quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

A Pequena Nuvem de Magalhães e as constelações Tucana e Hydrus


Olá!

Nessas noites conclusivas do ano de 2016
e com a Lua buscando tornar-se Lua Nova,
os céus estrelados
vêm apresentando-se escuros e transparentes
e nos trazendo bons momentos
para bem observarmos
objetos celestes
que podem ser visualizados a olho nu,
à vista desarmada,
principalmente duas galáxias maravilhosas
situadas bem ao sul:
as Nuvens Pequena e Grande de Magalhães!

Eu penso ser realmente uma grande dádiva
podemos morar no hemisfério sul
e sermos abençoados
pelas presenças dessas Nuvens...,
que não são nuvens...,
mas que parecem ser nuvens...,
e que, no entanto,
são galáxias
e galáxias que fazem parte
de nosso chamado
Grupo Local.

Em nossa Postagem de hoje,
Caro Leitor,
encontre algumas informações
sobre a Pequena Nuvem de Magalhães
e as constelações que a acolhem:
Tucana e Hydrus.

Em nossa Postagem de amanhã,
estaremos comentando
sobre a Grande Nuvem
e as constelações que a acolhem:
Dorado e Mons Mensa.


Stellarium




Em Tucano
podemos observar alguns objetos extremamente interessante
e mesmo a olho nu nos chamam a atenção: 
 47 Tucanae e a Pequena Nuvem de Magalhães.

47 Tucano é descrito (http://pt.wikipedia.org/wiki/47_Tucanae ) 
como sendo o aglomerado que aparece aproximadamente
 com o tamanho da lua cheia no céu em condições ideais.
É o segundo aglomerado globular mais brilhante no céu 
(depois de Omega Centauri), 
e é conhecido por ter um núcleo muito brilhante e denso.

Ronaldo Rogério de Freitas Mourão nos diz,
na 6ª. Edição de seu Atlas Celeste:
NGC 104 = 47 Tucanae - Aglomerado Globular

Imenso Aglomerado Globular na constelação de Tucano.  
É o segundo aglomerado em tamanho, depois de Omega Centauri.  
Visível a olho nú em noites escuras e transparentes, 
a cerca de 2o. a sudoeste de Theta Tucanae. 
 Com um bom par de binóculos, 
observamos uma forte condensação central
(onde as estrelas parecem estar amontoadas umas sobre as outras) 
e com um telescópio podemos vislumbrar um dos objetos mais belos do céu.

Hydrus, a Hidra Macho,
é uma constelação bem interessante
por algumas razões:

Talvez a questão mais importante a comentarmos sobre
a constelação Hydrus, a Hidra Macho,
é o fato de  encontrar-se "ensanduichada", digamos assim,
entre as constelações que mostram o direcionamento para a Grande Nuvem de Magalhães
- as constelações Dorado e Mensa -,
e a principal constelação que mostra o direcionamento para a Pequena Nuvem de Magalhães
- Tucana.

A segunda grande questão importante a ser comentada sobre
a constelação Hydrus, a Hidra Macho,
é o fato de que, em alguns alfarrábios e escritos,
aparecer como também acolhendo o direcionamento para a Pequena Nuvem de Magalhães...
Porém, em outros tantos alfarrábios e escritos, não.

Quer dizer, se o Caro Leitor bem observar
alguns alfarrábios aqui apresentados nesta Postagem
traçam o desenho figurativo desta constelação
passando por através a constelação do Tucano
bem como Ilustração mostrando um pedacinho da Pequena Nuvem de Magalhães
adentrando a constelação Hydrus, a Hidra Macho.

(De qualquer forma,
esta questão vem sendo resolvida, digamos assim,
através uma reconfiguração de fronteiras. Simples assim.)

E também em outro(s) escrito(s) aqui apresentados nesta Postagem,
é mencionado o fato de que apenas um pequeníssimo pedaço
da Pequena Nuvem de Magalhães 
pode ser considerado como pertencente à constelação Hydrus, a Hidra Macho.

Outra questão também interessante a ser mencionada
é o fato de que alguns escritos dizem 
que a estrela-alpha Hydri atua enquanto a cabeça da Hidra Macho...,
enquanto que em outros lugares
 - Ilustrações, por exemplo -, 
vamos encontrar a estrela-beta Hydri
fazendo a designação para esta cabeça.



Stellarium



As constelações que acolhem
a Grande Nuvem e a Pequena Nuvem
são circumpolares -
e esta questão é realmente gloriosa
para nós, moradores do hemisfério sul,
que podemos observar estas tímidas estrelas
e estas maravilhosas galáxias, nossas vizinhas,
ao longo da noite.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward




Mario Jaci Monteiro
As Constelações, Cartas Celestes - CARJ








A Pequena Nuvem de Magalhães
e as constelações
Hydrus, a Hidra Macho,
e
Tucana, o Tucano




http://en.wikipedia.org/wiki/Magellanic_Clouds#mediaviewer/File:Magellanic_Clouds_%E2%80%95_Irregular_Dwarf_Galaxies.jpg
Magellanic Clouds ― Irregular Dwarf Galaxies
ESO/S. Brunier - ESO





http://www.spacetelescope.org/images/heic0603d/
The two-colour image shows an overview of the full Small Magellanic Cloud (SMC) and was composed from two images from the Digitized Sky Survey 2. The field of view is slightly larger than 3.5›.
Credit:
ESA/Hubble and Digitized Sky Survey 2. Acknowledgements: Davide De Martin



Galáxia Tucano - Pequena Nuvem de Magalhães
Ascensão Reta 00h52m          Declinação -72o.56
         Magnitude fotográfica aparente  2,86
Dimensões Angulares  216 X 216       Distância (milhões de anos-luz) 0,2

A Pequena Nuvem de Magalhães

Esta é uma galáxia irregular e próxima e que, juntamente com a Grande Nuvem de Magalhães, órbita nossa Galáxia como se ambas fossem nossos satélites. 

A maior parte da massa da Pequena Nuvem de Magalhães consiste  de nuvens interestelares de hidrogênio, o material básico de formação das estrelas - que nesta galáxia acontecem em larga escala.  Prova disso é o grande numero de estrelas jovens e quentes - gigantes azuis - que trazem à Nuvem esta sua coloração azulada.

Em 1984, radio-astronomos australianos descobriram que a Pequena Nuvem de Magalhães consiste, na verdade, de duas  galáxias separadas, uma atrás da outra, uma sendo ocultada de forma que vemos apenas um único objeto no céu. Estas duas galáxias estão se separando uma da outra e foi exatamente a diferença de velocidade entre ambas que revelou o fato de a Pequena Nuvem ser, na verdade, duas galáxias separadas.

- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986


Localizada ao sul de Tucana, a Pequena Nuvem de Magalhães é uma galáxia anã que é uma das vizinhas mais próximas da Via Láctea a uma distância de 210 mil anos-luz. Embora provavelmente tenha tido o formato de disco, as forças de maré da Via Láctea a distorceram. Juntamente com a Grande Nuvem de Magalhães, ela está na corrente de Magalhães, uma nuvem de gás que conecta as duas galáxias8 . NGC 346 é uma região de formação de estrelas na Pequena Nuvem de Magalhães. Ela tem magnitude aparente de 10,311 . Dentro dela está o sistema estelar triplo HD 5980, sendo cada um de seus membros as estrelas mais luminosas conhecidas12 .


Hubble finds source of Magellanic Stream

Astronomers explore origin of gas ribbon wrapped around our galaxy

Image credit: David L. Nidever, et al., NRAO/AUI/NSF and Mellinger, LAB Survey, Parkes Observatory, Westerbork Observatory, and Arecibo Observatory.


Astronomers using the NASA/ESA Hubble Space Telescope have solved the 40-year-old mystery of the origin of the Magellanic Stream, a long ribbon of gas stretching nearly halfway around the Milky Way. New Hubble observations reveal that most of this stream was stripped from the Small Magellanic Cloud some two billion years ago, with a smaller portion originating more recently from its larger neighbour.
The Magellanic Clouds, two dwarf galaxies orbiting our galaxy, are at the head of a huge gaseous filament known as the Magellanic Stream. Since the Stream's discovery in the early 1970s, astronomers have wondered whether this gas comes from one or both of the satellite galaxies. Now, new Hubble observations show that most of the gas was stripped from the Small Magellanic Cloud about two billion years ago — but surprisingly, a second region of the stream was formed more recently from the Large Magellanic Cloud.
LEIA MAIS EM
http://www.spacetelescope.org/news/heic1314/




AGLOMERADOS LOCALIZADOS
NA PEQUENA NUVEM DE MAGALHÃES


NGC 121 é um aglomerado globular na direção da constelação de Tucana. O objeto foi descoberto pelo astrônomo John Herschel em 1835, usando um telescópio refletor com abertura de 18,6 polegadas.


http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_121#mediaviewer/Ficheiro:NGC_121_Hubble_WikiSky.jpg
NGC 121 Hubble WikiSkyDomínio público
en:NASAen:STScIen:WikiSky - en:WikiSky's snapshot tool - [1]
Credit:
ESA/Hubble & NASA
Acknowlegement: Stefano Campani
This image shows NGC 121, a globular cluster in the constellation of Tucana (The Toucan). Globular clusters are big balls of old stars that orbit the centres of their galaxies like satellites — the Milky Way, for example, has around 150.
NGC 121 belongs to one of our neighbouring galaxies, the Small Magellanic Cloud (SMC). It was discovered in 1835 by English astronomer John Herschel, and in recent years it has been studied in detail by astronomers wishing to learn more about how stars form and evolve.
Stars do not live forever — they develop differently depending on their original mass. In many clusters, all the stars seem to have formed at the same time, although in others we see distinct populations of stars that are different ages. By studying old stellar populations in globular clusters, astronomers can effectively use them as tracers for the stellar population of their host galaxies. With an object like NGC 121, which lies close to the Milky Way, Hubble is able to resolve individual stars and get a very detailed insight.
LEIA MAIS EM



NGC 602 is a young, bright open cluster of stars located in the Small Magellanic Cloud (SMC), a satellite galaxy to the Milky WayRadiation and shock waves from the stars have pushed away much of the lighter surrounding gas and dust that compose the nebula known as N90, and this in turn has triggered new star formationin the ridges (or "elephant trunks") of the nebula. These even younger, pre-main sequence stars are still enshrouded in dust but are visible to the Spitzer Space Telescope at infrared wavelengths.[5] The cluster is of particular interest because it is located in the wing of the SMC leading to the Magellanic Bridge. Hence, while its chemical properties should be similar to those of the rest of the galaxy, it is relatively isolated and so easier to study.[6]
A number of other, more distant galaxies also appear in the background of the Hubble images of NGC 602, making for a "tantalizing"[4] and "grand"[7] view


Image: Hubble Observes Infant Stars in Nearby Galaxy





Zooming on NGC 602


Credit:
Akira Fujii, Digitized Sky Survey 2 and ESA/Hubble


NGC 602: Ongoing Star Formation in a Young SMC Cluster

Lynn Redding Carlson (JHU), Antonella Nota (STScI/ESA), Elena Sabbi (STScI), Marco Sirianni (STScI/ESA), Joseph L. Hora (Harvard/CfA), Margaret Meixner (STScI), M. Clampin (NASA/Goddard), J. Gallagher (U. Wisconsin), M. S. Oey (U. Michigan), A. Pasquali (Inst. Of Astron., ETH), L. J. Smith (UCL), M. Tosi (Bologna Obs.), R. Walterbos (U. New Mexico)

(The following is a poster presentation made at the American
Astronomical Society conference in January 2007 in Seattle, Washington.)

The young stellar cluster NGC 602 is located in the wing of the SMC, Z~0.004, a low density region far from the main body of the galaxy with low gas and stellar content. From deep optical imaging with the Advanced Camera for Surveys (ACS) aboard the Hubble Space Telescope (HST), we have discovered the existence of an extensive pre-Main Sequence (PMS) population, with stellar masses in the range 0.6–3 Mo. This pre-Main Sequence population formed coevally with the central cluster about 5 Myr ago. Spitzer Space Telescope (SST) images of the region in all four Infrared Array Camera (IRAC) bands reveal a second population of Young Stellar Objects (YSOs), which formed after the stars seen with HST/ACS imaging. Some of these very young objects are still embedded in nebular material. We infer that star formation started in this region ~5 Myr ago with the formation of the central cluster and gradually propagated towards the outskirts where we find evidence of on going star formation (~1 Myr).






NGC 265 is an open cluster in the Small Magellanic Cloud,[3] which is located in the constellation Tucana.


NGC 290 is an open cluster. It lies some 200,000 light years away in the Small Magellanic Cloud,[2] which is located in the constellation Tucana. It spans 65 light years across.[3]




Hubble has captured the most detailed images to date of the open star clusters NGC 265 and NGC 290 in the Small Magellanic Cloud - two sparkling sets of gemstones in the southern sky.
Two new composite images taken with the Advanced Camera for Surveys onboard the NASA/ESA Hubble Space Telescope show a myriad of stars in crystal clear detail. The brilliant open star clusters, NGC 265 and NGC 290, are located about 200,000 light-years away and are roughly 65 light-years across.
Credit:
European Space Agency & NASA
Acknowledgements:
Davide De Martin (ESA/Hubble) and Edward W. Olszewski (University of Arizona, USA)



NGC 346 is an open cluster with associated nebula located in the Small Magellanic Cloud that appears in the constellation Tucana. It contains HD 5980, the brightest star in the SMC.
http://en.wikipedia.org/wiki/NGC_346
Ngc346
NASA, ESA and A. Nota (ESA/STScI, STScI/AURA) - http://www.spacetelescope.org/images/html/heic0514a.html (direct link)

http://apod.nasa.gov/apod/ap110509.html
Wonder and Mystery above the Very Large Telescopes
Credit: Yuri Beletsky (ESO)
Explanation: What's that bright orange dot above the large telescope on the right? Even seasoned sky enthusiasts might ponder the origin of the orange orb seen by scrolling across this panoramic image, taken last December. Perhaps identifying known objects will help. To start, on the far left is a diagonal band of light known as zodiacal light, sunlight reflected off of dust orbiting in the inner Solar System. The bright white spot on the left, just above the horizon, is Venus, which also glows by reflected sunlight. Rising diagonally from the ground to the right of Venus is the band of our Milky Way Galaxy. In the image, the band, which usually stretches dramatically overhead, appears to arch above the elevated Chilean landscape. Under the Milky Way arch, toward the left, lie both the Largeand Small Magellanic Cloud galaxies, while toward the right lies the constellation of Orion surrounded by the red ring of Barnard's Loop. On the ground, each of the four Very Large Telescopes is busy keeping an eye on the distant universe. The orange spot -- it's the Moon. The image was taken during a total lunar eclipse when the normally bright full moon turned into a faint orb tinted orange by the intervening Earth's atmosphere. 






http://www.raremaps.com/gallery/enlarge/33613


http://www.raremaps.com/gallery/detail/33613/Celestial_Map_of_the_Southern_Hemisphere/Pardies.html
Title: [Celestial Map of the Southern Hemisphere]  Map Maker: Ignace Gaston Pardies





Hydrus, a Hidra Macho,
é uma constelação bem interessante
por algumas razões:

Talvez a questão mais importante a comentarmos sobre
a constelação Hydrus, a Hidra Macho,
é o fato de  encontrar-se "ensanduichada", digamos assim,
entre as constelações que mostram o direcionamento para a Grande Nuvem de Magalhães
- as constelações Dorado e Mensa -,
e a principal constelação que mostra o direcionamento para a Pequena Nuvem de Magalhães
- Tucana.


http://www.stellarium.org/pt/



A segunda grande questão importante a ser comentada sobre
a constelação Hydrus, a Hidra Macho,
é o fato de que, em alguns alfarrábios e escritos,
aparecer como também acolhendo o direcionamento para a Pequena Nuvem de Magalhães...
Porém, em outros tantos alfarrábios e escritos, não.

Quer dizer, se o Caro Leitor bem observar
alguns alfarrábios aqui apresentados nesta Postagem
traçam o desenho figurativo desta constelação
passando por através a constelação do Tucano
bem como Ilustração mostrando um pedacinho da Pequena Nuvem de Magalhães
adentrando a constelação Hydrus, a Hidra Macho.

(De qualquer forma,
esta questão vem sendo resolvida, digamos assim,
através uma reconfiguração de fronteiras. Simples assim.)

E também em outro(s) escrito(s) aqui apresentados nesta Postagem,
é mencionado o fato de que apenas um pequeníssimo pedaço
da Pequena Nuvem de Magalhães 
pode ser considerado como pertencente à constelação Hydrus, a Hidra Macho.

Outra questão também interessante a ser mencionada
é o fato de que alguns escritos dizem 
que a estrela-alpha Hydri atua enquanto a cabeça da Hidra Macho...,
enquanto que em outros lugares
 - Ilustrações, por exemplo -, 
vamos encontrar a estrela-beta Hydri
fazendo a designação para esta cabeça.


http://www.stellarium.org/pt/







HYDRUS, HIDRA MACHO



Posicionamento:
Ascensão Reta oh2m / 4h33m      Declinação -58o.1 / -82o.1

História:
Constelação adicionada por Bayer, 1604.


Algumas Informações Interessantes acerca esta Constelação:

É uma constelação bem ao sul - ainda ao sul da Estrela Achernar, Alpha Eridanus, 
e formando um triangulo de estrelas brilhantes 
e também incluindo uma pequena parte da Pequena Nuvem de Magalhaes 
(porém a maior parte dessa galáxia situa-se na vizinha constelação do Tucano).

Beta Hydri é uma estrela de magnitude 2.78 e distante somente cerca de 20 anos-luz.  A Estrela Alpha Hydri, mesmo que não seja a mais brilhante, apresenta-se na magnitude 2.84 e dista mais do que 30 anos-luz.



- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986





http://pt.wikipedia.org/wiki/Hydrus#mediaviewer/Ficheiro:Hydrus_constellation_map.png


Hydrus (Hyi), a Hidra Macho, é uma constelação do hemisfério celestial sul. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Hydri. Não se deve confundir esta constelação com a outra, muito maior, da Hydra (Hidra fêmea).
As constelações vizinhas do Hydrus são DoradoReticulumHorologiumEridanusTucanaOctans e Mensa.


Alpha Hydri (Cabeça de Hydrus, 24 Hydri) é uma estrela na direção da Hydrus. Possui uma ascensão reta de 01h 58m 45.87s e uma declinação de −61° 34′ 11.7″. Sua magnitude aparente é igual a 2.86. Considerando sua distância de 71 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a 1.16. Pertence à classe espectral F0V.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Alpha_Hydri

Beta Hydri (5 Hydri) é uma estrela na direção da Hydrus. Possui uma ascensão reta de 00h 25m 39.20s e uma declinação de −77° 15′ 18.1″. Sua magnitude aparenteé igual a 2.82. Considerando sua distância de 24 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a 3.45. Pertence à classe espectral G2IV. É um dos sistemas estelares mais próximo ao Sistema Solar.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Beta_Hydri

Gamma Hydri (Foo Pih, 62 Hydri) é uma estrela na direção da constelação de Hydrus. Possui uma ascensão reta de 03h 47m 14.23s e uma declinação de −74° 14′ 21.3″. Sua magnitude aparente é igual a 3.26. Considerando sua distância de 214 anos-luz em relação à Terra, sua magnitude absoluta é igual a −0.83. Pertence àclasse espectral M2III.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gamma_Hydri



http://www.iau.org/static/public/constellations/gif/HYI.gif



NGC 643 é um aglomerado aberto na direção da constelação de Hydrus. O objeto foi descoberto pelo astrônomo John Herschel em 1835, usando um telescópio refletor com abertura de 18,6 polegadas.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_643


NGC 602 é um aglomerado aberto com nebulosa na direção da constelação de Hydrus. O objeto foi descoberto pelo astrônomo James Dunlop em 1826, usando umtelescópio refletor com abertura de 9 polegadas.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_602




http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_602#mediaviewer/Ficheiro:NGC602.jpg
NGC602
NASA, ESA, and the Hubble Heritage Team (STScI/AURA)-ESA/Hubble Collaboration - http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2007/04/image/a/ (direct link)
NGC 602 and N90 as seen by Hubble Space Telescope's ACS. NGC 602 is the designation for a particular young, bright open cluster of stars located in the Small Magellanic Cloud, a satellite galaxy to our own Milky Way. Radiation and shock waves from the star cluster has pushed away much of the lighter surrounding gas and dust that compose the nebula known as N90, and this in turn has triggered new star formation in the ridges (or "elephant trunks") of the nebula. These even younger stars are still enshrouded in dust but are visible to the Spitzer Space Telescope at infrared wavelengths. The image spans about 200 light years, and a number of more distant galaxies also appear in the background.


This new image taken with NASA's Hubble Space Telescope depicts bright, blue, newly formed stars that are blowing a cavity in the center of a star-forming region in the Small Magellanic Cloud.
At the heart of the star-forming region, lies star cluster NGC 602. The high-energy radiation blazing out from the hot young stars is sculpting the inner edge of the outer portions of the nebula, slowly eroding it away and eating into the material beyond. The diffuse outer reaches of the nebula prevent the energetic outflows from streaming away from the cluster.
http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2007/04/image/a/

Hubble Space Telescope (HST) image of NGC 602.
Credit: HST/NASA/ESA.
Observation data (J2000 epoch)
ConstellationHydrus
Right ascension01h 29m 32.133s[1]
Declination−73° 33′ 38.13″[1]
Distance196 kly[2] (61 kpc[2])
Apparent magnitude (V)- />
Apparent dimensions (V)1′.5 × 0′.7[3]
Physical characteristics
MassM
Radius90 ly
Estimated age5 My[4]
Notable features-
Other designationsN90[2]
http://en.wikipedia.org/wiki/NGC_602



NGC 1511 é uma galáxia espiral (Sa) localizada na direcção da constelação de Hydrus. Possui uma declinação de -67° 38' 05" e uma ascensão recta de 3 horas, 59minutos e 36,8 segundos.
A galáxia NGC 1511 foi descoberta em 2 de Novembro de 1834 por John Herschel.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_1511





http://en.wikipedia.org/wiki/Large_Magellanic_Cloud#mediaviewer/File:Large_and_small_magellanic_cloud_from_new_zealand.jpg
Large and small magellanic cloud from new zealand
Markrosenrosen - Own work







Wonder and Mystery above the Very Large Telescopes 
Credit: Yuri Beletsky (ESO)



Uma das grandes alegrias em morar na roça
e buscando céus mais escuros e transparentes,
é poder observar a olho nu
as Nuvens Pequena e Grande de Magalhães.

Eu sempre me divirto (e até quase fico tonta)
quando me deparo ao norte
com a maravilhante visão da Galáxia de Andromeda
(que pode ser observada a olho nu e usando a vista enviesada)
e, num giro corporal, volto-me para os céus do sul
e me deparo com a belíssima visão das Nuvens Pequena e Grande de Magalhães!

(Talvez a tontura também fique por conta
do fato de que posso olhar à visão desarmada
para três Galáxias que,
adjuntando com a Galáxia onde me encontro, a Via Lactea,
formam os principais conjuntos estelares
do nossa família galáctica tão intimamente nomeada de Grupo Local!).

Aqui na roça, um antigo caseiro meu
dizia que estas duas "Nuvens"
são as mulas do presépio do Menino Jesus...

Não importa o que se pense sobre estas Nuvens
- que quase sempre nos engana, parecendo nuvens mesmo! -,
porque o importante é que elas a nós se apresentam enfeitando os céus do sul...,
e fazem isso de maneira tão simples, quase humilde!

Quer dizer,
as nuvens que nomeamos de Nuvens e que sabemos serem Galáxias
parecem esconder (assim como as nuvens escondem)
um mundo de maravilhas.... , 
porém apenas se apresentando
 enquanto nuvens, simples nuvens, simples quase-enganos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward



http://apod.nasa.gov/apod/image/1105/vltsky_beletsky_3114.jpg
Wonder and Mystery above the Very Large Telescopes 

Credit: Yuri Beletsky (ESO) 





A CONSTELAÇÃO DO TUCANO, Tucana,
ACOLHE A PEQUENA NUVEM DE MAGALHÃES
(e compartilha um pedacinho dessa maravilhosa Nuvem
com a constelação da HIDRA MACHO, HYDRUS.


http://www.stellarium.org/pt/


Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes - CARJ



 TUCANA, O TUCANO

Ascensão Reta 22h5m / 1h22m    Declinação -56o.7 / -75o.7

Constelação adicionada por Bayer em 1604.

Em Tucano, podemos observar alguns objetos extremamente interessante
s e mesmo a olho nu nos chamam a atenção: 
 47 Tucanae e a Pequena Nuvem de Magalhães.


Alpha Tucanae
        Distância 62 anos-luz

Beta Tucanae - Estrela Dupla
Ascensão Reta 00h29m        Declinação   -63o.14         Magnitude 4,4 e 4,6
Ângulo de Posição 169o.,4       Distância entre estrelas 27”,13

Kappa Tucanae - Estrela Dupla
Ascensão Reta  01h14m       Declinação  -69o.08           Magnitude 5,1 e 7,5
Ângulo de Posição 349o.,5        Distância entre estrelas 5”,50



- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



Tucana, o Tucano, é uma constelação do hemisfério celestial sul. O genitivo, usado para formar nomes de estrelas, é Tucanae. Na sua extremidade sul está a Pequena Nuvem de Magalhães.
As constelações vizinhas, de acordo com as fronteiras modernas, são PhoenixGrusIndusOctans e Hydrus.

Alpha Tucanae (α Tuc, α Tucanae) é a estrela mais brilhante da constelação de Tucana, com uma magnitude aparente de 2,86.2 Com base em medições de paralaxe, está a aproximadamente 200 anos-luz (61 parsecs) da Terra.
É uma binária espectroscópica, o que significa que as duas estrelas não foram vistas individualmente com um telescópio, mas a presença da segunda estrela foi inferida observando mudanças no espectro da primária. O período orbital do sistema é de 4197,7 dias (11,5 anos).4 O componente primário tem uma classificação estelar de K3 III,1 o que indica que é uma estrela gigante que consumiu todo o hidrogênio em seu núcleo e evoluiu da sequência principal. Tem coloração alaranjada, típica de estrelas de classe K.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Alpha_Tucanae

Beta Tucanae (Tuc β / β Tucanae) é um sistema estelar composto por seis estrelas na constelação de Tucana. Três dessas estrelas têm uma designação de Bayer própria.
A estrela mais brilhante, Beta1 Tucanae (Beta Tucanae A), tem magnitude aparente 4,36 e tipo espectral B9V. Ela tem uma companheira, Beta Tucanae B, que tem classe espectral M3V e magnitude aparente 13,5. A separação de Beta Tucanae A e Beta Tucanae B é de 110 UA e elas levam 700 anos para completar uma órbita.
Beta2 Tucanae (Beta Tucanae C), tem magnitude aparente 4,8 e classe espectral A2V. Sua compenheira, Beta Tucanae D, tem magnitude aparente 6,0 e classe espectral A7V e está a uma distância média de 16,5 UA de Beta Tucanae C, levando 43 anos para completar uma órbita.
Beta1 Tucanae e Beta2 Tucanae estão a 1 160 UA de distância.
Beta3 Tucanae está a 23 000 UA do resto do sistema, e não se sabe se está vinculado com as outras estrelas. Essa estrela tem classe espectral A0V e magnitude aparente 5,8 e tem uma companheira que está a 4 UA de distância.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Beta1_Tucanae

Kappa Tucanae (κ Tuc / κ Tucanae) é um sistema estelar quádruplo na constelação de Tucana que está a aproximadamente 66 anos-luz da Terra e que tem magnitude aparente em conjunto de 4,25.
O sistema consiste em dois pares de estrelas separados por 5,3 minutos de arco. A estrela mais brilhante, Kappa Tucanae A, é uma subgigante de classe F de magnitude aparente 5,1. A outra estrela, Kappa Tucanae B, tem magnitude aparente 7,3 e está a 5 segundos de arco, ou 100 UA, da estrela A. Essas estrelas levam 1 222 anos para completar uma órbita.
Kappa Tucanae C e Kappa Tucanae D, que formam o outro par de estrelas, têm magnitude aparente 7,8 e 8,2, respectivamente, e estão mais próximos entre si do que o outro par, com uma distância de 1,12 segundos de arco, ou 23 UA. Essas estrelas levam 86 anos para completar uma órbita.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Kappa_Tucanae





PLANETAS EXTRA-SOLARES
NA CONSTELAÇÃO DE TUCANO:

HD 4308 b é um planeta extrassolar que orbita a estrela HD 4308.

HD 4308 b
ExoplanetaLista de exoplanetas
Estrela mãe
EstrelaHD 4308
ConstelaçãoTucana
Ascensão reta00h 44m 39,3s
Declinação-65° 38′ 58,3″
Magnitude aparente6,54
Distância71,39 anos-luz (21,9 pc)
Elementos orbitais
Semieixo maior0,115 ± 0,096 UA
Periastro0,115 UA
Apoastro0,115 UA
Excentricidade0,00 ± 0,01
Período orbital15,56 ± 0,02 dias
Argumento do periastro359 ± 47°
Semi-amplitude4,07 ± 0,2 m/s m/s
Características físicas
Massa>0,0442 MJ
>14 M
Descoberta
Data da descoberta22 de agosto de 2005
DescobridoresUdry et al.
Método de detecçãoEspectroscopia Doppler
Estado da descobertaPublicada
http://pt.wikipedia.org/wiki/HD_4308_b




HD 215497 b é um planeta extrassolar que orbita a estrela HD 215497, que está localizada a 142 anos-luz da Terra na constelação de Tucana. Esse planeta tem no mínimo 5,4 vezes a massa da Terra e leva 3,93 dias para orbitar a estrela. O papel da descoberta desse planeta ainda não foi publicado e nem todos os parâmetros orbitais estão disponíveis. HD 215497 b foi descoberto em 19 de outubro de 2009 pelo HARPS, juntamente com outros 29 planetas, incluindo HD 215497 c.


HD 215497 b
ExoplanetaLista de exoplanetas
Estrela mãe
EstrelaHD 215497
ConstelaçãoTucana
Ascensão reta22h 46m 36,7s
Declinação-56° 35′ 58,3″
Magnitude aparente8,97
Distância142 ± 7,8 anos-luz(43,5 ± 2,4 pc)
Elementos orbitais
Semieixo maior0,044 UA
Período orbital3,93 dias (0,0108 anos)
Características físicas
Massa>0,017 MJ
>5,4 M
Descoberta
Data da descoberta19 de outubro de 2009
DescobridoresLo Curto et al.
Método de detecçãoVelocidade radial (HARPS)
http://pt.wikipedia.org/wiki/HD_215497_b


HD 215497 c é um planeta extrassolar que orbita a estrela HD 215497, que está localizada a 140 anos-luz da Terra na constelação de Tucana. Esse planeta tem no mínimo um terço da massa de Júpiter e leva 567 dias para orbitar a estrela. Esse planeta foi descoberto pelo HARPS em 19 de outubro de 2009, juntamente com outros 29 planetas, incluindo HD 215497 b.


HD 215497 c
ExoplanetaLista de exoplanetas
Estrela mãe
EstrelaHD 215497
ConstelaçãoTucana
Ascensão reta22h 46m 36,7s
Declinação-56° 35′ 58,3″
Magnitude aparente8,97
Distância142 ± 7,8 anos-luz(43,5 ±2,4 pc)
Elementos orbitais
Semieixo maior1,282 UA
Excentricidade0,49 ± 0,04
Período orbital569,94 dias (1,56 anos)
Argumento do periastro45 ± 4°
Semi-amplitude10,10 ± 0,65 m/s m/s
Características físicas
Massa>0,33 MJ
>104,3 M
Descoberta
Data da descoberta19 de outubro de 2009
DescobridoresLo Curto et al.
Método de detecçãoVelocidade radial (HARPS)
Estado da descobertaPublicada
http://pt.wikipedia.org/wiki/HD_215497_c



HD 221287 b é um planeta extrassolar que orbita a estrela HD 221287. Esse planeta tem massa mínima de 3,12 MJ e orbita a estrela a uma distância média de 1,25UA, levando 456 dias para completar uma órbita. Dominique Naef o descobriu em 2007, usando o espectrógrafo HARPS, no Chile.


HD 221287 b
ExoplanetaLista de exoplanetas
Estrela mãe
EstrelaHD 221287
ConstelaçãoTucana
Ascensão reta23h 31m 20,3s
Declinação-58° 12′ 35,0″
Magnitude aparente7,82
Distância172,5 anos-luz (52,9 pc)
Elementos orbitais
Semieixo maior1,25 ± 0,04 UA
Periastro1,15 UA
Apoastro1,35 UA
Excentricidade0,08 ± 0,11
Período orbital456,1 ± 6,5 dias(1,2487 anos)
Argumento do periastro98 ± 72°
Semi-amplitude71 ± 13 m/s m/s
Características físicas
Massa>3,12 ± 0,78 MJ
>992 M
Descoberta
Data da descoberta5 de março de 2007
DescobridoresNaef et al.
Método de detecçãoEspectrógrafo HARPS
Estado da descobertaPublicada
http://pt.wikipedia.org/wiki/HD_221287_b





AGLOMERADOS GLOBULARES,
GALÁXIAS E QUASAR,
EM TUCANO





The Tucana Dwarf Galaxy is a dwarf galaxy in the constellation Tucana. It was discovered in 1990 by R.J. Lavery of Mount Stromlo Observatory. It is composed of very old stars and is very isolated from other galaxies. Its location on the opposite side of the Milky Way from other Local Group galaxies makes it an important object for study.
http://en.wikipedia.org/wiki/Tucana_Dwarf



http://en.wikipedia.org/wiki/File:Local_Group.svg
English: The local group of galaxies surrounding the Milky Way
Date21 September 2006
SourceRe-drawn from File:Local Group.JPG, originally from http://www.atlasoftheuniverse.com
AuthorRichard Powell




Galáxia Anã de Tucana que foi descoberta em 1990 é uma galáxia anã esferoidal do tipo dE5 que é um membro isolado do nosso Grupo Local13 . Ela está localizada a 870 kiloparsecs (2.800 mil anos luz) do nosso sistema solar, por volta de 1.100 kiloparsecs (3.600 mil anos luz) do baricentro do Grupo Local, a segunda galáxia mais remota de todos os membros do grupo perdendo apenas para a Galáxia Anã Irregular de Sagitário14 .
galáxia Anã de Tucana é uma galáxia anã na direção da constelação de Tucana. Ela foi descoberta por R. J. Lavrey em 1990 no Observatório Monte Stromlo.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Gal%C3%A1xia_An%C3%A3_de_Tucana



http://en.wikipedia.org/wiki/Tucana_Dwarf#mediaviewer/File:Tucana_Dwarf_Hubble_WikiSky.jpg
Tucana Dwarf Hubble WikiSkyPublic Domain
en:NASAen:STScIen:WikiSky - en:WikiSky's snapshot tool - [1]




http://en.wikipedia.org/wiki/Milky_Way#mediaviewer/File:5_Local_Galactic_Group_(ELitU).png
5 Local Galactic Group (ELitU)CC BY-SA 3.0

Andrew Z. Colvin - Own work




galáxia espiral barrada NGC 7408 está localizada a três graus a noroeste de Delta Tucanae e foi confundida inicialmente com uma nebulosa planetária11 .

NGC 7408 é uma galáxia espiral barrada (SBc) localizada na direcção da constelação de Tucana. Possui uma declinação de -63° 41' 43" e uma ascensão recta de 22horas, 55 minutos e 56,7 segundos.
A galáxia NGC 7408 foi descoberta em 1 de Novembro de 1834 por John Herschel.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_7408


Parte da constelação foi alvo de um programa de observação de duas semanas do telescópio espacial Hubble em 1998 que resultou no Campo Profundo Sul do Hubble15 . A área que deveria ser coberta precisava estar nos polos da órbita do telescópio para permitir observação contínua e teve como resultado a descoberta de um quasar neste campo: QSO J2233-60616 .




NGC 362 - Tucanae - Aglomerado Globular
Ascensão Reta 01h01m -  Declinação -71o.57   - Magnitude fotográfica global 8,0 -    Diâmetro aparente em minuto de arco 17’,7
 Tipo Espectral G5       Distância kpc   12,8


NGC 362 é um aglomerado globular na direção da constelação de Tucana. O objeto foi descoberto pelo astrônomo James Dunlop em 1826, usando um telescópio refletor com abertura de 9 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+6,8), é visível apenas com telescópios amadores ou com equipamentos superiores.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_362


NGC 362 é um outro aglomerado globular em Tucana com magnitude aparente de 6,4 a 27.700 anos-luz da Terra. Como o vizinho 47 Tucanae, NGC 362 é um aglomerado Shapley classe III e está entre os mais brilhantes do céu. Sua órbita o leva para muito próximo do centro da Via Láctea a aproximadamente 3 mil anos-luz, o que não é usual. Foi descoberto por volta de 1820 por James Dunlop10 . Suas estrelas se tornam visíveis com uma magnificação de 180x no telescópio11 .
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tucana



http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_362#mediaviewer/Ficheiro:GALEX_image_of_NGC_362.jpg
GALEX image of NGC 362Domínio público
NASA/JPL-Caltech/University of Virginia/R. Schiavon (Univ. of Virginia) - http://www.galex.caltech.edu/media/glx2007-03f_img01.html





http://www.stellarium.org/pt/



Globular cluster 47 Tucanae and the Small Magellanic Cloud (ground-based image)

This photo was taken by the Japanese astrophotographer Akira Fujii and shows a wide-angle view of the globular cluster 47 Tucanae and the Small Magellanic Cloud.
Credit:  Akira Fujii



NGC 104 = 47 Tucanae - Aglomerado Globular
AR 00h23m  Declinação - 72o.11 Magnitude média das 25 estrelas mais brilhantes 13,54  Magnitude fotográfica global 4,4    Diâmetro aparente em minuto de arco 44’,0
Número conhecido de Variáveis 11         Distância kpc   5,0


Velocidade Radial (km/s)   -24
Imenso Aglomerado Globular na constelação de Tucano.  É o segundo aglomerado em tamanho, depois de Omega Centauri.  Visível a olho nú em noites escuras e transparentes, a cerca de 2o. a sudoeste de Theta Tucanae.  Com um bom par de binóculos, observamos uma forte condensação central (onde as estrelas parecem estar amontoadas umas sobre as outras) e com um telescópio podemos vislumbrar um dos objetos mais belos do céu.

- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986





A photo of the globular star cluster 47 Tucanae taken with the Very Large Telescope, in Chile. It is one of the densest globular clusters in the Southern hemisphere. The cluster contains one million stars.
Credit:
Very Large Telescope/European Southern Observatory, R. Kotak and H. Boffin (ESO)



47 Tucanae (NGC 104) ou apenas 47 Tuc é um aglomerado globular situado na constelação de Tucana. Está a de cerca de 16 700 anos-luz de distância da Terra, e tem 120 anos-luz de diâmetro. Pode ser visto a olho nu, e é brilhante o suficiente para ganhar uma designação de Flamsteed com uma magnitude visual de 4,0. É apenas uma de um pequeno número de características com essa designação do céu do sul.
47 Tucanae foi descoberto por Nicolas Louis de Lacaille em 1751; a sua localização muito ao sul tem escondido de observadores europeus até então. O aglomerado aparece aproximadamente com o tamanho da lua cheia no céu em condições ideais.
É o segundo aglomerado globular mais brilhante no céu (depois de Omega Centauri), e é conhecido por ter um núcleo muito brilhante e denso. Ele tem de 22 pulsares milisegundos conhecidos, e pelo menos 21 estrelas retardatárias azuis (blue stragglers) perto do centro.4
47 Tucanae está incluído no Catálogo Caldwell de Sir Patrick Moore como C106.
NGC 104 concorre com NGC 5139 (Omega Centauri) para o título: O mais esplêndido Aglomerado Globular no céu. NGC 104 tem duas características em seu favor. Ele é arredondado e tem um centro mais compacto. No entanto, devido à localização, mais observadores vão para NGC 5139.
http://pt.wikipedia.org/wiki/47_Tucanae




http://www.spacetelescope.org/news/heic0616/
Image credit: NASA, ESA, and G. Meylan (?cole Polytechnique Federale de Lausanne)


A seven year study with the NASA/ESA Hubble Space Telescope has provided astronomers with the best observational evidence yet that globular clusters sort out stars according to their mass, governed by a gravitational billiard ball game between stars. Heavier stars slow down and sink to the cluster's core, while lighter stars pick up speed and move across the cluster to its periphery. This process, called "mass segregation", has long been suspected for globular star clusters, but has never before been directly seen in action.
LEIA MAIS em
http://www.spacetelescope.org/news/heic0616/

O segundo aglomerado globular mais brilhante do céu depois de Omega Centauri é 47 Tucanae (NGC 104) que está um pouco a oeste da Pequena Nuvem de Magalhães. Dista apenas 14.700 anos-luz da Terra com idade aproximada de 12 bilhões de anos7 . É predominantemente composto de estrelhas amarelas apesar de possuir um contingente de estrelas retardatárias azuis, estrelas quentes que hipoteticamente se formaram da união de estrelas binárias8 . 47 Tucanae tem uma magnitude aparente de 3,9, o que significa que é visível a olho nú. É um aglomerado Shapley classe III, o que significa que tem um núcleo bem definido. Os aglomerados próximos são o pequeno NGC 121, 10 arcominutos distante da borda do grande aglomerado9 .
http://pt.wikipedia.org/wiki/Tucana






http://en.wikipedia.org/wiki/Magellanic_Clouds#mediaviewer/File:Magellanic_Clouds_%E2%80%95_Irregular_Dwarf_Galaxies.jpg
Magellanic Clouds ― Irregular Dwarf Galaxies
ESO/S. Brunier - ESO




Os desenhos formados pelas estrelas 
– As Constelações - 
são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais,
 entre o céu e a terra 
bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente, 
vai se tornando Cosmos e sendo por nossa mente conscientizado.  

Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

COM UM ABRAÇO ESTRELADO,
Janine Milward