terça-feira, 8 de novembro de 2016

O Presépio, M44, a Colmeia de Abelhas, a Manjedoura, o berçário de estrelinhas-bebês no ventre do Caranguejo, Cancer


Olá!

Em tempos de noites de ausência de Lua
e em lugares de céus escuros e transparentes,
nada melhor e nada mais emocionante
do que contemplarmos a olho nu, 
à visão desarmada,
o Presépio, a Colmeia de Abelhas, 
o ventre maternalizador de estrelas-bebês
que encontramos na constelação do Caranguejo, Cancer!


Stellarium

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Uma das cenas dos céus estrelados em noite escura e transparente 
(e sem Lua, de preferência!) 
que eu mais aprecio 
é a visão incrívelmente bela do Presépio, 
a Manjedoura, a Colméia de Abelhas, 
o Berçário de estrelinhas-bebês, M44!

A bem da verdade,
 é preciso que observemos esse objeto maravilhoso 
quase que com nossa visão enviesada, sim.  
No entanto, sempre em noites bem escuras e transparentes, 
o Presépio nos chama com sua luz tímida porém intensa
 - como se fosse uma lua cheia de estrelinhas!

É bem assim mesmo:
 uma lua cheia de estrelinhas tímidas!  
Eu penso que a denominação Colmeia de Abelhas 
acaba sendo perfeita para M44, 
sem dúvida alguma!

Eu penso que existem duas formas 
de vermos essa lua cheia de estrelinhas: prefiro vê-las a olho nu.  
No entanto, um par de binóculos de resolução baixa 
também pode ser uma boa escolha.

Seja como for, 
é sempre importante que estejamos em um lugar 
de céus escuros e transparentes e em noite sem Lua, 
de preferência.

Uma outra questão também interessante 
é o fato de que o Presépio se situa muitíssimo próximo à Linha da Eclíptica 
e isso quer dizer que os Planetas vão passeando muito próximo 
a este belíssimo objeto.

No caso de Marte e Saturno, 
por exemplo, 
eu penso que esta passagem é sempre gloriosa.  
No caso de Vênus e de Júpiter, 
por outro lado, 
eu penso que a luz desses Planetas 
um tanto que acaba afugentando as estrelinhas tímidas do Presépio. 
No caso de Mercúrio..., 
pelo fato deste Planeta estar sempre tão próximo ao Sol, 
esta luminosidade do céu matutino ou vespertino 
acaba impedindo nossa visão da lua cheia de estrelinhas...




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Sempre que posso ver o Presépio, 
é certamente um momento interessante 
para ir trazendo meu olhar um tantinho ao sul 
e bem observar a Cabeça da Hydra 
e ir percebendo o enredilhar de seu corpo estrelado, 
seu Coração batendo através a estrela-alpha Hyadrae, Alphard, 
e ainda rastejar junto a esta belíssima e tímida constelação 
através o Sextante, a Taça e  o  Corvo, 
bem como o garboso Leão e virginal Virgem, 
concluindo-se, 
quase que imperceptivelmente, 
na proximidade da Balança.

Outra questão também interessante 
quando estamos em momento de boa observação do Presépio
 - momentos de céus escuros e transparentes 
e com a Lua bem distanciada, de preferência -, 
é o fato de que o Caranguejo vivencia um lugar muito próximo 
a uma imensa nesga esbranquiçada, 
um rio de algodão estrelado, 
a Via Láctea, cortando o céu estrelado de norte a sul... , 
e, no entanto,
 a lua cheia de estrelinhas-bebês, a Colmeia de Abelhas, 
esconde-se na escuridão..., 
quase como se fosse um quarto sem-luz 
porém ao lado de uma sala 
e de um corredor extremamente iluminados!

A constelação do Caranguejo, Cancer, é tão pequena... 
e ao mesmo tempo tão maravilhosa!  
É um cantinho de rara beleza, de maravilhamento, de emoção sem-fim.

Nesta Postagem, 
Caro Leitor,
encontre alguma informação
sobre o Objeto Messier 44,
O Presépio.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward




Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes






Messier 44

Open Cluster M44 (NGC 2632), type 'd', in Cancer

Beehive Cluster, Praesepe


[m44.jpg]
Right Ascension08 : 40.1 (h:m)
Declination+19 : 59 (deg:m)
Distance0.577 (kly)
Visual Brightness3.7 (mag) 
Apparent Dimension95.0 (arc min)

Known to Aratos 260 B.C.

