quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Sol no ponto do Equinócio de Outono/Primavera e sendo testemunhado por Júpiter e pela estrela-beta Virginis, Zavijava!



Olá!

Caro Leitor,
para a região sudeste do Brasil,
veja o momento de nosso Equinócio de Primavera
- dia 22 de setembro -
ainda antes do meio-dia,
por volta das onze e meia da manhã,
para a região sudeste do Brasil
- com o Sol prestes a encontrar-se com Júpiter
e ambos sendo testemunhados 
pela estrela-beta Virginis, Zavijava!

                                                           
Stellarium



Nesta Postagem, Caro Leitor,
estaremos comentando um tantinho sobre os Movimentos da Terra
- rotação, tranlação, precessão dos equinócios;
sobre as Estações do Ano
- equinócios e solstícios -;
sobre a constelação da Virgem que acolhe 
a estrela-beta Zavijava 
- bem próxima ao ponto do Equinócio de agora;
sobre o aparente percurso do Sol ao longo do ano;
o analema;
a construção de um analema;
sobre o movimento da precessão dos equinócios ao longo das eras;
sobre as questões relativas às mudanças de Eras
 em termos de onde caem os Pontos de Equinócios e de Solstícios;
e, finalmente, sobre as estrelas que atuam enquanto ponteadoras
do polo norte, ao longo das eras.

                                                                          
Com um abraço estrelado,
Janine Milward




  
Nasa



Movimentos da Terra


A rotação da Terra é o movimento giratório que a Terra realiza sobre si mesma, estabelecendo um eixo que transpassa seu centro e que determina, em sua interseção com a superfície do planeta, os polos geográficos norte e sul. A rotação dá-se, em acordo com a regra da mão direita, no sentido anti-horário se visto por um observador inercial - estático em relação às estrelas - quando situado sobre opolo Norte. A duração do assim chamado dia sideral - o tempo necessário para a Terra completar uma volta completa sobre si - 360 graus exatos - é de 23 horas, 56 minutos, 4 segundos e 9 centésimos (23h 56min 4,09s). Em relação ao Sol, o tempo de rotação médio - o dia solar médio - é de 24 horas. O dia solar - o período entre duas passagens sucessivas do Sol sobre o meridiano local - varia ao longo do ano, sendo contudo sempre superior ao dia sideral2 1 .
A diferença entre o dia sideral e o dia solar deve-se à translação da Terra, que consiste no avanço do centro da Terra - ao rigor do centro de massa do sistema Terra Lua - ao longo de uma curva fechada em redor do Sol, estabelecendo uma trajetória conhecida por órbita. Para a Terra, essa órbita aproxima-se muito de uma órbita circular, mas, em rigor, é uma curva chamada elipse. A velocidade com que a Terra percorre tal órbita é variável ao longo do ano (segunda lei de Kepler), mas esse movimento dá-se com a velocidade em média por volta de trinta quilômetros por segundo: a cada segundo, a Terra desloca-se 30 quilômetros no espaço em sua trajetória em torno do Sol. Durante a translação, o eixo de rotação da Terra mantém um ângulo de aproximadamente 23º com a reta normal ao plano da órbita da Terra - denominado eclíptica - e a orientação do mesmo pode ser considerada espacialmente fixa para intervalos de tempo muito menores que 25800 anos, tempo esse correspondendo ao período aproximado de precessão do eixo da Terra em torno da normal ao plano da eclíptica e por consequência também o período da precessão dos equinócios 1 2 .

