sábado, 26 de novembro de 2016

A Pequena Nuvem de Magalhães sendo acolhida pelo Tucano, a constelação Tucana


Olá!


Uma das grandes alegrias em morar na roça
- e buscando céus mais escuros e transparentes -,
é poder observar a olho nu
as Nuvens Pequena e Grande de Magalhães.

Eu diria que os céus estrelados mais ao sul
podem nos confundir a visão
diante de tantas estrelinhas tão tímidas
desenhando constelações quase paradisíacas
porém igualmente tímidas
e bem difíceis de serem delineadas
a olho nú, certamente.

No entanto,
ao visualizarmos as Nuvens Pequena e Grande de Magalhães
não tem como nos esquecermos
do fato de que algumas constelações
foram desenhadas e nomeadas
por astrônomos venturosos e ousados
e atuam enquanto molduras estelares,
digamos assim,
de janelas abertas para a abóbada celeste
mais ao sul
acolhendo luzes incríveis
- algumas visíveis a olho nú
e outras não...
(nos levando a buscar 
por simpáticos e modernos aparelhos
que nos revelem o céu mais profundo).

Tucano é mais um dos pássaros 
que realizam seus voos estelares
bem próximos ao polo sul celestial.

A constelação Tucana, o Tucano,
acolhe a Pequena Nuvem de Magalhães
(e ainda tem a colaboração menor
da constelação Hydrus, a Hidra Macho,
nesta empreitada fantástica).

Quer dizer,
sempre que você, Caro Leitor,
voltar seus olhos desnudos
para a Pequena Nuvem de Magalhães...,
estará também voltado para observar
a direção onde se situam
as constelações Tucano e Hidra Macho.

E em Tucano
não somente iremos encontrar a Pequena Nuvem, não...,
pois que existem objetos fantásticos 
naquela direção e em céu profundo
- alguns incluídos e sendo visualizados 
através a Pequena Nuvem, sim...,
porém outros vivenciando a proximidade visual 
desta Galáxia nossa irmã e vizinha
e que também são muitíssimos conhecidos:
47 Tucanae é o segundo aglomerado globular
mais brilhante após Omega Centauri!,
a Galáxia Anã de Tucana
que é uma galáxia anã esferoidal
e que é um membro isolado 
de nosso Grupo Local.

Nesta Postagem, Caro Leitor,
encontre informações 
sobre a constelação Tucana, o Tucano,
sobre os objetos de céu profundo
encontrados naquela direção
e ainda informações
sobre as Nuvens de Magalhães,
principalmente focando
a Pequena Nuvem de Magalhães
e os objetos de céu profundo
ali encontrados.

E sempre penso que é uma imensa alegria
vivermos no hemisfério sul
e podermos contemplar
belezas estelares paradisíacas!

Com um abraço estrelado,
Janine Milward




Stellarium


Stellarium

Stellarium


DA JANELA DO MEU ESCRITÓRIO
NO SÍTIO DAS ESTRELAS...,
A VISÃO SINGULAR
DE UM TUCANO POUSADO
EM UM GALHO DE MANGUEIRA!


De repente, não mais do que de repente,
estava eu trabalhando no computador
quando algo atraiu minha atenção
- era um pássaro pousando num dos galhos
da imensa mangueira
diante da janela do meu escritório!

Corri para buscar e acionar a câmera do telefone celular...
e consegui fazer uma imagem simpática
desse belo e inusitado momento!

Estas coisas acontecem todo o tempo
quando moramos na roça...





The "Southern Birds", PavoPhoenixGrus, and Tucana from Johann Bayer's Uranometria of 1603, the first celestial atlas to include the southern constellations. Indus and Hydrus also appear.

Resultado de imagem para Johann Bayer
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/b5/Johann_Bayer_-_Uraniometria_-_Southern_Birds.jpg/838px-Johann_Bayer_-_Uraniometria_-_Southern_Birds.jpg




Caro Leitor,
É interessante percebermos o fato de que
muitas das constelações mais ao sul
foram figuradas e nomeadas 
nos Séculos XVI (bem ao final), XVII e XVIII.



Petrus Plancius

Petrus Plancius (1552 – May 15, 1622) was a Flemish astronomercartographer and clergyman. He was born as Pieter Platevoet in Dranouter, now in HeuvellandWest Flanders. He studied theology in Germany and England. At the age of 24 he became a minister in the Dutch Reformed Church.
In 1589 Plancius collaborated with the Amsterdam cartographer Jacob Floris van Langren on a 32.5-cm celestial globe, which, using the sparse information available about southern celestial features, for the first time depicted: Crux the southern cross, Triangulum Australe the southern triangle, and the Magellanic CloudsNubecula Major and Minor.
In 1595 Plancius asked Pieter Dirkszoon Keyser, the chief pilot on the Hollandia, to make observations to fill in the blank area around the south celestial pole on European maps of the southern sky. Keyser died in Java the following year – the expedition had many casualties – but his catalogue of 135 stars,[3] probably measured up with the help of explorer-colleague Frederick de Houtman,[4] was delivered to Plancius. These stars appear as 12 new southern constellations,[4] on a 35-cm celestial globe designed by Plancius in late 1597 (or early 1598) and produced in collaboration with the Amsterdam cartographer Jodocus Hondius the Elder. The 12 new constellations (mostly referring to animals and subjects described in natural history books and travellers' journals of his day) are Apis the Bee (later changed to Musca by Lacaille), Apus the Bird of ParadiseChamaeleonDorado the Goldfish (or Swordfish), Grus the CraneHydrusthe Small Water Snake, Indus the Indian, Pavo the Peacock, PhoenixTriangulum Australe the Southern Triangle, Tucana the Toucan, and Volans the Flying Fish. (The Southern Triangle and Southern Cross were reported as asterisms by earlier navigators and appear on earlier charts,[5] but the globe of 1598 is the first surviving source that plots their locations reasonably accurately.) Also notable is the inclusion of Achernar as Alpha Eridani.
These constellations, together with the constellation Columba illustrated by Plancius on his large wall map of the world of 1592, were then incorporated in 1603 by Johann Bayer in his sky atlas, the Uranometria.



Johann Bayer, 1603, astrônomo. Obra: Uranometria.  
Relaciona 60 constelações, incluindo as circumpolares Sul, cuja nomenclatura conclui e unifica.  
Acrescenta 12 constelações.
Ave-do-Paraíso, Camaleão, Dourado, Grou, Hidra Macho, Índio, Mosca, Pavão, Fênix, Triângulo Austral, Tucano, Peixe-Voador

??? Jacob Bartsch, 1624. Pomba  ??



Bayer é mais famoso pelo seu atlas estelar Uranometria, publicado em 1603 e que foi o primeiro atlas a cobrir toda a esfera celeste. Este trabalho introduziu um novo sistema para designar as estrelas, usando a notação grega e latina, que se tornou conhecido com nomenclatura, ou designação, de Bayer. A maioria das notações atribuídas por Bayer e por astrónomos posteriores que adoptaram o seu sistema permanece em uso até aos dias de hoje.





E vamos encontrar
 Hevelius, Royer e La Caille 
nomeando e reafirmando
 várias outras constelações,
algumas mais ao sul e outras não:

Hevelius, 1690, astrônomo amador, selenógrafo.  Obra: Sete Cartas Celestes. 
Dá nome a 9 constelações:
Girafa, Cães de Caça, Lagarto, Leão Menor, Lince, Unicórnio, Escudo, Sextante, Raposa

Royer, 1697, navegante francês.  Obra: Carta Celeste.  Desmembra a Cruz Australis da constelação do Centauro. Cruzeiro do Sul

La Caille, 1752, astrônomo.  Obras: Memórias e Céu Estrelado. 
Introduz 14 novas constelações:
 Máquina Pneumática, Buril, Compasso, Forno, Relógio, Mesa, Microscópio, Esquadro, Oitante, Pintor, Bússula, Retículo, Escultor, Telescópio
E divide a extensa constelação ptolomaica Argo, o Navio, em Carina, Puppis e Vela.
Quilha, Popa, Vela







A CONSTELAÇÃO DO TUCANO, Tucana,
ACOLHE A PEQUENA NUVEM DE MAGALHÃES
(e compartilha, segundo alguns alfarrábios,
 em apenas um pedacinho dessa maravilhosa Nuvem
com a constelação da Hidra Macho, Hydrus).


 TUCANA, O TUCANO

Ascensão Reta 22h5m / 1h22m    Declinação -56o.7 / -75o.7

Constelação adicionada por Bayer em 1604.

Em Tucano, 
podemos observar alguns objetos extremamente interessantes
 e mesmo a olho nu nos chamam a atenção: 
 47 Tucanae e a Pequena Nuvem de Magalhães.


Alpha Tucanae
        Distância 62 anos-luz

Beta Tucanae - Estrela Dupla
Ascensão Reta 00h29m        Declinação   -63o.14         Magnitude 4,4 e 4,6
Ângulo de Posição 169o.,4       Distância entre estrelas 27”,13

Kappa Tucanae - Estrela Dupla
Ascensão Reta  01h14m       Declinação  -69o.08           Magnitude 5,1 e 7,5
Ângulo de Posição 349o.,5        Distância entre estrelas 5”,50



- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes - CARJ


Tucana, o Tucano, é uma constelação do hemisfério celestial sul. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Tucanae. Na sua extremidade sul está a Pequena Nuvem de Magalhães.
As constelações vizinhas, de acordo com as fronteiras modernas, são PhoenixGrusIndusOctans e Hydrus.