This famous cluster, Messier 44 (M44, NGC 2632), is also called Praesepe (Latin for "manger"), or the Beehive cluster. It is also one of the objects easily visible to the naked eye, and thus known since prehistoric times. Some ancient lore is associated with it: Greeks and Romans saw this "nebula" as the manger (Greek: Phatne) associated with two asses who eat from it, Asellus Borealis, the Northern Ass (Gamma Cnc; Spectral type A1 V, mag 4.7, distance 155 ly) and Asellus Australis, the Southern Ass (Delta Cnc; Spectrum K0 III, mag 3.9, distance 155 ly). Erathosthenes reported that these were the asses on which the gods Dionysos and Silenus rode into the battle against the Titans, who were frightened by the animals' braying so that the gods won. As a reward, the asses were put in sky together with Phatne. Aratos (260 B.C.) mentioned this object as "Little Mist", Hipparchus (130 B.C.) included this object in his star catalog and called it "Little Cloud" or "Cloudy Star." Ptolemy mentions it as one of seven "nebulae" he noted in his Almagest, and describes it as "The Nebulous Mass in the Breast (of Cancer)". According to Burnham, it appeared on Johann Bayer's chart (about 1600 A.D.) as "Nubilum" ("Cloudy" Object).

Galileo has first resolved this "nebulous" object, and reported: "The nebula called Praesepe, which is not one star only, but a mass of more than 40 small stars." It was probably later seen and partly resolved in 1611 by Peiresc, the discoverer of the Orion Nebula (M42), and observed as a cluster by Simon Marius in 1612. Charles Messier added it to his catalog on March 4, 1769.
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Stellarium



O PRESÉPIO 
ou
COLMEIA DE ABELHAS
ou
A MANJEDOURA
ou 
BERÇÁRIO DE ESTRELINHAS

M44

Praesaepe, em Câncer

Situado entre as Mulas do Sul e do Norte, 
contendo mais de 300 estrelas fusionadas 
e entre Magnitude visual 6 e 12 
- verdadeira maravilha de poder ser observada, 
como se fosse uma lua cheia de estrelinhas tímidas.

Um aglomerado situado na cabeça do Caranguejo,
 popularmente chamado de Colméia de Abelhas 
e conhecido pelos chineses pelo nome de Tseih, She Ke, 
Exalação dos Corpos Empilhados.

O Presépio representa a mangedoura 
onde Baco e Vulcano esconderam os dois jumentos 



Aselli.  Gama e Delta Cancri. 
Gama é chamada de Asellus Borealis 
e Delta, de Asellus Australis

Asellus Australis situa-se exatamente na linha da Eclíptica 
enquanto Asellus Borealis fica um tantinho mais ao norte,
 porém ambas na mesma Ascensão Reta, quase 9h.

Aselli representam os anos (jumentos, mulas) 
escondidos por Baco e Vulcano durante a guerra entre os Deuses e os Titãs.  

O berro desses animais assustou de tal forma os Titãs que estes fugiram 
e os Deuses, em gratidão, 
carregaram ambos os jumentos e sua manjedoura (O Presépio, M44)
 para os céus.

As estrelas cor de palha conhecidas como a Mula do Norte (Delta)
 e a Mula do Sul (Gama), na língua latina asellus,
 situadas no corpo do Caranguejo.


6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986


Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes
excerto de Cancer, o Caranguejo

Messier 44, também conhecido como Presépio (em latim: Praesepe), Manjedoura, Colmeia, M44, NGC 2632, ou Cr 189, é um aglomerado estelar aberto localizado naconstelação de Cancer. É um dos aglomerados estelares mais próximos do Sistema Solar, e contém uma população estelar maior que a maioria dos aglomerados próximos. É visível a olho nu; por isso é conhecido desde a antiguidade. O astrônomo clássico Ptolemeu o chamou de "a massa nebulosa de Cancer," e foi um dos primeiros objetos queGalileu estudou com seu telescópio.2
Messier 44 é melhor observado quando Cancer está alto no céu; em latitudes do norte isso ocorre durante o fim da tarde de fevereiro a março.

Messier 44
Messier 44
Messier 44
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoCancer
Asc. reta08h 40,4m
Declinação19° 41′
Distância577 anos-luz (177 pc)
Magnit. apar.3,7 1
Dimensões95'
Características físicas
Massa~500-600 M
Raio3,5 pc
Idade estimada~600-700 milhões de anos
Outras denominações
M44, Presépio, Manjedoura, Colmeia, NGC 2632
Messier 44
Cancer constellation map.png



Descoberta e história

É conhecido desde os tempos pré-históricos. Gregos e romanos compararam esta "nebulosa" à manjedoura, associando os dois jumentos às estrelas Gamma Cancri, pertencente à classe espectral A1 V e de magnitude aparente 4,7, distanciado da Terra em 155 anos-luz, e Delta Cancri, pertencente à classe espectral K0 III e de magnitude aparente 3,9, distanciado da Terra também em 155 anos-luzErastótenes relatou que esses foram os jumentos nos quais os deuses Dionísio e Sileno montaram na batalha contra os Titãs, que ficaram amendrotados com o zurro dos animais e que por isso os deuses venceram. Como recompensa, os jumentos foram levados ao céu junto com a manjedoura. O poeta grego Arato referiu-se a esse objeto como a "Pequena Névoa". Hiparco, em 130 d.c., incluiu o aglomerado em seu catálogo estelar, chamando-o de "Pequena Nuvem" ou "Estrela Nebulosa". Ptolomeu menciona-o como uma de sete "nebulosas" em seu Almagesto, localizado no "peito do caranguejo". Também aparece em uma carta estelar de Johann Bayer, de 1600, como um "Nubilum" (objeto nebuloso).3

Galileu Galilei foi o primeiro a resolver as primeiras estrelas individuais do aglomerado. Declarou que "a nebulosa chamada Presépio, que não é apenas uma única estrela, mas uma massa de mais de 40 pequenas estrelas." Foi visto por Nicolas-Claude Fabri de Peiresc, o descobridor da nebulosa de Órion, que também resolveu suas estrelas mais brilhantes em 1611. Simon Marius, um ano mais tarde, também disse ter observado o aglomerado. O astrônomo francês Charles Messier adicionou-o em seu catálogo em 4 de março de 1769 após medir com precisão sua posição no céu. Junto com a Nebulosa de Orion e o aglomerado Plêiades, sua inclusão ao catálogo foi curiosa, visto que a maioria dos outros objetos Messier são menos brilhantes e facilmente confundidos com cometas. Uma possiblidade é que Messier queria ter um catálogo maior que o de seu rival científico, Lacaille, cujo catálogo de 1755 continha 42 objetos, entã ele adicionou objetos brilhantes e bem conhecidos.3 4

LEIA MAIS
em
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_44


Stellarium





Richard Hinckley Allen, Star Names, Their Lore and Meaning, Dover Publications, Inc, New York, USA 


Richard Hinckley Allen, em seu famoso e importantíssimo livro
Star Names — Their Lore and Meaning -, 
nos fala bem sinteticamente sobre O Presépio, M44:

(star)  ε

was applied by Bayer to the coarse extended cluster, NGC 2632, 44 M., on the head of the Crab, composed of about 150 stars of magnitudes from 6½ to 10, with two noticeable triangles among them.

With us it is the well-known Beehive, but its history as such I have not been able to learn, although it undoubtedly is a recent designation, for nowhere is it Apiarium.

Scientifically it was the Νεφέλιον, or Little Cloud, of Hipparchos; the Ἀχλύς, or Little Mist, of Aratos; the Νεφελοειδής, Cloudy One, Συστροφή, Whirling Cloud, and Nubilum, literally a Cloudy Sky, of Bayer; p113but the Almagests and astronomers generally of the 16th and 17th centuries referred to it as the Nebula, and Nebulosa, in pectore Cancri, for before the invention of the telescope this was the only universally recognized nebula, its components not being separately distinguishable by ordinary vision. But it seems to have been strangely regarded as three nebulous objects. Galileo, of course, was the first to resolve it, and wrote in the Nuncius Sidereus:3

The nebula called Praesepe, which is not one star, only, but a mass of more than forty small stars. I have noticed thirty stars, besides the Aselli.

Popularly it also is the Manger, or Crib, the Φάτνη of Aratos and Eratosthenes; the Φάτνης of Ptolemy; and with the Latins, Praesaepe,ºPraesaepesPraesaepisPraesaepiaPraesaepium, the Alfonsine Presepe and Bayer's Pesebre, — also the modern Spanish, — flanked by the Aselli, for whose accommodation it perhaps was invented. Bayer cited for it Melleff, which Chilmead followed with Mellef, and Riccioli withMeeleph; these from the Arabians' Al Ma᾽laf, the Stall; and this, in turn, derived from the Greek astronomy, for their indigenous Ma᾽laf was in Crater. Schickard had this as Mallephon.

