quarta-feira, 1 de junho de 2016

Uma Cruz nos céus do sul


Olá!

Quem não conhece o Cruzeiro do Sul?
(quem não conhece é porque não mora no hemisfério sul...).

O Cruzeiro do Sul nos traz um tom de pertecimento ao nosso lugar natal,
quase como se pudéssemos nos sentir mais protegidos
pela cruz estelar.  

Sempre a Cruz está nos céus estrelados, sempre...
Basta olharmos mais ao sul, e eis que a visualizamos, que a observamos...
principalmente em momentos de ausência da Lua
e em tempos de clima mais seco nos trazendo céus mais escuros
e transparentes - assim como agora, em nosso doce Outono.

É sempre também observarmos a famosa Caixinha de Joias
bem como o famoso Saco de Carvão!

Sobre estas questões, Ronaldo Rogério Mourão nos diz
na sexta edição de seu Atlas Celeste:

"A Nebulosa Escura Saco do Carvão

Esta é provavelmente a nebulosa escura mais conhecida, 
sempre visível a olho nu em lugares de céus escuros e límpidos, 
parecendo como um ‘buraco’ na Via Láctea, na vicinitude da Cruz. 
 Esta nebulosa escura apresenta-se de maneira mais intensa neste lugar 
em função da densidade excepcionalmente brilhante d
a nuvem de estrelas da Via Láctea."


"NGC 4755 - A Caixa de Jóias - Aglomerado Aberto, Kappa Crucis

Denominado por Herschell como a Caixa de Jóias, 
este aglomerado aberto está situado a 1o. a sudeste de Beta Crucis, 
parecendo uma estrela de magnitude 4 quando visto a olho nú.  
Seu núcleo principal é formado por estrelas de diferentes colorações
 que tomam a forma de um A, ao redor do qual se agrupam 50 estrelas de brilho menor.  
Com um simples par de binóculos, esse A é facilmente visível. 
No entanto, através uma luneta, 
podemos notar as diferentes colorações de estrelas,
 passando pelo verde, pelo azul e indo até o violeta."

Nesta Postagem, Caro Leitor,
estaremos comentando sobre a belíssima constelação Crux,
o Cruzeiro do Sul, a Cruz,
suas estrelas, a Caixa de Joias e o Saco de Carvão...,
e também trazendo comentários sobre o fato de que,
a posição da constelação do Cruzeiro do Sul 
é utilizada pelos tupis-guaranis para determinar os pontos cardeais,
o intervalo de tempo transcorrido durante a noite e as estações do ano.
Também  o polo celestial sul pode ser localizado
a partir do Cruzeiro do Sul.

Bons Estudos e Boa Observação!

Com um abraço estrelado,
Janine Milward


Stellarium

Stellarium


Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes




CRUX, A CRUZ, O CRUZEIRO DO SUL

Posicionamento:
Ascensão Reta  11h53m / 12h55m    Declinação -55o.5 / -64o.5

História:
Normalmente atribuída a Royer, 1679, porém bem mais antiga.

(Eu, Janine, penso que o Cruzeiro não poderia de deixar de ter sido visto em latitudes do hemisfério norte mais próximas ao Equador terrestre - por se encontrar enroscado entre as patas dianteira e traseira do Centauro - porém de maneira bem espraiada ao sul, certamente.  
No entanto, quando as viagens de circum-navegação começaram a acontecer com os navios rumando para o sul, é certo que esta constelação pôde ser bem mais marcada).

Fronteiras:
Cruz situa-se entre as constelações Centaurus e Musca






http://www.iau.org/static/public/constellations/gif/CRU.gif



Estrelas , em Cruzeiro do Sul:

Acrux.  Alpha Crucis.  Estrela Dupla
Ascensão Reta 12h 25,4 - Declinação -62o 59’
Magnitude visual 1,58  e 2,1- Distância 370 anos-luz
Distância entre estrelas 4”,29
A estrela mais brilhante no Cruzeiro do Sul.  É uma estrela tripla.

Becrux - Beta Crucis - Mimosa
Ascensão Reta 12h 46,6m - Declinação - 59o 04’
Magnitude visual 1,50 - Distância 490 anos-luz

Rubídea - Gamma Crucis
Denominação brasileira em virtude da sua coloração avermelhada.  É conhecida como Gacrux.

Pálida - Delta Crucis
Designação brasileira em virtude de constituir a mais fraca em brilho das quatro principais estrelas da Cruz.

Mu Crucis - Estrela Dupla
AR 12h51m Dec -56o.54
M 3,9 e 5,4 Distância entre estrelas 35”,19

- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986





Description
English: Wide field photo of the Crux (Southern Cross) constellation. The Coalsack Dark Nebula can be seen as the dark area below-right in the constellation. This photo was taken under foggy skies, causing the stars to become large glowing orbs. Image was created using 15 × 182 second (45 mins total) sub exposures taken with a stock Canon EOS 5D Mark II and 100 mm f/2.8L IS Macro lens at f/4 and ISO 1600 mounted on an Astrotrac equatorial mount, stacked using Deep Sky Stacker and finished using Adobe Photoshop CS5.
Date
SourceOwn work
Previously published: http://www.iceinspace.com.au/forum/showthread.php?t=89854
AuthorNaskies
Permission
CC-BY-SA-3.0; Released under the GNU Free Documentation License.





Segundo o Link do Site Scientific American - Brasil:

Mitos e Estações no céu Tupi-Guarani

Com astronomia própria, índios brasileiros definiam o tempo de colheita, a contagem de dias, meses e anos, a duração das marés, a chegada das chuvas. Desenhavam no céu histórias de mitos, lendas e seus códigos morais, fazendo do firmamento esteio de seu cotidiano.




A Hora pelo Cruzeiro do Sul

O Cruzeiro do Sul (Curuxu) fica em plena Via Láctea, sendo a constelação mais conhecida dos habitantes do Hemisfério Sul. Ela é formada, em sua parte principal, por cinco estrelas, quatro delas representando uma cruz, e uma quinta fora do braço da cruz. Essas estrelas, pela ordem de brilho, são conhecidas, popularmente, como Magalhães, Mimosa, Rubídea, Pálida e Intrometida. Magalhães (a mais brilhante) e Rubídea (avermelhada) formam o braço maior da cruz; Mimosa e Pálida compõem o menor. A Intrometida (a mais apagada) não consta da representação dessa constelação pelos tupis-guaranis.

O Cruzeiro do Sul está próximo do Pólo Sul Celeste (PSC), prolongamento do eixo de rotação da Terra no nosso céu, parecendo girar em torno dele de leste para oeste, devido ao movimento de rotação da Terra de oeste para leste. Assim, dependendo do dia e da hora, a cruz pode estar de cabeça para baixo, deitada, inclinada ou em pé, sempre fazendo uma circunferência em torno do Pólo Sul Celeste.

A posição da constelação do Cruzeiro do Sul é utilizada pelos tupis-guaranis para determinar os pontos cardeais, o intervalo de tempo transcorrido durante a noite e as estações do ano. Quando a cruz se encontra em pé, o prolongamento do seu braço maior aponta para o ponto cardeal Sul. Olhando para o Sul, às nossas costas temos o Norte, à direita o Oeste e à esquerda, o Leste.

Tendo em vista que o Cruzeiro do Sul efetua uma volta completa em cerca de 24 horas, o tempo gasto, por exemplo, para ir da posição deitada até a posição em pé é de 6 horas. Assim, podemos determinar o intervalo de tempo transcorrido em uma noite observando duas posições do Cruzeiro do Sul.
 


http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/mitos_e_estacees_no_ceu_tupi-guarani.html


O início de cada estação do ano é determinado pelos tupis-guaranis considerando a posição da cruz ao anoitecer: no outono ela fica deitada do lado esquerdo do Sul, isto é, para leste; no inverno, fica em pé apontando para o Sul; na primavera, ela se encontra deitada para o lado oeste e no verão de cabeça para baixo, abaixo da linha do horizonte, sendo visível somente após a meia-noite. 

http://www2.uol.com.br/sciam/reportagens/mitos_e_estacees_no_ceu_tupi-guarani.html



