sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

O monstruoso Cetus, a Baleia, e sua maravilhosa estrela-omicron, Mira


Olá!

Cetus, a Baleia, o monstro-marinho 
é uma constelação imensa,
 imensa como uma baleia é imensa,
e vem sempre nos chamando atenção de nossos olhares 
voltados para desentrelaçar
as estrelinhas tímidas e ziguezagueantes do Aguadeiro
 das estrelinhas tímidas dos dois Peixes 
(o primeiro Peixe não é difícil de ser identificado em seu asterismo
 chamado Circlet, o Pequeno Círculo, 
que se posiciona bem junto e ao sul do Grande Quadrado
 formado pelo corpanzil do Cavalo Alado Pegasus!)

É interessante observarmos o fato de que
se por acaso pensávamos que as águas terminaram... 
(em Aguadeiro, Peixes e Peixes Austrinus... e ainda em Rio Eridano)....,
 estamos enganados porque a figura delineada por estrelas tímidas 
que perfazem Cetus, a Baleia, é algo realmente ameaçador, temeroso, terrível...
 por causa de seu imenso tamanho!
.... continuando....  
Se acaso pensávamos que as águas terminaram..... não.
  
Cetus, a Baleia, o monstro-marinho atua também próximo à terra firme 
onde Aries, o Carneiro, bem como o Touro moram!


Caro Leitor,

Eu gostaria  de mencionar uma questão interessante:
se o Leitor estiver bem atento,
notará que existe uma discrepância 
em termos dos desenhos/das ilustrações
que perfazem a cauda e a cabeça
de Cetus, a Baleia.
(muitas dessas Ilustrações
- algumas mais antigas
e outras mais recentes -
são apresentadas nesta Postagem).

Menkar, a estrela-alpha Ceti, quer significar
Uma estrela brilhante e alaranjada 
situada nos dentes da Baleia.  
De Al Minhar, o Nariz, O Focinho 

Difda ou Deneb Kaitos,a estrela-beta Ceti, quer significar
Uma estrela amarelada 
na cauda da Baleia.  
De Al Difd al Thani, o Segundo Sapo.

Na carta celeste realizada pelo IAU 
(International Astronomical Union)
o delineamento em linhas ligando as estrelas do monstro-marinho
nos traz a impressão de uma inversão.
Da mesma forma, 
assim encontramos figurada a constelação Cetus
através a Carta Celeste realizada por Mario Jaci Monteiro.
(e ambas encontradas nesta Postagem)

Quer dizer, 
naquilo que o desenho parece mostrar ser a Cauda da Baleia,
vemos o asterismo formado apresentando a Cabeça e acolhendo
a estrela-alpha Ceti, Menkar.
Por outro lado, naquilo que o desenho que parece mostrar ser a Cabeça da Baleia,
vemos o corpo imenso e a demonstração da Cauda através
a estrela-beta Ceti, Difda ou Deneb Kaitos (e sabemos que o termo Deneb
quer significar cauda (ex: Denebola (estrela-beta Leonis), Deneb (estrela-alpha Cygnus)
esta estrela me parece ser posicionada na cauda da Baleia e não na cabeça!

Existe, inclusive,  um Asterismo denominado de A Cabeça de Cetus
 e composto pelas estrelas Alpha, Gamma, Zeta2 e Um Ceti.
Quer dizer, a estrela-alpha Ceti, como sabemos, é Menkar, 
e este Asterismo situa-se ao sul do Carneiro
e já apontando para o campo onde o Touro pasta 
bem como ladeando o Rio Eridano.  

Por outro lado,
tanto na Ilustração Stellarium
quanto em Ilustrações mais antigas,
vamos encontrar Menkar na Cabeça da Baleia
e Difda em sua Cauda.
E também o texto escrito por Richard H. Allen
nos confirma estas questões.

A bem da verdade, 
este pedaço do céu é realmente bem escasso em estrelas
(não é a toa que os antigos persas nomearam Fomalhaut, 
estrela-alpha Piscis Austrinus,
como a guardiã do inverno, 
em constelação bem ao sul da Linha da Eclíptica)
e podemos bem visualizá-lo 
somente em noites de outono e de inverno,
em tempo de sêca, e em lugares de céus escuros e transparentes,
ou quando na primavera e no verão, 
as nuvens nos permitem uma observação
desse pedaço do céu estrelado.

O que sempre me atrai o olhar 
- em termos da constelação da Baleia -
 é um corpo imenso de estrelas!

E, como eu disse mais acima, 
é uma visão quase assustadora...
e podemos entender o porquê de os antigos povos
tecerem o Mito do monstro-marinho ameaçando a vida
da Princesa Acorrentada, Andromeda!

Nesta Postagem, Caro Leitor,
encontre informações sobre Cetus, a Baleia;
sobre Mira, a maravilhosa estrela-omicron variável
(inclusive sua descrição por Richard H. Allen);
sobre o Objeto Messier 77;
sobre tantos outros Objetos Celestes
encontrados na constelação do Monstro-Marinho
(inclusive dois Aglomerados de Galáxias).

Bons Estudos e Boa Observação!

Com um abraço estrelado,
Janine Milward



Stellarium

Stellarium
Stellarium





Cetus, a Baleia, o Monstro Marinho,
é uma imensa constelação, realmente,
que podemos delinear 
ao sul dos Peixes
(já mais ao sul da Linha da Eclíptica
e seu corpo monstruoso ao sul da Linha do Equador
enquanto sua garganta e sua cabeça já se encontram ao norte desta Linha
- porém ao sul da Linha da Eclíptica).




http://www.raremaps.com/gallery/detail/41647/The_October_November_and_December_Sky_Aquarius_Andromeda_Pisces/Burritt.html
Title: [The October, November, and December Sky -- Aquarius, Andromeda, Pisces, Pegasus, Aries, Phoenix, Grus, Lacerta, Triangle, etc.]
Map Maker: Elijah J. Burritt


Cetus, a Baleia, o Monstro-Marinho,
tem um papel extremamente importante
dentro da trama e do cenário
que compõem o 
O Mito de Andromeda:

Andrômeda era a filha de Cefeus,  rei da Etiópia, e de Cassiopeia. 
 Por causa dos boatos espalhados por Cassiopéia
 de que a beleza de Andrômeda superava a das Nereidas, 
Netuno enviou um mostro marinho, Cetus, a Baleia,
 para devastar aquele país.  
Porém, Netuno fez a promessa de libertar o país dessa devastação 
caso Andromeda fosse oferecida em sacrifício, 
sendo acorrentada a uma rocha, para ser devorada pelo monstro marinho.  
No entanto, Perseus soube desse caso e salvou Andrômeda de seu tormento 
matando o monstro e o transformando em pedra ao lhe mostrar a cara da Medusa.  
Ambos, Perseus e Andrômeda, alçaram vôo alto, sobre Pegasus, o cavalo alado,
 e se dirigiram para o altar onde se casaram.



Cetus, a Baleia, o monstro-marinho é uma constelação imensa,
 imensa como uma baleia é imensa,
e vem sempre nos chamando atenção de nossos olhares 
voltados para desentrelaçar
as estrelinhas tímidas e ziguezagueantes do Aguadeiro
 das estrelinhas tímidas dos dois Peixes 
(o primeiro Peixe não é difícil de ser identificado em seu asterismo
 chamado Circlet, o Pequeno Círculo, 
que se posiciona bem junto e ao sul do Grande Quadrado
 formado pelo corpanzil do Cavalo Alado Pegasus!)

É interessante observarmos o fato de que
se por acaso pensávamos que as águas terminaram... 
(em Aguadeiro, Peixes e Peixes Austrinus... e ainda em Rio Eridano)....,
 estamos enganados porque a figura delineada por estrelas tímidas 
que perfazem Cetus, a Baleia, é algo realmente ameaçador, temeroso, terrível...
 por causa de seu imenso tamanho!
.... continuando....  
Se acaso pensávamos que as águas terminaram..... não.
  
Cetus, a Baleia, o monstro-marinho atua também próximo à terra firme 
onde Aries, o Carneiro, bem como o Touro moram!



Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes




CETUS, A BALEIA, O MONSTRO MARINHO

Posicionamento:
Ascensão Reta 23h55m / 3h21m     Declinação -25o.2 / +10o.2


Mito:
Cetus representa o monstro marinho enviado por Netuno 
para devorar Andrômeda.  
Andromeda era uma princesa filha de Cepheus 
e tendo por madrasta, Cassiopea que a prende 
acorrentada em uma ilha.  
Andromeda foi salva por Perseus, 
o herói que realizou este feito voando até a ilha 
em seu cavalo alado Pegasus.


Fronteiras:
A constelação Cetus faz fronteira com Eridanus, 
Taurus, Áries, Pisces, Aquarius, Sculptor e Fornax

6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão, 
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986 



http://www.raremaps.com/gallery/detail/35725/Cetus/Flamsteed.html
Title: Cetus    Map Maker: John Flamsteed



Caro Leitor,

Nos céus estrelados do norte,
eu penso que as estrelas alpha e beta Arietis 
são fáceis de serem encontradas e observadas
- mais ainda pelo fato de que O Triângulo do Norte é também bastante visível.

Eu gostaria  de mencionar uma questão interessante:
se o Leitor estiver bem atento,
notará que existe uma discrepância 
em termos dos desenhos/das ilustrações
que perfazem a cauda e a cabeça
de Cetus, a Baleia.

Menkar, a estrela-alpha Ceti, quer significar
Uma estrela brilhante e alaranjada 
situada nos dentes da Baleia.  
De Al Minhar, o Nariz, O Focinho 

Difda ou Deneb Kaitos,a estrela-beta Ceti, quer significar
Uma estrela amarelada 
na cauda da Baleia.  
De Al Difd al Thani, o Segundo Sapo.

Na carta celeste realizada pelo IAU 
(International Astronomical Union)
o delineamento em linhas ligando as estrelas do monstro-marinho
nos traz a impressão de uma inversão.
Da mesma forma, 
assim encontramos figurada a constelação Cetus
através a Carta Celeste realizada por Mario Jaci Monteiro.
(e ambas encontradas nesta Postagem)

Quer dizer, 
naquilo que o desenho parece mostrar ser a Cauda da Baleia,
vemos o asterismo formado apresentando a Cabeça e acolhendo
a estrela-alpha Ceti, Menkar.
Por outro lado, naquilo que o desenho que parece mostrar ser a Cabeça da Baleia,
vemos o corpo imenso e a demonstração da Cauda através
a estrela-beta Ceti, Difda ou Deneb Kaitos (e sabemos que o termo Deneb
quer significar cauda (ex: Denebola (estrela-beta Leonis), Deneb (estrela-alpha Cygnus)
esta estrela me parece ser posicionada na cauda da Baleia e não na cabeça!

Existe, inclusive,  um Asterismo denominado de A Cabeça de Cetus
 e composto pelas estrelas Alpha, Gamma, Zeta2 e Um Ceti.
Quer dizer, a estrela-alpha Ceti, como sabemos, é Menkar, 
e este Asterismo situa-se ao sul do Carneiro
e já apontando para o campo onde o Touro pasta 
bem como ladeando o Rio Eridano.  

A bem da verdade, este pedaço do céu é realmente bem escasso em estrelas
(não é a toa que os antigos persas nomearam Fomalhaut, 
estrela-alpha Piscis Austrinus,
como a guardiã do inverno, 
em constelação bem ao sul da Linha da Eclíptica)
e podemos bem visualizá-lo 
somente em noites de outono e de inverno,
em tempo de sêca, e em lugares de céus escuros e transparentes,
ou quando na primavera e no verão, 
as nuvens nos permitem uma observação
desse pedaço do céu estrelado.

O que sempre me atrai o olhar 
- em termos da constelação da Baleia -
 é um corpo imenso de estrelas!

E, como eu disse mais acima, 
é uma visão quase assustadora...
e podemos entender o porquê de os antigos povos
tecerem o Mito do monstro-marinho ameaçando a vida
da Princesa Acorrentada, Andromeda!

Bons Estudos e Boa Observação!

Com um abraço estrelado,
Janine Milward











Algumas Estrelas, em Baleia:

Existe um Asterismo denominado de A Cabeça de Cetus
 e composto pelas estrelas Alpha, Gamma, Zeta2 e Um Ceti.


Menkar.  Alpha Ceti.
Ascensão Reta 03h01,2 - Declinação +04o 00
Magnitude visual 2,82 - Distância 130 anos-luz
Uma estrela brilhante e alaranjada 
situada nos dentes da Baleia.  
De Al Minhar, o Nariz, O Focinho 
- nome árabe que indica a posição da estrela mais brilhante 
do asterismo da Baleia.


Stellarium







Difda ou Deneb Kaitos.  Beta Ceti
Ascensão Reta 00h42,6 - Declinação -18o 06
Magnitude visual 2,24 - Distância 57 anos-luz
Uma estrela amarelada na cauda da Baleia.  
De Al Difd al Thani, o Segundo Sapo.


Stellarium



Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes


http://www.raremaps.com/gallery/detail/32123/Cetus/Jamieson.html
Title: Cetus
Map Maker: Alexander Jamieson





Cetus constellation map.png
https://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_838#/media/File:Cetus_constellation_map.png
Cetus constellation map
Copyright © 2003 Torsten Bronger.




Omicron Ceti - Mira - Estrela Variável
O Ceti - Estrela Variável
Ascensão Reta 02h16m    Declinação -08o.12
Magnitudes: Max 2,0  Min 10,1   Período 331,5
Tipo PLG   Espectro MGe
A Maravilhosa da Baleia, nome latino que lembra a notável variação de brilho desta estrela variável. Mira é denominada A Maravilhosa e ocupa o lugar da mais brilhante e mais familiar estrela variável de longo período.   Seu  brilho varia entre Magnitude 2.1 e Magnitude 10, em um período de cerca de 331 dias.  Sua distância é de 250 anos-luz, com um    diâmetro real de 230 vezes aquele do nosso Sol.  É uma supergigante vermelha e podemos observar que existe uma companheira com variação de brilho entre 10 to 12 de Magnitude.


Baten Kaitos.  Zeta Ceti. 
Uma estrela amarelo-topázio, situada no corpo da Baleia.  De Al Batn A Kaitos, a Barriga da Baleia.

Tau Ceti
Distante somente 11.8 anos-luz e de magnitude 3.50, é uma estrela muito próxima ao nosso Sol e que também é suposta de possuir um sistema planetário.

Shemali - Iota Ceti
Norte, nome de origem  árabe Al Shamaliyy, usado para designar a parte norte da cauda da Baleia.

Kaffaldidhma - Gamma Ceti
A Cabeça da Baleia, nome árabe, inicialmente empregado para designar toda a constelação, mas que depois passou a ser usado somente para esta estrela.


T Ceti - Estrela Variável (período de variação luminosa irregular)
Ascensão Reta  00h19m     Declinação -20o.20
Magnitudes: Max 5,2   Min 6,0   Período 160,0
Tipo IRR   Espectro M5



6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão, 
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986 



Stellarium




Omicron Ceti - Mira - Estrela Variável
A Maravilhosa da Baleia, 
nome latino que lembra a notável variação de brilho desta estrela variável.
 Mira é denominada A Maravilhosa 
e ocupa o lugar da mais brilhante e mais familiar estrela variável de longo período.   
Seu  brilho varia entre Magnitude 2.1 e Magnitude 10, 
em um período de cerca de 331 dias.  
Sua distância é de 250 anos-luz, com um  diâmetro real de 230 vezes aquele do nosso Sol.  
É uma supergigante vermelha 
e podemos observar que existe uma companheira
 com variação de brilho entre 10 to 12 de Magnitude.


