quarta-feira, 27 de abril de 2016

Júpiter nos convidando para bem observarmos e estudarmos a imensa e bela constelação Leo, o Leão!

Olá!

Nesses tempos outonais de clima bem mais sêco,
os céus tornam-se mais escuros e transparentes
- principalmente quando da ausência da luminosidade da Lua.

Convido você, Caro Leitor,
a observar os céus estrelados bem ao cair da noite
e logo logo deparar-se com Júpiter, o gigante gasoso,
bem ao zênite 
e visitando a belíssima e imensa 
constelação do rei dos animais dos céus, Leo, o Leão!

Aliás, aproveite também estes tempos
para bem acompanhar o andamento do planeta Júpiter
que, em 09 de maio, estará retomando seu movimento direto,
- movimento aparente, é claro -
e então passará a avisar ao Leão que estará deixando-o em breve
e prometendo retornar em cerca de doze anos à frente...

Nesta Postagem, Caro Leitor,
encontre informações sobre a constelação Leo, o Leão.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward

Stellarium

Stellarium



http://www.aai.ee/muuseum/Uranomeetria/Pictures/Web/Reissig_W_018.jpg



Olá!

A constelação do garboso Leão
é verdadeiramente muito interessante
não somente por causa do desenho de suas estrelas
figurando o rei dos animais dos céus estrelados
como também,
ao longo dos tempos,
foi nos revelando objetos
que realizaram-se enquanto galáxias,
enquanto Grupos de galáxias,
enquanto fusão desses Grupos
e ainda enquanto fazendo parte
- como Galáxia Anã denominada Leo I ou Regulus Dwarf -
de nosso chamado Grupo Local!

Com o tempo, entrou em cena Leo II
-  que encontra-se ainda além o Grupo Leo I
(que é bem mais próximo),
porém ambos situam-se numa mesma região.

Com o tempo, entrou em cena Leo III.
Com o tempo, entraram em cena Aglomerados de galáxias.
Com o tempo, entrou em cena o Superaglomerado Leo.
Com o tempo, e bem recentemente (agora, em setembro de 2014!),
entrou em cena Laniakea,
nosso novo endereço dentre as estrelas do céu que nos protege,
esse Céu Imensurável!




Leo

O garboso Leão dos céus estrelados
com toda certeza, sempre nos revela mais e mais segredos
e nos confirma nossa mente que vai acompanhando
a revelação de que,
quanto mais nos aprofundamos no passado
mais conhecemos nosso presente
e mais concordamos
que existe mais, bem mais, entre a Terra e o céu
que nossa simples mente possa imaginar!

Da Terra ao Céu e ao Infinito:
Os desenhos formados pelas estrelas
 - As Constelações - 
são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais,
 entre o céu e a terra..., 
bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente,
vai se tornando Cosmos
 e este por nossa mente sendo conscientizado.
Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.




Leo constellation map.png

http://pt.wikipedia.org/wiki/Leo_A




LEO, O LEÃO


Posicionamento:
Ascensão Reta  9h18m / 11h56m    Declinação -6o.4 / +33o.3


Mito:
Esta constelação do Zodíaco representa o Leão de Neméia que se originava da Lua e que foi degolado por Hércules.


Algumas Informações Interessantes acerca esta Constelação:

Constelação das primeiras conhecidas dos babilônios que, como todos os povos da antiguidade, associavam o Leão ao Sol.  

O Leão é, realmente, a mais notável de todas as constelações zodiacais, já que o Sol encontrava-se neste asterismo no solstício do verão, na época em que esse asterismo foi instituído.  

Realmente, esta antiga constelação era reconhecida por muitas civilizações antigas, incluindo aquelas na Babilônia, no Egito e na Grécia.

Para os egípcios, a entrada do Sol no asterismo do Leão correspondia às inundações do Nilo e servia, portanto, como importante referência  à atividade agrícola, pois a inundação trazia a fertilidade das margens do Nilo.


Fronteiras:
Leo situa-se entre as constelações Virgo, Coma Berenices, Ursa Major, Leo Minor, Câncer, Hydra, Sextans, Crater



 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986





http://www.ianridpath.com/atlases/urania/urania20.jpg


Stars


Leo contains many bright stars, many of which were individually identified by the ancients. There are four stars of first or second magnitude, with render this constellation especially prominent:
  • Regulus, designated Alpha Leonis, is a blue-white main-sequence star of magnitude 1.34, 77.5 light-years from Earth. It is adouble star divisible in binoculars, with a secondary of magnitude 7.7. Its traditional name (Regulus) means "the little king".
  • Beta Leonis, called Denebola, is at the opposite end of the constellation to Regulus. It is a blue-white star of magnitude 2.23, 36 light-years from Earth. The name Denebola means "the lion's tail".
  • Algieba, Gamma Leonis, is a binary star with a third optical component; the primary and secondary are divisible in small telescopes and the tertiary is visible in binoculars. The primary is a gold-yellow giant star of magnitude 2.61 and the secondary is similar but at magnitude 3.6; they have a period of 600 years and are 126 light-years from Earth. The unrelated tertiary, 40 Leonis, is a yellow-tinged star of magnitude 4.8. Its traditional name, Algieba, means "the forehead".
  • Delta Leonis, called Zosma, is a blue-white star of magnitude 2.58, 58 light-years from Earth. Epsilon Leonis is a yellow giantof magnitude 3.0, 251 light-years from Earth.[1]
  • Zeta Leonis, called Adhafera, is an optical triple star. The brightest and only star designated Zeta Leonis, is a white giant star of magnitude 3.65, 260 light-years from Earth. The second brightest, 39 Leonis, is widely spaced to the south and of magnitude 5.8. 35 Leonis is to the north and of magnitude 6.0.
  • Iota Leonis is a binary star divisible in medium amateur telescopes; they are divisible in small amateur telescopes at their widest (2053-2063). To the unaided eye, Iota Leonis appears to be a yellow-tinged star of magnitude 4.0. The system, 79 light-years from Earth, has components of magnitude 4.1 and 6.7 with a period of 183.
  • Tau Leonis is a double star divisible in binoculars. The primary is a yellow giant of magnitude 5.0, 621 light-years from Earth. The secondary is a star of magnitude 8. 54 Leonis is a binary star 289 light-years from Earth, divisible in small telescopes. The primary is a blue-white star of magnitude 4.5 and the secondary is a blue-white star of magnitude 6.3.[1]
The other named stars in Leo are Mu Leonis, Rasalas (an abbreviation of "Al Ras al Asad al Shamaliyy," meaning "The Lion's Head Toward the South"); and Theta Leonis, Chertan or Coxa ("hip").[1] [2]
Leo is also home to one bright variable star, the red giant R Leonis. It is a Mira variable with a minimum magnitude of 10 and normal maximum magnitude of 6; it periodically brightens to magnitude 4.4. R Leonis, 330 light-years from Earth, has a period of 310 days and a diameter of 450 solar diameters.[1]
The star Wolf 359 (CN Leonis), one of the nearest stars to Earth at 7.8 light-years away, is in Leo. Wolf 359 is a red dwarf of magnitude 13.5; it periodically brightens by one magnitude or less because it is a flare star.[1] Gliese 436, a faint star in Leo about 33 light years away from the Sun, is orbited by a transiting Neptune-mass extrasolar planet.[3]
The carbon star CW Leo (IRC +10216) is the brightest star in the night sky at the infrared N-band (10 μm wavelength).
The star SDSS J102915+172927 (Caffau's star) is a population II star in the galactic halo seen in Leo. It is about 13 billion years old, making it one of the oldest stars in the Galaxy. It has the lowest metallicity of any known star.
Modern astronomers, including Tycho Brahe in 1602, excised a group of stars that once made up the "tuft" of the lion's tail and used them to form the new constellation Coma Berenices (Berenice's hair), although there was precedent for that designation among the ancient Greeks and Romans.[4]



Johann Bayer — Leo



Richard Hinckley Allen, Star Names, Their Lore and Meaning, Dover Publications, Inc, New York, USA 








http://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Gazetteer/Topics/astronomy/_Texts/secondary/ALLSTA/Leo*.html

Richard Hinckley Allen, em seu famoso e importantíssimo livro
Star Names — Their Lore and Meaning -,
nos revela algumas informações interessantes sobre a constelação do Leão:

Leo, the Lion,

is Lion in France, Löwe in Germany, and Leone in Italy. In Anglo-Norman times it was Leun. It lies between Cancer and Virgo, the bright Denebola 5° north of the faint stars that mark the head of the latter constellation; but Ptolemy extended it to include among its ἀμόρφωτοι the group now Coma Berenices.
In Greek and Roman myth this was respectively Λέων and Leo, representing the Nemean Lion, originally from the moon, and, after his earthly stay, carried back to the heavens with his slayer Hercules, where he became the poet's NemeaeusNemeas AlumnusNemees TerrorNemeaeum Monstrum; and, in later times, No Animal Nemaeo truculento of Camões. It also was Cleonaeum Sidus, from Cleonae, the Argolic town near the Nemean forest where Hercules slew the creature; Herculeus; and Herculeum Astrum. But the Romans commonly knew it as Leo, Ovid writingHerculeus Leo and Violentus Leo.
Bacchi Sidus was another of its titles, that god always being identified with this animal, and its shape the one usually adopted by him in his numerous transformations; while a lion's skin was his frequent dress. But Manilius had it Jovis et Junonis Sidus, as being under the guardianship of these deities; and appropriately so, considering its regal character, and especially that of its lucida.
The Egyptian king Necepsos, and his philosopher Petosiris, taught that at the Creation the sun rose here near Denebola; and hence Leo wasDomicilium Solis, the emblem of fire and heat, ...............................................................
 The adoption of this animal's form for a zodiac sign has been fancifully attributed to the fact that when the sun was among its stars in midsummer the lions of the desert left their accustomed haunts for the banks of the Nile, where they could find relief from the heat in the waters of the inundation; and Pliny is authority for the statement that the Egyptians worshiped the stars of Leo because the rise of their great river was coincident with the sun's entrance among them. For the same reason the great Androsphinxb is said to have been sculptured with Leo's body and the head of the adjacent Virgo; although Egyptologists maintain that this head represented one of the early kings, or the god Harmachis. Distinct reference is made to Leo in an inscription on the walls of the Ramesseum at Thebes, which, like the Nile temples generally, was adorned with the animal's bristles; while on the planisphere of Denderah its figure is shown standing on an outstretched serpent. The Egyptian stellar Lion, however, comprised only a part of ours, and in the earliest records some of its stars were shown as a Knife, as they now are as a Sickle. Kircher gave its title there as ΠιμεντεκέωνCubitus Nili.
The Persians called it Ser or Shīr; the Turks, Artān; the Syrians, Aryō; the Jews, Aryē; and the Babylonians, Arū, — all meaning a Lion; the last title frequently being contracted to their letter equivalent to our A.
It was the tribal sign of Judah, allotted to him by his father Jacob as recorded in Genesis xlix.9, and confirmed by Saint John in The Revelation v.5; Landseer suggesting that this association was from the fact that Leo was the natal sign of Judah and so borne on his signet-ring given to Tamar.
Christians of the Middle Ages and subsequently, who figured biblical characters throughout the heavens in place of the old mythology, called it one of Daniel's lions; and the apostolic school, doubting Thomas.
On Ninevite cylinders Leo is depicted as in fatal conflict with a bull, typifying the victory of light over darkness; and in Euphratean astronomy it was additionally known as Gisbar-namru-sa-pan, variously translated, but by Bertin as the Shining Disc which precedes Bel; the latter being our Ursa Major, or in some way intimately connected therewith. Hewitt says that it was the Akkadian Pa-pil-sak, the Sceptre, or the Great Fire; and Sayce identifies it with the Assyrian month Abu, our July-August, the Fiery Hot; Minsheu assigning as the reason for this universal fiery character of the constellation, "because the sunne being in that signe is most raging and hot like a lion."
Thus throughout antiquity the animal and the constellation always have been identified with the sun, — indeed in all historic ages till it finally appears p254on the royal arms of England, as well as on those of many of the early noble families of that country. During the 12th century it was the only animal shown on Anglo-Norman shields.
As a zodiacal figure it was of course entirely different from the ancient Asad of Arabia, that somewhat mythical Lion extending from Gemini over our Cancer, Leo, Virgo, Libra, and parts of other constellations, both north and south of the zodiac; but the later Arabians also adopted Ptolemy's Leo and transferred to it the Asad of the early constellation. This appeared in the various corrupted forms cited by Bayer, — AlasidAleserAsisAssid, and others similar, of which Assemani gives a long list; Schickard adding Alasado and Asedaton; and Riccioli, specially mentioning Asid and Ellesed, cautioned his readers against the erroneous Alatid and Alezet.
Early Hindu astronomers knew it as Asleha, and as Sinha, the Tamil Simham; but the later, influenced by Greece and Rome, as Leya, or Leyaya, from the word Leo. It contained the 8th nakshatraMaghā, Mighty, or Generous; as also the 9th and 10th, Pūrva, and UttaraPhalgunī, the Former, and the Latter, Phalgunī, a word of uncertain meaning, — perhaps the Bad One, — the single station being represented by a Fig-tree, and the combined by a Bed or Couch.
Nearly the same stars were included in the 8th, 9th, and 10th manzil of Arabia as Al Jabhah, the Forehead; Al Zubrah, the Mane; and Al Ṣarfah, the Turn.
Of the sieu, however, none appear in Leo, the Chinese having adopted, instead, stations among the stars of Hydra and Crater, so that many infer that their lunar asterisms were original with themselves. In the later native solar zodiac of China the Lion's stars were the Horse, and in the earlier a part of the Red Bird; while Williams says that they also were Shun Ho, the Quail's Fire; but in the 16th century the Chinese formally adopted our Leo, translating it as Sze Tsze. The space between it and Virgo was Tae Wei, or Shaou Wei, and the western half of Leo, with Leo Minor, was regarded as aYellow Dragon mounting upwards, marked by the line of ten stars from Regulus through the Sickle. It also was another of the Heavenly Chariots of imperial China.
Its symbol, , has been supposed to portray the animal's mane, but seems more appropriate to the other extremity; the Hyginus of 1488 and theAlbumasar of 1489 showing this latter member of extraordinary length, twisting between the hind legs and over the back, the Hyginus properly locating the star Denebola in the end; but the International Dictionary, in a more scholarly way, says that this symbol is a corruption of the initial letter of Λέων. Lajard's Culte de Mithra mentions the hieroglyph of Leo p255as among the symbols of Mithraic worship, but how their Lion agreed, if at all, with ours is not known.
One of the sultans of Koniyeh, ancient Iconium, put the stellar figure on his coins.
Its drawing has generally been in a standing position, but, in the Leyden Manuscript, in a springing attitude, with the characteristic Sickle fairly represented. Young astronomers know the constellation by this last feature in the fore parts of the figure, the bright Regulus marking the handle; its other stars successively being ηγζμ, and ε. Nor is this a recent idea, for Pliny is thought to have given it separately from Leo in his list of the constellations; but not much could have been left of the Lion after this subtraction except his tail.
These same Sickle stars were a lunar asterism with the Akkadians as Gis-mes, the Curved Weapon; with the Khorasmians and Sogdians asKhamshish, the Scimetar; but with the Copts as Titefui, the Forehead.

http://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Gazetteer/Topics/astronomy/_Texts/secondary/ALLSTA/Leo*.html



Mario Jaci Monteiro - Cartas Celestes, As Constelações - CARJ


Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes
 - excerto apresentando ALFABETO GREGO, CONVENÇÕES E USO DA CARTA CELESTE



AS PERNAS DIANTEIRAS
E A CABEÇA DO LEÃO:


O Asterismo nomeado de Sickle, Foice,
é composto pelas estrelas 
Zeta (Adhafera), Eta (Al Jabhah) , Sigma, Mu (Rasalas)
e ainda Lambda ( Alterf) e Alpha Leonis (Regulus)


Excerto da Carta Celeste LEÃO - Mario Jaci Monteiro - Cartas Celestes, As Constelações - CARJ


Excerto Ilustração para o dia 4 de junho - Programa Stellarium



Sempre que  olhamos para a constelação do Leão, aqui na roça
 ou em lugares de céus menos poluídos luminosamente,  
nos deparamos com a beleza da estrela-alpha Leonis, Regulus
e com o fato de que esta estrela quase que pontua uma figura
 que lembra uma clave de Fá ou um ponto de exclamação!  

Também podemos pensar que esta figura lembra uma Foice 
e é assim que, em nossa língua portuguesa, este Asterismo é nomeado
 - em inglês é Sickle.

 Aliás, na roça a foice é um insubstituível instrumento de trabalho
usado na lida do cotidiano, sem dúvida alguma!



Regulus, Alpha Leonis
Ascensão Reta 10h07,3m  -  Declinação +12o.4
Magnitude visual 1,34 - Distância 84 anos-luz

Regulus é o pé do Leão (também conhecida como o coração do Leão).
O Pequeno Rei.

Regulus  era uma estrela real e  guardiã do norte - juntamente com Fomalhaut, Aldebaran e Antares, consideradas todas estrelas reais do céu dos persas.  

Em virtude de um engano de Ptolomeu, que a nomeou de Pequeno Rei, hoje conhecemos esta estrela como Regulus. 

Por se situar extremamente próxima à linha da Eclíptica, podemos sempre apreciar a Lua e os Planetas visíveis passando bem próximos à Regulus.

 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão
 - Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




Régulo (Regulus, α Leo, α Leonis, Alpha Leonis) é a estrela mais brilhante da constelação de Leão.

Etimologia

Régulo significa pequeno rei em latim, e, antigamente, era conhecida por Cor Leonis (em latim, o coração do leão), pela posição que ocupa no corpo da figura celestial.
Em grego é uma variante de basiliskos ou ainda basiliscus.
É conhecida como Qalb al-Asad, do árabe, ou seja, "o coração do leão". Como Kabelaced "também" se traduz para o latim como Cor Leonis.
Régulo é conhecida em chinês como, a décima quarta estrela de Xuanyuan, o Imperador Amarelo.
Na astronomia hindu Régulo corresponde ao Magha Nakshatra.1
http://pt.wikipedia.org/wiki/Regulus

Régulo A / B / C
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoLeão (Leo)
Asc. retaA: 10h 08m 22,3s
BC: 10h 08m 12,8/14s
DeclinaçãoA: +11° 58' 02"
BC: +11° 59' 48"
Magnitude aparente1,35/8,14/13,5
Características
Tipo espectralB7 V/K1-2 V/M5 V
Cor (U-B)−0,36/0,54
Cor (B-V)−0,11/0,87
Astrometria
Velocidade radial+5,9 km/s
Mov. próprio (AR)249 mas/a
Mov. próprio (DEC)mas/a
Paralaxe42,09 ± 0,79
Distância77 ± 1 anos-luz
23,8 ± 0,4 pc
Magnitude absoluta−0,52/4,2/9,5
Detalhes
Massa3,5/0,8/0,2 M
Raio3,15–4,15/0,5/? R
Luminosidade150/0,31 L
Temperatura10.300–15.400/? K
Rotação315 km/s
Idade5 x 107 anos
Outras denominações
Regulus, Alpha Leonis, 32 Leo, Cor Leonis, Basilicus, Lion’s Heart, Rex, Kalb al Asad, Kabeleced, GJ 9316, HR 3982, BD +12° 2149/2147, HD 87901/87884, GCTP 2384.00, LTT 12716/12714, SAO 98967/98966, FK5 380,HIP 49669, TD1 14585.
Régulo
Leo constellation map.png
http://pt.wikipedia.org/wiki/Regulus



Ainda sobre Regulus:
Richard Hinckley Allen, Star Names, Their Lore and Meaning, Dover Publications, Inc, New York, USA 








http://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Gazetteer/Topics/astronomy/_Texts/secondary/ALLSTA/Leo*.html

Richard Hinckley Allen, em seu famoso e importantíssimo livro
Star Names — Their Lore and Meaning -,
nos revela algumas informações interessantes sobre a nomeação de Regulus:
α, Triple, 1.7, 8.5, and 13, flushed white and ultramarine.
Regulus was so called by Copernicus, not after the celebrated consul of the 1st Punic war, as Burritt and others have asserted, but as a diminutive of the earlier Rex, equivalent to the Βασιλίσκος of Ptolemy. This was from the belief that it ruled the affairs of the heavens, — a belief current, till three centuries ago, from at least 3000 years before our era. Thus, as Sharru, the King, it marked the 15th ecliptic constellation of Babylonia; in India it wasMaghā, the Mighty; in Sogidana, Magh, the Great; in Persia, p256Miyan, the Centre; among the Turanian races, Masu, the Hero; and in Akkadia it was associated with the 5th antediluvian King-of-the-celestial-sphere, Amil-gal-ur, Ἀμεγάλαρος. A Ninevite tablet has:

If the star of the great lion is gloomy the heart of the people will not rejoice.

In Arabia it was Malikiyy, Kingly; in Greece, βασιλισκός ἀστήρ; in Rome, Basilica Stella; with Pliny [XVIII.235], Regia; in the revival of European astronomy, Rex; and with Tycho, Basiliscus.
.................................
And this title, the Lion's Heart, has been a popular one from early classical times, seen in the Καρδία λεόντος of Greece and the Cor Leonis of Rome, and adopted by the Arabians as Al Kalb al Asad, this degenerating into Kalbelasit, Kalbeleced, Kalbeleceid, Kalbol asadi, Calb-elez‑id, Calb-elesit, Calb-alezet, and Kale Alased of various bygone lists. Al Bīrūnī called it the Heart of the Royal Lion, which "rises when Suhail rises in Al ijāz."1
Bayer and others have quoted, as titles for Regulus, the strange Tyberone and Tuberoni Regia; but these are entirely wrong, and arose from a misconception of Pliny's Stella Regia appellata Tuberoni in pectore Leonis [XVIII.235], p257rendered "the star called by Tubero the Royal One in the Lion's breast"; Holland's translation reading:

The cleare and bright star, called the Star Royal, appearing in the breast of the signe Leo, Tubero2 mine author saith.

Naturally sharing the character of its constellation as the Domicilium Solis, in Euphratean astronomy it was Gus-ba-ra, the Flame, or the Red Fire, of the house of the East; in Khorasmia, Achir, Possessing Luminous Rays; and throughout classical days the supposed cause of the summer's heat, a reputation that it shared with the Dog-star. Horace expressed this in his Stella vesani Leonis [Carm. III.29.19].

It was of course prominent among the lunar-mansion stars, and chief in the 8th nakshatra that bore its name, Maghā, made up by all the components of the Sickle; and it marked the junction with the adjoining station Pūrva Phalgunī; the Pitares, Fathers, being the regents of the asterism, which was figured as a House. In Arabia, with γ, ζ, and η of the Sickle, it was the 8th manzil, Al Jabhah, the Forehead. In China, however, the 8th sieu lay in Hydra; but the astronomers of that country referred to Regulus as the Great Star in Heen Yuen, a constellation called after the imperial family, comprising α, γ, ε, η, λ, ζ, χ, ν, ο, ρ, and others adjacent and smaller reaching into Leo Minor. Individually it was Niau, the Bird, and so representative of the whole quadripartite zodiacal group.

In addition to the evidence, from its nomenclature, of the ancient importance of this star is the record, although perhaps questionable, of an observation of its longitude 1985 years before the time of Ptolemy; and of a still earlier one in Babylonia, 2120 B.C., Regulus then being in longitude 92°30′, but now over 148°. Its position, and that of Spica, observed by Hipparchos, when compared with the earlier records are said to have revealed to him the phenomenon of the precession of the equinoxes. It was then in longitude 119°50′. Smyth wrote of it:
The longitude of Regulus has, through successive ages, been made a datum-step by the best astronomers of all nations.
............................


2006 June 19
See Explanation.  Clicking on the picture will download
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http://apod.nasa.gov/apod/ap060619.html

Bright Star Regulus near the Leo 1 Dwarf Galaxy 
Credit & CopyrightRussell Croman
Explanation: The star on the upper left is so bright it is sometimes hard to notice the galaxy on the lower right. Both the star, Regulus, and the galaxy, Leo I, can be found within one degree of each other toward the constellation of Leo. Regulus is part of amultiple star system, with a close companion double star visible to the upper right of the young main sequence star. Leo I is a dwarf spheroidal galaxy in the Local Group of galaxies dominated by our Milky Way Galaxy and M31. Leo I is thought to be the most distant of the several known small satellite galaxies orbiting our Milky Way Galaxy. Regulus is located about 75 light years away, in contrast to Leo 1 which is located about 800,000 light years away.



OUTRAS ESTRELAS
QUE COMPÕEM O ASTERISMO DA FOICE:


Adhafera. Zeta Leonis. Estrela Dupla
A Juba do Leão, nome árabe.  Chamada também de Al Serpha, a Pira Funerária.

Al Jabhah. Eta Leonis. 
De Al Jeb’há, a Testa, situada na juba do Leão.

Algieba - Gamma Leonis - Estrela Dupla
AR 10h17m Dec + 20o.06
M 2,6 e 3,8  Distância entre estrelas 4”,30
A Testa do leão, nome de origem árabe; apesar desta designação, a estrela se situa no ombro do Leão.

Rasalas - Mu Leonis
Cabeça do Leão, a Testa do Leão, nome  árabe indicativo da posição da estrela na constelação - mesmo que esta se situe em seu ombro.

Alterf - Lambda Leonis
Extremidade


 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão
 - Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




Zeta Leonis (ζ Leo, ζ Leonis) é uma estrela na constelação de Leo. Tem o nome tradicional Adhafera.4 Com uma magnitude aparente de 3,443,1 é facilmente visível a olho nu sendo a sétima estrela mais brilhante da constelação. Com base em medições de paralaxe, está localizada a aproximadamente 274 anos-luz (84 parsecs) da Terra.1
Outras denominações
Adhafera, 36 Leonis, HR 4031, BD +24°2209,HD 89025, FK5 384, HIP 50335, SAO 81265,GC 14107, NSV 4804, WDS 10167+2325A.1
Zeta Leonis
Leo constellation map.png
Zeta Leonis é uma estrela gigante com uma classificação estelar de F0 III. Desde 1943, seu espectro tem servido com base pela qual outras estrelas são classificadas.2 Estrelas desse tipo são raras pois estão numa fase muito breve de sua evolução. Apenas um milhão de anos atrás, Zeta Leonis era uma estrela de classe B da sequência principal, e em um milhão irá tornar-se uma gigante de classe K.4 Tem cerca de três vezes a massa do Sol4 e seis vezes o raio solar.5 Brilha com 85 vezes a luminosidade solar a uma temperatura efetiva de 6 792 K,5 o que lhe dá a coloração branca-amarela típica de estrelas de classe F.7
Zeta Leonis forma uma estrela dupla com 35 Leonis, uma estrela de sexta magnitude a 5 minutos de arco. As estrelas não estão fisicamente ligadas pois 35 Leonis está mais próxima da Terra 100 a anos-luz de distância.4
http://pt.wikipedia.org/wiki/Zeta_Leonis


Eta Leonis (Al Jabhah, 30 Leonis) é uma estrela na direção da constelação de Leo. Possui uma ascensão reta de 10h 07m 19.95s e uma declinação de +16° 45′ 45.6″. Sua magnitude aparente é igual a 3.48. Considerando sua distância de 2131 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a −5.60. Pertence àclasse espectral A0Ib.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Eta_Leonis


Gamma Leonis (Algieba, Al Gieba, Algeiba, 41 Leonis) é uma estrela binária na direção da constelação de Leo. Possui uma ascensão reta de 10h 19m 58.16s e umadeclinação de +19° 50′ 30.7″. Sua magnitude aparente é igual a 1,98. Considerando sua distância de 130 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a −0.92. O componente principal do sistema pertence à classe espectral K0III e possui um planetas confirmado e outro não confirmado.
Outras denominações
Algeiba, 41 Leo, BD +20°2467, HIP 50583,LTT 12764/12765, WDS 10200+1950.1
γ Leo AHD 89484, HR 4057, SAO 81298.
γ Leo B: HD 89485, HR 4058, SAO 81299.
Gamma Leonis
Leo constellation map.png
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gamma_Leonis



Mu Leonis (Rasalas, Ras Elased Borealis, Ras al Asad al Shamaliyy, Alshemali, 24 Leonis) é uma estrela na direção da constelação de Leo. Possui uma ascensão reta de 09h 52m 45.96s e uma declinação de +26° 00′ 25.5″. Sua magnitude aparente é igual a 3.88. Considerando sua distância de 133 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a 0.83. Pertence à classe espectral K0III.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Mu_Leonis



Lambda Leonis (Alterf, Al Terf, 4 Leonis) é uma estrela na direção da constelação de Leo. Possui uma ascensão reta de 09h 31m 43.24s e uma declinação de +22° 58′ 05.0″. Sua magnitude aparente é igual a 4.32. Considerando sua distância de 336 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a −0.75. Pertence àclasse espectral K5IIIvar.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lambda_Leonis



ESTRELA E OBJETOS
PRÓXIMOS AO ASTERISMO DA FOICE
PORÉM A ESTE NÃO PERTENCENDO:

Omicron Leonis (ο Leo, ο Leonis), known also by its traditional name, Subra, is a binary star in the constellation of Leo, west of Regulus, some 130 light years from here, where it marks one of the lion's forepaws.
The two stars of Omicron Leonis (Subra-A and Subra-B) are given variably as type F9III giant for the primary and A5mV dwarf for the secondary[2] and subsequently as an F6II bright giant with a companion A7V dwarf star according to Kaler and others. Their combined apparent magnitude is +3.53.[1]
http://en.wikipedia.org/wiki/Omicron_Leonis


NGC 2903 - Galáxia Leo
Ascensão Reta 09h31m       Declinação +21o.36
Tipo SC                 Magnitude fotográfica aparente   9,48
Dimensões Angulares  16 X 6,8       Distância (milhões de anos-luz) 19,0


NGC 2903 é uma galáxia espiral localizada a cerca de vinte milhões e quinhentos mil anos-luz (aproximadamente 6,285 megaparsecs) de distância na direção da constelação do Leão. Possui uma magnitude aparente de 8,8, uma declinação de +21º 30' 07" e uma ascensão reta de 09 horas, 32 minutos e 09,9 segundos.
A galáxia NGC 2903 foi descoberta em 1784 por William Herschel.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_2903

http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_2903#mediaviewer/Ficheiro:NGC2903.jpg
NGC2903


NGC 2964 é uma galáxia espiral barrada (SBbc) localizada na direcção da constelação de Leo. Possui uma declinação de +31° 50' 49" e uma ascensão recta de 9horas, 42 minutos e 54,1 segundos.
A galáxia NGC 2964 foi descoberta em 7 de Dezembro de 1785 por William Herschel.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_2964

http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_2964#mediaviewer/Ficheiro:NGC2964-hst-R814GB40.jpg
NGC2964-hst-R814GB40
Fabian RRRR - Obra do próprio






Mario Jaci Monteiro -
excerto da Carta Celeste sobre a constelação do Leão
Cartas Celestes, As Constelações


OBJETOS NO CORPO DO LEÃO
E PRÓXIMOS À CABEÇA E ÀS PERNAS DIANTEIRAS
(Asterismo da Foice):


NGC 3239 é uma galáxia irregular (IBm/P) localizada na direcção da constelação de Leo. Possui uma declinação de +17° 09' 37" e uma ascensão recta de 10 horas, 25minutos e 05,5 segundos.
A galáxia NGC 3239 foi descoberta em 21 de Março de 1784 por William Herschel.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_3239


NGC 3227 é uma galáxia espiral localizada a cerca de cinquenta milhões de anos-luz (aproximadamente 15,32 megaparsecs) de distância na direção da constelação de Leão. Possui uma magnitude aparente de 10,4, uma declinação de +19º 51' 55" e uma ascensão reta de 10 horas, 23 minutos e 30,6 segundos.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_3227


http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_3227#mediaviewer/Ficheiro:NGC3227-hst-R658GB547.jpg
NGC3227-hst-R658GB547
Fabian RRRR - Obra do próprio

NGC 3227 is a spiral galaxy that is interacting with the dwarf elliptical galaxy NGC 3226. The two galaxies are one of several examples of a spiral with a dwarf elliptical companion that are listed in the Atlas of Peculiar Galaxies.[3] Both galaxies may be found in the constellation Leo.
Sir William Herschel already recognised them as a 'double nebula'[citation needed] and they were jointly listed as Holm 187 in the Catalogue of Double and Multiple Galaxiesand as Arp 94 in the Atlas of Peculiar Galaxies. Amateur telescopes can discern them but require magnification of about 100 times. They are situated 50′ east of the well-known double star system Gamma Leonis (i.e. Algieba).
............................................
NGC 3227 contains a Seyfert nucleus, a type of active galactic nucleus (AGN).[4] Such Seyfert nuclei typically contain supermassive black holes.
http://en.wikipedia.org/wiki/NGC_3227

NGC 3226 is a dwarf elliptical galaxy that is interacting with the spiral galaxy NGC 3227. The two galaxies are one of several examples of a spiral with a dwarf elliptical companion that are listed in the Atlas of Peculiar Galaxies.[2] Both galaxies may be found in the constellation Leo.
.....................................
It is possible that NGC 3226 may be acquiring gas from NGC 3227 during the interaction process, which would enhance star formation within NGC 3226. However, millimeter observations of NGC 3226 failed to detect any molecular gas within the galaxy. These results not only demonstrate that NGC 3226 contains little molecular gas but also demonstrate that the galaxy has acquired no gas from NGC 3227.[7]
http://en.wikipedia.org/wiki/NGC_3226


http://en.wikipedia.org/wiki/NGC_3227#mediaviewer/File:NGC_3227_NGC_3226_Hubble_WikiSky.jpg
NGC 3227 NGC 3226 Hubble WikiSkyPublic Domainview terms
en:NASAen:STScIen:WikiSky - en:WikiSky's snapshot tool - [1]

8ZW71

10.2 mag; RA: 10h 22m 34.6s Dec: +13°42'50" (LEO)
8ZW71
http://astronomerica.awardspace.com/SDSS-1/8ZW71.php







http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_3239#mediaviewer/Ficheiro:Leo_constellation_map.png
Leo constellation map
Copyright © 2003 Torsten Bronger.



Caro Leitor,

Você observará que
alguns dos Objetos proeminentes encontrados
no centro do corpo do Leão
bem como nas proximidades de sua cauda,
vêm sendo nomeados e conhecidos
como:

M65 e M66 foram descobertos por Charles Messier 
e catalogados em março de 1780.
M95 e M96 foram descobertos por Pierre Mechain, 
em 1781,
 e logo foram incluídos por Messier 
(colega de observatório) 
em seu Catálogo.
No entanto, M105, descoberto por Mechain,
 não foi incluído no Catálogo Messier
- por alguma razão que desconhecemos -
e somente assim aconteceu em 1947, como um objeto adicional.

Vamos encontrar Objetos Messier
no corpo central e nas proximidades da cauda
do Leão, o garboso rei dos animais dos céus estrelados!

Nas proximidades da cauda do Leão,
vamos encontrar M65 e M66 e ainda NGC 3628
formando o famoso Leo Triplet ou Grupo M66.

No corpo do Leão,
vamos encontrar M95 e M96 e M105,
formando o Grupo M96 
e acolhendo ainda outras galáxias menos significativas.

O Grupo M96 vem sendo conhecido como Grupo Leo I
e, por causa da proximidade entre este Grupo M96 e o Grupo M66,
ambos tornaram-se subgrupos pertencentes ao Grupo Leo I.

E ainda, pelo fato da proximidade da estrela-alpha Leonis, Regulus,
e todo seu brilho, no céu estrelado,
algumas vezes o Grupo Leo I é conhecido como Regulus Dwarf.




Bright Star Regulus near the Leo 1 Dwarf Galaxy 
Credit & CopyrightRussell Croman
Explanation: The star on the upper left is so bright it is sometimes hard to notice the galaxy on the lower right. Both the star, Regulus, and the galaxy, Leo I, can be found within one degree of each other toward the constellation of Leo. Regulus is part of amultiple star system, with a close companion double star visible to the upper right of the young main sequence star. Leo I is a dwarf spheroidal galaxy in the Local Group of galaxies dominated by our Milky Way Galaxy and M31. Leo I is thought to be the most distant of the several known small satellite galaxies orbiting our Milky Way Galaxy. Regulus is located about 75 light years away, in contrast to Leo 1 which is located about 800,000 light years away.




Leia, Caro Leitor,
alguns excertos de textos mais abaixo apresentados:


O Grupo M96 (também conhecido como Grupo Leo I) 
é um grupo de galáxias 
na constelação do Leão e contém entre 8 e 24 galáxias, 
incluindo Objetos Messier.
Esse grupo é um dos muitos grupos
 que se situam dentro do Superaglomerado Virgo
(quer dizer, o Superaglomerado Local).

(minha tradução simples e direta para o texto encontrado
mais abaixo, em inglês, e extraído de http://en.wikipedia.org/wiki/Leo_I_Group)


O Grupo M96 pode ser fisicamente relacionado ao Grupo M66
e estes podem ser considerados praticamente na mesma distância
e situados praticamente próximos no céu.

(minha tradução simples e direta para um trecho extraído de
http://messier.seds.org/more/m096gr.html)

Leo I é um Grupo grande e proeminente e consistido,
 predominantemente, 
de galaxias espirais em Leão.

Leo I consiste de dois principais subgrupos:
o Grupo M66 e o Grupo M96.

O primeiro situa-se a cerca de 35 milhões de anos-luz 
e é centrado através galáxias espirais M65, M66 e parte de NGC3628, 
e também conhecido como Leo Triplet.

Não muito distante do Grupo M66 
e quase fisicamente relacionado a este, 
encontra-se o Grupo M96, bem maior e dominado por M96,
 a cerca de 41 milhões de anos-luz,
 M95 e M101 e NGC 3384.  
Outros membros menos significativos incluem ......
...........................................................

Em função do fato de que Leo I encontra-se bem próximo 
à estrela Regulus
no céu 
(tornando o estudo do mesmo mais dificultado 
por causa da luz dessa estrela luminosa), 
algumas vezes Leo I é conhecido como Regulus Dwarf ....
.....................................

(minha tradução simples e direta para o texto encontrado
mais abaixo, em inglês, e extraído de http://www.daviddarling.info/encyclopedia/L/Leo_I.html)







Mario Jaci Monteiro -
excerto da Carta Celeste sobre a constelação do Leão
Cartas Celestes, As Constelações


ESTRELA(S) E OBJETOS
 NO CENTRO DO CORPO DO LEÃO:


Wolf 359 é uma estrela localizada a aproximadamente 2,4 parsecs ou 7,8 anos-luz da Terra, o que a torna uma das estrelas mais próximas (somente Alfa Centauri e aEstrela de Barnard estão mais perto). Sua posição celestial é a constelação do Leão, próximo à eclíptica. É uma anã vermelha eruptiva extremamente fraca, invisível a olho nu.
..................................................
Wolf 359 primeiramente chamou a atenção de astrônomos devido a seu movimento transversal relativamente alto, que é conhecido como movimento próprio. Uma alta taxa de movimento próprio pode indicar que a estrela está localizada perto da Terra, pois estrelas mais distantes deveriam se mover a velocidades muito mais altas para alcançar essa mesma velocidade angular na esfera celeste. O movimento próprio de Wolf 359 foi medido pela primeira vez em 1917 pelo astrônomo alemão Max Wolf, com a ajuda de astrofotografia. Em 1919 ele publicou um catálogo com mais de mil estrelas com alto movimento próprio.12 Ele listou essa estrela com o número 359 e ela tem sido chamada desde então de Wolf 359 em referência a esse catálogo.13
http://pt.wikipedia.org/wiki/Wolf_359



http://en.wikipedia.org/wiki/List_of_nearest_stars_and_brown_dwarfs#mediaviewer/File:Nearby_Stars_(14ly_Radius).svg
Nearby Stars (14ly Radius)
Inductiveload - self-made, Mathematica, Inkscape. See also: http://www.daviddarling.info/encyclopedia/S/starsnearest.html


VEJA O VÍDEO:

Flying among the closest stars to the Solar System.ogg

http://en.wikipedia.org/wiki/File:Flying_among_the_closest_stars_to_the_Solar_System.ogg



The M96 Group (also known as the Leo I Group) is a group of galaxies in the constellation Leo. This group contains between 8 and 24 galaxies, including three Messier objects.[1][2][4][3] The group is one of many groups that lies within the Virgo Supercluster (i.e. the Local Supercluster).[5]


Local supercluster-ly.jpg
http://en.wikipedia.org/wiki/Local_Supercluster#mediaviewer/File:Local_supercluster-ly.jpg
Local supercluster-ly


M96 Group
AnttlersM95-m96.jpg
M95 (left) and M96 (right). Credit:Scott Anttila.
Observation data (Epoch J2000)
Constellation(s)Leo
Right ascension[1][2]
Declination[1][2]
Other designations
Leo I Group,[3] LGG 217,[1] NOGG H 507,[2]
NOGG P1 498,[2] NOGG P2 507[2]
Members of the M96 Group
NameType[6]R.A. (J2000)[6]Dec. (J2000)[6]Redshift (km/s)[6]Apparent Magnitude[6]
M95SB(r)b10h 43m 57.7s+11° 42′ 14″778 ± 411.4
M96SAB(rs)ab10h 46m 45.7s+11° 49′ 12″897 ± 410.1
M105E110h 47m 49.6s+12° 34′ 54″911 ± 210.2
NGC 3299SAB(s)dm10h 36m 23.8s+12° 42′ 27″641 ± 613.3
NGC 3377E5.510h 47m 42.4s+13° 59′ 08″665 ± 211.2
NGC 3384SB(s)010h 48m 16.9s+12° 37′ 46″704 ± 210.9
NGC 3412SB(s)010h 50m 53.3s+13° 24′ 44″841 ± 211.5
NGC 3489SAB(rs)011h 00m 18.6s+13° 54′ 04″677 ± 211.1
The Leo Triplet, which includes the spiral galaxies M65M66, and NGC 3628,[1][2][4] is located physically near the M96 Group.[7] Some group identification algorithms actually identify the Leo Triplet at part of the M96 Group.[2][3] The two groups may actually be separate parts of a much larger group.[7]
http://en.wikipedia.org/wiki/Leo_I_Group



LEIA MAIS SOBRE O GRUPO LEO
acessando


http://en.wikipedia.org/wiki/Leo_I_Group#mediaviewer/File:AnttlersM95-m96.jpg
AnttlersM95-m96
Original uploader was Anttler at en.wikipedia


M95 and M96 are both spiral galaxies 20 million light-years from Earth. Though they are visible as fuzzy objects in small telescopes, their structure is only visible in larger instruments. M95 is a barred spiral galaxy. M105 is about a degree away from the M95/M96 pair; it is an elliptical galaxy of the 9th magnitude, also about 20 million light-years from Earth.[1]
http://en.wikipedia.org/wiki/Leo_(constellation)

Messier 95 (NGC 3351) é uma galáxia espiral localizada a cerca de trinta e oito milhões de anos-luz (aproximadamente 11,65 megaparsecs) de distância na direção da constelação de Leão. Possui uma magnitude aparente de 9,7, uma declinação de +11º 42' 13" e uma ascensão reta de 10 horas, 43 minutos e 57,7 segundos.
A galáxia NGC 3351 foi descoberta em 20 de Março de 1781 por Pierre Méchain.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_95




http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_95#mediaviewer/Ficheiro:The_VLT_goes_lion_hunting.jpg
The VLT goes lion hunting


Messier 96 (NGC 3368) é uma galáxia espiral localizada a cerca de trinta e oito milhões de anos-luz (aproximadamente 11,65 megaparsecs) de distância na direção da constelação do Leão. Possui aproximadamente cem mil anos-luz de diâmetro, uma magnitude aparente de 9,3, uma magnitude absoluta de -21,1, uma declinação de +11º 49' 25" e uma ascensão reta de 10 horas 46 minutos 45,9 segundos.
A galáxia NGC 3368 foi descoberta em 20 de Março de 1781 por Pierre Méchain, na mesma ocasião descobriu-se a galáxia vizinha M95. Esta galáxia pertence aoGrupo de Galáxias Leão I.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_96


http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_96#mediaviewer/Ficheiro:NGC_3368_ESO.jpg
NGC 3368 ESOCC BY 3.0


Messier 105 (também conhecida como M105 e NGC 3379) é uma galáxia elíptica na direção da constelação de Leo. Possui uma declinação de +12° 34' 54" e umaascensão reta de 10 horas, 47 minutos e 49.6 segundos.
galáxia M105 foi descoberta por Pierre Méchain, em 24 de março de 1781.
..................................
galáxia elíptica situa-se a uma distância de aroximadamente 38 milhões de anos-luz em relação à Terra e é a galáxia elíptica mais brilhante de seu grupo galáctico, o grupo M96.1
Sua região central contém um buraco negro supermaciço com massa equivalente a 50 milhões de vezes a massa solar. Se afasta radialmente da Terra a uma velocidade de 752 km/s.1
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_105


http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_105#mediaviewer/Ficheiro:Messier_105.jpg


Messier 105
Messier 105, NASA
Descoberto porPierre Méchain
Data de descoberta24 de marçode 1781
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoLeo
TipoE1
Asc. reta10h 47m 49.6s
Declinação+12° 34′ 54″
Distância32 ± 1.6 milhões de anos-luz (9.8 ± 0.5 Mpc)
Redshift911 ± 2 km/s
Magnit. apar.10.2
Dimensões5′.4 × 4′.8
Características físicas
Raioanos-luz
Outras denominações
Messeir 105, NGC 3379, UGC 5902, MCG+02-28-011, H I-79, h 757, GC 2203, CGCG 066.018, PGC 32256.
Mapa
Messier 105
Leo constellation map.png








Mario Jaci Monteiro -
excerto da Carta Celeste sobre a constelação do Leão
Cartas Celestes, As Constelações


ESTRELAS E OBJETOS 
NAS PERNAS TRASEIRAS DO LEÃO
E EM SUA CAUDA


http://www.astronomynow.com/news/n1304/17m65supernova/#.UyHi9T9dWL_

M65 is one of the Leo trio or triplet galaxies along with M66 and NGC 3628.
 Look for it 2.5 degrees southeast of Chertan (theta Leonis)



Caro Leitor,
Veja que a estrela Denebola, estrela-beta Leonis, na cauda do Leão,
situa-se bem distante da Linha da Eclíptica 
(diferente de Regulus, estrela-alpha Leonis)
 e bem próxima à cabeça da Virgem!



Denebola.  Beta Leonis
Ascensão Reta 11h 48,0m - Declinação + 14o 41’
Magnitude visual 2,23 - Distância 43 anos-luz

Uma estrela azulada na cauda do Leão.  De Al Dhanab al Asad, a Cauda do Leão.

Copyright © The Worlds of David Darling


Denebola (Beta Leonis, β Leo, β Leonis) é a terceira estrela mais brilhante da constelação de Leo. É uma estrela de classe A da sequência principal com 75% mais massa que o Sol e doze vezes a luminosidade solar. Com base em medições de paralaxe feitas pelo satélite Hipparcos, está localizada a aproximadamente 35,9 anos-luz (11 parsecs) da Terra.1 Tem umamagnitude aparente de 2,113,2 sendo facilmente visível a olho nu. Denebola é uma estrela variável do tipo Delta Scuti, o que significa que sua luminosidade varia levemente em um período de algumas horas.4
Etimologia
O nome Denebola é a versão encurtada de Deneb Alased, da frase árabe ذنب الاسد ðanab al-asad "cauda do leão", uma vez que representa a cauda do leão na constelação.8

Propriedades

Denebola é uma estrela relativamente jovem com uma idade estimada em menos de 400 milhões de anos. Observações interferométricas dão um raio de aproximadamente 173% o do Sol. A alta taxa de rotação deixa a estrela achatada, com um raio equatorial maior que o polar. Tem uma massa 1,75 vezes maior que a do Sol, o que resulta em uma luminosidade muito maior e um tempo de vida menor na sequência principal.5
...................................
Estudos cinemáticos mostraram que Denebola é parte de uma associação estelar chamada de o superaglomerado de IC 2391. Todas as estrelas desse grupo compartilham um movimento comum pelo espaço, embora não estejam ligadas gravitacionalmente. Isso sugere que elas tenham nascido no mesmo lugar, e talvez inicialmente compunham um aglomerado aberto. Outras estrelas nessa associação incluem Alpha PictorisBeta Canis Minoris e o aglomerado estelar IC 2391. No total mais que 60 possíveis membros foram identificados.12


Theta Leonis (θ Leo, θ Leonis) is a star in the constellation Leo. It has the traditional names Chertan, Chort and Coxa.[9] With an apparent visual magnitude of +3.324[2] it is visible to the naked eye and forms one of the brighter stars in the constellation. The distance from Earth can be directly determined from parallax measurements, yielding a value of about 165 light-years (51 parsecs).[1]
This is a large star with 2.5 times the mass of the Sun.[5] The spectrum matches a stellar classification of A2 V,[3] making this a seemingly typical A-type main sequence star. However, the spectrum shows enhanced absorption lines of metals, marking this as a chemically peculiar Am star.[10] The abundance of elements other than hydrogen and helium, what astronomers term the star's metallicity, appears around 12% higher than in the Sun.[6] It is radiating 141[5] times the luminosity of the Sun from its outer atmosphere at an effective temperature of 9,350 K,[6] literally giving it a white-hot glow.[11]
Theta Leonis is much younger than the Sun, with an estimated age of around 550 million years.[6] It has a moderately high rate of rotation, with a projected rotational velocity of 23 km s–1.[7] Measurements in the infrared band show an excess of emission from the star and its surroundings, suggesting the presence of a circumstellar disk of dust. The temperature of this emission indicates the disk has an orbital radius of 36 AU.[6]

Etymology

This star has the following traditional names:
  • Chertan (from Arabic al-kharātān = "two small ribs", originally referring to δ and θ Leonis)
  • Chort (from Arabic al-kharāt or al-khurt = "small rib")
  • Coxa (Latin for "hip")
http://en.wikipedia.org/wiki/Theta_Leonis


Delta Leonis (δ Leo, δ Leonis) is a star in the zodiac constellation of Leo. It has the traditional names Zosma (or Zozma) and Duhr. Rare spellings include Zozca, Zosca, Zubra, and Dhur. The name Zosma means girdle in ancient Greek, referring to the star's location in its constellation, on the hip of the lion.[9] Based upon parallaxmeasurements, it lies at a distance of about 58.4 light-years (17.9 parsecs) from the Earth.[1]
http://en.wikipedia.org/wiki/Delta_Leonis




The Leo Triplet (also known as the M66 Group) is a small group of galaxies about 35 million light-years away[5] in the constellation Leo. This galaxy group consists of the spiral galaxies M65M66, and NGC 3628.
Members
The table below lists galaxies that have been consistently identified as group members in the Nearby Galaxies Catalog,[3] the Lyons Groups of Galaxies (LGG) Catalog,[1] and the group lists created from the Nearby Optical Galaxy sample of Giuricin et al.[2]
Members of the Leo Triplet
NameType[6]R.A. (J2000)[6]Dec. (J2000)[6]Redshift (km/s)[6]Apparent Magnitude[6]
M65SAB(rs)a11h 18m 56.0s+13° 05′ 32″807 ± 310.3
M66SAB(s)b11h 20m 15.0s+12° 59′ 30″727 ± 39.7
NGC 3628SAb pec11h 20m 17.0s+13° 35′ 23″843 ± 19.4