História

Tucana é uma das doze constelações criadas pelo astrônomo holandês Petrus Plancius a partir das observações do céu do hemisfério sul feitas pelos exploradores Pieter Dirkszoon Keyser e Frederick de Houtman, que viajaram na primeira expedição holandesa de comércio chamada Eerste Schipvaart com destino para as Índias Orientais Holandesas. Sua primeira aparição foi num globo celeste com 35 centímetros de diâmetro publicado em 1598 publicado por Plancius com Jodocus Hondius. A primeira aparição desta constelação num atlas celeste foi no Uranometria de Johann Bayer em 1603. Tanto Plancius e Bayer retratam um tucano[1][2].
De Houtman incluiu esta constelação no catálogo holandês Den Indiaenschen Exster, op Indies Lang ghenaemt, a pega indiana, chamada lang nas índias[3] se referindo a um calau, um pássaro nativo das índias orientais. O globo que Willem Blaeu publicou em 1603 retrata um elmo[4]. Foi interpretado nos mapas chineses como Neaou Chuy, o bico do pássaro, e na Inglaterra como pássaro brasileiro, enquanto que Johannes Kepler e Giovanni Battista Riccioli o denominaram ganso estadunidense e Caesius como Pica Indica[5] Tucana e as constelações PhoenixGrusPavo próximas dela são chamadas "pássaros do sul".[6].

Céu profundo

NGC 362 é um outro aglomerado globular em Tucana com magnitude aparente de 6,4 a 27700 anos-luz da Terra. Como o vizinho 47 Tucanae, NGC 362 é um aglomerado Shapley classe III e está entre os mais brilhantes do céu. Sua órbita o leva para muito próximo do centro da Via Láctea a aproximadamente 3 mil anos-luz, o que não é usual. Foi descoberto por volta de 1820 por James Dunlop[10]. Suas estrelas se tornam visíveis com uma magnificação de 180x no telescópio[11].O segundo aglomerado globular mais brilhante do céu depois de Omega Centauri é 47 Tucanae (NGC 104) que está um pouco a oeste da Pequena Nuvem de Magalhães. Dista apenas 14.700 anos-luz da Terra com idade aproximada de 12 bilhões de anos[7]. É predominantemente composto de estrelhas amarelas apesar de possuir um contingente de estrelas retardatárias azuis, estrelas quentes que hipoteticamente se formaram da união de estrelas binárias[8]. 47 Tucanae tem uma magnitude aparente de 3,9, o que significa que é visível a olho nu. É um aglomerado Shapley classe III, o que significa que tem um núcleo bem definido. Os aglomerados próximos são o pequeno NGC 121, 10 arcominutos distante da borda do grande aglomerado[9].
Localizada ao sul de Tucana, Pequena Nuvem de Magalhães é uma galáxia anã que é uma das vizinhas mais próximas da Via Láctea a uma distância de 210 mil anos-luz. Embora provavelmente tenha tido o formato de disco, as forças de maré da Via Láctea a distorceram. Juntamente com a Grande Nuvem de Magalhães, ela está na corrente de Magalhães, uma nuvem de gás que conecta as duas galáxias[8]NGC 346 é uma região de formação de estrelas na Pequena Nuvem de Magalhães. Ela tem magnitude aparente de 10,3[11]. Dentro dela está o sistema estelar triplo HD 5980, sendo cada um de seus membros as estrelas mais luminosas conhecidas[12].
Galáxia Anã de Tucana que foi descoberta em 1990 é uma galáxia anã esferoidal do tipo dE5 que é um membro isolado do nosso Grupo Local[13]. Ela está localizada a 870 kiloparsecs (2.800 mil anos luz) do nosso sistema solar, por volta de 1.100 kiloparsecs (3.600 mil anos luz) do baricentro do Grupo Local, a segunda galáxia mais remota de todos os membros do grupo perdendo apenas para a Galáxia Anã Irregular de Sagitário[14].
galáxia espiral barrada NGC 7408 está localizada a três graus a noroeste de Delta Tucanae e foi confundida inicialmente com uma nebulosa planetária[11].
Parte da constelação foi alvo de um programa de observação de duas semanas do telescópio espacial Hubble em 1998 que resultou no Campo Profundo Sul do Hubble[15]. A área que deveria ser coberta precisava estar nos polos da órbita do telescópio para permitir observação contínua e teve como resultado a descoberta de um quasar neste campo: QSO J2233-606[16].

