constellations, from Fortin's Atlas Celeste de Flamsteed . . , published in Paris.   
John Flamsteed was the first Astronomer Royal at the London Observatory, winning out over Edmund Halley and Isaac Newton



É na Cauda da Serpente
e auxiliados por lentes extremamente potentes,
é que vamos encontrar um objeto extremamente interessante
e maravilhoso, que vem encantando a nós todos
- principalmente através a visão exuberante
dos chamados "Pilares da Criação",
inseridos na Nebulosa da Águia, M16, descrita neste Trabalho.

Ainda na direção da constelação Serpens, a Serpente,
encontra-se IC 1101, 
a maior galáxia conhecida em termos de largura.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward






SERPENS, A SERPENTE


 
http://www.aai.ee/muuseum/Uranomeetria/Pictures/Web/Reissig_W_011.jpg

http://apod.nasa.gov/apod/ap120722.html
M16: Pillars of Creation 
Image Credit: J. Hester, P. Scowen (
ASU), HSTNASA


http://www.raremaps.com/gallery/detail/34422ac/Serpens_and_Serpentarius/Hevelius.html



Map Maker: Johannes Hevelius
Fine example of Johannes Hevelius's chart of the constellations Serpens and Serpentarius (also called Ophiucus) and surrounding environs, from his highly influential work, Firmamentum Sobiescianum sive Uranographia



Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes






http://www.hubblesite.org/newscenter/archive/2002/22/image/a
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sexteto_de_Seyfert
Sexteto de Seyfert








Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes
 - excerto apresentando ALFABETO GREGO, CONVENÇÕES E USO DA CARTA CELESTE





Serpens Cauda et Serpens Caput 

 a Cauda e a Cabeça da Serpente


http://www.raremaps.com/gallery/detail/33412op/_Serpens/Bayer.html
Map Maker: Johann Bayer
Fine example of Bayer's map of the Constellation Serpens, one of the 48 constellations listed by the 2nd century astronomer Ptolemy, which remains one of the 88 modern constellations defined by the International Astronomical Union.  

Posicionamento:

Ascensão Reta  15h8m / 18h56m   Declinação +25o.7 / -16o.0



Mito:

Quando Glaucus, filho de Minos, Rei de Creta, foi afogado em uma colméia, Esculapius foi trazido para restaurar a vida ao menino.  Enquanto Esculapius pensava o que iria fazer, uma serpente entrou no quarto e ele matou-a.  Então, entrou outra serpente trazendo uma erva que foi colocada na cabeça da serpente morta, trazendo-a à vida.  Usando a mesma erva, Esculapius trouxe a vida de volta ao menino.  A serpente foi colocada nos céus e é por esta razão que muitos escritores confundem Ophiucus com Esculapius.  De acordo com outro mito, a serpente seria uma das que deveriam matar Hercules em seu berço, quando ainda era uma criança.



Fronteiras:

Serpens (Cauda e Caput) acabam fazendo parte da constelação Ophiucus - porque este é Aquele que Segura a Serpente - e todas três acabam formando um conjunto imenso de situações entrelaçadas.  E também estaremos encontrando as constelações Scorpius, Sagittarius, Scutum, Aquila, Hercules Corona Borealis, Libra



http://www.raremaps.com/gallery/detail/34480/Ophiuchus_and_Serpent/Jamieson.html


Map Maker: Alexander Jamieson
Striking star chart, marvelously engraved and delicately colored. Shows the featured constellations in color with neighboring stars and constellations without color.


Jamieson's work is one of the finest of it's kind in the early 19th century.


Stellarium

Estrelas e Objetos interessantes, em Serpens:



Unukalhal.  Alpha Serpentis. 
Uma estrela amarelo pálido situada no pescoço da Serpente.  De Unk Al Hayyah, o Pescoço da Serpente, e também chamada de Coração da Serpente.

Alya - Theta Serpentis - Estrela Dupla
AR 18h53m  Dec. + 04o.08
Magnitude visual 4,5 e 4,5  Distância entre estrelas 22”,23
É a estrela finalizando a Cauda da Serpente. A Lúcida, denominação árabe.




NGC 6027 -
Um grupo pouco comum de galáxias bem próximo à Cabeça propriamente dita da Serpente.


NGC 6027 é uma galáxia lenticular, a aproximadamente 190 milhões de anos-luz, na direção da constelação de Serpens Caput. A galáxia é o membro mais brilhante do Sexteto de Seyfert, um grupo compacto de galáxias.
galáxia NGC 6027 foi descoberta por Édouard Stephan, em 1882.