http://pt.wikipedia.org/wiki/Rota%C3%A7%C3%A3o_da_Terra#mediaviewer/File:Rotating_earth_(large).gif
Rotating earth (large)
Marvel - Based upon a NASA image, see [1].
Movimento de rotação da Terra, com o eixo da Terra, os pólos Norte e Sul e o equador. A metade de cima, na figura, é o hemisfério Norte e metade de baixo é o hemisfério Sul.
макет вращающейся планеты Земля, формат - "gif"

http://pt.wikipedia.org/wiki/Rota%C3%A7%C3%A3o_da_Terra




As Estações do Ano

História

Inicialmente[quando?] o ano era dividido em duas partes:
  • O período quente (em latim: "ver"): era dividido em três fases: o Prima Vera (literalmente "primeiro verão"), de temperatura e humidade moderadas, o Tempus Veranus(literalmente "tempo da frutificação"), de temperatura e umidade elevadas, e o Æstivum (em português traduzido como "estio"), de temperatura elevada e baixa umidade.
  • O período frio (em latim: "hiems") era dividido em apenas duas fases: o Tempus Autumnus (literalmente "tempo do ocaso"), em que as temperaturas entram em declínio gradual, e o Tempus Hibernus, a época mais fria do ano, marcada pela neve e ausência de fertilidade.
Posteriormente, para ajustar as estações à posição exata dos equinócios e solstícios, correlacionados com a influência da translação associada à mudança no eixo de inclinação daTerra, convencionou-se, no Ocidente, dividir o ano em somente quatro estações. Vale a pena lembrar que certas culturas ainda dividem o ano em cinco estações, como a China. Países como a Índia dividem o ano em apenas três estações: uma estação quente, uma estação fria e uma estação chuvosa.
Já no continente Africano, países como Angola só têm duas estações, a das chuvas, quente e úmida, e o cacimbo, seca e ligeiramente mais fresca, principalmente à noite.

Como ocorrem as estações do ano

A sucessão das estações do ano é resultado da inclinação do eixo de rotação da Terra por 66,6º relativo ao seu plano de translação (23,4º em relação à normal ao plano). O eixo de rotação da Terra é a linha imaginaria que une o pólo Norte ao pólo Sul e sua inclinação faz com que, em certas épocas do ano, um hemisfério receba a luz do Sol mais diretamente que o outro hemisfério. Isto é a principal causa das estações do ano: primavera, verão, outono e inverno. Comparados às regiões tropicais, os pólos, por exemplo, recebem os raios solares bastante inclinados e por isso absorvem apenas uma fração da luz do Sol; o que reflete-se em temperaturas mais baixas nas extremidades polares.
Existe uma distribuição desigual de luz e calor solar nas diversas partes da terra. Por causa disso diferentes partes recebem diferentes quantidades de luz e calor solar ao longo do ano. Assim, no verão, teremos mais luz e calor e, no inverno , menos luz e calor.

Estações do ano nos dois hemisférios


O equinócio de setembro, por sua vez, marca o início da primavera no sul e do outono no norte. Finalmente no solstício de dezembro começa o verão no hemisfério sul e o inverno no norte.
A data de início de cada estação varia ao longo do tempo. No equinócio de março tem início o outono no hemisfério sul e a primavera no hemisfério norte. No solstício de junho começa o inverno no sul e o verão no norte.

Causa

As estações resultam do eixo de rotação da Terra ser inclinado em relação ao plano orbital (aproximadamente 23,5 graus). Assim, em qualquer momento, uma parte do planeta estará mais diretamente exposta aos raios do Sol do que outra. Esta exposição alterna conforme a Terra gira em sua órbita, portanto, a qualquer momento, independentemente da época, os hemisférios norte e sul experimentam estações opostas.
De modo geral, portanto, conclui-se que os fatores determinantes das estações do ano são: - O movimento de translação - A inclinação do eixo da Terra.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Esta%C3%A7%C3%A3o_do_ano



EQUINÓCIOS




During an equinox, the Earth's North and South poles are not tilted toward or away from the Sun, and the duration of daylight is theoretically the same at all points on Earth's surface.



