sábado, 17 de dezembro de 2016

A Maravilhosa Princesa Acorrentada, Andromeda, acolhendo a famosa Galáxia de mesmo nome


Olá!

A constelação da Princesa Acorrentada, Andromeda,
é realmente bem interessante
por várias razões.

Primeiramente, é um conjunto estelar
bem pouco proeminente
- com a boa exceção
da estrela-alpha Andromedae,
Alpheratz,
que a Princesa Acorrentada
compartilha com o Cavalo Alado, Pegasus.

No entanto,
essa tímida constelação
é realmente soberba
em termos míticos
- pois que a Princesa Acorrentada,
Andromeda, 
é personagem central
de um Mito envolvendo várias constelações em seu entorno
(Cepheus e Cassiopeia, Perseus, Pegasus, Cetus e Peixes).

E também vamos encontrar
na direção desta constelação
e tomando para si esse mesmo nome
- Andromeda (ou M31)
nossa irmã -galáxia,
a galáxia espiral mais próxima a nós, 
terráqueos vivendo na grande cidade estelar da Via Lactea.

Nesta Postagem, Caro Leitor,
encontre um imenso cabedal de informações
sobre a constelação Andromeda
acolhendo suas estrelas e alguns de seus objetos celestes
e ainda 
sobre a famosa Galáxia Andromeda, M31,
e suas galáxias-satélites...,
e ainda
sobre a potencial fusão
entre a Via Lactea e Andromeda
em futuro distante...,
e ainda 
dois dedos de prosa
sobre o chamado Grupo Local
- onde nossa Via Lactea e Andromeda
(e ainda Triangulum)
reinam
cercadas de outras galáxias menos expressivas

Com um abraço estrelado,
Janine Milward



Stellarium
Stellarium

Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes
Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes


Mario Jaci Monteiro -  As Constelações, Cartas Celestes







ANDROMEDA, 
A PRINCESA ACORRENTADA


Posicionamento:
Ascensão Reta 22h56m / 2h36m  Declinação +21o 4’ a +52o 9’


História:
Esta é uma das mais antigas constelações nomeadas 
e que faziam parte do Catalogo de Ptolomeu 
no Século Segundo depois de Cristo. 
( Século 2 DC).



Johann Bayer — Andromeda
http://www.aradergalleries.com/detail.php?id=3623



O Mito de Andromeda

Andrômeda era a filha de Cefeus,  rei da Etiópia, e de Cassiopeia. 

 Por causa dos boatos espalhados por Cassiopéia 
de que a beleza de Andrômeda superava a das Nereidas,
 Netuno enviou um mostro marinho, Cetus, a Baleia, para devastar aquele país. 

 Porém, Netuno fez a promessa de libertar o país dessa devastação
 caso Andromeda fosse oferecida em sacrifício, 
sendo acorrentada a uma rocha, para ser devorada pelo monstro marinho.  

No entanto, Perseus soube desse caso
 e salvou Andrômeda de seu tormento 
matando o monstro
 e o transformando em pedra ao lhe mostrar a cara da Medusa. 

Ambos, Perseus e Andrômeda, alçaram vôo alto, 
montados sobre Pegasus, o cavalo alado,
 e se dirigiram para o altar onde se casaram.





Algumas Informações Interessantes acerca esta Constelação:

Andromeda é uma constelação muito conhecida
 - juntamente com as demais constelações que fazem parte de seu Mito - 
em função de M31, 
uma galáxia espiral gigante 
muitíssimo próxima à nossa própria Galáxia, a Via Láctea.  
Essas duas  galáxias são consideradas as maiores 
dentro do chamado Grupo Local que acolhe cerca d
e 20 membros.



Fronteiras:

A constelação de Andrômeda situa-se 
entre as constelações de Cassiopéia, Lacerta, Pegasus, Peixes, Áries e Perseus.



- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,


Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986

Sky chart of the constellation

http://www.heavens-above.com/constellation.aspx?lat=0&lng=0&loc=Unspecified&alt=0&tz=UCT





Algumas Estrelas 
e alguns objetos interessantes, 
em Andromeda:


Existe um Asterismo interessante e chamado de A Gloria de Frederico
composto pelas estrelas Iota, Kappa, Lambda e Psi Andromedae.



Stellarium


Alpheratz ou Sirrah.  Alpha Andromedae.
Ascensão Reta 00h07,3 - Declinação +28’58
Magnitude visual 2,15 - Distância 90 anos-luz
Uma estrela dupla, branca avermelhada, no cabelo de Andromeda. 
 De Al Surrat al Farás, falando sobre a parte do cavalo 
- por ter sido pertencente a Pegasus, anteriormente. 
 Esta estrela também é conhecida por Sirrah.







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 Mirach. Beta Andromedae. 
Asc. Reta 01h08,6m - Declinação +35,31
 Magnitude visual 2,37 - Distância 76 anos-luz
Uma estrela amarelada situada no colar de Andromeda.  
De Mirak.  
Em outra versão, 
a Ilhaorga, nome árabe que se refere 
à parte acorrentada do corpo de Andromeda.








Stellarium




Gamma Andromedae 1 - Almach
Ascensão Reta 02h00m        Declinação +42o.06            Magnitude  2,3 e 5,1
Ângulo de Posição   63o.,0     Distância entre estrelas 9”,89


Almach ou Alamak. Eta Andromedae.  Estrela Dupla
Ascensão Reta 02h02,7 - Declinação +42o 14
Magnitude visual 2,28 - Distância 260 anos-luz
Uma estrela binária (ou ternária), laranja, esmeralda e azul, 
situada no pé esquerdo de Andromeda. 
De Al Anak al Ard, um pequeno animal árabe, como um gambá 

(ou uma cabra, em outra versão)


R Andromedae - Estrela Variável
Ascensão Reta 00h21m     Declinação +38o.18
Magnitudes: Max 5,0  Min 15,3   Período 409,0
Tipo PLG   Espectro SE



- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,

Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



Domínio público, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=221589



Alpha Andromedae (Alpha And, α And, α Andromedae), também chamada AlpheratzSirah ou Delta Pegasi, é a estrela mais brilhante da constelação de Andrômeda. Está situada no extremo nordeste da constelação de Pegasus e como tal também pode ser designada por Delta Pegasi (δ Peg), apesar de este nome não ser mais utilizado. Está localizada a 97 anos-luz da Terra.
É uma estrela binária de magnitude 2,2, de classe B (azul-branco). É composta por duas estrelas que orbitam próximas e que só se conseguem distinguir através de análise espectroscópica cuidada. A maior das duas tem um tamanho dez vezes superior. O período orbital tem 96,7 dias. A classe espectral é B8 e o par é 200 vezes mais luminoso que o Sol, com uma temperatura à superfície de 13000 Kelvin

A estrela maior possui uma grande abundância de vários elementos, tais como mercúriogáliomanganês e európio, na sua atmosfera. Por outro lado, outros elementos têm concentrações muito baixas. Estas anomalias podem ser o resultado da pressão gravitacional da estrela.[1][2] A estrela é classificada como do tipo variável Alpha2 Canum Venaticorum e a sua magnitude varia de +2,02 até +2.06, com um período de 23,19 horas.
https://pt.wikipedia.org/wiki/Alpha_Andromedae



Beta Andromedae (β And, β Andromedae) é uma estrela da constelação de Andromeda. O seu nome tradicional é Mirach.
Mirach é uma gigante vermelha de classe espectral M0. Situa-se a aproximadamente 200 ano-luz da Terra e tem uma magnitude aparente média de 2,05. É uma estrela do tipo variável semi-regular brilhando com magnitude variando de Vmax = 2.01mVmin = 2.10 m [2].
A galáxia NGC 404 possui uma relação com Mirach. NGC 404 é mais conhecida como O Fantasma de Mirach, pois a estrela brilhante tende a esconde-la por causa do tipo de padrão de difração do seu brilho quando observada pela maioria dos telescópios.[6]

Mirach ou ADS 949 A participa de um sistema de estrelas binária óptica, com 
ADS 949 [7]
NomeAscensão retaDeclinação
BD+34 198B
ou ADS 949 B [8]
BD+34 198C
ou ADS 949 C
01h 09m 35.310s+35° 37′ 24.55″
BD+34 198D
ou ADS 949 D
01h 09m 46.909s+35° 36′ 15.87

https://pt.wikipedia.org/wiki/Beta_Andromedae



Gamma Andromeda ou Almak[1] é um sistema triplo de estrelas que está localizado na Constelação de Andrômeda.

Inicialmente este conjunto de estrelas pode ser identificado, quando visto com telescópios pequenos, como um sistema duplo facilmente separável por causa do contraste das cores das estrelas que o compõem, uma azul e a outra verde,[2] sendo que a estrela mais brilhante deste par é uma estrela de magnitude 2.2 e a outra uma estrela de magnitude 5.0.[3] Porém, quando vistas com um telescópio mais sofisticado, nota-se que a estrela de magnitude 5.0 também faz um par binário com uma estrela de magnitude 6.6.[3]
https://pt.wikipedia.org/wiki/Gamma1_Andromedae





Ross 248 (HH Andromedae)
Distância: 10,32 anos-luz  
Ross 248, fica a cerca de 10,32 anos-luz da Terra, e está realmente movendo-se tão rapidamente que daqui a cerca de 36 mil anos ela vai assumir o título de estrela mais próxima da Terra (além do nosso Sol). No entanto, ele vai começar se afastar-se novamente e abandonar o título cerca de 9000 anos mais tarde. Esta anã vermelha, é alvo de estudo científico intenso, e a sonda Voyager 2 vai passar a cerca de 1,7 anos-luz da estrela daqui a cerca de 40.000 anos. A estrela está localizada na constelação de Andrômeda.
Fonte: ciencia-online.net



Andromeda constellation map.png

CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=26349



Stellarium



NGC 7662 - Andromeda  - Nebulosa Planetária
Ascensão Reta  23h25m      Declinação +42o.33
Tipo Nebulosa Planetária  NP       Dimensão  0,3       Magnitude 16
Magnitude da Estrela associada  12          Distância em anos-luz 4,0
Dimensões 17”x14”   
Esta é uma nebulosa planetária que parece uma estrela esfumaçada através telescópios pequenos.  Com instrumentos mais potentes, podem ser vistos um anel brilhante e uma estrela central.  Situa-se bem próxima à estrela Iota Andromedae.

NGC 891 - Galáxia
NGC 891   Tipo Sb Galáxia Espiral Barrada
   Ascensão Reta 02h22m6    Declinação +42o.21  
Dimensões 14.0x3.0   
Um exemplo de galáxia espiral vista de lado, com uma banda proeminente de matéria interestelar ao longo do plano principal galáctico.  Distante cerca de 43 milhões de anos-luz.  Situa-se próxima à estrela Alamak ou Almach.

NGC 752 - Aglomerado Aberto - Andromeda
Ascensão Reta 01h56m   Declinação +37o.35
Magnitude fotográfica global 6,6   Distância kpc 0,38
Diâmetro 45’  Tipo Espectral A5



- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,

Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




NGC 404 é uma galáxia elíptica (E-S0) localizada na direcção da constelação de Andromeda. Possui uma declinação de +35° 43' 06" e umaascensão recta de 1 horas, 09 minutos e 26,9 segundos.
A galáxia NGC 404 foi descoberta em 13 de Setembro de 1784 por William Herschel.
É visível, em telescópios amadores, perto da estrela Beta Andromedae (a 7 minutos-arco) . Está localizada a cerca de 10,7 milhões de anos-luz da Terra, um pouco fora do Grupo Local

NGC 404

'Ghost of Mirach' Rears its Spooky Head

The "Ghost of Mirach" galaxy is shown in visible light on the left, and in ultraviolet as seen by NASA's Galaxy Evolution Explorer on the right. The fields of view are identical in both pictures, with the Ghost of Mirach -- a galaxy called NGC 404 -- seen as the whitish spot in the center of the images. Mirach is a red giant star that looms large in visible light. Because NGC 404 is lost in the glare of this star, it was nicknamed the Ghost of Mirach.

But when the galaxy is viewed in ultraviolet light, it comes to "life," revealing a never-before-seen ring. This ring, seen in blue in the picture on the right, contains new stars -- a surprise considering that the galaxy was previously thought to be, essentially, dead.
The field of view spans 55,000 light years across. The Ghost of Mirach is located 11 million light-years from Earth. The star Mirach is very close in comparison -- it is only 200 light-years away and is visible with the naked eye.
The visible data come from the Digitized Sky Survey of the Space Telescope Science Institute in Baltimore, Md.

Credit: NASA/JPL-Caltech/DSS





NGC 7662 - Andromeda  - Nebulosa Planetária
Ascensão Reta  23h25m      Declinação +42o.33
Tipo Nebulosa Planetária  NP       Dimensão  0,3       Magnitude 16
Magnitude da Estrela associada  12          Distância em anos-luz 4,0
Dimensões 17”x14”   
Esta é uma nebulosa planetária que parece uma estrela esfumaçada através telescópios pequenos.  Com instrumentos mais potentes, podem ser vistos um anel brilhante e uma estrela central.  Situa-se bem próxima à estrela Iota Andromedae.



http://en.wikipedia.org/wiki/NGC_7662

NGC 7662, also known as the Blue Snowball Nebula or Snowball Nebula, is a planetary nebula located in the constellation Andromeda.
The distance to this nebula is not known with any real accuracy. According to the Skalnate Pleso Catalogue (1951) the distance of NGC 7662 is about 1,800 light years, the actual diameter about 20,000 AU. In a more recent survey of the brighter planetaries, C.R.O'Dell (1963) derived a distance of 1,740 parsecs or about 5,600 light years, increasing the actual size to 0.8 light year, or nearly 50,000 AU. It has a faint central star that is variable, with a magnitude range of 12 to 16.[4] The central star is a bluish dwarf with a continuous spectrum and a computed temperature of about 75,000K. The nuclei of the planetary nebulae are among the hottest stars known.[5]
NGC 7662 is a popular planetary nebula for casual observers. A small telescope will reveal a star-like object with slight nebulosity. A 6" telescope with a magnification around 100x will reveal a slightly bluish disk, while telescopes with a primary mirror at least 16" in diameter may reveal slight color and brightness variations in the interior.
http://en.wikipedia.org/wiki/NGC_7662 

File:Ngc7662hst.jpg

http://en.wikipedia.org/wiki/File:Ngc7662hst.jpg


Sourcehttp://www.spacetelescope.org/images/html/opo9738c21.html
AuthorHoward Bond (ST ScI) and NASA/ESA

NGC 891 - Galáxia
NGC 891   Tipo Sb Galáxia Espiral Barrada
   Ascensão Reta 02h22m6    Declinação +42o.21  
Dimensões 14.0x3.0   
Um exemplo de galáxia espiral vista de lado, com uma banda proeminente de matéria interestelar ao longo do plano principal galáctico.  Distante cerca de 43 milhões de anos-luz.  Situa-se próxima à estrela Alamak ou Almach.


http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_891
NGC 891 é uma galáxia espiral localizada a cerca de trinta milhões de anos-luz (aproximadamente 9,197 megaparsecs) de distância na direção da constelação de Andrômeda. Possui aproximadamente cento e vinte mil anos-luz de diâmetro, uma magnitude aparente de 10,1, uma declinação de +42º 21' 03" e uma ascensão reta de 02 horas, 22 minutos e 33,5 segundos.
A galáxia NGC 891 foi descoberta em Agosto de 1783 por Caroline Herschel e é muito estudada devido às suas semelhanças com a Via-Láctea
http://imgsrc.hubblesite.org/hu/db/images/hs-1999-10-d-full_jpg.jpg 
Credit: Torsten Boeker, Space Telescope Science Institute (STScI) , and NASA
http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/1999/10/image/d/

NGC 752 - Aglomerado Aberto - Andromeda
Ascensão Reta 01h56m   Declinação +37o.35
Magnitude fotográfica global 6,6   Distância kpc 0,38
Diâmetro 45’  Tipo Espectral A5


http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_752


NGC 752 é um aglomerado aberto na direção da constelação de Andromeda. O objeto foi descoberto pelo astrônomo Giovanni Hodierna em 1654, usando um telescópio refrator com abertura de 0 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+5,7), é visível apenas com telescópiosamadores ou com equipamentos superiores.







Object: Arp 273 - UGC 1810 & UGC 1813

Arp 273 is a group of interacting galaxies, lying 300 million light years away in the constellation Andromeda. It was first described in theAtlas of Peculiar Galaxies, compiled by Halton Arp in 1966. The larger of the spiral galaxies, known as UGC 1810, is about five times heavier.It has a disc that is tidally distorted into a rose-like shape by the gravitational pull of the companion galaxy below it, known asUGC 1813. The smaller galaxy shows distinct signs of active star formation at its nucleus, and "it is thought that the smaller galaxy has actually passed through the larger one."


Image: A "Rose" Made of Galaxies Highlights Hubble's 21st Anniversary


 To celebrate the 21st anniversary of the Hubble Space Telescope's deployment into space, astronomers at the Space Telescope Science Institute in Baltimore, Md., pointed Hubble's eye at an especially photogenic pair of interacting galaxies called Arp 273.
..................................
The newly released Hubble image shows a large spiral galaxy, known as UGC 1810, with a disk that is distorted into a rose-like shape by the gravitational tidal pull of the companion galaxy below it, known as UGC 1813. A swath of blue jewel-like points across the top is the combined light from clusters of intensely bright and hot young blue stars. These massive stars glow fiercely in ultraviolet light.
The smaller, nearly edge-on companion shows distinct signs of intense star formation at its nucleus, perhaps triggered by the encounter with the companion galaxy.
Arp 273 lies in the constellation Andromeda and is roughly 300 million light-years away from Earth. The image shows a tenuous tidal bridge of material between the two galaxies that are separated from each other by tens of thousands of light-years.
.......................................
http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2011/11/full/


NamesUGC 1810, PGC 8961, MCG +06-06-023, ARP 273, VV 323a
Right Ascension (2000.0)02:21:28.7
Declination+39:22:32
ConstellationAndromeda

http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2011/11/image/a/format/large_web/


Video: Arp 273 Zoom Sequence (Narrated)

Video Credit: NASAESA, and Z. Levay, G. Bacon, and M. Estacion (STScI)



Image Credit: A. Fujii; A. Block (Mount Lemmon SkyCenter, University of Arizona); Digitized Sky Survey (DSS), STScI/AURA, Palomar/Caltech; and the Hubble Heritage Team (STScI/AURA)

http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2011/11/image/b/format/web_print/









Stellarium


NGC 224 = M31 - Nebulosa Andromedae. 
M31 é a catalogação para a Galáxia de Andromeda
Em lugares de céus escuros e transparentes, pode ser visualizada a olho nú, 
com visão enviesada, como também um simples par de binóculos
 pode alcançar e apreciar esta verdadeira preciosidade dos céus.  
É uma galáxia do tipo espiral e, sem dúvida alguma, 
é a galáxia mais familiar a todos nós, a única de sua espécie no céu do norte.

M31 é a mais próxima galáxia espiral e a maior do Grupo Local de galáxias.



Ascensão Reta 00h41m    Declinação +41o.10
Tipo  SB - Galáxia Espiral Barrada    Magnitude fotográfica aparente   4,33
Dimensões Angulares   163 X 42      Distância (milhões de anos-luz) 2,1



- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,

Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986


galáxia de Andrômeda (Messier 31, NGC 224), é uma galáxia espiral localizada a cerca de 2,54 milhões de anos-luz de distância da Terra, na direção da constelação de Andrômeda. É a galáxia espiral mais próxima da Via Láctea e seu nome é derivado da constelação onde está situada, que, por sua vez, tem seu nome derivado da princesa mitológica Andrômeda. É a mais larga galáxia do Grupo Local, que também contém nossa Galáxia, a Via Láctea, a galáxia do Triângulo e aproximadamente 30 outras menores. Embora seja mais larga, não é a mais maciça: sua massa de aproximadamente 7.1×1011 é menor do que a da Via Láctea, que contém mais matéria escura. Contudo, contém duas vezes mais estrelas do que a nossa Galáxia, que tem aproximadamente meio trilhão de estrelas.

Com uma magnitude aparente 3,4, é um dos objetos astronômicos mais brilhantes do catálogo de objetos do céu profundo do astrônomo francês Charles Messier, visível a olho nu na ausência da Lua. Possui entre 180 e 220 mil anos-luz de diâmetro e uma magnitude absoluta de -21,4.

Galáxia de Andrômeda, 1899


https://pt.wikipedia.org/wiki/Gal%C3%A1xia_de_Andr%C3%B4meda#/media/File:Pic_iroberts1.jpg
Isaac Roberts (d. 1904) - A Selection of Photographs of Stars, Star-clusters and Nebulae, Volume II, The Universal Press, London, 1899.

Great Andromeda Nebula. Public domain photo of from A Selection of Photographs of Stars, Star-clusters and Nebulae, Volume II, The Universal Press, London, 1899. Author (Isaac Roberts) died on 17 July 1904

Descoberta e visualização


História observacional
[editar | editar código-fonte]Visível no céu noturno sob razoáveis condições de observação, a galáxia era conhecida como a "Pequena Nuvem" para o astrônomo persa Abd-al-Rahman Al-Sufi, que a descreveu em seu livro Livro de Estrelas Fixas. Deve ter sido observada e conhecida pelos astrônomos persas em Isfahan, mesmo antes do ano de 905. Segundo Richard Hinckley Allen, em seu livro Star Names: Their Lore and Meaning, a galáxia de Andrômeda já havia sido registrada em uma carta estelar holandesa de 1500. O astrônomo francês Charles Messier, que o catalogou em 3 de agosto de 1764 como sua 31ª entrada (Messier 31), atribuiu erroneamente a descoberta da galáxia a Simon Marius, que foi o primeiro a visualizar o objeto por meio de um telescópio em 1612. Giovanni Battista Hodierna, sem conhecer os trabalhos de Al Sufi e Marius, redescobriu independentemente a galáxia antes de 1654. Edmond Halley, no seu Tratado sobre Nebulosas, em 1716, credita a descoberta da galáxia ao francês Ismaël Bullialdus, que havia observado-a em 1661. Contudo, o próprio Bullialdus havia declarado que o objeto havia sido visto havia pelo menos 150 anos antes, por volta de 1500.[11]
Por Charles Messier - SEDS from the Recueil de l'Institute, Vol. 8, p. 213, Domínio público, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=1069759

O primeiro a notar a diferença entre nebulosas gasosas, com suas linhas espectrais definidas, de outras "nebulosas", que exibem espectro contínuo, semelhante a das estrelas, que são conhecidas atualmente como galáxias, foi William Huggins, pioneiro da espectroscopia. Ele havia classificado Messier 31 na segunda classe de nebulosas. As primeiras fotografias que mostram a estrutura espiral da galáxia de Andrômeda foram tiradas por Isaac Roberts, em 1887.[11]Acreditava-se que a "Grande Nebulosa de Andrômeda" era uma das nebulosas mais próximas da Terra. Segundo William Herschel, descobridor de Urano, sua distância deveria não exceder 2 000 vezes a distância entre a Terra e a estrela Sirius (equivalente a 17 000 anos-luz). Via o objeto como a "ilha universo" mais próxima da Terra, como a própria Via Láctea. Segundo Herschel, a nebulosa seria um disco com um diâmetro cerca de 850 vezes a distância entre a Terra e Sirius e uma espessura equivalente a 150 vezes essa distância.[11]
Vesto Slipher, do observatório Lowell, concluiu que Andrômeda tinha a maior velocidade radial entre todas as nebulosas conhecidas, aproximando-se radialmente da terra a uma velocidade de 300 km/s (266 km/s, segundo Robert Burnham, Jr., ou 298 km/s, segundo R. Brent Tully). Este valor alto já apontava para a natureza extragaláctica do objeto.[11]
Edwin Hubble encontrou a primeira variável cefeida na galáxia de Andrômeda. Como existe a possibilidade de estimar com razoável precisão a distância de uma cefeida em relação à Terra, foi possível determinar pela primeira vez a distância de Andrômeda em relação ao Sistema Solar. As primeiras análises estimaram essa distância em mais de um milhão de anos-luz, muito mais longe do que qualquer outro objeto conhecido até então. Hubble não sabia que havia dois tipos de cefeidas e que a estrela que ele analisou pertencia à segunda classe. Este erro não foi percebido até a construção do telescópio de 200 polegadas de abertura no Observatório Palomar. Com isso, sua distância foi recalculada, sendo mais que o dobro do que as primeiras estimativas. Hubble publicou seu estudo histórico sobre a "nebulosa de Andrômeda", apresentando-a como um sistema estelar extragaláctico (galáxia) em 1929.[11]

https://pt.wikipedia.org/wiki/Gal%C3%A1xia_de_Andr%C3%B4meda#/media/File:Andromeda_Galaxy_(with_h-alpha).jpg
The Andromeda Galaxy is a spiral galaxy approximately 2.5 million light-years away in the constellation Andromeda. The image also shows Messier Objects 32 and 110, as well as NGC 206 (a bright star cloud in the Andromeda Galaxy) and the star Nu Andromedae. This image was taken using a hydrogen-alpha filter.


Características

Além da Via Láctea, é a galáxia mais estudada. Possibilita o estudo das características de uma galáxia que também são encontradas na Via Láctea, como a estrutura espiral, aglomerados abertos e globularesmatéria interestelarnebulosas planetáriasremanescentes de supernovanúcleo galácticogaláxias satélite, entre outros, mas que não podem ser estudadas devido à grande presença de poeira interestelar em nossa Galáxia.[11]
Suas duas galáxias satélite, Messier 32 e Messier 110, são visíveis em binóculos. Messier foi o primeiro a criar um esboço contendo as três galáxias e estas, além de outras oito galáxias anãs, formam um pequeno e o mais brilhante aglomerado de galáxias do Grupo Local, um grupo de 54 galáxias gravitacionalmente ligadas e independentemente do restante do Universo, ao qual pertence a Via Láctea.[11]
Existe uma notável interação entre Messier 32 e sua galáxia principal, Andrômeda. A galáxia elíptica causa uma grande perturbação na estrutura espiral de Andrômeda. Os braços de hidrogênio não-ionizado estão deslocadas cerca de 4 000 anos-luz dos braços de estrelas e não pode ser seguida continuamente na área mais próxima ao seu braço vizinho menor. Simulações computadorizadas mostram que as perturbações podem ser modelados a partir de um encontro recente com a massa de estrelas de M32. Provavelmente, a galáxia satélite também tem sequelas desse encontro, perdendo muito de suas estrelas que estão agora espalhadas pelo halo galáctico de Andrômeda.[11]
O mais brilhante aglomerado globular de Andrômeda, G1, também é o aglomerado globular mais brilhante de todo o Grupo Local, tendo uma magnitude aparente de 13,72, mais brilhante do que o aglomerado globular mais brilhante de nossa galáxia, Omega Centauri. Pode ser visto com telescópios amadores com aberturas superiores a 10 polegadas. Existem outros aglomerados globulares de Andrômeda que podem ser vistos com grandes telescópios amadores, mas 435 aglomerados globulares podem ser vistos em Andrômeda com telescópios profissionais, segundo Pauline Barmby.[11]
nuvem estelar mais brilhante de Andrômeda ganhou a sua própria entrada no New General CatalogueNGC 206John Herschel catalogou-a em 17 de outubro de 1786.[11]
Apesar de ser a galáxia exterior mais estudada, sua distância em relação à Terra ainda não foi bem definida. Embora seja consenso entre os astrônomos que sua distância seja de 15 a 16 vezes a distância entre a Terra e a Grande Nuvem de Magalhães, equivalente a 2,4 a 2,9 milhões de anos-luz, a própria distância da nuvem em relação à Terra também não é bem definida. Esta incerteza atinge não somente a distância até Andrômeda, mas também a distância até todas as outras galáxias conhecidas.[11]
Em um céu noturno sob condições normais, o tamanho aparente da galáxia de Andrômeda a olho nu é cerca de 3 x 1 graus (mais precisamente 178 x 63 minutos de grau). Em binóculos de duas polegadas de abertura, o tamanho aparente da galáxia é ainda maior, cerca de 5,2 x 1,1 graus, segundo Robert Jonckhere, correspondendo a um diâmetro real de 250 000 anos-luz, considerando sua distância de 2,9 milhões de anos-luz em relação à Terra, tendo, portanto, o dobro do tamanho da Via Láctea. Considerando sua parte visível, sua massa corresponde entre 300 a 400 bilhões de massas solares, sendo menos maciço que a Via Láctea. Conclui-se que a Via Láctea é uma galáxia mais densa que Andrômeda. Sua massa total contida no halo galáctico de Andrômeda corresponde a 1,23 x 1012 massas solares, contra 1,9 x 1012 da Via Láctea.[11]
Andrômeda contém um núcleo duplo, evidenciado pelo Telescópio Espacial Hubble. Ainda se discute se o núcleo é realmente duplo, com a absorção violenta de uma galáxia menor por Andrômeda, ou se apenas foi aparentemente dividido em dois pela poeira interestelar.[11]

Até o momento, apenas uma supernova foi registrada em Andrômeda, a supernova de 1885. Foi a primeira supernova registrada fora da Via Láctea, em 20 de agosto de 1885, descoberto por Ernst Hartwig no observatório de TartuEstônia. Seu brilho alcançou a magnitude aparente 6 entre 17 e 20 de agosto e foi notado por vários outros observadores astronômicos, sendo fracamente visível a olho nu. Seu brilho enfraqueceu para a magnitude aparente 16 em fevereiro de 1890.[11]



 Location of M31 in Andromeda


http://imgsrc.hubblesite.org/hu/db/images/hs-2003-15-l-full_jpg.jpg 
http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2003/15/image/l/
Image Type: Astronomical/Illustration
Photo Credit: Akira Fujii


The Andromeda Galaxy, our large neighbour galaxy
Messier 31
Image Credit & Copyright: Dieter Beer (http://www.starhopper.at/) & Patrick Hochleitner (http://www.photonhunter.at)


The Andromeda Galaxy (Messier 31 or NGC 224) is a barred spiral galaxy of more than 220,000 light-years across, located approximately 2.54 million light-years away in the Andromeda constellation. It is the largest galaxy of the Local Group, which also contains the Milky Way, the Triangulum Galaxy (M33), and about 30 other smaller galaxies.
http://annesastronomynews.com/annes-picture-of-the-day-the-andromeda-galaxy/




http://www.naoj.org/Pressrelease/2001/09/07/index.html

Esta Galáxia pode ser encontrada na Ascensão Reta entre 0h e 1h e Declinação +40, em Magnitude visual 5 e distância de cerca de 2.2 X 10 . 6 anos-luz e um diâmetro angular de 160’ X 40 e um diâmetro real de 110 mil anos-luz.  A região central e brilhante de M31, parecida como uma galáxia elíptica, possui 12 mil anos-luz em diâmetro; e no centro dessa região encontra-se o núcleo denso que mede 50 anos-luz em diâmetro
 e contém mais de 10 milhões de estrelas.  

M 31 captured by Hyper Suprime-Cam (HSC) (Credit: HSC Project/NAOJ)http://www.ipmu.jp/ja/node/1663
http://subarutelescope.org/Topics/2013/07/30/index.html



ASSISTA AO VÍDEO:

Closeups of the Andromeda Galaxy Captured by Subaru Telescope's Hyper Suprime-Cam

https://www.youtube.com/watch?v=PpQSMd5l2cI#t=51







Stellarium



Credit: NASAESA and T.M. Brown (STScI)




Satellites

Like the Milky Way, the Andromeda Galaxy has satellite galaxies, consisting of 14 known dwarf galaxies. The best known and most readily observed satellite galaxies are M32 and M110. Based on current evidence, it appears that M32 underwent a close encounter with M31 (Andromeda) in the past. M32 may once have been a larger galaxy that had its stellar disk removed by M31, and underwent a sharp increase of star formation in the core region, which lasted until the relatively recent past.[75]
M110 also appears to be interacting with M31, and astronomers have found in the halo of M31 a stream of metal-rich stars that appear to have been stripped from these satellite galaxies.[76] M110 does contain a dusty lane, which may indicate recent or ongoing star formation.[77]
In 2006 it was discovered that nine of these galaxies lie along a plane that intersects the core of the Andromeda Galaxy, rather than being randomly arranged as would be expected from independent interactions. This may indicate a common tidal origin for the satellites.[78]





Existem galáxias satélites 
que estão gravitacionalmente ligadas à M31:
são galáxias-anãs designadas  como
M32 = NGC 221 (sul do núcleo de M31),
NGC 205 (noroeste do núcleo de M31),
 NGC 185 (cerca de 7 graus ao norte, já na Constelação de Cassiopea)
e NGC 147 (ao lado de NGC 185 e na Constelação de Cassiopea).


NGC 221 - M 32 - Galáxia Andromeda
Ascensão Reta 00h41m    Declinação +40o.46
Tipo  E - Galáxia Elíptica      Magnitude fotográfica aparente  9,06
Dimensões Angulares 3,4  X  2,        Distância (milhões de anos-luz) 2,1
MGC 221 = M32 - Nebulosa de Andromeda
A mais luminosa das galáxias esferoidais que acompanham a grande Nebulosa de Andromeda. Magnitude visual de 8,7. Pode ser bem observada em noites escuras e transparentes com um bom aparelho magnificador que mostrará uma tênue mancha luminosa à direita da Grande Nebulosa de Andromeda.


- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,


Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




Messier 32 (NGC 221) é uma galáxia elíptica, satélite da Galáxia de Andrômeda, localizada a cerca de 2900000 anos-luz de distância, na direção da constelação de Andrômeda. Possui aproximadamente oito mil anos-luz de diâmetro e uma magnitude aparente de 8,1. Foi descoberta em 1749 por Guillaume Le Gentil.
Messier 32 foi a primeira galáxia elíptica descoberta da história, por Guillaume Le Gentil em 29 de outubro de 1749. O astrômomo francêsCharles Messier registrou em suas notas que ele havia visto o objeto primeiramente em 1757 (o primeiro registro histórico de Messier de um de seus objetos), e catalogou-o em 3 de agosto de 1764. Anos mais tarde, ao elaborar um esboço da galáxia de Andrômeda, incluiu em seu desenho M32 e o último objeto de seu catálogo, Messier 110.1
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_32


http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/af/Hs-1999-40-a-full_jpg.jpg


Origemhttp://hubblesite.org/gallery/album/entire/pr1999040a/
AutorNASA and Thomas M. Brown, Charles W. Bowers, Randy A. Kimble, Allen V. Sweigart (NASA Goddard Space Flight Center) and Henry C. Ferguson (Space Telescope Science Institute).


NGC 205 - Galáxia Andromeda
Ascensão Reta 00h39m    Declinação + 41o.35
Tipo   E - Galáxia Elíptica       Magnitude fotográfica aparente 8,89 
Dimensões Angulares 12 X 6        Distância (milhões de anos-luz) 2,1



NGC 205 ou M110 é uma galáxia elíptica localizada a cerca de dois milhões e novecentos mil anos-luz (aproximadamente 0,889megaparsecs) de distância na direção da constelação de Andrômeda. Possui uma magnitude aparente de 7,9, uma declinação de +41º 41' 26" e uma ascensão reta de 00 horas 40 minutos 21,9 segundos.
A galáxia NGC 205 foi descoberta em 10 de Agosto de 1773 por Charles Messier e é satélite da Galáxia de Andrômeda, pertencendo evidentemente ao Grupo Local de Galáxias.
Ficheiro:Messier object 110.jpg
http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/4/47/Messier110.jpg
This image is from the Two Micron All Sky Survey (2MASS) project. The images from this project have been released into the public domain.

galáxia elíptica foi descoberta pelo astrônomo francês Charles Messier em 10 de agosto de 1773, mas por razões desconhecidas, nunca foi incluído em seu catálogo de objetos do céu profundo. Entretanto, foi descrito por ele próprio na edição do anuário astronômico francêsConnaissance des temps em 1801 e incluído em um desenho de próprio punho seis anos mais tarde. Finalmente, em 1966 foi incluído na versão moderna do catálogo pelo astrônomo Kenneth Glyn Jones.1
Caroline Herschel redescobriu o objeto independentemente em 27 de agosto de 1783 e foi novamente redescoberto por seu irmão, William Herschel, descobridor de Urano, em 5 de outubro de 1784.1



NGC 147 (also known as DDO3 or Caldwell 17) is a dwarf spheroidal galaxy about 2.58 Mly away in the constellation Cassiopeia. NGC 147 is a member of the Local group of galaxies and a satellite galaxy of the Andromeda Galaxy (M31). It forms a physical pair with the nearby galaxy NGC 185,[5] another remote satellite of M31. It was discovered by John Herschel in September 1829. Visually it is both fainter and slightly larger than NGC 185 (and therefore has a considerably lower surface brightness). This means that NGC 147 is more difficult to see than NGC 185, which is visible in small telescopes. In the Webb Society Deep-Sky Observer's Handbook,[6] the visual appearance of NGC 147 is described as follows:
Large, quite faint, irregularly round; it brightens in the middle to a stellar nucleus.
The membership of NGC 147 in the Local Group was confirmed by Walter Baade in 1944 when he was able to resolve the galaxy into individual stars with the 100-inch (2.5 m) telescope at Mount Wilson near Los Angeles.



http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/9/90/NGC_0147_2MASS.jpg
Two Micron All Sky Survey (2MASS)



Object Names: NGC 224, M31, Andromeda Galaxy
Image Type: Astronomical/Illustration
Credit: NASAESA and T.M. Brown (STScI)
http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2003/15/image/k/


http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2003/15/image/a/format/web_print/





http://cseligman.com/text/stars/messiergalaxies.htm#31
M31 (= NGC 224) -- The Andromeda Galaxy
Recorded (964) by Abd-al-Rahman Al-Sufi (Recorded by Messier in 1764)
A 3rd-magnitude spiral galaxy (type SAb) in Andromeda (RA 00 42 44, Dec +41 16 08)
Click on the image (below) or the NGC link (above) for more information

A 2 degree wide Wikisky image of the Andromeda Galaxy, NGC 224, also known as M31

M32 (= 
NGC 221)
Discovered (1749) by Guillaume Le Gentil (Recorded by Messier in 1764)
An 8th-magnitude compact elliptical galaxy (type cE2) in Andromeda (RA 00 42 42, Dec +40 51 57)
A satellite of M31 (the small galaxy near the disk of M31)
Click on the image (below) or the NGC link (above) for more information

A 20 arcmin wide Wikisky image of NGC 221, also known as M32
http://cseligman.com/text/stars/messiergalaxies.htm#31




ASSISTA AOS VÍDEOS BEM INTERESSANTES: 

Andromeda Galaxy's Double Nucleus

https://www.youtube.com/watch?v=tsTODjZGM58&feature=player_detailpage
This zoom dives deep into the nucleus of the neighboring spiral galaxy M31, also known as the Andromeda galaxy. The sequence begins with a backyard constellation view and ends with the new Hubble Space Telescope image that centers on the 100-million-solar-mass black hole at the core of the galaxy and the young blue stars surrounding the black hole. This is the sharpest visible-light image ever made of the nucleus of an external galaxy. Astronomers are trying to understand how apparently young stars were formed so deep inside the black hole's gravitational grip and how they survive in an extreme environment. Credit: NASA, ESA, and G. Bacon (STScI) TRT: 26 sec.


Simulação da NASA da Via Láctea colidindo com a galáxia Andrômeda

Andrômeda, nossa galáxia vizinha, está se aproximando cada vez mais da Via Láctea, as duas são separadas por uma distância de 2,5 milhões de anos, porém estão convergindo a uma velocidade média de 400 mil quilômetros por hora devido à gravidade que exercem uma sobre a outra.

Cientistas acreditam que elas começarão a se fundir em 4 bilhões de anos, e dentro de mais 2 bilhões devem se tornar uma única entidade. Ainda segundo eles, a posição do nosso sol será alterada, porém os planetas que orbitam a sua volta não enfrentam muito risco de serem destruídos e, caso a espécie humana sobreviva, terá uma bela visão noturna do céu aqui da Terra.



Milky Way Versus Andromeda As Seen from Earth

 Scientists have been using Hubble observations to predict the future of the Andromeda Galaxy and the Milky Way, and how the collision will look from Earth. Projecting the motion of Andromeda's stars over the next 8 billion years, the astronomers now know the path that galaxy is taking through space. And it's heading straight for us! Computer simulations based on Hubble observations show how the two galaxies will crash together in around 4 billion years' time.



FUSÃO DE GALÁXIAS:
VIA LACTEA E ANDROMEDA!


Science Illustration Credit: NASA, ESA, Z. Levay and R. van der Marel (STScI), T. Hallas, and A. Mellinger


Future collision with the Milky Way


The Andromeda Galaxy is approaching the Milky Way at about 300 kilometres per second (190 mi/s),[1] making it one of the few blueshifted galaxies. The Andromeda Galaxy and the Milky Way are thus expected to collide in about 3.75 or 4.5 billion years, although the details are uncertain since Andromeda's tangential velocity with respect to the Milky Way is known to only within about a factor of two.[79] A likely outcome of the collision is that the galaxies will merge to form a giant elliptical galaxy.[80] Such events are frequent among the galaxies in galaxy groups. The fate of theEarth and the Solar System in the event of a collision is currently unknown. If the galaxies do not merge, there is a small chance that the Solar System could be ejected from the Milky Way or join M31.[81]



NASA's Hubble Shows Milky Way 

is Destined for Head-on Collision with Andromeda Galaxy


Image: Nighttime Sky View of Future Galaxy Merger

ABOUT THIS IMAGE:

This series of photo illustrations shows the predicted merger between our Milky Way galaxy and the neighboring Andromeda galaxy, as it will unfold over the next several billion years. The sequence is inspired by dynamical computer modeling of the inevitable future collision between the two galaxies.
First Row, Left Panel: Present Day — This is a nighttime view of the current sky, with the bright belt of our Milky Way. The Andromeda galaxy lies 2.5 million light-years away and looks like a faint spindle, several times the diameter of the full Moon.
First Row, Right Panel: 2 Billion Years — The disk of the approaching Andromeda galaxy is noticeably larger.
Second Row, Left Panel: 3.75 Billion Years — Andromeda fills the field of view. The Milky Way begins to show distortion due to tidal pull from Andromeda.
Second Row, Right Panel, and Third Row, Left Panel: 3.85-3.9 Billion Years — During the first close approach, the sky is ablaze with new star formation, which is evident in a plethora of emission nebulae and open young star clusters.
Third Row, Right Panel: 4 Billion Years — After its first close pass, Andromeda is tidally stretched out. The Milky Way, too, becomes warped.
Fourth Row, Left Panel: 5.1 Billion Years — During the second close passage, the cores of the Milky Way and Andromeda appear as a pair of bright lobes. Star-forming nebulae are much less prominent because the interstellar gas and dust has been significantly decreased by previous bursts of star formation.
Fourth Row, Right Panel: 7 Billion Years — The merged galaxies form a huge elliptical galaxy, its bright core dominating the nighttime sky. Scoured of dust and gas, the newly merged elliptical galaxy no longer makes stars and no nebulae appear in the sky. The aging starry population is no longer concentrated along a plane, but instead fills an ellipsoidal volume.
NOTE: These illustrations depict the view from about 25,000 light-years away from the center of the Milky Way. The future view from our solar system will most likely be markedly different, depending on how the Sun's orbit within the galaxy changes during the collision.
Object Names: M31, NGC 224, Andromeda Galaxy
Image Type: Illustration
Science Illustration Credit: NASAESA, Z. Levay and R. van der Marel (STScI), T. Hallas, and A. Mellinger


 Collision Scenario for Milky Way and Andromeda Galaxy Encounter


ABOUT THIS IMAGE:

This illustration shows the inevitable collision between our Milky Way galaxy and the Andromeda galaxy approximately 4 billion years from now. The galaxies are moving toward each other under the inexorable pull of gravity between them. A smaller galaxy, Triangulum, may be part of the smashup.
Image Type: Illustration
Credit: NASAESA, and A. Feild and R. van der Marel (STScI)


Nighttime Sky View of Future Galaxy Merger: 3.75 Billion Years

ABOUT THIS IMAGE:

Andromeda fills the field of view. The Milky Way begins to show distortion due to tidal pull from Andromeda.
Object Names: M31, NGC 224, Andromeda Galaxy
Image Type: Illustration
Science Illustration Credit: NASAESA, Z. Levay and R. van der Marel (STScI), T. Hallas, and A. Mellinger




Fate of Sun After Galaxy Collision


ABOUT THIS IMAGE:

This illustration is a before-and-after comparison of the size of our Milky Way galaxy at present, and after it fully completes a merger with the neighboring Andromeda galaxy 10 billion years from now. The merged galaxies will blend together to create an elliptical galaxy of aging stars. Our Sun now orbits in the Milky Way's disk. But after the merger, it likely will be tossed into a looping orbit that will bring it both nearer to the center and farther into the outskirts of the newly formed elliptical galaxy.
Image Type: Illustration
Credit: NASAESA, and A. Feild and R. van der Marel (STScI)


Simulação da NASA da Via Láctea colidindo com a galáxia Andrômeda

Andrômeda, nossa galáxia vizinha, está se aproximando cada vez mais da Via Láctea, as duas são separadas por uma distância de 2,5 milhões de anos, porém estão convergindo a uma velocidade média de 400 mil quilômetros por hora devido à gravidade que exercem uma sobre a outra.

Cientistas acreditam que elas começarão a se fundir em 4 bilhões de anos, e dentro de mais 2 bilhões devem se tornar uma única entidade. Ainda segundo eles, a posição do nosso sol será alterada, porém os planetas que orbitam a sua volta não enfrentam muito risco de serem destruídos e, caso a espécie humana sobreviva, terá uma bela visão noturna do céu aqui da Terra.








O GRUPO LOCAL





The Milky Way belongs to a cluster of 30 galaxies called the Local Group. The Local Group is seven million light-years across. There are three giant spiral galaxies in the Local Group, plus 15 ellipticals and 13 irregulars, such as the Large Magellanic Cloud. Beyond the Local Group are many millions of similar star clusters. The Virgo cluster is 50 million light-years away and is made up of more than 1000 galaxies. The Local Group plus millions of other clusters make up a huge group called the Local Supercluster. Other superclusters are Hercules and Pegasus. Superclusters are separated by huge voids (empty space), which the superclusters surround like the film around a soap bubble. The voids between superclusters measure 350 to 400 million light-years across.

Infelizmente não sei dizer os Créditos da Ilustração e do texto acima


Local Group


From Wikipedia, the free encyclopedia


The Local Group is the group of galaxies that includes the Milky Way among others. It comprises more than 54 galaxies, counting dwarf galaxies. Its gravitational center is located somewhere between Milky Way and Andromeda Galaxy. The Local Group covers a diameter of 10 megalight-years(3.1 megaparsecs) (see 1 E+23 m for distance comparisons) and has a binary (dumbbell)[1] distribution. The group is estimated to have a total mass of 1.29±0.14 ×1012 M[1] and has a velocity dispersion of 61±8 km/s.[2] The group itself is part of the Virgo Supercluster (i.e. the Local Supercluster).[3]
The two most massive members of the group are Milky Way and Andromeda Galaxy. These two spiral galaxies each have a system of satellite galaxies.


The term, "The Local Group" was introduced by Edwin Hubble in Chapter VI of his book The Realm of the Nebulae (Hubble 1936, pp. 124–151). There, he described it as "a typical small group of nebulae which is isolated in the general field." He delineated, by decreasing luminosity, its members to be M31Milky WayM33Large Magellanic CloudSmall Magellanic CloudM32NGC 205NGC 6822NGC 185IC 1613 and NGC 147. He also identified IC 10 as a possible Local Group member. By 2003, the number of known Local Group members has increased from his initial twelve to thirty-six by way of the discovery of almost two dozen low-luminosity galaxies.[5]





File:Earth's Location in the Universe SMALLER (JPEG).jpg
AuthorAndrew Z. Colvin

File:Universe Reference Map (Location) 001.jpeg



AuthorAndrew Z. Colvin


  

Os desenhos formados pelas estrelas são como janelas 
que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais, 
entre o céu e a terra...  bem como percebendo que o caos, vagarosamente,
 vai se tornando Cosmos e sendo por nossa mente conscientizado.  



Quer dizer, nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

COM UM ABRAÇO ESTRELADO,
Janine Milward



ABOUT THIS IMAGE:

Image of M31 taken with a 12.5-inch Ritchey-Chrétien telescope.
Object Names: M31, Andromeda Galaxy, NGC 224
Image Type: Astronomical
Credit: © 2002 R. Gendler, Photo by R. Gendler