2011 August 3
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The Leo Triplet Galaxies from VST 
Image Credit: ESOINAF-VSTOmegaCAM;
Acknowledgement: OmegaCenAstro-WISEKapteyn I.
Explanation: This popular group is famous as the Leo Triplet - a gathering of three magnificent galaxies in one field of view. Crowd pleasers when imaged with even modest telescopes, these galaxies can be introduced individually as NGC 3628 (left), M66(bottom right), and M65 (top right). All three are large spiral galaxies. They tend to look dissimilar because their galactic disks are tilted at different angles to our line of sight. NGC 3628 is seen edge-on, with obscuring dust lanes cutting across the plane of the galaxy, while the disks of M66 and M65 are both inclined enough to show off their spiral structure. Gravitational interactions between galaxies in the group have also left telltale signs, including the warped and inflated disk of NGC 3628 and the drawn out spiral arms of M66. This gorgeous deep view of the region was taken by the new VLT Survey Telescope (VST) and spans about one degree (two full moons) on the sky. The field covers over 500 thousand light-years at the trio's estimated distance of 30 million light-years.
http://apod.nasa.gov/apod/ap110803.html




AS GALÁXIAS NGC 3628 
E MESSIER 65 E 66


NGC 3628 é uma galáxia espiral localizada a cerca de trinta e cinco milhões de anos-luz (aproximadamente 10,73 megaparsecs) de distância na direção da constelação de Leão. Possui umamagnitude aparente de 9,6, uma declinação de +13º 35' 20" e uma ascensão reta de 11 horas, 20 minutos e 16,9 segundos.
A galáxia NGC 3628 foi descoberta em 8 de Abril de 1784 por William Herschel.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_3628
Descrição
English: NGC3628 Spiral Galaxy in Leo 11H20',+13°36') At 35.000.000 yl distant, this galaxy belong to the M66 - M65 group. a huge dust band is twisted because of attractions forces between them and dark it. 80'Luminance - 20'RGB- Bin.2X2 - STL11K - C14
Data04/10/08
OrigemObra do próprio
AutorFryns






Messier 65 (NGC 3623) é uma galáxia espiral na direção da constelação de Leo. Possui uma ascensão reta de 11 horas, 18 minutos e 55.9 segundos, e uma declinação de +13º 05' 37".
Junto com M66 e NGC 3628, formam o famoso Trio Leo, um pequeno grupo de galáxias.
galáxia M65 foi descoberta por Charles Messier, em 1780.
galáxia espiral foi descoberta pelo astrônomo francês Charles Messier, descobrindo na mesma ocasião Messier 66. Ambos foramcatalogados em 1 de março de 1780 e Messier descreveu M65 como uma "nebulosa muito tênue sem estrelas". Ao descrever a descoberta da galáxia, William Henry Smyth atribuiu erroneamente a descoberta de M65, M66 e M68 ao amigo e colega de observatório de Messier, Pierre Méchain, erro propagado historicamente mesmo em livros mais recentes.1

Características

galáxia, juntamente com Messier 66 e NGC 3628, formam um grupo galáctico, conhecido como o Trio do Leão, localizado a cerca de 35 milhões de anos-luz em relação à Terra. Embora esteja próximo de suas companheiras de grupo, ou seja, está ligada gravitacionalmente com os outros membros de seu grupo, a galáxia praticamente não tem alterações significativas em sua estrutura. Seu conjunto de braços é denso e seu núcleo galáctico é lenticular e denso. Seu diâmetro aparente na esfera celeste é de 8,5 minutos de grau, o que corresponde a um diâmetro real de 87 000 anos-luz.1
Uma de suas principais características é a nuvem interestelar que obscurece parcialmente a luminosidade da galáxia. Seu disco é constituído por uma população estelar velha, embora em sua borda seja possível visualizar lguns pontos azuis onda há formação estelar.1

http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/2/2a/Messier_65_Hubble_WikiSky.jpg
Descrição
English: en:Messier 65 spiral galaxy by en:Hubble Space Telescope; 2.45′ view
Data
Origemen:WikiSky's snapshot tool - [1]
Autoren:NASAen:STScIen:WikiSky
Permissão
PD-HUBBLE


http://www.spacetelescope.org/static/archives/images/large/potw1352a.jpg

The 1st of March 1780 was a particularly productive night for Charles Messier. Combing the constellation of Leo for additions to his grand astronomical catalogue, he struck on not one, but two, new objects.
One of those objects is seen here: Messier 65. "Nebula discovered in Leo: It is very faint and contains no star," he jotted down in his notebook. But he was wrong — as we now know, Messier 65 is a spiral galaxy containing billions upon billions of stars.
All Messier saw was a faint diffuse light, nothing like the fine detail here, so we can forgive his mistake. If he had had access to a telescope like Hubble, he could have spied these stunning, tightly wound purple spiral arms and dark dust lanes, encircling a bright centre crammed with stars.
Almost exactly 233 years later in March of this year, one of the stars within Messier 65 went supernova (not seen in this image), rivalling the rest of the entire galaxy in brightness. This, the first Messier supernova of 2013, is now fading, and the serene beauty of M65 is returning.
Credit:
http://www.spacetelescope.org/images/potw1352a/

Supernova appears in M65

BY MARK ARMSTRONG

ASTRONOMY NOW

Posted: 17 April 2013
A very young core-collapse supernova burst forth on 21st March in the bright Messier galaxy Messier 65, surprisingly the first supernova to be discovered in that galaxy, raising hopes of a spectacular and pretty rare chance for amateur observers to follow its rise to brightness.

Read more http://www.astronomynow.com/news/n1304/17m65supernova/#.UyHYrj9dWL_


http://www.astronomynow.com/news/n1304/17m65supernova/supernova.jpg







Messier 66 (NGC 3627) é uma galáxia espiral localizada a cerca de trinta e cinco milhões de anos-luz (aproximadamente 10,73 megaparsecs) de distância na direção daconstelação de Leão.4 Possui uma magnitude aparente de 8,9, uma declinação de +12º 59' 28" e uma ascensão reta de 11 horas, 20 minutos e 15,1 segundos.
A galáxia NGC 3627 foi descoberta em 1780 por Charles Messier.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Messier_66_in_the_Leo_Triplet_(captured_by_the_Hubble_Space_Telescope).jpg
Descrição
Hubble has snapped this view of Messier 66, the largest "player" of the Leo Triplet, and a galaxy with an unusual anatomy: it displays asymmetric spiral arms and an apparently displaced core. The peculiar anatomy is most likely caused by the gravitational pull of the other two members of the trio.
The unusual spiral galaxy, Messier 66, is located at a distance of about 35 million light-years in the constellation of Leo. Together with Messier 65 and NGC 3628, Messier 66 is the member of the Leo Triplet, a trio of interacting spiral galaxies, part of the larger Messier 66 group. Messier 66 wins in size over its fellow triplets — it is about 100 000 light-years across.
This is a composite of images obtained through the following filters: 814W (near infrared), 555W (green) and H-alpha (showing the glowing of the hydrogen gas). They have been combined so to represent the real colors of the galaxy.
Data
Origemhttp://www.spacetelescope.org/images/html/heic1006a.html (direct link)
AutorNASA, ESA and the Hubble Heritage (STScI/AURA)-ESA/Hubble Collaboration


galáxia espiral foi descoberta pelo astrônomo francês Charles Messier, descobrindo na mesma ocasião Messier 65. Ambos foramcatalogados em 1 de março de 1780. Ao descrever a descoberta da galáxia, William Henry Smyth atribuiu erroneamente a descoberta de M65, M66 e M68 ao amigo e colega de observatório de Messier, Pierre Méchain, erro propagado historicamente mesmo em livros mais recentes.5
galáxia, juntamente com Messier 66 e NGC 3628, formam um grupo galáctico, conhecido como o Trio do Leão, localizado a cerca de 35 milhões de anos-luz em relação à Terra. A galáxia é maior do que sua companheira de grupo, M65, e tem um núcleo galáctico bem desenvolvido mas não muito definido. Seus braços parecem ser distorcidos e estão deslocados acima do plano galáctico.5
Até o momento, quatro supernova foram encontradas na galáxia: SN 1973R, uma supernova tipo II que alcançou a magnitude aparente 15, descoberta em 12 de dezembro de 1973; SN 1989B, descoberta em 31 de janeiro de 1989, alcançando a magnitude aparente 12,2; SN 1997bs, uma supernova tipo IIn descoberta por astrônomos no observatório Lick, alcançando a magnitude aparente 17; e SN 2009hd, descoberta por Berto Monard em 2 de julho de 2009, alcançando a magnitude aparente 15,8.5
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_66



NGC 3521 é uma galáxia espiral localizada a cerca de vinte e oito milhões de anos-luz (aproximadamente 8,584 megaparsecs) de distância na direção da constelação de Leão. Possui uma magnitude aparente de 9,2, uma declinação de -00º 02' 06" e uma ascensão reta de 11 horas, 05 minutos e 48,9 segundos.

http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_3521


http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_3521#mediaviewer/Ficheiro:Ngc3521-hst-R814GB450.jpg
Ngc3521-hst-R814GB450
Own work, - datafile from http://hla.stsci.edu/hlaview.html



NGC 3607 é uma galáxia elíptica (E-S0) localizada na direcção da constelação de Leo. Possui uma declinação de +18° 03' 08" e uma ascensão recta de 11 horas, 16minutos e 54,5 segundos.
A galáxia NGC 3607 foi descoberta em 14 de Março de 1784 por William Herschel.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_3607

http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_3607#mediaviewer/Ficheiro:Ngc3607-hst-R658GB814.jpg
Ngc3607-hst-R658GB814
Own work, - datafile from http://hla.stsci.edu/hlaview.html


NGC 3646 é uma galáxia localizada na direcção da constelação de Leo. Possui uma declinação de +20° 10' 09" e uma ascensão recta de 11 horas, 21 minutos e 43,2segundos.
A galáxia NGC 3646 foi descoberta em 15 de Fevereiro de 1784 por William Herschel.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_3646



http://www.raremaps.com/gallery/detail/36626/The_April_May_and_June_Sky_Virgo_Leo_Libra_Leo_Minor_Ursa_Major/Burritt.html

Title: [The April, May & June Sky -- Virgo, Leo, Libra, Leo Minor, Ursa Major, Argo Navis, The Centaur, Hydra, Crater, Curvus Noctus, Boots, Bernices Hair, Asterion . . . ]
Map Maker: Elijah J. Burritt




http://apod.nasa.gov/apod/ap060619.html

Bright Star Regulus near the Leo 1 Dwarf Galaxy 
Credit & CopyrightRussell Croman
Explanation: The star on the upper left is so bright it is sometimes hard to notice the galaxy on the lower right. Both the star, Regulus, and the galaxy, Leo I, can be found within one degree of each other toward the constellation of Leo. Regulus is part of amultiple star system, with a close companion double star visible to the upper right of the young main sequence star. Leo I is a dwarf spheroidal galaxy in the Local Group of galaxies dominated by our Milky Way Galaxy and M31. Leo I is thought to be the most distant of the several known small satellite galaxies orbiting our Milky Way Galaxy. Regulus is located about 75 light years away, in contrast to Leo 1 which is located about 800,000 light years away.




http://pt.wikipedia.org/wiki/Superaglomerado_de_gal%C3%A1xias#mediaviewer/Ficheiro:Local_supercluster.jpg
Local superclusterDomínio público




Local Group



A collection of more than 40 galaxies, spread across a volume of space some 10 million light-years in diameter, of which our own Milky Way Galaxy and the Andromeda Galaxy are the dominant and central members. Both these two giant spirals have retinues of satellite galaxies, which together account for most of the membership of the Local Group.


Local Group

http://www.daviddarling.info/encyclopedia/L/LocalGroup.html




galaxy
R.A.
dec.
type
abs.
mag.
diameter
(lt. yr.)
rad. vel.
(km/s)*
distance
(lt. yr.)
















Leo II
11:13.5
+22:10
dSph
-10.2
3,000
+36
670,000
Leo I
10:08.5
+12:18
dE3
-12.0
3,000
+60
820,000



http://en.wikipedia.org/wiki/Leo_I_(dwarf_galaxy)#mediaviewer/File:Ugc5470.jpg
Ugc5470
Scott AnttilaAnttler - Own work


Leo I (dwarf galaxy)


Leo I
Ugc5470.jpg
Leo I appears as a faint patch to the right of the bright star, Regulus.
Observation data (J2000 epoch)
ConstellationLeo
Right ascension10h 08m 27.4s[1]
Declination+12° 18′ 27″[1]
Redshift285 ± 2 km/s[1]
Distance820 ± 70 kly (250 ± 20kpc)[2][3]
TypeE;dSph[1]
Apparent dimensions (V)9′.8 × 7′.4[1]
Apparent magnitude (V)11.2[1]
Notable featuresMilky Way satellite
Other designations
UGC 5470,[1] PGC 29488,[1] DDO 74,[1]A1006,[1] Harrington-Wilson #1,[1] Regulus Dwarf[1]
See also: GalaxyList of galaxies
Leo I is a dwarf spheroidal galaxy in the constellation Leo. At about 820,000 light-years distant, it is a member of the Local Group of galaxies and is thought to be one of the most distant satellites of the Milky Way galaxy. It was discovered in 1950 by Albert George Wilson on photographic plates of the National Geographic Society – Palomar Observatory Sky Survey, which were taken with the 48-inch Schmidt camera at Palomar Observatory.[4][5]
...........................................


Regulus


Leo I is located only 12 arc minutes from Regulus, the brightest star in the constellation. For that reason, the galaxy is sometimes called the Regulus Dwarf. Scattered light from the star makes studying the galaxy more difficult, and it was not until the 1990s that it was detected visually.[4][5]


http://en.wikipedia.org/wiki/Leo_I_(dwarf_galaxy)






http://apod.nasa.gov/apod/ap991003.html
Nearby Dwarf Galaxy Leo I 
Credit & Copyright: David Malin (AAO), AATB

Explanation: Leo I is a dwarf spheroidal galaxy in the Local Group of galaxies dominated by our Milky Way Galaxy and M31. Leo I is thought to be the most distant of the eleven known small satellite galaxies orbiting our Milky Way Galaxy. Besides the LMCand the SMC, all Milky Way satellite galaxies are small, dim, dwarf spheroidals, including the closest galaxy - the Sagittarius Dwarf. Leo I is more distant than most of them, thought to be about 250 kpc away. Although very little star-forming gas is visible in Leo I, analysis of star ages shows that stars have formed as recently as a billion years ago.






Leo I

  1. A large, prominent group of predominantly spiral galaxies in Leo. It consists of two main subgroups: the M66 Group and the M96 Group. The former lies about 35 million light-years away and is centered on the interacting spirals M65 (NGC 3623), M66 (NGC 3627), and the edge-on NGC 3628, also known as the Leo Triplet (see accompanying photo). Not far from the M66 Group, and almost certainly physically related to it, is the much larger M96 group dominated by M96 itself, about 41 million light-years away, M95, M105, and NGC 3384. Fainter members of the M96 Group include NGCs 3299, 3377, 3377A, 3384, 3412, and 3489. The slightly more distant S0 or early Sa galaxy NGC 3593 is probably also a member.

  2. dwarf spheroidal (dE3) galaxy that, at a distance of about 880,000 light-years, is the most remote satellite galaxy of the Milky Way and hence also a member of the Local Group. Discovered in 1950, it has a diameter of about 6,000 light-years. Because it lies close toRegulus in the sky (making study of it difficult in the bright star's light) it is sometimes known as the Regulus Dwarf, and also catalogued as DDO 74, UGC 5470, and Harrington-Wilson 1.
http://www.daviddarling.info/encyclopedia/L/Leo_I.html





Leo B (ou Leo II) é uma galáxia anã esferoidal a proximadamente 690.000 anos-luz de distância na direção da constelação de Leo. A partir de Outubro de 2008, é uma das 24 galáxias satélites conhecidas da Via Láctea.4 A partir de 2007, acredita-se que Leo II tenha um núcleo com um raio de 178 ± 13 pc e uma maré com raio de 632 ± 32 pc.5 Ela foi descoberta em 1950 por Robert G. Harrington e Albert George Wilson, do Monte Wison e Observatório Palomar na Califórnia.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Leo_II

Leo II


  1. A large collection of galaxy groups clustered about 30 million light-years to one side of the Virgo Cluster.

  2. dwarf spheroidal (dE0) galaxy that, at a distance of about 800,000 light-years, is a remote satellite galaxy of the Milky Way (the second furthest, after Leo I) and hence also a member of the Local Group. Discovered in 1950, it has a diameter of about 4,200 light-years. Also known as Leo B, it is catalogued variously as DDO 93, UGC 6253, and Harrington-Wilson 2.
http://www.daviddarling.info/encyclopedia/L/Leo_II.html



The Leo I Group

The Leo I group is a very famous group of galaxies because it contains a lot of bright galaxies. On the right is the M96 subgroup and on the left is the M66 subgroup which are connected to each other via NGC 3489 which lies between them.
The Leo I Group
http://www.atlasoftheuniverse.com/galgrps/leoi.html


The Galaxies of the Leo I Group

This is a list of the main galaxies in the Leo I group. This group contains twelve galaxies with a diameter above thirty thousand light years.
  1             2        3      4     5      6    7     8     9
Name           Equatorial      Blue  Type  Size Size   RV   Other
               Coordinates     Mag          (')  kly  km/s  Names
               RA       Dec
NGC 3239     10 25.1  +17 10   11.7  Irr    4.5   45  1078
NGC 3299     10 36.4  +12 42   14.1  SBd    1.9   20   977
PGC 31877    10 42.0  +12 20   16.8  S0     0.6    5  1116
M95          10 44.0  +11 42   10.5  SBb    7.6   75  1117  NGC 3351
M96          10 46.8  +11 49   10.1  SBa    7.8   80  1237  NGC 3368
PGC 83339    10 46.9  +13 00   17.3  Irr    1.2   10  1171
NGC 3377A    10 47.4  +14 04   14.3  SBm    1.8   20   905  UGC 5889
PGC 83341    10 47.5  +13 53   17.5  Sc     0.5    5   909
NGC 3377     10 47.7  +13 59   11.1  E      4.4   45  1026
M105         10 47.8  +12 35   10.2  E      5.1   50  1217  NGC 3379
NGC 3384     10 48.3  +12 38   10.8  E      5.4   55  1066
PGC 32348    10 48.9  +14 07   16.1  E?     0.8   10   973
UGC 5923     10 49.1  +06 55   14.1  Sa     0.9   10  1061
NGC 3412     10 50.9  +13 25   11.4  S0     3.7   40  1191
NGC 3489     11 00.3  +13 54   11.1  S0     3.5   35  1031
NGC 3593     11 14.6  +12 49   11.8  S0     5.2   55   969
M65          11 18.9  +13 06   10.2  SBa    9.1   95  1146  NGC 3623
M66          11 20.2  +13 00    9.6  SBb    8.7   90  1066  NGC 3627
NGC 3628     11 20.3  +13 35   10.3  Sb    12.9  130  1184
IC 2787      11 23.3  +13 38   16.0  Sc     0.8   10  1081
http://www.atlasoftheuniverse.com/galgrps/leoi.html


Properties of the Leo I Group
Equatorial CoordinatesRA=11h00m Dec=+13°
Galactic Coordinatesl=235° b=+60°
Supergalactic CoordinatesL=95° B=-25°
Distance to the centre of the group35 million light years
Number of large galaxies in the group12
Alternative names for the groupM66/M96 Group
http://www.atlasoftheuniverse.com/galgrps/leoi.html




The Leo II Groups

The Leo II Groups are a large collection of galaxies scattered across 30 million light years of space to the right of the Virgo cluster. This is a major cloud of galaxies in the Virgo Supercluster. The Leo II groups lie behind the much closer Leo I group which is also in this region.
The Leo II Groups
http://www.atlasoftheuniverse.com/galgrps/leoii.html



Properties of the Leo II groups
Equatorial CoordinatesRA=10h00m to 11h40mDec=0° to +35°
Galactic Coordinatesl=180° to 260°b=+40° to +75°
Supergalactic CoordinatesL=70° to 110°B=-5° to -40°
Distance to the groups65 to 95 million light years
Number of large galaxies110
Alternative name for the groupsLeo II Cloud
http://www.atlasoftheuniverse.com/galgrps/leoii.html



Leo B (ou Leo II) é uma galáxia anã esferoidal a proximadamente 690.000 anos-luz de distância na direção da constelação de Leo. A partir de Outubro de 2008, é uma das 24 galáxias satélites conhecidas da Via Láctea.4 A partir de 2007, acredita-se que Leo II tenha um núcleo com um raio de 178 ± 13 pc e uma maré com raio de 632 ± 32 pc.5 Ela foi descoberta em 1950 por Robert G. Harrington e Albert George Wilson, do Monte Wison e Observatório Palomar na Califórnia.


Leo II
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoLeo
TipoE0 pec 1
Asc. reta11h 13m 29.2s 1
Declinação+22° 09′ 17″ 1
Distância690 ± 70 mil anos-luz2 3 (210 ± 20 kpc2 3 )
Redshift-87 ± 5 km/s 1
Magnit. apar.12.6 1
Dimensões12′.0 × 11′.0 1
Outras denominações
Leo B, UGC 6253, PGC 34176, DDO 93, Harrington-Wilson #2

http://pt.wikipedia.org/wiki/Leo_II









http://pt.wikipedia.org/wiki/Leo_A#mediaviewer/File:Leo_A_Hubble_WikiSky.jpg
Leo A Hubble WikiSky

en:NASAen:STScIen:WikiSky - en:WikiSky's snapshot tool - [1]

Leo A (também conhecida como Leo III) é uma galáxia irregular na constelação de Leo e faz parte do Grupo Local. Ela fica a aproximadamente 2,25 milhões de anos-luz da Terra.


Leo A
Leo A
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoLeo
TipoIBm1
Asc. reta09h 59m 26.4s1
Declinação+30° 44′ 47″1
Distância2.25 ± 0.20 Mal (690 ± 60 kpc)2 3
Magnit. apar.12.91
Dimensões5′.1 × 3′.11
Outras denominações
Leo III, UGC 5364, DDO 69, PGC 288681

http://pt.wikipedia.org/wiki/Leo_A




The Leo Cluster (Abell 1367) is a galaxy cluster about 330 million light-years distant (z = 0.022[1]) in the constellation Leo. Along with the Coma Cluster, it is one of the two major clusters comprising the Coma Supercluster.
http://en.wikipedia.org/wiki/Abell_1367

The Coma Supercluster (SCl 117) is a nearby supercluster of galaxies comprising the Coma Cluster (Abell 1656) and the Leo Cluster (Abell 1367). Located 300 million light-years from Earth, it is in the center of the Great Wall. The Coma Supercluster is the nearest massive cluster of galaxies to our own Virgo Supercluster. It is roughly spherical, about 20 million light-years in diameter and contains more than 3,000 galaxies. It is located in the constellation Coma Berenices. Being one of the first superclusters to be discovered, the Coma Supercluster helped astronomersunderstand the large scale structure ohttp://en.wikipedia.org/wiki/Coma_Superclusterf the universe.


http://en.wikipedia.org/wiki/Coma_Supercluster#mediaviewer/File:Com01.gif

Supercúmulo de Coma ou Superaglomerado de Coma, que também é conhecido como Abell 1656, é uma grande estrutura do Universo. Localizado a 300 milhões de anos luz da Terra, está localizada no centro da Grande Muralha. O superaglomerado de Coma é o aglomerado de galáxias mais próximo do nosso Superaglomerado de galáxias local, tem forma esférica, com um diâmetro de 20 milhões de anos luz e contém mais de 3.000 galáxias. Está localizado na constelação Coma Berenices. Apesar de seu pequeno tamanho, contém um grande números de galáxias. Contém os 2 maiores Aglomerado de galáxiasconhecidos, o Aglomerado de Coma e o Aglomerado de Leo. Foi um dos primeiros superaglomerados descobertos e tem ajudado muito os astrônomos a entender a estrutura do universo.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Superaglomerado_Coma



Below is a list of the major clusters in the Coma Supercluster. The supercluster contains only two major clusters of galaxies. They are both very rich clusters with a richness class of 2, although A1656 is larger and richer than A1367.
   1             2       3        4         5       6      7         
 Abell           Equatorial    Redshift  Distance  Rich  Notes       
 Number         Coordinates       z        Mly                       
                RA       Dec                                         
 A1367        11 44.5  +19 50   .0208      290      2    Leo cluster 
 A1656        12 59.8  +27 59   .0219      305      2    Coma cluster
http://www.atlasoftheuniverse.com/superc/com.html



Leo Cluster
Observation data (Epoch J2000)
Constellation(s)Leo
Right ascension11h 44m 29.5s[1]
Declination19° 50′ 21″[1]
Richness class2[2]
Bautz-Morgan classificationII-III[2]
Redshift0.022 (6 595 km/s)[1]
Distance
(co-moving)
97.8 Mpc (319.0 Mlyh−1
0.705
X-ray flux(81.40 ± 6.0%)×10−12 erg s-1 cm-2 (0.1—2.4 keV)[1]
Other designations
Abell 1367
http://en.wikipedia.org/wiki/Abell_1367



A1367 - The Leo Cluster

Below is a picture of part of the Leo cluster. It is not as famous as the Coma cluster because it is slightly smaller and it contains fewer galaxies. The bright elliptical galaxy in the centre is NGC 3842 and the large spiral galaxy on the left is NGC 3861.

A1367 - from the Digitized Sky Survey
http://www.atlasoftheuniverse.com/galgrps/leoii.html


Aglomerado de Galáxias

Abell    Coordenadas    Coordenadas  R  Redshift Distância    Membro
Número   Equatoriais    Galácticas               Milhões   Superaglomerado
                                                                          anos-luz
          RA       Dec         L°    B°               (H=70)
A1177  11 09.5  +21 42   87.1 -17.3  0  .0304     418     Leo
A1016  10 27.0  +10 59   92.8 -31.1  0  .0310     426     Leo
A999   10 23.4  +12 51   90.4 -31.1  0  .0311     428     Leo
 A1185  11 10.8  +28 41   80.8 -13.9  1  .0313     430     Leo
A1267  11 27.9  +26 51   84.1 -11.3  0  .0317     436     Leo
A1257  11 26.1  +35 19   76.2  -8.1  0  .0332     456     Leo
 A1142  11 00.9  +10 33   97.1 -23.7  0  .0337     463     Leo
A1228  11 21.5  +34 20   76.7  -9.3  1  .0340     467     Leo

The Leo Supercluster

http://www.atlasoftheuniverse.com/superc/leo.html




Veja em

Galaxy Clusters of Leo - The Night Sky Atlas

uma imensa lista (o Catálogo Abell)
 de Aglomerados de Galáxias
na constelação do Leão





The Leo Supercluster

The Leo Supercluster is not a particularly famous supercluster. This map below is a plot of the brightest galaxies (from the Principal Galaxies Catalogue) in the vicinity of this supercluster. The supercluster is about 440 million light years from us, and at this distance a fairly weak supercluster like the Leo supercluster is hard to see among all the foreground galaxies. The nearer Coma supercluster is in this area as can be seen from the presence of the large A1367 cluster, and even closer to us is the nearby Virgo cluster at the bottom left of the map.

O superaglomerado Leo não é particularmente considerado um superaglomerado famoso.  
...........................................
Este superaglomerado encontra-se a cerca de 440 milhões de anos-luz de distância de nós e, a esta distãncia, um superaglomerado bastante fraco, como o superaglomerado Leo, é difícil de ser visto entre todas as galáxias de primeiro plano.
.........................................................

Veja abaixo uma lista dos maiores aglomerados situados no superaglomerado Leo. 
 O aglomerado mais rico é provavelmente A1185.  
Os demais aglomerados são bem pobres, na classe de riqueza de 0.  
O aglomerado A1314 está incluído nesta lista mesmo que seja situado mais ao norte do superaglomerado e não seja considerado um real membro.

Abell         Cordenadas          Redshift          Distância                    Riqueza/         Notas
Número      Equatoriais       z                         Milhões anos-luz        Brilho
RA       Dec                             H=70km/s/Mpc

A999     10 23.4  +12 51   .0311      430      0        
 A1016    10 27.0  +10 59   .0310      425      0         
 A1142    11 00.9  +10 33   .0337      465      0        
 A1177    11 09.5  +21 42   .0304      420      0        
 A1185    11 10.8  +28 41   .0313      430      1        
 A1228    11 21.5  +34 20   .0340      465      1        
 A1257    11 26.1  +35 19   .0332      455      0        
 A1267    11 27.9  +26 51   .0317      435      0        
 A1314    11 34.8  +49 02   .0323      445      0     
     
http://www.atlasoftheuniverse.com/superc/leo.html

The closest superclusters
http://www.atlasoftheuniverse.com/nearsc.html







Com o tempo, entrou em cena Leo III.
Com o tempo, entraram em cena Aglomerados de galáxias.
Com o tempo, entrou em cena o Superaglomerado Leo.
Com o tempo, e bem recentemente (agora, em setembro de 2014!),
entrou em cena Laniakea,
nosso novo endereço dentre as estrelas do céu que nos protege,
esse Céu Imensurável!



Leo B (ou Leo II) é uma galáxia anã esferoidal a proximadamente 690.000 anos-luz de distância na direção da constelação de Leo. A partir de Outubro de 2008, é uma das 24 galáxias satélites conhecidas da Via Láctea.4 A partir de 2007, acredita-se que Leo II tenha um núcleo com um raio de 178 ± 13 pc e uma maré com raio de 632 ± 32 pc.5 Ela foi descoberta em 1950 por Robert G. Harrington e Albert George Wilson, do Monte Wison e Observatório Palomar na Califórnia.


Leo A (também conhecida como Leo III) é uma galáxia irregular na constelação de Leo e faz parte do Grupo Local. Ela fica a aproximadamente 2,25 milhões de anos-luz da Terra.

Local Group



A collection of more than 40 galaxies, spread across a volume of space some 10 million light-years in diameter, of which our own Milky Way Galaxy and the Andromeda Galaxy are the dominant and central members. Both these two giant spirals have retinues of satellite galaxies, which together account for most of the membership of the Local Group.

Local Group

http://www.daviddarling.info/encyclopedia/L/LocalGroup.html





CÉU IMENSURÁVEL
Laniakea

Laniakea é um Superaglomerado de galáxias, onde a Via Láctea, o Sistema Solar e a Terra estão localizados. Foi definido em setembro de 2014, quando astrônomos da Universidade do Havaí, liderados por R. Brent Tully, publicaram um novo método de definir superaglomerados de acordo com as velocidades relativas de Galáxias. Essa nova definição de superaglomerados locais engloba o anteriormente caracterizado Superaglomerado de Virgem como um apêndice de Laniakea.
O superaglomerado de Laniakea abrange 100,000 galáxias ao longo de 520 milhões de Anos-luz. No centro do superaglomerado, há um ponto gravitacional central denominado Grande Atrator, que atrai todas as galáxias do superaglomerado, fazendo com que o movimento de cada galáxia seja direcionado para esse centro de massa.
A palavra Laniakea significa "paraíso imensurável" em havaiano. 1


A new study in Nature finds that the Milky Way is part of a broader supercluster of 100,000 galaxies known as Laniakea.
http://www.vox.com/2014/9/4/6105631/map-galaxy-supercluster-laniakea-milky-way

VEJA O VÍDEO

Laniakea: Our home supercluster










O GARBOSO LEÃO DOS CÉUS ESTRELADOS
E SUA MARAVILHOSA ESTRELA,
REGULUS, O PEQUENO REI,
ESTRELA-REAL


http://www.aai.ee/muuseum/Uranomeetria/Pictures/Web/Reissig_W_018.jpg
(Imagem invertida através o Programa Corel)




http://en.wikipedia.org/wiki/Leo_I_(dwarf_galaxy)#mediaviewer/File:Ugc5470.jpg
Ugc5470
Scott AnttilaAnttler - Own work




Regulus, a estrela-rainha dos persas, domina o céu
por Ronaldo Rogério de Freitas Mourão


A Via Láctia, esse mês, estende-se de noroeste a sudeste e a região central do céu, bem no alto, por volta das 22 horas do dia 15, é dominado pelo leão. Trata-se de um conjunto de nove estrelas, três menores e seis maiores, entre as quais destaca-se Regulus, a primeira em brilho, ou estrela alfa. Muito bonita, de cor branca-azulada, é apenas um pouco menos brilhante que a campeã do céu, Sirius (tem magnitude de 1,5 e Sírus -1,5). Com um diâmetro três e meia vezes maior que o do Sol, emite 130 vezes mais luz que ele. Em comparação com Sírus, é quase seis vezes mais luminosa, embora pareça menor porque está bem mais longe: 6,8 anos-luz, contra 8,7 anos luz (1 ano-luz mede cerca de 10 trilhões de quilômetros).

Para localizá-la, pode-se ficar voltado para o norte e partir das Três Marias: Regulus fica a nordeste, isto é, um pouco mais alta no céu e à esquerda. Essa referência tem grande importância histórica, pois, há 4 000 anos, os povos do Hemisfério Norte usavam-na para registrar a passagem das estações. Para eles, o verão começava quando o Sol nascia em Leão; isso significa que, nessa época do ano, no momento em que o Sol começava a erguer-se, Regulus estava bem junto ao horizonte, a Leste. Agora em abril, por exemplo, o Sol nasce em Peixes. Os antigos persas eram ainda mais precisos. Eles dividiam a esfera celeste em quatro partes, correspondentes às quatro estações, e seus marcos eram Regulus, Antares, Fomalhaut e Aldebarã – as estrelas-reis, ou guardiãs do céu.

Situadas, respectivamente, em Leão, Escorpião, Peixe Austral e Touro, basta uma olhada no mapa para ver como esses astros, de fato, representam quatro regiões de extensão equivalente. O outono, assim, corresponde à região entre Antares e Fomalhaut (no Hemisfério Norte; ao sul, a estação correspondente é a primavera). Enfim, o inverso estende-se entre Fomalhaut e Aldebarã, e a primavera, entre Aldebarã e Regulus. 
...................................

 http://super.abril.com.br/tecnologia/regulus-estrela-rainha-persas-domina-ceu-439814.shtml  

SUPER 043, abril 1991


Richard Hinckley Allen, Star Names, Their Lore and Meaning, Dover Publications, Inc, New York, USA 








http://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Gazetteer/Topics/astronomy/_Texts/secondary/ALLSTA/Leo*.html

Richard Hinckley Allen, em seu famoso e importantíssimo livro
Star Names — Their Lore and Meaning -,
nos revela algumas informações interessantes 
sobre Regulus
- enquanto líder das Quatro Estrelas Reais:

α, Triple, 1.7, 8.5, and 13, flushed white and ultramarine.

........................

So, too, it was the leader of the Four Royal Stars of the ancient Persian monarchy, the Four Guardians of Heaven. Dupuis, referring to this Persian character, said that the four stars marked the cardinal points, assigning Hastorang, as he termed it, to the North; Venant to the South; Tascheter to the East; and Satevis to the West: but did not identify these titles with the individual stars. Flammarion does so, however, with Fomalhaut, Regulus, and Aldebaran for the first three respectively, so that we may consider Satevis as Antares. This same scheme appeared in India, although the authorities are not agreed as to these assignments and identifications; but, as the right ascensions are about six hours apart, they everywhere probably were used to mark the early equinoctial and solstitial colures, four great circles in the sky, or generally the four quarters of the heavens. At the time that these probably were first thought of, Regulus lay very near to the summer solstice, and so indicated the solstitial colure.



As Quatro Estrelas-Reais dos Persas ocupando os quatro cantos dos céus estrelados..... - nos dias de hoje:

Caro Leitor, observe nestas Ilustrações abaixo as mudanças que ocorreram em termos dos posicionamentos dos pontos dos Equinócios e dos Solstícios entre as estrelas mencionadas - as quatro estrelas-reais dos Persas - e a Linha da Eclíptica e do Equador Celeste nos dias de hoje.


Programa Stellarium trabalhado no Programa Corel

Vemos nesta Ilustração, a estrela-alpha Tauri, Aldebaran, trazendo a Primavera, a Guardiã do Leste, uma das quatro estrelas-reais dos Persas. 

 E vemos também a estrela-alpha Leonis, Regulus, trazendo o Verão, a Guardiã do Sul.




Programa Sellarium trabalhado no Programa Corel


Vemos nesta Ilustração, a estrela-alpha Scorpii, Antares, trazendo o Outono, a guardiã do Oeste.  

E vemos também a estrela-alpha Piscis Austrinus, Fomalhaut, trazendo o Inverno, a Guardiã do Norte

Sabemos que a estrela Fomalhaut não fez parte das constelações da Linha da Eclíptica.  Porém, esta é a estrela mais proeminente durante o céu noturno do inverno, a partir do ponto de vista do hemisfério norte.






Vamos conhecer um tantinho sobre estas quatro reais estrelas?

Aldebaran.  Alpha Tauri. 
Ascensão Reta 04h34,8m - Declinação +16o 28’
Magnitude visual 1,06 - Distância 68 anos-luz
Uma estrela gigante alaranjada marcando o olho esquerdo e sul do Touro. 
Seu nome advém de Al Dabaran, Aquela que Segue. Aquela que vem antes da Estrela da Água, isto é, das Pleiades. Formava uma das quatro estrelas reais ou guardiãs dos céus entre os persas cerca de 3.000 anos a.C, quando, enquanto Guardiã do leste, marcava o Equinócio Vernal - as outras estrelas eram Regulus, Antares e Fomalhaut





Regulus, Alpha Leonis
Ascensão Reta 10h07,3m  -  Declinação +12o.4
Magnitude visual 1,34 - Distância 84 anos-luz
Regulus é o pé do Leão (também conhecida como o coração do Leão).
O Pequeno Rei.
É uma estrela voltada para o mito de um  rei da Pérsia, Feridum que  era próspero mas que perdeu tudo em função de ter se envolvido com questões de vingança.
Regulus  era uma estrela real e  guardiã do norte - juntamente com Fomalhaut, Aldebaran e Antares, consideradas todas estrelas reais do céu dos persas.  Em virtude de um engano de Ptolomeu, que a nomeou de Pequeno Rei, hoje conhecemos esta estrela como Regulus.  Por se situar extremamente próxima à linha da Eclíptica, podemos sempre apreciar a Lua e os Planetas visíveis passando bem grudados à Regulus.





Antares.  Alpha Scorpii. Estrela Dupla e Variável
Ascensão Reta 16h28,2m   - Declinação -26o 23’
Magnitude visual 1,22 - Distância 520 anos-luz
Magnitude visual 1,1 e 6,5  Distância entre estrelas 2”,90
Uma estrela binária, intensamente avermelhada e verde-esmeralda, situada no corpo do Escorpião.  De Anti-Ares, similar ou Rival de Ares, Marte. Foi uma das quatro estrelas reais da Pérsia, cerca de 3.000 anos a.c., e atuava como a Guardiã do Oeste pois marcava o Equinócio de Outono. Muitas vezes chamada de Coração do Escorpião, Cor Scorpio.





Fomalhaut.  Alpha Piscis Australis. 
Ascensão Reta 22h 56,5m - Declinação -29o 44’
Magnitude visual 1,29 - Distância 22 anos-luz
Uma estrela avermelhada na boca do Peixe ao Sul. De Fum al Hut, a Boca do Peixe.  Foi uma das quatro estrelas reais da Pérsia, por volta de  3.000 anos a.c, atuando como a Guardiã do Sul e marcando o solstício de inverno.






- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




As Quatro Estrelas-Reais dos Persas 
ocupando os quatro cantos dos céus estrelados..... 
- nos dias de hoje:

Caro Leitor, observe nestas Ilustrações abaixo as mudanças que ocorreram em termos dos posicionamentos dos pontos dos Equinócios e dos Solstícios entre as estrelas mencionadas - as quatro estrelas-reais dos Persas - e a Linha da Eclíptica e do Equador Celeste nos dias de hoje.


Programa Stellarium trabalhado no Programa Corel



Vemos nesta Ilustração, a estrela-alpha Tauri, Aldebaran, trazendo a Primavera, a Guardiã do Leste, uma das quatro estrelas-reais dos Persas. 

 E vemos também a estrela-alpha Leonis, Regulus, trazendo o Verão, a Guardiã do Sul.




Programa Sellarium trabalhado no Programa Corel



Vemos nesta Ilustração, a estrela-alpha Scorpii, Antares, trazendo o Outono, a guardiã do Oeste.  

E vemos também a estrela-alpha Piscis Austrinus, Fomalhaut, trazendo o Inverno, a Guardiã do Norte.

Sabemos que a estrela Fomalhaut não fez parte das constelações da Linha da Eclíptica.  Porém, esta é a estrela mais proeminente durante o céu do inverno, a partir do ponto de vista do hemisfério norte.







Earth precessionDomínio público
Robert Simmon, NASA GSFC - Earth Observatory / NASA


AS ERAS

Movimentos: tudo sempre se move

Estarei repetindo aquilo que recebi em Fórum na Internet, parte da Aula 2 sobre Movimentos do Céu, by dario.rostirolla@londrina.pr.gov.br:

“Como é sabido, a Terra apresenta dois movimentos básicos (e outros): rotação (em torno do próprio eixo, com período de 1 dia) e translação (movimento orbital ao redor do sol, com período de 1 ano). Enquanto gira ao redor do Sol, a Terra percorre em sua órbita cerca de um grau por dia - logo, as estrelas se adiantam um pouco com relação ao Sol (como um carro que se aproxima de uma esquina e obtém melhor visibilidade), cerca de 4 minutos. É esta a causa da pequena diferença entre o dia solar e o dia sideral.

No decorrer de um ano a Terra percorre 360 graus ao redor do Sol, de modo que as estrelas que se encontravam ocultadas pelo Sol, dentro de algum tempo se tornarão visíveis em função do deslocamento da Terra sobre sua órbita. Ao longo do ano, diferentes partes do céu vão se tornando visíveis em determinado horário fixo (digamos, logo após o pôr do Sol), de modo que toda a esfera celeste vai sendo avistada ao longo do ano, setor por setor. A cada ano, esse movimento se repete de modo que as constelações visíveis numa determinada data serão visíveis na mesma data dos anos subseqüentes.”

A precessão dos Equinócios é o movimento que estaria aglutinando, digamos assim, ambos os movimentos anteriores: o de rotação e o de translação. 

Não podemos nos esquecer que a Terra gira em torno de seu eixo sim, porém com uma inclinação de 23 graus....  Ao mesmo tempo, a Terra perfaz um passeio de 360 graus em sua órbita em torno ao Sol.  Ao mesmo tempo, também o Sol vai realizando seu próprio andamento e o faz em direção a um ponto próximo  à constelação Hercules.  Tudo no universo se movimenta... por que deixaria nosso Sol de fazer o mesmo?

Ao longo do período de 26 mil anos, esse eixo da Terra em movimento de rotação e de translação e atrelado ainda ao movimento próprio do Sol, vai imantando os direcionamentos norte e sul e deslocando, apontando então para diferentes pontos dessa região da esfera celeste! Esse grande círculo imaginário que se forma é o Grande Ano das Eras! Uma maneira simples de entender esse movimento é soltarmos um pião e o deixarmos girar, girar, girar..... é bem assim.  A estrela que denominamos de Polar, vem atuando como imantação Norte desde há muito tempo e ainda estará fazendo isso por bom tempo adiante.  Porém, um dia no futuro, teremos que renomeá-la... pois não estará mais reinante na posição de Estrela Polar.



É realmente interessante que possamos perceber
 as questões relativas às mudanças de Eras
 em termos de onde caem os Pontos de Equinócios e de Solstícios:

A Era de Gêmeos trouxe o Ponto Vernal a acontecer dentro desta constelação ocupando o lugar de Primavera, Virgem ocupando o lugar do Solstício do Verão, Sagitário ocupando o lugar do Equinócio do Outono e Peixes ocupando o lugar do Solstício de Inverno.



Quadro sobre a Precessão dos Equinócios durante 4 Eras, mostrando o Caminho do Sol contra o pano de fundo das constelações do    Zodíaco.  As cores originais foram invertidas.
Inserido no Artigo “When the Zodiac Climbed into the Sky” por Alexander Gurshtein para a Revista Sky & Telescope edição de outubro de 1995, página 30,  publicada por Sky Publishing Corporation, Cambridge, MA, USA.



A Era de Touro trouxe o Ponto Vernal a acontecer dentro desta constelação ocupando o lugar de Equinócio da Primavera; Leão ocupando o lugar do Solstício do Verão; Sagitário ocupando o lugar do Equinócio do Outono e Peixes ocupando o lugar do Solstício de Inverno.

Permita-me lhe dizer, caro Amigo das Estrelas, que teria sido naquela Era que surgiu o conceito das Quatro Estrelas Reais, Guardiãs das Quatro Estações do Ano e da Vida:  em Touro, Aldebarã, o olho iluminado, guardiã do Leste; em Leão, Regulus, sua pata dianteira, guardiã do Sul; em Escorpião, Antares, a rival de Marte, Anti-Ars, gigante vermelha maravilhosa, guardiã do Oeste; e finalmente, Fomalhaut, em Pisces Austrinus, guardiã do Norte.

A Era de Áries trouxe o Ponto Vernal a acontecer dentro desta constelação ocupando o lugar de Equinócio da Primavera; Câncer ocupando o lugar de Solstício do Verão; Balança ocupando o lugar do Equinócio do Outono e Capricórnio ocupando o lugar do Solstício de Inverno.
AS ESTRELAS POLARES

Vega,a estrela Alpha Lyrae, atuou como a estrela polar (há mais de 12 milênios).  Vega estará novamente ocupando o lugar de estrela polar mais uns tantos milênios à frente (14.000 anos DC, ou seja mais 12.000 anos à frente) - sempre a estrela polar mais brilhante!






A Precessão acontece porque as forças gravitacionais do sol e da lua atuam por sobre a Terra (que não é esférica) enquanto esta gira, vagarosamente mudando a orientação do eixo da Terra.  Este eixo, inclinado num ângulo de 23o, traça um caminho em torno da eclíptica ao longo de 25.800 mil anos terrestres na realização de todo seu círculo. Isso significa que Polaris - a estrela que viemos considerando nossa estrela polar  celestial do norte -, vagarosamente irá transmitir sua posição à Vega, a brilhante estrela da constelação da Lira. 

Extraído da revista Astronomy,  edição de junho de 2002, página 73.  Parte do texto foi traduzido literalmente por Janine e também a ilustração sobre o caminho do pólo norte celestial foi invertida, para melhor visualização.


Polaris.  Alpha Ursae Minoris. 
Ascensão Reta 02h10,0 - Declinação +89o 10
Magnitude visual 2,12 (variável) - Distância 680 anos-luz
Uma estrela dupla, amarelada topázio e de pálido branco, situada na cauda da Ursa Menor, e atuando como o pólo celeste norte. 
De acordo com a precessão dos equinócios, o pólo movimenta-se num circulo entre as estrelas e perfaz cerca de 26 mil anos de completa revolução. 
Atualmente, a estrela Polar encontra-se a 01o 14’ de distancia do pólo
e continuará nessa aproximação até o ano 2095,
quando  alcançará sua menor distância de 26’30’’.

Vega.  Alpha Lyrae.  Estrela Dupla
Ascensão Reta 18h 36,2m - Declinação +38o 46’
Magnitude visual 0,14 - Distância 26 anos-luz
Magnitude visual 0,1 e 10,5  Distância entre estrelas 62”,84
Uma estrela cor de safira pálido, situada na parte inferior da Lira.  De Al Wai, Aquela que Cai, e conhecida na antiguidade como o Corvo que Cai, Vultur Cadens.   A Águia que cai, nome latino assim registrado nas Tabuas Alfonsinas, mas cuja origem provém do vocábulo árabe Waki.  Também conhecida como a Águia mergulhando no Ar.

Thuban - Alpha Draconis
Dragão, nome de origem árabe

Em 3.000 AC, esta estrela ocupava o lugar de estrela polar norte porém a precessão dos equinócios movimentou aquilo que chamamos de Estrela Polar, Polaris, para esta posição.

- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986


Pequeno Glossário:

Apex  -  um ponto central para onde outro objeto orbita e se move em direção a.
Apex do Caminho do Sol  -  o ponto na esfera celeste em direção ao qual nosso Sol viaja numa velocidade de cerca de 20 quilômetros por segundo.  A posição correta do apex do Sol pode variar entre os cientistas porém é quase acordado que seja em Hércules ou Lyra, Ascensão Reta de 18 horas ou 270 graus e Declinação 34 Norte. (3)
Eclíptica (plano da)  -  Plano da órbita terrestre.  Podemos definir também como o grande círculo de interseção deste plano com a esfera celeste.  O plano da eclíptica é inclinado de 23o27’ em relação ao Equador.
Ponto vernal  -  ponto da esfera celeste, situado na interseção da eclíptica com o equador, na qual o Sol, em seu movimento aparente anual, passa do hemisfério sul para o norte.(....) O ponto vernal é habitualmente designado pela letra y; equinócio da primavera, equinócio vernal, primeiro ponto de Áries.  (1)
Equinócio  -  Ponto da esfera celeste, interseção da eclíptica com o Equador.  O equinócio da primavera corresponde à passagem do Sol do hemisfério austral ao hemisfério boreal.  O equinócio do outono é o caso inverso.  Tais termos se aplicam também aos momentos em que estes fenômenos ocorrem.  Podemos dizer, também, que o equinócio é a data do ano na qual o dia é igual à noite (20-21 de março  -  22-23 de setembro)   (2)
Precessão dos Equinócios  -  o movimento do equinócio consiste em uma retrogradação (ou precessão) sobre a eclíptica, da ordem de 50.256 por ano, ou seja, de uma volta completa do equilíbrio em 26.000 anos  (2)
Solstício  -  é o instante no qual o Sol está mais afastado do Equador (22 ou 23 de junho e 22 ou 23 de dezembro)  (2)  -  Nessas datas, acontecem os solstícios de inverno e de verão.

(1)  -  Atlas Celeste
Ronaldo Rogério de Freitas Mourão
6ª edição  -  Editora Vozes, Petrópolis, RJ, Brasil – 1986
(2) -   Explicando o Cosmos
Ronaldo Rogério de Freitas Mourão
Editora Tecnoprint S.A.,  Rio, Brasil, 1984
(3) Norton’s Star Atlas
Arthur P Norton and J. Gall Inglis
Sky Publishing Co.
Cambridge, MA, USA



http://www.aai.ee/muuseum/Uranomeetria/Pictures/Web/Goldbach_W_17.jpg





CONSTELAÇÕES, ESTRELAS E OBJETOS CELESTES 
(sob o ponto de vista do Mundo Ocidental)
 SUAS HISTÓRIAS, SEUS MITOS, SEUS SIGNIFICADOS, 
SUAS IMAGENS E SUAS SINTETIZADAS DESCRIÇÕES

PÁGINA AINDA EM CONSTRUÇÃO... 
e certamente assim continuará por um longo tempo... 
até que as 88 Constelações estejam prontas.  
Obrigada pela paciência, caro Leitor!

VEJA AS CONSTELAÇÕES JÁ APRESENTADAS
EM
DA TERRA AO CÉU E AO INFINITO:
Os desenhos formados pelas estrelas
 - AS CONSTELAÇÕES -
 são como janelas que se abrem para a infinitude do universo
 e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais, 
entre o céu e a terra...,
 bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente, 
vai se tornando Cosmos
 e este por nossa mente sendo conscientizado.

Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

COM UM ABRAÇO ESTRELADO,
Janine Milward