An equinox occurs twice a year, around 20 March and 22 September. The word itself has several related definitions. The oldest meaning is the day when daytime andnight are of approximately equal duration.[2] The word equinox comes from this definition, derived from the Latin aequus (equal) and nox (night). .............................................................................................................................................. Times of sunset and sunrise vary with an observer's location (longitude and latitude), so the dates when day and night are of exactly equal length likewise depend on location.
.................................................
An equinox occurs when the plane of Earth's Equator passes the center of the Sun. At that instant, the tilt of Earth's axis neither inclines away from nor towards the Sun. The two annual equinoxes are the only times when the subsolar point—the place on Earth's surface where the center of the Sun is exactly overhead—is on the Equator, and, conversely, the Sun is at zenith over the Equator. The subsolar point crosses the equator, moving northward at the March equinox and southward at the September equinox.

The equinoxes are the only times when the 
solar terminator is perpendicular to the Equator. As a result, the Northern and Southern Hemispheres are illuminated equally.At an equinox, the Sun is at one of the two opposite points on the celestial sphere where the celestial equator (i.e. declination 0) and ecliptic intersect. These points of intersection are called equinoctial points: classically, the vernal point (RA = 00h 00m 00s and longitude = 0°) and the autumnal point (RA = 12h 00m 00s and longitude = 180°).



UT date and time of
equinoxes and solstices on Earth[1]
eventequinoxsolsticeequinoxsolstice
monthMarchJuneSeptemberDecember
year
daytimedaytimedaytimedaytime
...........................................................


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20142016:572110:512302:292123:03









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Solstício



Iluminação da Terra pelo Sol durante o solstício do hemisfério norte.

Iluminação da Terra pelo Sol durante o solstício do hemisfério sul.
Na astronomia, solstício (do latim sol + sistere, que não se mexe) é o momento em que o Sol, durante seu movimento aparente na esfera celeste, atinge a maior declinação em latitude, medida a partir da linha do equador. Os solstícios ocorrem duas vezes por ano: em dezembro e em junho. O dia e hora exatos variam de um ano para outro. Quando ocorre no verão significa que a duração do dia é a mais longa do ano. Analogamente, quando ocorre no inverno, significa que a duração da noite é a mais longa do ano.
No hemisfério norte o solstício de verão ocorre por volta do dia 21 de junho e o solstício de inverno por volta do dia 21 de dezembro. Estas datas marcam o início das respectivas estações do ano neste hemisfério. Já no hemisfério sul, o fenômeno é simétrico: o solstício de verão ocorre em dezembro e o solstício de inverno ocorre em junho. Os momentos exatos dos solstícios, que também marcam as mudanças de estação, são obtidos por cálculos de astronomia (consulte a tabela abaixo para os valores de alguns anos).

Os trópicos de Câncer e Capricórnio são definidos em função dos solstícios. No solstício de verão do hemisfério sul, os raios solares incidem perpendicularmente à superfície da Terra no
 Trópico de Capricórnio. No solstício de verão do hemisfério norte, ocorre o mesmo fenômeno no Trópico de Câncer.Devido à órbita elíptica da Terra, as datas nas quais ocorrem os solstícios não dividem o ano em um número igual de dias. Isto ocorre porque quando a Terra está mais próxima do Sol (periélio) viaja mais velozmente do que quando está mais longe (afélio), em conformidade com a segunda lei de Kepler.















Caro Leitor: 
 Veja abaixo um texto Excerto do meu Trabalho
Sobre a Constelação da Virgem
acessando em  
http://sobrevirgo.blogspot.com.br/


Algumas Informações Interessantes acerca a 

CONSTELAÇÃO DA VIRGEM

Janine Milward

Esta constelação é imensa e cortada pelas Linhas da Eclíptica e pela do Equador Celestial.  Existe o entrelaçamento destas duas Linhas - o que podemos traduzir como o Ponto do Equinócio de Outono, que acontece bem próximo à estrela Beta Virginis, Zavijava, situada na cabeça da Virgem. (É interessante conhecermos o fato de que o eclipse solar de 21 de setembro de 1922, aconteceu próximo a esta estrela e que foi por Einstein usada para confirmar sua teoria).


Zavijava.  Beta Virginis. 
Magnitude 3.8
Uma estrela amarelo pálido situada na cabeça da Virgem. 
De Al Zawiah, o Ângulo, o Canil, o Recanto dos dois Vigias (possivelmente pelo fato de se encontrar bem próxima ao ponto do Equinócio do Outono) - porém também nomeada como A Gloriosa, A Bela. 
Os árabes chamavam esta estrela como Mashaha e os chineses, de Yew Chi Fa, a Mão Direita do Mantenedor da Lei.


The text is in the public domain.
[image ALT: a blank space]
β, 3.9, pale yellow.
Zavijava, a universal name in modern catalogues, is first found with Piazzi, but is Zarijan in the Standard Dictionary. It is from Al Zāwiah, the Angle, or Corner, i.e. Kennel, of the Arab Dogs, — although γ exactly marks this Corner and should bear the title.
The stars β, η, γ, δε, outlining this Kennel, formed the 11th manzil, Al ʽAwwā, the Barker, which was considered of good omen; while Firuzabadi included it with the preceding moon station Al arfah, — β Leonis, — in the group Al Nahrān, the Two Rivers, as their rising was in the season of heavy rains. Other indigenous titles were Al Bard, the Cold, which it was produce; and Warak al Asad, the Lion's Haunches.
β marked the 18th ecliptic constellation of Babylonia, Shēpu-arkū sha‑A, the Hind Leg of the Lion, for this country also seems to have had one of these creatures here. With η, it perhaps was Ninsar, the Lady of Heaven, probably a reference to Istar; and Urra-gal, the God of the Great City; and one of the seven pairs of stars famous in that astronomy. As a Euphratean lunar asterism it bore the same title Ninsar, but this included all the components of the Arabs' Kennel Corner.
These also were the Persian Mashaha, the Sogdian Fastashat, the Khorasmian Afsasat, and the Coptic Abukia, all of the Arabic signification.
In China it was Yew Chi Fa, the Right-hand Maintainer of Law.
β is 13° south of Denebola in Leo, culminating with it on the 3d of May.



Em termos da Linha da Eclíptica e advindos da constelação do Leão, realizam seus caminhos aparentes o Sol e a Lua e os Planetas, adentrando todos pela Cabeça da Virgem, bem próximos à estrela Beta, Zavijava, e então passando pelo ombro e pelo peito, encontrando Zaniah, e, já na altura da Cintura, situa-se a belíssima Porrima.  Todas essas situações são testemunhadas pelas constelações da Taça e do Corvo, na fronteira ao sul.  Spica, o ramo de trigo na mão da Virgem, é praticamente o último momento em que a linha da Eclíptica toca realmente o corpo virginal, seguindo em direção à constelação da Balança e tendo a Hydra como fronteira ao sul. 

Em termos da Linha do Equador, é interessante observarmos o fato de que esta corta praticamente ao meio a figura delineada da Virgem, desde sua cabeça, seus cabelos, passando por seu rosto, por seu pescoço e ombros e entre seus peitos e avançando até encontrar a cintura e ainda descendo por uma de suas pernas até situar-se no entrecruzamento de suas panturrilhas e deixando a Virgem depois de tocar em um de seus pés.
O ponto de entrecruzamento das Linhas da Eclíptica e do Equador perfaz o Equinócio do Outono e isso acontece no lugar que aponta bem proximamente entre o cabelo e o rosto da Virgem, para alguns autores; outros autores apontam para bem próximo ao ombro virginal.


http://www.stellarium.org/pt/



Para que bem possamos compreender a figura delineada da Virgem, algumas estrelas poderão nos servir como referência:  Spica, Alpha Virginis, apresenta o ramo de trigo carregado pela mão já ao sul da linha da Eclíptica, com a Hidra como testemunha;  Zavijava, Beta Virginis, aponta para o alto de sua cabeça, possivelmente já na altura da testa, com o Leão como testemunha; Zaniah  situa-se em um de seus peitos e Porrima, em sua cintura.   Caphir situa-se no cotovelo do braço esquerdo da Virgem e Vindemiatrix no ponto onde a mão esquerda segura seus longos cabelos, com a Cabeleira de Berenice como testemunha.  Heze situa-se na coxa da perna esquerda e Syrma, entre o joelho e a panturilha da perna direita.  Finalmente, Shambaliah situa-se ao pé da Virgem.  O Boeiro e a Cabeça da Serpente testemunham a perna esquerda e os pés da Virgem, respectivamente.

