domingo, 4 de dezembro de 2016

Algumas Histórias interessantes sobre Argo Navis, o Navio Argo


Olá!

Nesta Postagem, Caro Leitor,
encontre alguma informação 
sobre Argo Navis, o Navio,
através minha tradução direta e sintetizada
 do texto sobre esta antiga constelação
escrito por Richard Hinckley Allen
(e a inserção do texto original, em inglês).

Encontre também alguma informação sobre uma constelação 
inserida por Edmond Halley 
em Argo Navis, o Navio,
Robur Carolinum (O Carvalho de Charles),
porém ganhando a recusa de La Caille 
neste sentido
e, ao mesmo tempo, 
ainda sendo comentada por Bode 
e inserida por Burrit em seus mapas
e fazendo parte de várias outras ilustrações, 
no passado.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward



Stellarium



 http://apod.nasa.gov/apod/ap161130.html
Milky Way over Shipwreck 
Image Credit & Copyright: Sergio Montúfar (Planetario Ciudad de La Plata)
Explanation: What happened to this ship? It was carried aground by a giant storm that struck the coast of Argentina in 2002. The pictured abandoned boat, dubbed Naufragio del Chubasco, wrecked near the nearly abandoned town of Cabo Raso (population: 1). The rusting ship provides a picturesque but perhaps creepy foreground for the beautiful sky above. This sky is crowned by the grand arch of our Milky Way and features galaxies including the Large and Small Magellanic Clouds, stars including Canopus and Altair, planets including Mars and Neptune, and nebulas including the LagoonCarina, and the Coal Sack. The mosaic was composed from over 80 images taken in early September. A 360-degree interactive panoramic version of this image is also available. The adventurous astrophotographer reports that the creepiest part of taking this picture was not the abandoned ship, but the unusual prevalence of black and hairy caterpillars.




Ivan Konstantinovič Ajvazovskij (1817 - 1900)

“Ship in Stormy Sea” 1858




ARGO NAVIS, O NAVIO


Esta constelação representa o navio 
no qual Jasão trouxe o Velocino de Ouro para Colquita 
- e dizem que foi o primeiro navio a ser construído.

Esta constelação, o Navio, 
fazia parte do grupo de 48 constelações 
relacionado por Ptolomeu. 

La Caille, porém, dividiu o Navio em
Carina, Vela e Puppis: Quilha, Vela e Popa


6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes


Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes








Argo Navis era uma grande constelação meridional, representava o navio utilizado pelos argonautas em suas viagens. Foi dividida em Carina(quilha), Puppis (popa) e Vela (velame); as designações de Bayer, entretanto, não foram mudadas, de modo que α e β estão em Carina, γ e δ em Vela, ε em Carina, ζ em Puppis e assim por diante. Por outro lado, Pyxis, a constelação da Bússola, embora ocupe uma área que havia sido considerada como os mastros do Argo, possui designações de Bayer próprias.






Ficheiro:Argo Navis Hevelius.jpg
Atlas Coelestis. Johannes Hevelius drew the constellation in Uranographia, his celestial catalogue in 1690.
Desenho de Argo Navis por Johannes Hevelius (1690)




SAIBA BEM MAIS
SOBRE ALGUNS DOS MITOS
RELACIONADOS AO NAVIO ARGO, ARGONAVIS:



Richard Hinckley Allen, Star Names, Their Lore and Meaning, Dover Publications, Inc, New York, USA 



Segundo Allen, em seu livro Star Names, Their Lore and Meaning – fantástico livro e já em domínio público 

– e traduzindo literalmente, de forma simples e sintética, por mim, Janine:


Argo Navis, o Navio Argo

.....................
- geralmente simplesmente Argo – erroneamente denominado Argus, a partir de confusão com seu caso genitivo; e Navis é o alemão Schiff, o francês Navire Argo e o italiano Nave Argo.

Situa-se inteiramente no hemisfério sul, a leste do Cão Maior, ao sul do Monoceros e da Hydra, muitíssimo mergulhado na Via Lactea, e apresentando no horizonte de Nova York somente algumas de suas estrelas pouco importantes; porém cobrindo uma imensa extensão do céu, cerca de setenta e cinco graus ao todo, - Manilius denominando-o como Argo Nobilis – e contendo 829 componentes a olho nu.  O centro da constelação culmina em primeiro de março.

La Caille usou esta constelação para cobrir cerca de 180 letras, muitas das quais certamente duplicadas, de forma que suas anotações fossem adotadas no Catálogo da Associação Britânica mas que recentes astrônomos subdividiram esta figura de constelação por conveniência de sua referência e estas três divisões são agora conhecimentos como Carina, a Quilha, com 268 estrelas; Puppis, a Popa, com 313; e Vela, a Vela, com 248. Esta última é a Navegação  alemã.
…………………………

O Navio parece não ter Proa ....................

Segundo Aratos, a perda da Proa parece haver ocorrido


when Argo pass'd
Through Bosporus betwixt the justling rocks —
All Argo stands aloft in sky


Part moves dim and starless from the prow
Up to the mast, but all the rest is bright;

Quando Argo Navis passou através o Estreito de Bósforo e rochas desmoronaram,  o Navio foi virado e naufragou....; e subiu aos céus porém sem estrelas apresentando desde a Proa até o mastro.... mas todo o resto é brilhante!



A Mitologia diz que o Navio teria sido construído por Glaucus, ou por Argos, para Jasão, líder dos cinqüenta Argonautas – cujo número igualava aos remos do Navio -, ajudado por Pallas Athena que, ela mesma, colocou na Proa uma peça (que falava!) entalhada em carvalho de Dodona (para proteção). Desta maneira, o Navio Argo  foi dotado do poder de aconselhar e guiar os chefes formadores de suas equipes.  





(Neste momento, permito-me inserir
uma Ilustração mostrando a árvore de carvalho de Dodona)









O Navio Argo levou adiante a famosa expedição desde Iolchis, na Tessalia, até Aea, em Colchis, em busca do Velocino de Ouro.  Quando a viagem terminou, Athenas colocou o Navio no céu.

Uma outra tradição grega, de acordo com Eratosthenes, dizia que esta constelação representava o primeiro navio a singrar o oceano, e que ainda muito tempo antes de Jasão, levou Danaos com suas cinqüenta filhas do Egito até Rodes e Argos.

A tradição egípcia dizia que o navio era a arca que acolheu Isis e Osiris durante o Dilúvio.  Os Hindús pensavam a mesma questão para seus equivalentes Isi e Iswara. Sua tradição pré-histórica tornou o Navio em Argha, o Sol Caminhante sendo orientado por Agastya, a estrela Canopus.  Neste termo Sanscrito, Argha, podemos ver o nome Argos.  Lindsay, porém, deriva ARgo de arek, uma palavra simita, usada pelos fenícios, significando “grande” – tendo sio o primeiro navio lançado ao mar.

Sir Isaac Newton devotou muita atenção para o famoso Navio, fixando a data de sua construção em cerca de 936 depois de cristo, 42 anos após o Rei Salomão.

Entre os romanos, sempre foi Argo, o Navio, tendo Vitruvius escrito Navis quae nominatur Argo (o Navio chamado de Argo), mas Cícero denominou-o de Argolica Navis e Argolica Puppis; Germanicus chamou de ARgoa Puppis; Propertius, o poeta elegíaco do primeiro século de nossa era, chamou de Iasonia Carina.  Ovideo, de Pagasaea Carina e Pagasaea Puppis, advindo de Tessalia, um porto onde teria sido construído.  Manilius chamou de Ratis Heroum, o Herói Raft, Pagasaea.  Outros chamaram de Navis Jasonis ou Osididis, Celox Jasonis, Carina Argoa, Argo Ratis e Navigium Praedatorium, o Navio Pirata.  Ainda existem similariddes como Currus Maris, Carruagem do Mar, Currus Volitans de Catullus que dizia que no Egito havia sido chamado de Vehiculum Lunae.

Foi também conhecido como Equus Neptunius – na verdade, Ptololeu afirmou que era conhecido o Navio como um Cavalo pelos habitants da Azania, a moderna Ahan, na costa nordeste da Africa, sul do Cabo Gardafui.

Os árabes chamaram o navio de Al Safinah, um Navio, e Markab, algo que se cavalga e que até dois a três séculos atrás na Europa eram transcritos como Alsephina e Merkeb.
A tradição bíblica certamente denominou o Navio de Arca de Noé, Arca Noachi ou Archa Noae – assim como Bayer escreveu.  Jacob Bryant, o mitologista inglês do século passado, contou esta estória como a de Noé.  Na verdade, no século 17, Arca parece ter sido seu título mais popular.

Nos Ensaios de Hewitt, podemos encontrar uma referência às quatro estrelas que marcam os quatro cantos do céu em Zendavesta, os quatro Locapalas ou Alimentadores do Mundo, dos hindus.  Este autor diz que se trata de Sirius, ao leste, as sete estrelas da Ursa Maior, no norte, Corvo, no oeste, e Argo ao sul.  Ele intitula Argo como Sata Vaesa, os Cem Criadores – e tudo isso imaginado como se formando uma grande cruz no céu.  A concepção persa diferenciada aparece nos comentários sobre Regulus, estrela-alpha Leonis.
O asterimo chiens Tien Meaou provavelmente foi formado a partir de alguns components de Argos.

O Navio Argos pode ser visto em latitudes baixas não somente a partir de sua grande extensão e pelo esplendor de Canopus como também por acolher a maravilhosa estrela Eta e sua Nebula (Eta Carinae).


Richard Hinckley Allen 
Star Names, Their Lore and Meaning
Dover Publications, Inc, New York, USA 

(tradução simples e literal minha, Janine)

.............................................

Author: Edmond Halley
Publisher: Typis T. James
Year: 1679
Possible copyright status: NOT_IN_COPYRIGHT
Language: Latin
Digitizing sponsor: Google
Book from the collections of: University of Michigan
Collection: americana
https://archive.org/details/catalogusstella00hallgoog









LEIA O TEXTO ORIGINAL:


Richard Hinckley Allen, Star Names, Their Lore and Meaning, Dover Publications, Inc, New York, USA 

http://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Gazetteer/Topics/astronomy/_Texts/secondary/ALLSTA/Argo_Navis*.html
So when the first bold vessel dar'd the seas,
High on the stern the Thracian rais'd his strain
While Argo saw her kindred trees
Descend from Pelion to the main.
Transported demi-gods stood round.
Pope's Ode on St. Cecilia's Day.

Argo Navis, the Ship Argo,

generally plain Argo, — erroneously Argus, from confusion with its genitive case, — and Navis, is the German Schiff, the French Navire Argo, and the Italian Nave Argo.
It lies entirely in the southern hemisphere, east of Canis Major, south of Monoceros and Hydra, largely in the Milky Way, showing above the horizon of New York city only a few of its unimportant stars; but it covers a great extent of sky, nearly seventy-five degrees in length, — Manilius calling it nobilis Argo, — and contains 829 naked-eye components. The centre culminates on the 1st of March.
La Caille used for it nearly 180 letters, many of them of course duplicated, so that although this notation was adopted in the British Association Catalogue, recent astronomers have subdivided the figure for convenience in reference, and now know its three divisions as Carina, the Keel, with 268 stars, Puppis, the Stern, with 313, and Vela, the Sail, with 248. This last is the German Segel.
La Caille, moreover, formed from stars in the early subordinate division Malus, the Mast, Pyxis Nautica, the Nautical Box or Mariner's Compass, the German See Compass, the French Boussole or Compas de Mer, and the Italian Bussola; and this is still recognized by some good astronomers as Pyxis.
p65
From other stars Bode formed Lochium Funis, his Logleine, our Log and Line, now entirely fallen into disuse.
The Ship appears to have no bow, thus presenting the same sectional character noticeable in Equuleus, Pegasus, and Taurus, and generally is so shown on the maps. It was in reference to this that Aratos wrote:
"Sternforward Argō by the Great Dog's tail
Is drawn; for hers is not a usual course,
But backward turned she comes, as vessels do
When sailors have transposed the crooked stern
On entering harbour; all the ship reverse,
And gliding backward on the beach it grounds.
Sternforward thus is Jason's Argō drawn.
This loss of its bow is said to have occurred
when Argo pass'd
Through Bosporus betwixt the justling rocks —
the Symplegades, the Cyanean (azure), or the Planctae Rocks at the mouth of the Euxine Sea. Yet Aratos may have thought it complete, for he wrote:
All Argo stands aloft in sky,
and
Part moves dim and starless from the prow
Up to the mast, but all the rest is bright;
and it has often been so illustrated and described by artists and authors. The Alfonsine Tables show it as a complete double-masted vessel with oars, and Lubienitzki, in the Theatrum Cometicum of 1667, as a three-masted argosy with a tier of ports and all sails set full to the wind.
Mythology insisted that it was built by Glaucus, or by Argos, for Jason, leader of the fifty Argonauts, whose number equaled that of the oars of the ship, aided by Pallas Athene, who herself set in the prow a piece from the speaking oak of Dodona; the Argo being "thus endowed with the power of warning and guiding the chieftains who form its crew." She carried the famous expedition from Iolchis in Thessaly to Aea in Colchis,1in search of the golden fleece, and when the voyage was over Athene placed the boat in the sky.

Another Greek tradition, according to Eratosthenes, asserted that our constellation represented the first ship to sail the ocean, which long before 
p66
Jason's time carried Danaos with his fifty daughters from Egypt to Rhodes and Argos, and, as Dante wrote [Paradiso, XXXIII.96],
Startled Neptune with the aid of Argo.
Egyptian story said that it was the ark that bore Isis and Osiris over the Deluge; while the Hindus thought that it performed the same office for their equivalent Isi and Iswara. And their prehistoric tradition made it the ship Argha for their wandering sun, steered by Agastya, the star Canopus. In this Sanskrit argha we perhaps may see our title; but Lindsay derives Argo from arek, a Semitic word, used by the Phoenicians, signifying "long," this vessel having been the first large one launched.
Sir Isaac Newton devoted much attention to the famous craft, fixing the date of its building about 936 B.C., forty-two years after King Solomon.
With the Romans it always was Argo and Navis, Vitruvius [IX.5.2] writing Navis quae nominatur Argo: but Cicero called it Argolica Navis andArgolica Puppis; Germanicus, Argoa Puppis; Propertius, the elegiac poet of the 1st century before our era, Iasonia Carina [II.24b]; Ovid, Pagasaea Carina [Met. XIII.24] and Pagasaea Puppis [Met. VII.1], from the Thessalian seaport where it was built; Manilius, Ratis Heroum, the Heroes' Raft, Pagasaea
which now midst Stars doth sail;
and others, Navis Jasonis, or OsiridisCelox JasonisCarina ArgoaArgo Ratis, and Navigium Praedatorium, the Pirate Ship. While somewhat similar are Currus Maris, the Sea Chariot, the Currus Volitans of Catullus, who said that in Egypt it had been the Vehiculum Lunae.
It also was Equus Neptunius; indeed Ptolemy asserted that it was known as a Horse by the inhabitants of Azania, the modern Ajan, on the northeastern coast of Africa, south of Cape Gardafui.
The Arabians called it Al Safīnah, a Ship, and Markab, something to ride upon, that two or three centuries ago in Europe were transcribedAlsephina and Merkeb.
Grotius mentioned Cautel as a title for Puppis, "from the Tables," but he added Hoc quid sit nescio.
The biblical school of course called it Noah's Ark, the Arca Noachi, or Archa Noae as Bayer wrote it; Jacob Bryant, the English mythologist of the last century, making its story another form of that of Noah. Indeed in the 17th century the Ark seems to have been its popular title.

In Hewitt's Essays we find a reference to "the four stars which marked the four quarters of the heavens in the Zendavesta, the four Loka-pālas, or "nourishers of the world," of the Hindus; and that author claims these for 
p67
Sirius in the east, the seven stars of the Greater Bear in the north, Corvus in the west, and Argo in the south. He gives the latter's title as Sata Vaēsa, the One Hundred Creators; all these imagined as forming a great cross in the sky. The differing Persian conception of this appears in the remarks on Regulus, — α Leonis.
The Chinese asterism Tien Meaou probably was formed from some components of Argo.
The constellation is noticeable in lower latitudes not only from its great extent and the splendor of Canopus, but also from possessing the remarkable variable η and its inclosing nebula.
Near the star z′ Carinae appeared, between March 5 and April 8, 1895, a nova with a spectrum similar to those of the recent novae in Auriga and Norma.


http://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Gazetteer/Topics/astronomy/_Texts/secondary/ALLSTA/Argo_Navis*.html





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argohead.gif




ENCONTRE OUTRAS INFORMAÇÕES

SOBRE ARGO NAVIS
ACESSANDO











http://s3.amazonaws.com/magnoliasoft.imageweb/nmm/supersize/b4225.jpg


Robur Carolinum, Charles' Oak


Author: Edmond Halley
Publisher: Typis T. James
Year: 1679
Possible copyright status: NOT_IN_COPYRIGHT
Language: Latin
Digitizing sponsor: Google
Book from the collections of: University of Michigan
Collection: americana
https://archive.org/details/catalogusstella00hallgoog


http://mexicanskies.com/constellations/argo-navis-johannes-hevelius.jpg




http://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Gazetteer/Topics/astronomy/_Texts/secondary/ALLSTA/Robur_Carolinum*.html

Richard Hinckley Allen, Star Names, Their Lore and Meaning, Dover Publications, Inc, New York, USA 




Robur Carolinum, Charles' Oak,

the Quercia of Italy and the Karlseiche of Germany, was formally published by Halley in 1679 in commemoration of the Royal Oak of his patron, Charles II, in which the king had lain hidden for twenty-four hours after his defeat by Cromwell in the battle of Worcester, on the 3d of September, 1651. This invention secured for Halley his master's degree from Oxford, in 1678, by the king's express command. But La Caille complained that the construction of the figure, from some of the finest stars in Ship, ruined that already incomplete constellation, "and the Oak ceases to flourish after half a century of possession," although Bode sought to restore it, and Burritt incorporated it into his maps, assigning to it twenty-five stars. Halley's 2d‑magnitude α Roborisº was changed to β Argūs, now in Carina.
Reeve's list of Chinese star-titles has only one entry under Robur —
Nan Chuen, the Southern Ship, θ, etc., but doubtful, incorrectly laid down.

http://penelope.uchicago.edu/Thayer/E/Gazetteer/Topics/astronomy/_Texts/secondary/ALLSTA/Robur_Carolinum*.html





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roburhead.gif
http://www.ianridpath.com/startales/robur.htm


LEIA MAIS SOBRE O CARVALHO DE CHARLES
ROBUR CAROLINUM
ACESSANDO







A meu ver, 
o mito sempre é estruturado em uma verdade; 
verdade essa contada a partir da formalização de um mito 
e essa formalização 
não pertence singularmente a um ser somente,
 bem ao contrário,
 faz parte da mente de muitos seres 
que comungam de uma mesma compreensão 
sobre uma mesma verdade 
e que, ao comunicarem entre si sobre estas questões, 
fazem acontecer o mito, 
trazem o mito de seus inconscientes 
para se tornar um mito consciente.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward