sexta-feira, 11 de novembro de 2016

Sírius e Canopus, raínha e princesa, na madrugada sonolenta antecipadora da chegada do Sol


Olá!

Caro Leitor, 

observe que quando a noite vai encontrando seu final
e o Sol já vem anunciando sua chegada
- sempre antecipado pelo canto do galo, é claro -,
algumas estrelas continuam apresentando-se
nos céus...,
enquanto outras simplesmente desaparecem...

Duas estrelas nos atraem a atenção:
Sírius e Canopus.

Sírius é a rainha
e Canopus é a princesa,
digamos assim
- pois que Sírius,
aos nossos olhos nus,
é a mais brilhante estrela
dos céus...,
enquanto Canopus
e a segunda mais brilhante.

E quão felizes somos
por morarmos no hemisfério sul,
não é verdade,
e podermos bem apreciar
estas belezuras!

Sírius é a estrela-alpha Canis Majoris
e Canopus é a estrela-alpha Carinae.

A bem da verdade,
Canopus antecede Sírius
em chegada aos céus estrelados
através o horizonte sudeste
- a princesa anuncia a chegada da rainha!
No entanto,
quando diante do horizonte oeste,
Sírius é a primeira a esconder-se,
sendo, então,
seguida por Canopus.

Nesta Postagem,
Caro Leitor,
encontre alguma informação
sobre estas maravilhosas estrelas,
Sírius e Canopus!

Com um abraço estrelado,
Janine Milward


Stellarium

Stellarium




Iguaçu Starry Night 
Image Credit & CopyrightBabak Tafreshi (TWAN)
Explanation: The arc of the southern Milky Way shone brightly on this starry night. Captured on May 4, in the foreground of this gorgeous skyview is the rainforest near the spectacular Iguaçu Falls and national park at the border of Brazil and Argentina. Looking skyward along the Milky Way's arc from the left are Alpha and Beta Centauri, the Coalsack, the Southern Cross, and the Carina Nebula. Sirius, brightest star in planet Earth's night sky is at the far right. Brilliant Canopus, second brightest star in the night, and our neighboring galaxies the Large and Small Magellanic clouds, are also included in the scene. For help finding them, just slide your cursor over the image. Much closer to home, lights near the center along the horizon are from Argentina's Iguazú Falls International Airport.







Diga-me, Caro Leitor,
qual é a estrela que pode ser considerada
 como a rainha de todas as demais estrelas?

 Sirius!


Stellarium


Nestas madrugadas de céus escuros e transparentes
e com a buscando seu momento de SuperLua
(em 14 de novembro!),
porém escondendo-se por detrás do horizonte oeste
a tempo de ainda nos brindar com um tantinho 
de restante de céus estrelados...,
por que não observarmos os céus estrelados
apresentando um imenso rasgo iluminado
desde o sul até o norte
- a Via Lactea -
e incluindo uma estrela
que brilha e brilha e brilha
tão intensamente...,
que nossos olhares
mal conseguem se desviar
de sua beleza ímpar!

Sírius, 
é a mais brilhante
e por esta razão
é sempre a última estrela
a desaparecer... 
- quando os raios do Sol entram em cena,
empurrando a noite para o outro lado do mundo.




File:Sirius A and B Hubble photo.jpg

Author
NASA, ESA
Credit: H. Bond (STScI) and M. Barstow (University of Leicester)
The image of Sirius A and Sirius B taken by the Hubble Space Telescope. The white dwarf can be seen to the lower left.[64] Thediffraction spikes and concentric rings areinstrumental effects.




SiriusAlpha Canis Majoris Estrela Dupla
Ascensão Reta 06h 44,2m - Declinação -16o 42’
Magnitude visual - 1,58 e 7,6  -  Distância 8 anos-luz
Distância entre estrelas 11”,16

O Ardente, nome latino da estrela mais brilhante, segundo os antigos gregos. 
Uma estrela binária, branco brilhante e amarelo, situada na boca do Cão Maior.  
De Seirios, possivelmente do deus egípcio Osíris. 
Entre os egípcios também era considerada como Thoth e Sothis.  
Os chinêses conheciam como Tseen Lang, o Lobo dos Céus, 
e diziam que quando estava muitíssimo brilhante é porque os ladrões iriam atacar.

Sirius B, a outra componente, foi a primeira estrela branca anã a ser descoberta.
Sirius, em função de sua proximidade, 
é conhecida como a estrela mais brilhante.  
A bem da verdade, muitíssimas outras estrelas são mais brilhantes do que Sirius 
porém situando-se extremamente mais distanciadas 
e portando parecendo bem mais pálidas do que esta estrela tão próxima a nós.

6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



Sirius (ground-based image)

The image shows an overview of Sirius B's surroundings and was composed from images from the Digitized Sky Survey 2. The field of view is 4.5› x 4.7›.
Credit:

Coordinates

Position (RA):6 44 58.53
Position (Dec):-16° 42' 48.59"
Field of view:265.73 x 282.83 arcminutes
Orientation:North is 0.3° left of vertical




Sirius era conhecida no antigo Egito como Spodet (do gregoSothis), está registrada nos registros astronômicos mais antigos. Durante o Médio Império, os egípcios tomaram como base de seu calendário o nascer helíaco de Sírus, ou seja, o dia em que ele torna-se visível pouco antes do nascer do Sol e estando suficientemente afastado do brilho dele. Este evento ocorria antes da inundação anual do rio Nilo e do solstício de verão[1], após estar ausente do céu por setenta dias. O hieróglifo para Sothis é uma estrela e um triângulo. Sothis era relacionada com a deusa Ísis, enquanto o período de setenta dias com a passagem de Ísis e Osíris pelo tuat, o submundo egípcio.
Os gregos da antiguidade observaram que a aparência de Sírius poderia anunciar um verão quente e seco, e temeram que isso fizesse as plantas murcharem, enfraquecesse os homens e estimulasse o desejo nas mulheres. Por causa de seu brilho, foi observado que Sírius cintila mais nas condições meteorológicas instáveis do início do verão. Para os observadores gregos isto eram emanações de influência maligna e pessoas que sofressem de seus efeitos eram ditos astroboletos(αστροβολητος) ou atingidos pela estrela. A estação seguindo a aparição da estrela foi chamada de Dias de Cão do verão. Os habitantes da ilha de Ceos no Mar Egeuofereciam sacrifícios a Sírius e a Zeus para trazerem brisas refrescantes enquanto aguardavam a aparência com que a estrela reapareceria no próximo verão. Se aparecesse fraca então emanaria pestes, do contrário traria boa sorte. As moedas recuperadas do século III antes de Cristo mostravam cães ou estrelas cercados de raios, ressaltando a importância de Sírius. Os romanos celebravam o poente helíaco de Sírius por volta do dia 25 de abril, sacrificando um cão com incensovinho e umcarneiro para a deusa Robigalia para que as emanações não trouxessem a ferrugem do trigo para as plantações[2].
Ptolomeu de Alexandria mapeou as estrelas nos livros VII e VIII do Almagesto, no qual utilizou Sírius como a localização para o meridiano central. Curiosamente ele a descreveu como uma das seis estrelas vermelhas. Entre as outras estão Arcturus e Betelgeuse.
Estrelas brilhantes eram importantes para os antigos polinésios para navegação entre as várias ilhas e atois no Oceano Pacífico. Quando estão baixas no horizonte, elas agiam como bússolas estelares para ajudar navegantes a traçar cursos para alguns destinos. Também serviram como marcadores de latitude: A declinação de Sírius coincide com a latitude do arquipélago de Fiji a 17°S e passa diretamente sobre as ilhas todas a noites. Sírus serviu como o corpo de uma constelação de um "Grande Pássaro" chamado Manu, com a ponta da asa sul em Canopus e da asa norte em Procyon, dividindo o céu noturno em dois hemisférios. Assim como a aparição de Sírius marcava o verão na Grécia, marcava o início de um inverno frio para os Maori, cujo nome Takurua servia tanto para a estrela quanto para a estação. A culminação no solstício de inverno era marcada por uma celebração no Havaí, onde era conhecida por Ka'ulua ou "Rainha do Céu". Outros povos polinésios também atribuíram-lhe os nomes Tau-ua nas ilhas MarquesasRehua na Nova Zelândia e Aa ou Hoku-Kauopae no Havaí.



História e mitologia

Do ponto de vista histórico, Sirius sempre foi o centro das atenções, fruto de um significado muito especial dado pelas mais diversas culturas.
Foi alvo de adoração sob a alcunha de Sothis no Vale do Nilo do Egipto, muito antes de Roma ter sido fundada, tendo sido construídos diversos templos de forma a permitir que a luz de Sirius penetrasse em seus altares internos. Crê-se que o calendário egípcio seria baseado na ascensão helíaca de Sirius, a qual ocorre um pouco antes das cheias anuais do rio Nilo e do solstício de verão.
Na mitologia grega, consta que os cães caçadores de Órion teriam sido elevados ao céu, pelas mãos de Zeus, na forma da estrela de Sirius ou do conjunto de constelações de Cão Maior e Cão Menor. Os antigos gregos também associavam Sirius ao calor do verão, apelidando-a de Σείριος (Seirios), geralmente traduzido como o escaldador, o que explicaria, por exemplo, a expressão calor do cão.
Na astrologia da Idade Média Sirius era a estrela fixa de Behenia, associada ao berilo e ao junípero, com o símbolo cabalístico listado por Heinrich Cornelius Agrippa.
Em 1909, Ejnar Hertzsprung sugeriu que Sirius fizesse parte de Ursa Major, contudo, pesquisas mais recentes realizadas por Jeremy King e outros na Universidade Clemson em 2003 questionam a veracidade dessa hipótese, visto que os dois componentes de Sirius aparentam ser muito jovens.









Sistema binário

Em 1844Friedrich Wilhelm Bessel deduzira que Sirius era na verdade um sistema binário e em 1862 Alvan Graham Clark identificara a estrela companheira, apelidando-a de Sirius B ou, carinhosamente, “o cachorrinho”, sendo que as duas estrelas orbitam entre si separadas por 20 unidades astronômicas aproximadamente. A estrela visível a olho nu é actualmente referida como Sirius A.
Em 1915 astrônomos do Observatório de Monte Wilson determinaram que Sirius B era uma anã branca, a primeira a ser descoberta. Curiosamente, isso significa que Sirius B terá tido originalmente uma massa muito superior à de Sirius A.

Sistema binário

Sírius é uma estrela binária de duas estrelas brancas orbitando entre si a uma distância de 20 unidades astronômicas, aproximadamente a distância entre o Sol e Urano, com um período de 50,1 anos. A estrela mais brilhante denominada Sírius A é uma estrela de sequência principal do tipo espectral A1V, com uma temperatura na superfície de 9940 K. Sua companheira, Sírius B, é uma estrela que já saiu da sequência principal e se tornou uma anã branca. Atualmente é dez mil vezes menos luminosa no espectro visível. Anteriormente Sírius B era a mais massiva das duas estrelas. A idade do sistema foi estimada em 230 milhões de anos. Acredita-se que no início de sua formação, o sistema tinha duas estrelas azuis orbitando uma a outra em uma órbita elíptica de 9,1 anos. O sistema emite uma quantidade maior que a esperada de radiação infra-vermelha, medido pelo observatório espacial IRAS. Isto pode ser uma indicação de poeira no sistema, o que é não é usual para uma estrela binária. Uma imagem do observatório de raios-X Chandra mostra Sírius B brilhando mais que sua companheira pois e uma fonte mais intensa de raios-X.


Canis Major
http://www.aradergalleries.com/detail.php?id=3644
Johann Bayer — Canis Major












Canopus é uma estrela que sempre nos atrai a atenção
primeiramente por causa de seu brilho
(considerada como a seguidora de Sírius em brilho)
e também pelo fato de que atuava como a estrela-alpha Argus,
e considerada enquanto o capitão de Argo Navis, o Navio.

No entanto, a imensa e antiga constelação do Navio
foi desmembrada em Popa, Quilha e Vela
(Puppis, Carina e Vela)
- sendo que Canopus foi, então, considerada
a estrela-alpha Carinae.

Stellarium



Para chegarmos até a belíssima estrela Canopus
uma dica bem interessante
é começarmos nossa viagem observando o Gigante Caçador, Orion
(não tem quem não conheça e reconheça esta constelação)
e então sermos "chamados" pelo brilho intenso
da estrela-alpha Canis Majoris, Sírius.

Olhando um tantinho mais ao sul,
eis que encontramos a bela Canopus!

A bem da verdade,
Canopus antecede Sírius
em chegada aos céus estrelados
através o horizonte sudeste

- a princesa anuncia a chegada da rainha!

(Aliás, sempre Canopus serve como excelente guia
para todos aqueles que buscam encontrar o sul,
principalmente em termos de navegação.
Esta estrela vem sendo, desde sempre,
chamada de A Guia.)

Bem, mais acima eu disse
que Canopus era considerada
como o Capitão de Argo Navis, o Navio Argus.

Porém, existem, na verdade, duas ou três versões para Canopus:

- Argo Navis, o Navio Argus teria sido construído
e também capitaneado por Argus
 e o Navio foi batizado com seu nome, em sua homenagem.


A saga dos argonautas descreve a perigosa expedição
rumo a Colquida  em busca do Velocino de Ouro.
A antiga constelação Argo Navis representa o navio 
no qual Jasão partiu em busca do Velocino de Ouro,
juntamente com 50 heróis, os 50 argonautas
 - e dizem que foi o primeiro navio a ser construído.

- Segundo Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Canopus é
"Uma estrela branca num dos cantos do Navio Argo 
e considerada a segunda mais brilhante estrela do céu. 
Nomeada em honra a Canopus, 
o piloto chefe da frota de Menelaus, 
que foi morto no Egito pela mordida de uma serpente 
em seu retorno da destruição de Tróia. 
A Guia."

Ou seja, Canopus não era o capitão de Argo Navis
e sim piloto-chefe da frota de Menelaus
e Homero, em sua Ilíada,
narra os acontecimentos ocorridos
no período de 50 dias durante o décimo e último ano
da Guerra de Troia.
Esta guerra foi empreendida quando os aqueus (gregos) 
atacaram a cidade de Troia, buscando vingar o rapto de Helena,
esposa do rei de Esparta, Menelau.

Quando Páris foi a Esparta em missão diplomática,
apaixonou-se por Helena e ambos fugiram para Troia,
enfurecendo Menelau
- que armou um exército de mil barcos
e atravessou o Mar Egeu para atacar Troia.

Aparentemente, Canopus teria sido
o piloto-chefe dessa imensa frota!


- E ainda, segundo a Wikipedia,
"A outra etimologia do nome é que ele teria vindo do copta egípcio Kahi Nub 
("Terra dourada"), 
referindo-se a cor avermelhada como ela aparecia no horizonte do Egito
Há também um antigo porto egípcio em ruínas, Canopus
que aparentemente deve ter recebido o nome da estrela, 
localizado na foz do Nilo; onde ocorreu a Batalha do Nilo.
Ou poderia ser que o piloto, do lendário rei espartano Menelau
recebeu este nome devido ao porto, 
e o porto tenha se chamado "Chão dourado" 
devido às valiosas cargas que passaram por ele e seu cais 
e os lucros conseguidos lá por seus comerciantes."



Canopus. Alpha Argus, O Navio, Alpha Carinae. 
Ascensão Reta 06h 23,5m - Declinação -52o 41’
Magnitude visual -0,86 - Distância 98 anos-luz

Uma estrela branca num dos cantos do Navio Argo 
e considerada a segunda mais brilhante estrela do céu. 
Nomeada em honra a Canopus, 
o piloto chefe da frota de Menelaus, 
que foi morto no Egito pela mordida de uma serpente 
em seu retorno da destruição de Tróia. 
A Guia.

6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




Carina contém a estrela Canopus, uma supergigante de tons brancos que é a segunda estrela mais brilhante do céu noturno com magnitude -0,72, distante 313 anos-luzda Terra. É também uma estrela variável que varia por aproximadamente 0,1 magnitudes. Seu nome tradicional provém da mitologia grega. Canopus era um navegador de Menelau, rei de Esparta[1].



Detalhes astronômicos

Canopus é uma estrela supergigante branco-amarelada. Localizada no hemisfério celeste sul, com uma declinação de −52° 42' (2000) e uma ascensão reta de 06h24.0m, é visível do Polo Sul até o Meio-Oeste dos Estados Unidos e a costa africana do Mar Mediterrâneo.
Canopus está, segundo o satélite Hipparcos, a 310 anos-luz (96 parsecs) de nosso sistema solar (baseado na medida de paralaxe de 10,43 ± 0,53 arcseg). Antes de Hipparcos, a distância estimada da estrela tinha uma ampla variação que ia de 1200 anos-luz até próximo a 96 anos-luz; se os dados fossem corretos, Canopus seria uma das estrelas mais poderosas de nossa galáxia. Como é, ela é cerca de 20.000 vezes mais brilhante que o Sol. É muito mais luminosa , intrinsecamente, que a estrela solitária que parece brilhar mais que ela vista da Terra — Sirius que é apenas 22 vezes mais luminosa que nosso sol, e depende de estar muito mais próxima de nós para superar sua rival em magnitude aparente. Na realidade, para uma grande fração de estrelas nas proximidades da posição estelar, Canopus é a "estrela mais brilhante no céu".
A dificuldade em medir a distância de Canopus se deveu a sua incomum natureza. A classificação normal para Canopus é F0 Ia, e luminosidades classe F para supergigantes são raras e não bem entendidas; elas precisam ser estrelas no processo de evolução ou estarem longe do estado de gigante vermelha. Isto tornou difícil adivinhar qual a luminosidade intrinseca é ela e quão longe ela deve estar. Medição direta foi o único modo de resolver o problema, e como estava muito distante para ser feita pelas observações de paralaxe com base na terra, uma distância mais precisa teve que esperar até o surgimento da Era das explorações espaciais .





Origens do nome

O nome "Canopus" tem duas derivações comuns, ambas listadas na mitologia estelar de Richard Hinckley Allen, Star Names: Their Lore and Meaning; que pode ser uma questão de conjectura. Uma vem da lenda da Guerra de Troia. Como a constelação Carina faz parte da agora obsoleta, gigantesca constelação de Argo Navis, que representava o navio utilizado por Jasão e os Argonautasà estrela mais brilhante da constelação foi dado o nome do piloto do navio da lenda grega — Canopus foi o piloto do navio de Menelau em sua expedição para reaver Helena de Troia depois dela ter sido levada por Páris.

A outra etimologia do nome é que ele teria vindo do copta egípcio Kahi Nub ("Terra dourada"), referindo-se a cor avermelhada como ela aparecia no horizonte do Egito

Há também um antigo porto egípcio em ruínas, Canopus, que aparentemente deve ter recebido o nome da estrela, localizado na foz do Nilo; onde ocorreu a Batalha do Nilo.

Ou poderia ser que o piloto, do lendário rei espartano Menelau, recebeu este nome devido ao porto, e o porto tenha se chamado "Chão dourado" devido às valiosas cargas que passaram por ele e seu cais e os lucros conseguidos lá por seus comerciantes.



Canopo ou Canopus (língua grega antiga Κάνωβος do Antigo Egípcio Kah Nub, "chão d'ouro") é uma cidade portuária do Antigo Egipto situada na região oeste do Delta do Nilo[1] e ligada às cidades vizinhas como Heracleion, o porto aduaneiro, e provavelmente à Alexandria por canais. O nome "Kahnub" foi um apelido da cidade por sua abundância, originalmente chamada "peguat" (em hieróglifos):
Era situada em cercanias do porto moderno do Alexandria, 25 quilômetros do centro de aquela cidade e dois ou três quilômetros de Abukir. A cidade antiga cumpriu a função do porto principal egípcio até a fundação de Alexandria em século IV a.C. Suas ruínas estão localizadas em ilha sedimentar ocidental do delta, em desembocadura do braço localizado no extremo Oeste da formação fluvial, também chamado braço CanópicoCanóbico ou Hereaclótico, um dos sete braços antigos do Nilo (o Canópico, o Bolbitínico, o Sebenítico, o Bucólico ou o Fátnico, o Mendésico, o Tanítico (seco no século IX a.C.) e o Pelúsico (coberto com areia no século XII a.C.)).



Por Jacques Descloitres, MODIS Rapid Response Team, NASA/GSFC - http://visibleearth.nasa.gov/view_rec.php?id=4927 [1], Domínio público, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=19912




http://www.aradergalleries.com/detail.php?id=3645
Johann Bayer — Carina Navis




Os desenhos formados pelas estrelas
 - AS CONSTELAÇÕES - 
são como janelas que se abrem para a infinitude do universo
 e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, 
bem mais, entre o céu e a terra..., 
bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente, 
vai se tornando Cosmos 
e este por nossa mente sendo conscientizado.

Quer dizer, nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward