terça-feira, 13 de dezembro de 2016

Terceira Super Lua do ano iluminando bem na ponta do Chifre sul do Touro


Olá!

No mês passado, em 14 de novembro,
a Lua nos brindou com uma Super Lua
realmente encantadora, não é verdade?

(Infelizmente, na região onde moro,
sudeste do Brasil,
as chuvas e as nuvens plúmbeas
não nos deixaram curtir
esse belo espetáculo!).

Agora para a noite de hoje, 
13 de dezembro,
Caro Leitor,
nossa linda Lua Cheíssima
encontrará seu momento ápice
(na região onde moro)
por volta das nove horas da noite
e bem visível aos nossos olhos emocionados
- se não chover nesta noite de final de primavera,
é claro.

Esta Lua Cheia é considerada
como a terceira Super Lua do ano de 2016,
embora o momento do Perigeu Lunar
tenha acontecido exatamente um dia antes
- ontem, dia 12 de dezembro -,
e a distância entre Terra e Lua
era de 358.461 quilômetros.

Observe que a grandiosa Super Lua de novembro
aconteceu com distância entre Terra e Lua
de 356.509 quilômetros
e o Perigeu tinha ocorrido apenas cerca de duas horas 
antes do Plenilúnio.
Daí, o título de Super Lua do começo do novo século
que ora vivenciamos,
foi uma realidade inconstestável.

De qualquer forma,
sempre a Lua Cheia nos saudando enquanto Super Lua
é um bom momento de podermos
observar e nos comover com este espetáculo
- bem como de fazermos belas imagens do mesmo -
principalmente quando a Lua estiver ainda próxima ao horizonte leste
(ou seja, bem ao final da tarde, bem ao cair da noite).

A Lua Cheia estará acontecendo
bem na ponta do Chifre sul
da constelação Taurus, o Touro,
e este animal sempre protegendo
as Pleiades, as Irmãs que Choram,
da perseguição implacável
de Orion, o Gigante Caçador!

Nesta Postagem,
Caro Leitor,
encontre alguma informação
sobre este momento de Plenilúnio de dezembro
bem como 
sobre o Mito envolvendo Orion e as Pleiades
e sobre estas, 
as Irmãs que Choram,
informações míticas 
e astronômicas
- mesmo porque as Pleiades
são conhecidas como o famoso
 Objeto Messier 45!


Com um abraço estrelado,

Janine Milward


Stellarium

Stellarium










http://oal.ul.pt/documentos/super-luas-entre-2014-e-2050.pdf



TimeTuesday, December 13, 2016, 23:00 UT
Phase99.8% (14d 10h 42m)
Diameter1994.4 arcseconds
Distance359363 km (28.20 Earth diameters)
J2000 Right Ascension, Declination5h 24m 18s, 18° 19' 56"
Subsolar Longitude, Latitude2.954°, 1.467°
Sub-Earth Longitude, Latitude2.345°, 6.302°
Position Angle356.844°   

Frame 8352
http://svs.gsfc.nasa.gov/4404







Stellarium



  Mario Jaci Monteiro - Cartas Celestes, As Constelações (excerto) - CARJ




De acordo com a mitologia clássica, 
Orion era um caçador que buscava alcançar as Pleiades, 
as belas filhas de Atlas. 

As Pleiades ou Atlântidas 
eram as sete filhas de Atlas e Pleione, 
seis das quais podem ser vistas 
a olho nu 
e uma invisível ou “perdida”. 

Elas eram as companheiras virgens de Diana 
e foram levadas para o céu 
para escaparem do Gigante Orion que as importunava. 


http://www.eso.org/public/archives/images/screen/potw1347a.jpg
http://www.eso.org/public/images/potw1347a/
Credit: ESO/B. Tafreshi (twanight.org)
Babak Tafreshi, one of the ESO Photo Ambassadors, has captured the antennas of the Atacama Large Millimeter/submillimeter Array (ALMA) in an enthralling image combining the beauty of the southern sky with the amazing dimensions of the biggest astronomical project in the world.
Thousands of stars are revealed to the naked eye in the clear skies over the Chajnantor Plateau. Its dry and transparent night sky is one of the reasons ALMA has been built here. Surprisingly bright in the upper left corner of the picture, there is a tightly packed bunch of young stars, the Pleiades Cluster, which was already known to most ancient civilisations. The constellation of Orion (The Hunter) is clearly visible over the closest of the antennas — the hunter’s belt is formed by the three blue stars just to the left of the red light. According to classic mythology, Orion was a hunter who chased the Pleiades, the beautiful daughters of Atlas. When seen through the thin atmosphere over the Atacama, it almost seems that this epic hunt is really happening.
http://www.eso.org/public/images/potw1347a/

(Minha humilde tradução literal para o texto explicativo acima acerca esta belíssima imagem realizada por Babak Tafreshi)
Milhares de estrelas nos são apresentadas a olho nu nos céus  límpidos do Plateau Chajnantor.  O céu noturno seco e transparente é uma das razões pelas quais ALMA foi ali construído.  

Surpreendentemente iluminado no canto esquerdo ao alto da foto encontra-se um aglomerado de estrelas jovens bem compactadas, o Aglomerado das Pleiades (que também era conhecido nas antigas civilizações).  

A constelação de Orion (O Caçador) é claramente visível e bem próximo às antenas - o Cinturão do Caçador sendo formado peles três estrelas azuladas bem à esquerda da luz vermelha.  

De acordo com a mitologia clássica, Orion era um caçador que buscava alcançar as Pleiades, as belas filhas de Atlas.  

Quando visto através a atmosfera delicada do Atacama, nos parece que esse épico de caçada está realmente acontecendo.









http://www.observatorio.ufmg.br/dicas10.htm





Os nomes das Irmãs que Choram e de seus pais  são:
Alcyone, Maia, Electra, Merope, Taygette, Celaeno e Sterope,
com a adição dos pais, Atlas e Pleione.

A Plêiade que se perdeu parece ser Merope, que casou-se com um mortal, Sisyplus, 
e por isso escondeu-se
 por ser a única filha que não foi casada com um deus.  

Outro mito diz que foi Electra quem desapareceu
 em função de sua dor pela destruição de Ilium, 
que foi fundada por seu filho Dardanos.

As Pleiades formam um aglomerado, 
com Alcyone como estrela principal, situado no ombro do Touro.




6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986





De acordo com outro mito, 
as Pleiades foram para o céu por causa de suas tristezas
 com o destino de seu pai, Atlas, 
que carregava o mundo nas costas.



Atlas holding the sky. 7201: Atlante sostiene la volta celeste 2C AD. Collezione Farnese. National Archaeological Museum, Naples.  


Bestand:P1020866Atlas in Burgerzaal.JPG
Atlas, palácio real, Amsterdã



etimologia do nome Atlas é incerta. Virgílio traduzia a etimologia de nomes gregos, combinando-os com adjetivos que os explicava.: para Atlas, o adjetivo é durus ("duro"),[11] o que sugeriu a to George Doig[12] que Virgílio tinha ciência que o termo grego τλῆναι significa "endurecer"; Doig oferece a possibilidade adicional que Virgílio conhecesse a citação de Estrabão de que o nome nativo norte-africano da cordilheira do Atlas era Duris. Uma vez que os montes Atlas estão na região habitada pelos berberes, foi sugerido que o nome tenha sido tomado de uma das línguas berberes, especificamente ádrār "mountanha".[13]
Tradicionalmente, linguistas históricos consideram a etimologia da palavra grega Ἄτλας (genitivoἌτλαντος) como a junção de α- e a raiz proto-indo-europeia *telh₂-("suportar") (também τλῆναι), e que formatado como um nt-stem [14]. Porém Robert Beekes argumenta que não pode esperar-se que esse antigo titã carregue um nome indo-europeu, e que a palavra é de origem pré-grega, e que tais palavras frequentemente terminam em -ant.[14]

O Castigo

Juntando-se a outros titãs, forças do caos e da desordem, pretendiam alcançar o poder supremo e atacaram o Olimpo, combatendo ferozmente Zeus e seus aliados, que eram as energias do espírito, da ordem e do Cosmos. Zeus trinfou e castigou seus inimigos - que eram escravos da matéria e dos sentidos, inimigos da espiritualização, lançando-os ao Tártaro.
Porém para Atlas deu-lhe o castigo de sustentar para sempre nos ombros, o céu. Seu nome passou a significar "portador" ou "sofredor". Assim punido, passou a morar no país das Hespérides, as três ninfas do Poente: Eagle, Eritia, Hesperatetusa.
Nas terras das Hespérides, Ninfas do Poente, estavam plantadas as maçãs de ouro, que tinham sido o presente de casamento, oferecido pela Terra, nas bodas de Zeus e Hera. A deusa as plantara no jardim dos deuses e, para proteger a árvore e os frutos, deixara sob aguarda de um dragão de cem cabeças e das três ninfas do Poente.
Hércules em seus 12 trabalhos fora incumbido de trazer as maçãs de ouro, porém soube que somente Atlas conseguiria colhê-las. Hércules se propôs a segurar o céu enquanto Atlas colhia as maçãs e ele esperava entregar pessoalmente a Eristeu. Porém, Hércules o enganou, pedindo-lhe para voltar a segurar o céu enquanto ele guardava as maçãs, e fugiu. Por esse motivo, foram construídos os pilares de Hércules e Atlas foi libertado do seu fardo. 
Atlas passou a ser o guardião dos Pilares de Hércules, sobre os quais os céus foram colocados, e que também eram a passagem para o lar oceânico de Atlântida - o Estreito de Gibraltar, e por isso toda a cordilheira do norte da África, recebeu o nome de Cordilheira de Atlas. Tornou-se o primeiro rei de Atlântida, e por ser o Senhor das águas distantes, além do Mar Mediterrâneo, seu nome nomeou o oceano Atlântico.
Casou-se com Pleione, tendo sete filhas, as Pleiades: Alcyone, MaiaElectra, Merope, Taigete, Celeno e Sterope. Por conhecer o caminho das terras distantes, na cartografia, passou a representar a coleção de mapas da Terra. E por ter sustentado o céu, deu-se o nome de Atlas à primeira vértebra da coluna cervical - uma referência onde suportava o gigantesco peso a que fora condenado a suportar. 
O mito de Atlas representa o peso das dificuldades cotidianas que pesam sobre nossos ombros e, embora possamos considerar que sejam pesados demais, o que está sobre Atlas, a primeira vértebra da coluna cervical, é apenas a nossa cabeça, que guarda a nossa mente.
O mito está relacionado ao excesso de incumbências, obrigações, tarefas que aceitamos e não obedecemos a um limite, e nem resguardamos um espaço para atividades relaxantes. Cremos que podemos carregar o mundo nas costas, o que pode causar danos físicos e psicológicos. O complexo de Atlas é uma das doenças relacionadas ao stress da vida moderna.







F. E. Fillebrown engraving of The Dance of the Pleiades by Elihu Vedder


As Plêiades ou Atlântidas eram as encantadoras filhas de Pleione e Atlas, que tinha recebido o castigo imposto por Zeus, de carregar os céus sobre os ombros, por ter se confrontado com Zeus pela supremacia do Olimpo. As Plêiades eram sete irmãs: Maia, Electra, Taígete, Steropo, Mérope, Celeno e Alcíone. De acordo com a lenda, as moças foram raptadas pelo rei Busíris do Egito. Hércules libertou-as, mas a seguir foram perseguidas por Orion que estava fascinado pela beleza das Plêiades.

Órion, era um gigante, filho de Posêidon, e tinha paixão por caçar. Eles se apaixonou por Mérope, uma das Pleiades, que tinha voto de castidade imposto por seu pai. Para escapar da implacável perseguição de Orion, o maior caçador de todos os tempos, as moças foram transformadas numa constelação, composta de sete estrelas, para escaparem do seu pretendente assustador. Atlas apreciava as filhas brilhando no céu enquanto cumpria seu castigo.

http://eventosmitologiagrega.blogspot.com.br/2010/10/pleiades.html






História

As Plêiades estão entre os objetos do céu profundo conhecidos desde os tempos mais remotos por culturas de todo mundo, incluindo os Maoris (que as chamavam de Matakiri), os Aborígenes australianos, os Persas (que as chamavam Parveen/parvin e Sorayya), os Chineses, os Maias (que chamavam-nas de Tzab-ek), os Astecas (Tianquiztli) e os Sioux da América do Norte. Os catálogos de estrelas babilônicos chamavam-nas de MUL.MUL, ou "estrela de estrelas", e elas encabeçavam a lista de estrelas da eclíptica, refletindo o fato de que elas estavam próximas do ponto do equinócio vernal em torno do século 23 AEC. Seis de suas estrelas são visíveis a olho nu em um céu noturno razoável, número que sobe para nove em boas condições, e para 12 em um céu com excelentes condições de visualização. Michael Maestlin desenhou 11 estrelas em sua carta estelar em 1579 e Johannes Kepler chega a mencionar que outros observadores do céu chegaram a contar 14 estrelas.[6]
Observações modernas contaram quase 500 estrelas pertencentes ao aglomerado aberto, espalhadas em uma área com dois graus de extensão na esfera celeste, correspondente a quatro vezes o diâmetro da Lua Cheia. Sua densidade estelar é muito baixa comparada a outros aglomerados abertos, razão pela qual os astrônomos afirmem que sua expectativa de vida é baixa.[6]
As primeiras referências às Plêiades são encontradas nos livros Ilíada, escrito por volta de 750 a.C., e Odisseia, escrito por volta de 720 a.C., ambos de Homero, além dos escritos de Hesíodo. Estavam conectadas ao calendário agrícola dos gregos antigos à epoca. Na Bíblia, consta três referências ao objeto (chamado de "Kiymah"), em  9:7-9, Jó 38:31-33 e Amós 5:8. Amós foi escrito à mesma época que Ilíada, mas não há certeza sobre a data da escrita de  (especulada entre os séculos III e V a.C., em torno do ano 1000 a.C. durante as regências dos reis Davi e Salomão, ou mesmo nos séculos XIII a XVI a.C., escrita por Moisés).[6]
De acordo com a mitologia grega, o aglomerado recebeu o nome de "Sete Irmãs", representando sete filhas e seus pais. Em língua japonesa, seu nome é "Subaru", inspiração para a indústria de automóveis de mesmo nome. O nome persa é "Soraya", nome feminino comum em vários países. Os gregos Eudoxo de Cnido (entre 403 e 350 a.C.) e Arato (cerca de 270 a.C.) listou as Plêiades em uma constelação própria, "Os Aglomeradores".[6]
Segundo Robert Burnham Jr., o nome "Plêiades" (do grego pleiádos, através do latim pleiades)[8] pode ser derivado da palavra grega antiga para "navegar" ou de pleios("cheio, muitos"). Entretanto, há outros autores que afirmam que o nome é derivado da mãe das sete filhas, Pleione, que dá nome a uma das estrelas mais brilhantes do aglomerado. De acordo com a mitologia grega, as estrelas mais brilhantes do aglomerado receberam o nome das "sete filhas" de Atlas e Pleione: AlcíoneAsteropeElectraMaiaMéropeTaigete e Celeno.[6]
John Michell, em 1767, usou as plêiades para calcular a probabilidade de encontrar um grupo estelar semelhante em qualquer local do céu por alinhamento de chances. Concluiu que a chance era 1 de 496 000. Portanto, e por causa de haver outros mais aglomerados semelhantes, ele concluiu corretamente que os aglomerados deveriam ser grupos estelares fisicamente ligados.[9] O astrônomo francês Charles Messier incluiu as Plêiades como seu objeto número 45 na primeira versão do seu catálogo, em 1771. No catálogo de Messier, grandes e conhecidos objetos do céu profundo não foram incluídos, com as exceções da nebulosa de Órion, do aglomerado da Manjedoura e das Plêiades. Aparentemente, Messier decidiu fechar sua primeira edição do catálogo com 45 objetos, que seria o mais completo catálogo desse tipo na época, superando em três objetos o catálogo de Nicholas-Louis de Lacaille, publicado à mesma época.[6]
Johann Heinrich von Mädler, em 1846, concluiu que as estrelas do aglomerado não tinham movimento mensurável uma em relação a outra, afirmando categoricamente que as estrelas pertenciam a um sistema estelar maior, com a estrela Alcíone em seu centro. Entretanto, essa afirmação foi rejeitada por outros astrônomo, em particular por Friedrich Georg Wilhelm Struve.[6]
https://pt.wikipedia.org/wiki/Pl%C3%AAiades




https://pt.wikipedia.org/wiki/Pl%C3%AAiades#/media/File:Pleiades_large.jpg

The Pleiades, an open cluster consisting of approximately 3,000 stars at a distance of 400 light-years (120 parsecs) from Earth in the constellation of Taurus. It is also known as "The Seven Sisters", or the astronomical designations NGC 1432/35 and M45.






apod.nasa.gov
Astronomy Picture of the Day
M45: The Pleiades Star Cluster 
Credit & Copyright: Roberto Colombari
http://apod.nasa.gov/apod/ap130918.html
Explanation: Have you ever seen the Pleiades star cluster? Even if you have, you probably have never seen it as dusty as this. Perhaps the most famous star cluster on the sky, the bright stars of the Pleiades can be seen without binoculars from even the depths of a light-polluted city. With a long exposure from a dark location, though, the dust cloud surrounding the Pleiades star cluster becomes very evident. The above exposure took about 20 minutes and covers a sky area several times the size of the full moon. Also known as the Seven Sisters and M45the Pleiades lies about 400 light years away toward the constellation of the Bull (Taurus). A common legend with a modern twist is that one of the brighter stars faded since the cluster was named, leaving only six stars visible to the unaided eye. The actual number of Pleiades stars visible, however, may be more or less than seven, depending on the darkness of the surrounding sky and the clarity of the observer's eyesight.

IMPERDÍVEL! Belíssimas imagens!
acesse
APOD Retrospective: The Pleiades Star Cluster 




As Plêiades (Messier 45) são um grupo de estrelas na constelação do Touro. As Plêiades, também chamadas de aglomerado estelar (ou aglomerado abertoM45 são facilmente visíveis a olho nu nos dois hemisférios e consistem de várias estrelas brilhantes e quentes, de espectro predominantemente azul. As Plêiades tem váriossignificados em diferentes culturas e tradições.
O cluster é dominado por estrelas azuis quentes, que se formaram nos últimos 100 milhões de anos. Há uma nebulosa de reflexão formada por poeira em torno das estrelas mais brilhantes que acreditava-se a princípio ter sido formado pelos restos da formação do cluster (por isto receberam o nome alternativo de Nebulosa Maia, da estrelaMaia), mas hoje sabe-se que se trata de uma nuvem de poeira não relacionada ao aglomerado, no meio interestelar que as estrelas estão atravessando atualmente. Os astrônomos estimam que o cluster irá sobreviver por mais 250 milhões de anos, depois dos quais será dispersado devido a interações gravitacionais com a vizinhança galática.
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Visualização

É um excelente objeto para a visualização, desde os mais simples binóculos até os maiores telescópios, mostrando mais de 100 estrelas em um diâmetro aparente de cerca de 72 minuto de arco. Contém inúmeras estrelas duplas ou múltiplas. A nebulosa de Mérope, em torno da estrela Mérope, pode ser vista com telescópios amadores de 4 polegadas de abertura em um céu noturno de excelente qualidade.

LEIA MAIS
em
http://pt.wikipedia.org/wiki/Pl%C3%AAiades



Estrelas mais brilhantes


As nove estrelas mais brilhantes nas Plêiades têm os nomes das Sete Irmãs da mitologia gregaAsteropeMéropeElectraCelenoTaigeteMaia e Dríope, junto com seus pais, Atlas e Pleione. Como filhas de Atlas, as híades eram irmãs das Plêiades. O nome do aglomerado é em si de origem grega, apesar de a etimologia não estar clara. Algumas derivações incluem: de πλεîν plein, navegar, fazendo das Plêiades "as navegantes"; de pleos, cheio ou muitos; ou então de peleiades, bando de pombas. A seguinte tabela dá detalhes das estrelas mais brilhantes no aglomerado:

EstrelaDesignaçãolongitude em 2000classe espectral
Electra17 Tauri29TAU25B5
Celaeno16 Tauri29TAU26B7
Taygeta19 Tauri29TAU34B7
Maia20 Tauri29TAU41B9
Merope23 Tauri29TAU42B5
Asterope21 Tauri29TAU44B9
AlcyoneEta (25) Tauri00GEM00B7
Pais das Plêiades
Atlas27 Tauri00GEM21B9
Pleione28 (BU) Tauri00GEM23B8


https://pt.wikipedia.org/wiki/Pl%C3%AAiades





By Rawastrodata - With my telescope.Previously published: http://rawastrodata.com/dso.php?type=openclusters&id=m45, CC BY-SA 3.0, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=24971239





Messier 45

Open Cluster M45 , type 'c', in Taurus

Pleiades


[m45.jpg]
Right Ascension03 : 47.0 (h:m)
Declination+24 : 07 (deg:m)
Distance0.44 (kly)
Visual Brightness1.6 (mag) 
Apparent Dimension110.0 (arc min)



Known pre-historically. Mentioned by Homer about 750 B.C., by biblical Amos about 750 B.C., and by Hesiod about 700 B.C.

The Pleiades, also known as Messier 45 (M45), are among those objects which are known since the earliest times. At least 6 member stars are visible to the naked eye, while under moderate conditions this number increases to 9, and under clear dark skies jumps up to more than a dozen (Vehrenberg, in his Atlas of Deep Sky Splendors, mentions that in 1579, well before the invention of the telescope, astronomer Moestlin has correctly drawn 11 Pleiades stars, while Kepler quotes observations of up to 14).
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According to Kenneth Glyn Jones, the earliest known references to this cluster are mentionings by Homer in his Ilias (about 750 B.C.) and his Odyssey (about 720 B.C.), and by Hesiod, about 700 B.C.. According to Burnham, they were seen in connection to the agricultural seasons of that time. Also, and the Bible has three references to the Pleiades (the Hebrew "Kiymah"): Job 9:7-9, Job 38:31-33, and Amos 5:8; the prophet Amos is believed to have given his message in 750 B.C. or 749 B.C., while there is no consent on the dating of the book of Job: Some believe it was written about 1,000 B.C. (the regency of Kings David and Solomon in old Israel) or earlier (Moses, about 13th to 16th century B.C.), others give reasons that it may have been created as late as the 3rd to 5th century B.C.. The present author [hf] does not know if the cluster is mentioned in one of the earlier Assyrian or Sumerian sources.

The Pleiades also carry the name "Seven Sisters"; according to Greek mythology, seven daughters and their parents. Their Japanese name is "Subaru", which was taken to christen the car of same name. The Persian name is "Soraya", after which the former Iranian empress was named. Old European (e.g., English and German) names indicate they were once compared to a "Hen with Chicks". Other cultures tell more and other lore of this naked-eye star cluster. Ancient Greek astronomers Eudoxus of Knidos (c. 403-350 BC) and Aratos of Phainomena (c. 270 BC) listed them as an own constellation: The Clusterers. This is also referred to by Admiral Smyth in his Bedford Catalog.

Burnham points out that the name "Pleiades" may be derived from either the Greek word for "to sail", or the word "pleios" meaning "full" or "many". The present author prefers the view that the name may be derived from the mythological mother, Pleione, which is also the name of one of the brighter stars.
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On March 4, 1769, Charles Messier included the Pleiades as No. 45 in his first list of nebulae and star clusters, published 1771
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The Pleiades nebulae are blue-colored, which indicates that they are reflection nebulae, reflecting the light of the bright stars situated near (or within) them.
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The cluster is a great object in binoculars and rich-field telescopes, showing more than 100 stars in a field about 1 1/5 degrees in diameter. In telescopes, it is frequently even too large to be seen in one lowest magnification field of view.
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As the Pleiades are situated close to the ecliptic (4 degrees off), occultations of the cluster by the Moon occur quite frequently: .........................Also, planets come close to the Pleiades cluster (Venus, Mars, and Mercury even occasionally pass through) to give a conspicuous spectacle.

As mentioned in the description for the Orion Nebula M42, it is a bit unusual that Messier added the Pleiades (together with the Orion Nebula M42/M43 and the Praesepe cluster M44) to his catalog, and will perhaps stay subject to speculation.
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http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/4/4e/Pleiades_large.jpg
Origemhttp://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2004/20/image/a/
AutorNASA, ESA, AURA/Caltech, Palomar Observatory
The science team consists of: D. Soderblom and E. Nelan (STScI), F. Benedict and B. Arthur (U. Texas), and B. Jones (Lick Obs.)