NGC 6027
Uma imagem da galáxia NGC 6027, pelo HST.
Crédito: HST/NASA/ESA.
Descoberto porÉdouard Stephan
Data de descobertade 1882
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoSerpens Caput
TipoS0 pec. Lenticular
Asc. reta15h 59m 12.5s
Declinação+20° 45′ 48″
Distânciaaprox. 190 milhões de anos-luz
Redshift4447±11 km/s
Magnit. apar.14.7
Dimensões0.4′ × 0.2′
Características físicas
Raio17.500 anos-luz
Outras denominações
UGC 10116, PGC 56575, HCG 79b.


Cosmic Dance of Destruction


Credit:
NASA/ESA, J. English (U. Manitoba), S. Hunsberger, S. Zonak, J. Charlton, S. Gallagher (PSU), and L. Frattare (STScI)

Name:Seyfert's Sextet
Type:• Local Universe : Galaxy : Type : Interacting
• X - Galaxies Images/Videos
Distance:200 million light years
Constellation:Serpens Caput

The NASA/ESA Hubble Space Telescope is witnessing a grouping of galaxies engaging in a slow dance of destruction that will last for billions of years. The galaxies are so tightly packed together that gravitational forces are beginning to rip stars from them and distort their shapes. Those same gravitational forces eventually could bring the galaxies together to form one large galaxy.
The name of this grouping, Seyfert's Sextet, implies that six galaxies are participating in the action. But only four galaxies are on the dance card. The small face-on spiral with the prominent arms [center] of gas and stars is a background galaxy almost five times farther away than the other four. Only a chance alignment makes it appear as if it is part of the group. The sixth member of the sextet isn't a galaxy at all but a long 'tidal tail' of stars [below, right] torn from one of the galaxies.
http://www.spacetelescope.org/images/opo0222a/




Sexteto de Seyfert é um grupo de galáxias a aproximadamente 190 milhões de anos-luz de distância [1], na direção da constelação deSerpens Caput. O grupo parece conter seis membros, mas uma das galáxias está em plano de fundo e a outra "galáxia" é uma parte de gás epoeira interestelar que pertence a uma das galáxias. A interação gravitacional entre estas galáxias continuará por centenas de milhões de anos. E em última instância, estas galáxias irão se fundir para formar uma única e gigante galáxia elíptica.





O grupo foi descoberto por Carl Keenan Seyfert, usando chapas fotográficas do Observatório Barnard, da Universidade Vanderbilt. Quando os primeiros resultados foram publicados, em 1951, este grupo foi o mais compacto grupo já identificado.

Sexteto de Seyfert
O Sexteto de Seyfert, fotografado pelo HST.Crédito: NASA/ESA.
O Sexteto de Seyfert, fotografado pelo HST.
Crédito: NASA/ESA.
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoSerpens Caput
Asc. reta15h 59m 11.9s1
Declinação+20° 45′ 31″1
Número de Membros41
Membro BrilhanteNGC 6027
Outras denominações
Sexteto Serpens, HCG 79, UGC 10116,
.VV 115, VII Zw 6311
Membros do Sexteto de Seyfert
NomeTipoDistância do Sol(milhões de anos-luz)Magnitude
NGC 6027S0 pec.~190+14.7
NGC 6027aS0 pec.~190+15.4
NGC 6027bSAa pec.~190+15.4
NGC 6027cSB(S)c~190+16
NGC 6027dSB(S)bc pec.~190+15.6
NGC 6027eSB0 pec.~190+16.5



M5 - NGC 5904 - Aglomerado Globular
Na parte da Cabeça da Serpente, um brilhante aglomerado globular distante cerca de 27 mil anos-luz e contendo cerca de meio milhão de estrelas.

en:Messier 5 - en:globular cluster by en:Hubble Space Telescope2.4′ view. The image created using en:WikiSky's image cutout tool out of en:Hubble Space Telescopedata. Source url: [1] Hubble source data: [2]. Related images: en::Image:m5--LRGB2 898x688.jpg.http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_5




M10 - NGC 6254 - Aglomerado Globular
Na parte ao sul do Ophiúco existem, entre partes adoráveis da Via Láctea, Nuvens de Estrelas e Nebulosas Escuras.  Próximo à estrela Alya, Theta Serpentis, é possível se observar a olho nú uma imensa nuvem escura no formato de um Cachimbo, é a Nebulosa do Cachimbo.  Quando observamos esta região e sua vizinhança fazendo parte da Via Láctea em Sagitário, estamos olhando em direção ao centro de nossa Galáxia.

M16 - NGC 6611 - Aglomerado Aberto
Fazendo parte da Cauda da Serpente, encontramos um grande aglomerado aberto rodeado por uma nebulosa difusa, um dos mais interessantes objetos de sua espécie, denominado de A Nebulosa da Águia ou a Nebulosa da Estrela da Rainha (em função da silhueta escura no meio da nebulosa, parecendo uma rainha sentada no trono).  A nebulosa luminosa encontra-se numa região de hidrogênio ionizado e ao fundo existem regiões de material interestelar frios e escuros - tudo isso formando um modelo bizarro.  M16 cobre uma área igual à de uma Lua cheia, no entanto sua luminosidade é pálida e difícil de ser observada mesmo em grandes telescópios.
Os "Pilares da Criação" 
no interior da Nebulosa da Águia.
 Cortesia NASA/ESA
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Eagle_nebula_pillars.jpg
Credit: NASA, Jeff Hester, and Paul Scowen (Arizona State University)


"Os pilares da criação" é um aglomerado de poeira e gás com tamanho interestelar na nebulosa de Aguia situado à aproximadamente 7,000 anos luz da terra, No nome, "Pilares" é sugestivo ao formato do lugar, e a parte "Criação" originou-se devido o local ser um enorme berço de estrelas. Sua primeira imagem datada em 1/04/1995, foi tirada pelo telescópio espacial Hubble.





The Eagle has risen: Stellar spire in the Eagle Nebula

Credit:
NASAESA, and The Hubble Heritage Team STScI/AURA)
Appearing like a winged fairy-tale creature poised on a pedestal, this object is actually a billowing tower of cold gas and dust rising from a stellar nursery called the Eagle Nebula. The soaring tower is 9.5 light-years or about 90 trillion kilometres high, about twice the distance from our Sun to the next nearest star.




Hubble peers deeply into the Eagle Nebula
Credit:  ESA/Hubble & NASA
The NASA/ESA Hubble Space Telescope has once more turned its attention towards the magnificent Eagle Nebula (Messier 16). This picture shows the northwestern part of the region, well away from the centre, and features some very bright young stars that formed from the same cloud of material. These energetic toddlers are part of an open cluster and emit ultraviolet radiation that causes the surrounding nebula to glow.
The star cluster is very bright and was discovered in the mid-eighteenth century. The nebula, however, is much more elusive and it took almost a further two decades for it to be first noted by Charles Messier in 1764. Although it is commonly known as the Eagle Nebula, its official designation is Messier 16 and the cluster is also named NGC 6611. One spectacular area of the nebula (outside the field of view) has been nicknamed “The Pillars of Creation” ever since the Hubble Space Telescope captured an iconic image of dramatic pillars of star-forming gas and dust.


Pillars Of Creation - VÍDEO






The Flaming Skull Nebula, a planetary nebula in Serpens Cauda
Sharpless 68, Sh2-68
Image Credit: T.A. Rector (University of Alaska Anchorage) and H. Schweiker (WIYN and NOAO/AURA/NSF)
The Flaming Skull Nebula (Sharpless 68 or Sh2-68) is a large planetary nebula located in the northern part of the constellation of Serpens Cauda, the Serpent’s Tail. (The Serpens constellation is unique among the constellations in being split into two non-contiguous parts, Serpens Caput, the Serpent’s Head to the west and Serpens Cauda to the east. Between these two halves lies the constellation of Ophiuchus, the Serpent-Bearer.)



Image Credit: ESA/NASA and WikiSky
Arp 220 is the result of a collision between two galaxies which are now in the process of merging, situated some 250 million light-years away from Earth in the northern constellation of Serpens (the Serpent). It is receding from us at about 5434 kilometers per second.

Arp 220

Credit:
NASA, ESA, the Hubble Heritage Team (STScI/AURA)-ESA/Hubble Collaboration and A. Evans (University of Virginia, Charlottesville/NRAO/Stony Brook University)
Arp 220 appears to be a single, odd-looking galaxy, but is in fact a nearby example of the aftermath of a collision between two spiral galaxies. It is the brightest of the three galactic mergers closest to Earth, about 250 million light-years away in the constellation of Serpens, the Serpent. The collision, which began about 700 million years ago, has sparked a cracking burst of star formation, resulting in about 200 huge star clusters in a packed, dusty region about 5,000 light-years across (about 5 percent of the Milky Way's diameter).

