quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Phoenix, a mítica ave Fênix (da série Pássaros Estrelados dos Céus do Sul)


Olá!

O céu estrelado da primeira parte da noite
vem nos apresentando
constelações mais ao sul
conhecidas e nomeadas
enquanto Pássaros:

- Ao finalzinho de outubro,
estivemos conversando
sobre o doce voo do Pássaro Grou, Grus
(veja em 
http://oceudomes.blogspot.com.br/2016/10/o-doce-voo-do-passaro-grou-grus.html)

- Em nossa Postagem de hoje,
Caro Leitor,
encontre alguma informação
sobre um Pássaro extremamente interessante
- primeiramente elaborada esta constelação
por Petrus Plancius, em1597/8
e incluída na famosa Uranometria  por Johann Bayer, em 1603 -
para simbolizar este agrupamento estelar:
é a constelação Fênix, Phoenix.

A Fênix é conhecida,
mitologicamente,
por renascer das próprias cinzas.

E, como disse Richard H. Allen,
em seu famoso e imperdível livro
Star Names - Their Lore and Meaning:
Porém, mesmo que Bayer soubesse ou não, 
seu título 
(para esta constelação, Phoenix) 
é muito apropriado em função do fato de que  
em várias outras nações mais antigas 
- China, Egito, Índia e Pérsia -,
 este pássaro foi considerado 
"como um símbolo astronômico de período cíclico".  

Duas estrelas podem nos ajudar
a encontrar a estrela-alpha Phoenicis,
Ankaa:
são Achernar, estrela-alpha Eridanii,
e Fomalhaut, estrela-alpha Piscis Austrinii:
Ankaa situa-se entre essas estrelas
que são sempre bem conhecidas
em nossos céus mais ao sul.
Também a constelação Grou, Grus,
encontra-se nas proximidades
e a estrela-alpha Gruis, Al Nair,
também nos ajuda a encontrar a Fênix.

Este pássaro mítico
e imortalizado nas estrelas
nos revela também 
alguns objetos de céu profundo
bem interessantes
(principalmente o chamado Quarteto de Robert)
e ainda dois Aglomerados de Galáxias!

E ao final de nossa Postagem,
Caro Leitor,
encontre também algumas informações
sobre a ave mítica Fênix,
cujo eterno renascimento das próprias cinzas
transformam-na em símbolo de imortalidade
e de renascimento espiritual.



Stellarium

Stellarium




- Em continuidade aos nossos comentários
sobre os Pássaros do Sul,
estaremos trazendo algumas informações
sobre o Tucano, Tucana,
sobre o Pavão, Pavo,
sobre a Pomba de Noé, Noah's Dove, Columba,
sobre o Peixe Voador, Volans....
E não podemos nos esquecer
de Apus, a Ave-do-Paraíso!

Pássaros reais e Pássaros Míticos
são representados através conjuntos estelares
e é sempre um grande prazer morarmos no Hemisfério Sul
e podermos observar
estas joias!

Com um abraço estrelado,
Janine Milward




The "Southern Birds", PavoPhoenixGrus, and Tucana from Johann Bayer's Uranometria of 1603, the first celestial atlas to include the southern constellations. Indus and Hydrus also appear.

Resultado de imagem para Johann Bayer
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/b5/Johann_Bayer_-_Uraniometria_-_Southern_Birds.jpg/838px-Johann_Bayer_-_Uraniometria_-_Southern_Birds.jpg




Caro Leitor,
É interessante percebermos o fato de que
muitas das constelações mais ao sul
foram figuradas e nomeadas 
nos Séculos XVI (bem ao final), XVII e XVIII.



Petrus Plancius

Petrus Plancius (1552 – May 15, 1622) was a Flemish astronomercartographer and clergyman. He was born as Pieter Platevoet in Dranouter, now in HeuvellandWest Flanders. He studied theology in Germany and England. At the age of 24 he became a minister in the Dutch Reformed Church.
In 1589 Plancius collaborated with the Amsterdam cartographer Jacob Floris van Langren on a 32.5-cm celestial globe, which, using the sparse information available about southern celestial features, for the first time depicted: Crux the southern cross, Triangulum Australe the southern triangle, and the Magellanic CloudsNubecula Major and Minor.
In 1595 Plancius asked Pieter Dirkszoon Keyser, the chief pilot on the Hollandia, to make observations to fill in the blank area around the south celestial pole on European maps of the southern sky. Keyser died in Java the following year – the expedition had many casualties – but his catalogue of 135 stars,[3] probably measured up with the help of explorer-colleague Frederick de Houtman,[4] was delivered to Plancius. These stars appear as 12 new southern constellations,[4] on a 35-cm celestial globe designed by Plancius in late 1597 (or early 1598) and produced in collaboration with the Amsterdam cartographer Jodocus Hondius the Elder. The 12 new constellations (mostly referring to animals and subjects described in natural history books and travellers' journals of his day) are Apis the Bee (later changed to Musca by Lacaille), Apus the Bird of ParadiseChamaeleonDorado the Goldfish (or Swordfish), Grus the CraneHydrusthe Small Water Snake, Indus the Indian, Pavo the Peacock, PhoenixTriangulum Australe the Southern Triangle, Tucana the Toucan, and Volans the Flying Fish. (The Southern Triangle and Southern Cross were reported as asterisms by earlier navigators and appear on earlier charts,[5] but the globe of 1598 is the first surviving source that plots their locations reasonably accurately.) Also notable is the inclusion of Achernar as Alpha Eridani.
These constellations, together with the constellation Columba illustrated by Plancius on his large wall map of the world of 1592, were then incorporated in 1603 by Johann Bayer in his sky atlas, the Uranometria.



Johann Bayer, 1603, astrônomo. Obra: Uranometria.  
Relaciona 60 constelações, incluindo as circumpolares Sul, cuja nomenclatura conclui e unifica.  
Acrescenta 12 constelações.
Ave-do-Paraíso, Camaleão, Dourado, Grou, Hidra Macho, Índio, Mosca, Pavão, Fênix, Triângulo Austral, Tucano, Peixe-Voador

??? Jacob Bartsch, 1624. Pomba  ??



Bayer é mais famoso pelo seu atlas estelar Uranometria, publicado em 1603 e que foi o primeiro atlas a cobrir toda a esfera celeste. Este trabalho introduziu um novo sistema para designar as estrelas, usando a notação grega e latina, que se tornou conhecido com nomenclatura, ou designação, de Bayer. A maioria das notações atribuídas por Bayer e por astrónomos posteriores que adoptaram o seu sistema permanece em uso até aos dias de hoje.



E vamos encontrar
 Hevelius, Royer e La Caille 
nomeando e reafirmando
 várias outras constelações,
algumas mais ao sul e outras não:

Hevelius, 1690, astrônomo amador, selenógrafo.  Obra: Sete Cartas Celestes. 
Dá nome a 9 constelações:
Girafa, Cães de Caça, Lagarto, Leão Menor, Lince, Unicórnio, Escudo, Sextante, Raposa

Royer, 1697, navegante francês.  Obra: Carta Celeste.  Desmembra a Cruz Australis da constelação do Centauro. Cruzeiro do Sul

La Caille, 1752, astrônomo.  Obras: Memórias e Céu Estrelado. 
Introduz 14 novas constelações:
 Máquina Pneumática, Buril, Compasso, Forno, Relógio, Mesa, Microscópio, Esquadro, Oitante, Pintor, Bússula, Retículo, Escultor, Telescópio
E divide a extensa constelação ptolomaica Argo, o Navio, em Carina, Puppis e Vela.
Quilha, Popa, Vela






Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestees




 PHOENIX, A FÊNIX


Ascensão Reta  23h24m / 2h24m   Declinação -39o.8 / -58o.2

Constelação adicionada por Bayer em 1604.

O nome desta constelação retrata o pássaro mitológico que renascia das próprias cinzas. 


........................




Phoenix is a minor constellation in the southern sky. Named after the mythical phoenix, it was first depicted on a celestial atlas by Johann Bayer in his 1603 Uranometria. The French explorer and astronomer Nicolas Louis de Lacaille charted the brighter stars and gave their Bayer designations in 1756. The constellation stretches from roughly −39° to −57° declination, and from 23.5h to 2.5h of right ascension. The constellations Phoenix, GrusPavo and Tucana, are known as the Southern Birds.

The brightest star, Alpha Phoenicis, is named Ankaa, an Arabic word meaning 'the Phoenix'. It is an orange giant of apparent magnitude 2.4. Next is Beta Phoenicis, actually a binary system composed of two yellow giants with a combined apparent magnitude of 3.3. Nu Phoenicis has a dust disk, while the constellation has ten star systems with known planets and the recently discovered galaxy clusters El Gordo and the Phoenix Cluster—located 7.2 and 5.7 billion light years away respectively, two of the largest objects in the visible universe. Phoenix is the radiant of two annual meteor showers: the Phoenicids in December, and the July Phoenicids.

Phoenix constellation map.svg
Por Phoenix_constellation_map.png: Torsten Brongerderivative work: Kxx (talk) - Phoenix_constellation_map.png, CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=10850946




But, whether Bayer knew it or not, his title is an appropriate one, for with various early nations — at all events, in China, Egypt, India, and Persia — this bird has been "an astronomical symbol of cyclic period,"..................

http://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Gazetteer/Topics/astronomy/_Texts/secondary/ALLSTA/Phoenix*.html

Richard H. Allen - em seu famoso e imperdível livro
Star Names - Their Lore and Meaning
nos revela que... 
Porém, mesmo que Bayer soubesse ou não, seu título (para esta constelação, Phoenix) é muito apropriado em função do fato de que  em várias outras nações mais antigas 
- China, Egito, Índia e Pérsia -,
 este pássaro foi considerado "como um símbolo astronômico de período cíclico".  
(tradução simples e literal minha, Janine)



By Johann Gabriel Doppelmayr(Life time: 1677-1750) - Original publication: Johann Doppelmayr, Atlas Coelestis (plate 19), Nuremberg, ca. 1742Immediate source: I own this map and took the photograph myself., Public Domain, https://en.wikipedia.org/w/index.php?curid=41271309


http://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Gazetteer/Topics/astronomy/_Texts/secondary/ALLSTA/Phoenix*.html

The text is in the public domain.

Phoenix,
p336Others changed the figure to that of a Griffin, or Eagle, so that the introduction of a Phoenix into modern astronomy was, in a measure, by adoption rather than by invention.p335Phoenix,
the French Phénix, the German Phönix, and the Italian Fenice, is one of Bayer's new figures, between Eridanus and Grus, south of Fornax andSculptor, — its ακμβν, and γ in a line curving toward the south like that of a primitive Boat, by which figure, as Al Zaura, the Arabs knew them. Al Sufi cited another name, — Al Riāl, the Young Ostriches, — which Hyde wrongly read Al Zibal, perhaps a synonymous title; and Kazwini used Al Sufi's term in describing some stars of Al Nahr, the River, in which our Phoenix was then included by Arabian astronomers.

But, whether Bayer knew it or not, his title is an appropriate one, for with various early nations — at all events, in China, Egypt, India, and Persia — this bird has been "an astronomical symbol of cyclic period," some versions of the well-known fable making its life coincident with the Great Year of the ancients beginning at noon of the day when the sun entered among the stars of Aries; and, in Egypt, with the Sothic Period when the sun and Sirius rose together on the 20th of July. Thompson further writes of this:

A new Phoenix-period is said to have commenced A.D. 139, in the reign of Antoninus Pius; and a recrudescence of astronomical symbolism associated therewith is manifested on the coins of that Emperor.

Coincidently, Ptolemy adopted as the epoch of his catalogue the year 138, the first of Antoninus. With the Egyptians, who knew this bird asBennu and showed it on their coins, it was an emblem of immortality; indeed it generally has been such in pagan as well as in Christian times.

In China the constellation was Ho Neaou, the Fire Bird, showing its derivation there from the Jesuits.

Julius Schiller combined it with Grus in his Aaron the High Priest.

Gould catalogues 139 naked-eye stars here, from 2.4 to 7.

α, of 2.2. magnitude, was Al Tizini's ir al Zaura, the Bright One in the Boat, rendered in Hyde's translation lucida Cymbae. It culminates just above the horizon of New York City on the 17th of November, and is quite conspicuous from its solitary position southeast from Fomalhaut.


A 14th‑magnitude companion, purple in tint, has recently been discovered by See, 9ʺ away, with a position angle of 280°.



Stellarium



Ankaa - Alpha Phoenicis
Asc. Reta 00h25,3m - Declinação -42,25
 Magnitude visual 2,44  -  Distância 93 anos-luz
Extremidade, termo árabe.


Beta Phoenicis - Estrela Dupla
Ascensão Reta 01h03m        Declinação  -46o.59           Magnitude  4,0 e 4,2
Ângulo de Posição  345o.,4      Distância entre estrelas 1”,63



- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




http://3.bp.blogspot.com/-6izvhu51yXI/Ub3NvM1X73I/AAAAAAAAFoY/z-_OKB69YxU/s1600/phoenixConstellation_grnd_JohannBodea.jpg



Phoenix (Phe), a Fênix, é uma constelação do hemisfério celestial sul. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Phoenicis. Sua estrela mais brilhante é Alpha Phoenicis (Ankaa). A constelação se situa a aproximadamente entre -41° e -57° de declinação e 23,5h e 2h de ascensão reta, e é visível entre as latitudes +40° e -90°.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Phoenix_(constela%C3%A7%C3%A3o)


Alpha Phoenicis (α Phe, α Phoenicis), também chamada de Ankaa, é a estrela mais brilhante da constelação de Phoenix. Se localiza a cerca de 77 anos-luz da Terra.
Alpha Phoenicis é uma estrela gigante de tipo K com magnitude aparente de 2,37. Tem uma estrela companheira espectroscópica de baixa massa, que a orbita a cada 10,5 anos a uma distância média de 7 UA (aproximadamente um bilhão de quilômetros).

http://simbad.u-strasbg.fr/simbad/sim-basic?Ident=ALPHA+PHOENICIS


Beta Phoenicis (β Phe / β Phoenicis) é a segunda estrela mais brilhante da constelação de Phoenix. É uma estrela gigante amarela de classe G com magnitude aparentede 3,232. Está localizada a aproximadamente 200 anos-luz da Terra.

http://simbad.u-strasbg.fr/simbad/sim-basic?Ident=BETA+PHOENICIS


The constellation Phoenix as it can be seen by the naked eye.


https://en.wikipedia.org/wiki/Phoenix_(constellation)#/media/File:Constellation_Phoenix.jpg




OBJETOS DE CÉU PROFUNDO



Robert's quartet
O Quarteto de Robert


Robert's Quartet is a compact galaxy group approximately 160 million light-years away in the constellation Phoenix. It is a family of four very different galaxies in the process of colliding and merging. Its members are NGC 87NGC 88NGC 89 and NGC 92, discovered by John Herschel in the 1830s. NGC 101 is also a loosely related member.
The quartet is one of the finest examples of compact groups of galaxies. Because such groups contain four to eight galaxies in a very small region, they are excellent laboratories for the study of galactic interactions and their effects, in particular on the formation of stars. The quartet has a total visual magnitude of almost 13. The brightest member of the group has a magnitude of about 14. On the sky, the four galaxies are all within a circle of radius of 1.6 arcmin, corresponding to about 75,000 light-years. It was named by Halton Arp and Barry F. Madore, who compiled A Catalogue of Southern Peculiar Galaxies and Associations in 1987.

Members[edit]


Members of Robert's Quartet
NameTypeDistance from Sun
(million ly)
Magnitude
NGC 87IBm pec.155+14.5
NGC 88SB(rs)a pec.156+15.21
NGC 89SB0(s)a pec.149+14.57
NGC 92SAa pec.146+14.29
NGC 101Sc154+13.46
https://en.wikipedia.org/wiki/Robert%27s_Quartet


Quarteto de Robert é um grupo de galáxias cerca de 160 milhões de anos-luz de distância na direção da constelação de Phoenix. Trata-se de uma família de quatro diferentes galáxias no processo de colisão e fusão. Os seus membros são NGC 87NGC 88NGC 89 e NGC 92, descobertas por John Herschel, nos anos 1830.

O quarteto é um dos mais belos exemplos de grupos compactos de galáxias. Porque esses grupos contêm quatro a oito galáxias em uma região muito pequena, eles são excelentes laboratórios para o estudo da galáxia interações e seus efeitos, em especial, sobre a formação de estrelas. O quarteto tem um total de quase 13 de magnitude aparente. O mais brilhante membro do grupo tem uma magnitude de cerca de 14. Sobre o céu, as quatro galáxias estão todas dentro de um círculo de raio de 1,6 arco de minuto, o que corresponde a cerca de 75000 anos-luz. Ele foi nomeado por Halton Arp e Barry F. Madore, que compilou um Catálogo de Galáxias e Associações Peculiares Austrais, em 1987.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Quarteto_de_Robert


Robert's quartet.jpg
CC BY 4.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=3984951



NGC 87 é uma galáxia irregular (IBm/P) localizada na direcção da constelação de Phoenix. Possui uma declinação de -48° 37' 44" e uma ascensão recta de 0 horas, 21 minutos e 14,2 segundos.

A galáxia NGC 87 foi descoberta em 30 de Setembro de 1834 por John Herschel.
https://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_87

NGC 87 is a diffuse, highly disorganized barred irregular galaxy, part of Robert's Quartet, a group of four interacting galaxies.
https://en.wikipedia.org/wiki/NGC_87




NGC 88 é uma galáxia espiral barrada (SB0-a) localizada na direcção da constelação de Phoenix. Possui uma declinação de -48° 38' 23" e uma ascensão recta de 0 horas, 21 minutos e 22,0 segundos.

A galáxia NGC 88 foi descoberta em 30 de Setembro de 1834 por John Herschel.
https://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_88

NGC 88 is a barred spiral galaxy exhibiting an inner ring structure located about 160 million light years from the Earth in the Phoenix constellation. NGC 88 is interacting with the galaxies NGC 92NGC 87 and NGC 89. It is part of a family of galaxies called Robert's Quartet discovered by astronomer John Herschel in the 1830s.
https://en.wikipedia.org/wiki/NGC_88





NGC 89 é uma galáxia espiral barrada (SB0-a) localizada na direcção da constelação de Phoenix. Possui uma declinação de -48° 39' 55" e uma ascensão recta de 0 horas, 21 minutos e 24,3 segundos.

A galáxia NGC 89 foi descoberta em 30 de Setembro de 1834 por John Herschel.
https://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_89

NGC 89 is a barred spiral or lenticular galaxy, part of Robert's Quartet, a group of four interacting galaxies. This member has a Seyfert 2 nucleus with extra-planar features emitting H-alpha radiation. There are filamentary features on each side of the disk, including a jet-like structure extending about 4 kpc in the NE direction. It may have lost its neutral hydrogen (H1) gas due to interactions with the other members of the clusters—most likely NGC 92.[4]
https://en.wikipedia.org/wiki/NGC_89


The largest member of the galaxy group known as Roberts Quartet is NGC 92, a spiral Sa galaxy with an unusual appearance.


https://en.wikipedia.org/wiki/Robert%27s_Quartet#/media/File:Phot-34b-05-fullres.jpg



NGC 92 é uma galáxia espiral (Sa) localizada na direcção da constelação de Phoenix. Possui uma declinação de -48° 37' 29" e uma ascensão recta de 0 horas, 21 minutos e 31,4 segundos.

A galáxia NGC 92 foi descoberta em 30 de Setembro de 1834 por John Herschel.
https://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_92

NGC 92 is a highly warped interacting unbarred spiral galaxy in Robert's Quartet; it is interacting with three neighbouring galaxies NGC 87NGC 88 and NGC 89.
https://en.wikipedia.org/wiki/NGC_92







NGC 625 é uma galáxia espiral barrada (SBm) localizada na direcção da constelação de Phoenix. Possui uma declinação de -41° 26' 15" e uma ascensão recta de 1 horas, 35 minutos e 04,4 segundos.

A galáxia NGC 625 foi descoberta em 2 de Setembro de 1826 por James Dunlop.

NGC 625 is a dwarf barred spiral galaxy about 12.7 Mly away in the constellation Phoenix. NGC 625 is a member of the Sculptor Group.[3]
https://en.wikipedia.org/wiki/NGC_625

NGC 625 GALEX.jpg
By WikiSky/GALEX/NASA - http://wikisky.org/snapshot?img_size=&img_res=&ra=1.5846388&de=-41.437219999999996&angle=0.3421532846715329&projection=tan&rotation=0.0&survey=GALEX&img_id=all&width=800&height=800&img_borders=&interpolation=bicubic&jpeg_quality=0.8&max_preview_size=800&show_params=1&mouse_action=zoom, Public Domain, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=5567839






NGC 37 é uma galáxia lenticular (SB0) localizada na direcção da constelação de Phoenix. Possui uma declinação de -56° 57' 25" e uma ascensão recta de 0 horas, 11 minutos e 23,0 segundos.

A galáxia NGC 37 foi descoberta em 2 de Outubro de 1836 por John Herschel.
https://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_37

NGC 37 is a lenticular galaxy located in the Phoenix constellation. It is approximately 42 kiloparsecs (137,000 light-years) in diameter and about 12.9 billion years old.[1]
https://en.wikipedia.org/wiki/NGC_37


Por Desconhecido - Two Micron All Sky Survey (2MASS)http://nedwww.ipac.caltech.edu/cgi-bin/nph-imgdata?objname=NGC+0037, Domínio público, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=3908540






AGLOMERADOS DE GALÁXIAS,
EM PHOENIX, O PÁSSARO FÊNIX


Hubble image of ACT-CL J0102-4915
Composite image of the El Gordo galaxy cluster

https://www.nasa.gov/mission_pages/chandra/multimedia/elgordo-2014.html


El Gordo (lit. The Fat One) (ACT-CL J0102-4915 or SPT-CL J0102-4915) is the largest distant galaxy cluster observed at its distance or beyond, as of 2011. As of 2014, it still holds the record for being the largest distant galaxy cluster to have been discovered with a mass of 3 quadrillion suns.[3][4][5][6] It was found by NASA's Chandra X-ray ObservatoryAtacama Cosmology Telescope - funded by National Science Foundation, and European Southern Observatory's Very Large Telescope.[7]

This galaxy cluster, officially named as, 'ACT-CL J0102-4915', has been given a 'nickname' by the researchers as 'El Gordo', which stands for "the Fat One" or "the Big One" in Spanish. It is located more than 7 billion light-years from Earth.[8]

Felipe Menanteau (then of Rutgers University) who led the study stated "this cluster is the most massive, the hottest, and gives off the most X-rays of any known cluster at this distance or beyond."[10]
Findings from the European Southern Observatory's Very Large Telescope and the Chandra X-ray Observatory show that El Gordo is composed of two separate galaxy subclusters, colliding at several million kilometers per hour.[11] These observations (using X-ray data and other characteristics) suggest that 'El Gordo' most probably formed in the same manner as the Bullet Cluster (which is located 4 billion light years from Earth).[12][13][14][15] According to Cristóbal Sifón from Pontifical Catholic University of Chile "this is the first time we've found a system like the Bullet Cluster at such a large distance."[16]


Title: El Gordo.ogv
Author: ESO/SOAR/NASA
Date: 10 January 2012









A composite X-ray (purple), optical (red/green/blue), and UV (blue) image of the newly discovered Phoenix Cluster. This galaxy cluster has been dubbed the Phoenix Cluster because it is located in the constellation of the Phoenix, and because new stars are forming there at the highest rate ever observed in a cluster.
X-ray: NASA/CXC/MIT/M.McDonald; UV: NASA/JPL-Caltech/M.McDonald; Optical: AURA/NOAO/CTIO/MIT/M.McDonald; Illustration: NASA/CXC/M.Weiss

CfA astronomers Ryan Foley, Matt Ashby, Bill Forman, Steve Murray, Brian Stalder, Tony Stark, Chris Stubbs, and Alex Vikhlinin are part of a team of astronomers who have discovered one of the largest and most luminous  in the universe, the so-called Phoenix Cluster, about 5.7 billion light-years away. Using the Chandra X-Ray Observatory, the Magellan telescopes in Chile, the South Pole Telescope in Antarctica, and a suite of other space and ground-based facilities, the team finds that the cluster (at least currently) is undergoing a massive burst of star formation with about 740 solar-masses worth of new stars being created every year (for reference, the Milky Way forms about one star per year).
This was unexpected: most clusters support only modest star formation. At the same time, the team finds that the dominant black hole in the cluster does not show especially powerful jet activity. Writing in last week's issue of the journal Nature, the team concludes that this massive starburst is powered by the infalling material. They speculate that in this cluster the dominant black hole, although steadily growing in mass, has jets that are unable to halt the "cooling flow." The implication is that either this cluster is of a very rare kind, or that with subsequent evolution it will develop more effective and customary ways to inhibit the infalling material.

The Phoenix Cluster (SPT-CL J2344-4243) is a galaxy cluster located in the constellation Phoenix, at a distance of roughly 5.7 billion light years. It has a mass of 2.5×1015 solar masses, making it one of the most massive galaxy clusters.[2]
Possibly dormant for billions of years, it has recently revealed a high rate of activity in star formation – the highest ever recorded in the middle of a galaxy cluster, although there are many individual high redshift galaxies which produce this many stars per year, or more. [4] Observations by a variety of telescopes including the GALEX andHerschel space telescopes show a creation of 740 solar masses (stars) per year.[2] This is considerably higher than the Perseus Cluster, where stars are formed around 20 times slower, or the one per year rate of star formation in our own galaxy.[5]
Phoenix Cluster is also producing more X-rays than any other known massive cluster.[2] Data from observations suggest that hot gas is cooling in the central regions at the highest rate ever recorded. The central galaxy in the cluster contains vast amounts of hot gas. More normal matter is present there than the total of all the other galaxies in the cluster.
In the center of the system, there is a supermassive black hole growing very rapidly, expanding at a rate of about 60 solar masses per year. It is currently about 20 billion times the mass of the Sun, one of the largest known.[2]
The Phoenix Cluster was initially detected using the Sunyaev-Zeldovich effect by the South Pole Telescope collaboration.[3]


http://en.wikipedia.org/wiki/Supercluster#mediaviewer/File:Nearsc.gif

Abell    Coordenadas    Coordenadas  R  Redshift Distância    Membro
Número   Equatoriais    Galácticas               Milhões   Superaglomerado
                                                                          anos-luz
          RA       Dec         L°    B°               (H=70)
A2870  01 07.7  -46 55  251.0 -13.5  0  .0225     311     Phoenix
A2877  01 09.8  -45 54  252.1 -13.8  0  .0235     324     Phoenix
A2806  00 40.2  -56 10  240.9 -11.0  0  .0265     365     Phoenix
A2836  00 53.7  -47 37  249.9 -11.3  0  .0288     397     Phoenix
A2731  00 10.2  -56 59  239.1  -7.2  0  .0300     413     Phoenix
A2896  01 18.3  -37 06  261.3 -14.0  0  .0306     421     Phoenix






fênix (português brasileiro) ou fénix (português europeu) (em grego clássicoϕοῖνιξ) é um pássaro da mitologia grega que, quando morria, entrava em auto-combustão e, passado algum tempo, renascia das próprias cinzas.
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No final de cada ciclo de vida, a fênix queimava-se numa pira funerária. A vida longa da fênix e o seu dramático renascimento das próprias cinzas transformaram-na em símbolo da imortalidade e do renascimento espiritual.
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  • A crença na ave lendária que renasce das próprias cinzas existiu em vários povos da Antiguidade como gregos, egípcios e chineses. Em todas as mitologias o significado é preservado: a perpetuação, a ressurreição, a esperança que nunca têm fim.
  • Para os gregos, a fênix por vezes estava ligada ao deus Hermes e é representada em muitos templos antigos. Há um paralelo da fênix com o Sol, que morre todos os dias no horizonte para renascer no dia seguinte, tornando-se o eterno símbolo da morte e do renascimento da natureza.
  • Os egípcios a tinham por "Bennu" e estava relacionada a estrela "Sótis", ou estrela de cinco pontas, estrela flamejante, que é pintada ao seu lado.
  • Na China antiga a fênix foi representada como uma ave maravilhosa e transformada em símbolo da felicidade, da virtude, da força, da liberdade, e da inteligência. Na suaplumagem, brilham as cinco cores sagradas.Púrpuraazulvermelhabranco e dourado.
  • No início da era Cristã esta ave fabulosa foi símbolo do renascimento e da ressurreição. Neste sentido, ela simboliza o Cristo ou o Iniciado, recebendo uma segunda vida, em troca daquela que sacrificou.
  • A bandeira da cidade de São Francisco mostra uma fênix, acreditado de estar um símbolo de renovação depois o sismo que devastou a cidade em 1906. A bandeira e o selo da cidade de Atlanta mostram uma fênix também.
  • No Acidente na mina San José em 2010, a cápsula que estava retirando um por um dos 33 mineiros foi chamada de Fênix, porque o resgate deles a uma profundidade muito funda de terra lembra a ressurreição da ave mítica das cinzas.
http://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%AAnix




http://www.raremaps.com/gallery/enlarge/33613
http://www.raremaps.com/gallery/detail/33613/Celestial_Map_of_the_Southern_Hemisphere/Pardies.html
Title: [Celestial Map of the Southern Hemisphere]   Map Maker: Ignace Gaston Pardies





Os desenhos formados pelas estrelas 
– As Constelações - 
são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais, 
entre o céu e a terra 
bem como percebendo que o caos, vagarosamente, 
vai se tornando Cosmos e sendo por nossa mente conscientizado.  
Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

COM UM ABRAÇO ESTRELADO,
Janine Milward