sexta-feira, 16 de dezembro de 2016

O Fantástico Cavalo Alado voando nos céus estrelados mais ao norte: Pegasus


Olá!

Se você estiver sob um céu mais escuro e transparente

em um lugar mais distanciado das luzes poluentes urbanas,
poderá identificar o Grande Quadrado 
de estrelas que formam 
o corpanzil do Cavalo Alado Pegasus
ao mesmo tempo 
em que uma dessas estrelas 
- Alpheratz -
também atua enquanto estrela-alpha Andromedae!

Aliás,
se você tiver em mãos
um simpático par de binóculos,
tente encontrar
próximo a Alpheratz
a belíssima M31,
ou seja,
a Galáxia Andrômeda,
nossa querida irmã...
(com quem possivelmente
nos fusionaremos
mais dia menos dia,
algum dia
em futuro tão distante
que nem dá para pensarmos
sobre isso
agora).

Nesta Postagem, Caro Leitor,
encontre alguma informação
sobre a interessante constelação Pegasus,
o Cavalo Alado,
sobre algumas de suas estrelas,
sobre Alpheratz fazendo parte
tanto de Pegasus quanto de Andromeda;
sobre o Ponto Vernal
que situa-se nos Peixes
que nadam nos mares
sobrevoados por Pégaso;
sobre algumas galáxias
e aglomerados
(inclusive o famoso 
Quinteto/Quarteto de Stephan);
sobre M15,
o único Objeto Messier
nesta simpática constelação
e que situa-se bem na pontinha
do nariz do Cavalo Alado,
marcado pela estrela Enif,
estrela-epsilon Pegasi,
a estrela mais brilhante
desse asterismo voador.

Ah, bem ao final,
Caro Leitor,
encontre os textos
sempre profícuos em informações
sobre a constelação Pegasus
e suas estrelas
advindos das transcrições 
da mente incrível
de Richard H. Allen
em seu livro
Star Names,
Their Lore and Meaning.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward



http://www.stellarium.org/pt/


Stellarium



O MITO DE ANDROMEDA, 
A PRINCESA ACORRENTADA,
E PERSEUS, 
O HERÓI.


Andrômeda era a filha de Cefeus,  rei da Etiópia, e de Cassiopeia. 

 Por causa dos boatos espalhados por Cassiopéia 
de que a beleza de Andrômeda superava a das Nereidas,
 Netuno enviou um mostro marinho, Cetus, a Baleia, para devastar aquele país. 

 Porém, Netuno fez a promessa de libertar o país dessa devastação
 caso Andromeda fosse oferecida em sacrifício, 
sendo acorrentada a uma rocha, para ser devorada pelo monstro marinho.  

No entanto, Perseus soube desse caso
 e salvou Andrômeda de seu tormento 
matando o monstro
 e o transformando em pedra ao lhe mostrar a cara da Medusa. 

Ambos, Perseus e Andrômeda, alçaram vôo alto, 
montados sobre Pegasus, o cavalo alado,
 e se dirigiram para o altar onde se casaram.







Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes



Pegasus, 
O CAVALO ALADO


Algumas Informações Interessantes acerca esta Constelação:
Pegasus é uma constelação muito fácil de ser reconhecida por apresentar um proeminente quadrado formado por três membros Alpha Pegasi, Markab, Beta Pegasi, Scheat e Gamma Pegasi, Algenib, e ainda acolhendo a estrela Alpha Andromedae, Alpheratz. 
Este Asterismo é chamado de O Quadrado de Pegasus:


Imagem extraída do Facebook e sem créditos, infelizmente




Stellarium



PEGASUS, O CAVALO ALADO

Posicionamento:
Ascensão Reta 21h5m / 0h13m   Declinação +2o.2 / +36o.3

Mito:
Dizem que Pegasus nasceu a partir do sangue da Medusa quando Perseus cortou fora sua cabeça.  Mais tarde, o cavalo foi domado e cavalgado por Bellerofonte que se cansou das questões pertinentes à Terra e tentou voar em direção aos céus porém caiu.  Pegasus, no entanto, continuou sua cavalgada, entrando no céu e tomando seu lugar entre as estrelas.

Algumas Informações Interessantes acerca esta Constelação:
Pegasus é uma constelação muito fácil de ser reconhecida por apresentar um proeminente quadrado formado por três membros Alpha Pegasi, Markab, Beta Pegasi, Scheat e Gamma Pegasi, Algenib, e ainda acolhendo a estrela Alpha Andromedae, Alpheratz.

Fronteiras:
A constelação de Pegasus faz fronteira com Andrômeda, Lacerta, Cygnus, Vulpecula, Delphinus, Equuleus, Aquário e Peixes



Algumas Estrelas e alguns objetos interessantes, em Pégaso:

Existe um Asterismo chamado de O Quadrado de Pegaso 
e composto pelas estrelas Alpha, Beta e Gamma Pegasi e ainda Alpha Andromedae.

Markab.  Alpha Pegasi. 
Ascensão Reta 23h 03,8m - Declinação +15o 05’
Magnitude visual 2,57 - Distância 109 anos-luz
Uma estrela branca situada na asa de Pegaso.  De Marka, Navio ou Veículo ou também Retornando de Longe.  Em outra versão, a Sela, vocábulo árabe para designar o dorso de Pegaso.

Scheat. Beta Pegasi.  Estrela Variável.
Uma estrela de amarelo profundo e irregularmente variável (de 2,1 a 3,0) e distante 210 anos-luz, situada na perna esquerda de Pegaso.   O Peito, nome árabe.
Esta é uma das quatro estrelas que compõem o Grande Quadrado do Cavalo Alado (as outras são Alpheratz (ou Sirrah) que Pegasus compartilha com Andrômeda (sua Alpha), a estrela-alpha Pegasi, Markab e a estrela-gamma, Algenib.

Algenib. Gamma Pegasi.
Magnitude 2.84
Uma estrela branca situada na ponta da Asa de Pegaso.  De Al Janah, a Asa, ou Al Jamb, o Lado.  Significa Aquele que Carrega. A Asa do Cavalo Alado.

Alpheratz
 Uma estrela situada entre Andrômeda e Pegasus - Alpha Andromedae
Ascensão Reta 00h07,3 - Declinação +28’58
Magnitude visual 2,15 - Distância 90 anos-luz
A cabeça de Andrômeda e parte do Cavalo Alado, Andrômeda.  É uma estrela colocada na constelação de Andrômeda mas que  possui seu grande simbolismo em relação ao conceito de Andrômeda. 

Enif - Epsilon Pegasi
Ascensão Reta 21h 43,2m - Declinação +09o 47’
Magnitude visual 2,54 - Distância 780 anos-luz
O Nariz do Cavalo Alado

Sad - Lambda Pegasi
A Boa Sorte, da expressão árabe Sad al Bari.

Salm - Tau Pegasi
Bolsa de Couro, do árabe Salma.