POSIÇÃO DA CRUZ AO NOITECER DO DIA 20 DE MARÇO,
 EQUINÓCIO DO OUTONO, para nós, do hemisfério sul:



Programa Stellarium


POSIÇÃO DA CRUZ PRÓXIMO À MEIA-NOITE DO DIA 20 DE MARÇO,
 EQUINÓCIO DO OUTONO, para nós, do hemisfério sul:

Stellarium

POSIÇÃO DA CRUZ EM 21 DE MARÇO, PRÓXIMO ÀS SEIS DA MANHÃ:

Programa Stellarium



Apontando para o Polo Sul usando o Cruzeiro do Sul:

Markers

Since the southern sky lacks an easily visible pole star, Alpha and Gamma (known as Acrux and Gacrux respectively) are commonly used to mark south. Tracing a line from Gacrux to Acrux leads to a point close to the Southern Celestial Pole.[7] Alternatively, if a line is constructed perpendicularly between Alpha Centauri and Beta Centauri, the point where the above mentioned line and this line intersect marks the Southern Celestial Pole. The two stars of Alpha and Beta Centauri are often referred to as the "Southern Pointers" or just "The Pointers", allowing people to easily find the asterism of the Southern Cross or the constellation of Crux.

Description
English: I, Michael Millthorn is the author of this illustration. Published in 2007.
Date (original upload date)
SourceTransferred from en.wikipedia; transfer was stated to be made by User:Iceblock.
AuthorOriginal uploader was Micke (usurped) at en.wikipedia
Permission
(Reusing this file)
CC-BY-2.5; Released under the GNU Free Documentation License.


In the Southern Hemisphere, the Southern Cross is frequently used for navigation in much the same way that the Pole Star is used in the Northern Hemisphere.
The south celestial pole can be located from the Southern Cross (Crux) and its two "pointer" stars α Centauri and β Centauri. Draw an imaginary line from γ Crucis to α Crucis—the two stars at the extreme ends of the long axis of the cross—and follow this line through the sky. Either go four and a half times the distance of the long axis in the direction the narrow end of the cross points, or join the two pointer stars with a line, divide this line in half, then at right angles draw another imaginary line through the sky until it meets the line from the Southern Cross. This point is 5 or 6 degrees from the south celestial pole. Very few bright stars of importance lie between Crux and the pole itself, although the constellation Musca is fairly easily recognised immediately beneath Crux.[28]
A technique used in the field is to clench one's right fist and to view the cross, aligning the first knuckle with the axis of the cross. The tip of the thumb will indicate south.[28]





Aglomerados e Nebulosa, em Cruzeiro do Sul


The Milky Way Near the Southern Cross
Credit & Copyright: Yuri Beletsky
Explanation: The glow of the southern Milky Way and the well-known Southern Cross are featured in this colorful skyscape recorded in April over La Frontera, Chile. The Southern Cross (Crux) itself is at the right of the 20 degree wide field of view, topped by bright, yellowish star Gamma Crucis. A line from Gamma Crucis through the blue star at the bottom of the cross, Alpha Crucis, points toward the south celestial pole. Against faint Milky Way starlight, the dark expanse of the Coal Sack Nebula lies just left of the cross, while farther left along the Milky Way are the bright stars Hadar and Rigil Kentaurus, also known as Beta and Alpha Centauri. Blazing in the lower left, Alpha Cen is the closest star to the Sun, a mere 4.3 light-years distant. In fact, yellowish Alpha Cen is actually a triple star system that includes a sun-like star. Seen from Alpha Cen, our own Sun would be a bright yellowish star in the otherwise recognizable constellation Cassiopeia. 





http://www.allthesky.com/constellations/preview/cruxm.jpg


NGC 4103 - Aglomerado Aberto
Medindo 9’ de diâmetro e mais tênue que NGC 3766 (em Centauro), este aglomerado aberto situa-se na Crux, a 2/3 da reta imaginária que vai de Alfa Centauri a Epsilon Crucis.  Próximo a este aglomerado existem duas estrelas de magnitude 5 que lhe servem de boa referência em sua localização.  Para ser bem apreciado, é bom que se tenha em mãos uma boa luneta.


- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,


Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986


NGC 4103 é um aglomerado aberto na direção da constelação de Crux. O objeto foi descoberto pelo astrônomo James Dunlop em 1826, usando um telescópio refletor com abertura de 9 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+7,4), é visível apenas com telescópios amadores ou com equipamentos superiores.

http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_4103


http://archive.stsci.edu/cgi-bin/dss_search?e=J2000&c=none&h=10&w=10&f=GIF&r=181.67804134244247&d=-61.254344919641184&v=all
http://www.messier45.com/index.html#s/NGC_4103




Stellarium




NGC 4755 - A Caixa de Jóias - Aglomerado Aberto, Kappa Crucis
Denominado por Herschell como a Caixa de Jóias, este aglomerado aberto está situado a 1o. a sudeste de Beta Crucis, parecendo uma estrela de magnitude 4 quando visto a olho nú.  Seu núcleo principal é formado por estrelas de diferentes colorações que tomam a forma de um A, ao redor do qual se agrupam 50 estrelas de brilho menor.  Com um simples par de binóculos, esse A é facilmente visível.  No entanto, através uma luneta, podemos notar as diferentes colorações de estrelas, passando pelo verde, pelo azul e indo até o violeta.

- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,


Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



Wide Field Image of the Jewel Box.
This image of the well-known NGC 4755 cluster or Jewel Box was taken with the Wide Field Imager (WFI) on the MPG/ESO 2.2-metre telescope at ESO’s La Silla Observatory. It highlights the cluster and its rich surroundings in all their multicoloured glory.

http://www.allthesky.com/constellations/preview/cruxm.jpg
Wide Field Image of the Jewel BoxCC BY 3.0
ESO - ESO


NGC 4755 (também conhecido como Caixa de JoiasAglomerado Kappa Crucis e Caldwell 94) é um aglomerado estelar aberto localizado a 6 445 anos-luz da Terra naconstelação de Crux.1 2 Sua principal estrela é Kappa Crucis, de magnitude aparente 5,98.4
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_4755


The Jewel BoxKappa Crucis ClusterNGC 4755, is an open cluster in the constellation Crux, originally discovered by Nicolas Louis de Lacaille during 1751–1752. This famous cluster was later named the Jewel Box by Sir John Herschel when he described its telescopic appearance as "a casket of variously coloured precious stones." It is easily visible to the naked eye as a hazy star some 1.0° southeast of the first-magnitude star Beta Crucis. This hazy star (the core of the cluster) was assigned the Bayer star designation Kappa Crucis, from which the cluster takes one of its common names. The modern designation Kappa Crucis has been assigned to one of the stars in the central A-shaped asterism of the cluster, the third brightest cluster star (HD 111973, HIP 62931, HR 4890), located at the base of the right leg of the A. This is a blue supergiant of spectral type B3Iae, shining at the apparent visual magnitude of 5.94V. Two other cluster stars are brighter than κ Cru, namely, 5.77V magnitude star HD 111904 (HIP 62894), at the tip of the A, and HD 111613 (HIP 62732) at 5.75V, which is 15 arc minutes beyond the asterism toward Beta Crucis.[5]
This cluster is one of the youngest known, with an estimated age of 14 million years. It has a total integrated magnitude of 4.2, is located 6,440 light years from Earth, and contains around 100 stars.
http://en.wikipedia.org/wiki/Jewel_Box_(star_cluster)





http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_4755#mediaviewer/Ficheiro:A_Hubble_gem_-_the_Jewel_Box.jpg
A Hubble gem - the Jewel Box
NASA/ESA and Jesús Maíz Apellániz (Instituto de Astrofísica de Andalucía, Spain) - http://www.spacetelescope.org/images/html/heic0913a.html (direct linkESO





http://archive.stsci.edu/cgi-bin/dss_search?e=J2000&c=none&h=15&w=15&f=GIF&r=193.400184873024&d=-60.33360174286596&v=all
http://www.messier45.com/index.html#s/NGC_4755



http://en.wikipedia.org/wiki/Jewel_Box_(star_cluster)#mediaviewer/File:A_Snapshot_of_the_Jewel_Box_cluster_with_the_ESO_VLT.jpg
A Snapshot of the Jewel Box cluster with the ESO VLTCC BY 3.0
ESO/Y. Beletsky - ESO





A Nebulosa Escura Saco do Carvão
Esta é provavelmente a nebulosa escura mais conhecida, sempre visível a olho nu em lugares de céus escuros e límpidos, parecendo como um ‘buraco’ na Via Láctea, na vicinitude da Cruz.  Esta nebulosa escura apresenta-se de maneira mais intensa neste lugar em função da densidade excepcionalmente brilhante da nuvem de estrelas da Via Láctea.

- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,


Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



Nebulosa do Saco de Carvão (ou simplesmente Saco de Carvão) é uma nebulosa escura na constelação de Crux. É facilmente visível a olho nu como uma mancha escura no céu. Ela era conhecida por povos pré-históricos do Hemisfério Sul e foi observada por Vicente Yáñez Pinzón em 1499. A Nebulosa do Saco de Carvão está a cerca de 600 anos-luz da Terra.

Crux constellation map.svg

http://pt.wikipedia.org/wiki/Nebulosa_do_Saco_de_Carv%C3%A3o



NASA



http://pt.wikipedia.org/wiki/Nebulosa_do_Saco_de_Carv%C3%A3o#mediaviewer/Ficheiro:Coal.sack.nebula.arp.300pix.jpg
Coal.sack.nebula.arp.300pixDomínio público
Don Pettit, ISS Expedition 6, NASA (prepared by Adrian Pingstone in December 2003) - http://apod.nasa.gov/apod/ap030507.html


NGC 4349 é um aglomerado aberto na direção da constelação de Crux. O objeto foi descoberto pelo astrônomo James Dunlop em 1826, usando um telescópio refletor com abertura de 9 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+7,4), é visível apenas com telescópios amadores ou com equipamentos superiores.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_4349


NGC 4439 é um aglomerado aberto na direção da constelação de Crux. O objeto foi descoberto pelo astrônomo James Dunlop em 1826, usando um telescópio refletor com abertura de 9 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+8,4), é visível apenas com telescópios amadores ou com equipamentos superiores.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_4439


NGC 4052 é um aglomerado aberto na direção da constelação de Crux. O objeto foi descoberto pelo astrônomo John Herschel em 1837, usando um telescópio refletor com abertura de 18,6 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+8,8), é visível apenas com telescópios amadores ou com equipamentos superiores.


    http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_4052



    NGC 4609 é um aglomerado aberto na direção da constelação de Crux. O objeto foi descoberto pelo astrônomo James Dunlop em 1826, usando um telescópio refletor com abertura de 9 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+6,9), é visível apenas com telescópios amadores ou com equipamentos superiores.
    http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_4609





    http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_4755#mediaviewer/Ficheiro:A_Hubble_gem_-_the_Jewel_Box.jpg
    A Hubble gem - the Jewel Box
    NASA/ESA and Jesús Maíz Apellániz (Instituto de Astrofísica de Andalucía, Spain) - http://www.spacetelescope.org/images/html/heic0913a.html (direct linkESO

    his image is a "close-up' view from the NASA/ESA Hubble Space Telescope of NGC 4755, or the Jewel Box cluster. Several very bright, pale blue supergiant stars, a solitary ruby-red supergiant and a variety of other brilliantly coloured stars are visible in the image, as well as many much fainter ones, often with intriguing colours. The huge variety in brightness exists because the brighter stars are 15 to 20 times the mass of the Sun, while the dimmest stars are less than half the mass of the Sun. This is the first image of an open galactic cluster with imaging extending from the far ultraviolet to the near-infrared.
    Credit:
    NASA/ESA and Jesús Maíz Apellániz (Instituto de Astrofísica de Andalucía, Spain)
    http://www.spacetelescope.org/images/heic0913a/



    Os desenhos formados pelas estrelas
     - AS CONSTELAÇÕES - 
    são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
    e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais, 
    entre o céu e a terra..., 
    bem como percebendo que o caos, 
    vagarosamente, 
    vai se tornando Cosmos 
    e este por nossa mente sendo conscientizado.

    Quer dizer, 
    nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

    Com um abraço estrelado,
    Janine Milward