quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Marte querendo mergulhar na Nebulosa Laguna, the Lagoon Nebula, M8


Olá!

Bem, Caro Leitor,
a Lua vem murchando a cada madrugada
em busca de seu momento de Nova
a acontecer no dia 30 de setembro
e assim,
penso que é um bom momento
para bem podermos observar
Marte, o Planeta Vermelho,
em seu andamento através
a imensa e rica constelação Sagittarius,
o Arqueiro Centauro.

Nestes momentos,
Marte vem passeando bem próximo
ao Objeto Messier 8,
a famosa Nebulosa Laguna,
que é bem descrita por
Ronaldo Rogério de Freitas Mourão:
"A oeste de Gama Sagittarii, Al Nash, 
encontraremos a Nebulosa da Lagoa
 e o Aglomerado aberto (M8)
 que podem ser vistos com visão enviesada 
ou através um bom par de binóculos 
e, melhor ainda, através telescópio."

A bem da verdade, 
Marte já vem passeando
na direção de um asterismo
bem conhecido como
O Bule de Chá
- e este será nosso Tema
de Postagem amanhã,
aguarde!

Com um abraço estrelado,
Janine Milward



Stellarium

Stellarium


Stellarium

Stellarium



Nebulosa Laguna, Telescópio Espacial Hubble






NGC 6523 - M8  -  Sagittarius - Nebulosa de Emissão HII - Lagoa
Ascensão Reta 18h02m       Declinação -24o.23
Tipo Nebulosa Planetária   HII      Dimensão 40,0        Magnitude 18
Distância em anos-luz  4,5
Tipo ND
NGC 6523 - M 8 - Aglomerado Aberto Sagitário
Ascensão Reta 18h01    Declinação - 24o.23
Magnitude fotográfica global 5,2  Magnitude fotográfica da mais brilhante estrela 7,0
 Distância kpc  1,56      Diâmetro  45’       Tipo Espectral O5
NGC 6523 =  M8 - Nebulosa da Lagoa. 


A oeste de Gama Sagittarii, Al Nash, encontraremos a Nebulosa da Lagoa e o Aglomerado aberto (M8) que podem ser vistos com visão enviesada ou através um bom par de binóculos e, melhor ainda, através telescópio.




- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



The region is filled with winds from stars, funnels of gas, and star formation, all embedded within a haze of gas and dust.[5]








A

 Nebulosa Laguna (Messier 8, NGC 6523) é uma gigantesca nuvem interestelar na constelação de Sagitário. É classificada como uma nebulosa de emissão, cujos gasesionizados, principalmente hidrogênio, emitem radiação principalmente no comprimento de onda na faixa da luz visível vermelha.
Vista de binóculos, a nebulosa parece-se como uma mancha oval distinta com um núcleo definido. Sobreposta à nebulosa existe um pequeno aglomerado aberto de estrelas. Tem magnitude aparente 6,0 e situa-se a 4 850 anos-luz em relação à Terra.
......................
A nebulosa foi descoberta pelo astrônomo italiano Giovanni Battista Hodierna antes de 1654. Foi classificada por ele como umanebulosa de brilho intermediário e listada como a entrada II.6 de seu catálogo. Foi redescoberta independemente por John Flamsteed por volta de 1680, catalogado por ele como a entrada 2446 de seu catálogo. Flamsteed o classificou como umaglomerado estelar, segundo Kenneth Glyn Jones, mas as coordenadas dadas por Flamsteed correpondem às dadas por Charles Messier referentes à própria nebulosa. De fato há um aglomerado aberto pouco a oeste da nebulosa, conhecida como NGC 6530.3
Como uma nebulosa de emissão, Laguna apresenta uma cor rosácea em fotografias de longa exposição, embora pareça cinza aoolho humano em binóculos ou pequenos telescópios, já que a distinção de cores não ocorre quando a luminosidade é escassa.3
Foi vista novamente por Jean-Philippe de Chéseaux em 1746, classificando-a como um aglomerado aberto. Anos mais tarde, foi observada por Guillaume Le Gentil, que percebeu a nebulosa associada ao aglomerado. Nicolas Louis de Lacaille listou o objeto astronômico em 1751 ou 1752 como a entrada Lac III.14 de seu catálogo. Em 23 de maio de 1764, Messier incluiu-o como a oitava entrada de seu catálogo, descrevendo primeiramente o aglomerado e afirmando que a nebulosa estava em torno da estrela 9 Sagitarii.3
William Herschel, descobridor de Urano, catalogou separadamente as duas partes da nebulosa Laguna (H V.9, GC 4363, NGC 6526; e H V.13, GC 4328, NGC 6533), descrevendo que eram nebulosas grandes, mas fracas. Seu filho, John Herschel, catalogou o aglomerado aberto associado à nebulosa como a entrada h 3725 (GC 4366, NGC 6530), e a própria nebulosa como a entrada h 3723 (GC 4361, NGC 6523). Outra região nebulosa a leste do núcleo, ainda pertecente a nebulosa, tem a designação própria IC 4678.3

Características

Segundo Jones, a nebulosa tem uma extensão aparente de 90 x 40 minutos de grau, que é cerca de 3 x 1,3 o diâmetro aparente da Lua Cheia, o que corresponde a uma extensão real de 14 x 60 anos-luz, considerando a sua distância de 5 200 anos luz em relação à Terra, valor dado por David J. Eichler, embora Jones tenha estimado em 4 850 anos-luz e outros astrônomos em 6 000.[3]
Uma das principais características da da nebulosa Laguna é a presença de nebulosas negras conhecidas como glóbulos de Bok, que são nuvens protoestelares com diâmetros de cerca de 10 000 UA. Alguns dos glóbulos mais proeminentes foram listados por Edward Barnard em seu catálogo de nebulosas escuras, incluindo Barnard 88 (B 88), um glóbulo em forma de cometa, B 89, na região do aglomerado NGC 6530, e B 296.[3]

aglomerado aberto associado à nebulosa, NGC 6530, pertence à classe II.2.m.n, segundo a classificação de aglomerados abertos de Robert Julius Trumpler, onde a classe I refere-se aos aglomerados mais densos e a classe IV aos menos densos; a classe 1 aos aglomerados com pouca diferença de brilho entre seus componentes e a classe 3 aos que tem grande diferença de brilho; e a classe p aos aglomerados pobres em estrelas, m para aglomerados com a quantidade de estrelas dentro da média e r para os ricos em estrelas. Apesar de possuir um núcleo, as estrelas pertencentes ao aglomerado são muito esparsas: são 50 a 100 estrelas associadas à nuvem interestelar da nebulosa da Laguna. Sua estrela mais brilhante pertence à classe espectral O5 e tem magnitude aparente 6,9. Segundo Eichler, o aglomerado tem cerca de 2 milhões de anos e, de acordo com Woldemar Götz, o aglomerado tem uma estrela classe Of, extermamente brilhante pertencente à classe espectral O, mas que contém linhas espectrais de hélio e nitrogênio.[3]A região mais brilhante da nebulosa, descoberta por John Herschel e conhecida como a nebulosa da Ampulheta, é uma região onde ocorre intensa formação estelar: a intensa emissão luminosa é causada pela excitação de estrelas jovens e quentes, principalmente pela estrela Herschel 36, de magnitude aparente 9,5 e classe espectral O7. Bastante próxima à região brilhante da Nebulosa encontra-se a mais brilhante estrela do objeto, 9 Sagittarii, de magnitude aparente 5,97 e classe espectral O5, que é responsável por grande parte do brilho da nebulosa.[3]
Em 2006, os primeiro quatro objetos de Herbig-Haro na nebulosa, incluindo o objeto HH 870, a primeira evidência direta de formação de estrelas ativas por acreção de matéria.

LEIA MAIS
em



Three images from the ESO GigaGalaxy Zoom project.[6]










http://messier.obspm.fr/m/m008.html

Messier 8

Starforming Nebula M8 (NGC 6523), an emission nebula, with open star cluster, type "e", in SagittariusLagoon Nebula



[m8.jpg]
Right Ascension18 : 03.8 (h:m)
Declination-24 : 23 (deg:m)
Distance5.2 (kly)
Visual Brightness6.0 (mag) 
Apparent Dimension90x40 (arc min)

Discovered by Hodierna about 1654.

The Lagoon Nebula Messier 8 (M8, NGC 6523) is one of the finest and brightest star-forming regions in the sky. It is a giant cloud of interstellar matter which is currently undergoing vivid star formation, and has already formed a considerable cluster of young stars.

This object has been discovered by Giovanni Battista Hodierna before 1654, and classified it as "nebulosa," i.e. of intermediate brightness; it is his No. II.6. It was independently noted as a "nebula" by John Flamsteed about 1680, who cataloged it as his No. 2446. Due to reasons which are not completely clear, at least to the present author [hf], Kenneth Glyn Jones has supposed that Flamsteed may only have seen the cluster within this nebula, a view which we had formerly adopted here. However, Flamsteed's position is close to that later determined by Messier and near the center of the nebula, while the young open cluster, which was later cataloged as NGC 6530, is situated (or at least centered) in the Eastern half of M8.

This object was again seen by Philippe Loys de Chéseaux in 1746, who could resolve some stars and consequently classified it as a cluster. One year later, in 1747, it was observed by Guillaume Le Gentil, who found the nebula together with the cluster. Abbe Nicholas Louis de la Caille has cataloged it in his 1751-52 compilation as Lacaille III.14. When Charles Messier cataloged this object on May 23, 1764, he primarily described the cluster, and mentioned the nebula separately as surrounding the star 9 Sagittarii; his original position is closer to the modern position of the cluster than to that of the nebula. Nevertheless, until recently, most sources identified only the nebula with "Messier 8," a view we reject here: It is clear from Messier's description that he had found both the nebula and the cluster.

William Herschel assigned separate catalog numbers to two objects within, or parts of, the Lagoon Nebula: H V.9 (GC 4363, NGC 6526) and H V.13 (GC 4368, NGC 6533) which are described as large and faint nebulae in the NGC. John Herschel eventually cataloged the open cluster NGC 6530 separately as h 3725 (GC 4366); he has M8 as h 3723 (GC 4361, NGC 6523).

According to Kenneth Glyn Jones, the Lagoon Nebula has an apparent extension of 90x40 minutes of arc, which is 3 x 1 1/3 the apparent diameter of the full moon, and corresponds to about 140x60 light years if our distance of 5,200 light years should be correct, which is a bit uncertain; newer sources have 4850 (Glyn Jones) to 6500, but David J. Eichler gives the value of 5,200 light years (Eichler 1996).

One of the remarkable features of the Lagoon Nebula is the presence of dark nebulae known as 'globules' (Burnham) [see expanded image] which are collapsing protostellar clouds with diameters of about 10,000 AU (Astronomical Units). They can also be seen, along with other detail, in the DSSM image of M8. Some of the more conspicuous globules have been cataloged in E.E. Barnard's catalog of dark nebulae: Barnard 88 (B 88), the comet-shaped globule extended North-to-South (up-down) in the left half and near top of our image, small B 89 in the region of cluster NGC 6530, and long, narrow black B 296 at the south edge of the nebula (lower edge of the image). According to David Eichler, the nebula has probably a depth comparable to its linear extension indicated above.
Within the brightest part of the Lagoon Nebula, a remarkable feature can be seen, which according to its shape is called the "Hourglass Nebula" (see our detailed photos). This feature was discovered by John Herschel and occurs in a region where a vivid star formation process appears to take place currently; the bright emission is caused by heavy excitation of very hot, young stars, the illuminator of the hourglass is the hot star Herschel 36 (mag 9.5, spectral class O7). Closely by this feature is the apparently brightest of the stars associated with the Lagoon Nebula, 9 Sagittarii (mag 5.97, spectral class O5), which surely contributes a lot of the high energy radiation which excites the nebula to shine.

As published in January 1997, the Hubble Space Telescope has been used to study the Hourglass Nebula region in the Lagoon Nebula M8.
The Lagoon Nebula is a magnificient object for the amateur astrophotographer, as Brad Wallis and Robert Provin have demonstrated with their outstanding images, and Dr. Andjelko Glivar with his photos taken through a Celestron 8.
The young open cluster NGC 6530 associated with the Lagoon Nebula M8 was classified as of Trumpler type "II 2 m n" (see e.g. the Sky Catalog 2000), meaning that it is detached but only weakly concentrated toward its center, its stars scatter in a moderate range of brightness, it is moderately rich (50--100 stars), and associated with nebulosity (certainly, with the Lagoon nebula). As the light of its member stars show little reddening by interstellar matter, this cluster is probably situated just in front of the Lagoon Nebula. Its brightest star is a 6.9 mag hot O5 star, and Eichler gives its age as 2 million years. Woldemar Götz mentions this cluster as containing one peculiar Of star, an extremely hot bright star of spectral type O with peculiar spectral lines of ionized Helium and Nitrogen.
The nebula's faint extension to the East (top in our image, but beyond) has an own IC number: IC 4678.
M8 is situated in a very conspicuous field of the Sagittarius Milky Way. Another capture from the DSSM shows the Lagoon Nebula M8 and Trifid Nebula M20, plus the rich star field and faint nebulae surrounding them. We have also more images of the region of M8 and M20, which sometimes also include the nearby open star cluster M21.



http://messier.obspm.fr/Jpg/m8.jpg






VEJA O VÍDEO
DIVING INTO THE LAGOON NEBULA
Mergulhando na Nebulosa Laguna
http://pt.wikipedia.org/wiki/Nebulosa_Laguna


http://pt.wikipedia.org/wiki/Nebulosa_Laguna#mediaviewer/Ficheiro:VISTA%27s_infrared_view_of_the_Lagoon_Nebula_(Messier_8).jpg
VISTA's infrared view of the Lagoon Nebula (Messier 8)CC BY 3.0

Messier 8 em infravermelho (cores falsas), Observatório do Paranal
This new infrared view of the star formation region Messier 8, often called the Lagoon Nebula, was captured by the VISTA telescope at ESO’s Paranal Observatory in Chile. This colour picture was created from images taken through J, H and Ks near-infrared filters, and which were acquired as part of a huge survey of the central parts of the Milky Way. The field of view is about 34 by 15 arcminutes.


Nebulosa Laguna, ESO