terça-feira, 12 de julho de 2016

Lua Crescente cumprimentando a belíssima Arcturus, estrela-alpha Bootis, o Boieiro


Olá!

Sempre uma estrela mais ao norte atrai imensamente minha atenção:
é Arcturus, a quarta estrela mais brilhante do céu noturno!


Eu penso que minha admiração, minha atração, 
pela estrela-alpha Bootis, Arcturus,
não acontece somente pelo fato de eu morar na roça
e de estar rodeada de boieiros...  Não.



Richard H. Allen comenta sobre Arcturus:
Arcturus has been an object of the highest interest and admiration to all observant mankind from the earliest times, 
and doubtless was one of the first stars to be named; .............


Arcturus tem sido objeto do maior interesse e admiração a todos os observadores da humanidade desde os tempos mais longinquos,
e, sem dúvida alguma, foi uma das primeiras estrelas a ser nomeada;...................



O Mito principal relacionado ao Boieiro, Bootes,
acaba interligando-se com os Mitos de outras constelações
nas imediações, como As Ursas Maior e Menor,

como a Virgem, como os Cães de Caça!


Nesta Postagem, Caro Leitor,
encontre informações sobre Arcturus
bem como sobre a constelação do Boieiro, Bootes.


Surpreenda-se, Caro Leitor,
porque na direção da constelação do Boieiro, Bootes,
vamos encontrar um fantástico
Ponto de Exclamação!


E também, Caro Leitor,

Bootes nos revela Superaglomerados e um Void!


Com um abraço estrelado,
Janine Milward




Stellarium

Stellarium





Uma estrela me chama a partir dos céus estrelados mais ao norte:
é Arcturus, a estrela-alpha Bootis!




http://www.siteastronomia.com/wp-content/uploads/2014/01/arcturus.jpeg?ea0d25




Bootes
http://www.aradergalleries.com/detail.php?id=3643
Johann Bayer — Bootes




É interessante percebermos que a luz incrívelmente maravilhosa de Arcturus
atua enquanto testemunha da proteção (ou da cobiça) da Cabeça da Serpente
em relação à Coroa Boreal!

Confira em

http://oceudomes.blogspot.com.br/2016/07/uma-serpente-serpens-caput-vigiando-uma.html




Stellarium



O Mito principal relacionado ao Boieiro, Bootes,
acaba interligando-se com os Mitos de outras constelações
nas imediações, como As Ursas Maior e Menor,
como a Virgem, como os Cães de Caça!

Confira em 

http://daterraaoceueaoinfinito.blogspot.com.br/2013/08/canes-venatici-os-caes-de-caca.html

http://sobrevirgo.blogspot.com.br/
E também não perca o relato pormenorizado do Mito em

http://www.astropt.org/2015/02/05/a-seducao-de-calisto/





http://www.raremaps.com/gallery/detail/39388/Comae_Berenices_Bootes_Cannes_Venatici/Flamsteed.html
Title: Comae Berenices Bootes Cannes Venatici   Map Maker: John Flamsteed





Surpreenda-se, Caro Leitor,
porque na direção da constelação do Boieiro, Bootes,
vamos encontrar um fantástico
Ponto de Exclamação!




UGC 9618, Chandra + Hubble.jpg
"UGC 9618, Chandra + Hubble" by Smithsonian Institution - Flickr: A Cosmic Exclamation Point: A pair of galaxies located about 450 million light years from Earth.. Licensed under Public Domain via Wikimedia Commons - http://commons.wikimedia.org/wiki/File:UGC_9618,_Chandra_%2B_Hubble.jpg#/media/File:UGC_9618,_Chandra_%2B_Hubble.jpg

Arp 302 consists of a pair of very gas-rich spiral galaxies in their early stages of interaction: VV 340A is seen edge-on at top, and VV 340B face-on below. Composite image of X-ray data from Chandra (purple) and optical data from Hubble (red, green, blue).

Arp 302 (also known as Exclamation Point Galaxy) is a galaxy in the constellation Boötes. Arp 302, also known as VV 340 or UGC 9618 consists of a pair of very gas-rich spiral galaxies in their early stages of interaction. An enormous amount of infrared light is radiated by the gas from massive stars that are forming at a rate similar to the most vigorous giant star-forming regions in our own Milky Way. Arp 302 is 450 million light-years away from Earth, and is the 302nd galaxy in Arp'sAtlas of Peculiar Galaxies.
http://en.wikipedia.org/wiki/Arp_302





E também, Caro Leitor,

Bootes nos revela Superaglomerados e um Void!