Super Star Clusters in Dust-Enshrouded Galaxy

Name:Arp 220IC 4553
Type:• Local Universe : Galaxy : Activity : AGN : Seyfert
• X - Galaxies Images/Videos
Distance:250 million light years
Constellation:Serpens Caput
The sharp eye of the Hubble Space Telescope's Advanced Camera for Surveys has uncovered more than 200 mammoth star clusters in the heart of the galaxy Arp 220.
The clusters are the bluish-white dots scattered throughout the image. The heftiest Arp 220 cluster - about 10 million solar masses - is twice as massive as any comparable star cluster in the Milky Way Galaxy. Arp 220 collided with another galaxy about 700 million years ago, fueling the frenzy of star birth in a small region about 5,000 light-years across. The galaxy is a nearby example of the aftermath of two colliding galaxies.
Credit:



A Wheel within a Wheel

Credit:
NASA/ESA and The Hubble Heritage Team STScI/AURA)

Name:Hoag's Object
Type:• Local Universe : Galaxy : Type : Ring
• X - Galaxies Images/Videos
Distance:550 million light years
Constellation:Serpens Caput

A nearly perfect ring of hot, blue stars pinwheels about the yellow nucleus of an unusual galaxy known as Hoag's Object. This image from the NASA/ESA Hubble Space Telescope captures a face-on view of the galaxy's ring of stars, revealing more detail than any existing photo of this object.
A nearly perfect ring of hot, blue stars pinwheels about the yellow nucleus of an unusual galaxy known as Hoag's Object. This image from the NASA/ESA Hubble Space Telescope captures a face-on view of the galaxy's ring of stars, revealing more detail than any existing photo of this object.
NGC 6118, a grand design spiral galaxy in Serpens
The Blinking Galaxy
Image Credit: ESO
NGC 6118 (also known as the Blinking Galaxy) is a “grand design” spiral galaxy of roughly 110,000 light-years across (more or less the same size as our own Milky Way galaxy), located about 82.9 million light-years away from Earth in the southern constellation of Serpens (the Snake). It is receding from us at approximately 1573 kilometers per second.





The Serpens South star cluster is a relatively dense group of 50 young stars, 35 of which are protostars just beginning to form. The cluster is situated in the southern portion of the Serpens cloud, located approximately 848 light-years away from Earth.
The cluster was uncovered by NASA's Spitzer Space Telescope in the southern portion of the Serpens cloud. The discovery was possible due to theinfrared observation capabilities of the SST because at visible wavelengths the stars are completely obscured by interstellar dust in the Serpens cloud.
The stars of the cluster were dubbed "siblings" by the team of astronomers led by Dr. Robert Gutermuth, of the Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics, because they were able to determine that the newly discovered stars belonged to the Serpens star-forming cloud,[1] which also hosts the previously known Serpens embedded cluster, three degrees to the north.
The discovery of Serpens South is a direct result of the Gould's Belt Legacy project, which aims to study all prominent star-forming regions within about 1,600 light-years of Earth. These regions together form a ring of molecular clouds and associated young stars known as the Gould’s Belt and was first described by astronomer Benjamin Gould in 1879. Astronomers working on the project are trying to determine how members of large stellar families are related.[2][3]


http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/6/67/Serpens_south.jpg


Sourcehttp://ipac.jpl.nasa.gov/media_images/sig07-014.jpg
AuthorImage creadit: NASA/JPL-Caltech/L. Allen (Harvard-Smithsonian CfA) & Gould's Belt Legacy Team

About the Object





The Largest Galaxy in the Universe: IC 1101


https://www.youtube.com/watch?v=UE8yHySiJ4A


IC 1101 é um galáxia lenticular gigante no centro do aglomerado de galáxias Abell 2029. Ela é classificada como uma galáxia cD. Está a 1 bilhão de anos-luz de distância, na constelação de Serpens. Esta galáxia tem um diâmetro de aproximadamente 6 milhões de anos-luz, e é atualmente (desde 2011) a maior galáxia conhecida em termos de largura.2 Acredita-se que contenha até 100 trilhões de estrelas, em comparação comnossa galáxia estimada em 200 bilhões de estrelas, ou a Andrômeda estimada em 400 bilhões. Se estivesse no lugar da nossa galáxia, engoliria a Grande Nuvem de Magalhães, a Pequena Nuvem de Magalhães, a Galáxia de Andrômeda e a Galáxia do Triângulo.




IC 1101
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoSerpens
TipoS01
Asc. reta15h 10m 56,1s1
Declinação+05° 44′ 41″1
Distância1,07 bilhões de anos-luz
Redshift23370 ± 301
Magnit. apar.+14.71
Dimensões1',2 × 0',61
Outras denominações
UGC 97521 ; PGC 541671




CONFIRA EM:











  
Os desenhos formados pelas estrelas
 são como janelas que se abrem para a infinitude do universo
 e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais,
 bem mais, 
entre o céu e a terra...;
 bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente, 
vai se tornando Cosmos e sendo por nossa mente conscientizado.  

Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

COM UM ABRAÇO ESTRELADO,
Janine Milward


Stellarium