quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Chuva de Meteoros - As Orionídeas - enfeitando as madrugadas de 21 e 22 de outubro


Olá!

Caro Leitor,
esses momentos de quase conclusão do mês de outubro,
nas madrugadas sonolentas dos dias 21 e 22,
- outono para o hemisfério norte e primavera para o hemisfério sul
(e Brasil já fazendo acontecer o terrível horário de verão...) -,
os céus revelam a chegada
da Chuva de Meteoros - As Orionídeas -,
que, como sabemos, são meteoros aparentemente advindos
da constelação do Gigante Caçador, Orion,
um agrupamento de estrelas que não tem quem não conheça!

Você, Caro Leitor, pode optar em observar esta Chuva de Meteoros
ou em alta noite, alta madrugada, já na primeira hora do novo dia,
no horizonte leste,
ou pode optar em acordar (ainda) mais cedo
e buscar o Gigante Caçador culminando, no zênite dos céus estrelados.

A Lua estará em seu momento de Minguante
(iluminando os Gêmeos Castor e Pollux)
e bem próxima do Gigante Caçador, sim...,
porém, mesmo assim,
 são previstos cerca de 25 meteoros
a serem observados a cada hora.

Sendo assim,
recomendo a você, Caro Leitor,
que entre um bólide de meteoro e outro...,
se deixe encantar 
(bem como observar e estudar!)
pelas estrelas e objetos da constelação Orion
- sejam aqueles visíveis a olho nu 
ou visíveis através lentes ópticas simpáticas.

Nesta Postagem, Caro Leitor,
encontre alguma informação sobre Chuva de Meteoros,
sobre o Cometa Halley
bem como sobre
a maravilhosa constelação do Gigante Caçador,
Orion.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward



Stellarium
Stellarium




Esta Chuva de Meteoros - As Orionídeas -
é advinda do Cometa Halley, famosíssimo cometa
cujo registro primeiro aconteceu em 240 antes de Cristo
e em (quase) todas suas aparições pôde ser visto a olho nú
e sempre acontecendo dentro de periodicidade de 75/76 anos, aproximadamente.
Seu nome advém de Edmond Halley, o descobridor de sua periodicidade, em 1696.

Em 1985-1986, o Cometa Halley novamente nos visitou, um tanto que de longe, admito.
E ao final desta Postagem, trago um relato meu sobre No Rasto do Cometa Halley, para aquele momento.

Uma próxima visita sua acontecerá em 2061
 - se é que a Terra ainda terá água de beber, 
neste futuro tão ainda longínquo.... 

Stellarium




Orionídeas no Céu

Orionídeas é o nome da chuva de meteoros (ou “estrelas cadentes”) que ocorre em outubro e cuja origem são destroços do cometa Halley (1P/Halley)  que foram deixados no espaço quando esse cometa se aproximou do Sol.  Cada vez que a órbita do nosso planeta  ao redor do Sol coincide com a de um cometa – o Halley, ou qualquer outro – que tenha deixado detritos  em sua trajetória (os meteoroides), acontece uma chuva de meteoros.  Quando um meteoroide adentra na atmosfera da Terra provoca um rastro de luz conhecido como meteoro. Se o meteoroide original conseguir alcançar o solo torna-se um meteorito. ......................
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LEIA MAIS 
em

Telma Cenira Couto da Silva – Doutora em Astronomia



Orionídeas no Céu - Circuito Mato Grosso




orion constellation,rigel,betelgeuse,orions belt
Orion constellation, cropped from photo by Hubble, ESA, Akira Fujii




Segundo Ronaldo Rogério de Freitas Mourão, 
em seu  Atlas Celeste, página 156, podemos ler:
  
Chuva de Meteoros.  Fenômenos luminosos produzidos pela entrada na atmosfera terrestre de um conjunto de meteoróides que surgem quase simultaneamente e parecem provir da mesma região do céu dando a impressão de uma chuva de estrelas.  Os meteoróides têm a tendência de girar em torno do Sol em enxames e a Terra passa através de vários enxames todos os anos.  No momento que a Terra atravessa uma dessas correntes de meteoros, ocorrem as denominadas chuvas de estrelas cadentes.  Toda chuva de meteoros parece ter sua origem num ponto particular do céu, denominado de radiante.  Alguns enxames de meteoros estão associados a determinados cometas; corrente de meteoros; enxame de meteoros, chuva de estrelas cadentes; enxames de estrelas cadentes.



http://www.on.br/conteudo/noticias/noticia_chuva_meteoros.html

Outubro registra chuva de meteoros com fragmentos do Cometa Halley

Entre 25 de setembro e 25 de novembro, ocorre uma grande chuva de meteoros, conhecida como "Oriônidas", que tem este nome porque irradia da constelação de Orion, perto da estrela Betelgeuse - a estrela vermelha mais brilhante da constelação. Os fragmentos dessa chuva vêm do Cometa Halley, quando a Terra cruza sua órbita. Esse fenômeno registra uma taxa típica de 20 a 25 meteoros por hora - o que poderia ser visto em uma noite escura e de céu limpo. Entretanto, o ápice da "Oriônidas" será nos dias 21 e 22 de outubro, quando as condições de observação não serão favoráveis, pois a Lua estará na fase cheia passando à minguante.

Uma chuva de meteoros ocorre quando a Terra cruza a órbita de algum cometa, o que faz com que pequenos fragmentos que o cometa deixa ao longo da sua órbita penetrem a atmosfera num curto intervalo de tempo e em trajetórias quase paralelas. As chuvas de meteoros não representam riscos para a Terra e acontecem em praticamente todos os meses, algumas com mais intensidade e ampla visibilidade.