Existe também a interpretação de um Canil, formado pelas estrelas Beta, Eta, Gamma, Alpha, Zeta, Epsilon e Delta Virginis.  Eu diria que esta figura formada também pode ser compreendida como uma pandorga, papagaio, pipa soltada ao vento e ganhando os céus...





http://www.raremaps.com/gallery/detail/36417/La_Vierge_Virgo/Flamsteed-Fortin.html
Title: La Vierge (Virgo)      Map Maker: John Flamsteed /  MJ Fortin


Algumas Palavras 
sobre o Aparente Percurso do Sol 
ao longo do ano


Na figura abaixo, podemos ver o Analema, ou seja, o desenho formado pelo aparente percurso do Sol ao longo do ano, encontrando os Solstícios nas extremidades do Oito do Sol e encontrando os Equinócios bem próximos ao lugar da interseção desses andamentos aparentes. 



Analemma  -  Fotografias do sol realizadas pelo astrofotógrafo Frank Zullo entre 9 de setembro de 1990 e 23 de agosto de 1991.  Foram feitas 37 exposições do sol em um único filme de 36 fotos, todas as fotos tiradas exatamente as 08:00 da manhã MST, mean solar time.  Foi usada uma técnica simples de dupla exposição sobre o dial de um relógio de sol.  Foto publicada na Revista Astronomy,  edição de dezembro de 1997, sob o título “First Views: Old Sol Celebrates the Solstice” dentro da seção “The Sky Show”.  Kalmbach Publishing Co., U. S. A.



Nesta figura, vemos que o dial aponta para o norte e, como estas fotos foram feitas no hemisfério norte, podemos, então, compreender que a parte menos alongada desse Oito do Sol é compreendida como o verão e a parte mais alongada  é compreendida como o inverno.  Ou seja, como  o dial aponta para o norte, este ponto determina o Trópico de Câncer, lugar de verão no hemisfério norte e de inverno no hemisfério sul.

O aparente percurso entre o Sol do inverno e o Sol do verão passa, então, pelo Ponto Vernal. O ponto vernal é também conhecido como o equinócio da primavera (outono, para o hemisfério sul): esta interseção acontece próximo à cabeça do segundo Peixe, já diante do grande quadrado do cavalo alado Pegasus, nas vizinhanças da Estrela Alpha Andromedae, Alpheratz (estrela que faz parte do grande quadrado de Pegasus, porém fundamentalmente atuando enquanto estrela principal da constelação de Andromeda), ao norte, e presenciado pelo monstro marinho, Cetus, a Baleia, ao sul. 

O aparente retorno, ou seja, do verão para o inverno, passa próximo à intercessão das linhas do Oito do Sol, formando, então, o outono (primavera para o hemisfério sul): este Ponto do Equinócio do Outono acontece na constelação da Virgem, em sua cabeça, ainda antes de entrar em cena a Estrela Spica, Alpha Virgo, que se situa na mão da Virgem.  Como testemunhas, podemos ver as constelações do Leão, da Hydra, do Corvo.

O Solstício do verão (inverno para o hemisfério sul) acontece aos pés dos Gêmeos Castor e Pollux (testemunhado pelas constelações do Touro e de Órion) e o Solstício do inverno acontece na constelação do Sagitário (testemunhado pelas constelações do Escorpião, do Capricórnio, do Ophiuco).


Programa Stellarium





Analema é o termo usado em astronomia para designar um grafo da posição do Sol no firmamento num determinado lugar, marcada à mesma hora em dias sucessivos (isto é com intervalos aproximados de 24 horas ou seus múltiplos) ao longo de um ciclo anual. A figura gerada assemelha-se a um \!8 assimétrico. O\!8 estará quase vertical se a posição do sol à hora escolhida for próxima do meridiano do lugar (por volta do meio-dia solar verdadeiro), inclinando-se progressivamente para a esquerda ou direita com o seu afastamento (esquerda de manhã; direita à tarde).

LEIA MAIS EM

Analema calculado no hemisfério norte (olhando para leste)

English: Fictional Photomontage (actual positions of the sun are just estimated and have nothing to do with the German landscape) illustrating an analemma pattern in the sky. Were one to take a photo of the sun approximately each week for a year and combine the images taken, this pattern would be visible.
Español: Ejemplo de Analema
Data
OrigemMontage and image used have been made/taken by myself.
Autorjailbird









Saiba 
COMO CONSTRUIR UM ANALEMA SOLAR
acessando

e

Build your own analemma



e

Analemma

e

Yet another home analemma page: 

the Mack family driveway and windowpane analemma




Neste Site abaixo, 
o Caro Leitor encontrará
muitíssimas informações preciosas e bem elucidativas sobre o Analema:

Considerações Extras sobre o

Nascer e o Pôr do Sol
 Analema



Figura 4: O passeio do Sol pela analema no decorrer do ano.

No eixo vertical está a declinação do Sol, enquanto que no

horizontal está representado quanto tempo o Sol está adiantado

ou atrasado em relação a uma data de referência, que recebe

o valor zero.

http://www.astrosurf.com/skyscapes/disc/analema/analema.htm







Algumas Palavras 
sobre a Precessão dos Equinócios 
ao longo das Eras



Ficheiro:Outside view of precession.jpg
Precessão dos equinócios conforme visto de fora da cúpula celeste. A mudança do eixo do pólo celestial da Terra num período de 5000 anos (eixo laranja: 3000 AC em Thuban; eixo amarelo: 2000 AD em Polaris) ocorre conjuntamente com uma mudança nos planos equatorial e e consequência, dos equinócios ao longo da eclíptica.
AutorTauʻolunga
Permissão



public domain, may copy, must mention author




Movimentos: tudo sempre se move

Estarei repetindo aquilo que recebi em Fórum na Internet, parte da Aula 2 sobre Movimentos do Céu, by dario.rostirolla@londrina.pr.gov.br:

“Como é sabido, a Terra apresenta dois movimentos básicos (e outros): rotação (em torno do próprio eixo, com período de 1 dia) e translação (movimento orbital ao redor do sol, com período de 1 ano). Enquanto gira ao redor do Sol, a Terra percorre em sua órbita cerca de um grau por dia - logo, as estrelas se adiantam um pouco com relação ao Sol (como um carro que se aproxima de uma esquina e obtém melhor visibilidade), cerca de 4 minutos. É esta a causa da pequena diferença entre o dia solar e o dia sideral.

No decorrer de um ano a Terra percorre 360 graus ao redor do Sol, de modo que as estrelas que se encontravam ocultadas pelo Sol, dentro de algum tempo se tornarão visíveis em função do deslocamento da Terra sobre sua órbita. Ao longo do ano, diferentes partes do céu vão se tornando visíveis em determinado horário fixo (digamos, logo após o pôr do Sol), de modo que toda a esfera celeste vai sendo avistada ao longo do ano, setor por setor. A cada ano, esse movimento se repete de modo que as constelações visíveis numa determinada data serão visíveis na mesma data dos anos subseqüentes.”

A precessão dos Equinócios é o movimento que estaria aglutinando, digamos assim, ambos os movimentos anteriores: o de rotação e o de translação. 

Não podemos nos esquecer que a Terra gira em torno de seu eixo sim, porém com uma inclinação de 23 graus....  Ao mesmo tempo, a Terra perfaz um passeio de 360 graus em sua órbita em torno ao Sol.  Ao mesmo tempo, também o Sol vai realizando seu próprio andamento e o faz em direção a um ponto próximo  à constelação Hercules.  Tudo no universo se movimenta... por que deixaria nosso Sol de fazer o mesmo?

Ao longo do período de 26 mil anos, esse eixo da Terra em movimento de rotação e de translação e atrelado ainda ao movimento próprio do Sol, vai imantando os direcionamentos norte e sul e deslocando, apontando então para diferentes pontos dessa região da esfera celeste! Esse grande círculo imaginário que se forma é o Grande Ano das Eras! Uma maneira simples de entender esse movimento é soltarmos um pião e o deixarmos girar, girar, girar..... é bem assim.  A estrela que denominamos de Polar, vem atuando como imantação Norte desde há muito tempo e ainda estará fazendo isso por bom tempo adiante.  Porém, um dia no futuro, teremos que renomeá-la... pois não estará mais reinante na posição de Estrela Polar.





É realmente interessante que possamos perceber
 as questões relativas às mudanças de Eras
 em termos de onde caem os Pontos de Equinócios e de Solstícios:

Nesta figura, podemos observar o fato de que o movimento de precessão dos equinócios veio acontecendo e podendo ser percebido através o quarteto de constelações que formavam o ponto vernal, o equinócio da primavera, e o outro equinócio e os solstícios.  Sendo assim, nos tempos do quarteto denominado Geminiano, 5.500 anos antes de Cristo, o ponto vernal situava-se em Gêmeos, com Sagitário no equinócio do outono, e com Peixes e Virgem ocupando os lugares dos Solstícios de inverno e de verão.

No quarteto Taurino, 2.700 AC, o ponto vernal situava-se na constelação do Touro, e o Escorpião no equinócio do outono, Leão e Aquário nos solstícios de verão e de inverno.

No quarteto Ariano, 1.200 AC o ponto vernal situava-se na constelação de Áries, com Libra no equinócio do outono e com Câncer e Capricórnio nos solstícios do verão e do inverno.

No quarteto atual, Pisciano, o ponto vernal situa-se na constelação de Peixes, com o equinócio do outono em Virgem e com os solstícios do verão e do inverno em Gêmeos e em Sagitário.




Quadro sobre a Precessão dos Equinócios durante 4 Eras, mostrando o Caminho do Sol contra o pano de fundo das constelações do    Zodíaco.  As cores originais foram invertidas.  Inserido no Artigo “When the Zodiac Climbed into the Sky” por Alexander Gurshtein para a Revista Sky & Telescope edição de outubro de 1995, página 30,  publicada por Sky Publishing Corporation, USA.






A Precessão acontece porque as forças gravitacionais do sol e da lua atuam por sobre a Terra (que não é esférica) enquanto esta gira, vagarosamente mudando a orientação do eixo da Terra.  Este eixo, inclinado num ângulo de 23o., traça um caminho em torno da eclíptica ao longo de 25.800 mil anos terrestres na realização de todo seu círculo. Isso significa que Polaris - a estrela que viemos considerando nossa estrela polar celestial do norte -, vagarosamente irá transmitir sua posição à Vega, a brilhante estrela da constelação da Lira.  






Extraído da revista Astronomy,  edição de junho de 2002, página 73.  Parte do texto foi traduzido literalmente por Janine e também a ilustração sobre o caminho do pólo norte celestial foi invertida, para melhor visualização.




http://seteirmas.wordpress.com/2012/04/21/a-precessao/

A Precessão





Para além dos movimentos de rotação e translação, os pólos do eixo da terra executam um círculo, com um período de 26.000 anos, a que chamamos precessão. Este fenómeno faz com que o alinhamento com a estrela Polar seja um acaso, e à medida que os anos avançam, outras estrelas aproximam-se do pólo norte. Assim, como o Pólo muda de posição em relação à esfera celeste, as coordenadas de Ascensão Reta e Declinação terão que ser regularmente atualizadas.