The Neighboring Superclusters
http://www.atlasoftheuniverse.com/superc.html



Bem, eu moro na roça, não crio gado

 (sou vegetariana),
não sou Boieira...., 
mas meus vizinhos são: gado leiteiro, gado de corte, gado.
Gosto de observar a cena poética e bucólica, 
a mansidão do gado pastando
nos campos verdes e ondulados da roça.
Três vezes por semana, vou buscar o leite, no vizinho,
e volto feliz e cheia de energia 
para fazer nosso iogurte, nosso queijo, nossa manteiga.




Eu penso que minha admiração, minha atração, 
pela estrela-alpha Bootis, Arcturus,
não acontece somente pelo fato de eu morar na roça e de estar rodeada de boieiros...  Não.

Richard H. Allen comenta sobre Arcturus:
Arcturus has been an object of the highest interest and admiration to all observant mankind from the earliest times, 
and doubtless was one of the first stars to be named; .............


Arcturus tem sido objeto do maior interesse e admiração a todos os observadores da humanidade desde os tempos mais longinquos,
e, sem dúvida alguma, foi uma das primeiras estrelas a ser nomeada;...................


http://www.siteastronomia.com/wp-content/uploads/2014/01/arcturus.jpeg?ea0d25


Boa Observação, Boa Leitura, Bons Estudos!


Com um abraço estrelado,
Janine Milward





Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes


http://www.heavens-above.com/constellation





http://www.ianridpath.com/atlases/urania/urania10.jpg






BOOTES, O BOIEIRO




Posicionamento:
Ascensão Reta 13h33m / 15h47m  -  Declinação +7o 6’ / +55o 2’


Mito:
O Boieiro é Arcas, cuja mãe Callisto foi transformada por Juno em um urso, que no céu é representado pela Ursa Maior .  Enquanto caçava, Arcas aproximou-se de sua mãe e, sem saber que esta havia se transformado em ursa, perseguiu-a até o templo de Júpiter onde a matou e mais tarde, foi ele mesmo morto pelos guardiões do templo.  Júpiter apiedado de tal situação, levou mãe e filho para os céus, através as constelações do Boieiro e da Ursa Maior. 

Existe outro relato que diz que o Boieiro é Icarius, que foi morto por alguns pastores que  ele havia embebedado com o vinho que ganhara de Bacho.  Em consideração à tristeza de sua filha Erigone e de seu cão, Maera, Júpiter colocou o pai no céu enquanto o Boieiro,  ao lado da filha enquanto a constelação da Virgem e seu cão, enquanto o Cão Menor.


Algumas Informações Interessantes acerca esta Constelação:
O Boieiro é uma das mais antigas constelações 
e foi mencionada em A Odisséia de Ulisses.


Fronteiras:
Bootes situa-se entre as constelações Coma Berenices, Virgo, Serpens, Corona Borealis, Hercules, Draco, Ursa Major, Canes Venatici.



6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986

http://www.iau.org/static/public/constellations/gif/BOO.gif


Stellarium




Algumas Estrelas e alguns Objetos interessantes, em Boieiro:


Arcturus.  Alpha Bootis. 
Ascensão Reta 14h 14,8 - Declinação +19o 17’
Magnitude visual 0,24 - Distância 36 anos-luz
Uma estrela amarelo dourada, situada no joelho esquerdo do Boieiro.  
De Arktouros, o Guarda da Ursa.  
Também conhecida como O Caçador à espera da Ursa.


Nekkar - Beta Bootis
O Bom Comedor, nome oriundo do árabe Al Nakkar.


Izar - Epsilon Bootis Estrela Dupla
AR 14h42m  Dec + 27o.17
Magnitude visual 2,7 e 5,1  Distância entre estrelas 2”,85
É uma estrela dupla e é considerada uma das mais belas estrelas do céu e freqüentemente chamada de Pulchérrima, a mais bela.  Izar parece se situar na cintura do Boieiro.  Também conhecida como O Véu, nome árabe que se refere ao véu da Cabeleira de Berenice.


