quarta-feira, 9 de novembro de 2016

A Longa e Enredilhada Hydra acolhendo o Fantasma de Júpiter e uma Dança Cósmica!


Olá!

Caro Leitor,
a constelação da Hidra Fêmea, Hydra, é composta por estrelinhas bem tímidas
- com a boa exceção de sua estrela-alpha Alphard! -,
que vão desenhando a figura de um longo corpo 
enrolando-se e enredilhando-se e serpenteando
 através um longo espaço dos céus estrelados!...
- quase como que realizando uma linha divisória
 entre algumas constelações do Zodíaco
- Virgem, Leão e Caranguejo -
(com o Corvo e a Taça e o Sextante colados ao corpo da Hidra
voltado para o norte)
e constelações mais ao sul
- Centauro, Lobo, Navio (Quilha, Popa e Vela)
(com as constelações Máquina Pneumática (Antlia) e Bússola (Pyxis)
coladas ao corpo da Hidra voltado para o sul)!

É sempre uma emoção podermos visualizar a Hydra por inteiro e a olho nú...,
afinal, é maior constelação em termos de área ocupada!

No entanto, é sempre importante que estejamos sob céus escuros e transparentes
e em noites de ausência de Lua!




Stellarium

Stellarium




É sempre bem interessante que possamos divisar
a Cabeça da Hidra
que se posiciona um tantinho ao sul da tímida constelação do Caranguejo
- onde podemos também divisar a olho nú, usando nossa visão enviesada,
a Colmeia de Abelhas ou Presépio ou Objeto Messier 44 ou Manjedoura
ou Berçário de Estrelas!

A Cabeça da Hydra é considerada como um Asterismo 
formado pelas estrelas Epsilon, Delta, Zeta, Ro, Eta, Sigma 
e suas magnitudes vão desde quase 4,
passando por 5 e por 6 e 12 e ainda além.




Stellarium




Certamente, após termos divisado o objeto celeste Presépio
e, um tantinho ao sul, o Asterismo formando a cabeça da Hidra,
nos deixamos encantar diante de
o coração da Hydra sugerido pela estrela-alpha Hydrae, Alphard,
maravilhosamente amarelada/alaranjada e esmaecida 
- porém a mais brilhante

de toda esta longa constelação!



Stellarium




Como você poderá perceber,
Caro Leitor,
a constelação da Hydra é composta por estrelinhas bem tímidas
- com a boa exceção de sua estrela-alpha Alphard, é claro! -,
que vão desenhando a figura de um longo corpo enrolando-se
e enredilhando-se através um longo espaço dos céus estrelados!

Porém, certamente a Hydra nos surpreende imensamente
pelo fato de acolher Objetos Celestes tão inusitados, digamos assim,
como o Fantasma de Júpiter e como a Dança Cósmica
- objetos sendo comentados
nesta Postagem,
Caro Leitor.

No enrolar ou enredilhar do longo corpo sinuoso
 e serpenteado da Hydra,
existe uma fantástica Nebulosa Planetária
 denominada de O Fantasma de Júpiter, NGC 3242


Existe a belíssima imagem 
realizada através a interação entre duas Galáxias, 
uma espiral e outra elíptica
- NGC 2936 e NGC 2937 -
formando o Objeto denominado ARP 142
ora 
chamado de Pingüim (e seu ovo)
ou
ora chamado Golfinho... ou Boto...
e também, quem sabe, figurando um passarinho....

326 milhões de anos nos separam desta maravilha!  

É UMA DANÇA CÓSMICA!



Realmente, Hydra é uma constelação interessantíssima
de ser observada a olho nú
- somente em noites de céus escuros e transparentes
e de ausência da luminosidade da Lua!

E, através potentes telescópios,
Hydra é, certamente, uma constelação
que nos apresenta Objetos Celestes de tirar o fôlego!

Com um abraço estrelado,
Janine Milward








Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes



HYDRA, 
A HIDRA FÊMEA


Posicionamento:
Ascensão Reta  8h8m / 14h58m    Declinação +6o.8 / -35o.3


Mito:
Esta constelação representa a serpente marinha encontrada pelo Corvo 
e usada como desculpa para que não tenha podido trazer a água na Taça 
na missão solicitada por Apollo.

Algumas Informações Interessantes acerca esta Constelação:
Hydra é a mais longa constelação no céu 
e também a maior em termos de área ocupada.


Fronteiras:
 A cabeça da Hydra surge acima do equador em direção à constelação de Câncer, 
o Caranguejo, 
e seu corpo de cobra vai serpenteando através o céu do sul, 
começando em Câncer e tendo o Leão ao norte, 
depois o Sextante e então a Taça e o Corvo e ainda Virgem 
até terminar sua cauda fina em Libra, a Balança. 
Ao sul, a Hydra faz seus encontros com o Cão Menor, 
o Monoceros, a Popa do Navio, o Peixe Austral, Antlia e o Centauro.






http://en.wikipedia.org/wiki/File:HydraCC.jpg

Description
English: Photography of the constellation Hydra, the water snake
Deutsch: Fotografie des Sternbildes Hydra, der Wasserschlange
Date
SourceOwn workAlltheSky.com
AuthorTill Credner



http://www.iau.org/static/public/constellations/gif/HYA.gif





Estrelas e objetos interessantes, em Hydra:



Stellarium


A Cabeça da Hydra é considerada como um Asterismo formado pelas estrelas Epsilon, Delta, Zeta, Ro, Eta, Sigma 
e suas magnitudes vão desde quase 4,
 passando por 5 e por 6 e 12 e ainda além.

(Repare, Caro Leitor, que este Asterismo situa-se
imediatamente abaixo do belíssimo Presépio, em Cancer).


Stellarium


Alphard.  Alpha Hidrae
Ascensão Reta 09h 26,6m - Declinação - 08o 35’
Magnitude visual 2,16 - distância 94 anos-luz
Uma estrela laranja no pescoço da Hidra.  De Al Fard al Shuja,  A Estrela Solitária na Serpente.  Freqüentemente chama de O Coração da Hidra.

U Hydrae - Estrela Variável Irregular
Ascensão Reta 10h35m    Declinação -13o.07
Magnitudes: Max 4,8  Min 5,9  
Tipo IRR    Espectro N2

R Hydrae - Estrela Variável
Ascensão Reta  13h26m       Declinação -23o.01
Magnitudes:  Max 3,5     Min  10,9      Período 387,0
Tipo PLG     Espectro M7e

W Hydrae - Estrela Variável
Ascensão Reta 13h46m           Declinação -28o.07
Magnitudes:  Max 6,5    Min   8,0       Período 380,0
Tipo   PLG       Espectro M4e



6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986


Hydra constellation map.svg
"Hydra constellation map" por Hydra_constellation_map.png: Torsten Brongerderivative work: Kxx (talk) - Hydra_constellation_map.png. Licenciado sob CC BY-SA 3.0, via Wikimedia Commons - https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Hydra_constellation_map.svg#/media/File:Hydra_constellation_map.svg






O FANTASMA DE JÚPITER!




Stellarium




March 31, 1997
NGC 3242: The 'Ghost of Jupiter' Planetary Nebula
Credit:
 B. Balick (U. Washington) et al., WFPC2HSTNASA
Explanation: It's a weed, it's Jupiter, no it's - actually planetary nebula NGC 3242. After a star like our Sun completes fusion in its core, it throws off its outer layers it a striking display called a planetary nebula. NGC 3242 is such a planetary nebula, with the stellar remnant white dwarf star visible at the center. This nebula is sometimes called "The Ghost of Jupiter" for its similar appearance to the familiar planet. NGC 3242 is much farther away however, than the measly 40 light-minutes distance to Jupiter. In fact, by comparing the apparent expansion rate with the actual rate determined from Doppler studies, astronomers have estimated the distance to NGC 3242 to be about 1400 light-years away. The red FLIERs visible near the edges of the nebula remain mysterious.

http://apod.nasa.gov/apod/ap970331.html





NGC 3242, commonly known as the Ghost of Jupiter, is a planetary nebula located in the constellation Hydra.
William Herschel discovered the nebula on February 7, 1785, and cataloged it as H IV.27. John Herschel observed it from the Cape of Good HopeSouth Africa, in the 1830s, and numbered it as h 3248, and included it in the 1864 General Catalogue as GC 2102; this became NGC 3242 in J. L. E. Dreyer's New General Catalogue of 1888.


This planetary nebula is most frequently called the Ghost of Jupiter, or Jupiter's Ghost due to its similar size to the planet, but it is also sometimes referred to as the Eye Nebula.[3] The nebula measures around two light years long from end to end, and contains a central white dwarf with an apparent magnitude of eleven. The inner layers of the nebula were formed some 1,500 years ago.[4] The two ends of the nebula are marked by FLIERs, lobes of fasting moving gas often tinted red in false-color pictures.[5] NGC 3242 can easily be observed with amateur telescopes, and appears bluish-green to most observers. Larger telescopes can distinguish the outer halo as well.[6]


"As nebulosas planetárias receberam esse nome de William Herschel porque quando foram vistas ao telescópio pela primeira vez, elas se pareciam com um planeta , posteriormente se descobriu que elas eram causadas por material ejetado de uma estrela central. Este material é iluminado pela estrela central e brilha, podendo ser observado um espectro de emissão. A estrela central normalmente termina como uma anã branca."
https://pt.wikipedia.org/wiki/Nebulosa



The Ghost of Jupiter, also known as NGC 3242, is located roughly 1,400 light-years away in the constellation Hydra. Spitzer's in

http://www.nasa.gov/content/ghost-of-jupiter-nebula
This ghostly image from NASA's Spitzer Space Telescope shows the disembodied remains of a dying star, called a planetary nebula. Planetary nebulas are a late stage in a sun-like star's life, when its outer layers have sloughed off and are lit up by ultraviolet light from the central star. The Ghost of Jupiter, also known as NGC 3242, is located roughly 1,400 light-years away in the constellation Hydra. Spitzer's infrared view shows off the cooler outer halo of the dying star, colored here in red. Also evident are concentric rings around the object, the result of material being periodically tossed out in the star's final death throes.
In this image, infrared light at wavelengths of 3.6 microns is rendered in blue, 4.5 microns in green, and 8.0 microns in red.
NASA's Jet Propulsion Laboratory, Pasadena, Calif., manages the Spitzer Space Telescope mission for NASA's Science Mission Directorate, Washington. Science operations are conducted at the Spitzer Science Center at the California Institute of Technology in Pasadena. Data are archived at the Infrared Science Archive housed at the Infrared Processing and Analysis Center at Caltech. Caltech manages JPL for NASA.
Image Credit: NASA/JPL-Caltech/Harvard-Smithsonian CfA


Bem, o fato de esta Nebulosa Planetária ser alcunhada
como O Fantasma de Júpiter, não quer dizer que tenha
qualquer relação com o nosso conhecido Planeta Júpiter,
morador em nosso quintal astronômico, quer dizer,
em nosso sistema solar. 

Quer dizer, possivelmente esta denominação
possa ser advinda da belíssima e iluminada estrela anã branca
em seu centro... e de tão iluminada parece evocar Júpiter!
Ou mesmo pode esta denominação acontecer
por este objeto celeste se apresentar envôlto em névoas...
(mesmo porque é uma nebulosa!)



"...............o nome deriva de uma suposta semelhança
 em relação à aparência dos gigantes gasosos.................."


As Nebulosas vão sendo quase sempre nomeadas
 de acordo com as figuras
que vão formando diante de nossos olhos 
(sempre via simpático telescópio).

E também o fato de serem estas Nebulosas classificadas enquanto "Planetárias"
não quer significar que advenham de planetas - nada disso -,
e sim quer significar que são estrelas 
(possuidoras entre 0,8 e 8 massas solares)
que esgotam o seu combustível nuclear.  
Acima do limite de 8 massas solares, 
a estrela explode, dando lugar a uma supernova.
Nosso Sol é uma estrela média 
- o que significa que não irá explodir 
e sim terminará sua vida como uma nebulosa planetária...
e uma estrela branca anã,
lembrança quase apagada de seus dias de glória...
(esperemos que seja uma belíssimo Objeto Celeste
conhecido por ser advindo de uma estrela
conhecida como Sol
e que conseguiu reunir em torno de si
planetas simpáticos
 e um mais simpático ainda
- a Terra, acolhedora de vida assim como a conhecemos,
 nossa Mãe-Gaia!)


O Sol não possui massa o suficiente para converter carbono em oxigênio, e portanto, não explodirá como uma supernova. Ao invés disso, após o término da fusão de hélio, intensas pulsações térmicas farão com que o Sol ejete suas camadas exteriores, formando uma nebulosa planetária. O único objeto que permanecerá após a ejeção será o extremamente quente núcleo solar, que resfriará gradualmente, permanecendo como uma anã branca com metade da massa atual (com o diâmetro da Terra) por bilhões (mil milhões) de anos. Este cenário de evolução estelar é típico de estrelas de massa moderada e baixa
https://pt.wikipedia.org/wiki/Sol











A DANÇA CÓSMICA!