https://pt.wikipedia.org/wiki/Tucana


Aglomerado Globular 47 Tucanae. Crédito: ESO

Aglomerado globular 47 Tucana
https://pt.wikipedia.org/wiki/47_Tucanae#/media/File:The_Globular_Cluster_47_Tu.jpg


47 Tucanae (NGC 104) ou apenas 47 Tuc é um aglomerado globular situado na constelação de Tucana. Está a de cerca de 16 700 anos-luz de distância da Terra, e tem 120 anos-luz de diâmetro. Pode ser visto a olho nu, e é brilhante o suficiente para ganhar uma designação de Flamsteed com uma magnitude visual de 4,0. É apenas uma de um pequeno número de características com essa designação do céu do sul.
47 Tucanae foi descoberto por Nicolas Louis de Lacaille em 1751; a sua localização muito ao sul tem escondido de observadores europeus até então. O aglomerado aparece aproximadamente com o tamanho da lua cheia no céu em condições ideais.
É o segundo aglomerado globular mais brilhante no céu (depois de Omega Centauri), e é conhecido por ter um núcleo muito brilhante e denso. Ele tem de 22 pulsares milisegundos conhecidos, e pelo menos 21 estrelas retardatárias azuis (blue stragglers) perto do centro.[4]
47 Tucanae está incluído no Catálogo Caldwell de Sir Patrick Moore como C106.
NGC 104 concorre com NGC 5139 (Omega Centauri) para o título: O mais esplêndido Aglomerado Globular no céu. NGC 104 tem duas características em seu favor. Ele é arredondado e tem um centro mais compacto. No entanto, devido à localização, mais observadores vão para NGC 5139.



Credit: NASA/JPL-Caltech/University of Virginia/R. Schiavon (Univ. of Virginia)
Por NASA/JPL-Caltech/University of Virginia/R. Schiavon (Univ. of Virginia) - http://www.galex.caltech.edu/media/glx2007-03f_img01.html, Domínio público, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=15664951
This image is a false color composite, where light detected by GALEX's far-ultraviolet detector is colored blue, and light from GALEX's near-ultraviolet detector is red.

NGC 362 é um aglomerado globular na direção da constelação de Tucana. O objeto foi descoberto pelo astrônomo James Dunlop em 1826, usando um telescópiorefletor com abertura de 9 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+6,8), é visível apenas com telescópios amadores ou com equipamentos superiores.




NGC 121 é um aglomerado globular na direção da constelação de Tucana. O objeto foi descoberto pelo astrônomo John Herschel em 1835, usando um telescópio refletor com abertura de 18,6 polegadas.


http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_121#mediaviewer/Ficheiro:NGC_121_Hubble_WikiSky.jpg
NGC 121 Hubble WikiSkyDomínio público
en:NASAen:STScIen:WikiSky - en:WikiSky's snapshot tool - [1]
Credit:
ESA/Hubble & NASA
Acknowlegement: Stefano Campani
This image shows NGC 121, a globular cluster in the constellation of Tucana (The Toucan). Globular clusters are big balls of old stars that orbit the centres of their galaxies like satellites — the Milky Way, for example, has around 150.
NGC 121 belongs to one of our neighbouring galaxies, the Small Magellanic Cloud (SMC). It was discovered in 1835 by English astronomer John Herschel, and in recent years it has been studied in detail by astronomers wishing to learn more about how stars form and evolve.
Stars do not live forever — they develop differently depending on their original mass. In many clusters, all the stars seem to have formed at the same time, although in others we see distinct populations of stars that are different ages. By studying old stellar populations in globular clusters, astronomers can effectively use them as tracers for the stellar population of their host galaxies. With an object like NGC 121, which lies close to the Milky Way, Hubble is able to resolve individual stars and get a very detailed insight.
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galáxia Anã de Tucana é uma galáxia anã na direção da constelação de Tucana. Ela foi descoberta por R. J. Lavrey em 1990 no Observatório Monte Stromlo.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Gal%C3%A1xia_An%C3%A3_de_Tucana


Tucana Dwarf galaxy by Hubble space telescope

Por en:NASA, en:STScI, en:WikiSky - en:WikiSky's snapshot tool - [1], Domínio público, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=7852791
Galáxia Anã de Tucana pelo Telescópio Espacial Hubble
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoTucana
TipodE4 [1]
Asc. reta22h 41m 49,0s [1]
Declinação-64° 25′ 12″ [1]
Distância3,2 milhões de anos-luz
Redshift130 ± ? km/s [1]
Magnit. apar.15,7 [1]
Dimensões2′.9 × 1′.2 [1]
Outras denominações
PGC 69519 [1]

The Tucana Dwarf Galaxy is a dwarf galaxy in the constellation Tucana. It was discovered in 1990 by R.J. Lavery of Mount Stromlo Observatory. It is composed of very old stars and is very isolated from other galaxies. Its location on the opposite side of the Milky Way from other Local Group galaxies makes it an important object for study.
Properties
The Tucana Dwarf is a dwarf spheroidal galaxy of type dE5.[2] It contains only old stars, formed in a single star formation era around the time the Milky Way's globular clusters formed.[3] It is not experiencing any current star formation, unlike other isolated dwarf galaxies.[4]
The Tucana Dwarf does not contain very much neutral hydrogen gas.[5] It has a metallicity of -1.8, a significantly low number. There is no significant spread in metallicity throughout the galaxy.[3] There does not seem to be any substructure to the stellar distribution in the galaxy.[3]

Location

The Tucana Dwarf is located in the constellation Tucana. It is about 870 kiloparsecs (2,800 kly) away,[6] on the opposite side of the Milky Way galaxy to most of the other Local Group galaxies and is therefore important for understanding the kinematics and formation history of the Local Group,[2] as well as the role of environment in determining how dwarf galaxies evolve. It is isolated from other galaxies,[2] and located near the edge of the Local Group,[3] around 1,100 kiloparsecs (3,600 kly) from the barycentre of the Local Group—the second most remote of all member galaxies after the Sagittarius Dwarf Irregular Galaxy.[6]
The Tucana Dwarf galaxy is one of only two dwarf spheroidal galaxies in the Local Group not located near the Milky Way or the Andromeda Galaxy.[7] It is therefore likely to have evolved in isolation for most of its history.[6]


The Universe within 5 million Light Years
The Local Group of Galaxies

The Local Group

galaxyR.A.dec.typeabs.
mag.
diameter
(lt. yr.)
rad. vel.
(km/s)*
distance
(lt. yr.)
Tucana Dwarf22:41.7-64:25dSph-9.62,0002,850,000







http://en.wikipedia.org/wiki/Magellanic_Clouds#mediaviewer/File:Magellanic_Clouds_%E2%80%95_Irregular_Dwarf_Galaxies.jpg
Magellanic Clouds ― Irregular Dwarf Galaxies
ESO/S. Brunier - ESO



As Nuvens de Magalhães

Existem duas pequenas nuvens esfumaçadas que pareciam ser fragmentos da Via Láctea e que formam um quase triangulo com o pólo sul celestial.  Estas nuvens foram primeiramente descritas pelo navegante português Fernando de Magalhães, no começo do século dezesseis.  Porém, somente nos anos de 1920, os astrônomos determinaram que as Nuvens de Magalhães são galáxias, irregulares, pequena e próximas.

As Nuvens de Magalhães são ligadas entre si e à nossa Galáxia não somente pela força de gravidade mas também pela ponte gigantesca de hidrogênio neutro e frio.  O brilho azulado das Nuvens de Magalhães revelam a presença de um imenso número de estrelas jovens, quentes e gigantes muito luminosas.

Se pudéssemos olhar para nossa Galáxia de um ponto externo à mesma, veríamos três pequenos e próximos satélites (galáxias-satélites), as Nuvens de Magalhães.  Um sistema similar acontece com a Galáxia de ndrômeda, onde podemos observar várias pequenas galáxias satélites.


- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



The Magellanic Clouds have been known since the first millennium in Western Asia. The first preserved mention of the Large Magellanic Cloud is by the Persian astronomer Al Sufi.[4][5] In 964, in his Book of Fixed Stars, he called it al-Bakr ("the Sheep") "of the southern Arabs"; he noted that the Cloud is not visible from northern Arabia and Baghdad, but can be seen at the strait of Bab el Mandeb (12°15' N), which is the southernmost point of Arabia.[2]
In Europe, the Clouds were first observed by Italian explorers Peter Martyr d'Anghiera and Andrea Corsali at the end of the 15th century. Subsequently, they were reported byAntonio Pigafetta, who accompanied the expedition of Ferdinand Magellan on its circumnavigation of the world in 1519-1522.[2] However, naming the clouds after Magellan did not become widespread until much later. In Bayer's Uranometria they are designated as nubecula major and nubecula minor.[6] In the 1756 star map of the French astronomer Lacaille, they are designated as le Grand Nuage and le Petit Nuage ("the Large Cloud" and "the Small Cloud").[7]
In Sri Lanka, from ancient times, these clouds have been referred to as the 'Maha Mera Paruwathaya' meaning "the great mountain", as they look like the peaks of a distant mountain range.



In the southern hemisphere, the Magellanic clouds have long been included in the lore of native inhabitants, including south sea islanders and indigenous AustraliansPersian astronomer Al Sufi labelled the larger of the two clouds as Al Bakr, the White Ox. European sailors may have first noticed the clouds during the Middle Ages when they were used for navigation.Portuguese and Dutch sailors called them the Cape Clouds, a name that was retained for several centuries. During the circumnavigation of the Earth by Ferdinand Magellan in 1519–22, they were described by Antonio Pigafetta as dim clusters of stars.[8] In Johann Bayer's celestial atlas Uranometria, published in 1603, he named the smaller cloud, Nubecula Minor.[9]In Latin, Nubecula means a little cloud.[10]
Between 1834 and 1838, John Frederick William Herschel made observations of the southern skies with his 14-inch (36 cm) reflector from the Royal Observatory at the Cape of Good Hope. While observing the Nubecula Minor, he described it as a cloudy mass of light with an oval shape and a bright center. Within the area of this cloud he catalogued a concentration of 37 nebulae and clusters.[11]
In 1891, Harvard College Observatory opened an observing station at Arequipa in Peru. Between 1893 and 1906, under the direction of Solon Bailey, the 24-inch (610 mm) telescope at this site was used to survey photographically both the Large and Small Magellanic Clouds.[12] Henrietta Swan Leavitt, an astronomer at the Harvard College Observatory, used the plates from Arequipa to study the variations in relative luminosity of stars in the SMC. In 1908, the results of her study were published, which showed that a type of variable star called a "cluster variable", later called a Cepheid variable after the prototype star Delta Cephei, showed a definite relationship between the variability period and the star's luminosity.[13] This important period-luminosity relation allowed the distance to any other cepheid variable to be estimated in terms of the distance to the SMC. Hence, once the distance to the SMC was known with greater accuracy, Cepheid variables could be used as a standard candle for measuring the distances to other galaxies.[14]
Using this period-luminosity relation, in 1913 the distance to the SMC was first estimated by Ejnar Hertzsprung. First he measured thirteen nearby cepheid variables to find the absolute magnitude of a variable with a period of one day. By comparing this to the periodicity of the variables as measured by Leavitt, he was able to estimate a distance of 10,000 parsecs (30,000 light years) between the Sun and the SMC.[15] This later proved to be a gross underestimate of the true distance, but it did demonstrate the potential usefulness of this technique.[16]
Announced in 2006, measurements with the Hubble Space Telescope suggest the Large and Small Magellanic Clouds may be moving too fast to be orbiting the Milky Way.[17]



http://en.wikipedia.org/wiki/Small_Magellanic_Cloud



Wonder and Mystery above the Very Large Telescopes
Credit: Yuri Beletsky (ESO



Uma das grandes alegrias em morar na roça
- e buscando céus mais escuros e transparentes -,
é poder observar a olho nu
as Nuvens Pequena e Grande de Magalhães.

Eu sempre me divirto 
(e até quase fico tonta)
quando me deparo ao norte
com a maravilhante visão da Galáxia de Andromeda
(que pode ser observada a olho nu e usando a vista enviesada)
e, num giro corporal, volto-me para os céus do sul
e me deparo com a belíssima visão das Nuvens Pequena e Grande de Magalhães!

(Talvez a tontura também fique por conta
do fato de que posso olhar à visão desarmada
para três Galáxias que,
adjuntando com a Galáxia onde me encontro, a Via Lactea,
formam os principais conjuntos estelares
do nossa família galáctica tão intimamente nomeada de Grupo Local!).

Aqui na roça, um antigo caseiro meu
dizia que estas duas "Nuvens"
são as mulas do presépio do Menino Jesus...

Não importa o que se pense sobre estas Nuvens
- que quase sempre nos engana, parecendo nuvens mesmo! -,
porque o importante é que elas a nós se apresentam enfeitando os céus do sul...,
e fazem isso de maneira tão simples, quase humilde!

Quer dizer,
as nuvens que nomeamos de Nuvens e que sabemos serem Galáxias
parecem esconder (assim como as nuvens escondem)
um mundo de maravilhas.... , 
porém apenas se apresentando
 enquanto nuvens, simples nuvens, simples quase-enganos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward



http://apod.nasa.gov/apod/image/1105/vltsky_beletsky_3114.jpg
Wonder and Mystery above the Very Large Telescopes 
Credit: Yuri Beletsky (ESO) 




Panoramic Large and Small Magellanic Clouds






http://www.spacetelescope.org/images/heic0603d/
The two-colour image shows an overview of the full Small Magellanic Cloud (SMC) and was composed from two images from the Digitized Sky Survey 2. The field of view is slightly larger than 3.5›.
Credit:
ESA/Hubble and Digitized Sky Survey 2. Acknowledgements: Davide De Martin



Galáxia Tucano - Pequena Nuvem de Magalhães
Ascensão Reta 00h52m          Declinação -72o.56
         Magnitude fotográfica aparente  2,86
Dimensões Angulares  216 X 216       Distância (milhões de anos-luz) 0,2

A Pequena Nuvem de Magalhães

Esta é uma galáxia irregular e próxima e que, juntamente com a Grande Nuvem de Magalhães, órbita nossa Galáxia como se ambas fossem nossos satélites. 

A maior parte da massa da Pequena Nuvem de Magalhães consiste  de nuvens interestelares de hidrogênio, o material básico de formação das estrelas - que nesta galáxia acontecem em larga escala.  Prova disso é o grande numero de estrelas jovens e quentes - gigantes azuis - que trazem à Nuvem esta sua coloração azulada.

Em 1984, radio-astronomos australianos descobriram que a Pequena Nuvem de Magalhães consiste, na verdade, de duas  galáxias separadas, uma atrás da outra, uma sendo ocultada de forma que vemos apenas um único objeto no céu. Estas duas galáxias estão se separando uma da outra e foi exatamente a diferença de velocidade entre ambas que revelou o fato de a Pequena Nuvem ser, na verdade, duas galáxias separadas.

- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986


Localizada ao sul de Tucana, a Pequena Nuvem de Magalhães é uma galáxia anã que é uma das vizinhas mais próximas da Via Láctea a uma distância de 210 mil anos-luz. Embora provavelmente tenha tido o formato de disco, as forças de maré da Via Láctea a distorceram. Juntamente com a Grande Nuvem de Magalhães, ela está na corrente de Magalhães, uma nuvem de gás que conecta as duas galáxias8 . NGC 346 é uma região de formação de estrelas na Pequena Nuvem de Magalhães. Ela tem magnitude aparente de 10,311 . Dentro dela está o sistema estelar triplo HD 5980, sendo cada um de seus membros as estrelas mais luminosas conhecidas12 .



Hubble finds source of Magellanic Stream

Astronomers explore origin of gas ribbon wrapped around our galaxy

Image credit: David L. Nidever, et al., NRAO/AUI/NSF and Mellinger, LAB Survey, Parkes Observatory, Westerbork Observatory, and Arecibo Observatory.


Astronomers using the NASA/ESA Hubble Space Telescope have solved the 40-year-old mystery of the origin of the Magellanic Stream, a long ribbon of gas stretching nearly halfway around the Milky Way. New Hubble observations reveal that most of this stream was stripped from the Small Magellanic Cloud some two billion years ago, with a smaller portion originating more recently from its larger neighbour.
The Magellanic Clouds, two dwarf galaxies orbiting our galaxy, are at the head of a huge gaseous filament known as the Magellanic Stream. Since the Stream's discovery in the early 1970s, astronomers have wondered whether this gas comes from one or both of the satellite galaxies. Now, new Hubble observations show that most of the gas was stripped from the Small Magellanic Cloud about two billion years ago — but surprisingly, a second region of the stream was formed more recently from the Large Magellanic Cloud.
LEIA MAIS EM
http://www.spacetelescope.org/news/heic1314/




AGLOMERADOS LOCALIZADOS
NA PEQUENA NUVEM DE MAGALHÃES




NGC 602 is a young, bright open cluster of stars located in the Small Magellanic Cloud (SMC), a satellite galaxy to the Milky WayRadiation and shock waves from the stars have pushed away much of the lighter surrounding gas and dust that compose the nebula known as N90, and this in turn has triggered new star formationin the ridges (or "elephant trunks") of the nebula. These even younger, pre-main sequence stars are still enshrouded in dust but are visible to the Spitzer Space Telescope at infrared wavelengths.[5] The cluster is of particular interest because it is located in the wing of the SMC leading to the Magellanic Bridge. Hence, while its chemical properties should be similar to those of the rest of the galaxy, it is relatively isolated and so easier to study.[6]
A number of other, more distant galaxies also appear in the background of the Hubble images of NGC 602, making for a "tantalizing"[4] and "grand"[7] view


Image: Hubble Observes Infant Stars in Nearby Galaxy





Zooming on NGC 602


Credit:
Akira Fujii, Digitized Sky Survey 2 and ESA/Hubble


NGC 602: Ongoing Star Formation in a Young SMC Cluster

Lynn Redding Carlson (JHU), Antonella Nota (STScI/ESA), Elena Sabbi (STScI), Marco Sirianni (STScI/ESA), Joseph L. Hora (Harvard/CfA), Margaret Meixner (STScI), M. Clampin (NASA/Goddard), J. Gallagher (U. Wisconsin), M. S. Oey (U. Michigan), A. Pasquali (Inst. Of Astron., ETH), L. J. Smith (UCL), M. Tosi (Bologna Obs.), R. Walterbos (U. New Mexico)

(The following is a poster presentation made at the American
Astronomical Society conference in January 2007 in Seattle, Washington.)

The young stellar cluster NGC 602 is located in the wing of the SMC, Z~0.004, a low density region far from the main body of the galaxy with low gas and stellar content. From deep optical imaging with the Advanced Camera for Surveys (ACS) aboard the Hubble Space Telescope (HST), we have discovered the existence of an extensive pre-Main Sequence (PMS) population, with stellar masses in the range 0.6–3 Mo. This pre-Main Sequence population formed coevally with the central cluster about 5 Myr ago. Spitzer Space Telescope (SST) images of the region in all four Infrared Array Camera (IRAC) bands reveal a second population of Young Stellar Objects (YSOs), which formed after the stars seen with HST/ACS imaging. Some of these very young objects are still embedded in nebular material. We infer that star formation started in this region ~5 Myr ago with the formation of the central cluster and gradually propagated towards the outskirts where we find evidence of on going star formation (~1 Myr).






NGC 265 is an open cluster in the Small Magellanic Cloud,[3] which is located in the constellation Tucana.


NGC 290 is an open cluster. It lies some 200,000 light years away in the Small Magellanic Cloud,[2] which is located in the constellation Tucana. It spans 65 light years across.[3]




Hubble has captured the most detailed images to date of the open star clusters NGC 265 and NGC 290 in the Small Magellanic Cloud - two sparkling sets of gemstones in the southern sky.
Two new composite images taken with the Advanced Camera for Surveys onboard the NASA/ESA Hubble Space Telescope show a myriad of stars in crystal clear detail. The brilliant open star clusters, NGC 265 and NGC 290, are located about 200,000 light-years away and are roughly 65 light-years across.
Credit:
European Space Agency & NASA
Acknowledgements:
Davide De Martin (ESA/Hubble) and Edward W. Olszewski (University of Arizona, USA)



NGC 346 is an open cluster with associated nebula located in the Small Magellanic Cloud that appears in the constellation Tucana. It contains HD 5980, the brightest star in the SMC.
http://en.wikipedia.org/wiki/NGC_346
NASA, ESA and A. Nota (ESA/STScI, STScI/AURA) - http://www.spacetelescope.org/images/html/heic0514a.html (direct link)


NGC 346 é um aglomerado aberto com nebulosa, pertencente à Pequena Nuvem de Magalhães, na direção da constelação de Tucana. O objeto foi descoberto pelo astrônomo James Dunlop em 1826, usando um telescópio refletor com abertura de 9 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+10,3), é visível apenas com telescópios amadores ou com equipamentos superiores.
https://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_346


https://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_346#/media/File:Small_magellanic_cloud.jpg


http://apod.nasa.gov/apod/ap110509.html
Wonder and Mystery above the Very Large Telescopes 
Credit: Yuri Beletsky (ESO)
Explanation: What's that bright orange dot above the large telescope on the right? Even seasoned sky enthusiasts might ponder the origin of the orange orb seen by scrolling across this panoramic image, taken last December. Perhaps identifying known objects will help. To start, on the far left is a diagonal band of light known as zodiacal light, sunlight reflected off of dust orbiting in the inner Solar System. The bright white spot on the left, just above the horizon, is Venus, which also glows by reflected sunlight. Rising diagonally from the ground to the right of Venus is the band of our Milky Way Galaxy. In the image, the band, which usually stretches dramatically overhead, appears to arch above the elevated Chilean landscape. Under the Milky Way arch, toward the left, lie both the Large and Small Magellanic Cloud galaxies, while toward the right lies the constellation of Orion surrounded by the red ring of Barnard's Loop. On the ground, each of the four Very Large Telescopes is busy keeping an eye on the distant universe. The orange spot -- it's the Moon. The image was taken during a total lunar eclipse when the normally bright full moon turned into a faint orb tinted orange by the intervening Earth's atmosphere. 


Saiba mais sobre
A Constelação de Tucano, Tucana,
acessando meu Trabalho em
http://daterraaoceueaoinfinito.blogspot.com.br/2013/08/tucana-o-tucano.html




http://www.raremaps.com/gallery/enlarge/33613


http://www.raremaps.com/gallery/detail/33613/Celestial_Map_of_the_Southern_Hemisphere/Pardies.html
Title: [Celestial Map of the Southern Hemisphere]  Map Maker: Ignace Gaston Pardies



Os desenhos formados pelas estrelas
 – As Constelações -
 são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente a ir percebendo
 que existe mais, bem mais, entre o céu e a terra 
bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente, 
vai se tornando Cosmos 
e sendo por nossa mente conscientizado.  



Quer dizer, nossa mente é tão infinita 

quanto infinito é o Cosmos.

COM UM ABRAÇO ESTRELADO,
Janine Milward

VISITE MINHA PÁGINA
DA TERRA AO CÉU E AO INFINITO
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