6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão, 
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986 





http://pt.wikipedia.org/wiki/Mira_(estrela)#mediaviewer/Ficheiro:Mira_1997.jpg
Mira 1997
Margarita Karovska (Harvard-Smithsonian Center for Astrophysics) and NASA - HubbleSite STScI-1997-26





Mira (Omicron Ceti) é uma estrela gigante vermelha da classe M, dupla e variável, da constelação de Cetus (Baleia) visível no hemisfério sul. Uma das mais brilhantes do céu, Mira era conhecida pelos antigos como a Estrela Maravilhosa, tendo recebido esta alcunha no século XVII por sua característica de mudar de aparência de forma significativa em ciclos de 332 dias (sabe-se hoje que há variação de 304 a 353).
Mira varia seu brilho cerca de 1500 vezes, indo da magnitude 2 em seu brilho extremo à magnitude 10, quando então torna-se visível apenas através de telescópios. A estrela mantém seu fulgor máximo apenas durante umas semanas, antes de baixar rapidamente.
Em 1596, pouco antes da invenção do telescópio, o monge e astrônomo alemão David Faber, (também conhecido como Fabricius) observou na constelação de Cetus, uma estrela alaranjada onde anteriormente nada havia notado e registrou sua posição. Em 1603, o alemão Johannes Bayer ao compilar seu famoso atlas celeste Uranometria, atribuiu a letra grega Omicron àquela estrela, sem perceber suas variações. Aparentemente tropeçou pela estrela quando esta estava em seu máximo. Tentativas posteriores para encontrá-la falharam, até que fez a sua reaparição mais tarde.
Ela só foi definitivamente constatada como variável e seu período calculado em 11 meses no ano de 1638 pelo astrônomo holandês Johann Holwarda. Em 1642 Johannes Hevelius, de Danzig, denominou-a a Maravilha da Baleia, ou, em latim, Mira Ceti. Mira foi, portanto, a primeira variável a ser descoberta e, na época, esta descoberta contribuiu para a rejeição da idéia de que a abóbada celeste era eterna e imutável.
Mira A tem cerca de 700 vezes o diâmetro do Sol e co-orbita Mira B, uma anã branca de aproximadamente o tamanho da Terra. A agitação interna de Mira A pode criardistúrbios magnéticos na sua atmosfera superior, responsáveis pelas fulgurações de raios-X e por fortes ventos estelares que fazem a estrela perder material de forma rápida. Parte do gás e poeira que escapam de Mira A é capturada pela sua companheira, Mira B, que é rodeada por um disco de material sugado da gigante pulsante, odisco de acreção.
sistema binário Mira AB encontra-se a 420 anos-luz do Sol e as duas estrelas irmãs estão afastadas uma da outra por cerca de 9 bilhões de quilômetros, ou 1,5 vezes a distância média Sol-Plutão, que é hoje o raio máximo do Sistema Solar (desde que não considerados o Cinturão de Kuiper nem a Nuvem de Oort).
Já bastante fria e arrefecendo cada vez mais, Mira aproxima-se do final de sua vida, quando seu combustível nuclear começa a esgotar-se e ao fim deverá explodir, libertando suas camadas exteriores, formando uma nebulosa planetária e deixando em seu lugar outra anã branca, densa e quente.

Variáveis Mira

Variáveis Mira são estrelas variáveis de Longo Período - ou LPVs -, estrelas gigantes vermelhas, normalmente de tipo espectral M, que apresentam oscilações de brilho em torno de seis magnitudes entre o máximo e o mínimo brilho. O período destas variáveis - definido como o intervalo entre dois máximos consecutivos - é em média de um ano aproximadamente. Esses valores podem variar entre diferentes LPVs ou mesmo em diferentes ciclos de uma mesma estrela. Exemplos: Mira Ceti, R CarinaeR LeonisChi CygniR Hydrae e R Centauri.




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http://apod.nasa.gov/apod/ap060722.html
Mira: The Wonderful Star 
Credit: X-ray Image: M. Karovska (Harvard-Smithsonian CfAet al.CXC / NASA
Illustration: M.Weiss(CXC)
Explanation: To seventeenth century astronomers, Omicron Ceti or Mira was known as a wonderful star - a star whose brightness could change dramatically in the course of about 11 months. Modern astronomers now recognize an entire class of long period Mira-type variables as cool, pulsating, red giant stars, 700 or so times the diameter of the Sun. Only 420 light-years away, red giant Mira (Mira A, right) itself co-orbits with a companion star, a small white dwarf (Mira B). Mira B is surrounded by a disk of material drawn from the pulsating giant and in such a double star system, the white dwarf star's hot accretion disk is expected to produce some x-rays. But this sharp, false-color image from the Chandra Observatory also captures the cool giant star strongly flaring at x-ray energies, clearly separated from the x-ray emission of its companion's accretion disk. Placing your cursor over the Chandra x-ray image of Mira will reveal an artist's vision of this still wonderful interacting binary star system. 





Uma estrela variável Mira - nome dado em referência à estrela Mira - pertence a uma classe de estrelas variáveis pulsantes caracterizadas por uma coloração de vermelho intenso, períodos de pulsação maiores que 100 dias, e amplitudes de luz maiores que uma magnitude. Essas estrelas são classificadas como gigantes vermelhas nos estágios tardios da evolução estelar (o ramo gigante assimptótico), fase em que as camadas mais externas são expelidas na forma de nebulosas planetárias, tornando-se anãs brancasdentro de poucos milhões de anos.
Acredita-se que as variáveis Mira sejam estrelas cuja massa seja menor que duas massas solares, mas podem ser milhares de vezes mais luminosas que o Sol, devido aos seus envelopes vastos e distendidos. Uma explicação para a pulsação dessas estrelas é a de que os pulsos são provocados pela expansão e contração da estrela como um todo. Isso ocasiona uma mudança na temperatura, assim como no raio - dois fatores que causam variações na luminosidade. O período de pulsação é a função da massa e do raio de uma estrela. Os primeiros modelos das estrelas variáveis Mira pressupunham que a estrela permanecia esféricamente simétrica durante este processo (isso se deve em grande parte a uma tentativa de manter a simplicidade dos modelos computacionais, ao invés de seguir uma razão física). Uma pesquisa recente das estrelas variáveis Mira descobriu que 75% dessas etrelas que poderiam ser descritas utilizando-se o telescópio IOTA não são simetricamente esféricas,1 um resultado que é consistente com imagens individuais anteriores das estrelas variáveis Mira,2 3 4 fato que agora demanda medelos tridimensionais mais realísticos das variáveis Mira nos supercomputadores.




http://science.nasa.gov/media/medialibrary/2007/08/15/15aug_mira_resources/mira1.jpg


Astronomers using a NASA space telescope, the Galaxy Evolution Explorer, have spotted an amazingly long comet-like tail behind a star streaking through space. The star, named Mira after the Latin word for "wonderful," has been a favorite of astronomers for about 400 years, yet this is the first time the tail has been seen.
Galaxy Evolution Explorer--"GALEX" for short--scanned the popular star during its ongoing survey of the entire sky in ultraviolet light. Astronomers then noticed what looked like a comet with a gargantuan tail. In fact, material blowing off Mira is forming a wake 13 light-years long, or about 20,000 times the average distance of Pluto from the sun. Nothing like this has ever been seen before around a star.
......................  LEIA MAIS acessando:

close-up view of Mira (labelled)



four views from animation showing Mira and its tail

+ Play animation - Lower resolution (Quicktime - 6.5Mb) 
+ Play animation - Higher resolution (Quicktime - 27Mb) 

This artist's animation illustrates a star flying through our galaxy at supersonic speeds, leaving a 13-light-year-long trail of glowing material in its wake. The star, named Mira (pronounced my-rah) after the Latin word for "wonderful," sheds material that will be recycled into new stars, planets and possibly even life. NASA's Galaxy Evolution Explorer discovered the long trail of material behind Mira during its survey of the entire sky in ultraviolet light. 

The animation begins by showing a close-up of Mira - a red-giant star near the end of its life. Red giants are red in color and extremely bloated; for example, if a red giant were to replace our sun, it would engulf everything out to the orbit of Mars. They constantly blow off gas and dust in the form of stellar winds, supplying the galaxy with molecules, such as oxygen and carbon, that will make their way into new solar systems. Our sun will mature into a red giant in about 5 billion years. 