Seginus. Gama Bootis.
Magnitude visual 3 - Distância 118 anos-luz
Uma estrela pequena situada no ombro esquerdo do Boieiro.  Cefeu, nome que aparece pela primeira vez no Atlas de Burritt.  Parece uma corruptela de Cepheus, segundo Allen.


Princeps.  Delta Bootis. 
Uma estrela amarelada pálida, situada na lança do Boieiro.



Asellus - Theta Bootis
O Pequeno Asno, vocábulo de origem latina para designar as estrelas Alfa, Iota e Chi do Boieiro, respectivamente como Primus, Secundus e Tertius.



Saak ou Muphrid - Eta Bootis
Magnitude visual 2.69 e Distância 32 anos-luz.
A Solitária do Lanceiro, designação proveniente do árabe Al Muphrid Al Ramih, que indica que a estrela se encontra afastada da constelação.


Zeta Bootis - Estrela Dupla
AR 14h38  Dec. + 13o.57
Magnitude visual 4,6 e 4,6 Distância entre estrelas 1”,08


Alazal - Pi Bootis


Alkalurops - Mu Bootis


R Bootis - Estrela Variável
Ascensão Reta 14h35m           Declinação +26o.52
Magnitudes:  Max 5,9     Min 12,8        Período 225,5
Tipo   PLG      Espectro M4e


W Bootis - Estrela Variável Irregular
Ascensão Reta 14h41m        Declinação +26o.44
Magnitudes:  Max  5,2   Min 6,1      Período
Tipo   IRR    Espectro K5



6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



Bootes constellation map.png

http://pt.wikipedia.org/wiki/Arcturo#/media/File:Bootes_constellation_map.png


Arcturo (α Boo, α Boötis, Alpha Boötis), também conhecida como Arturo ou Arcturus,1 é a estrela mais brilhante da constelação do Boieiro. É a quarta estrela mais brilhante no céu nocturno.2
Pertence à classe espectral K do sistema de classificação estelar proposto por Annie Jump Cannon. O diâmetro de Arcturus é de aproximadamente 22.100.000 km, o que corresponde a 30 vezes maior que o do Sol e 1733 vezes maior do que o planeta Terra, a sua temperatura chega aos 4300 K (aproximadamente 4000 °C). É considerada como uma das estrelas que mais tende a durar (cerca de 9,3 bilhões de anos) devida a sua magnitude média (magnitude aparente de -0,04 e uma magnitude absoluta de 0,2). Antigamente era classificada como uma gigante vermelha, mas na reclassificação proposta pela NASA é considerada atualmente como uma média alaranjada. Está cerca de 33 anos-luz do sistema solar e é uma das estrelas mais brilhantes no céu terrestre.

Mitologia romana


Na mitologia romana, conforme relatado por Higino, Arcturus é o ateniense Icário. Ele morava com sua filha virgem Erígone e seu cão Maera. Ele hospedou Liber Pater, que o ensinou o segredo do vinho. Icário deu o vinho a uns pastores que, acreditando que Icário os tinha envenenado, o mataram a pauladas. Seu cão Maera, latindo sobre o corpo morto do dono, chamou Erígone, que se enforcou. Liber Pater então afligiu as mulheres atenienses com uma praga, que só terminou quando eles puniram os pastores e instituiram um festival em honra dos dois. Os deuses então transformaram ambos em estrelas: Erígone virou a constelação de Virgem e Icário a estrela Arcturus.3
http://pt.wikipedia.org/wiki/Arcturo



Beta Boötis (Nekkar, Meres, 42 Boötis) é uma estrela na direção da Boötes. Possui uma ascensão reta de 15h 01m 56.79s e uma declinação de +40° 23′ 26.3″. Suamagnitude aparente é igual a 3.49. Considerando sua distância de 219 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a −0.64. Pertence à classe espectral G8III.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Beta_Bo%C3%B6tis

Gamma Boötis (Seginus, Menkib al Aoua al Aisr, Humerus Sinister Latratoris, 27 Boötis) é uma estrela na direção da constelação de Boötes. Possui uma ascensão reta de 14h 32m 04.76s e uma declinação de +38° 18′ 28.4″. Sua magnitude aparente é igual a 3.04. Considerando sua distância de 85 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a 0.96. Pertence à classe espectral A7IIIvar. É uma estrela variável δ Scuti.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gamma_Bo%C3%B6tis

