segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Uma Pomba, Columba, voando junto ao Navio



Olá!



Olhando mais atentamente

 para os céus estrelados do sul
(e junto à Pôpa do Navio),
podemos pensar: 
será uma pomba voando?


 Stellarium


Sim!
É uma pomba!
E vem carregando um ramo, um galho
em seu bico....
e isso pode quase sempre significar
terra à vista!



Stellarium




Onde está a Pomba?



 Stellarium




Duas estrelas nos ajudam a encontrar a Pomba:

Sírius, a mais bela da noite, estrela-alpha Canis Majoris,
e
Canopus, o Capitão do Navio,
estrela-alpha Argo Navis, estrela-alpha Carinae!



 Stellarium




Caro Leitor,
veja a Pomba 
- a constelação Columba -
voando bem próxima ao Navio 
e ainda acenando para o Cão Maior!


Stellarium




Caro Leitor,

se acaso você estiver disposto a acompanhar o andamento,
o plácido navegar de Argo Navis, o Navio
(Carina, Puppis e Vela),
circum-navegando como se desenhando 
um figura elipsal de sudeste a sudoeste
ao longo de todo o tempo em que permanece
sob nossa visão nos céus estrelados mais ao sul...,
não deixe também de observar
a doce leveza do voo da Pomba de Noé, 
a constelação Columba,
voando sempre junto ao Navio, a antiga Arca de Noé.


A Pomba de Noé traz consigo um pequeno ramo

- ramo este demonstrativo de que a terra não está longe
e que as águas diluviais já estão baixando -
e voa ao lado da Arca de Noé, da Arca que carrega a vida,
a continuidade da vida,
 em seu ventre de madeira flutuando sobre as águas celestes.




http://farm4.static.flickr.com/3009/2735045875_ece86a358e.jpg


The "Southern Birds", PavoPhoenixGrus, and Tucana from Johann Bayer's Uranometria of 1603, the first celestial atlas to include the southern constellations. Indus and Hydrus also appear.

Resultado de imagem para Johann Bayer
https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/b/b5/Johann_Bayer_-_Uraniometria_-_Southern_Birds.jpg/838px-Johann_Bayer_-_Uraniometria_-_Southern_Birds.jpg




Caro Leitor,
É interessante percebermos o fato de que
muitas das constelações mais ao sul
foram figuradas e nomeadas 
nos Séculos XVI (bem ao final), XVII e XVIII.



Petrus Plancius

Petrus Plancius (1552 – May 15, 1622) was a Flemish astronomercartographer and clergyman. He was born as Pieter Platevoet in Dranouter, now in HeuvellandWest Flanders. He studied theology in Germany and England. At the age of 24 he became a minister in the Dutch Reformed Church.
In 1589 Plancius collaborated with the Amsterdam cartographer Jacob Floris van Langren on a 32.5-cm celestial globe, which, using the sparse information available about southern celestial features, for the first time depicted: Crux the southern cross, Triangulum Australe the southern triangle, and the Magellanic CloudsNubecula Major and Minor.
In 1595 Plancius asked Pieter Dirkszoon Keyser, the chief pilot on the Hollandia, to make observations to fill in the blank area around the south celestial pole on European maps of the southern sky. Keyser died in Java the following year – the expedition had many casualties – but his catalogue of 135 stars,[3] probably measured up with the help of explorer-colleague Frederick de Houtman,[4] was delivered to Plancius. These stars appear as 12 new southern constellations,[4] on a 35-cm celestial globe designed by Plancius in late 1597 (or early 1598) and produced in collaboration with the Amsterdam cartographer Jodocus Hondius the Elder. The 12 new constellations (mostly referring to animals and subjects described in natural history books and travellers' journals of his day) are Apis the Bee (later changed to Musca by Lacaille), Apus the Bird of ParadiseChamaeleonDorado the Goldfish (or Swordfish), Grus the CraneHydrusthe Small Water Snake, Indus the Indian, Pavo the Peacock, PhoenixTriangulum Australe the Southern Triangle, Tucana the Toucan, and Volans the Flying Fish. (The Southern Triangle and Southern Cross were reported as asterisms by earlier navigators and appear on earlier charts,[5] but the globe of 1598 is the first surviving source that plots their locations reasonably accurately.) Also notable is the inclusion of Achernar as Alpha Eridani.
These constellations, together with the constellation Columba illustrated by Plancius on his large wall map of the world of 1592, were then incorporated in 1603 by Johann Bayer in his sky atlas, the Uranometria.



Johann Bayer, 1603, astrônomo. Obra: Uranometria.  
Relaciona 60 constelações, incluindo as circumpolares Sul, cuja nomenclatura conclui e unifica.  
Acrescenta 12 constelações.
Ave-do-Paraíso, Camaleão, Dourado, Grou, Hidra Macho, Índio, Mosca, Pavão, Fênix, Triângulo Austral, Tucano, Peixe-Voador

??? Jacob Bartsch, 1624. Pomba  ??



Bayer é mais famoso pelo seu atlas estelar Uranometria, publicado em 1603 e que foi o primeiro atlas a cobrir toda a esfera celeste. Este trabalho introduziu um novo sistema para designar as estrelas, usando a notação grega e latina, que se tornou conhecido com nomenclatura, ou designação, de Bayer. A maioria das notações atribuídas por Bayer e por astrónomos posteriores que adoptaram o seu sistema permanece em uso até aos dias de hoje.



E vamos encontrar
 Hevelius, Royer e La Caille 
nomeando e reafirmando
 várias outras constelações,
algumas mais ao sul e outras não:

Hevelius, 1690, astrônomo amador, selenógrafo.  Obra: Sete Cartas Celestes. 
Dá nome a 9 constelações:
Girafa, Cães de Caça, Lagarto, Leão Menor, Lince, Unicórnio, Escudo, Sextante, Raposa

Royer, 1697, navegante francês.  Obra: Carta Celeste.  Desmembra a Cruz Australis da constelação do Centauro. Cruzeiro do Sul

La Caille, 1752, astrônomo.  Obras: Memórias e Céu Estrelado. 
Introduz 14 novas constelações:
 Máquina Pneumática, Buril, Compasso, Forno, Relógio, Mesa, Microscópio, Esquadro, Oitante, Pintor, Bússula, Retículo, Escultor, Telescópio
E divide a extensa constelação ptolomaica Argo, o Navio, em Carina, Puppis e Vela.
Quilha, Popa, Vela








Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes - CARJ




COLUMBA NOE, A POMBA DE NOÉ


Posicionamento:
Ascensão Reta 5h3m / 6h28      Declinação -27o.2 / -43o.0


História:
Reconhecida inicialmente por Royer em 1679, 
porém já existente anteriormente.


Mito:
 Representa a pomba enviada por Noé, da Arca.



Estrelas e objetos interessantes, em Columba:

Phact - Alpha Columbae. 
A Rola, nome árabe que designa esta estrela.
Situada na base da asa direita da Pomba. De Had’ar, Chão.

Wezn - Beta Columbae
Magnitude 3.2
Peso, nome de origem árabe Al Wazn,
 ou seja, o peso, 
para designar que a estrela parece se levantar com dificuldade do horizonte.


6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986


 http://www.iau.org/static/public/constellations/gif/COL.gif


Programa Stellarium




Alpha Columbae (Phact, 38 Columbae) é uma estrela na direção da Columba. Possui uma ascensão reta de 05h 39m 38.94s e uma declinação de −34° 04′ 26.6″. Sua magnitude aparente é igual a 2.65. Considerando sua distância de 268 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a −1.93. Pertence à classe espectral B7IV.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Alpha_Columbae

Beta Columbae (Wezn, 53 Columbae) é uma estrela na direção da Columba. Possui uma ascensão reta de 05h 50m 57.55s e uma declinação de −35° 46′ 09.5″. Suamagnitude aparente é igual a 3.12. Considerando sua distância de 86 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a 1.02. Pertence à classe espectralK1.5III.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Beta_Columbae

Gamma Columbae (65 Columbae) é uma estrela na direção da constelação de Columba. Possui uma ascensão reta de 05h 57m 32.21s e uma declinação de −35° 16′ 59.9″. Sua magnitude aparente é igual a 4.36. Considerando sua distância de 853 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a −2.73. Pertence à classe espectral B2.5IV.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gamma_Columbae

Delta Columbae (91 Columbae) é uma estrela na direção da constelação de Columba. Possui uma ascensão reta de 06h 22m 06.85s e uma declinação de −33° 26′ 10.6″. Sua magnitude aparente é igual a 3.85. Considerando sua distância de 237 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a −0.46. Pertence àclasse espectral G7II.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Delta_Columbae

Epsilon Columbae (22 Columbae) é uma estrela na direção da constelação de Columba. Possui uma ascensão reta de 05h 31m 12.74s e uma declinação de −35° 28′ 13.6″. Sua magnitude aparente é igual a 3.86. Considerando sua distância de 277 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a −0.79. Pertence à classe espectral K1II/III.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Epsilon_Columbae



By Till Credner - Own work: AlltheSky.com, CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=22497200



Columba is a small, faint constellation created in the late sixteenth century. Its name is Latin for dove. It is located just south of Canis Major and Lepus.

Columba was created by Dutch astronomer Petrus Plancius in 1592 in order to differentiate the 'unformed stars' of the large constellation Canis Major.[2] Plancius first depicted Columba on the small celestial planispheres of his large wall map of 1592. It is also shown on his smaller world map of 1594 and on early Dutch celestial globes.

Although the Plancius is credited with the creation of Columba, the existence of a "dove" constellation was attested to by Clement of Alexandria (c. 150-215), although it is not known whether the same group of stars was contemplated.[4] In addition, given the mythological linkage of Columba with Jason and the Argonauts, the celestial location of Columba over Puppis, part of the larger constellation once known as Argo Navis (the ship of the Argonauts), supports an ancient derivation of this constellation, despite its notable omission by Ptolemy.[5][6]Plancius originally named the constellation Columba Noachi ("Noah's Dove"), referring to the dove that gave Noah the information that the Great Flood was receding. This name is found on early 17th-century celestial globes and star atlases (such as Bayer's Uranometria of 1603[3]). Columba may also represent the dove released by Jason and the Argonauts at the Black Sea's mouth; it helped them navigate the dangerous Symplegades.[2]
In the Society Islands, Alpha Columbae (Phact) was called Ana-iva.[7]

Notable features

Stars


Columba is rather inconspicuous, the brightest star, Alpha Columbae, being only of magnitude 2.7. Alpha Columbae, a blue-white star, is traditionally called Phact, which means "ring dove". Alpha Columbae is 268 light-years from Earth. The only other named star in Columba is Beta Columbae, which has the name Wazn. It is an orange-hued giant star of magnitude 3.1, 86 light-years from Earth.[2]
Columba is the constellation that is at the solar antapex - the Earth (and Sun) is moving away from its direction as the solar system moves through space.
The constellation contains the runaway star μ Columbae, which was probably expelled from the ι Orionis system.

Deep-sky objects

There is one globular cluster in Columba, 7th-magnitude NGC 1851. It is 35,000 light-years from Earth and is resolvable in medium-sized amateur telescopes.[2]
NGC 1792 is a spiral galaxy of magnitude 10.2. NGC 1808 is a Seyfert galaxy of magnitude 10.8.
https://en.wikipedia.org/wiki/Columba_(constellation)



http://www.ianridpath.com/atlases/urania/urania30.jpg







Richard Hinckley Allen, Star Names, Their Lore and Meaning, Dover Publications, Inc, New York, USA 








http://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Gazetteer/Topics/astronomy/_Texts/secondary/ALLSTA/Columba_Noae*.html

Columba Noae, Noah's Dove,

now known simply as Columba, is the Colombe de Noé of the French, Colomba of the Italians, and Taube of the Germans, lying south of the Hare, and on the meridian with Orion's Belt.
Although first formally published by Royer in 1679, and so generally considered one of his constellations, it had appeared seventy-six years before correctly located on Bayer's plate of Canis Major, and in his text as recentioribus Columba; one of these "more recent" being Petrus Plancius, the Dutch cosmographer and map-maker of the 16th century, and instructor of Pieter Theodor. While these are the first allusions to Columba in modern times, yet the following from Caesius may indicate knowledge of its stars,1 and certainly of the present title, seventeen centuries ago. Translating from the Paedagogus of Saint Clement of Alexandria, he wrote:

Signa sive insignia vestra sint Columba, sive Navis coelestis cursu in coelum tendens sive Lyra Musica, in recordationem Apostoli Piscatoris.
Still it was not recognized by Bartschius twenty-one years after Bayer, nor by Tycho, Hevelius, or Flamsteed; but Halley gave it, in the same year as Royer, with ten stars; and our Gould, two centuries later in Argentina, increased the number to seventeen. It was made up from the southwestern 
p167
outliers of Canis Major, near to the Ship, — Noah's Ark, — and so was regarded as the attendant Dove.

Smyth wrote of its modern formation, and of its nomenclature in Arab astronomy:
Royer cut away a portion of Canis Major, and constructed Columba Noachi therewith in 1679. The part thus usurped was called Muliphein, fromal‑muhlifein, the two stars sworn by, because they were often mistaken for Soheil, or Canopus, before which they rise: these two stars are now α and βColumbae. Muliphein is recognized as comprehending the two stars called Ḥaḍʽár, ground, and al‑wezn, weight.
Reference already has been made to Al Muḥlīfaïn at the stars γζ, and λ Argūs, δ Canis Majoris, and α Centauri.

http://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Gazetteer/Topics/astronomy/_Texts/secondary/ALLSTA/Columba_Noae*.html


Minha (Janine) simples e direta e sintetizada tradução para o texto acima:

A Pomba de Nóe - agora conhecida simplesmente como A Pomba, Columba.
.......................................

Apesar de ter sido formalmente publicado por Royer,e m 1679, e desta forma considerada como uma de suas constelações, a Pomba, Columba, aparece setenta e sete anos antes e corretamente localizada na ilustração de Bayer sobre Canis Major e em seu texto como Columba.  Outra descoberta mais recente aconteceu com Petrus Plancius, o cosmógrafo holandês e ilustrador de mapas durante o século XVI e instrutor de Pieter Theodor.  Enquanto essas são as primeiras alusões acerca Columba em tempos modernos, ainda assim existe um texto de Caesius que pode indicar conhecimento destas estrelas e, certamente, de seu título, dezessete séculos antes.
........................

Mesmo assim, esta constelação não foi reconhecida por Bartschius vinte e um anos após Bayer, e nem por Tycho ou Hevelius ou Flamsteed.  Porém Halley a reconheceu, no mesmo ano em que Royer o fez, com dez estrelas; e dois séculos mais tarde, Gould, na Argentina, aumentou este número para dezessete. Esta constelação foi desenhada a partir da fronteira com Canis Major e próxima ao Navio – A Arca de Nóe – e portanto, foi reconhecida como uma Pomba.
………………………………

p166
Others underneath the hunted Hare,
All very dim and nameless roll along.
Brown's Aratos.
Columba Noae, Noah's Dove,
now known simply as Columba, is the Colombe de Noé of the French, Colomba of the Italians, and Taube of the Germans, lying south of the Hare, and on the meridian with Orion's Belt.
Although first formally published by Royer in 1679, and so generally considered one of his constellations, it had appeared seventy-six years before correctly located on Bayer's plate of Canis Major, and in his text as recentioribus Columba; one of these "more recent" being Petrus Plancius, the Dutch cosmographer and map-maker of the 16th century, and instructor of Pieter Theodor. While these are the first allusions to Columba in modern times, yet the following from Caesius may indicate knowledge of its stars,1 and certainly of the present title, seventeen centuries ago. Translating from the Paedagogus of Saint Clement of Alexandria, he wrote:
Signa sive insignia vestra sint Columba, sive Navis coelestis cursu in coelum tendens sive Lyra Musica, in recordationem Apostoli Piscatoris.
Still it was not recognized by Bartschius twenty-one years after Bayer, nor by Tycho, Hevelius, or Flamsteed; but Halley gave it, in the same year as Royer, with ten stars; and our Gould, two centuries later in Argentina, increased the number to seventeen. It was made up from the southwestern p167outliers of Canis Major, near to the Ship, — Noah's Ark, — and so was regarded as the attendant Dove.
Smyth wrote of its modern formation, and of its nomenclature in Arab astronomy:
Royer cut away a portion of Canis Major, and constructed Columba Noachi therewith in 1679. The part thus usurped was called Muliphein, fromal‑muhlifein, the two stars sworn by, because they were often mistaken for Soheil, or Canopus, before which they rise: these two stars are now α and βColumbae. Muliphein is recognized as comprehending the two stars called Ḥaḍʽár, ground, and al‑wezn, weight.
Reference already has been made to Al Mulīfaïn at the stars γ, ζ, and λ Argūs, δ Canis Majoris, and α Centauri.
α, 2.5.
Phaet, Phact, and Phad are all modern names for this, perhaps of uncertain derivation, but said to be from the aar already noted under the constellation.
The Chinese call it Chang Jin, the Old Folks.
Although inconspicuous, Lockyer thinks that it was of importance in Egyptian temple worship, and observed from Edfū and Philae as far back as 6400 B.C.; but that it was succeeded by Sirius about 3000 B.C., as α Ursae Majoris was by γ Draconis in the north. And he has found three temples at Medinet Habu, adjacent to each other, yet differently oriented, apparently toward α, 2525, 1250, and 900 years before our era: all these to the god Amen. He thinks that as many as twelve different temples were oriented to this star; but the selection of so faint an object for so important a purpose would seem doubtful.
Phaet is 33° south of ε Orionis, the central star in the Belt, and culminates on the 26th of January.
β, 2.9.
Wezn, or Wazn, is from Al Wazn, Weight.
With α it was among the disputed Al Mulīfaïn; and Al Tizini additionally called both stars Al Aghribah, the Ravens, a title that Hyde assigned to a group in Canis Minor.
Chilmead's Treatise has this brief description of Columba:
11 Starres: of which there are two in the backe of it of the second magnitude, which they call the Good messengers, or bringers of good newes: and p168those in the right wing are consecrated to the Appeased Deity, and those in the left, to the Retiring of the waters in the time of the Deluge.
Heis locates α and β in the back: υ2 in the right wing, and ε in the left. θ and κ were included by Kazwini in the Arabic figure Al Kurud, the Apes.
In China they were Sun, the Child; λ being Tsze, a Son; and the nearby small stars, She, the Secretions.

The Author's Note:

1 But the faintness of this constellation is against the probability of such use, and would imply that some other, and more noticeable, sky-group was known as a Dove, possibly Coma Berenices.









NGC 1792 is a spiral galaxy located in the Columba constellation. It was discovered by James Dunlop on October 4, 1826.
https://en.wikipedia.org/wiki/NGC_1792

Phot-33b-03-fullres.jpg
https://en.wikipedia.org/wiki/NGC_1792#/media/File:Phot-33b-03-fullres.jpg
Colour composite image of the starburst spiral galaxy NGC 1792 obtained with the FORS1 and FORS2 multi-mode instruments (at VLT MELIPAL and YEPUN, respectively). Its optical appearance of NGC 1792 is quite chaotic, due to the patchy distribution of dust throughout the disc of this galaxy. It is very rich in neutral hydrogen gas - fuel for the formation of new stars - and is indeed rapidly forming such stars. The galaxy is characterized by unusually luminous far-infrared radiation; this is due to dust heated by young stars. Note the numerous background galaxies in this sky field. North is up and East is to the left. ID: phot-33b-03-fullres Size: 2297x2306 Credit: ESO



NGC 1808 is a Seyfert galaxy located in the constellation ColumbaSupernova 1993af went off in NGC 1808.[3]
https://en.wikipedia.org/wiki/NGC_1808


https://en.wikipedia.org/wiki/NGC_1808#/media/File:NGC_1808HSTCenter.jpg
Hubble Space Telescope (HST) image of the center of NGC 1808. Credit: HST/NASA/ESA.






http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_1851#mediaviewer/File:PIA07908.jpg
Ultraviolet image of the globular cluster NGC 1851 in the southern constellation Columba.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_1851

NGC 1851 - Aglomerado Globular Columba
Ascensão Reta  05h13m      Declinação - 40o.02
Magnitude fotográfica global 7,7       Diâmetro aparente 11’5         Tipo Espectral F7
Número conhecido de Variáveis  3        Distância kpc   14,0
Velocidade Radial (km/s)   +309


6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




NGC 2090 é uma galáxia espiral (Sc) localizada na direcção da constelação de Columba
Possui uma declinação de -34° 15' 03" e umaascensão recta de 5 horas, 47 minutos e 01,6 segundos.
A galáxia NGC 2090 foi descoberta em 29 de Outubro de 1826 por James Dunlop.








http://pt.wikipedia.org/wiki/Arca_de_No%C3%A9#mediaviewer/File:Noahs_Ark.jpg
A Arca de Noé segundo Edward Hicks.

.............................................

A história de Arca de Noé, de acordo com os capítulos 6 a 9 do livro do Gênesis, começa com Deus observando o mau comportamento da Humanidade e decidido a inundar a terra e destruir toda vida. Porém, Deus encontrou um bom homem, Noé, "um virtuoso homem, inocente entre o povo de seu tempo", e decidiu que este iria preceder uma nova linhagem do homem. Deus disse a Noé para fazer uma arca e levar com ele a esposa e seus filhos ShemHam e Japheth, e suas esposas. E, de todas as espécies de seres vivos existentes então, levar para a arca dois exemplares, macho e fêmea. A fim de fornecer seu sustento, disse para trazer e armazenar alimentos.


Eventualmente, a arca veio a descansar sobre o Monte Ararate. As águas começaram a diminuir e os topos das montanhas emergiram. Noé enviou um corvo, que "voou de um lado a outro até que as águas recuaram a partir da terra". Em seguida, Noé enviou uma pomba, mas ela retornou à arca sem ter encontrado nenhum lugar para pousar. Depois de mais sete dias, Noé novamente enviou a pomba e ela voltou com uma folha de oliva no seu bico e então ele soube que as águas tinham abrandado.Noé, sua família e os animais entraram na arca e "passados 7 dias foram quebrados todos os fundamentos da grande profundidade e as janelas do céu foram abertas, e a chuva caiu sobre a terra por quarenta dias e quarenta noites". A inundação cobriu mesmo as mais altas montanhas por mais de seis metros (20 pés), e todas as criaturas morreram; apenas Noé e aqueles que com ele estavam sobre a arca ficaram vivos. A história do Dilúvio é considerada por vários estudiosos modernos como um sistema de dois contos ligeiramente diferentes, entrelaçados, daí a pois aparente incerteza quanto à duração da inundação (quarenta ou cento e cinquenta dias) e o número de animais colocados a bordo da arca (dois de cada espécie, ou sete pares de alguns tipos) . Em relação a inundação a Bíblia narra que choveu durante 40 dias e 40 noites, e que após isso parou de chover. Mas as águas permaneceram sobre a terra durante 150 dias. E depois disso Deus se lembrou de Noé e dos que estavam com ele na arca e fez passar um vento sobre a terra para baixar as águas. E em relação aos animais a Bíblia narra que foram 2 de cada espécie dos animais impuros, e 7 pares das espécies dos animais puros.


Noé esperou mais sete dias e enviou a pomba mais uma vez, e desta vez ela não retornou. Em seguida, ele e sua família e todos os animais saíram da arca e Noé fez um sacrifício a Deus, e Deus resolveu que nunca mais lançaria maldição à terra por causa do homem, nem iria destruí-la novamente dessa maneira.

A fim de se lembrar dessa promessa, Deus colocou o Arco da Aliança nas nuvens, dizendo: "Sempre que houver nuvens sobre a terra e o arco aparecer nas nuvens, eu me lembrarei da eterna aliança entre Deus e todos os seres vivos de todas as espécies sobre a terra".
................................................
LEIA MUITA MAIS
em

http://pt.wikipedia.org/wiki/Arca_de_No%C3%A9#mediaviewer/File:Kohrvirab.jpg
Mosteiro de Khor VirapArmênia, à sombra do Monte Ararate, onde a Arca de Noé supostamente encalhou após o Dilúvio.