Os meteoros são pequenos corpos celestes que se deslocam no espaço e entram na atmosfera da Terra, queimando parcial ou totalmente devido ao atrito com a atmosfera terrestre e ao contato com o oxigênio. Este fenômeno deixa um risco luminoso no céu, que é popularmente chamado de "estrela cadente".
http://www.on.br/conteudo/noticias/noticia_chuva_meteoros.html



"Leonids-1833" por Adolf Vollmy. - Via http://star.arm.ac.uk/leonid/Meteor-Shower.jpg. Licenciado sob Domínio público, via Wikimedia Commons - https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Leonids-1833.jpg#/media/File:Leonids-1833.jpg


Chuva de meteoros é um evento em que um grupo de meteoros é observado irradiando de um único ponto no céu (radiante). Esses meteoros são causados pela entrada de detritos na atmosfera a velocidades muito altas. Numa chuva de meteoros, esses detritos geralmente são resultado de interações de um cometa com a Terra, em que material do cometa é desprendido de sua órbita, ou quando a Terra cruza essa órbita.[1] A maior parte dos meteoros são menores do que um grão de areia e por isso quase sempre se desintegram e não atingem a superfície do planeta. Chuvas intensas e incomuns de meteoros são também chamadas de surtos ou tempestades de meteoros, nas quais são vistos mais de mil meteoros por hora.[2]
Esses detritos entram na atmosfera com alta velocidade e entram em combustão, formando as chamadas estrelas cadentes. As chuvas de meteoros são fenômenos periódicos anuais. As mais conhecidas e intensas são as Leônidas e as Perseidas.[3] Qualquer planeta do sistema solar com uma atmosfera razoavelmente transparente pode ter chuva de meteoros. Marte é conhecido por ter chuvas de meteoros, que acontecem com intensidade e características diferentes das da Terra.[2]
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As chuvas de meteoros são nomeadas de acordo com o nome da constelação na qual se localiza o radiante.[6] Quando há mais de uma chuva de meteoros associada a uma mesma constelação, o nome é dado de acordo com a estrela mais próxima do radiante no pico da chuva. A desinência da forma possessiva do latim é substituída por "id" ou "ids" em inglês e por "ídeos" ou "idas" em português. Por exemplo, a chuva de meteoros cujo radiante está próximo da estrela Delta Aquarii (note a desinência possessiva "i") é chamada Delta Aquarids em inglês e Delta Aquarídeos (ou Delta Aquáridas) em português. Um grupo da União Astronômica Internacional monitora as chuvas de meteoros para determinar o nome de cada uma.[5] [7]
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Uma chuva de meteoros é o resultado da interação entre um planeta, como a Terra, e o rastro de detritos produzido por um cometa ou asteroide. Os cometas podem produzir detritos de duas formas. A primeira é pelo arrastamento de partículas pelo vapor que se desprende do cometa quando este se aproxima do Sol. Segundo um estudo que Fred Whipple publicou em 1951,[8] os cometas são imensas "bolas de neve sujas" formadas por rochas e envolvidas em gelo que orbitam o Sol. Esse gelo pode ser deáguametanoamônia ou outros compostos voláteis[nota 2] sozinhos ou em combinação. Geralmente as rochas do cometa são fragmentadas, sendo partículas menores (como grãos de areia) mais comuns que outras maiores (como pequenas pedras, por exemplo).[9] Quando o cometa se aproxima do Sol, o calor faz com que os compostos voláteis sublimem, criando várias ejeções de vapor que arrastam as partículas de rochas presentes no meio do gelo. Essas rochas ficam, então, na mesma órbita do cometa e são chamados de meteoroides. Os gases liberados do cometa, no entanto, são dispersados pela radiação solar, restando apenas a trilha de meteoroides.[10]

A segunda forma foi descoberta recentemente, por Peter Jenniskens, que argumentou que a maior parte das chuvas de meteoros de curta duração não vêm da forma normal (quando as partículas são arrastadas pelo vapor de água), mas do produto de raras desintegrações, quando saem pedaços de um cometa dormente ou asteroide. Exemplos são as chuvas de meteoros Quadrântidas e Gemínidas, que surgiram, respectivamente, da fragmentação dos asteroides 2003 EH1 e 3200 Faetonte cerca de 500 a 1000 anos atrás. Os fragmentos tendem a se desintegrar rapidamente em poeira, areia e pequenas pedras, e se espalhar ao longo da órbita do cometa para formar uma densa trilha de meteoroides, que subsequentemente cruza com a órbita da Terra.[10]
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Lspn comet halley.jpg
Comet 1P/Halley as taken March 8, 1986 by W. Liller, Easter Island, part of the International Halley Watch (IHW) Large Scale Phenomena Network.

cometa Halley é um cometa brilhante de período intermediário que retorna às regiões interiores do Sistema Solar a cada 75-76 anos, aproximadamente. Sua órbita em torno do Sol está na direção oposta à dos planetas e tem uma distância de periélio de 0,59 unidades astronômicas; no afélio, sua órbita estende-se além da órbita de Netuno. Foi o primeiro cometa a ser reconhecido como periódico, descoberta feita por Edmond Halley em 1696.

Órbita

O cometa Halley foi o primeiro cometa a ser reconhecido como periódico. Reparando que as características observáveis de um cometa em 1682 eram praticamente as mesmas que as de dois cometas que tinham aparecido em 1531 (observado por Petrus Apianus) e 1607 (observado por Johannes Kepler), Halley concluiu que todos os três cometas eram na realidade o mesmo objeto que voltava de 76 em 76 anos (o período foi entretanto corrigido para 75-76 anos). Depois de uma estimativa das perturbações na orbita que o cometa iria sofrer devido à atração dos planetas, Edmond Halley previu o seu regresso em 1758. A previsão feita por Halley estava correta, embora o cometa só tenha sido observado a 25 de Dezembro de 1758 por Johan Georg Palitzsch um agricultor alemão e astrônomo amador, o cometa só passou o seu periélio em 13 de Março de 1759, a atração de Júpiter e Saturno tinham causado um atraso de 618 dias, como foi calculado, anteriormente ao seu regresso, por uma equipe de três matemáticos franceses: Alexis Claude de ClairaultJoseph Lalande e Nicole-Reine Lepaute. Halley não sobreviveu para ver o regresso do cometa, pois faleceu no ano de 1742.
A possibilidade de o cometa Halley ser periódico já tinha sido levantada no século I D.C. por astrónomos Judeus. Esta teoria baseia-se numa passagem do Talmudeque refere "uma estrela que aparece em cada setenta anos e assombra os capitães dos navios".

Aparições

O cometa Halley foi registrado pela primeira vez em 240 a.C (Registros do Historiador)
O cometa foi registrado pela primeira vez em 240 a.C. e mostrou-se visível a olho nu em todas as suas trinta aparições registradas.
Nos anos 374607837 e 1066, apresentava um brilho maior do que a mais brilhante das estrelas do hemisfério celestial norte. A aparição de 1066 ficou registrada nas tapeçarias de Bayeux. O brilho do cometa, quando está no periélio, tem sido interpretado como uma indicação de que este perde aproximadamente 3x1011 kg degás e poeira em cada aparição; este valor representa cerca de 0,1% da sua massa total. As partículas de poeira maiores compõem um grupo de meteoros que é atraído pela Terra duas vezes por ano. Isto tem como consequência as chuvas de meteoros Eta Aquáridas, no final de abril, e Oriónidas, no final de outubro.
massa deste fluxo de meteoros indica que o cometa está na meia-idade: foi capturado pelo campo gravitacional de Júpiter, que o obrigou a descrever a órbita atual mais ou menos 200 mil anos atrás, numa época em que seu núcleo tinha aproximadamente 19 km de diâmetro. Este núcleo agora tem mais ou menos 11 km de diâmetro e dentro de 300 mil anos terá desaparecido completamente. O sucesso da predição de Edmond Halley do retorno de seu cometa em 1759 foi considerado como uma prova sensacional da lei da gravitação de Newton.

1910

Em 1910, uma série de notícias a respeito do cianogénio, gás letal presente na cauda do cometa, criou um clima de pânico à escala global.
Porem o que ocasionou tal receio foi decorrente de descobertas científicas sobre a composição química dos cometas. Pela primeira vez, os astronomos identificaram os elementos químicos de um cometa, que incluía componentes venenosos, e esta informação foi divulgada pela imprensa. Houve tentativas de explicar que, mesmo ao aproximar-se mais da Terra — na noite de 18 para 19 de Maio —, o cometa não poderia envenenar. Desenrolou-se a partir daí um conjunto de superstiçõesespeculações e de exploração comercial sobre este cometa.[1]
Das mentes criativas das pessoas na época saíram máscaras para escapar aos gases, comprimidos que prometiam ser um antídoto ao veneno, e até guarda-chuvas para se protegerem. O Halley passou e continuou a sua órbita sem causar danos de qualquer espécie na Terra.[1]

1985/1986

No ano próximo à reaparição de 1986, a humanidade tinha 28 anos de era espacial e uma frota de espaçonaves foi enviada para observá-lo, inclusive a sonda Giotto em julho de 1985.
Estava também planejado que duas missões do Ônibus Espacial[2] , a STS-51-L, que resultou na destruição do Challenger, e a STS-61-E, observariam o cometa a partir da órbita terrestre baixa. A STS-61-E seria a missão seguinte a decolar após o final do voo do Challenger. Agendada para Março de 1986, transportaria o observatório ASTRO-1, uma plataforma de estudo do Halley.[3] A missão foi cancelada e o Astro-99, com uma nova circunferência de telescópios, somente foi ao espaço no final de 1990.

Aparição no futuro

O próximo periélio do Cometa Halley será em 28 de julho de 2061 e será visível em praticamente todo o planeta.


No Rasto do Cometa Halley....
O cometa causou pânico em sua passagem em 1910
Foto: Nasa / Divulgação


ORION




http://www.raremaps.com/gallery/detail/36717/LEridan_Orion_et_Le_Lievre/Flamsteed-Fortin.html
Title: L'Eridan, Orion et Le Lievre    Map Maker: John Flamsteed /  MJ Fortin


A figura do Gigante Caçador 
é inteiramente centralizadora de vários outros Asterismos
que fazem parte do Mito em torno a Orion.

A constelação Taurus e as Pleiades, M45:

De acordo com a mitologia clássica, 
Orion era um caçador que buscava alcançar as Pleiades, 
as belas filhas de Atlas. 

As Pleiades ou Atlântidas eram as sete filhas de Atlas e Pleione, 
seis das quais podem ser vistas a olho nu e uma invisível ou “perdida”. 

Elas eram as companheiras virgens de Diana 
e foram levadas para o céu para escaparem do Gigante Orion 
que as importunava. 

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Diana pode ser considerada como a versão romana para Artemis.
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Constelações Scorpius:


...... lenda conta que, tendo (Artemis) ela se apaixonado perdidamente pelo jovem Orion, e se dispondo a consorciá-lo, o seu enciumado irmão Apolo impediu o enlace mediante uma grande perfídia: achando-se em uma praia, em sua companhia, desafiou-a a atingir, com a sua flecha, um ponto negro que indicava a tona da água, e que mal se distinguia, devido à grande distância. Ártemis, toda vaidosa, prontamente retesou o arco e atingiu o alvo, que logo desapareceu no abismo no mar, fazendo-se substituir por espumas ensanguentadas. Era Orion que ali nadava, fugindo de um imenso escorpião criado por Apolo para persegui-lo. Ao saber do desastre, Ártemis, cheia de desespero, conseguiu, do pai, que a vítima e o escorpião fossem transformados em constelação. Quando a de Órion se põe, a de escorpião nasce, sempre o perseguindo, mas sem nunca alcançar.



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Neste relato mais acima,

penso que podemos incluir no cenário voltado para o Mito de Orion,
a constelação do rio dos céus estrelados, Eridanus,
bem como a constelação do Navio
- ambas constelações suprindo as questões voltadas para as águas
(do Rio e do mar).
E não podemos nos esquecer das presenças próximas
de Cetus, a Baleia, o Monstro Marinho,
e de Pisces, os Peixes.


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Outra versão é a de que Órion tentou violentar a deusa Ártemis. A fim de castigá-lo, Ártemis mandou um escorpião gigantesco morder-lhe o calcanhar, matando-o. Pelo serviço prestado à deusa, o escorpião foi transformado em constelação, simbolizando a raiva de Artemis por ter sido ameaçada de estupro ou, segundo algumas versões, por ter tido sua oferta afetiva e sexual rejeitada. .

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 Richard Hinckley Allen, em seu famoso e importantíssimo livro
Star Names — Their Lore and Meaning -,
nos fala bem sobre 
ESCORPIÃO E ÓRION:
... Aratos said:
When the Scorpion comes
Orion flies to utmost end of earth.
Quando o Escorpião chega,
Orion desaparece no final da terra.

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E ainda, em termos do cenário acolhendo Orion e seu Mito,
podemos incluir as constelações Canis Major e Canis Minor
- os cães que acompanham o Caçador -
e, certamente, Lepus, a Lebre.






http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/8/8e/Orion_above_the_VLT_.png/853px-Orion_above_the_VLT_.png


Description
English: The great hunter Orion hangs above ESO’s Very Large Telescope (VLT), in this stunning, previously unseen, image. As the VLT is in the Southern Hemisphere, Orion is seen here head down, as if plunging towards the Chilean Atacama Desert. At night the four giant 8.2-metre Unit Telescopes of the VLT are all turned skywards to help astronomers in their quest to understand the Universe. The band of the Milky Way, criss-crossed by contrasting dark dust lanes, stretches up over the VLT’s Unit Telescope 3 (Melipal), with the bright star Capella glinting just above the telescope. Up and to the left, Orion’s belt and sword, containing the Orion Nebula, lie between the blue star Rigel and the orange Betelgeuse. The red Rosetta Nebula is seen in the middle part of the Milky Way, while Sirius, the brightest star in the night sky, hangs above the scene. The red patch just above the VLT Unit Telescope 2 (Kueyen) is the California Nebula, nicely offset by the blue of the beautiful Pleiades star cluster a little to the left and above.
Date
SourceESO
AuthorESO/Y. Beletsky; cropped for article display purposes by H Debussy-Jones (talk) 21:33, 19 November 2009 (UTC)




Eu sou realmente encantada 
com os desenhos formados pelas estrelas 
que compõem a constelação Orion:
podemos ver seu corpanzil, sua cabeça,
 seu braço levantando a clava 
e seu outro braço segurando o leão abatido. 
Podemos ver seu Cinturão 
famoso por suas três estrelas óbvias:
 as chamadas Três Marias
 e que também são conhecidas como 
Mintaka, Alnilan e Alnitak.  
Podemos ver sua Espada!

E, com boa visão 
e sempre em lugares de céus escuros e transparentes,
podemos ver a olho nu
 - ou entrever com visão enviesada - 
os objetos celestes (esfumaçados) rondando a estrela Alnitak 
bem como apreciarmos imensamente e sempre a olho nú
 os objetos (esfumaçados) que perfazem a Espada de Orion.

Na aparente proximidade da estrela Alnitak 
(uma das conhecidas Três Marias
formando o Cinturão do Gigante Orion),
vamos encontrar o Objeto Messier 78.
Na Espada de Orion, vamos encontrar os Objetos Messier
M42 e M43!

Quer dizer, O Cinturão e a Espada de Orion
não somente encantam nossa visão
como também encantam nossa Maratona de Objetos Messier.


É claro, confesso, que sempre podemos ter a boa ajuda

de um simpático par de binóculos
bem como de um simpático telescópio
para bem podermos observar com maior nitidez
todos estes objetos maravilhosos, em Orion!


E sempre podemos nos deleitar com as imagens soberbas

realizadas pelas lentes ópticas dos fotógrafos mais profissionais
e pelos super-telescópios!


A bem da verdade, penso que a constelação do Gigante Orion

sempre nos encanta de qualquer maneira que a contemplemos, 
seja através nossa visão desarmada
 ou através nossa visão por detrás de lentes ópticas poderosas!


Mario Jaci Monteiro - As 88 Constelações, Cartas Celestes - CARJ



Excerto de 
Mario Jaci Monteiro - As 88 Constelações, Cartas Celestes







 ORION, O GIGANTE CAÇADOR



Posicionamento:
Ascensão Reta  4h41m / 6h23m    Declinação -11o.0 / +23o.0

Mito:
O Gigante Orion foi criado por Júpiter e Mercúrio, a pedido de Hireus.  
Ele foi cego por Enopin e Baco 
por sua forma de tratar a filha do primeiro, 
porém recuperou sua visão 
através a exposição de seus olhos ao sol nascente.  
E porque ele dizia 
que podia eliminar qualquer animal desse mundo,
 o Escorpião lhe picou e Orion morreu.



Algumas Informações Interessantes acerca esta Constelação:

Esta é uma constelação muito interessante 
e a linha do Equador celestial passa por ela 
exatamente em sua estrela Mintaka, Delta Orionis, 
que faz parte do famoso Cinturão de Orion,
 mais popularmente conhecido como As Três Marias.


Fronteiras:
Orion encontra-se situado entre as constelações Monoceros, Gemini, Taurus, Eridanus e Lepus.


6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986


http://www.eso.org/public/archives/images/screen/potw1347a.jpg
http://www.eso.org/public/images/potw1347a/
Credit: ESO/B. Tafreshi (twanight.org)
Babak Tafreshi, one of the ESO Photo Ambassadors, has captured the antennas of the Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) in an enthralling image combining the beauty of the southern sky with the amazing dimensions of the biggest astronomical project in the world.
Thousands of stars are revealed to the naked eye in the clear skies over the Chajnantor Plateau. Its dry and transparent night sky is one of the reasons ALMA has been built here. Surprisingly bright in the upper left corner of the picture, there is a tightly packed bunch of young stars, the Pleiades Cluster, which was already known to most ancient civilisations. The constellation of Orion (The Hunter) is clearly visible over the closest of the antennas — the hunter’s belt is formed by the three blue stars just to the left of the red light. According to classic mythology, Orion was a hunter who chased the Pleiades, the beautiful daughters of Atlas. When seen through the thin atmosphere over the Atacama, it almost seems that this epic hunt is really happening.
http://www.eso.org/public/images/potw1347a/

(Minha simples tradução literal 
para o texto explicativo acima acerca esta belíssima imagem
 realizada por Babak Tafreshi)

Milhares de estrelas nos são apresentadas a olho nu nos céus  límpidos do Plateau Chajnantor.  O céu noturno seco e transparente é uma das razões pelas quais ALMA foi ali construído.  Surpreendentemente iluminado no canto esquerdo ao alto da foto encontra-se um aglomerado de estrelas jovens bem compactadas, o Aglomerado das Pleiades (que também era conhecido nas antigas civilizações).  A constelação de Orion (O Caçador) é claramente visível e bem próximo às antenas - o Cinturão do Caçador sendo formado peles três estrelas azuladas bem à esquerda da luz vermelha.  De acordo com a mitologia clássica, Orion era um caçador que buscava alcançar as Pleiades, as belas filhas de Atlas.  Quando visto através a atmosfera delicada do Atacama, nos parece que esse épico de caçada está realmente acontecendo.




Caro Leitor,

Aproveitando este momento de observação 
das Orinídeas,
penso que podemos bem observar

a constelação Orion.

Estaremos comentando um tantinho
sobre o desenho que as estrelas fazem acontecer
através o delineio da figura ímpar e por todos reconhecida
do Gigante Caçador,
apresentando não somente seus famosos Cinturão e Espada
como também seu corpanzil, como um todo
(cabeça, tronco e membros superiores e inferiores)
e ainda sua clava aterrorizadora
e a pele do leão (infelizmente!) abatido
e que espelha a bravura do Caçador dos céus estrelados!
Aliás, nem sempre esta representação acontece através a pele do leão
e sim através o escudo do Gigante Guerreiro.
Em minha visão pessoal desse agrupamento de estrelas,
penso que a segunda representação (o escudo)  é mais aceitável.


Muitas dessas estrelas podem ser bem observadas
somente em lugares de céus escuros e transparentes
e em noites de ausência de Lua
- como a pele do leão abatido ou escudo, 
um dos braços levantado e segurando a clava,
a cabeça de Orion,
sua maravilhosamente estonteante Espada!


No entanto, penso que em lugares muito iluminados
certamente o Caro Leitor poderá identificar
as estrelas formadoras do tronco apontando para os braços do Gigante
- Betelgeuse e Bellatrix -
bem como para as estrelas apontando para seus pés
- Rigel e Saiph.
E, é claro, as famosas Três Marias, o Cinturão de Orion!


Boa Observação e Bons Estudos!

Com um abraço estrelado,
Janine Milward

http://eternosaprendizes.com/2008/10/24/orion-o-cacador-flagrado-na-festa-da-floresta-negra/


A CABEÇA DO GIGANTE CAÇADOR ORION

Caro Leitor,
as estrelas que perfazem o delineamento da Cabeça de Orion
somente podem ser visualizadas a olho nu 
em lugares de céus realmente bem escuros e transparentes
- e, mesmo assim, em muitos dos casos, será preciso o uso de visão enviesada
para melhor observar este lugar da constelação.

A estrela mais proeminente da Cabeça é Meissa, Lambda Orionis,
e é acolhida por Collinder 69, um Aglomerado Aberto de estrelas
também conhecido como Lambda Orionis Association
e que envolve desde a Cabeça até os Ombros do Gigante.


Programa Stellarium



Programa Stellarium


EM TEMPO:
Caro Leitor, as ilustrações abaixo
(copiadas do site http://www.constellationsofwords.com)
acontecem a partir de desenho original realizado por 
William Tyler Olcott
 (1873–1936) was an American lawyer and amateur astronomer.
In 1909, after attending a lecture by Edward Charles Pickering, he developed an interest in observing variable stars. In 1911, he founded the American Association of Variable Star Observers (AAVSO).[1] W. Olcott also published several books to popularize the field of amateur astronomy.
http://en.wikipedia.org/wiki/William_Tyler_Olcott


Meissa
http://www.constellationsofwords.com/stars/Meissa.html


Meissa - Lambda Orionis - Estrela Dupla
Ascensão Reta 05h32m Declinação +09o.54
Magnitude visual 3,6 e 5,6 Distância entre estrelas 4”,32
A Cintilante, 
nome árabe que alude ao brilho notável desta estrela.




Reunião de Informações a partir de
6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




Meissa (Lambda Orionis, λ Orionis) is a star in the constellation Orion. "Meissa" derives from the Arabic "Al-Maisan" which means "The Shining One". This term was used for Gamma Gemini (Alhena), but was somehow also mistakenly applied to Meissa and the name stuck. The original Arabic name for this star, "Al Hakah" (the source for another name for it, "Heka") refers to the Arabic lunar mansion that includes this star and the two of φ Ori (Al Haḳʽah, "a White Spot").[5]
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This star is the dominant member of a 5 million year old star-forming region known as the λ-Orionis cluster,[10] or Collinder 69. The intense ultraviolet energy being radiated by this star is creating the S 264[11] H II region in the neighboring volume of space, which in turn is surrounded by an expanding ring of cool gas that has an age of about 2–6 million years. The expansion of this gaseous ring may be explained by a former binary companion of Meissa that became a Type II supernova.


LEIA MAIS EM



Collinder 69 (Lambda Orionis Association)
envolvendo os ombros e a cabeça de Orion


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Image from Voyager by CapellaSoft


Collinder 69 (Lambda Orionis Association) is an open star cluster located north-west of the star Betelgeuse in the constellation ofOrion. It is about five million years old and roughly 1,300 ly (400 pc) away from the Sun.[1] Included within the cluster is a double starnamed Meissa. With the rest of Orion, it is visible from the middle of August in the morning sky, to late April before Orion becomes too close to the Sun to be seen well. It can be seen from both the northern hemisphere and the southern hemisphere.
The cluster is following an orbit through the Milky Way that has a period of 227.4 million years with an ellipticity of 0.06, carrying it as far as 28 kly (8.6 kpc) from the Galactic Center, and as close as 25 kly (7.7 kpc). The inclination of the orbit carries it up to 260 light-years (80 parsecs) away from the galactic plane. On average it crosses the plane every 33.3 million years.[1]


http://media.skysurvey.org/interactive360/index.html








O CORPANZIL DE ORION
desenhado por Estrelas
(cabeça, tronco e membros superiores e inferiores)
e ainda sua clava aterrorizadora.



orion constellation,rigel,betelgeuse,orions belt
Orion constellation, cropped from photo by Hubble, ESA, Akira Fujii




Programa Stellarium


Sempre que olhamos para o Gigante Caçador Orion,
é certo que prontamente nossos olhos nos levam
a observar o quadrado/retângulo de estrelas que formam 
o tronco juntamente com as pernas dessa famosa figura estelar!

A estrela Betelgeuse 
nos atrai a atenção em função de sua cor intensamente alaranjada
- o que a diferencia imensamente das demais estrelas da constelação.

Betelgeuse é a Alpha Orionis, sim,
embora sempre me parece que Rigel, um dos pés do Gigante
e estrela Beta Orionis, é que deveria ocupar esse primeiro posto.

A bem da verdade, Betelgeuse é a segunda estrela mais brilhante
da constelação Orion porque a primeira mais brilhante é realmente Rigel!


Betelgeuze
http://www.constellationsofwords.com/stars/Betelgeuse.html


Betelgeuse.  Alpha Orionis. 
Ascensão Reta 05h54,0m - Declinação +07o 24’
Magnitude visual 0,41 - Distância 520 anos-luz

Uma estrela supergigante, variável irregular alaranjada
situada no ombro direito de Orion. De Ibt al Jauzah, o braço do Gigante.  



Em outra versão, A Mão dos Gêmeos, 

nome que faz alusão à constelação dos Gêmeos

 e provém da expressão árabe iad-al-Gaouza 
que, por uma leitura incorreta, foi transcrita no ocidente como Betelgeuse.



Reunião de Informações a partir de
6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




Alpha Orionis (α Orionis) conhecida como Betelgeuse é uma estrela de brilho variável sendo a 10ª ou 12ª estrela mais brilhante no firmamento. É também a segunda estrela mais brilhante na constelação de Orion. Apesar de ter a designação α ("alpha") na Classificação de Bayer, ela não é mais brilhante que Rigel (β Orionis).
Betelgeuse é na verdade mais brilhante do que Rigel no comprimento de onda infravermelho, mas não nos comprimentos de onda visíveis.
...................................  Leia muito mais em
http://pt.wikipedia.org/wiki/Betelgeuse








Programa Stellarium








Caro Leitor,

eu sou sempre muitíssimo apaixonada pela estrela-beta Orionis, Rigel,

pois que a partir dela entra em cena o maravilhoso Rio dos céus estrelados, Eridanus,
correndo desde a estrela Cursa, que se encontra bem ao lado de Rigel,
e vai sinuosamente enredilhando-se em águas estelares bem tímidas
e que podem ser visualizadas somente em lugares de céus escuros e transparentes
e em noites de ausência de Lua,
até encontrar sua Foz realizada através a estrela-alpha Eridanii,
 Achernar, a bela do sul.





Rigel




Rigel.  Beta Orionis - Estrela Dupla
Ascensão Reta 05h13,6m - Declinação -08o 13’
Magnitude visual 0,34 e 7,0 - Distância 900 anos-luz

Distância entre estrelas 9”,46
Uma estrela supergigante dupla branca azulada situada no pé esquerdo de Orion. 

 De Rijl, o Pé.  É a sétima estrela mais brilhante do céu.




Reunião de Informações a partir de
6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986





Rígel (Rigel, β Ori, β Orionis, Beta Orionis) é a estrela mais brilhante da constelação de Orion, e a sétima mais brilhante do céu,3 com magnitude aparente 0,12. Apesar de ter a designação de Bayer "beta", ela quase sempre é mais brilhante que Betelgeuse (Alpha Orionis).
...................................  Leia muito mais em
http://pt.wikipedia.org/wiki/R%C3%ADgel










Bellatrix
http://www.constellationsofwords.com/stars/Bellatrix.html


Bellatrix. Gama Orionis. 
Ascensão Reta 05h24,0 - Declinação +06o 20’
Magnitude visual 1,70 - Distância 470 anos-luz

Uma estrela ligeiramente variável amarelo-pálida no ombro esquerdo de Orion.  

O nome significa a Mulher do Guerreiro 

mas também pode ser compreendido como Destruição Rápida 

ou Chegada Imediata.




Reunião de Informações a partir de
6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




Bellatrix, também conhecida pela designação de Bayer Gamma Orionis (γ Ori, γ Orionis), é a terceira estrela mais brilhante da constelação de Orion e a 27ª mais brilhante do céu noturno, com uma magnitude aparente de 1,64. O nome Bellatrix vem do latim e significa guerreira. Nas tábuas afonsinas, é também chamada deEstrela Amazona, uma tradução do nome árabe Al Najīd. A estrela forma o ombro esquerdo do caçador Órion.8 Bellatrix é uma das quatro estrelas de navegação em Orion que são usadas para navegação astronômica.9 Com base em seu paralaxe de 12,92 mas,1 está a aproximadamente 250 anos-luz da Terra.

Bellatrix é uma estrela massiva com cerca de 8,4 vezes a massa do Sol. Sua idade é estimada em aproximadamente 20 milhões de anos,3 longa o bastante para uma estrela dessa massa consumir o todo o hidrogênio de seu núcleo e se tornar uma estrela gigante.6 A temperatura efetiva da camada externa de Bellatrix é de 22 000 K,5 bem mais quente que a do Sol de 5,778 K. Essa alta temperatura da à estrela com um tom azul-branco típico de estrelas de classe B.10 Seu diâmetro angular, após correções de escurecimento de bordo, é de 0,72 ± 0,04 mas.11 Seu tamanho é cerca de seis vezes o do Sol.4 6
........................................ Leia muito mais em
http://pt.wikipedia.org/wiki/Bellatrix




Saiph
http://www.constellationsofwords.com/stars/Saiph.html

Saiph - Kappa Orionis
Ascensão Reta 05h46,8m - Declinação -09o 41’
Magnitude visual 2,20 - Distância 2100 anos-luz
A Espada do Gigante, denominação árabe
 para indiciar o grupo das estrelas Theta, Iota e Nu Orionis.




Reunião de Informações a partir de
6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



Saiph, também conhecida pela designação de Bayer Kappa Orionis (κ Ori, κ Orionis), é a sexta estrela mais brilhante da constelação de Orion. Das quatro estrelas que compõem o quadrilátero principal de Orion, Saiph é a estrela no canto inferior esquerdo. O nome Saiph vem do árabe saif al jabbar, 'سیف الجبّار' literalmente espada do gigante.6

............................. Leia muito mais em
http://pt.wikipedia.org/wiki/Saiph









O CINTURÃO E A ESPADA
DO GIGANTE CAÇADOR
ORION



Programa Stellarium





Programa Stellarium




O  Asterismo denominado de
 O Cinturão de Orion
é composto pelas estrelas Delta, Epsilon e Zeta Orionis.



Caro Leitor,
quem não conhece As Três Marias?!?

Nâo há quem não conheça as Três Marias!

A olho nú, a visão dessas três belas estrelinhas
é a mais popular de todas as visões dos céus estrelados!

No entanto,
existe um mundo de maravilhamento ainda por detrás
dessas três simples estrelinhas, sorridentes e sempre tão amigas!

(Confira em
http://oceudomes.blogspot.com.br/2015/01/o-famoso-cinturao-do-gigante-cacador.html)




Programa Stellarium


Cingula Orionis. Delta e Epsilon Orionis.
Este é o Cinto de Orion.

O Cinto ou Cinturão de Órion 
é popularmente conhecido por suas três estrelas 

compondo As Três Marias 

- Mintaka, Alnitak e Alnilan:


orion's belt,belt of orion,orion constellation,alnitak,alnilam,mintaka
Orion's Belt: Alnitak, Alnilam, and Mintaka, are the bright bluish stars from east to west (left to right) along the diagonal in this gorgeous cosmic vista. Otherwise known as the Belt of Orion, these three blue supergiant stars are hotter and much more massive than the Sun. They lie about 1,500 light-years away.
 Photo: Astrowicht


Mintaka

http://www.constellationsofwords.com/stars/Mintaka.html




Mintaka.  Delta Orionis. 
Ascensão Reta 05h31,0m - Declinação -00o 19’
Magnitude visual 2,48 - Distância 1500 anos-luz
Uma estrela dupla vagamente variável, 
do branco brilhante ao vileta pálido, situada no Cinturão de Orion. A Faixa, 

proveniente do árabe Al Mintakah.



Reunião de Informações a partir de
6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986


Delta Orionis (δ Ori / δ Orionis), também conhecido como Mintaka (do árabe منطقة manţaqah, "área"),1 é um sistema estelar múltiplo na constelação de Orion. Juntamente com Epsilon Orionis (Alnilam) e Zeta Orionis (Alnitak), Delta Orionis forma o cinturão de Orion, conhecido por diversos nomes de culturas antigas (popularmente como "As Três Marias").
O sistema Delta Orionis é constituído por uma estrela principal, uma estrela de magnitude aparente 7 que está a 52 segundos de arco da principal e uma outra estrela mais fraca ainda de magnitude 14. O componente principal em si é duplo, consistindo de uma estrela gigante de classe B e uma outra de menor de classe O. Essas estrelas se orbitam a cada 5,73 dias.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Delta_Orionis





Alnilam

http://www.constellationsofwords.com/stars/Alnilam.html




Alnilan. Epsilon Orionis. Estrela Dupla
Ascensão Reta 05h35,2 - Declinação -01o 13’
Magnitude visual 1,75 - Distância 1600 anos-luz
Uma estrela branca e brilhante 
ocupando a posição central no Cinto de Órion. 

De Al Nitham, o Colar de Pérolas.



Reunião de Informações a partir de
6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986


Epsilon Orionis (ε Ori, ε Orionis), também chamado de Alnilam, é a quarta estrela mais brilhante da constelação de Orion. Juntamente com Delta Orionis (Mintaka) eZeta Orionis (Alnitak), Delta Orionis forma o cinturão de Orion, conhecido por diversos nomes de culturas antigas (popularmente conhecidas como "As Três Marias").
Epsilon Orionis é uma supergigante azul-branca de tipo espectral B0Iab. Está a 1340 anos-luz da Terra.
Epsilon Orionis é cercado pela nuvem molecular NGC 1990, que é iluminada com seu brilho. Os seus ventos estelares podem chegar a 2 000 km/s, fazendo a estrela perder massa cerca de 20 milhões de vezes mais rapidamente do que o Sol. É provável que Epsilon Orionis se torne uma gigante vermelha e exploda como umasupernova no futuro.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Epsilon_Orionis



http://it.wikipedia.org/wiki/File:Testa_di_cavallo.jpg

Caro Leitor,
saiba muito mais sobre a aparente vizinhança
das estrelas Alnilan e Mintaka
acessando
http://oceudomes.blogspot.com.br/2015/01/o-famoso-cinturao-do-gigante-cacador.html







Alnitak

http://www.constellationsofwords.com/stars/Alnitak.html


Alnitak - Zeta Orionis - Estrela Tripla
Ascensão Reta 05h39,7m  - Declinação -01o 57’
Magnitude visual 1,79 - Distância 1600 anos-luz
O Cinto, 
vocábulo árabe que desgina a cintura do gigante Órion.



Reunião de Informações a partir de
6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



Zeta Orionis (ζ Ori, ζ Orionis), conhecida tradicionalmente como Alnitak (do árabe النطاق an-niṭāq, "o cinto"),1 é uma estrela tripla na constelação de Orion. Juntamente com Delta Orionis (Mintaka) e Epsilon Orionis (Alnilam), Zeta Orionis forma o cinturão de Orion, conhecido por diversos nomes de culturas antigas (popularmente conhecidas como "As Três Marias"). Zeta Orionis é a estrela mais à esquerda dele.
A estrela primária é uma supergigante azul de magnitude absoluta -5,25, e com magnitude aparente de 1,70, é a estrela de classe O mais brilhante do céu. Ela tem duas companheiras de magnitude 4. As estrelas são membros da associação Orion OB1.
.............................  Leia muito mais em
http://pt.wikipedia.org/wiki/Zeta_Orionis



Programa Stellarium



Caro Leitor,
saiba muito mais sobre a aparente vizinhança
da estrela Alnitak
acessando
http://oceudomes.blogspot.com.br/2015/01/o-famoso-cinturao-do-gigante-cacador.html




Ficheiro:HorseheadHunterWilson.jpg
Descrição
English: Region of the Horsehead Nebula south of star Alnitak in Orion.
Data
OrigemObra do próprio
AutorHewholooks


The Flame Nebula (on the left bottom) & The Horsehead Nebula (in the center) are both located about 1,500 light-years away from us in the Orion Molecular Cloud Complex, an active star-forming region in the constellation of Orion.












A ESPADA DE ORION



Programa Stellarium



Eu penso que as famosas Três Marias, o Cinturão de Orion,
são conhecidas por todos nós, sempre,
e facilmente visualizadas nos céus estrelados, não é verdade?


No entanto, o Cinturão de Orion possui uma serventia:
O Caçador Gigante precisa de um facão, ou uma faca, ou uma espada, algo assim,
e a Espada de Orion é uma imagem absolutamente magnífica
de ser visualizada!


Porém, para que possamos efetivamente realizar essa observação,
essa visualização da famosa Espada de Orion,
é preciso que estejamos em um lugar de céus escuros e transparentes
e em momento de ausência de Lua, certamente!


Eu pessoalmente me sinto bem feliz e realizada
por morar em um lugar rural e sob um céu satisfatório
(apesar de as luzes das cidades mais próximas avançarem
 e se aproximarem, infelizmente)
e poder contemplar essas maravilhas que os céus estrelados nos oferecem
em visualização a olho nú.


Em termos da Espada de Orion, Caro Leitor,
mesmo em lugares de céus muito iluminados,
penso que você poderá usar seu par de binóculos simpáticos
e buscar visualizar a belíssima, a magnífica Espada de Orion, sim!




Programa Stellarium




Existe um Asterismo denominado de 
A Espada de Orion, 
composto pelas estrelas Teta e Iota Orionis.

Neste Asterismo, 
estaremos encontrando 
os Objetos Messier
M42 e M43.


Algjebbah - Eta Orionis - Estrela Dupla
Ascensão Reta 5h22m  Declinação +2o.26
Magnitude visual 3,7 e 5,1 Distância entre estrelas 37”,95
A Espada do Gigante, nome árabe.


Theta Orionis - O Trapézio - Estrelas Duplas
Ascensão Reta 05h32m  Declinação - 05o.25
Distância entre estrelas: 8”,922 - 12”,98 - 21”71
Magnitudes: 6,9 e 6,0 - 6,9 e 5,4 - 6,9 e 6,8


Iota Orionis - Estrela Dupla
AR 05h33m  Dec - 5o.25
Magnitude visual 2,9 e Distância entre estrelas 74 11”,41


6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986







Credit :  NOAO/AURA/NSF/A. Block/R. Steinberg


The Sword of Orion




Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes
Excerto de Orion




Eta Orionis (η Ori / η Orionis) é uma estrela variável Beta Cephei na constelação de Orion.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Eta_Orionis


Theta Orionis, The Trapezium

This is the Trapezium, Theta Orionis
Theta Orionis is probably the most famous multiple star system in the entire sky.
Ten of its members can be seen here. There are many more hidden in the dust of the Orion Nebula, which is a factory for star birth.
This is a composite of just 81 seconds of total exposure with 5 x 10 seconds at ISO 1600, 2 x 10 seconds at ISO 400, 1 x 1 second at ISO 400, and 2 x 5 seconds at ISO 400 combined via layer masks in Photoshop into a high-dynamic range image.




The Trapezium or Orion Trapezium Cluster, also known by its Bayer designation of Theta1 Orionis, is a tight open cluster of stars in the heart of the Orion Nebula, in theconstellation of Orion. It was discovered by Galileo Galilei. On February 4, 1617 he sketched three of the stars (A, C, D), but missed the surrounding nebulosity.[1][2][3] The fourth component (B) was identified by several observers in 1673, and several more components were discovered later, for a total of eight by 1888. Subsequently several of the stars were determined to be binaries. Telescopes of amateur astronomers from about 5 inch aperture can resolve six stars under good seeing conditions.[4]
The Trapezium is a relatively young cluster that has formed directly out of the parent nebula. The five brightest stars are on the order of 15-30 solar masses in size. They are within a diameter of 1.5 light-years of each other and are responsible for much of the illumination of the surrounding nebula. The Trapezium may be a sub-component of the larger Orion Nebula Cluster, a grouping of about 2,000 stars within a diameter of 20 light-years.
http://en.wikipedia.org/wiki/Trapezium_Cluster

Theta1 Orionis C (θ1 Orionis C) is a member of the Trapezium open cluster that lies within the Orion Nebula. The star C is the most massive of the four bright stars at the heart of the cluster. It is an O class blue main sequence star and has the highest surface temperature of any star visible to the naked eye; it is one of the most luminous stars known, with an estimated absolute magnitude in visible wavelengths of about −3.2. Its high luminosity and large distance (about 1,500 light years) give it an apparent visible magnitude of 5.1.
This star is responsible for generating most of the ultraviolet light that is slowly ionizing (and perhaps photoevaporating) the Orion Nebula. This UV light is also the primary cause of the glow that illuminates the Orion Nebula. The star emits a powerful stellar wind that is a hundred thousand times stronger than the Sun's, and the outpouring gas moves at 1,000 km/s.
Infrared observations of Theta1 Orionis C have shown that it is actually a close binary system. It also displays optical variability and is a variable X-ray source. Separate components of the system were resolved in visible light in August of 2013 with an adaptive optics system installed to the Magellan II telescope[1]
It is expected that this star will expand into a red supergiant and end its life as a supernova within a few million years from now.
http://en.wikipedia.org/wiki/Theta1_Orionis_C

Theta2 Oriontis (43 Oriontis) é uma estrela na direção da constelação de Orion. Possui uma ascensão reta de 05h 35m 22.90s e uma declinação de −05° 24′ 57.8″. Sua magnitude aparente é igual a 4.98. Considerando sua distância de 1895 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a −3.84. Pertence à classe espectral O9.5Vpe.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Theta2_Orionis




Ensis
http://www.constellationsofwords.com/stars/Ensis.html




Hatsya
http://www.constellationsofwords.com/stars/Hatsya.html

Hatysa (ι Ori / ι Orionis / 44 Orionis) é uma estrela da constelação de Orion, a oitava mais brilhante da constelação e a mais brilhante das que formam a espada deOrion, com magnitude aparente +2,75. A estrela também é conhecida pelo nome árabe Na'ir al Saif, que significa precisamente "A brilhante da espada".
Situada a uma distância aproximada de 1300 anos luz, embora possa ser até 2000 anos luz, Hatysa é uma gigante azul do tipo espectral O9III muito quente. Com uma temperatura efectiva de 31.500 K, é mais de 25.000 K mais quente que o Sol.
Hatysa é uma binária espectroscópica. Junto com a gigante azul, com um período orbital de apenas 29 dias, move-se uma estrela branco-azulada do tipo B1 numaórbita muito excêntrica que faz com que a separação entre as duas estrelas oscile entre 0,11 e 0,8 UA. A grande excentricidade do sistema pode explicar-se com base em duas estrelas fugitivas do tipo espectral quase idêntico, AE Aurigae e μ Columbae. O cálculo das trajectórias das estrelas sugere que há 2,5 milhões de anos, um encontro próximo entre dois sistemas binários resultou na expulsão a grande velocidade de duas das estrelas -AE Aurigae e μ Columbae- enquanto que as outras duas conseguiram permanecer unidas numa órbita muito excêntrica.
Outras duas estrelas mais afastadas, a 50 e 11 segundos de arco, completam o sistema estelar de Hatysa.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Hatysa












A PELE DO LEÃO ABATIDO
OU O ESCUDO DO GIGANTE CAÇADOR E GUERREIRO




Programa Stellarium




Caro Leitor,
é realmente delicioso poder curtir a visão fantástica
composta por estrelas bem tímidas
e enfileiradas enredilhamente, como um fio rendado e sinuoso:
é a pele do leão (infelizmente) abatido
pelo Gigante Caçador Orion.


Bem me recordo a primeira vez em que pude observar este pedacinho
da constelação Orion
e fiquei tão feliz em morar em um lugar de céus escuros e transparentes
e que me proporcionam estas belas observações!




Tabit

http://www.constellationsofwords.com/stars/Tabit.html


Pi3 Oriontis (Tabit, Hassaleh, 1 Oriontis) é uma estrela na direção da constelação de Orion. Possui uma ascensão reta de 04h 49m 50.14s e uma declinação de +06° 57′ 40.5″. Sua magnitude aparente é igual a 3.19. Considerando sua distância de 26 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a 3.67. Pertence àclasse espectral F6V.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pi3_Orionis






http://www.ianridpath.com/atlases/urania/urania29.jpg


Existem ilustrações tanto para a pele do leão abatido
quanto para um belo escudo!

Órion o caçador

http://eternosaprendizes.com/2008/10/24/orion-o-cacador-flagrado-na-festa-da-floresta-negra/

ORION, O GIGANTE CAÇADOR





Os desenhos formados pelas estrelas 
são como janelas que se abrem para a infinitude do universo
 e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais, 
entre o céu e a terra...; 
bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente, 
vai se tornando Cosmos e sendo por nossa mente conscientizado.  

Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

COM UM ABRAÇO ESTRELADO,
Janine Milward

Visite meu Trabalho
em
DA TERRA AO CÉU E AO INFINITO
http://daterraaoceueaoinfinito.blogspot.com.br/