Matar - Eta Pegasi
Magnitude 2.95
Chuva, designação proveniente da expressão árabe Al Sad al Matar, que significa A Chuva de Sorte.

Baham -Theta Pegasi
Bestas, nome usado por Al Sufi que provém da expressão árabe As’d Al Bahaim, ou seja, as boas sortes de duas bestas.

Homam - Zeta Pegasi


A Sorte do Herói, nome árabe que faz alusão ao herói mitológico.  Perseu, que voou no Cavalo Alado conduzindo a cabeça da medusa após vencer o monstro.


- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



Alpha Pegasi (Markab), Beta Pegasi (Beta-Scheat), e Gamma Pegasi (Gama-Algenil), em conjunto com Alpha Andromedae (Alpheratz, Sirrah ou alfa-Andrómeda-Sirrah) formam o grande asterismo conhecido como Quadrado do Pégaso. A estrela 51 Pegasi é notável por ser a primeira estrela parecida com o Sol a ter um planeta extrassolar conhecido.





 A ESTRELA COMPARTILHADA 
PELAS CONSTELAÇÕES
PEGASUS E ANDROMEDA:
ALPHERATZ




http://www.stellarium.org/pt/




A Constelação de Pegasus, o Cavalo Alado

Dizem que Pegasus nasceu a partir do sangue da Medusa quando Perseus cortou fora sua cabeça. Foi também cavalgando o Cavalo Alado Pegasus que Perseus pôde salvar Andromeda de sua morte pelo monstro marinho, Cetus, nos mares dos Peixes.
 Mais tarde, o cavalo foi domado e cavalgado por Bellerofonte que se cansou das questões pertinentes à Terra e tentou voar em direção aos céus porém caiu.  Pegasus, no entanto, continuou sua cavalgada, entrando no céu e tomando seu lugar entre as estrelas.

http://www.raremaps.com/gallery/detail/35069/Pagase_Le_Petit_Cheval_Le_Dauphin_Pegasus_Pisces_and_Equuleus/Flamsteed-Fortin.html
Map Maker: John Flamsteed /  MJ Fortin
Detailed star chart of Pegasus, Pisces and Equuleus, from Fortin's Atlas Celeste de Flamsteed . . , published in Paris.   
John Flamsteed was the first Astronomer Royal at the London Observatory, winning out over Edmund Halley and Isaac Newton




Alpheratz
 Uma estrela situada entre Andrômeda e Pegasus - Alpha Andromedae
Ascensão Reta 00h07,3 - Declinação +28’58
Magnitude visual 2,15 - Distância 90 anos-luz
A cabeça de Andrômeda e parte do Cavalo Alado, Pegasus. 
 É uma estrela colocada na constelação de Andrômeda
 mas que  possui seu grande simbolismo em relação ao conceito de Andrômeda. 


- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




δ Pegasi
Delta Pegasi is rarely called ‘delta’ since it also goes by the name of alpha Andromedae (Sirrah or Alpheratz).
The star forms the northeastern corner of The Great Square of Pegasus: binoculars.
In the same region is the notable binary 85 Pegasi, (BU 733), a multiple system:
      AB (yellow-orange and orange-reddish): 5.8, 8.9; 273º, 0.8" with an orbit of 26.27 years.
      AC (orange): 5.8, 9.9; 326º, 173.8".
http://www.dibonsmith.com/peg_d.htm

© 1998-2014 by Richard Dibon-Smith.






THE GREAT SQUARE OF PEGASUS – ASTERISM
The Great Square of Pegasus represents the main body of Pegasus. It is a prominent asterism made up of three bright stars in Pegasus and Alpha Andromedae, which in ancient times was considered to belong to both Pegasus and Andromedaconstellations and marked both the navel of the horse and the top of Andromeda’s head. In the 17th century, Johann Bayer gave the star a dual designation, Alpha Andromedae and Delta Pegasi. The name Delta Pegasi has long been retired and the star is now known only as Alpha Andromedae, or by its proper name, Alpheratz.
The other stars that form the Great Square of Pegasus are Markab (Alpha Pegasi), Scheat (Beta Pegasi), and Algenib (Gamma Pegasi).
http://www.constellation-guide.com/constellation-list/pegasus-constellation/






O Mito de Andromeda


Andrômeda era a filha de Cefeus,  rei da Etiópia, e de Cassiopeia.  Por causa dos boatos espalhados por Cassiopéia de que a beleza de Andrômeda superava a das Nereidas, Netuno enviou um mostro marinho, Cetus, a Baleia, para devastar aquele país.  Porém, Netuno fez a promessa de libertar o país dessa devastação caso Andromeda fosse oferecida em sacrifício, sendo acorrentada a uma rocha, para ser devorada pelo monstro marinho.  No entanto, Perseus soube desse caso e salvou Andrômeda de seu tormento matando o monstro e o transformando em pedra ao lhe mostrar a cara da Medusa.  Ambos, Perseus e Andrômeda, alçaram vôo alto, sobre Pegasus, o cavalo alado, e se dirigiram para o altar onde se casaram.


http://www.raremaps.com/gallery/detail/36137/Andromede_Persee_Le_Triangle_Andromeda_Perseus_and_Triangle/Flamsteed-Fortin.html
Title: Andromede, Persee, Le Triangle (Andromeda, Perseus & Triangle)
Map Maker: John Flamsteed /  MJ Fortin


Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes




Andromeda,
A PRINCESA ACORRENTADA


História:
Esta é uma das mais antigas constelações nomeadas e que faziam parte do Catalogo de Ptolomeu no Século Segundo depois de Cristo. ( Século 2 DC).


Alpheratz ou Sirrah.  Alpha Andromedae.
Ascensão Reta 00h07,3 - Declinação +28’58
Magnitude visual 2,15 - Distância 90 anos-luz
Uma estrela dupla, branca avermelhada, no cabelo de Andromeda. 
 De Al Surrat al Farás, falando sobre a parte do cavalo
 - por ter sido pertencente a Pegasus, anteriormente.  
Esta estrela também é conhecida por Sirrah.


- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



http://en.wikipedia.org/wiki/Alpha_Andromedae#mediaviewer/File:Alpheratz.gif



Alpha Andromedae, também chamada AlpheratzSirah ou Delta Pegasi, é a estrela mais brilhante da constelação de Andrômeda. Está situada no extremo nordeste da constelação de Pegasus e como tal também pode ser designada por Delta Pegasi (δ Peg), apesar de este nome não ser mais utilizado. Está localizada a 97 anos-luz da Terra.
É uma estrela binária de magnitude 2,2, de classe B (azul-branco). É composta por duas estrelas que orbitam próximas e que só se conseguem distinguir através de análise espectroscópica cuidada. A maior das duas tem um tamanho dez vezes superior. O período orbital tem 96,7 dias. A classe espectral é B8 e o par é 200 vezes mais luminoso que o Sol, com uma temperatura à superfície de 13000 Kelvin
A estrela maior possui uma grande abundância de vários elementos, tais como mercúriogáliomanganês e európio, na sua atmosfera. Por outro lado, outros elementos têm concentrações muito baixas. Estas anomalias podem ser o resultado da pressão gravitacional da estrela.
A estrela é classificada como do tipo variável Alpha2 Canum Venaticorum e a sua magnitude varia de +2,02 até +2.06, com um período de 23,19 horas.



