segunda-feira, 7 de março de 2016

Eclipse Total do Sol acontecendo nas proximidades das águas vertidas pelo Jarro do Aguadeiro e sob o testemunho de um dos Peixes

Olá!

Um Eclipse Solar Total
estará acontecendo
na manhã de 09 de março,
Caro Leitor,
sobre o Oceano Índico,
o sudeste da Ásia
e o Oceano Pacífico.


Este Eclipse Solar Total
será observado
em
  • Partial Eclipse: east Asia, Australia, Pacific
  • Total Eclipse: Sumatra, Borneo, Sulawesi, Pacific



Nesta Postagem,
estaremos comentando sobre 
Temas estruturadores de nossa compreensão
sobre alguns fatos de mecânica celeste 
existente entre Terra e Lua e Sol
e que nos aprofunda em nossos conhecimentos
sobre o momento-ápice destas movimentações: 
O ECLIPSE!

Os Temas a serem comentados são:

-  ÓRBITA DA LUA: 
O MÊS SINÓDICO E O MÊS SIDERAL (ou Dracônico)
-  OS NODOS LUNARES
-  O CICLO SAROS (Repetição, em grego)
- CLASSIFICAÇÃO DOS ECLIPSES LUNARES
-  TIPOS DE ECLIPSES SOLARES
-  SOBRE ECLIPSES E AS SÉRIES SAROS

Em nossa Postagem de amanhã,
traremos mais ilustrações
 mostrando
o céu estrelado em torno ao Eclipse
bem como ilustrações sobre
o caminho da totalidade.

Estremos também trazendo Links
que podem e devem ser acessados
para você, Caro Leitor,
acompanhar cada momento
desse maravilhoso evento 
realizado pelo Sol e pela Lua
e ainda um Link
direcionando seu horário correto
para este evento...
(uma boa e fumegante xícara de café
deverá espantar seu sono....
- para o horário oficial brasileiro,
o eclipse começará às dez horas da noite
do dia 08 de março,
concluindo por volta das três da matina
do dia seguinte...).


Boa Leitura e Bons Estudos!

Com um Abraço Estrelado,


Janine Milward



Stellarium



Dr. Wolfgang Strickling - Eclipse 2016 Android App, Geodata from OpenStreetMap
Global path of the total solar eclipse 2016-03-09 over the Indian Ocean, South-East Asia and the Pacific. Created with Eclipse2016 Android App / Geodata from OpenStreetMap Global path of the total solar eclipse 2016-03-09 over the Indian Ocean, South-East Asia and the Pacific. Markers show beginning and end of the centerline and the point of maximum eclipse. Created with Eclipse2016 Android App / OpenStreetMap


O ECLIPSE!

Os Temas a serem comentados são:

-  ÓRBITA DA LUA: 
O MÊS SINÓDICO E O MÊS SIDERAL (ou Dracônico)
-  OS NODOS LUNARES
-  O CICLO SAROS (Repetição, em grego)
- CLASSIFICAÇÃO DOS ECLIPSES LUNARES
-  TIPOS DE ECLIPSES SOLARES
-  SOBRE ECLIPSES E AS SÉRIES SAROS




Eclipse do Sol em 20/21 de maio, no Japão

ÓRBITA DA LUA: O MÊS SINÓDICO E O MÊS SIDERAL (ou Dracônico)

Existem algumas teorias para explicar a presença da Lua girando em torno da Terra, como seu satélite natural.  No entanto, uma das teorias mais aceitas é a de que, durante a formação de nosso Planeta, o Sistema Solar ainda era bombardeado por uma imensa série de meteoros e meteoritos e cometas, por todos os lados.  É bem possível que um desses objetos tenha atingindo a Terra com tal força em seu impacto, que arrancou, literalmente, uma grande massa rochosa que acabou se afastando, vagarosamente, mas ao mesmo tempo, sempre sendo atraída pela força gravitacional de nossa Mãe-Gaia.

A Terra e a Lua acabam realizando uma série de movimentos e eventos entre si, sendo que o mais conhecido e visivelmente observado por nós a cada dia e a cada noite, são as Fases Lunares: Lua Nova, Lua Crescente, Lua Cheia e Lua Minguante. À medida que a Lua gira em torno da Terra, a aparência da Lua parece mudar. Isto ocorre porque diferentes quantidades da parte iluminada da Lua estão com a frente para nós. A aparência varia de uma Lua Cheia, quando a Terra está entre o  Sol e a Lua, até uma Lua Nova, quando a Lua está entre o Sol e a Terra.  

Sabemos que a Terra não somente realiza a rotação completa de si mesmo, em seu eixo, em 24 horas, seu chamado movimento de rotação e que nosso Planeta descreve uma trajetória elíptica ao redor do Sol, seu chamado movimento de translação, em um período de 365 dias e seis horas e mais alguns poucos minutos e segundos.  Ao longo do ano, nós percebemos o aparente caminhar do Sol ao longo da eclíptica, visitando os signos do Zodíaco (que hoje em dia não são mais 12 e sim 14, com a inclusão de Ofiúco e de Cetus, a Baleia).  Porém, esse andar é apenas aparente e é, na verdade a projeção, na esfera celeste, da trajetória da Terra.   E podemos também observar que existe uma inclinação dessa mesma eclíptica em relação ao equador celeste (que é a projeção do equador terrestre) de 23o s e 30’

E, todas as noites, podemos observar a Lua passeando pelos céus, desde o leste até o oeste, não é verdade?  A verdade é que este aparente passear da Lua é um movimento aparente e em conseqüência ao movimento de rotação da Terra.  A Lua, a bem dizer, realiza seu movimento orbital ao redor da Terra em sentido contrário, isto é, de oeste para leste.   Sendo assim, podemos acompanhar a Lua desde seu tempo de recém-nova, surgindo no horizonte oeste e, ao longo do seu ciclo lunar, vai galgando as alturas dos céus estrelados, buscando o zênite (para formar a Lua Crescente) e depois, vai buscando o horizonte leste até formar a Lua Cheia, ao cair da noite, exatamente no momento em que o Sol se põe no horizonte oeste.  Finalmente, a Lua aparece à meia-noite surgindo no horizonte leste e vai murchando, a cada madrugada, até novamente se encontrar com o Sol e formarem juntos, a Lua Nova.  Porém, ao longo de todo esse tempo, também a Terra continuou a percorrer seu aparente caminho na eclíptica, em seu movimento de translação.  Assim, as posições relativas entre o Sol, a Terra e a Lua alteram-se constantemente. Como as fases da Lua estão relacionadas à essas posições relativas, elas irão se repetir em 29 dias 12 horas e uns tantos minutos e segundos, quase 13 horas.  Esse é o chamado mês sinódico.

E certamente, tivemos a oportunidade de observar que o tempo necessário para que a Lua visite todas as constelações do Zodíaco com o pano de fundo das estrelas do céu, corresponde a 27 dias e sete horas e alguns tantos minutos e segundos, quase oito horas - e é chamado de mês sideral.  


SAIBA MAIS, MUITO MAIS, 
sobre ECLIPSES AND THE MOON'S ORBIT





Foto do sol totalmente eclipsado acoplado à pintura do dragão Rahu, da mitologia hindú.  
Foto realizada por Jacques Guertin e pintura por I.M. Siidigrta. Publicação de capa da revista Sky & Telescope, edição de março de 1996, anunciando o artigo “When Rahu Devoured the Sun” sobre o eclipse total acontecido na Asia em 24 de outubro de 1995. 
Artigo assinado por M. Barlow Pepin – Sky publishing Co., Ma., USA.



OS NODOS LUNARES

É importante que possamos distinguir ambos esses períodos, ao tratarmos dos eclipses lunares e solares, em tempos de Lua Cheia e de Lua Nova.

Outra questão absolutamente fundamental que percebamos, é que a órbita lunar não é coplanar com a órbita terrestre. Os dois planos formam entre si, um ângulo variável, cujo valor médio é de 5º 9'. Nas épocas de ocorrência dos eclipses essa inclinação é máxima, atingindo o valor de 5º 18'.

Chegamos agora, ao momento verdadeiramente crucial de nosso trabalho: estamos diante dos pontos de cruzamento entre a eclíptica (que é o aparente andamento da Terra em seu movimento de translação ao Sol ) e a órbita da Lua (em torno da Terra). 

Os pontos de cruzamento entre a eclíptica e a órbita da Lua são denominados nodos: a Lua passa pelo nodo ascendente quando se dirige para o norte da eclíptica e, pelo nodo descendente quando se dirige para o sul da eclíptica. A linha que une os dois nodos é chamada de linha dos nodos

É importante que saibamos que a linha dos nodos é a linha de interseção entre o plano da órbita de um corpo celeste e um plano orbital de referência. Em relação ao plano orbital da Terra, a linha dos nodos é a linha de interseção entre o plano orbital de qualquer corpo celeste e o plano orbital da Terra - e nesse trabalho, o que nos interessa é essa interseção entre a Lua e a Terra, em seus planos orbitais. A linha dos nodos une o nodo ascendente ao nodo descendente.

Os Nodos Lunares estão sempre opostos um ao outro e movem-se em sentido inverso através do Zodíaco. O ciclo dos Nodos é de 18.6 anos e o seu movimento diário aproximado é de 3’ de arco.

O Nodo Norte ou o Nodo Ascendente é aquele em que a Lua cruza a eclíptica ao passar de Sul para Norte do percurso por ela definido. O Nodo Sul ou o Nodo Descendente é aquele em que a Lua cruza a eclíptica ao passar de Norte para Sul.





Para que ocorra um eclipse é necessário que a linha dos nodos esteja apontando para o Sol e que o Sol, a Terra e a Lua estejam alinhados, o que só acontece quando a Lua, em fase de nova ou de cheia, encontra-se nas proximidades da eclíptica.  Em função da necessidade desse alinhamento, não são todos os meses que veremos os eclipses podendo acontecer.

Ao longo de um ano, a Terra realiza seu movimento de translação em relação ao Sol, levando consigo, é claro, a Lua, como já vimos mais acima.  Duas vezes ao ano, encontraremos a linha dos nodos alinhada com o Sol e a Terra. Quando a Lua passar pelo nodo durante a temporada de eclipses, ocorre um eclipse. Essas temporadas ocorrem a cada 173 dias, em função  da órbita da Lua  que gradualmente gira sobre seu eixo (com um período de 18,6 anos de regressão dos nodos).


Se somarmos duas vezes esse período de 173 dias, encontraremos o Sol e o nodo ascendente ou descendente da Lua na mesma direção uma vez a cada 346,62 dias. Ao multiplicarmos esse número de dias ao período de 18.6 anos de regressão dos nodos, encontraremos 6585 dias.  Isso se chama Saros - o ciclo periódico de aproximadamente 18 anos do sistema Terra-Lua-Sol. A cada 6585 dias a Terra, a Lua e o Sol estão exatamente na mesma posição. Quando há um eclipse lunar,  haverá também um exatamente 6585 dias mais tarde.  Serão 223 meses sinódicos. Isto significa que a configuração Sol-Lua e os eclipses se repetem na mesma ordem depois deste período. Este ciclo já era conhecido pelos antigos Babilônios, e por razões históricas, é conhecido como Saros, que significa repetição, em grego.


Fontes consultadas:
Nasa, Eclipses and the Saros - Fred Espenak
Uranometria Nova - Astronomia e Astrofísica n. 021



Relação da passagem da lua pelos seus nodos
 e a ocorrência de eclipses lunares e solares.


http://pt.wikipedia.org/wiki/Eclipse_lunar#mediaviewer/File:Esquema_nodos.svg

Esquema nodos

User:Fsogumo - Obra do próprio
http://pt.wikipedia.org/wiki/Eclipse_lunar



CLASSIFICAÇÃO DOS ECLIPSES LUNARES


Os eclipses lunares podem ser classificados de acordo com a parte da Lua que é obscurecida pela sombra da Terra, e por qual parte da sombra da Terra ela está sendo obscurecida.
A sombra projetada pela Terra possui duas partes denominadas umbra e penumbra. A umbra é uma região em que não há iluminação direta do Sol e a penumbra é uma região em que apenas parte da iluminação é bloqueada1 .

http://pt.wikipedia.org/wiki/Eclipse_lunar#mediaviewer/File:Eclipse_lunar.svg
Eclipse lunar
User:FSogumo - Obra do próprio

Os eclipses penumbrais ocorrem quando a Lua entra na região de penumbra, o que na prática resulta numa variação do brilho da Lua que dificilmente é notada7 . Se a Lua entra inteiramente na região de penumbra ocorre o raro eclipse penumbral total que pode gerar um gradiente de luminosidade visível, estando a Lua mais escura na região que se aproxima mais da umbra.
Quando a Lua entra na região da umbra, podem ocorrer os eclipses lunares parcial e total. O eclipse parcial ocorre quando apenas parte da Lua é obscurecida pela sombra da Terra e o total, quando toda a face visível da Lua é obscurecida pela umbra7 . Este obscurecimento total pode durar até 107 minutos e é mais longo quando a Lua está próxima de seu apogeu, ou seja, quando sua distância da Terra é o maior possível.
Um último tipo de eclipse lunar raro é denominado eclipse horizontal. Ele ocorre quando o Sol e a Lua, em eclipse, estão visíveis ao mesmo tempo. Este tipo de eclipse só é visível quando o eclipse lunar ocorre perto do poente ou antes do nascente8 .





TIPOS DE ECLIPSES SOLARES


Data
OrigemObra do próprio
AutorUser:FSogumo

Tipos de eclipses solares


O
 eclipse solar parcial: somente uma parte do Sol é ocultada pelo disco lunar.Há quatro tipos de eclipses solares1 :
  • eclipse solar total: toda a luminosidade do Sol é escondida pela Lua.
  • eclipse anulareclipse anelar ou eclipse em anel: um anel da luminosidade solar pode ser vista ao redor da Lua, o que é provocado pelo fato do vértice do cone de sombra da Lua não estar atingindo a superfície da Terra, o que pode acontecer se a Lua estiver próxima de seu apogeu. Isso é similar à ocorrência do eclipse penumbral da lua.
  • eclipse híbrido, quando a curvatura da Terra faz com que o eclipse seja observado como anular em alguns locais e total em outros. O eclipse total é visto nos pontos da superfície terrestre que estão ao longo do caminho do eclipse e estão fisicamente mais próximos à Lua, e podem, assim, serem atingidos pela umbra; outros locais, menos próximos da Lua devido à curvatura da Terra, caem na penumbra da lua, e enxergam um eclipse anular.
Eclipses solares podem ocorrer apenas durante a fase de Lua nova, por ser o período em que a Lua está posicionada entre a Terra e o Sol.


Antoine Caron Astronomers Studying an Eclipse



Segundo Fred Espenak, em Eclipses and the Saros
- atualizado recentemente 
(e minha  (Janine) tradução simples e sintetizada  abaixo
aconteceu há cerca de dez a quinze anos) 


“A periodicidade e a recorrência dos eclipses são governados por um ciclo chamado Saros - um período de aproximadamente 6.585.3 dias (18 anos, 11 dias e 8 horas).  Os Caldeus o consideravam como um período quando os  eclipses lunares pareciam se repetir - como também esse ciclo pode ser aplicado, da mesma forma, para os eclipses solares.

O ciclo Saros surge da natural harmonia entre os três períodos orbitais da Lua;
O mês Sinódico (de lua nova a lua nova) 29 dias 12 horas 44 minutos
O mês Dracônico (de Nódulo a Nódulo) 27 dias 05 horas 06 minutos
O mês Anomalístico (de Perigeu a Perigeu) 27 dias 13 horas 19 minutos

Dois eclipses separados por um mesmo ciclo Saros compartilham geometrias muito similares. Eles ocorrem no mesmo Nódulo, com a Lua na quase mesma distância da Terra e no mesmo momento do ano.

Uma série Saros não dura indefinidamente em função do fato de que três meses lunares não são perfeitamente comensuráveis entre si.

A compreensão acerca da seqüência de numeração do Saros é complicada pelo fato de que não depende de quando uma série começa ou termina.  Pelo contrário, a numeração é determinada pela ordem na qual cada série atinge seu clímax.  Dentro desse contexto, o clímax de uma série acontece quando o eixo da sombra umbral passa o mais próximo do centro da Terra.  E porque a duração de cada série vária até algumas centenas de anos e a numeração acontece a partir da ordem na qual cada série atinge seu clímax, isso explica o porquê o primeiro eclipse de uma série que encontra seu clímax mais tarde pode, na verdade, preceder o primeiro eclipse de uma série que alcançou seu clímax anteriormente.  Na coluna denominada Gamma, encontramos o parâmetro que apresenta a menor distância (no rádio da Terra)  do eixo da sombra até o centro da Terra, durante cada eclipse.  Gamma pode ser positivo ou negativo, dependendo se o eixo de sombra passa ao norte ou ao sul do centro da Terra.  Se olharmos em cada ciclo de Saros, encontraremos como o valor de Gamma muda com cada eclipse dentro de uma série. Quando Gamma atinge seu valor mínimo (absoluto), a série alcança seu clímax.

E porque podem acontecer de dois a cinco eclipses solares a cada ano, existem aproximadamente 40 diferentes séries de Saros acontecendo ao mesmo tempo. Quando antigas séries terminam, outras novas começam e tomam seus lugares.

O ciclo Saros para os eclipses lunares opera de forma análoga ao Saros dos eclipses solares. Para os eclipses lunares, o parâmetro Gamma representa a distância mínima da Lua medida em relação ao eixo da sombra da Terra (unidades de radio da Terra).  É preciso notar, entretanto, que a numeração Saros é oposta à aquela usada para os eclipses solares.  Os eclipses lunares que acontecem próximos ao Nodo Ascendente da Lua possuem, inclusive, numeração de Saros.  Cada eclipse subseqüente em uma série corre progressivamente em direção ao sul, com relação ao eixo da sombra da Terra.  Da mesma forma, os eclipses lunares que acontecem próximos ao Nodo Descendente da Lua possuem numeração diferenciada de Saros.  E, numa mesma série, os eclipses subseqüentes correm progressivamente em direção ao norte, com relação ao eixo da sombra da Terra.

Um outro ciclo extremamente significante de eclipses é o Inex - um período de 358 meses sinódicos (29 anos menos 20 dias, ou aproximadamente 10.752 dias).  O Inex é interessante porque marca o tempo de intervalo entre a numeração consecutiva de series Saros.

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Note that the Saros numbering sequence does not depend on when a series begins or ends. In general, the numbering tends to follow the order in which each series peaks. In this context, the peak of a series occurs when the umbral shadow axis passes closest to the center of Earth. Since the duration of each series varies up to several hundred years and the numbering approximately follows the order in which each series peaks, this explains why the first eclipse of a series which peaks later can actually preceed the first eclipse of a series that peaks earlier.

Perceba que a sequência de numeração Saros não depende de quando uma série começa ou termina. Em geral, a numeração tende a seguir a ordem na qual cada série culmina.  Neste contexto, a culminãncia de uma série ocorre quando o eixo da sombra umbral passa mais próximo ao centro da Terra.  Desde que a duração de cada série varia até várias centenas de anos e a numeração segue aproximadamente a ordem na qual cada série culmina, isso explica o porquê o primeiro eclipse de uma série que culmina mais tarde pode, na verdade, preceder o primeiro eclipse de uma série que culmina anteriormente.

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SAIBA MAIS, MUITO MAIS, 
sobre ECLIPSES AND THE SAROS
acessando

http://eclipse.gsfc.nasa.gov/SEsaros/SEsaros.html


Stellarium