domingo, 17 de abril de 2016

As Joias da Coroa Austral, Corona Australis


Olá!

Corona Australis, a Coroa do Sul, é uma verdadeiro joia
que sempre pode ser bem visualizada a olho nu 
a partir de lugares de céus escuros e transparentes
e, de preferência, em noites de ausência de Lua.

Corona Australis é marcada pela presença próxima do bule de chá 
da constelação do Sagitário
 e também da constelação do Escorpião,
marcadamente apresentando sua alaranjada/avermelhada 
estrela-alpha Scorpii, Antares,
bem como seu desenho sinuoso concluindo-se em Schaula, 
em sua cauda que orienta-se para nos trazer 
o Aglomerado da Borboleta, M6, e o Aglomerado Ptolomeu, M7.


Uma Coroa pode ser feita de folhas de louro, de flores entrelaçadas...,

bem como pode ser feita por joias valiosas, bem trabalhadas e bem encravadas,
um verdadeiro tesouro!

A delicadeza das estrelas formando a figura de uma Coroa
é algo realmente enternecedor, emocionante, maravilhante!

No entanto, esta tímida constelação, verdadeira joia,
acaba escondendo outros tesouros
que podem ser conhecidos através simpáticos telescópios
e que revelam um mundo de luzes sendo acolhidas
por uma nebulosa escura e esfumaçada
ou Nuvem Molecular Corona Australis.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward


Stellarium

Stellarium

Stellarium





CORONA AUSTRALIS, CORONA AUSTRINUS

A COROA AUSTRAL







Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes



http://www.geonames.de/constellations.html#CrA















CORONA AUSTRALIS, A COROA AUSTRAL

Posicionamento:
Ascensão Reta 17h55m / 19h15m     Declinação -37o.0 / -45o.6

Mito:
Esta constelação poderia representar o colar usado pelo Sagitário
 ou a roda onde Ixiou sofreu tormentos 
por causa de seus insultos a Juno, mulher de Júpiter.


Algumas Informações Interessantes acerca esta Constelação:
Constelação que fazia parte do grupo original de 48 constelações 
formado por Ptolomeu no  século segundo DC.


Gamma Coronae A - Estrela Dupla
AR 19h03m  Dec. - 37o.08
Magnitude visual 5,0 e 5,1  Distância entre estrelas 1”,50


- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986





http://www.aradergalleries.com/detail.php?id=3651
Corona Meridionalis
Works Of Johann Bayer
A selection of hand-colored engravings from Uranometria 
Published:  Ausburg  1603
Dimensions:  Paper size app 15 1/2 x 12 inches



Alpha Coronae Australis (α CrA, α Coronae Australis) is a star in the constellation Corona Australis. It is the only star in the constellation with a proper name, Alphekka Meridiana (Alphekka South), after the brightest star in Corona BorealisAlphecca. In Chinese astronomy, it is known as 鱉六 (the Sixth Star of the River Turtle). It is a Class A star like Vega, rotating extremely fast on its axis, close to its breakup velocity.
......................................................
The name Alphecca or Alphekka is Arabic, short for نير الفكّة nayyir al-fakka "the bright (star) of the broken (ring of stars)".[7]



Beta Coronae Australis (Beta CrAβ Coronae Australisβ CrA) is a K-type bright giant star in the constellation of Corona Australis.[1] It has an apparent visual magnitude of approximately 4.117.[1]



Lying alongside the Milky Way, Corona Australis contains one of the closest star-forming regions to our Solar System—a dusty dark nebula known as the Corona Australis Molecular Cloud, lying about 430 light years away. Within it are stars at the earliest stages of their lifespan. The variable stars R and TY Coronae Australis light up parts of the nebula, which varies in brightness accordingly.





http://www.iau.org/static/public/constellations/gif/CRA.gif 

IAU - International Astronomical Union



NGC 6541 é um aglomerado globular na direção da constelação de Corona Australis. O objeto foi descoberto pelo astrônomo Niccolò Cacciatore em 1826, usando umtelescópio refrator com abertura de 3 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+6,3), é visível apenas com telescópios amadores ou com equipamentos superiores.








Zooming in 

on a stellar nursery in Corona Australis

In this zoom sequence we start with a broad panorama of the central parts of Milky Way. As we close in on part of the small constellation of Corona Australis we start to see faint clouds and in the final part of the video the full glory of the dramatic star formation region NGC 6729 is revealed in a new image from the FORS1 instrument on ESO’s Very Large Telescope.
Credit:
ESO/S. Brunier/Loke Kun Tan (StarryScapes.com)/Sergey Stepanenko. Music: John Dyson (from the album "Darklight")









Stars and Dust Across Corona Australis 
Image Credit & CopyrightIgnacio Diaz Bobillo
Explanation: Cosmic dust clouds sprawl across a rich field of stars in this sweeping telescopic vista near the northern boundary of Corona Australis, the Southern Crown. Less than 500 light-years away the dust clouds effectively block light from more distant background stars in the Milky Way. The entire frame spans about 2 degrees or over 15 light-years at the clouds' estimated distance. Near center is a group of lovely reflection nebulae cataloged as NGC 6726, 6727, 6729, and IC 4812. A characteristic blue color is produced as light from hot stars is reflected by the cosmic dust. The dust also obscures from view stars in the region still in the process of formation. Smaller yellowish nebula NGC 6729 surrounds young variable star R Coronae Australis. Below it are arcs and loops identified as Herbig Haro objects associated with energetic newborn stars. Magnificent globular star cluster NGC 6723 is at the right. Though NGC 6723 appears to be part of the group, its ancient stars actually lie nearly 30,000 light-years away, far beyond the young stars of the Corona Australis dust clouds.







Description
English: Detailed map of the Corona Australis Cloud.
Date2010-09-21 (last update)
SourceOwn work
Author



In the north of the constellation is the 
a dark molecular cloud with many embedded reflection nebulae,[20] including NGC 6729,NGC 6726–7, and IC 4812.[36] A star-forming region of around 7000 M,[20] it contains Herbig–Haro objects (protostars) and some very young stars.[36] About 430 light years (130 parsecs) away, it is one of the closest star-forming regions to our solar system.[37] The related NGC 6726 and 6727, along with unrelated NGC 6729, were first recorded by Johann Friedrich Julius Schmidt in 1865.[38]





NGC 6729 is a reflection/emission nebula in the constellation Corona Australis. It was discovered by Johann Friedrich Julius Schmidt in 1861.[1]
This fan-shaped nebula opens from the star R Coronae Australis toward the star T CrA to the south-east. R CrA is a pre-main-sequence star in the Corona Australis molecular complex, one of the closer star-forming regions of the galaxy.[1]




NASA, Caltech - NASA, Caltech : PIA13064: Star Clusters Young and Old, Near and Far


NGC 6726 é uma nebulosa na direção da constelação de Corona Australis. O objeto foi descoberto pelo astrônomo Julius Schmidt em 1861, usando um telescópio refrator com abertura de 6,2 polegadas.

NGC 6727 é uma nebulosa na direção da constelação de Corona Australis. O objeto foi descoberto pelo astrônomo Julius Schmidt em 1861, usando um telescópio refrator com abertura de 6,2 polegadas.

IC 4812 is a bright nebula in Corona Australis






Corona Australic Molecular Cloud region: Top left (top down): Bright nebulae NGC 6727NGC 6726 and NGC 6729 Below center: Double star BSO 14 in dim nebula IC 4812
Photo by André Hartmann RC-203/1624, FOV:40'x31', 15 June 2012, Helmeringhausen, Namibia

Photo byAndré Hartmann
URLhttps://skydrive.live.com/?cid=2671AB77998F0FAF&id=2671AB77998F0FAF!3604
DescriptionCorona Australic Molecular Cloud region: Top left (top down): Bright nebulae NGC 6727NGC 6726 and NGC 6729 Below center: Double star BSO 14 in dim nebula IC 4812
InstrumentRC-203/1624
Filternone
Date15 June 2012
Total time230.95 minutes
LocationHelmeringhausen, Namibia
Note
FOV40'x31'




Lying alongside the Milky Way, Corona Australis contains one of the closest star-forming regions to our Solar System—a dusty dark nebula known as the Corona Australis Molecular Cloud, lying about 430 light years away. Within it are stars at the earliest stages of their lifespan. The variable stars R and TY Coronae Australis light up parts of the nebula, which varies in brightness accordingly.





http://www.georgeglazer.com/maps/celestial/burritt/burritt.html
Elijah Hinsdale Burritt (1794-1838) (editor) 
W.G. Evans (engraver) 



Os desenhos formados pelas estrelas são como janelas que se abrem para a infinitude do universo e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais, entre o céu e a terra...; bem como percebendo que o caos, vagarosamente, vai se tornando Cosmos e sendo por nossa mente conscientizado.  

Quer dizer, nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

COM UM ABRAÇO ESTRELADO,
Janine Milward