Epsilon Boötis (Izar, Mirak, Pulcherrima, Mintek al Aoua, Cingulum Latratoris, 36 Boötis) é uma estrela binária na direção da constelação de Boötes. Possui umaascensão reta de 14h 44m 59.25s e uma declinação de +27° 04′ 27.0″. Sua magnitude aparente é igual a 2.35. Considerando sua distância de 210 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a −1.69. Pertence à classe espectral A0.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Epsilon_Bo%C3%B6tis





http://www.siteastronomia.com/wp-content/uploads/2014/01/arcturus.jpeg?ea0d25





The text is in the public domain.

http://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Gazetteer/Topics/astronomy/_Texts/secondary/ALLSTA/Bootes*.html
Poises Arcturus aloft morning and evening his spear.
Emerson's translation of Hafiz' To the Shah.

α, 0.3, golden yellow.

Arcturus has been an object of the highest interest and admiration to all observant mankind from the earliest times, and doubtless was one of the first stars to be named; for from Hesiod's day to the present it thus appears throughout all literature, although often confounded with the Greater Bear. Indeed Hesiod's use of the word probably was for that constellation, except in two cases, already quoted, where he unquestionably referred to this star, mentioning its rising fifty days after the winter solstice, the first allusion that we have to that celestial point. And it is popularly supposed that p99our Arcturus is that of the Book of Job, xxxviii.32; but there it merely is one of the early titles Ursa Major, the Revised Version correctly rendering it "the Bear." Still, even now, the Standard Dictionary quotes for the star the Authorized Version's
Canst thou guide Arcturus with his son?
But, like other prominent stars, it shared its name with its constellation — in fact, probably at first, and as late as Pliny's day, was a constellation by itself. Homer's Βοώτης doubtless was this, with, possibly, a few of its larger companions; and Bayer cited Bootes for the star; but in recent times the latter has monopolized the present title.
It was famous with the seamen of early days, even from the traditional period of the Arcadian Evander, and regulated their annual festival by its movements in relation to the sun. But its influence always was dreaded, as is seen in Aratos' δεινοῦ Ἀρκτοῦροιο and Pliny's horridum sidus; while Demosthenes, in his action against Lacritus 341 B.C., tells us of a bottomry bond, made in Athens on a vessel going to the river Borysthenes — the modern Dnieper — and to the Tauric Chersonese — the Crimea — and back, that stipulated for a rate of 22½ per cent interest if she arrived within the Bosporus "before Arcturus," i.e. before its heliacal1 rising about mid-September; after which it was to be 30 per cent. Its acronycal2rising fixed the date of the husbandmen's Lustratio frugum; and Vergil twice made allusion in his 1st Georgic to its character as unfavorably affecting the farmers' work. Other contemporaneous authors confirmed this stormy reputation, while all classical calendars3 gave the dates of its rising and settings.
Hippocrates, 460 B.C., made much of the influence of Arcturus on the human body, in one instance claiming that a dry season, after its rising,
agrees best with those who are naturally phlegmatic, with those who are of a humid temperament, and with women; but it is most inimical to the bilious;
and that
diseases are especially apt to prove critical in these days.
p100The Prologue of the Rudens of Plautus, delivered by Arcturus in person, and "one of the early opinions of the presence of invisible agents amongst mankind," declares of himself that he is considered a stormy sign at the times of his rising and setting, — as the original has it:
Arcturus signum, sum omnium quam acerrimum.
Vehemens sum, cum exorior, cum occido vehementior.
And the passage from Horace's Odes —
Nec saevus Arcturi cadentis
Impetus aut orientis Haedi —
is familiar to all. This same idea came down to modern days, for Pope repeated it in his verse,
When moist Arcturus clouds the sky.
Astrologically, however, the star brought riches and honor to those born under it.
An Egyptian astronomical calendar of the 15th century before Christ, deciphered by Renouf, associates it with the star Antares in the immense sky figure Menat; and Lockyer claims it as one of the objects of worship in Nile temples, as it was in the temple of Venus at Ancona in Italy.
In India it was the 13th nakshatraSvati, "the Good Goer", or perhaps Sword, but figured as a Coral Bead, Gem, or Pearl; and known there also asNishṭya, Outcast, possibly from its remote northern situation far outside of the zodiac, whence, from its brilliancy, it was taken to complete the series of Hindu asterisms. Hewitt thinks that it, or Capella, was the Āryamān of the Rig Veda; and Edkins that it was the Tistar usually assigned to Sirius.
The Chinese called it Ta Kiō, the Great Horn, four small stars near by being Kang Che, the Drought Lake; Edkins further writing of it:
Arcturus is the palace of the emperor. the two groups of three small stars on its right [ητυ] and left [ζοπ] are called She ti, the Leaders, because they assign a fixed direction of that tail of the Bear, which, as it revolves, points out the twelve hours of the horizon.
The Arabs knew Arcturus as Al Simāk4 al Rāmiḥ, sometimes translated the Leg of the Lance-bearer, and again, perhaps more correctly, the Lofty p101Lance-bearer. From the Arabic title came various degenerate forms: Al RamecAramecAremeahAscimecAzimech, and Azimeth, found in those queer compendiums of stellar nomenclature the Alfonsine Tables and the Almagest of 1515; Somech haramach of Chilmead's Treatise; andAramākh, which Karsten Niebuhr heard from the Arabs 136 years ago. The Kheturus of their predecessors, already alluded to under Boötes, also was used for this.
The idea of a weapon again as a manifested itself in Κονταράτος, Javelin-bearer, of the Graeco-Persian Tables; while Bayer had GladiusKolanza, and Pugio, all applied to Arcturus, which probably marked in some early drawing the Sword, Lance, or Dagger in the Hunter's hand. Similarly it took the title Alkameluz of the whole constellation.
Al Ḥāris al Samā, the Keeper of Heaven, perhaps came from the star's early visibility in the twilight owing to its great northern declination, as though on the lookout for the safety and proper deportment of his lesser stellar companions, and so "Patriarch Mentor of the Train." This subsequently became Al Ḥāris al Simāk, the Keeper of Simāk, probably referring to Spica, the Unarmed One.
Al Bīrūnī mentioned Arcturus as the Second Calf of the Lion, the early Asad; Spica being the First Calf.
It has been identified with the Chaldaeans' Papsukal, the Guardian Messenger, the divinity of their 10th month Tibitu; while Smith and Sayce have said that on the Euphrates it was the Shepherd of the Heavenly Flock, or the Shepherd of the Life of Heaven, undoubtedly the Sib-zi‑anna of the inscriptions; the star η being often included in this, and thus making one of the several pairs of Euphratean Twin Stars.
The 1515 Almagest and the Alfonsine Tables of 1521 add to their list of strange titles et nominatur Audiens, which seems unintelligible unless the word be a misprint for Audens, the Bold One.
John de Wiclif, in his translation of Amos v.8, in 1383, had it Arture, which he took from the Vulgate's Arcturus for Ursa Major; but John of Trevisa in 1398 more correctly wrote:
Arthurus is a signe made of VII starres, . . . but properly Arthurus is a sterre sette behynde the tayle of the synge that hyght Vrsa maior.
With others it was Arturis and Ariture, or the Carlwaynesterre from the early confusion in applying the title Arcturus to Charles' Wain as well as to Boötes and its lucida.
Prominent as this star always has been, and one of the few to which Ptolemy assigned a name, yet its position has greatly varied in the drawings; p102indeed in the earliest it was located outside of the figure and so described in the Syntaxis. It has been put on the breast; in the girdle, whence, perhaps, came Bayer's Arctuzona; on the leg; between the knees — Robert Recorde, the first English writer on astronomy, in 1556 mentioning in the Castle of Knowledge the "very bryghte starre called Arcturus, which standeth between Boötes his legges"; and, as some of its titles denote, on the weapon in the hand. But since Dürer's time it has usually marked the fringe of the tunic.
Smyth asserted that this is the first star on record as having been observed in the daytime with the telescope, as it was in 1635 by Morin, and subsequently, in July, 1669, by Gautier and the Abbé Picard, the sun having an elevation of 17°. Schmidt has seen it with the naked eye twenty-four minutes before sunset. While these instances serve to show its brilliancy, yet this was still more evinced when, enveloped in the Donati comet of 1858, and on the 5th of October, only 20′ from the nucleus, "it flashed out so vividly in superiority," visible for many hours. And it is somewhat remarkable that this same thing was seen 240 years before in the case of the comet of 1618; at least such is the record of John Bainbridge, "Doctor of Physicke," who wrote:
The 27th of November, in the morning, the comet's hair was spread over the faire starre Arcturus, betwixt the thighs of Arctophylax, or Bootes.
It is interesting to know that the first photograph of a comet was of Donati's, near this star, on the 28th of September, 1858.
Ptolemy specified its color as ὑποκιῤῥος, rendered rutilus, "golden red," in the 1551 Almagest; but Schmidt observed, on the 21st of March, 1852, that the star had lost its usual tinge, which it did not regain for several years. This phenomenon was confirmed by Argelander and by Kaiser of Leyden; but generally it has "figured immemorially in the short list of visibly fiery objects." Its rich color, in contrast with the white of Spica, the deeper red of Antares, and the sapphire of Wega, is very noticeable when all can be taken in together, at almost a single glance, on a mid-summer evening.
The Germans know it as Arctur; the Italians and Spanish, as Arturo.
Schiller wrote in the Death of Wallenstein:
Not every one doth it become to question
The far off high Arcturus;
but Elkin did so in 1892, his observations resulting in a parallax of 0ʺ.016, p103i.e. insensible, the probable error being much greater than the measured parallax itself.
The star has a large proper motion,5 given as 2ʺ.3 annually, which probably has shifted its position southwestward on the face of the sky by somewhat more than 1° since the time of Ptolemy; and great velocity in the line of sight was assigned to it by the earlier spectroscopists, even as high as seventy miles a second; but the later and accordant determinations, at Potsdam by Vogel and at the Lick Observatory by Keeler, reduce this to between 4 and 4¾ miles.
Its spectrum is Solar, of Secchi's second type, but with a remarkable mass of dark lines in the violet.
Arcturus culminates on the 8th of June.







VV 340, a pair of interacting galaxies in Boötes
UGC 9618, Arp 302
/Image Credit: NASA, ESA, the Hubble Heritage (STScI/AURA)-ESA/Hubble Collaboration, and A. Evans (University of Virginia, Charlottesville/NRAO/Stony Brook University)
VV 340 (also known as UGC 9618 or Arp 302) is a pair of interacting spiral galaxies located about 450 million light-years away in the constellation of Boötes, while speeding away from us at 10,166 kilometers per second. VV 340A (or MCG+4-35-19) is seen edge-on to the left, and VV 340B (or MCG+4-35-18) face-on to the right.
UGC 9618 is a galaxy in the constellation Boötes. UGC 9618, also known as VV 340 or Arp 302 consists of a pair of very gas-rich spiral galaxies in their early stages of interaction. An enormous amount of infrared light is radiated by the gas from massive stars that are forming at a rate similar to the most vigorous giant star-forming regions in our own Milky Way. UGC 9618 is 450 million light-years away from Earth, and is the 302nd galaxy in Arp's Atlas of Peculiar Galaxies.
The face-on northern spiral galaxy is known as MCG +04-35-019UGC 9618N or UGC 9618B.


UGC 9618, also known as VV 340 or Arp 302 consists of a pair of very gas-rich spiral galaxies in their early stages of interaction: VV 340A is seen edge-on at top, and VV 340B face-on below. Composite image of X-ray data from Chandra (purple) and optical data from Hubble (red, green, blue).
SourceFlickrA Cosmic Exclamation Point: A pair of galaxies located about 450 million light years from Earth.
AuthorSmithsonian Institution



VÍDEO:
File:Tour of VV 340.ogv


Author: NASA/CXC/A. Hobart

Date: 




VV 340: A Cosmic Exclamation Point

These results on VV 340 were published in the June 2009 issue of the Publications of the Astronomical Society of the Pacific. The lead author was Lee Armus from the Spitzer Science Center in Pasadena, CA.



VV 340




VV 340

NGC 5752, NGC 5753, NGC 5754 and NGC 5755
Image Credit & Copyright: Adam Block/Mount Lemmon SkyCenter/University of Arizona 
(http://skycenter.arizona.edu/gallery)
Arp 297 is a quartet of galaxies, consisting of NGC 5752, NGC 5753, NGC 5754 and NGC 5755, which looks like a compact group but actually consists of two galaxy pairs at quite different distances, located in the constellation of Boötes, the Herdsman.
Arp 297, interacting galaxies in Boötes
NGC 5754, NGC 5752
Image Credit: NASA, ESA, the Hubble Heritage (STScI/AURA)-ESA/Hubble Collaboration, and W. Keel (University of Alabama, Tuscaloosa)
Arp 297 is a quartet of galaxies, consisting of NGC 5752, NGC 5753, NGC 5754 and NGC 5755, which looks like a compact group but actually consists of two galaxy pairs at quite different distances, located in the northern constellation of Boötes (the Herdsman). In this image we only see the interacting galaxies NGC 5754, the large spiral on top, and NGC 5752, the smaller companion in the bottom left corner.


NGC 5754 (espiral maior a direita) - NGC 5752 (imagem a esquerda e abaixo)
Hubble Space Telescope (4 de março de 1999)

NGC 5752 é uma galáxia espiral (Sb) localizada na direcção da constelação de Boötes. Possui uma declinação de +38° 43' 45" e umaascensão recta de 14 horas, 45 minutos e 14,2 segundos.
A galáxia NGC 5752 foi descoberta em 1 de Abril de 1878 por Lawrence Parsons.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_5752

NGC 5753 é uma galáxia espiral (S) localizada na direcção da constelação de Boötes. Possui uma declinação de +38° 48' 23" e uma ascensão recta de 14 horas, 45 minutos e 18,8 segundos.
A galáxia NGC 5753 foi descoberta em 1 de Abril de 1878 por Lawrence Parsons.http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_5753

NGC 5754 é uma galáxia espiral barrada na direção da constelação de Boötes. O objeto foi descoberto pelo astrônomo William Herschel em 1787, usando um telescópio refletor com abertura de 18,7 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+13,1), é visível apenas com telescópios amadores ou com equipamentos superiores.

NGC 5755 é uma galáxia espiral barrada na direção da constelação de Boötes. O objeto foi descoberto pelo astrônomo Lawrence Parsons em 1878, usando um telescópio refletor com abertura de 72 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+13,5), é visível apenas comtelescópios amadores ou com equipamentos superiores.




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Aglomerado de Galáxias
Abell 1795

A1795 - from the Digitized Sky Survey

Existem dois Superaglomerados em Bootes  dentro do escopo de um bilhão de anos-luz.  O mais próximo situa-se a cerca de 830 milhões de anos luz e o segundo situa-se diretamente por detrás deste e numa distância de cerca de 1 bilhão de anos-luz.  No entanto, esta região do céu é muito famosa em função do imenso Bootes Void que situa-se próximo a estes dois superclusters e contido entre 300 milhões de anos.  Não existem outros grandes aglomerados de galáxias neste Void - mesmo que algumas galáxias individuais tenham sido observadas e, dessa forma, o Void não está inteiramente vazio.


Veja abaixo a Lista Abell para Galáxias existentes nestes dois superclusters em Bootes:

Abell         Cordenadas      Redshift        Distance                    Riqueza/        Notas
Número      Equatoriais       z                             Milhões anos-luz       Brilho
RA       Dec                        H=70km/s/Mpc

A1781      13 44.5  +29 51   .0606           820                          0
A1795      13 49.0  +26 35   .0619          840                           2
A1825      13 58.0  +20 39   .0583         790                           0
A1827      13 58.2  +21 42   .0642          870                           1
A1828      13 58.4  +18 23   .0611           840                           1
A1831      13 59.2  +27 59   .0603          815                            1
A1775      13 41.9  +26 22   .0705          950                           2
A1800      13 49.7  +28 04   .0743         1000                         0
A1861      14 07.5  +27 49      -               -                                           1   distância  ainda incerta
A1873      14 11.7  +28 09   .0764          1025                         0
A1898      14 20.6  +25 09   .0762         1025                         1


Os superaglomerados Bootes são famosos principalmente em função do fato de que situam-se próximos (e um pouco atrás) ao Void Bootes.  Este é um dos mais famosos voids no universo principalmente porque foi um dos primeiros maiores a ser descoberto, em 1981.  O centro do void situa-se cerca de 700 milhões de anos-luz de nós (redshift 0,052) e possui um diâmetro de cerca de 300 milhões de anos-luz.




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The Boötes Superclusters

There are two superclusters in Bootes within one billion light years. The nearest one is about 830 million light years away - the second one lies directly behind it at a distance of about 1 billion light years. This map shows all of the galaxies brighter than magnitude 17 (from the HyperLeda database) in this part of the sky. The locations of the major clusters of galaxies are marked. On the right side of the map is the much closer Coma cluster (A1656), and on the left are some of the clusters in the Corona Borealis supercluster which is probably connected to the two Bootes superclusters by a wall of galaxies.



http://www.atlasoftheuniverse.com/superc/boo.html

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The Boötes Void

The Bootes superclusters are famous mainly because they lie next to (and slightly behind) the Bootes void. This void is one of the most famous voids in the universe mainly because it was one of the first major voids discovered. It was discovered in 1981. The centre of the void is about 700 million light years from us (redshift 0.052) and it has a diameter of about 300 million light years.
This map below is a plot of all the galaxies brighter than magnitude 17 in this part of the sky. The location of the Bootes void is marked. The void contains very few galaxies, although there are a lot of foreground galaxies between us and the void. This map shows how the void is bordered to the south and west by several major superclusters, including the Bootes superclusters to the southeast.
The Neighboring Superclusters
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About the Map

Galaxies and clusters of galaxies are not uniformly distributed in the Universe, instead they collect into vast clusters and sheets and walls of galaxies interspersed with large voids in which very few galaxies seem to exist. The map above shows many of these superclusters including the Virgo supercluster - the minor supercluster of which our galaxy is just a minor member. The entire map is approximately 7 percent of the diameter of the entire visible Universe.
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An all-sky plot of the 60000 brightest galaxies shows how galaxies clump together into large supercluster formations. The positions of some of the major superclusters are marked although only the nearest superclusters are prominant. Only four of these galaxies are visible with the naked eye. The large, dark, circular band is the plane of our own Galaxy where it is difficult to see distant galaxies because of all the foreground gas, dust and stars.






Bootes
http://www.aradergalleries.com/detail.php?id=3643
Johann Bayer — Bootes



Os desenhos formados pelas estrelas – As Constelações - são como janelas que se abrem para a infinitude do universo e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais, entre o céu e a terra...;
 bem como percebendo que o caos, vagarosamente, vai se tornando Cosmos e sendo por nossa mente conscientizado. 


 Quer dizer, nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

COM UM ABRAÇO ESTRELADO,
Janine Milward



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS IMPRESSAS:

COMPILAÇÃO E TRADUÇÃO literal (quando necessária) de Janine Milward:

As Cartas Celestes foram realizadas por Mario Jaci Monteiro e escaneadas por Janine
-  Mario Jaci Monteiro , As Constelações, Cartas Celestes -

Apoio: CARJ/MEC/CAPES/PADCT-SPEC


http://www.atlasoftheuniverse.com/superc.html - The Universe within 1 billion light years

http://www.atlasoftheuniverse.com/superc/boo.html - The Bootes Superclusters

http://www.atlasoftheuniverse.com/index.html


This website belongs to Richard Powell. You may copy this website in its entirety for personal use. Schools and colleges can copy this website for their own internal use. It is always acceptable to use this website for classroom projects.

http://www.heavens-above.com/constellation




Richard Hinckley Allen, Star Names, Their Lore and Meaning, Dover Publications, Inc, New York, USA


- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986
(com dedicatória do próprio autor para mim
em evento realizado no Museu de Astronomia do Rio de Janeiro,
em 16/06/1989)

-  Mario Jaci Monteiro , As Constelações, Cartas Celestes -
Apoio: CARJ/MEC/CAPES/PADCT-SPEC  -  com dedicatória do autor para mim, em março de 2004 (quando Mário Jaci generosamente me presenteou com um instrumento de observação (kepleriano) artesanalmente construído por ele).


Sourcehttp://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2008/16/image/a/ (direct link)
AuthorNASA, ESA, the Hubble Heritage (STScI/AURA)-ESA/Hubble Collaboration, and A. Evans (University of Virginia, Charlottesville/NRAO/Stony Brook University)





http://en.wikipedia.org/wiki/File:Hubble_Interacting_Galaxy_UGC_9618_(2008-04-24).jpg

Sourcehttp://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2008/16/image/ab/ (direct link)
AuthorNASA, ESA, the Hubble Heritage (STScI/AURA)-ESA/Hubble Collaboration, and A. Evans (University of Virginia, Charlottesville/NRAO/Stony Brook University)
Object nameUGC 9618, VV 340, Arp 302, VV 340A, VV 340B, KPG 446B
Object descriptionInteracting Galaxies
Position (J2000)14 57 00.90
+24 37 01.7
ConstellationBo tes
Distance450 million light-years (150 million parsecs)