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e também



Saiba mais informações
acerca 

Mira (Omicron Ceti)

Mira A

Mira B and its captured disk of matter

 Copyright © The Worlds of David Darling




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http://apod.nasa.gov/apod/ap981011.html
Resolving Mira 
Credit: M. Karovska (Harvard-Smithsonian CfA) et al., FOCESANASA
Explanation: Most stars appear only as points of light. Early last year, Betelgeuse became the second star, after our Sun, to have it surface resolved. Later last year, Mira was added to the list. Mira A is a red giant star undergoing dramatic pulsations, causing it to become more than100 times brighter over the course of a year. Mira was discovered to be the first variable star 401 years ago today by David Fabricus. Mira can extend to over 700 times the size of our Sun, and is only 400 light-years away. The above photograph taken by the Hubble Space Telescope shows the true face of Mira. But what are we seeing? The unusual extended feature off the lower left of the star remains somewhat mysterious. Possible explanations include gravitational perturbation and/or heating from Mira's white dwarf star companion 
http://apod.nasa.gov/apod/ap981011.html


Observando o coração da estrela Mira A e de sua parceira


Estudar as estrelas gigantes vermelhas diz aos astrônomos sobre o futuro do Sol – e sobre como as gerações prévias de estrelas espalham os elementos necessários para a vida através do universo. Uma das estrelas gigantes vermelhas mais famosas no céu, é chamada de Mira A, que é parte do sistema binário Mira, que localiza-se a cerca de 400 anos-luz de distância da Terra. Na imagem acima a vida secreta da Mira é revelada pelo ALMA. Mira A é uma estrela velha, que já começou a expelir os produtos do trabalho da sua vida no espaço para que sejam reciclados. A companheira da Mira A, conhecida como Mira B, a orbita a uma distância, equivalente a duas vezes a distância entre o Sol e Netuno. A Mira A é conhecida por ter um vento lento que gentilmente molda o material ao redor. O ALMA tem agora confirmado que a companheira da Mira é um tipo muito diferente de estrela, com um vento muito diferente. A Mira B é uma estrela do tipo anã branca, quente e densa com um forte e violente vento estelar. Novas observações mostram como os ventos dessas duas estrelas têm criado uma fascinante, maravilhosa e complexa nebulosa. A forma bem definida de coração da bolha no centro é criada pelo vento energético da Mira B dentro da Mira A. O coração que se formou em algum momento nos últimos 400 anos, e o resto do gás ao redor do par mostra que elas têm construído esse estranho e belo ambiente de forma conjunta. Observando estrelas como a Mira A e a Mira B faz com que os cientistas tenham a esperança de descobrir como as estrelas duplas da nossa galáxia se diferem das estrelas simples e como elas criaram o ecossistema estelar da Via Láctea. Apesar da distância entre elas, a Mira A e sua companheira têm tido um forte efeito uma na outra e demonstram como as estrelas duplas podem influenciar seus ambientes e como elas podem deixar pistas para que os cientistas possam decifrar. Outras estrelas moribundas e velhas também possuem arredores bizarros, como os astrônomos têm visto, usando o ALMA e outros telescópios. Mas não é sempre que fica claro se as estrelas são simples, como o Sol, ou duplas como a Mira. A Mira A, sua misteriosa parceira e a bolha em forma de coração são todos elementos que fazem parte dessa história.
Fonte: Cienctec
http://imagensdouniverso.blogspot.com.br/2014/11/observando-o-coracao-da-estrela-mira-e.html





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http://apod.nasa.gov/apod/image/0708/B-Mira-Head.jpg

http://apod.nasa.gov/apod/ap070817.html
The Tail of a Wonderful Star 
Credit: NASA, JPL-Caltech, GALEX, C. Martin (Caltech), M. Seibert(OCIW)
Explanation: To seventeenth century astronomers, Omicron Ceti or Mira was known as a wonderful star, a star whose brightness could change dramatically in the course of about 11 months. Mira is now seen as the archetype of an entire class of long-period variable stars. Surprisingly, modern astronomers have only recently discovered another striking characteristic of Mira -- an enormous comet-like tail nearly 13 light-years long. The discovery was made using ultraviolet image data from the Galaxy Evolution Explorer (GALEX) satellite. Billions of years ago Mira was likely similar to our Sun, but has now become a swollen red giant star, its outer layers of material blowing off into interstellar space. Fluorescing in ultraviolet light, the cast off material trails behind thegiant star as it plows through the surrounding interstellar medium at 130 kilometers per second. The amount of material in Mira's tail is estimated to be equivalent to 3,000 times the mass of planet Earth. About 400 light-years away toward the constellation Cetus, Mira is presently too faint to be seen by the unaided eye, but will become visible again in mid-November.



close-up view of Mira (labelled)
http://www.nasa.gov/mission_pages/galex/20070815/e.html
Image credit: NASA/JPL-Caltech 

A close-up view of a star racing through space faster than a speeding bullet can be seen in this image from NASA's Galaxy Evolution Explorer. The star, called Mira (pronounced My-rah), is traveling at 130 kilometers per second, or 291,000 miles per hour. As it hurls along, it sheds material that will be recycled into new stars, planets and possibly even life. 

In this image, Mira is moving from left to right. It is visible as the pinkish dot in the bulb shape at right. The yellow dot below is a foreground star. Mira is traveling so fast that it's creating a bow shock, or build-up of gas, in front of it, as can be seen here at right. 
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LEIA MAIS acessando
 http://www.nasa.gov/mission_pages/galex/20070815/e.html



Mira's Tail There All Along
visibile and ultraviolet views of Mira
http://www.nasa.gov/mission_pages/galex/20070815/g.html

NASA's Galaxy Evolution Explorer discovered an exceptionally long comet-like tail of material trailing behind Mira - a star that has been studied thoroughly for about 400 years. So, why had this tail gone unnoticed for so long? The answer is that nobody had scanned the extended region around Mira in ultraviolet light until now. 

As this composite demonstrates, the tail is only visible in ultraviolet light (top), and does not show up in visible light (bottom). Incidentally, Mira is much brighter in visible than ultraviolet light due to its low surface temperature of about 3,000 kelvin (about 5,000 degrees Fahrenheit). 
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e também





Richard Hinckley Allen, Star Names, Their Lore and Meaning, Dover Publications, Inc, New York, USA 










Richard Hinckley Allen, em seu famoso e importantíssimo livro
Star Names — Their Lore and Meaning -,
nos fala bem sinteticamente sobre MIRA:

ο, Variable, 1.7 to 9.5, flushed yellow.

Mira, Stella Mira, and Collum Ceti are all titles for this Wonderful Star in the Whale's neck, the show object in the heavens as a variable of long period and typical of its class.

It was first noticed as a 3d‑magnitude on the 13th of August, 1596, and again on the 15th of February, 1609, by David Fabricius, an amateur astronomer and disciple of Tycho Brahē; but its true character was not ascertained till 1638 by Phocylides Holwarda of Holland, — the first established record of a variable star.

Bayer lettered it in 1603 as of the 4th magnitude, evidently at a time of its diminished brilliancy and without knowledge of its variability; Hevelius, having observed it from 1659 to 1682, inserted it in his Prodromus as the Nova in Collo Ceti; and Flamsteed, numbering it 68, described it as in pectore nova and of the 6th magnitude on the 18th of October, 1691, and again on the 28th of September, 1692.

"This was singular in its kind till that in Collo Cygni was discovered; and the attention it excited among astronomers is detailed in the Historiola Mirae Stellae" of Hevelius in 1662; thus virtually naming it and "commemorating the amazement excited by the detection of stellar periodicity."
Its period, fixed by Bouillaud in 1667 as 333 days, is now given as 331, p165but this is subject to extreme irregularities, — at various times it has not been seen at all with the naked eye for several years consecutively, — and its maxima and minima are even more irregular. While it has been known almost to equal Aldebaran in its light, as it did under Herschel's observations on the 6th of November, 1779, Chandler gives its maximum as from 1.7 to 5, and its minimum from 8 to 9.5. It thus sometimes sends out at its maximum fifteen hundredfold moderate light than at its minimum, and "after three centuries of notified activity gives no sign of relaxation." It is generally at its brightest for about a fortnight; the increase occupying about seven weeks and the decrease about three months. The maximum of 1897 occurred about the 1st of December, when it was a little below the 3d magnitude.

Sir William Herschel wrote of it in 1783 as being of a deep garnet color like μ Cephei.
The spectrum is of Secchi's 3d type, with extremely brilliant hydrogen lines at the time of maximum.

Mira lies almost exactly on the line joining γ and ζ, a little nearer the former star.
ϕ1ϕ2ϕ3, and ϕ4, 5th- to 6th‑magnitude stars, were the Arabs' Al Nithām. In China they were Tien Hwan, Heaven's Sewer. It was near these that Harding of Lilienthal discovered the minor planet Juno, on the 2d of November, 1804, the 3d of these objects found.

c and y, small stars near τ, were the Chinese Foo Chih, the Ax and Skewer.











Entra em cena
M77,
o único Objeto Messier
na constelação de Cetus, a Baleia, o Monstro Marinho.







M77,
O OBJETO MESSIER
NA DIREÇÃO DA CONSTELAÇÃO CETUS, A BALEIA




NGC 1068: Winds of Change: How Black Holes May Shape Galaxies

http://chandra.harvard.edu/photo/2010/ngc1068/


  • NGC 1068 is a nearby spiral galaxy containing a black hole at its center that is twice as massive as the Milky Way's.

  • X-ray images and spectra from Chandra show that a million- mile-per-hour wind is being driven from NGC 1068's black hole.

  • This wind has an impact on how the galaxy evolves.
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Fast Facts for NGC 1068:
Credit X-ray (NASA/CXC/MIT/C.Canizares, D.Evans et al), Optical (NASA/STScI), Radio (NSF/NRAO/VLA)
Release Date March 3, 2010
Scale Image is 1.0 arcmin across (about 15,000 light years across).
Category Quasars & Active Galaxies
Coordinates (J2000) RA 02h 42m 40.70s | Dec -00° 00' 47.60"
Constellation Cetus
Observation Date 1 pointing on Dec 4, 2000 and 9 pointings between Nov 18 and Dec 5, 2008
Observation Time 122 hours (5 days 2 hours)
Obs. ID 9886, 9108, 9109, 9887332, 9148-9150, 10815-10817, 10823, 10829-10830
Instrument ACIS
Also Known As M77
References D.Evans et al., 2010, HEAD meeting.
Color Code X-ray (Red), Optical (Green), Radio (Blue)
Radio
Optical
X-ray
Distance Estimate About 50 million light years

Messier 77

Spiral Galaxy M77 (NGC 1068), type Sb, in Cetus

Cetus A


[m77.jpg]
Right Ascension02 : 42.7 (h:m)
Declination-00 : 01 (deg:m)
Distance60000 (kly)
Visual Brightness8.9 (mag) 
Apparent Dimension7x6 (arc min)


Discovered 1780 by Pierre Méchain.


Messier 77 (M77, NGC 1068) is a conspicuous spiral galaxy situated in constellation Cetus. With its bright Active Galactic Nucleus (AGN), it is the prototype of an active galaxy, and a famous group of these objects called "Seyfert Galaxies," after their discoverer.

When Pierre Méchain discovered this object on October 29, 1780, he described it as a nebula. Charles Messier included it as No. 77 in his catalog on December 17, 1780, and misclassified it a cluster with nebulosity, perhaps because of foreground stars, or possibly mistaking some of its knots for faint stars. M77 is one of the first recognized spiral galaxies, and listed by Lord Rosse as one of 14 "spiral nebulae" discovered to 1850.

This magnificient galaxy is one of the biggest galaxies in Messier's catalog, its bright part measuring about 120,000 light years, but its faint extensions (which are well visible e.g. in the DSSM image) going perhaps out to nearly 170,000 light years. Its appearance is that of a magnificient spiral with broad structured arms, which in the inner region show a quite young stellar population, but more away from the center, are dominated by a smooth yellowish older stellar population.

LEIA MAIS 
em

http://messier.obspm.fr/m/m077.html


http://www.stellarium.org/pt/


Messier 77 (NGC 1068) é uma galáxia espiral (Sb) na direção da constelação de Cetus. Possui uma ascensão reta de 02 horas, 42 minutos e 40.7 segundos e umadeclinação de -00° 00' 48". É o membro mais brilhante do Grupo M77.
A galáxia M77 foi descoberta por Pierre Méchain em 29 de outubro de 1780. Ele atribuiu a descoberta desta galáxia a Charles Messier.

M77
Descoberto porPierre Méchain
Data de descoberta29 de outubrode 1780
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoCetus
Tipoespiral SA(rs)b
Asc. reta02h 42m 40,7s
Declinação-00° 00′ 48″
Distância47 milhões de anos-luz(14,4 Mpc)
Redshift1137 ± 3 km/s
Magnit. apar.9,6
Dimensões7',1 × 6',0
Características físicas
Raio ? anos-luz
Outras denominações
M77, NGC 1068, UGC 2188, PGC 10266, Arp 37.
Mapa
Messier 77
Cetus constellation map.png
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_77



http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_77#mediaviewer/File:NGC1068-hst-R658GB814.jpg


Seu núcleo é um emissor de rádio, fato descoberto por Bernard Yarnton Mills em 1952. Foi designado como Cetus A e listado como a entrada 3C 71 no Terceiro Catálogo de Cambridge de Fontes de Rádio. Investigações de seu núcleo a partir do obseravatório W. M. Keck em infravermelho indicaram a presença de uma estrutura pontual no núcleo da galáxia, com apenas 12 anos-luz de diâmetro, envolvida por outra estrutura alongada de 100 anos-luz de extensão. A atividade do núcleo de M77 é responsabilizada a um objeto supermaciço, com massa equivalente a 10 milhões de massas solares. Há também um disco gigante, com 5 anos-luz de diâmetro, orbitando esse objeto, composto principalmente de água.1
A região do disco interno próxima ao núcleo galáctico contém nebulosas de emissão com consideráveis velocidades de expansão. Nessas nebulosas, há uma intensa atividade de formação estelar, uma das mais brilhantes conhecidas em um raio de 100 milhões de anos-luz a partir da Terra. É a galáxia dominante de seu grupo de galáxias, o grupo M77, que também inclui as galáxias NGC 1055NGC 1073, UGC 2161, UGC 2275, UGC 2302, UGGA 44 e Markarian 600.1

LEIA MAIS
em
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_77


http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/1990/13/image/b/format/large_web/

A picture of the barred spiral galaxy NGC 1068, taken with the 0.9-m telescope at Kitt Peak National Observatory shows the bright nucleus. The inset is an HST WF/PC narrow band image which shows clouds of ionized gas in the very center of the galaxy.
Object Name: NGC 1068
Image Type: Astronomical/Illustration
Credit: NASAESASTScI, and KPNO 
http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/1990/13/image/b/


http://imgsrc.hubblesite.org/hu/db/images/hs-1990-13-a-full_jpg.jpg

In this view of the core of galaxy NGC 1068, NASA's Hubble Space Telescope reveals far more detail than has ever been seen from the ground. This picture was taken through a narrow band filter with HST's Wide Field/Planetary Camera (WF/PC). The image was then computer processed to show additional detail in the clouds of ionized gas in the nucleus of NGC 1068.
Clouds as small as 10 light-years across are clearly resolved in the central 150 light-years of the core. The clouds are glowing because they are caught in a "searchlight" of radiation beamed out of the galaxy's energetic nucleus, which may contain a massive black hole. A schematic representation of this invisible cone of ionizing radiation has been artificially added to the image to illustrate how radiation is beamed from the hidden nucleus.
Object Name: NGC 1068
Image Type: Astronomical/Illustration
Credit: NASAESASTScI, H. Ford, and the Faint Object Spectrograph (FOS) Investigation Definition Team.
http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/1990/13/image/a/



NASA's Hubble Space Telescope (HST) has provided an unprecedented, detailed view of highly energetic events in the core of a galaxy 30 million light-years away. The observations are a first step in HST's search for super-massive black holes at the nuclei of active galaxies.
Holland Ford (Johns Hopkins University and Space Telescope Science Institute), Ian Evans, Anne Kinney (Space Telescope Science Institute), Lee Armus and Saul Caganoff (Johns Hopkins University) used the HST's Wide Field/Planetary Camera (WF/PC) to look into the core of the galaxy NGC 1068. The resulting data will be used to support follow-on observations by the HST's Faint Object Spectrograph (FOS) Investigation Definition Team headed by Richard Harms (Applied Research Corporation). The FOS observation will analyze light from deep within the nucleus to help astronomers better understand the dynamics of the "engine" which powers the galaxy's unusual activity.
Located at a distance roughly two thirds of the way to the great Virgo clusters of galaxies, NGC 1068 looks like a normal barred spiral galaxy. However, since the year 1909, the core of the galaxy has been known to be the source of unusual activity, which is made evident by the presence of extremely hot (ionized), fast moving clouds of gas in the vicinity of the galaxy's nucleus. Similar galactic fireworks have been detected at the heart of other galaxies as well, and they are collectively referred to as Active Galactic Nuclei (AGN).
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http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/1990/13/text/




HST Reveals the Central Region of an Active Galaxy


http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/1994/07/image/c/

Image of Galaxy NGC 1068, Taken After Hubble's First Servicing Mission


The refurbished HST has provided this outstanding image of the nuclear region of the galaxy NGC 1068.
NGC 1068 is located at a distance of approximately 60 million light-years and is the prototype of a class of galaxies, known as Seyfert Type 2. In active galaxies, typically the core shines with the brightness of a billion solar luminosities, and the brightness of the core fluctuates over the period of a few days implying that the energy is being released from a region only a few light-days in extent. The most likely source for this enormous amount of energy is a "super massive" black- hole with a total mass of 100 million stars like the Sun.
In the case of NGC 1068, previous HST observations (left) have shown a number of hot gaseous clouds ionized or heated by the intense radiation from the nuclear source. A toms of "donut" of opaque dust and gas orbiting the black hole confines escaping radiation to a diverging beam or "cone" of emission.
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Object Name: NGC 1068
Image Type: Astronomical

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http://www.raremaps.com/gallery/detail/32123/Cetus/Jamieson.html
Title: Cetus
Map Maker: Alexander Jamieson




OUTROS OBJETOS CELESTES
EM CETUS, A BALEIA



This new NASA/ESA Hubble Space Telescope image shows a gathering of four cosmic companions. This quartet forms part of a group of galaxies known as the Hickson Compact Group 16, or HCG 16 – a galaxy group bursting with dramatic star formation, tidal tails, galactic mergers and black holes.

http://sci.esa.int/science-e-media/img/f7/heic1514a_1280.jpg
Four of the seven members of galaxy group HCG 16. Credit: NASA, ESA, ESO. Acknowledgement: Jane Charlton (Pennsylvania State University, USA)
This quartet is composed of (from left to right) NGC 839, NGC 838, NGC 835, and NGC 833 – four of the seven galaxies that make up the entire group. They shine brightly with their glowing golden centres and wispy tails of gas [1], set against a background dotted with much more distant galaxies.
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http://sci.esa.int/hubble/56054-hubble-views-a-bizarre-cosmic-quartet-heic1514/


NGC 839 é uma galáxia lenticular (S0) localizada na direcção da constelação de Cetus. Possui uma declinação de -10° 11' 00" e uma ascensão recta de 2 horas, 09minutos e 42,9 segundos.
A galáxia NGC 839 foi descoberta em 28 de Novembro de 1785 por William Herschel.
https://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_839

NGC 838 é uma galáxia lenticular (S0) localizada na direcção da constelação de Cetus. Possui uma declinação de -10° 08' 45" e uma ascensão recta de 2 horas, 09minutos e 38,4 segundos.
A galáxia NGC 838 foi descoberta em 28 de Novembro de 1785 por William Herschel.
https://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_838

NGC 833 é uma galáxia espiral (Sa/P) localizada na direcção da constelação de Cetus. Possui uma declinação de -10° 07' 58" e uma ascensão recta de 2 horas, 09minutos e 20,8 segundos.
A galáxia NGC 833 foi descoberta em 28 de Novembro de 1785 por William Herschel.
https://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_833

NGC 835 é uma galáxia espiral barrada (SBab/P) localizada na direcção da constelação de Cetus. Possui uma declinação de -10° 08' 07" e uma ascensão recta de 2horas, 09 minutos e 24,6 segundos.
A galáxia NGC 835 foi descoberta em 28 de Novembro de 1785 por William Herschel.
https://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_835




https://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_247#/media/File:NGC_247_ESO.jpg
This picture of the spiral galaxy NGC 247 was taken using the Wide Field Imager (WFI) at ESO’s La Silla Observatory in Chile. NGC 247 is thought to lie about 11 million light-years away in the constellation of Cetus (The Whale). It is one of the closest galaxies to the Milky Way and a member of the Sculptor Group.
NGC 247 é uma galáxia espiral barrada (SBcd) localizada na direcção da constelação de Cetus. Possui uma declinação de -20° 45' 36" e uma ascensão recta de 0horas, 47 minutos e 08,3 segundos.
A galáxia NGC 247 foi descoberta em 20 de Outubro de 1784 por William Herschel.
https://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_247



https://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_246#/media/File:NGC_246.jpg

NGC 246 é uma nebulosa planetária na direção da constelação de Cetus. O objeto foi descoberto pelo astrônomo William Herschel em 1785, usando um telescópio refletor com abertura de 18,6 polegadas. Devido a sua moderada magnitude aparente (+10,9), é visível apenas com telescópios amadores ou com equipamentos superiores.
https://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_246


https://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_450#/media/File:NGC450-hst-814.png
NGC450 - Color rendering is done by by Aladin-software (2000A&AS..143...33B.)

NGC 450 é uma galáxia espiral barrada (SBc) localizada na direcção da constelação de Cetus. Possui uma declinação de -00° 51' 41" e uma ascensão recta de 1horas, 15 minutos e 30,4 segundos.
A galáxia NGC 450 foi descoberta em 1 de Outubro de 1785 por William Herschel.
https://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_450



https://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_936#/media/File:Potw1009a.jpg
Glowing in the cosmos at a distance of about 50 million light-years away, the galaxy NGC 936 bears a striking resemblance to the Twin Ion Engine (TIE) starfighters used by the evil Dark Lord Darth Vader and his crew in the epic motion picture Star Wars. The galaxy’s shiny bulge and a bar-like structure crossing it bring to mind the central engine and cockpit of the spacecraft; while a ring of stars surrounding the galactic core completes the parallel, corresponding to the wings of the TIE fighters that are equipped with solar panels. This galaxy harbours exclusively old stars and shows no sign of any recent star formation. Bars such as that observed in NGC 936 are common features of galaxies; however, this one is significantly more marked than average. Although a perfect symbol for the dark side of the “Force”, it is still debatable whether this galaxy is dominated, like most others, by a large amount of dark matter. This image has been obtained using the FORS instrument mounted on one of the 8.2-metre telescopes of ESO’s Very Large Telescope on top of Cerro Paranal, Chile. It combines data acquired through four wide-band filters (B, V, R, I). The field of view is about 7 arcminutes. Credit: ESO Id: potw1009a Release Date: Mar 1, 2010, 10:00 CET Size: 2018 x 2018 px
NGC 936 é uma galáxia espiral localizada a cerca de cinquenta e nove milhões de anos-luz (aproximadamente 18,08 megaparsecs) de distância na direção daconstelação da Baleia. Possui uma magnitude aparente de 10,2, uma declinação de -01º 09' 23" e uma ascensão reta de 02 horas, 27 minutos e 37,5 segundos.
https://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_936



IC 1613 é uma pequena galáxia irregular na direção da constelação de Cetus, perto da estrela 26 Ceti. Possui uma ascensão reta de 01 hora, 04 minutos e 47.8 segundose uma declinação de +02° 07′ 04″. IC 1613 é uma das galáxias do Grupo Local.
galáxia IC 1613 foi descoberta por Max Wolf, em 1906.
https://pt.wikipedia.org/wiki/IC_1613
IC 1613
Descoberto porMax Wolf
Data de descobertade 1906
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoCetus
TipoIB(s)m
Asc. reta01h 04m 47.8s
Declinação+02° 07′ 04″
Distância2.38 ± 0.07 milhões de anos-luz (730 ± 20 kpc)
Redshift-234 ± 1 km/s
Magnit. apar.9.9
Dimensões16′.2 × 14′.5
Características físicas
Raioanos-luz
Outras denominações
UGC 668, DDO 8, PGC 3844.

https://pt.wikipedia.org/wiki/IC_1613





"Gravitational lensing in the galaxy cluster Abell 370 (captured by the Hubble Space Telescope)" by NASA, ESA, the Hubble SM4 ERO Team and ST-ECF - http://www.spacetelescope.org/images/html/heic0910b.html (direct link). Via Wikimedia Commons - https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Gravitational_lensing_in_the_galaxy_cluster_Abell_370_(captured_by_the_Hubble_Space_Telescope).jpg#/media/File:Gravitational_lensing_in_the_galaxy_cluster_Abell_370_(captured_by_the_Hubble_Space_Telescope).jpg

The NASA/ESA Hubble Space Telescope's newly repaired Advanced Camera for Surveys (ACS) has peered across almost five billion light-years to resolve intricate details in the galaxy cluster Abell 370. Abell 370 is one of the very first galaxy clusters where astronomers observed the phenomenon of gravitational lensing, the warping of space-time by the cluster’s gravitational field that distorts the light from galaxies lying far behind it. This is manifested as arcs and streaks in the picture, which are the stretched images of background galaxies. Ground-based telescopic observations in the mid-1980s of the most prominent arc (near the right-hand side of the picture) allowed astronomers to deduce that the arc was not a structure of some kind within the cluster, but the gravitationally lensed image of an object twice as far away. Hubble has now resolved new, previously unseen details in the arc that reveal structure in the lensed background galaxy. These observations were taken with Hubble's Advanced Camera for Surveys (ACS) in its Wide Field mode on 16 July 2009. The composite image was made using filters that isolate light from green, red and infrared wavelengths.
NASA, ESA, the Hubble SM4 ERO Team and ST-ECF - http://www.spacetelescope.org/images/html/heic0910b.html (direct link)




Abell 370 is a galaxy cluster located approximately 6 billion light-years away from the Earth (at redshift z = 0.375), in the constellation Cetus. Its core is made up of several hundred galaxies. It was catalogued by George Abell, and is the most distant of the clusters he catalogued.

Gravitational lensing

Abell 370 appears to include several arcs of light, which in fact are mirages caused by gravitational lensing of more distant objects.[3]
In 2002, astronomers used this lensing effect to discover a galaxy, HCM-6A, 12.8 billion light years away from Earth. At the time it was the furthest known galaxy.[4]
In 2009, study in the field of Abell 370 revealed a grouping of background galaxies lensed and distorted by the cluster into an arc with the appearance of a dragon, hence nicknamed The Dragon[5] by NASA scientists.[6] Its head is composed of a spiral galaxy,[7] with another spiral composing the tail. Several other galaxies form the body of the dragon, all overlapping.[8] These galaxies all lie approximately 5 billion light years away.
https://en.wikipedia.org/wiki/Abell_370




Supermassive black holes spiralling.jpg
https://en.wikipedia.org/wiki/Abell_400#/media/File:Supermassive_black_holes_spiralling.jpg
What's happening in the middle of this massive galaxy? There, two bright sources at the center of this composite x-ray (blue)/radio (pink) image are thought to be co-orbiting supermassive black holes powering the giant radio source 3C 75. Surrounded by multimillion degree x-ray emitting gas, and blasting out jets of relativistic particles the supermassive black holes are separated by 25,000 light-years. At the cores of two merging galaxies in the Abell 400 galaxy cluster they are some 300 million light-years away. Astronomers conclude that these two supermassive black holes are bound together by gravity in a binary system in part because the jets' consistent swept back appearance is most likely due to their common motion as they speed through the hot cluster gas at 1200 kilometers per second. Such spectacular cosmic mergers are thought to be common in crowded galaxy cluster environments in the distant universe. In their final stages the mergers are expected to be intense sources of gravitational waves.
X-Ray (blue): NASA / CXC / D. Hudson, T. Reiprich et al. (AIfA); Radio (pink): NRAO / VLA/ NRL - http://apod.nasa.gov/apod/ap100314.html


Abell 400 is a galaxy cluster which contains the galaxy NGC 1128 with two supermassive black holes (3C 75) spiraling towards merger.
These two supermassive black holes are contained in NGC 1128. The galaxy, microwave radio jets, multi-million degree X-ray producing gas and resultant radio source is known as 3C 75. X-ray source 2A 0252+060 (1H 0253+058, XRS 02522+060) may be some additional or other portion of Abell 400.[3]
The black holes are an estimated 25,000 light years apart, and thus will take millions of years to collide. Should the two supermassive black holes merge, they will form a single super-supermassive black hole.
https://en.wikipedia.org/wiki/Abell_400




Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes



The text is in the public domain.

[image ALT: a blank space]
p160
The south wind brings her foe
The Ocean beast.
Brown's Aratos.
Cetus, the Whale or Sea Monster,
is the French Baleine, the Italian Balena and the German Wallfisch.
This constellation has been identified, at least since Aratos' day, with the fabled creature sent to devour Andromeda, but turned to stone at the sight of the Medusa's head in the hand of Perseus. Equally veracious additions to the story, from Pliny [H. N. IX.11] and Solinus, are that the monster's bones were brought to Rome by Scaurus, the skeleton measuring forty feet in length and the vertebrae six feet in circumference; from Saint Jerome, who wrote that he had seen them at Tyre;a and from Pausanias, who described a nearby spring that was red with the monster's blood. But the legend in which Cetus figured seems to have been current on the Euphrates long before our era; and, descending to Euripides and Sophocles, appeared in their dramas, as also in much subsequent literature.
For its stellar title the Greeks usually followed Aratos and Eratosthenes in Κῆτος, but they also had Ὀρφίς, Όρφός, and Όρφώς, some species of p161cetacean; and the equivalent Πρῆστις and Πρίστις,1 from πρῆθειν, to blow or spout, the common habit of the animal. The last word, variously transliterated, was common for the constellation with Roman authors, appearing as Pristis, Pristix, and Pistrix, qualified by the adjectives auster,Nereia, fera, Neptunia, aequorea, and squammigera Cetus, however, has been the usual title from the days of Vitruvius [IX.5], varied by Cetewith the 17th‑century astronomical writers, although the stellar figure is unlike any whale known to zoölogy.
The Harleian2 and Leyden Manuscripts show it with greyhound head, ears, and fore legs, but with a long, trident tail; the whole, perhaps, modeled after the ancient bas-relief of Perseus and Andromeda in the Naples Museum. It is found thus on the Farnese globe, and this figuring may have given rise to, or originated from, the early title that La Lande cited, Canis Tritonis, his own Chien de Mer. But the Hyginus of 1488 has a dolphin-like creature with proboscis and tusks, all imitated in the edition of 1535 by Micyllus; and Dürer still further varied the shape of the head and front parts.
Thus in these, as, in fact, in all delineations, it has been a strange and ferocious marine creature, in later times associated with the story of Andromeda, and at first, perhaps, was the Euphratean Tiāmat, of which other forms were Draco, Hydra, and Serpens; indeed, some have thought that our Draco was Andromeda's foe because of its proximity to the other characters of the legend. But as an alternative signification of the word Κῆτος is Tunny,3 also a signification of Χελιδόνιας, to the Northern Fish of the zodiac, it is not unlikely that the latter figure should be substituted in the story for the time-honored Whale.
Cetus is sometimes represented swimming in the River Eridanus, although usually as resting on the bank with fore paws in the water; its head, directly under Aries, marked by an irregular pentagon of stars, and its body stretching from the bend in Eridanus to that in the Stream from the Urn. It occupies a space of 50° in length by 20° in breadth, and so is one of the most extended of the sky figures; yet it shows no star larger than of the 2nd magnitude, and only one of that lustre.
p162Argelander enumerates 98 stars in the constellation, and Heis 162.
The 1515 Almagest and the Alfonsine Tables called it Balaena, but Firmicus [Mathesis, VIII.17.5] said Belua, the Beast or Monster, a more appropriate name than ours. Bayer mentioned it as Draco, and drew it so, but without wings; he also cited for it Leo, Monstrum marinum, Ursus marinus,Orphas, and Orphus; and Grotius quoted Gibbus, Humped, from anonymous writers.
The Arabian astronomers of course knew the Greek constellation and called it Al eus, from which have come Elketos, Elkaitos, and Elkaitus; but their predecessors, who had not heard of the Royal Family and its foe, separated these stars into three very different asterisms. Those in the head, α, γ, δ, λ, μ, ξ1and ξ2, were Al Kaff al Jidhmah, the Part of a Hand, from a fancied resemblance to their Stained Hand, our Cassiopeia; η, θ,τζ, and υ, in the body of our Cetus, were Al Naʽāmāt, the Hen Ostriches; and the four in a straight line of 3° length across the tail, all lettered ϕ, were Al Nihām, the Necklace.
The biblical school of the 17th century of course saw here the Whale that swallowed Jonah; and commentators on that great astronomical poem, the Book of Job, have said that it typified the Leviathan of which the Lord spoke to the patriarch. Julius Schiller thought it "SS. Joachim and Anna."
The Easy Chair has popularly been applied to it from the arrangement of its chief stars, the back of the chair leaning towards Orion.
Although an old constellation, Cetus is by no means of special interest, except as possessing the south pole of the Milky Way and the Wonderful Star, the variable Mira; and from the fact that it is a condensation point of nebulae directly across the sphere from Virgo, also noted in this respect.
α, 2.9, bright orange.
Menkar of the Alfonsine Tables of 1521, Scaliger's Monkar, and now sometimes Menkab, from Al Minar, the Nose, still is the popular, but inappropriate name, for it marks Monster's open jaws. It is the prominent star in the northeastern part of the constellation, and culminates on the 21st of December.
Al Kaff al Jidhmah, found on the Borgian globe, is Ulug Beg's and Al Tizini's designation for it, taken from that for all the stars in the head; but modern lists apply this solely to γ.
In astrological days it portended danger from great beasts, disgrace, ill fortune, and illness to those born under its influence.
In China α, γ, δ, λ, μ, ν, ο, ξ1, and ξ2 were Tseen Kwan, Heaven's Round Granary.
p163
The other 'neath the dusky Monster's tail.
Brown's Aratos.
β, 2.4, yellow.
Deneb Kaitos is from the Arabian Al Dhanab al aios al Janūbīyy, the Tail of the Whale towards the South, i.e. the Southern Branch of the Tail. Chrysococca synonymously had Οὖρα τοῦ Καίτου arbitrarily formed from the Arabic; and the Alfonsine Tables of 1521 called it Denebcaiton.
Very differently it was the Arabs' Al ifdiʽ al Thānī, the Second Frog, that we see in the present Difda, Latinized as Rana Secunda; the star Fomalhaut being Al ifdiʽ al Awwal, the First Frog.
In China it was Too Sze Kung, Superintendent of Earthworks.
Although below it in lettering, this star is now brighter than α, yet both were registered γ  i.e. of the 3d magnitude — by Ptolemy; and Miss Clerke asserts that this inversion of brilliancy took place during the last century. It is nearly 40° southwest from α, culminating on the 21st of November.
One third of the way towards β Andromedae is a group of unnamed stars from which Smyth said that a new asterism, Testudo, was proposed.
γ, Double, 3.5 and 7, pale yellow and blue.
Al Kaff al Jidhmah is the Arabs' name for the whole group marking the Whale's head, but in modern lists is exclusively applied to this star.
The components are 2ʺ.5 apart, at a position angle of 290°.
ε, of the 5th magnitude, with π, was a part of the Ostrich's Nest that mainly lay in Eridanus; and, with πρ, and σ, also was Al Sufi's Al Sadr al aios, the Whale's Breast.
Notwithstanding its lettering, it is the faintest of these four stars.
ερ, and σ were the Chinese Tsow Kaou, Hay n Straw.
ζ, 3.9, topaz yellow,
is Baten Kaitos, the Arabian Al Ban al aios, the Whale's Belly, although the star is higher up the body. The Alfonsine Tables had Batenkaitonand Batenel Kaitos; and Chilmead, Boten.
In astrology it portended falls and blows.
It forms, with the 5th‑magnitude χ, a very coarse naked-eye double; and itself has a 7½‑magnitude companion 3′6ʺ distant.
η, 3.6, yellow.
Deneb and Dheneb are names for this star, especially in English lists, maps, and globes; but incorrectly, as η, on the Heis Atlas, lies at the base p164of the tail, and in Bayer's and Argelander's on the Monster's flank, while there are two others, β and ι, so named in the proper location. Still, although a misnomer, the title seems to be generally recognized. The Century Cyclopedia extends it as Deneb Algenubi. This error in name has led to another, for the star has been mistaken for the Rana Secunda of the Arabs, the Second Frog, the Arabs' Al ifdiʽ al Thānī, — β Ceti.
ι, 3.6, bright yellow,
is another Deneb Kaitos to which the Arabians added Al Shamāliyy as being in the Northern branch of the tail, although Heis places it in the Southern. From this Arabic adjective the Standard Dictionary very unsatisfactorily gives Schemali simply as the star's title. With ηθντ, and stars in the modern Fornax, it made up the Chinese asterism Tien Yuen, Heaven's Temporary Granary.
λ, of about 4½ magnitude, is occasionally called Menkar, and, as it exactly marks the Nose of Cetus, the title would seem to be more appropriate than it is to α; but it was applied by the Arabs to both.
ο, Variable, 1.7 to 9.5, flushed yellow.
Mira, Stella Mira, and Collum Ceti are all titles for this Wonderful Star in the Whale's neck, the show object in the heavens as a variable of long period and typical of its class.
It was first noticed as a 3d‑magnitude on the 13th of August, 1596, and again on the 15th of February, 1609, by David Fabricius, an amateur astronomer and disciple of Tycho Brahē; but its true character was not ascertained till 1638 by Phocylides Holwarda of Holland, — the first established record of a variable star.
Bayer lettered it in 1603 as of the 4th magnitude, evidently at a time of its diminished brilliancy and without knowledge of its variability; Hevelius, having observed it from 1659 to 1682, inserted it in his Prodromus as the Nova in Collo Ceti; and Flamsteed, numbering it 68, described it as in pectore nova and of the 6th magnitude on the 18th of October, 1691, and again on the 28th of September, 1692.
"This was singular in its kind till that in Collo Cygni was discovered; and the attention it excited among astronomers is detailed in the Historiola Mirae Stellae" of Hevelius in 1662; thus virtually naming it and "commemorating the amazement excited by the detection of stellar periodicity."
Its period, fixed by Bouillaud in 1667 as 333 days, is now given as 331, p165but this is subject to extreme irregularities, — at various times it has not been seen at all with the naked eye for several years consecutively, — and its maxima and minima are even more irregular. While it has been known almost to equal Aldebaran in its light, as it did under Herschel's observations on the 6th of November, 1779, Chandler gives its maximum as from 1.7 to 5, and its minimum from 8 to 9.5. It thus sometimes sends out at its maximum fifteen hundredfold moderate light than at its minimum, and "after three centuries of notified activity gives no sign of relaxation." It is generally at its brightest for about a fortnight; the increase occupying about seven weeks and the decrease about three months. The maximum of 1897 occurred about the 1st of December, when it was a little below the 3d magnitude.
Sir William Herschel wrote of it in 1783 as being of a deep garnet color like μ Cephei.
The spectrum is of Secchi's 3d type, with extremely brilliant hydrogen lines at the time of maximum.
Mira lies almost exactly on the line joining γ and ζ, a little nearer the former star.
ϕ1, ϕ2, ϕ3, and ϕ4, 5th- to 6th‑magnitude stars, were the Arabs' Al Nithām. In China they were Tien Hwan, Heaven's Sewer. It was near these that Harding of Lilienthal discovered the minor planet Juno, on the 2d of November, 1804, the 3d of these objects found.
c and y, small stars near τ, were the Chinese Foo Chih, the Ax and Skewer.

The Author's Notes:
1 This word is seen in more modern days in the Physetere that Rabelais used.
2 This is the famous No. 647 of the Harleian Collection of manuscripts in the British Museum, from Robert Harley, the first earl of Oxford. It is an illuminated copy of Cicero's translation of the Phainomena, and has been reproduced and annotated by Ottley in the 26th volume of Archaeologiafor 1834, its editor supposing it to be from the 2d or 3d century. Verses from Manilius are inscribed within the figure outlines.
3 This tunny, the horse-mackerel of the American coast and the Albacora thynnus of ichthyology, is found in the Mediterranean up to 1000 pounds' weight.

Thayer's Note:
a Once again, it's dangerous to sniff too loud at the absurd tales of eyewitnesses: the work of Adrienne Mayor has made it amply clear that quite a few ancient Romans, not only Pliny and Jerome, but the emperor Augustus and many others, had seen or even collected fossils of gigantic prehistoric animals. OK, so their reconstructions were not ours, and someone thought it was the heavenly Cetus — and then ours are not always so good either: the Stegosaurus that we all loved as children never existed, or at least not looking anything like that.
The more general moral to extract from this, as from so many other places, is that when someone tells you they've seen something with their own eyes, you'd better have awfully good grounds for dismissing it as nonsense. The interpretation of course is another matter.



Title: Cetus
Map Maker: John Flamsteed


Os desenhos formados pelas estrelas 
- as constelações -
são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais, 
entre o céu e a terra...; 
bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente, 
vai se tornando Cosmos e sendo por nossa mente conscientizado.  

Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

COM UM ABRAÇO ESTRELADO,
Janine Milward