Etymology and cultural significance

The names Alpheratz and Sirrah both derive from the Arabic name, سرة الفرس surrat al-faras "the navel of the mare". (سرة alone is surrah.) The word horsereflects the star's historical placement in Pegasus.[24] Another term for this star used by medieval astronomers writing in Arabic was راس المراة المسلسلة rās al-mar'a al-musalsala "the head of the woman in chains",[24] the chained woman here being Andromeda. Other Arabic names include al-kaff al-khaḍīb and kaff al-naṣīr.[25]
In the Hindu lunar zodiac, this star, together with the other stars in the Great Square of Pegasus (αβ, and γ Pegasi), makes up the nakshatras of Pūrva Bhādrapadā and Uttara Bhādrapadā.[24]
In Chinese壁宿 (Bì Sù), meaning wall, refers to an asterism consisting of α Andromedae and γ Pegasi.[26] Consequently, α Andromedae itself is known as 壁宿二 (Bì Sù èr, English: the second star of the wall.)[27]
It is also known as one of the "Three Guides" that mark the prime meridian of the heavens, the other two being Beta Cassiopeiae and Gamma Pegasi. It was believed to bless those born under its influence with honour and riches.[28]

Observation


Andromeda constellation. α Andromedae, labeled Sirrah, is at the lower right of the constellation, bordering Pegasus.
The location of α Andromedae in the sky is shown on the left. It can be seen by the naked eye and is theoretically visible at all latitudes north of 60° S. During evening from August to October, it will be high in the sky as seen from the northern midlatitudes.[29]


Optical companion


The binary system described above has an optical visual companion, discovered by William Herschel on July 21, 1781.[7][31][32] Designated as ADS 94 B in the Aitken Double Star Catalogue, it is a G-type star with an apparent visual magnitude of approximately 10.8.[30] Although by coincidence it appears near to the other two stars in the sky, it is not close to them in space.[31
]






 Asterismo nomeado de Circlet, Pequeno Círculo

http://www.stellarium.org/pt/

Excerto da constelação dos Peixes - Mario Jaci Monteiro, Cartas Celestes, As Constelações

 Asterismo nomeado de Circlet, Pequeno Círculo
composto pelas estrelas Gamma, Beta, Teta, Iota, 19, Lambda e Kappa Piscium

Este Pequeno Círculo - um dos dois Peixes - marca a proximidade do Ponto Vernal, o cruzamento entre as Linhas do Equador celestial e da Eclíptica. Em lugares de céus escuros e transparentes, podemos sempre bem visualizar este Pequeno Círculo, realmente.



Mario Jaci Monteiro , As Constelações, Cartas Celestes    


O Ponto Vernal acontece na constelação dos Peixes 
exatamente sob o Grande Quadrado do Cavalo Pegasus 
e próximo à estrela, Alpheratz, Alpha Andromedae 

- estrela que vivencia a fronteira entre a constelação do Cavalo Alado 
(fazendo parte, inclusive, do asterismo do Grande Quadrado
 composto ainda pelas estrelas Alpha, Beta e Gamma Pegasi) 
e a constelação de Andromeda
 (a famosa galáxia Andromeda, M31, 
pode ser observada inserida nesta constelação). 

Leia mais sobre o Ponto Vernal
acessando
http://oceudomes.blogspot.com.br/2014/07/lua-no-ponto-vernal.html




ALGUMAS GALÁXIAS
E AGLOMERADOS
EM PEGASUS


http://www.iau.org/static/public/constellations/gif/PEG.gif



NGC 7479 - Galáxia Espiral Barrada
Um objeto bem pálido, de magnitude 11.8, situado um pouco ao sul da Estrela Alpha Pegasi, Markab.

NGC 7814 - Galáxia
Galáxia observada exatamente em sua extremidade e apresentando uma proeminente banda de poeira escura interestelar ao longo do plano equatorial ndrômeda.  Magnitude 12.0.  situa-se bem próxima à estrela Gamma Pegasi, Algenib.

M 15 - NGC  7078 - Pegasus - Aglomerado Estelar Globular
Ascensão Reta 21h29m       Declinação +23o.05
Magnitude visual integral    6,3     Tipo AG


NGC 7078 - M 15 - Aglomerado Globular Pegasus
Ascensão Reta 21h29m       Declinação +12o.05
Magnitude fotográfica global  7,0      Diâmetro aparente 9’,4         Tipo Espectral F2
Magnitude média das 25 mais brilhantes estrelas (excluindo as 5 mais brilhantes) 14,44
Número conhecido de Variáveis  103        Distância kpc   10,5
Velocidade Radial (km/s)   - 107


NGC 7078 = M15 Aglomerado Globular

Próximo à estrela Enif, Epsilon Pegasi, encontra-se este brilhante aglomerado globular, com magnitude 6.5.

NGC 7331 - Galáxia Espiral
 Esta é uma galáxia que possui dimensões e estrutura bem similares às de nossa Galáxia e distante cerca de 50 milhões de anos-luz.  Situa-se mais ao norte da Eta Pegasi, Matar, e bem próxima à NGC 7320, o Quinteto de Stephan.


6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986





Por NASA, ESA, and the Hubble SM4 ERO Team - http://www.hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2009/25/image/x/ (direct link), Domínio público, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=7775623

Galactic Wreckage in Stephan's Quintet A clash among members of a famous galaxy quintet reveals an assortment of stars across a wide color range, from young, blue stars to aging, red stars. This portrait of Stephan's Quintet, also known as Hickson Compact Group 92, was taken by the new Wide Field Camera 3 (WFC3) aboard NASA's Hubble Space Telescope. Stephan's Quintet, as the name implies, is a group of five galaxies. The name, however, is a bit of a misnomer. Studies have shown that group member NGC 7320, at upper left, is actually a foreground galaxy about seven times closer to Earth than the rest of the group. Three of the galaxies have distorted shapes, elongated spiral arms, and long, gaseous tidal tails containing myriad star clusters, proof of their close encounters. These interactions have sparked a frenzy of star birth in the central pair of galaxies. This drama is being played out against a rich backdrop of faraway galaxies. The image, taken in visible and near-infrared light, showcases WFC3's broad wavelength range. The colors trace the ages of the stellar populations, showing that star birth occurred at different epochs, stretching over hundreds of millions of years. The camera's infrared vision also peers through curtains of dust to see groupings of stars that cannot be seen in visible light. NGC 7319, at top right, is a barred spiral with distinct spiral arms that follow nearly 180 degrees back to the bar. The blue specks in the spiral arm at the top of NGC 7319 and the red dots just above and to the right of the core are clusters of many thousands of stars. Most of the quintet is too far away even for Hubble to resolve individual stars. Continuing clockwise, the next galaxy appears to have two cores, but it is actually two galaxies, NGC 7318A and NGC 7318B. Encircling the galaxies are young, bright blue star clusters and pinkish clouds of glowing hydrogen where infant stars are being born. These stars are less than 10 million years old and have not yet blown away their natal cloud. Far away from the galaxies, at right, is a patch of intergalactic space where many star clusters are forming. NGC 7317, at bottom left, is a normal-looking elliptical galaxy that is less affected by the interactions. Sharply contrasting with these galaxies is the dwarf galaxy NGC 7320 at upper left. Bursts of star formation are occurring in the galaxy's disk, as seen by the blue and pink dots. In this galaxy, Hubble can resolve individual stars, evidence that NGC 7320 is closer to Earth. NGC 7320 is 40 million light-years from Earth. The other members of the quintet reside 290 million light-years away in the constellation Pegasus. These farther members are markedly redder than the foreground galaxy, suggesting that older stars reside in their cores. The stars' light also may be further reddened by dust stirred up in the encounters. Spied by Edouard M. Stephan in 1877, Stephan's Quintet is the first compact group ever discovered. WFC3 observed the quintet in July and August 2009. The composite image was made by using filters that isolate light from the blue, green, and infrared portions of the spectrum, as well as emission from ionized hydrogen. These Hubble observations are part of the Hubble Servicing Mission 4 Early Release Observations. NASA astronauts installed the WFC3 camera during a servicing mission in May to upgrade and repair the 19-year-old Hubble telescope.


NGC 7320, o Quinteto de Stephan, grupo de Galáxias
Grupo de galáxias consistindo de NGC 7320, NGC 7317, 7318 A e B e 7319.  Este grupo situa-se bem próximo à NGC 7331 e ambos ao norte de Matar, Eta Pegasi.

NGC 7320 é uma galáxia espiral (Scd) localizada na constelação de Pegasus que pertence visualmente ao Quinteto de Stephan. Não é um verdadeiro membro do grupo, apenas uma coincidência na linha de visão. Está a cerca de 40 milhões de anos-luz da Terra, enquanto os outros membros do grupo estão a cerca de 300 milhões de anos-luz. Possui uma declinação de +33° 56' 54" e uma ascensão recta de 22 horas, 36 minutos e 03,5 segundos.
Foi descoberta em 23 de setembro de 1876 por Édouard Jean-Marie Stephan.
ALGUMAS GALÁXIAS
E AGLOMERADOS
EM PEGASUS


http://www.iau.org/static/public/constellations/gif/PEG.gif



NGC 7479 - Galáxia Espiral Barrada
Um objeto bem pálido, de magnitude 11.8, situado um pouco ao sul da Estrela Alpha Pegasi, Markab.

NGC 7814 - Galáxia
Galáxia observada exatamente em sua extremidade e apresentando uma proeminente banda de poeira escura interestelar ao longo do plano equatorial ndrômeda.  Magnitude 12.0.  situa-se bem próxima à estrela Gamma Pegasi, Algenib.

M 15 - NGC  7078 - Pegasus - Aglomerado Estelar Globular
Ascensão Reta 21h29m       Declinação +23o.05
Magnitude visual integral    6,3     Tipo AG


NGC 7078 - M 15 - Aglomerado Globular Pegasus
Ascensão Reta 21h29m       Declinação +12o.05
Magnitude fotográfica global  7,0      Diâmetro aparente 9’,4         Tipo Espectral F2
Magnitude média das 25 mais brilhantes estrelas (excluindo as 5 mais brilhantes) 14,44
Número conhecido de Variáveis  103        Distância kpc   10,5
Velocidade Radial (km/s)   - 107


NGC 7078 = M15 Aglomerado Globular

Próximo à estrela Enif, Epsilon Pegasi, encontra-se este brilhante aglomerado globular, com magnitude 6.5.

NGC 7331 - Galáxia Espiral
 Esta é uma galáxia que possui dimensões e estrutura bem similares às de nossa Galáxia e distante cerca de 50 milhões de anos-luz.  Situa-se mais ao norte da Eta Pegasi, Matar, e bem próxima à NGC 7320, o Quinteto de Stephan.


6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986





Por NASA, ESA, and the Hubble SM4 ERO Team - http://www.hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2009/25/image/x/ (direct link), Domínio público, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=7775623

Galactic Wreckage in Stephan's Quintet A clash among members of a famous galaxy quintet reveals an assortment of stars across a wide color range, from young, blue stars to aging, red stars. This portrait of Stephan's Quintet, also known as Hickson Compact Group 92, was taken by the new Wide Field Camera 3 (WFC3) aboard NASA's Hubble Space Telescope. Stephan's Quintet, as the name implies, is a group of five galaxies. The name, however, is a bit of a misnomer. Studies have shown that group member NGC 7320, at upper left, is actually a foreground galaxy about seven times closer to Earth than the rest of the group. Three of the galaxies have distorted shapes, elongated spiral arms, and long, gaseous tidal tails containing myriad star clusters, proof of their close encounters. These interactions have sparked a frenzy of star birth in the central pair of galaxies. This drama is being played out against a rich backdrop of faraway galaxies. The image, taken in visible and near-infrared light, showcases WFC3's broad wavelength range. The colors trace the ages of the stellar populations, showing that star birth occurred at different epochs, stretching over hundreds of millions of years. The camera's infrared vision also peers through curtains of dust to see groupings of stars that cannot be seen in visible light. NGC 7319, at top right, is a barred spiral with distinct spiral arms that follow nearly 180 degrees back to the bar. The blue specks in the spiral arm at the top of NGC 7319 and the red dots just above and to the right of the core are clusters of many thousands of stars. Most of the quintet is too far away even for Hubble to resolve individual stars. Continuing clockwise, the next galaxy appears to have two cores, but it is actually two galaxies, NGC 7318A and NGC 7318B. Encircling the galaxies are young, bright blue star clusters and pinkish clouds of glowing hydrogen where infant stars are being born. These stars are less than 10 million years old and have not yet blown away their natal cloud. Far away from the galaxies, at right, is a patch of intergalactic space where many star clusters are forming. NGC 7317, at bottom left, is a normal-looking elliptical galaxy that is less affected by the interactions. Sharply contrasting with these galaxies is the dwarf galaxy NGC 7320 at upper left. Bursts of star formation are occurring in the galaxy's disk, as seen by the blue and pink dots. In this galaxy, Hubble can resolve individual stars, evidence that NGC 7320 is closer to Earth. NGC 7320 is 40 million light-years from Earth. The other members of the quintet reside 290 million light-years away in the constellation Pegasus. These farther members are markedly redder than the foreground galaxy, suggesting that older stars reside in their cores. The stars' light also may be further reddened by dust stirred up in the encounters. Spied by Edouard M. Stephan in 1877, Stephan's Quintet is the first compact group ever discovered. WFC3 observed the quintet in July and August 2009. The composite image was made by using filters that isolate light from the blue, green, and infrared portions of the spectrum, as well as emission from ionized hydrogen. These Hubble observations are part of the Hubble Servicing Mission 4 Early Release Observations. NASA astronauts installed the WFC3 camera during a servicing mission in May to upgrade and repair the 19-year-old Hubble telescope.


NGC 7320, o Quinteto de Stephan, grupo de Galáxias
Grupo de galáxias consistindo de NGC 7320, NGC 7317, 7318 A e B e 7319.  Este grupo situa-se bem próximo à NGC 7331 e ambos ao norte de Matar, Eta Pegasi.

NGC 7320 é uma galáxia espiral (Scd) localizada na constelação de Pegasus que pertence visualmente ao Quinteto de Stephan. Não é um verdadeiro membro do grupo, apenas uma coincidência na linha de visão. Está a cerca de 40 milhões de anos-luz da Terra, enquanto os outros membros do grupo estão a cerca de 300 milhões de anos-luz. Possui uma declinação de +33° 56' 54" e uma ascensão recta de 22 horas, 36 minutos e 03,5 segundos.
Foi descoberta em 23 de setembro de 1876 por Édouard Jean-Marie Stephan.

NGC 7320.jpg
By NASA, ESA, and the Hubble SM4 ERO Team - →This file has been extracted from another file: Stephan's Quintet Hubble 2009.full.jpg, Public Domain, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=16874455




Aglomerado de Galáxias


Abell 2589






M15,
O OBJETO MESSIER

NA DIREÇÃO DA CONSTELAÇÃO PEGASUS



Stellarium



O Objeto Messier 15
pode ser encontrado bem na fronteira
entre a constelações de Pégaso
e as constelações Delfim e Cavalo Menor
- a partir da estrela-epsilon Pegasi, Enif, o nariz do Cavalo Alado,
e  a estrela mais brilhante desta constelação.

Pegasus constellation map.png

http://pt.wikipedia.org/wiki/Epsilon_Pegasi

Epsilon Pegasi (ε Peg, ε Pegasi) é a estrela mais brilhante da constelação de Pegasus, com uma magnitude aparente de 2,399.2 É conhecida também pelo nome tradicional Enif, que é derivado da palavra árabe para nariz, devido à sua posição na constelação.9 A distância a ela pode ser estimada usando medições de paralaxe da missão Hipparcos, dando um valor de 690 anos-luz (211 parsecs) da Terra, com uma margem de erro de 20 anos-luz.1
Epsilon Pegasi é uma estrela evoluída que está no estágio de supergigante, confome indicado pela classificação estelar de K2 Ib.1 Estima-se que tenha 12 vezes amassa do Sol.5 
............................................................
Em algumas ocasiões, o brilho de Epsilon Pegasi aumentou radicalmente, ficando até mais brilhante que Altair, a estrela mais brilhante da constelação de Aquila.9
 .......................................................
Como uma supergigante, Epsilon Pegasi está no fim de sua vida, porém, como sua massa está na divisa entre estrelas destinadas a explodir ou não, não se sabe se irá explodir em uma supernova ou se tornar uma rara anã branca de neônio e oxigênio com menos da metade do tamanho da Terra.9
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em


Messier 15

Globular Cluster M15 (NGC 7078), class IV, in Pegasus
[m15.jpg]
Right Ascension21 : 30.0 (h:m)
Declination+12 : 10 (deg:m)
Distance33.6 (kly)
Visual Brightness6.2 (mag) 
Apparent Dimension18.0 (arc min)


Discovered by Jean-Dominique Maraldi in 1746.

Globular cluster Messier 15 (M15, NGC 7078) is among the more conspicuous of these great stellar swarms. At a distance of about 33,600 light years, its diameter of 18.0 arc min corresponds to a linear extension of about 175 light-years, and its total visual brightness of 6.2 magnitudes corresponds to an absolute magnitude of -9.17, or roughly 360,000 times that of our sun.
.................................................
M15 is perhaps the densest of all (globular) star clusters in our Milky Way galaxy.
....................................
M15 was discovered by Jean-Dominique Maraldi (Maraldi II, 1709-88) on September 7, 1746 while he was looking for De Chéseaux' comet; he described it as 'A nebulous star, fairly bright and composed of many stars'. Charles Messier, whocataloged it on June 3, 1764, and Johann Elert Bode couldn't make this out and described it as 'nebula without stars,' so that it remained to William Herschel in 1783 to resolve this fine star cluster.

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NGC 7078 - M 15 - Aglomerado Globular Pegasus
Ascensão Reta 21h29m       Declinação +12o.05
Magnitude fotográfica global  7,0      Diâmetro aparente 9’,4         Tipo Espectral F2
Magnitude média das 25 mais brilhantes estrelas (excluindo as 5 mais brilhantes) 14,44
Número conhecido de Variáveis  103        Distância kpc   10,5
Velocidade Radial (km/s)   - 107

6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




Messier 15 (NGC 7078) é um aglomerado globular de estrelas localizado na constelação de Pégaso. Foi descobeto pelo astrônomo ítalo-francês Jean-Dominique Maraldi em 1746, e posteriormente incluído pelo francês Charles Messier em seu catálogo de objetos semelhantes a cometas em 1764. Com uma idade estimada de 13,2 bilhões de anos, Messier 15 é um dos mais velhos aglomerados globulares conhecidos.
O aglomerado está a cerca de 33 600 anos-luz da Terra, e tem uma luminosidade total 360 000 vezes maior do que a luminosidade solar, o que dá ao objeto uma magnitude absoluta de -9,2. Messier 15 é um dos aglomerados globulares mais densos conhecidos da Via-Láctea. Seu núcleo sofre uma contração conhecida como "colapso de núcleo"; seu núcleo tem uma densidade estelar elevada, com uma quantidade enorme de estrelas orbitando o que pode ser um buraco negro central.



Messier 15

Messier 15 pelo Telescópio Espacial Hubble
Descoberto porCharles Messier
Data1764
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoPegasus
Asc. reta21h 29m 58,38s1
Declinação+12° 10′ 00,6″1
Distância33 600 anos-luz (10,3 kpc)
Magnit. apar.6,21
Dimensões18',0
Características físicas
Raio88 anos-luz
Idade estimada13,2 bilhões de anos
Outras denominações
NGC 7078
Messier 15
Pegasus constellation map.png




..............................................................


Foi o primeiro aglomerado globular a ter uma nebulosa planetária, Pease I, descoberta por Francis Gladheim Pease no Observatório Monte Wilson, em 1927. Até hoje, conhece-se apenas quatro nebulosas planetárias pertencentes a aglomerados globulares na Via-Láctea.3 4 

http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_15#mediaviewer/File:M15pease1_(HST).jpg
nebulosa planetária Pease I, contida em M15, Telescópio Espacial Hubble
HST (WFPC2)

Pease 1: Planetary Nebula in M15

Planetary Nebula Pease 1 (PK 065-27.1, Kuster 648) in globular cluster M15 in Pegasus
[Pease 1 in M15, Stan Moore]
Right Ascension21 : 30.02 (h:m)
Declination+12 : 10.2 (deg:m)
Distance32.6 (kly)
Visual Brightness15.5 (mag) 
Apparent Dimension3 (arc seconds)


Pease 1 was the first planetary nebula found in a globular cluster, in 1928 by Francis Gladheim Pease. It had been previously cataloged as a star by Friedrich Kustner (1921).

Stan Moore has been able to image Pease 1 in an RGB image obtained with a ST-7 CCD camera on a 12.5-inch RC telescope.



SAIBA MAIS
sobre Pease 1
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A Golden Planetary





Existem também nove pulsaresestrelas de nêutrons remanescentes de supernovas da época que o aglomerado ainda era jovem. Estas têm as designações PSR 2127+11 A a PSR 2127+11 H. PSR 2127+11 C é um binário de estrelas de nêutrons. De forma semelhante aos binários de pulsares PSR 1913+16 e PSR 1534+12, o binário de pulsares de Messier 15 exibe efeitos gravitacionais drásticos e a constatação de alguns efeitos previstos pela relatividade geral no sistema são evidentes, como mudanças significativas nos periastros das estrelas de nêutrons, efeitos na luz e emissão de radiação gravitacional, que causa uma perda energética no binário e consequentemente uma diminuição no período de rotação dos pulsares e a diminuição no período de suas órbitas.2

Fonte de raios-X

O quarto catálogo "Uhuru" (designada como "4U") contém uma fonte de raios-x detectada durante o primeiro ano de funcionamento do satélite observatório de raios-X Uhuru.5 Esta fonte foi catalogada no quarto catálogo "Uhuru" como "4U 2129+12", e é um sistema binário, emissor de raios-X e de baixa massa. Também foi catalogada como Messier 15 X-1. Além do mais, o observatório de raios-X Chandra detectou outro emissor de raios-X no aglomerado que foi catalogado como Messier 15 X-2. Messier 15 X-1 é a primeira fonte astronômica de raios-X detectada na constelação de Pégaso.6









http://www.raremaps.com/gallery/enlarge/36551
Title: Les Poissons (Pisces)   Map Maker: John Flamsteed /  MJ Fortin



p321
That poetic steed,
With beamy mane, whose hoof struck out from earth
The fount of Hippocrene.
Bryant's The Constellations.
Pegasus,
called thus in Germany, but Pégase in France and Pegaso in Italy, lies north of the Urn of Aquarius and the easternmost Fish, the stars of the Great Square inclosing the body of the Horse.
Mythologically he was the son of Neptune and Medusa, sprung by his father's command from the blood of the latter which dropped into the sea after her head had been severed by Perseus; and he was named either from Πηγαί, the Springs of the Ocean, the place of his birth, or from Πηγός, Strong. He was snowy white in color, and the favorite of the Muses, for he had caused to flow their fountain Pirene on Helicon, — or Hippocrene on the Acrocorinthus, — whence came one of the constellation titles, Fontis Musarum Inventor. Longfellow prettily reproduced in modern dress this portion of the story, in his Pegasus in Pound, where "this wondrous winged steed with mane of gold," straying into a quiet country village, was put in pound; but, finding his quarters uncomfortable, made his escape, and
p322To those stars he soared again.
. . . .
But they found upon the greensward
Where his struggling hoofs had trod,
Pure and bright a fountain flowing
From the hoofmarks in the sod.
He seems, however, to have come back to earth again, for he was subsequently caught by Bellerophon at the waters of his fountain, and ridden by him when he slew the Chimaera, helping in the latter's destruction. By this time classical legend had given him wings, and Bellerophon sought by their aid to ascend to heaven; but Jupiter, incensed by his boldness, caused an insect to sting the steed, which threw his rider, and, as Wordsworth wrote:
Bold Bellerophon (so Jove decreed
In wrath) fell headlong from the fields of air.
Pegasus then rose alone to his permanent place among the stars, becoming the Thundering Horse of Jove that carried the divine lightning.
Ptolemy mentioned the wings as well recognized in his day; and this has continued till ours, for the sky figure is now known as the Winged Horse, — a recurrence to Etruscan, Euphratean, and Hittite ideas, for the wings are clearly represented on a horse's figure on tablets, vases, etc., of those countries, where this constellation may have been known in pre-classical times. Indeed, it is said to have been placed in the heavens by the early Aryans to represent Asva, the Sun.
Early classical mythology did not associate the Horse with Perseus, although artists and authors do not seem to have remembered this, for the celebrated picture by Rubens in the Berlin Gallery shows the winged Pegasus held by a Cupid, while Perseus in full armor is unbinding Andromeda from the rocks, Cetus raging in the waters close by; and the late Lord Leighton left unfinished his Perseus on Pegasus at the cliffs of Joppa, with the Gorgoneion in his hand; while in Troilus and Cressida Shakespeare mentioned "Perseus' horse."
The Greeks called the constellation simply Ίππος, although Aratos added ἱερός, "divine," and Eratosthenes alluded to it as Πήγασος, but distinctly asserted that it was without wings, and until after middle classical times it generally was so drawn, although loose plumes at the shoulders occasionally were added. The figure was considered incomplete, a possible reason for this being given under Aries. Thus it was characterized asἡμιτελής and ἡμίτομος, "cut in two," or as if partly hidden in the clouds; while Nonnus had Ἡμιφανής Λίβῦς ἴππος, the Half-visible Libyan Horse. p323Thus the Equi Sectio used by Tycho and others for Equuleus would seem equally appropriate for this.
Euripides is said to have called it Melanippe, after a daughter of Chiron, also known as Euippe, changed by the goddess Artemis into a Black Mare and placed in the sky; but Bayer quoted from some later writer Menalippe. The Θεαιανα or Theano, of Nonnus does not seem intelligible.
Translated from Greece by the Romans, it was Equus, and later on Equus Ales, qualified at times by the adjectives alter, major, Gorgoneus, andMedusaeus; but Isidorus and Lampridius degraded it to Sagmarius Caballus, a Pack-horse;a La Lande cited Ephippiatus, Caparisoned; and elsewhere it was Cornipes, Horn-footed; Sonipes, Noisy-footed; and Sonipes Ales. Germanicus was apparently the first of Latin authors to style it Pegasus.
In the Alfonsine Tables it was Alatus, Winged, Secundus sometimes being added to distinguish it from Equuleus, which preceded it on the sphere; the Almagest of 1551 had Equus Pegasus, which the 17th‑century astronomers extended to Pegasus Equus alatus. Caesius cited Pegasides, and Bayer quoted Equus posterior, volans, aëreus, and dimidiatus, Bellerophon, and Bellerophontes.
Jewish legends made it the mighty Nimrod's Horse; Caesius, one of those of Jeremiah iv, 13, that "are swifter than eagles"; other pious people, theAss on which Christ made his triumphal entry into Jerusalem; but Julius Schiller exalted it into the Archangel Gabriel. Weigel drew it as the heraldic Lüneburg Horse.
Pegasus appears on coins of Corinth from 500 to 430 B.C., and from 350 to 338 B.C., and 200 years thereafter, on the decadrachma, complete and with wings; as well as on coins of Lampsacus, Scepsis, and Carthage, — on these last with the asterisk of the sun, or with the winged disc, and the hooded snakes over its back. It is also shown on a coin of Narbonne as a sectional winged figure, and as a winged horse on a Euphratean gem, with a bull's head, a crescent moon, and three stars in the field. A coin of Panormus, the modern Palermo, has the Horse's head with what was probably intended for a dorsal plume.
Bochart said that the word is a compound of the Phoenician Pag, or Pega, and Sūs, the Bridled Horse, used for the figurehead on a ship, which would account for the constellation being shown with only the head and fore quarters; but others have considered it of Egyptian origin, fromPag, "to cease," and Sūs, "a vessel," thus symbolizing the cessation of navigation at the change of the Nile flow. From this, Pegasus seems to have been regarded, in those countries at least, as the sky emblem of a ship. In the p324old work the Destruction of Troye, we read of "a ship built by Perseus, and named Pegasus, which was likened to a flying horse."
Brugsch mentions as in its location an Egyptian constellation, the Servant; and some of its stars would seem to be shown on the Denderah planisphere as a Jackal.
The Arabs knew the familiar quadrangle as Al Dalw, the Water-bucket, the Amphora of some Latin imitator, which generally was used for the Urn in Aquarius; and the Arabian astronomers followed Ptolemy in Al Faras al Thānī, the Second Horse, which Bayer turned into Alpheras; Chilmead, into Alfaras Alathem; and La Lande, into Alpharès.
Argelander catalogued 108 stars here, down to the 6th magnitude; and Heis, 178, to the 6½.
The starless region toward Pisces was Al Bīrūnī's Al Baldah, the Fox's Kennel, a term for whose stellar connection I find no explanation.
Before leaving this constellation, it is worth while to note that an asterism, now virtually lost to us and seldom mentioned except in the lists of Al Sufi, Al Amasch, and Kazwini, is described by the last-named under the title Al Faras al Tamm, the Complete Horse. Although somewhat indefinitely marked out, it is said to have occupied the space between the eastern wing of the Swan, the chest of Pegasus, Equuleus, and the tail of Lacerta, drawing for its components from the last three; but Beigel held that it could have existed only with the grammarians, — the Tāmm in its title being easily confused, in transcription, with the Thānī in the Arabians' name for Pegasus. Ideler's Sternnamen is the sole modern work in which I find any reference to this Complete Horse, and even that author, in one passage, seems to regard Monoceros as the modern representative of this somewhat mythical constellation; but this is impossible if Kazwini's description be accepted. Indeed, Ideler himself, later on in his book, changed his opinion to agree with that of Beigel.
α, 2.5, white.
Markab — Flamsteed's Marchab — is the Arabs' word for a Saddle, Ship, or Vehicle, — anything ridden upon, — that was early applied to this star; but they also designated it at Matn al Faras, the Horse's Withers or Shoulder, and Bayer cited Yed Alpheras, the Horse's Hand, or, more properly, Forearm, — the Arabian Yad. Kazwini knew it and β as Al ʽAruwah, the Cross-bar of the well in which Al Dalw, the Bucket, was used.
In India it was noted as the junction star of the Bhādra-padā nakshatras, detailed under β.
p325In China it was Shih, a title borrowed from the sieu that it marked.
Brown thinks that, with γ and ζ, it was the Euphratean asterism Lik‑bar‑ra, the Hyaena, — perhaps Ur‑bar‑ra.
Among astrologers it portended danger to life from cuts, or stabs, and fire. It culminates on the 3d of November, and when on the meridian forms, with γ, the southern side of the Great Square, β and δ forming the northern, and all 15° to 18° apart.
Markab's spectrum is Sirian, and it is receding from us at the rate of three quarters of a mile a second.
It is one of the so‑called lunar stars, much observed in navigation.
β, Irregularly variable, 2.2 to 2.7, deep yellow.
This is the Scheat of Tycho, the Palermo Catalogue, and modern lists generally, either from Al Sāʽid, the Upper Part of the Arm, or, as Hyde suggested, from the early Saʽd, appearing in the subsequent three pairs of stars. Bayer had Seat Alpheras; Chilmead, Seat Alfaras; Riccioli,Scheat Alpheraz; and Schickard, Saidol-pharazi.
Arabian astronomers knew it as Mankib al Faras, the Horse's Shoulder, mentioned by Ulug Beg and still occasionally seen as Menkib. Chilmead had Almenkeb.
The Great Square, of which β formed one corner, constituted the double asterism, the 24th and 25th nakshatras, Pūrva, Former, and Uttara, Latter, Bhādra-padā, Beautiful, Auspicious, or Happy Feet, sometimes also called Proshtha-padā, Proshtha meaning a Carp or Ox; but Professor Whitney translated it "Footstool Feet," and said that the authorities do not agree as to the figures by which they are represented, for by some the one, by others the other, is called a Couch or Bed, the alternate one, in either case, being pronounced a Bifaced Figure, or Twins. This Couch is not an inapt representation of the group if both asterisms are taken together, the four stars well marking the feet. Weber calls them Pratishhana, a Stand or Support, as Whitney wrote,
an evident allusion to the disposition of the four bright stars which compose it, like the four feet of a stand, table, bedstead, or the like;
the regents of these nakshatras being Augusta Ekapāt, the One-footed Goat, and Ahi Budhya, the Bottom Snake, "two mythical figures, of obscure significance, from the Vedic Pantheon." The 24th manzil, formed by α and β, was Al Fargh al Mudim, the Fore Spout, i.e. of the water-bucket, — Al p326Bīrūnī's Al Fargh al Awwal, the First, or the Upper, Spout; and the 24th sieu was these same stars known as Ying She, or Shih, a House, anciently Sal and Shat; but it also comprised parts of Aquarius and Capricornus. They also were the Persian Vaht, the Sogdian and KhorasmianFarshat Bath, and the Coptic Artulos, all signifying something pertaining to Water; while in astrology β indicated danger to mankind from that element.
Within the area of this Square Argelander counted only about 30 naked-eye stars, but in the clearer sky of Athens Schmidt saw 102.
It was in the 24th sieu that the Chinese record a conjunction of the planets Mercury, Mars, Jupiter, and Saturn, on the 28th of February, 2449 B.C., according to Bailly's computations; but we sometimes see this statement made as to five planets, Venus being added, and as having taken place on the 29th of February, that year being bissextile. Smyth indefinitely mentions this conjunction as at some point between α Arietis and the Pleiades; Flammarion states that it was in Capricorn; and Steele alludes to it as of 2246 B.C., and between the tenth and eighteenth degrees of Pisces. At that date the signs and constellations were about coincident.
The variability of β was discovered by Schmidt in 1847, and Argelander found a period of forty-one days; but Schoenfeld thinks that irregular oscillations, in a period of thirty to fifty days, are more probable.
The spectrum of Scheat is of the third type of Secchi's classification, which includes the red and orange stars and most of the variables: "α Orionis,α Herculis, Antares, and ο Ceti (Mira) are good examples."
The star is receding from us about four miles a second.
γ, 3, white,
erroneously placed by Tycho in Pisces, marks the extreme tip of the Horse's wing, so that its name Algenib has been considered as derived fromAl Janā, the Wing, but it probably is from Al Janb, the Side. It has sometimes been written Algemo. Al Bīrūnī quoted it, with δ (α Andromedae), as Al Fargh al Thānī, the Second, or Lower, Spout, i.e. of the Bucket. This also is the title of the 25th manzil, but appears in Professor Whitney's list as Al Fargh al Muir, the Rear Spout, and in Smyth's as Al Fargu.
Chrysococca called it Πήγασος from the constellation.
Reeves said that it is the Chinese Peih, a Wall or Partition, thus taking the title of the 25th sieu, which it marked and, with δ, constituted. It lies at the junction of the nakshatras Bhādrapadā and Revatī; and, with δ, was included in the corresponding lunar station of several other nations.
p327With the same star and β Cassiopeiae it makes up the Three Guides, all these being almost exactly on the prime meridian, the vernal equinox lying in a starless region of Pisces about 15° south of γ Pegasi. Two 11th‑magnitude stars are close by.
δ, 2.2, white.
This, as already noted, is the same as Alpheratz (α Andromedae), and recognized by astronomers of every age as in either constellation; or, as Aratos wrote, ξυνός ἀστήρ, "a common star." It seems to be unnamed as a member of Pegasus.
Al Achsasi included it with γ in the Fargh al Muir.
ε, Triple, 2.5, 11.5, and 8.8, yellow, –––––, and blue.
Enif, Enf, and Enir, all titles for this, are from Al Anf, the Nose, by which the Arabians designated it. Scaliger had Enf Alpharas, and SchickardAniphol Pharasi. It was also Fum al Faras, the Horse's Mouth; and Al Jafalah, the Lip, this last being found on one of their globes.
Bayer quoted from "the interpreters of the Almagest" Grumium and Muscida, respectively Jaw and Muzzle, so describing its position; but these have become proper names for ξ Draconis and π Ursae Majoris. Flamsteed knew it as Os Pegasi.
With θ, and the star α Aquarii, it was the 23d sieu, Goei, or Wei, Steep or Danger, anciently Gui.
Enif's spectrum is Solar, and it is receding from us about five miles a second. Gould thinks it probably variable.
ζ, 3.7, light yellow.
Homam seems to have been first given to this in the Palermo Catalogue, from Saʽd1 al Humām, the Lucky Star of the Hero, in which Ulug Beg included ξ; other lists have Homan. But Hyde said that the original was Al Hammām, Whisperer. Al Tizini mentioned it as Saʽd al p328Naʽamah, the Lucky Star of the Ostriches; and Al Achsasi, as ir Saʽd al Bahāim, the Bright Fortunate One of the Two Beasts, which Al Sufi had said were θand ν. Thus ξ was one of the general group Al Suʽūd al Nujūm, the Fortunate Stars.
The Chinese called it Luy Tien, Thunder.
7° to the north of ζ is the point assigned by Denning as the radiant of the first stream of Pegasids, the meteors visible about the 28th of June; although Espin locates it near δ Cygni.
η, Double, 3.2,
on the left forearm, is the Matar of Whitall's Planisphere, from Al Saʽd al Maar, the Fortunate Rain; as such, however, ο was included with it.
θ, 3.8, and ν, 4.8,
were Al Sufi's Saʽd al Bahāim, the Good Luck of the Two Beasts; Al Achsasi adding to the group the still brighter ζ. θ alone is Baham in some modern lists; but Ulug Beg had Bihām, the Young of domestic animals.
It appears on the Dresden globe as Al awāim, the Thirsty Camels.
κ, Triple and binary, 4.8. 5.3, and 10.8, yellowish and orange,
marking the right forearm, is unnamed except in China, where it is Jih, the Sun, a title also for κ and λ Librae.
The two largest stars were divided by Burnham in 1880 and found to be 0ʺ.2 apart, this decreasing to 0ʺ.1 in 1891. Their orbital period of revolution is 11½ years, and, with that of δ Equulei, the most rapid known to astronomers until See discovered the binary character of Ll. 9091 in Orion. The first and third stars are 11ʺ apart, at a position angle of 308°.5.
λ, 4.1, and μ, 3.4,
were Saʽd al Bārīʽ, the Good Luck of the Excelling One; but Kazwini designated it as Saʽd al Nāziʽ, the Good Luck of the Camel Striving to Get to Pasture.
p329ν was Fum al Faras and Al Jafalah, but both titles are more correctly applied to ε.
π was the Chinese Woo, a Pestle.
τ, 4.5,
with υ, was Al Sufi's Saʽd al Naʽamah, which Knobel thinks should be Al Naʽāim, the Cross-bars over a well; but they also were known asAl Karab, the Bucket-rope.
The usual titles for τ  Markab and Sagma or Salma — are from Bayer, but the last two should be Salm, a Leathern Bucket.
λ μ, η ο, and υ τ, forming a group of three pairs, were a noted asterism in Chian, under the title Li Kung.
This long list of names for rather inconspicuous stars shows unusual early interest in the constellation.


The Author's Notes:
1 This Arabic Saʽd is our "Good Luck" and a component word of many titles in the Desert sky, all of which seem to have been applied to stars rising in the morning twilight at the commencement of the pleasant season of spring. Al Saʽdain, the dual form, was the title for Jupiter and Venus, the Two Fortunate Planets; Al Nahsān, the Unlucky, referring to Mars and Saturn.


Thayer's Note:
a Though Isidore refers to a caballus sagmarius, just once, Etym. XX.16.5, it is not in the context of the stars or mythology, and he is not speaking of Pegasus; merely of saddlery. Similarly, "Lampridius" — better: the author of the Historia Augusta — refers to sagmarii twice, but each time in the horsy context of normal military operations: once in the Life of Elagabalus (4.4) and once in the Life of Aurelian (7.7).


Os desenhos formados pelas estrelas 
- AS CONSTELAÇÕES - 
são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, 
bem mais, 
entre o céu e a terra..., 
bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente, 
vai se tornando Cosmos e este por nossa mente sendo conscientizado.

Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward