segunda-feira, 19 de setembro de 2016

O campeão Perseu e a terrível cabeça da Medusa iluminada por seu olho faiscante, representado pela estrela-beta Persei, Algol


Olá!

A Lua madrugadora,
buscando seu momento de Minguante,
vem nos revelando, mais ao norte,
a  constelação do Herói Perseus e seu troféu,
a Cabeça da terrível Medusa
sendo representada (o olho) 
pela estrela-beta Persei, Algol!

A Medusa era uma górgona
com cabelos cujos fios eram cobras...
e transformava em pedra
qualquer ser que a olhasse em seus olhos.
Perseus, usando o reflexo de seu escudo,
decapitou o monstro.

O Herói Perseus
é bem conhecido de todos nós
por ser protagonista
- juntamente com Andromeda -
no Mito em que a donzela/princesa 
é acorrentada à uma pedra
diante de um mar revolto
guardado por um monstro-marinho, 
Cetus, a Baleia.

Andromeda é salva por Perseus
que, montado no cavalo alado Pegasus,
aponta a cabeça da Medusa para Cetus,
que transforma-se em pedra.

Aliás, a constelação de Perseus
segurando a cabeça da terrível Medusa
iluminada por seu olho faiscante
(a estrela-bela Persei, Algol),
encontra-se bem ao lado
da constelação de Andromeda
e ambos um tantinho ao norte
da constelação de Cetus, a Baleia.



Segundo Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,

"Algol nos chama a atenção por ser uma estrela binária e eclipsando juntamente com sua companheira - do mesmo tamanho e que não se situa muito distante -, em um período de não mais do que três dias!  


Existe, no entanto, uma terceira estrela, muito menor, e que órbita esse sistema binário em 23 meses.  A companheira mais pálida e mais fria, regularmente acaba eclipsando a mais brilhante, mais quente companheira. 


A magnitude de Algol varia entre 2.1 e 3.4 num período de 2 dias, 20 horas, 48 minutos e 56 segundos!"



Nesta Postagem, Caro Leitor,
encontre informações e histórias
sobe este herói e esta estrela binária e eclipsante!

Com um abraço estrelado,
Janine Milward


Stellarium


Perseu ou Perseus (em gregoΠερσεύςtransl.Perséus), na mitologia grega, é um semideus conhecido por ser fundador da mítica cidade-estado de Micenas, irmão de Héracles e patrono tanto da casa real de Perseu como da dinastia persênica, tendo sido ancestral, segunda a mitologia, dos imperadores da Pérsia. Famoso por ter decapitado a górgona Medusa, monstro que transformava em pedra qualquer um que olhasse em seus olhos.[1] Como um semideus, Perseu era filho de Zeus, que sob a forma de uma chuva de ouro, introduziu-se na torre de bronze e engravidou sua mãe, a mortal Dânae,[nota 1] filha de Acrísio, rei de Argos.

Perseu tornou-se um grande homem, forte, ambicioso, corajoso, aventureiro e protetor da mãe. Polidecto, com medo de que a ambição de Perseu o levasse a lhe usurpar o trono, propôs um torneio no qual o vencedor seria quem trouxesse a cabeça da Medusa,[6] o instinto aventureiro de Perseu não o deixou recusar. Em outra versão do mesmo mito, todos os convidados em uma homenagem ao rei deveriam dar-lhe um presente; como Perseu era pobre se ofereceu para trazer a cabeça da Medusa como presente.
Perseu, conhecendo sua mãe, disse que iria participar do torneio, mas não disse que iria enfrentar a Medusa, com receio de que ela o impedisse. Da batalha contra Medusa saiu vitorioso graças à ajuda de AtenaHades e Hermes. Atena deu a ele um escudo tão bem polido, que tal qual num espelho, podia se ver o reflexo ao olhar para ele. Hades deu-lhe um elmo que torna invisível quem o usa, e Hermes deu a ele suas sandálias aladas, três objetos que foram definitivos para a vitória de Perseu.
O poeta romano Ovídio conta que a Medusa teria sido originalmente uma bela donzela, "a aspiração ciumenta de muitos pretendentes", sacerdotisa do templo de Atena.[nota 3] Um dia ela teria cedido às investidas do "Senhor dos Mares", Posidão, e deitado-se com ele no próprio templo da deusa Atena; a deusa então, enfurecida, transformou o belo cabelo da donzela em serpentes, e deixou seu rosto tão horrível de se contemplar que a mera visão dele transformaria todos que o olhassem em pedra.[nota 4]
Então Perseu, guiado pelo reflexo no escudo, sem olhar diretamente para a Medusa, derrotou-a cortando sua cabeça, que ofereceu à deusa Atena. Diz a lenda que, quando Medusa foi morta, o cavalo alado Pégaso e o gigante Crisaor surgiram de seu ventre.[nota 5] As outras duas irmãs de Medusa, Esteno e Euríale, perseguem Perseu, mas este escapa devido ao capacete de Hades, que o torna invisível às górgonas.[8]
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https://pt.wikipedia.org/wiki/Perseu



http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Persus_by_Antonio_Canova_-_Vatican.jpg
Antonio Canova (1757–1822)

Excerto: Perseu com a cabeça da Medusa










Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes














PERSEUS, O CAMPEÃO


Mito:
Perseus, era filho de Júpiter e Danae, portanto, um semideus a quem Mercúrio deu de presente espada, capa e asas nos pés e também o escudo pertencente à Minerva.  O herói matou a Medusa ao cortar sua cabeça e mais tarde, salvou Andrômeda, com quem se casou e teve alguns filhos.  Quando retornava para sua casa, ele matou acidentalmente seu próprio avô e endoideceu de tanta dor, mas Júpiter apiedou-se dele e o colocou entre as estrelas.


Fronteiras:
A constelação Perseus faz fronteira com Auriga, Camelopardalis, Cassiopéia, Andromeda, Triangulum, Áries e Taurus




http://www.iau.org/static/public/constellations/gif/PER.gif







ESTRELAS ALPHA E BETA PERSEI: 
Mirfak e Algol


Mirfak ou Algenib - Alpha Persei
Ascensão Reta 03h22,9m - Declinação +49o 47’
Magnitude visual 1,90 (variável) - Distância 570 anos-luz
O Sino.  O Badalo, nome árabe que indica uma das partes da constelação quando esta é representada como um sino.




Algol. Beta Persei.  Estrela Dupla e Eclipsante
Ascensão Reta 03h06,6m - Declinação +40o 52’
Magnitude visual 2,60 (variável) - Distância 105 anos-luz
Magnitudes: Max 2,3  Min 3,5   Período 2,9
Tipo ALG   Espectro B8

Algol é uma palavra que advém de Ra’s al Ghul, a Cabeça do Demônio.  

Algol representa a cabeça da Górgona Medusa que foi degolada por Perseus. 

 Medusa, que era a única mortal entre as três irmãs Gorgónas, 
era originalmente uma jovem  bela porém seu cabelo foi mudando e acrescendo serpentes - feito realizado por Pallas Athenas por causa do fato de que a Medusa ter se encontrado com Mercúrio e ter dado a luz a Chrysaor e Pegasus, seus filhos, em um dos templos da deusa.  
A aparência da Medusa tornou-se tão medonha que qualquer pessoa que olhasse para ela, transformava-se em pedra.



http://www.aradergalleries.com/detail.php?id=3660
Johann Bayer — Perseus


Algol é uma estrela binária e branca e variável, marcando a cabeça da Medusa segura pelas mãos de Perseus.  

Algol nos chama a atenção por ser uma estrela binária e eclipsando juntamente com sua companheira - do mesmo tamanho e que não se situa muito distante -, em um período de não mais do que três dias!  

Existe, no entanto, uma terceira estrela, muito menor, e que órbita esse sistema binário em 23 meses.  A companheira mais pálida e mais fria, regularmente acaba eclipsando a mais brilhante, mais quente companheira. 

A magnitude de Algol varia entre 2.1 e 3.4 num período de 2 dias, 20 horas, 48 minutos e 56 segundos!



Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes - excerto de Perseus



Beta Persei conhecida como Algol é a segunda estrela mais brilhante da constelação de Perseus.
É uma estrela binária ou eclipsante, cuja variação foi observada por Montanari em 1669.
É a estrela-tipo das chamadas binárias eclipsantes ou algólidas.

Etimologia

Seu nome em árabe, "al Ghul", significa "o Demônio". Na constelação, Algol representa o olho esquerdo da Górgona Medusa, cuja cabeça foi usada por Perseu para transformar Cetus em pedra e assim salvar Andrômeda; a estrela foi considerada de "má sorte" por séculos.

História

Em 1881, o astrônomo de Harvard Edward Charles Pickering apresentou evidências de que Algol era uma estrela binária eclipsante. Isso foi confirmado alguns anos depois, em 1889, pelo astrônomo de Petsdam Hermann Vogel. Uma curiosidade bastante interessante é que a estrela diminui, em cerca de três dias, 50% do seu brilho e o recupera depois de um pequeno intervalo de tempo.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Beta_Persei


Uma estrela binária é um sistema estelar que consiste de duas estrelas orbitando um baricentro (centro de massas) comum. A estrela mais brilhante é chamada de primária, enquanto a estrela menos brilhante é chamada de estrela companheira ou secundária. Pesquisas desde o início do século XIX sugerem que muitas estrelas são parte de um sistema binário ou de sistemas com mais de duas estrelas, chamados sistemas múltiplos de estrelas. O termo estrela dupla é por vezes utilizado como sinônimo, embora, na definição astronômica moderna, estrelas duplas sejam quaisquer estrelas próximas entre si no céu terrestre, podendo ser uma estrela binária ou uma estrela dupla óptica, a última consistindo de duas estrelas que não possuem nenhuma conexão física, mas aparentam estar próximas umas das outras no céu, vistas da Terra. Estrelas duplas podem ser determinadas como ópticas se seus componentes possuem movimento próprio ou velocidade radial diferentes, ou medidas de paralaxe revelando que as distâncias da Terra das duas estrelas envolvidas são significativamente diferentes. Não se sabe se a maior parte das estrelas duplas conhecidas atualmente são estrelas binárias propriamente ditas ou estrelas duplas ópticas.
Sistemas de estrelas binárias são muito importantes na astrofísica, porque os cálculos de suas órbitas permitem que a massa das estrelas componentes seja diretamente calculada, permitindo então uma estimativa indireta do seu raio e densidade, bem como uma relação empírica entre massa e luminosidade, pela qual as massas de estrelas individuais podem ser estimadas.
Estrelas binárias são frequentemente detectadas visualmente, caso em que são chamadas de binárias visuais. Várias binárias visuais possuem longos períodos orbitais de vários séculos ou milênios e, portanto, as características de suas órbitas são pouco conhecidas ou não são conhecidas com precisão. Estrelas binárias também podem ser detectadas através de técnicas indiretas, tais como espectroscopia (binárias espectroscópicas) ou astrometria (binárias astrométricas). Se as estrelas de um sistema binário orbitam em um plano ao longo da linha de visão da Terra, tais estrelas se eclipsam mutuamente; esses pares são chamados de binárias eclipsantes ou binárias fotométricas, devido ao fato de serem detectadas pela mudança de brilhodurante eclipses e trânsitos estelares.
Se as componentes de um sistema binário estelar estão suficientemente próximas uma da outra, as estrelas podem mutuamente distorcer gravitacionalmente a atmosfera da sua companheira. Em alguns casos, pode haver transferência gravitacional de material de uma estrela para outra, fazendo com que estrelas de sistemas binários atinjam estágios da evolução estelar que seriam impossíveis em uma estrela solitária. Exemplos de sistemas binários incluem Sirius e Cygnus X-1 (do qual um dos membros é provavelmente um buraco negro). Estrelas binárias também são comuns como núcleo de várias nebulosas planetárias e são progenitoras de novas e supernovas tipo Ia.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Estrela_bin%C3%A1ria


Binária eclipsante



Eclipsing binary star animation 2.gif
Uma estrela binária eclipsante, ou algólida, é uma estrela binária em que o plano de órbita das duas estrelas se aproxima de tal forma da linha de visão do observador que as componentes passam por eclipses mútuos. As estrelas deste tipo que são também binárias espectroscópicas e em que se conhece a paralaxe do sistema tornam-se importantes no que diz respeito à análise estelar.
A binárias eclipsantes são estrelas variáveis, não porque a luz de cada uma das estrelas componentes varie, mas por causa do movimento eclipsante. A estrela mais notável deste grupo é Algol, conhecida como "estrela demónio" pelos Árabes, provavelmente porque terão notado a sua insólita variação de luminosidade.
curva de luz de uma binária eclipsante é caracterizada por períodos de luz praticamente constante com descidas abruptas na intensidade. Se uma das estrelas tiver maior dimensão que a outra, uma será obscurecida periodicamente por um eclipse total enquanto que a outra será obscurecida por um eclipse anular.
O período orbital de uma binária eclipsante pode ser determinado pelo estudo da curva de luz. Os tamanhos relativos de cada uma das estrelas podem ser determinados em termos de raios de órbita, a partir da observação da velocidade com que a luminosidade varia quando o disco da estrela mais próxima se sobrepõe ao disco da estrela mais distante. Se for uma estrela binária espectroscópica, também poderão ser determinados os elementos orbitais e, de forma relativamente fácil, a massa das estrelas, o que significa que se poderá também determinar as densidades relativas de cada uma.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Bin%C3%A1ria_eclipsante







 http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:PerseusSignoriaStatue.jpg
Statue of Perseus, Piazza della Signoria, Florence



http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Berninimedusa.jpg
Medusa, obra de Bernini.
Museus CapitolinosRoma



Medusa (em gregoΜέδουσαMédousa, "guardiã", "protetora"1 ), na mitologia grega, era um monstro ctônico do sexo feminino, uma das três Górgonas. Filha de Fórcis e Ceto2 (embora o autor antigo Higino3 interpole uma geração e cite outro casal ctônico como os pais da Medusa),4 quem quer que olhasse diretamente para ela era transformado em pedra. Ao contrário de suas irmãs Górgonas, Esteno e Euríale, Medusa era mortal;5 foi decapitada pelo heróiPerseu, que utilizou posteriormente sua cabeça como arma,6 até dá-la para a deusa Atena, que a colocou em seu escudo. Na Antiguidade Clássica a imagem da cabeça da Medusa aparecia no objeto utilizado para afugentar o malconhecido como Gorgoneion.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Medusa_(mitologia)







http://www.raremaps.com/gallery/detail/36137/Andromede_Persee_Le_Triangle_Andromeda_Perseus_and_Triangle/Flamsteed-Fortin.html
Title: Andromede, Persee, Le Triangle (Andromeda, Perseus & Triangle)
Map Maker: John Flamsteed /  MJ Fortin
The text is in the public domain.
[image ALT: a blank space]
p329

There was the knight of fair-haired Danaë born, Perseus.
Elton's translation of the Shield of Hercules.

Perseus, even amid the stars, must take
Andromeda in chains aetherial!
Mrs. Browning's Paraphrases on Nonnus.
Perseus, the Champion,
is the French Persée, the Italian Perseo, and the German Perseus, formerly was catalogued as Perseus et Caput Medusae.

He is shown in early illustrations1 as a nude youth wearing the talaria, or winged sandals, with a light scarf thrown around his body, holding in his left hand the Gorgoneion, or head of Medusa-Guberna, the mortal one of the Gorgons, and in his right the ἅρπη, or falx, which he had received from Mercury. Dürer drew him thus, but added a flowing robe, a figuring that Bayer, Argelander, and Heis have followed, as they have, in the main, all of that great artist's constellation figures.
A title popular at one time, and still seen, was the Rescuer, for, according to the story, Perseus, when under obligations to furnish a Gorgon's head to Polydectes, found the Sisters asleep at the Ocean; and, using the shield of p330Minerva as a mirror, that he might not be petrified by Medusa's glance, cut off her head, which he then utilized in the rescue of Andromeda. Some one has written about this:
In the mirror of his polished shield
Reflected, saw Medusa slumbers take,
And not one serpent by good chance awake;
Then backward an unerring blow he sped,
And from her body lopped at once her head.
Aratos characterized the stellar hero as "stirring up a dust in heaven," either from the fact that his feet are in the celestial road, the Milky Way, or from the haste with which he is going to the rescue of Andromeda; and Manilius, describing his place in the sky, wrote:
Her Perseus joyns, her Foot his Shoulder bears
Proud of the weight, and mixes with her Stars.
His story probably was well known in Greece anterior to the 5th century B.C., for Euripides and Sophocles each wrote a drama based on Andromeda's history; and with them, as with the subsequent Greeks, he was Περσεύς, a word that may be derived from the Hebrew Pārāsh, a Horseman, although Ctesias, in his Περσικά of about 400 B.C., had Parsondas as a stellar name from Babylonia that may be this. Parasiea, current in late Indian astronomy, is only another form of the Greek original.

Ἱππότης, the Horseman, and Profugus, the Flying One, also are titles for these stars.

Classical poets called it Pinnipes, referring to the talaria; Cyllenius, the Hero having been aided by Mercury; Abantiades and Acrisioniades, from his grandfather and father; Inachides, from a still earlier ancestor, the first king of Argos; and Deferens caput Algol, Victor Gorgonei monstri, Gorgonifer, Gorgonisue, and Deferens cathenam, from the association of Perseus with Medusa and the chain of Andromeda.

Alove probably came, by some error in transcription, from Al Ghūl, more correctly applied to the star β; while Bershawish, Fersaus, and Siaushare plainly the Arabians' orthography of the Greek title, the letter P not being found in their alphabet. They, however, commonly called it Hāmil Rāʽs al Ghūl, the Bearer of the Demon's Head, which became Almirazgual in Moorish Spain, and was translated from Ulug Beg as Portans
 caput larvae, the same being still seen in the German Träger des Medusen Kopf.
The Celeub, Cheleub, and Chelub of the 1515 Almagest, Alfonsine Tables, and Bayer's Uranometria probably are from the Arabic Kullāb, the Hero's weapon, although Grotius and others have referred them to Kalb, a Dog, which would render intelligible the occasional title Canis.

p331La Lande identified the figure with the Egyptian Khem, and with Mithras of Persia, Herodotus having asserted [II.91] that Perseus, through his and Andromeda's son Perses, gave name to that country and her people, who previously were the Chephenes, as descended from Chepheus, the son of Belus, identified by some with the Cepheus of the sky. The kings of Cappadocia and of Pontus, similarly descended, represented the Hero on their coins.

Cacodaemona was the astrologers' name for this constellation, with special reference to Algol as marking the demon's head; while Schickard, Novidius, and the biblical school generally said that it was David with the head of Goliath; but others of the same kind made of it the Apostle Paul with his Sword and Book. Mrs. Jameson thought that the legend of Perseus and Cetus was the foundation of that of Saint George and the Dragon, one version making this saint to have been born at Lydda, only nine miles from Joppa, the scene of Perseus' exploit.b
The constellation is 28° in length, — one of the most extended in the heavens, — stretching from the upraised hand of Perseus nearly to the Pleiades, and well justifying the epithet περιμήκετος, "very tall," applied to it by Aratos. It offers a field of especial interest to possessors of small telescopes, while even an opera-glass reveals much that is worthy of observation. Argelander gives a list of 81 naked-eye stars, and Heis 136.

The former has suggested that within its boundaries may lie the possible central point of the universe, which Mädler located in the Pleiades and Maxwell Hall in Pisces, — all probably unwarranted conclusions.

δψσαγη, and others on the figure's right side, form a slight curve, open towards the northeast, that has been called the Segment of Perseus.  
α, 2.1, brilliant lilac and ashy.
Algenib, with the early variations of Algeneb, Elgenab, Genib, Chenib, and Alchemb, is from Al Janb, the Side, its present position on the maps; Chrysococca similarly called it Πλευρά Περσάους.

Another name, Marfak or Mirfak, the Elbow, sometimes written Mirzac, comes from the Arabians' Marfi al Thurayya, thus qualified as being next to the Pleiades to distinguish it from the other elbow. But this may indicate a different representation of Perseus in their day, — a suspicionstrengthened by the nomenclature of others of his stars, especially of ξ and ο.

Assemani alluded to a title on the Borgian globe, — Mughammid, or Muliammir, al Thurayya, the Concealer of the Pleiades, — which, from its location, may be for this star.

With γ, δ, and others it was the Chinese Tien Yuen, the Heavenly Enclosure.
p332Algenib never sets in the latitude of New York City, but just touches the horizon at its lower culmination. Its spectrum is of Secchi's second, or Solar, type, and the Potsdam observations indicate that the star is approaching our system at the rate of 6½ miles a second.


the Gorgon's Head, a ghastly sight,
Deformed and dreadful, and a sign of woe.
Bryant's translation of the Iliad.
β, Spectroscopic binary and variable, 2.3 to 3.5, white.
Algol, the Demon, the Demon Star, and the Blinking Demon, from the Arabians' Ras al Ghul, the Demon's Head, is said to have been thus called from its rapid and wonderful variations; but I find no evidence of this, and that people probably took the title from Ptolemy. Al Ghulliterally signifies a Mischief-maker, and the name still appears in the Ghoul of the Arabian Nights and of our day. It degenerated into the Aloveoften used some centuries ago for this star.

Ptolemy catalogued it as τῶν ἐν γοργονίῳº  λαμπρός, "the bright one of those in the Gorgon's head," which Al Tizini followed in his ir, for, withπρ, and ω, it made up that well-known group, itself being the Gorgonea prima; the Γοργόνιον of Chrysococca, Gorgoneum Caput of Vitruvius[IX.4.2], Caput Gorgonis of Hyginus, and the Gorgonis Ora of Manilius.

With astronomical writers of three centuries ago Algol was Caput Larvae, the Spectre's Head. Hipparchos and Pliny made a separate constellation of the Gorgon stars as the Head of Medusa, this descending almost to our own day, although always connected with Perseus.

The Hebrews knew Algol as Rōsh ha Sāān, Satan's Head, Chilmead's Rosch hassatan, the Divels head; but also as Līlīth, Adam's legendary first wife,2 the nocturnal vampire from the lower world that reappeared in the demonology of the Middle Ages as the witch Lilis, one of the characters in Goethe's Walpurgis Nacht.

The Chinese gave it the gruesome title Tseih She, the Piled-up Corpses.
p333Astrologers of course said that it was the most unfortunate, violent, and dangerous star in the heavens, and it certainly has been one of the best observed, as the most noteworthy variable in the northern sky. It "continues sensibly constant at 2.3 magnitude during 2½ days, then decreases, at first gradually, and afterward with increasing rapidity, to 3.5 magnitude"; its light oscillations occupying about nine hours; its total period being stated as 2 days 20 hours 48 minutes 55 seconds. Al Sufi, a good observer for his day, yet strangely making no allusion to its variability, called it a 2nd‑magnitude; and the phenomenon was first scientifically noted by Montanari during several years preceding 1672. This was confirmed by Maraldi's observations of 1694, and, later, by those of the Saxon farmer Palitsch,3 but its approximate period seems to have been first announced by Goodricke in 1782, who even then advanced the theory of a dark companion revolving around it with immense velocity, which periodically cut off its light. 

This, reaffirmed by Pickering in 1880, was made certain by the spectroscope in the hands of Vogel of Potsdam in 1889. Chandler thinks that there must exist another invisible body larger than either Algol or its companion, around which both revolve in a period of 130 years; but Tisserand has shown that the phenomenon on which Chandler bases this opinion can be explained in a different and simpler way. Its name is used for the type indicating short-period variables whose changes may be explained by this theory of "eclipses." Of these seventeen are now known.

Although classed among the white stars with a Sirian spectrum, Al Sufi wrote of it as red, which Schmidt confirmed as seen by him at Athens for a short time in 1841. It seems to be approaching us at the rate of about a mile a second; and is estimated as a little more than a million miles in diameter.

When on the meridian Algol is almost exactly in the zenith of 
New York City. This is at nine o'clock in the evening of the 23d of December.



https://pt.wikipedia.org/wiki/Perseu#/media/File:Pompejanischer_Maler_des_1._Jahrhunderts_001.jpg






Os desenhos formados pelas estrelas
- as constelações -
 são como janelas que se abrem para a infinitude do universo
 e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais, 
entre o céu e a terra...  
bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente,
 vai se tornando Cosmos 
e sendo por nossa mente conscientizado.  

Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

COM UM ABRAÇO ESTRELADO,
Janine Milward



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DA TERRA AO CÉU E AO INFINITO
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