Stellarium


 Caro Leitor,
encontre mais abaixo
a belíssima imagem realizada através
a interação entre duas Galáxias, 
uma espiral e outra elíptica
- NGC 2936 e NGC 2937 -
formando o Objeto denominado ARP 142
ora 
chamado de Pingüim (e seu ovo)
ou
ora chamado Golfinho.

326 milhões de anos nos separam desta maravilha!  

É UMA DANÇA CÓSMICA!






http://www.nasa.gov/mission_pages/hubble/science/colliding-galaxies-arp142.html#.U0VnkahdVbd
This striking NASA Hubble Space Telescope image, which shows what looks like the profile of a celestial bird, belies the fact that close encounters between galaxies are a messy business.

This interacting galaxy duo is collectively called Arp 142. The pair contains the disturbed, star-forming spiral galaxy NGC 2936, along with its elliptical companion, NGC 2937 at lower left.

Once part of a flat, spiral disk, the orbits of the galaxy's stars have become scrambled due to gravitational tidal interactions with the other galaxy. This warps the galaxy's orderly spiral, and interstellar gas is strewn out into giant tails like stretched taffy.

Gas and dust drawn from the heart of NGC 2936 becomes compressed during the encounter, which in turn triggers star formation. These bluish knots are visible along the distorted arms that are closest to the companion elliptical. The reddish dust, once within the galaxy, has been thrown out of the galaxy's plane and into dark veins that are silhouetted against the bright starlight from what is left of the nucleus and disk.

The companion elliptical, NGC 2937, is a puffball of stars with little gas or dust present. The stars contained within the galaxy are mostly old, as evidenced by their reddish color. There are no blue stars that would be evidence of recent star formation. While the orbits of this elliptical's stars may be altered by the encounter, it's not apparent that the gravitational pull by its neighboring galaxy is having much of an effect.

Above the pair, an unrelated, lone, bluish galaxy, inconsistently cataloged as UGC 5130, appears to be an elongated irregular or an edge-on spiral. Located 230 million light-years away, this galaxy is much closer to us than the colliding pair, and therefore is not interacting with them. It happens to lie along the same line of sight to foreground Milky Way stars caught in the image.

Arp 142 lies 326 million light-years away in the southern constellation Hydra. It is a member of the Arp catalog of peculiar galaxies observed by astronomer Halton C. Arp in the 1960s.

This color image is a composite of Wide Field Camera 3 photos taken in visible, red, and infrared light.

The Hubble Space Telescope is a project of international cooperation between NASA and the European Space Agency. NASA's Goddard Space Flight Center in Greenbelt, Md., manages the telescope. The Space Telescope Science Institute (STScI) in Baltimore, Md., conducts Hubble science operations. STScI is operated by the Association of Universities for Research in Astronomy Inc., in Washington.

For images, video, and more information about Arp 142, visit:
http://hubblesite.org/news/2013/23
http://heritage.stsci.edu/2013/23
http://www.spacetelescope.org/news/heic1311
For more information about the Hubble Space Telescope, visit:
http://www.nasa.gov/hubble
For additional information, contact:
Ray Villard
Space Telescope Science Institute, Baltimore, Md.
410-338-4514
villard@stsci.edu

Zolt Levay
Space Telescope Science Institute, Baltimore, Md.
410-338-4907
levay@stsci.edu




http://en.wikipedia.org/wiki/File:HydraCC.jpg

Description
English: Photography of the constellation Hydra, the water snake
Deutsch: Fotografie des Sternbildes Hydra, der Wasserschlange
Date
SourceOwn workAlltheSky.com
AuthorTill Credner



AS GALÁXIAS 
- NGC 2936 E NGC 2937

NGC 2936 é uma galáxia elíptica (E) localizada na direcção da constelação de Hydra. Possui uma declinação de +02° 45' 38" e uma ascensão recta de 9 horas, 37 minutose 44,4 segundos.
A galáxia NGC 2936 foi descoberta em 3 de Março de 1864 por Albert Marth.
NGC 2936
Descoberto porAlbert Marth
Data de descoberta3 de Marçode 1864
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoHydra
Tipoelíptica (E)
Asc. reta09h 37m 44,4s
Declinação+02° 45' 38"
Distânciaanos-luz (kpc)
Magnit. apar.12,9
Dimensões1,3' × 0,5'
Características físicas
Raioanos-luz
Outras denominações
2936, UGC 5130, MCG 1-25-5, ZWG 35.15, ARP 142, VV 316, PGC 27422
Mapa





NGC 2937 é uma galáxia elíptica (E) localizada na direcção da constelação de Hydra. Possui uma declinação de +02° 44' 53" e uma ascensão recta de 9 horas, 37 minutose 45,1 segundos.
A galáxia NGC 2937 foi descoberta em 3 de Março de 1864 por Albert Marth.
NGC 2937
Descoberto porAlbert Marth
Data de descoberta3 de Marçode 1864
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoHydra
Tipoelíptica (E)
Asc. reta09h 37m 45,1s
Declinação+02° 44' 53"
Distânciaanos-luz (kpc)
Redshift0,023316
Magnit. apar.13,6
Dimensões0,8' × 0,6'
Características físicas
Raioanos-luz
Outras denominações
2937, UGC 5131, MCG 1-25-6, ZWG 35.15, ARP 142, VV 316, NPM1G +02.0225, PGC 27423
Mapa



Colliding Galaxy Pair Takes Flight

Compass and Scale Image for Arp 142

What looks like a celestial hummingbird is really the result of a collision between a spiral and an elliptical galaxy at a whopping 326 million light- years away. The flat disk of the spiral NGC 2936 is warped into the profile of a bird by the gravitational tug of the companion NGC 2937. The object was first cataloged as a "peculiar galaxy" by Halton Arp in the 1960s. This interacting galaxy duo is collectively called Arp 142.
http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2013/23







Object Names: Arp 142, NGC 2396/2397
Image Type: Astronomical/Illustration
Credit: NASAESA, and Z. Levay (STScI/AURA)
About the Object
Object Name:Arp 142, NGC 2936/2937
Object Description:Interacting Galaxy Pair
Position (J2000):RA: 09h 37m 43s.10
Dec: +02° 45' 47".02
Constellation:Hydra
Distance:326 million light-years (100 megaparsecs)


VEJA OS VÍDEOS:




The southern constellation Hydra is home to an unusual deep-sky object. Located 326 million light-years away, it was first cataloged in the 1960s as a peculiar galaxy. In this Hubble Space Telescope view, the celestial wonder looks more like a hummingbird next to an egg. In reality, it is a pair of galaxies that are colliding with each other. The blue galaxy once had a pinwheel shape, like that of our Milky Way. But the gravitational pull of a nearby companion galaxy has stretched it like a piece of taffy. Collisions like this were common in the early universe.
Credit: NASAESA, G. Bacon, L. Frattare, Z. Levay, and F. Summers (Viz 3D Team, STScI), and M. Estacion (STScI)


https://www.youtube.com/watch?v=MtRFrh_w6BQ
This video explores the violent world of galactic mergers, as shown by the cosmic duo Arp 142 in a stunning new image from the NASA/ESA Hubble Space Telescope. Galaxies spend most of their life 
drifting through the cosmic expanse in isolation. But, every so often, two unfortunate galaxies stray a little too close to one another — as is the case with Arp 142. Showcased in a stunning new image from Hubble, these two galaxies uncannily resemble a penguin guarding its egg. The galaxies are in middle of a violent merger, with clouds of gas and dust colliding at breakneck speeds and triggering bursts of star formation.






This episode of the Hubblecast explores the violent world of galactic mergers, as shown by the cosmic duo Arp 142 in a stunning new image from the NASA/ESA Hubble Space Telescope.
Galaxies spend most of their life drifting through the cosmic expanse in isolation. But, every so often, two unfortunate galaxies stray a little too close to one another — as is the case with Arp 142. Showcased in a stunning new image from Hubble, these two galaxies uncannily resemble a penguin guarding its egg. The galaxies are in middle of a violent merger, with clouds of gas and dust colliding at breakneck speeds and triggering bursts of star formation.
Credit:
ESA/Hubble







Os desenhos formados pelas estrelas
- as constelações -
 são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente 
a ir percebendo que existe mais, bem mais, entre o céu e a terra...  
bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente,
 vai se tornando Cosmos 
e sendo por nossa mente conscientizado.  

Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

COM UM ABRAÇO ESTRELADO,
Janine Milward


VISITE MINHA PÁGINA
DA TERRA AO CÉU E AO INFINITO
http://daterraaoceueaoinfinito.blogspot.com.br/