Brown includes ε with γδη, and θ in the Persian lunar station Avra‑k, the Cloud, and the Coptic Ermelia, Nurturing.
Tyrtaeus Theophrastus, the first botanist-author, about 300 B.C., and Aratos, described its dimness and disappearance in the progressive condensation of the atmosphere as a sure token of approaching rain; Pliny said,

if Praesepe is not visible in a clear sky it is a presage of a violent storm;

and Aratos in the Διοσημεῖα (the Prognostica):
A murky Manger with both stars
Shining unaltered is a sign of rain.
If while the northern Ass is dimmed
By vaporous shroud, he of the south gleam radiant,
Expect a south wind: the vaporous shroud and radiance
Exchanging stars harbinger Boreas.
Weigel used it in the 17th century, in his set of heraldic signs, as the Manger, a fancied coat of arms for the farmers.
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In China it was known by the unsavory title Tseihº She Ke, Exhalation of Piled‑up Corpses; and within 1° of it Mercury was observed from that p114country, on the 9th of June, A.D. 118, one of the early records of that planet.

LEIA MAIS
em
http://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Gazetteer/Topics/astronomy/_Texts/secondary/ALLSTA/Cancer*.html

VEJA UMA BELÍSSIMA IMAGEM DO PRESÉPIO - M44
  REALIZADA POR ROTH RITTER,
 ACESSANDO
http://www.darkatmospheres.com/astro/gallery/clusters/enlarge.php?fileBase=clusters_5




Saiba mais 
sobre o Presépio e a Constelação do Caranguejo
acessando meu Trabalho
em
CANCER, O CARANGUEJO  
 http://sobrecaranguejo.blogspot.com.br/


O CATÁLOGO MESSIER


Catálogo Messier é um catálogo astronômico composto por 110 objetos do céu profundo, compilado pelo astrônomo francês Charles Messier entre 1764 e 1781.1Originalmente com o nome "Catalogue des Nébuleuses et des amas d'Étoiles, que l'on découvre parmi les Étoiles fixes sur l'horizon de Paris" (Catálogo de Nebulosas e Aglomerados Estelares Observados entre as Estrelas Fixas sobre o Horizonte de Paris), foi construído com objetivo de identificar objetos do céu profundo, comonebulosasaglomerados estelares e galáxias que poderiam ser confundidos com cometas, objetos de brilho fraco e difusos no céu noturno.2
Antes de Messier, vários outros astrônomos elaboraram catálogos semelhantes, como a lista de seis objetos de Edmond Halley,3 o catálogo de William Derham, baseado no catálogo de estrelas de Johannes Hevelius, o Prodomus Astronomiae, o Catálogo das Nebulosas do Sul de Nicolas Louis de Lacaille, de 1755, bem como as listas deGiovanni Domenico Maraldi e Guillaume Le Gentil e Jean-Philippe de Chéseaux. Os diferentes objetos do catálogo são designados pela letra M seguida de um número, que corresponde à ordem cronológica das descobertas ou inclusões: assim, M1 corresponde ao primeiro objeto catalogado, enquanto que a galáxia de Andrômeda, conhecida desde a Idade Média, é apenas o objeto M31. Os objetos do catálogo, conhecidos como "Objetos Messier", também constam em outros catálogos mais recentes, como o New General Catalogue (NGC).
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História


nebulosa do Caranguejo (M1), a primeira entrada do Catálogo Messier
Messier foi motivado a elaborar o catálogo enquanto estava à procura do cometa Halley em 1758.4 5 Segundo os cálculos orbitais de Joseph-Nicolas Delisle, chefe doobservatório astronômico onde ele trabalhava, Halley reapareceria na constelação do Touro.6 Enquanto observava o céu noturno à procura de Halley, descobriu independentemente outro cometa7 e um objeto de aparência semelhante, mas que não se movia em relação às estrelas vizinhas, sendo o primeiro objeto do céu profundodescoberto pelo astrônomo francês. Esse objeto é conhecido atualmente como a Nebulosa do Caranguejo, o remanescente da supernova de 1054.8
Com o objetivo de não mais confundir esses objetos difusos e fixos com cometas, Messier decidiu procurar outros objetos que poderiam enganar a si próprio e a outros astrônomos e decidiu incluí-los em um catálogo que descrevesse suas posições exatas e características.9 Segundo o próprio astrônomo:
"O que me levou a construir o catálogo foi a descoberta da nebulosa I acima do chifre sul de Touro em 12 de setembro de 1758, enquanto observava o cometa daquele ano. Esta nebulosa tinha tamanha semelhança com um cometa em sua forma e brilho e me esforcei para encontrar os outros, de modo que os astrônomos não mais confundissem estas mesmas nebulosas com cometas."9

SAIBA MUITO MAIS, acessando
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cat%C3%A1logo_Messier








Os desenhos formados pelas estrelas
 - AS CONSTELAÇÕES - 
são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais,
 entre o céu e a terra..., 
bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente,
vai se tornando Cosmos
 e este por nossa mente sendo conscientizado.

Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward