segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

Marte e Vênus mergulhados nos mares abissais dos Peixes, ao cair da noite


Olá!

Ao cair da noite, Caro Leitor,
certamente você vem observando
a magnífica luminosidade
do Planeta Vênus,
não é verdade?

Se você observar com boa atenção,
verá que não somente a Bela da Tarde
ilumina nosso final de dia, começo de noite,
como também vem aproximando-se
mais e mais
do Planeta Vermelho,
Marte.

Esses dois Planetas encontram-se
mergulhados nos mares abissais dos Peixes
e penso que é um bom momento
para você, Caro Leitor,
tentar divisar o Grande Quadrado de estrelas
formando o corpo do Cavalo Alado, Pegasus,
bem como o denominado Circlet,
ou Pequeno Círculo,
que se apresenta como um asterismo
muitíssimo interessante
e formando a cabeça de um dos dois Peixes.

Eu penso que este é um bom momento
para estas observações interessantes,
Caro Leitor,
enquanto a Lua vem concluindo seu ciclo
e nos deixando sob céus escuros e transparentes
durante toda a noite.

Porém, no cair da noite do dia 31 de janeiro,
a Lua recém-Nova e já galgando em direção ao zênite
para tornar-se Crescente,
estará beijando Marte e Vênus
- sendo que estas três maravilhosas luzes
estarão acontecendo
bem próximos à direção
do denominado Ponto Vernal,
o Ponto do Equinócio da Primavera.
(Aguarde nossa Postagem para este momento ímpar!).


Ainda na direção da constelação Pisces, os Peixes,
vamos encontrar o Objeto Messier 74,
verdadeiro tesouro dos céus estrelados
nos revelando o fato de ser reconhecido
como Grupo 74 - um pequeno grupo de galáxias
e onde o Objeto Messier 74 é a galáxia mais brilhante.

No entanto, devido à sua baixa luminosidade, 

M74 é um dos objetos Messier mais difíceis 
de ser visualizado.

Mesmo que sua luminosidade não seja pronunciada,
existem dois braços espirais bem definidos em M74
e, por esta razão, esta galáxia é usada como protótipo
de espiral de grande desenho.


E, certamente, estaremos comentando

sobre o Objeto Messier 74
desmembrando-se em Grupo 74
e também apresentando um suposto buraco negro
bem como apresentando duas supernovas
observadas nos primeiros anos
desse novo século que ora vivenciamos.



Nesta Postagem, Caro Leitor,

encontre informações
sobre a constelação Pisces, os Peixes, 
suas estrelas e sobre o Asterismo Pequeno Círculo
bem como informações
sobre os objetos celestes na direção desta constelação
e ainda sobre
 o Superaglomerado Perseus-Pisces
e
 o Complexo de Superaglomerados Pisces-Cetus.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward


Stellarium

Stellarium


http://www.raremaps.com/gallery/enlarge/36551
Title: Les Poissons (Pisces)   Map Maker: John Flamsteed /  MJ Fortin
http://www.raremaps.com/gallery/detail/36551/Les_Poissons_Pisces/Flamsteed-Fortin.html



PISCES, OS PEIXES



Mito:

Enquanto estavam sentados às margens do Rio Eufrates, Vênus e seu filho, Cupido, viram Tifão, o inimigo dos Deuses, se aproximando.  Ambos mergulharam no rio e foram salvos de se afogarem por dois peixes, que mais tarde foram colocados nos céus por Vênus, em agradecimento.

Os babilônios, os assírios e os persas representavam este grupo de estrelas por dois peixes.
Para os egípcios, esse asterismo registrava a aproximação da primavera e da estação da pesca.  No zodíaco de Denderah, está representado por dois grandes peixes ligados por uma faixa, em meio de um retângulo que simboliza a água.  No tumulo de Ramsés VI é representado por um único peixe.




Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes




Algumas Informações Interessantes acerca esta Constelação:

Embora não seja uma constelação que apresente estrelas proeminentes, Peixes faz parte das constelações zodiacais desde os tempos das mais antigas civilizações.


Devido à Precessão, o equinócio vernal situa-se em Peixes, 
na linha de sua estrela Omega Piscium.

Segundo o astrônomo Ronaldo Rogério de Freitas Mourão, em sua 6a. edição do Atlas Celeste, página 163, podemos ler:
 Ponto Vernal.  Ponto da esfera celeste, situado na interseção da eclíptica com o equador, na qual o Sol, em seu movimento aparente anual, passa do hemisfério sul para o norte.  O ponto vernal serve de origem para as ascensões retas e as longitudes celestes, intervindo desse modo nas definições de tempo.  O ponto vernal é habitualmente designado como equinócio da primavera, equinócio vernal, primeiro ponto de Áries.



Fronteiras:
A constelação de Pisces faz fronteira com Áries, Triangulum, Andrômeda, Pegasus, Aquário e Cetus.



http://www.ianridpath.com/atlases/urania/urania27.jpg


Algumas Estrelas e alguns objetos interessantes, 
em Peixes:

 Asterismo nomeado de Circlet, Pequeno Círculo
composto pelas estrelas Gamma, Beta, Teta, Iota, 19, Lambda 
e Kappa Piscium
Este Pequeno Círculo - um dos dois Peixes - marca a proximidade do Ponto Vernal, o cruzamento entre as Linhas do Equador celestial e da Eclíptica. Em lugares de céus escuros e transparentes, podemos sempre bem visualizar este Pequeno Círculo, realmente.



Excerto da constelação dos Peixes 
- Mario Jaci Monteiro, Cartas Celestes, As Constelações


Este Asterismo é muitíssimo interessante
porque,
 se o observarmos através nossa visão a olho nu
- sempre em momentos de ausência de Lua
e em lugares de céus escuros e transparentes -,
conseguiremos detectar um pequeno círculo de estrelas tímidas
e que se diferenciam muitíssimo 
do tom meio caótico de disposição em ziguezague
 das estrelinhas que compõem o Jarro e a Água entornando pelo Aguadeiro...., 
água que acaba fazendo parte
dos mares dos Peixes!


Al Rischa - Alpha Piscium - Estrela Dupla
Ascensão Reta 01h69m  Declinação +02º.31
Magnitude visual 4,3 e 5,2 Ângulo de Posição 281o.,2       Distância entre estrelas 1”,73
A Medula Espinhal, nome de origem árabe.

Al Pherg.  Eta Piscium.
Magnitude 3.9
Uma estrela dupla na corda próxima à cauda do Peixe ao norte.  Esta estrela é associada com a Cabeça do Tifão, dos gregos.

Zeta Piscium - Estrela Dupla
Ascensão Reta  01h11m       Declinação   +07o.19          Magnitude  5,6 e 6,5
Ângulo de Posição  63o.,5       Distância entre estrelas 23”,54

Sigma Piscium - Estrela de Van Maanen
Esta é uma anã branca descoberta em 1917 por A. van Maanen, distante apenas 13.8 anos-luz.  É uma das menores estrelas conhecidas, com um diâmetro calculado em cerca de 12.500 km - o que é bem próximo ao diâmetro da Terra.  No entanto, a massa dessa estrela é comparável ao de nosso Sol.






See Explanation.  Clicking on the picture will download
the highest resolution version available.

http://apod.nasa.gov/apod/ap110406.html
M74: The Perfect Spiral 
Credit & CopyrightDescubre FoundationCalar Alto ObservatoryOAUVDSA, V. Peris (OAUV), J. L. Lamadrid (CEFCA), J. Harvey (SSRO), S. Mazlin (SSRO), I. Rodriguez (PTeam), O. L. (PTeam), J. Conejero (PixInsight).
Explanation: If not perfect, then this spiral galaxy is at least one of the most photogenic. An island universe of about 100 billion stars, 32 million light-years away toward the constellation PiscesM74 presents a gorgeous face-on view. Classified as an Sc galaxy, the grand design of M74's graceful spiral arms are traced by bright blue star clusters and dark cosmic dust lanes. The above image covers half the width of the full Moon and was obtained using 19 hours of exposure on the 1.23-meter telescope at Calar Alto Observatory in the Sierra de Los Filabres mountain range in Spain. Spanning about 30,000 light-years across the face of M74, it includes exposures recording emission from hydrogen atoms, highlightingthe reddish glow of the galaxy's large star-forming regions.




M74,
OBJETO MESSIER
NA DIREÇÃO DA CONSTELAÇÃO PISCES:





Messier 74

Spiral Galaxy M74 (NGC 628), type Sc, in Pisces


[m74.jpg]
Right Ascension01 : 36.7 (h:m)
Declination+15 : 47 (deg:m)
Distance35000 (kly)
Visual Brightness9.4 (mag) 
Apparent Dimension10.2x9.5 (arc min)


Discovered 1780 by Pierre Méchain.

Messier 74 (M74, NGC 628) is one of the nicest examples of so-called "grand-design" spiral galaxies seen face-on, so that its spiral structure stands out conspicuously. With its comparatively low surface brightness, it is one of the more difficult objects in Messier's catalog, situated in constellation Pisces.

Pierre Méchain found M74 at the end of September 1780. He reported his discovery to his 
friend, Charles Messier, who determined its position and included it in his catalog on October 18, 1780. It is among the first "Spiral Nebulae" recognized;Lord Rosse lists it as one of 14 "spiral or curvilinear nebulae" discovered before 1850.

LEIA MUITO MAIS
acessando

A galáxia Messier 74 (M74) vista em dois diferentes comprimentos de onda do espectro infravermelho. M74 (conhecida também como NGC 628) é uma galáxia espiral que dista 24 milhões de anos-luz da Terra na constelação de Peixes. As imagens em infravermelho da SPIRE mostram a poeira entre as estrelas, mostrando claramente os braços espirais. Na imagem vemos pontos tênues que são galáxias distantes. Estas galáxias também contem poeira que irradiam no infravermelho, mas como estão bem mais distantes, não conseguimos discernir as estruturas destas galáxias.
A galáxia Messier 74 (M74) vista em dois diferentes comprimentos de onda do espectro infravermelho (à esquerda a visão do SPITZER e à direita a imagem do Herschel). A M74 (conhecida também como NGC 628) é uma galáxia espiral que dista 24 milhões de anos-luz da Terra na constelação de Peixes. As imagens em infravermelho da SPIRE mostram a poeira entre as estrelas, mostrando claramente os braços espirais. Na imagem vemos pontos tênues que são galáxias distantes. Estas galáxias também contem poeira que irradiam no infravermelho, mas como estão bem mais distantes, não conseguimos discernir as estruturas destas galáxias.



NGC 628 = M74 - Galáxia Espiral
Galáxia bem grande porém de magnitude 11.0, situada bem próxima à estrela Eta Piscium


Messier 74 (também conhecida como NGC 628) é uma galáxia espiral na constelação de Pisces.1 Foi descoberta em setembro de 1780 por Pierre Méchain. Ele reportou sua descoberta a Charles Messier, que listou a galáxia em seu catálogo.1
M74 possui dois braços espirais bem definidos e é usada como protótipo de uma galáxia espiral de grande desenho.1
..........................................

Devido a sua baixa luminosidade, é um dos mais difíceis objetos Messier para se visualizar. É necessário um céu noturno em excelentes condições para ver seu núcleo. Sua estrutura em braços espirais começa a ser notada a partir de telescópios amadores de 4 polegadas de abertura, embora seus aglomerados estelares azuis possam ser reconhecidos apenas com telescópios de 16 poelagas de abertura. Maratonistas Messier, observadores que tentam visualizar todos os 110 objetos Messier em uma única noite, frequentemente não são capazes de visualizar a galáxia.1



Origemhttp://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/galaxy/spiral/2007/41/image/a/
AutorNASA, ESA, and the Hubble Heritage (STScI/AURA)-ESA/Hubble Collaboration. Acknowledgment: R. Chandar (University of Toledo) and J. Miller (University of Michigan)

Messier 74 em imagem do Telescópio Espacial Hubble
Descoberto porPierre Méchain1
Data de descobertade 1780
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoPisces1
TipoSA(s)c2
Asc. reta01h 36m 41,8s2
Declinação15° 47′ 01″2
Distância30 ± 6 milhões de anos-luz3
(9,3 ± 1,8 Mpc)
Redshift657 km/s2
Magnit. apar.10,02
Dimensões10′,5 × 9′,52
Características físicas
Raio~47 500 anos-luz1
Número de estrelas100 bilhões4
Outras denominações
NGC 628, UGC 1149, PGC 5974.2
Mapa
Messier 74
Pisces constellation map.png





............................................

O grande número de regiões HII encontrados na galáxia indicam que o processo de formação estelar está vívida. Tais regiões também podem ser visualizadas como pontos em ultravioleta. A simetria notável de toda galáxia, possívelmente construída por "ondas de densidade estelar", indicam que a galáxia está influenciada por outras galáxias vizinhas: quando nuvens de gás são afetadas por estas ondas, se arranjam em cristas que se espiralam. Nesse processo, as nuvens de gás podem se fundir com outras, incentivando a formação estelar.1
M74 é a galáxia mais brilhante do Grupo M74, um grupo de 5-7 galáxias que também inclui a galáxia espiral peculiar NGC 660 e as galáxias NGC 660, UGC 891, UGC 1195 e UGGA 20.5 6 7 M74 está a uma distância de aproximadamente 30 milhões deanos-luz da Via Láctea3 e contém cerca de 100 bilhões de estrelas.4
........................................................................

Possível buraco negro

Em 22 de março de 2005, foi anunciado16 que o Observatório de raios-X Chandra observou uma luminosa fonte de raios-x (ULX) em M74, irradiando mais energia de raios-X que uma estrela de nêutrons em intervalos periódicos de cerca de duas horas. Ela tem uma massa estimada de cerca de 10 000 massas solares. Isso é um indicador de um buraco negro de massa intermediária. Esta seria uma classe pouco comum de buracos negros, com tamanho entre os buracos negros estelares e os buracos negros maciços localizados no centro de muitas galáxias. Por causa disso, acredita-se que os buracos negros de massa intermediária não são formados de uma única supernova, mas possivelmente de várias delas. A fonte de raios-X é identificada como CXOU J013651.1 154.547.

LEIA MUITO MAIS, 
acessando


Two supernovae have been discovered in M74:
  • Supernova 2002ap was discovered in M74 on January 29, 2002 by Japanese amateur Yoji Hirose when it was at mag 13.7. This type Ib/c supernova brightened up to mag 12.3 between February 5 and 12, 2002, and was classified as a "hypernova," occurring when progenitor stars of at least 40 solar masses explode.
  • Supernova 2003gd was found visually in M74 by Bob Evans on June 12.82 UT, in the morning twilight at Australia as it was 13.2 mag bright, and already fading. This supernova was of type II.
  • http://messier.obspm.fr/m/m074.html

Supernovae 2002ap and 2003gd in M74

[SN 2002ap, CfA] [SN 2003gd, M. Schwartz]
Images of M74 with the supernovae 2002ap and 2003gd for comparison. The SN 2002ap image was taken by Harvard CfA astronomers with the 1.2-m telescope on Mt. Hopkins, Arizona. The SN 2003gd image was obtained by Mike Schwartz.



http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_74



O Grupo M74 (também conhecido como o Grupo NGC 628) é um pequeno grupo de galáxias na direção da constelação de Pisces. A galáxia espiral em visão frontal M74 (NGC 628) é o membro mais brilhante dentro do grupo. Outros membros incluem a peculiar galáxia espiral NGC 660 e outras pequenas galáxias irregulares.3 1 2

Membros

A tabela abaixo lista todas as galáxias identificadas e confirmadas como membros do grupo pelo Nearby Galaxies Catalog,3 o Lyons Groups of Galaxies (LGG) Catalog,1 e três listas de grupos criados pelo Nearby Optical Galaxy sample of Giuricin et al.2
Membros do Grupo M74
NomeTipo4A.R. (J2000)4Dec. (J2000)4Redshift (km/s)4Magnit. apar.4
Messier 74SA(s)c01h 36m 42s+15° 47′ 01″65710,0
NGC 660SB(s)a pec01h 43m 02s+13° 38′ 42″85019,0
UGC 1176Im01h 40m 10s+15° 54′ 17″63014,4
UGC 1195Sc01h 42m 27s+13° 58′ 37″77413,9
UGC 1200IBm01h 42m 48s+13° 09′ 22″80814,0
Outras possíveis galáxias membros (galáxias listadas em uma ou duas referências citadas acima) incluem as galáxias irregulares UGC 891UGC 1104UGC 1171UGC 1175, e UGCA 20.
Grupo M74
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoPisces
Asc. reta01h 43m1 2
Declinação+14° 22′1 2
Número de Membros5-73 1 2
Membro BrilhanteMessier 742
Outras denominações
Grupo NGC 628, LGG 29,1
NOGG H 94,2 NOGG P1 84,2
NOGG P2 872



NGC 660 é uma galáxia espiral barrada (SBa/PRG) localizada na direcção da constelação de Pisces. Possui uma declinação de +13° 38' 37" e uma ascensão recta de 1 horas, 43 minutos e 01,8 segundos.
A galáxia NGC 660 foi descoberta em 16 de Outubro de 1784 por William Herschel.
NGC 660
NGC 660
Descoberto porWilliam Herschel
Data de descoberta16 de Outubrode 1784
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoPisces
Tipoespiral barrada (SBa/PRG)
Asc. reta01h 43m 01,8s
Declinação+13° 38' 37"
Distânciaanos-luz (kpc)
Redshift0,002842
Magnit. apar.10,7
Dimensões8,3' × 3,2'
Características físicas
Raioanos-luz
Outras denominações
660, PGC 6318, UGC 1201, MCG 2-5-13, ZWG 437.12, IRAS01403+1323, PRC C-13

See Explanation.  Clicking on the picture will download
 the highest resolution version available.
Polar Ring Galaxy NGC 660 
Image Credit: Gemini Observatory, AURATravis Rector (Univ. Alaska Anchorage)
Explanation: NGC 660 is featured in this cosmic snapshot, a sharp composite of broad and narrow band filter image data from the Gemini North telescope on Mauna Kea. Over 20 million light-years away and swimming within the boundaries of the constellation Pisces, NGC 660's peculiar appearance marks it as a polar ring galaxy. A rare galaxy type, polar ring galaxies have a substantial population of stars, gas, and dust orbiting in rings nearly perpendicular to the plane of the galactic disk. The bizarre-looking configuration could have been caused by the chance capture of material from a passing galaxy by a disk galaxy, with the captured debris eventually strung out in a rotating ring. The violent gravitational interaction would account for the myriad pinkish star forming regions scattered along NGC 660's ring. The polar ring component can also be used to explore the shape of the galaxy's otherwise unseen dark matter halo by calculating the dark matter's gravitational influence on the rotation of the ring and disk. Broader than the disk, NGC 660's ring spans over 50,000 light-years.


Hubble Views Polar Ring Galaxy NGC 660



Hubble Views Galaxy NGC 660


This new Hubble image shows a peculiar galaxy known as NGC 660, located around 45 million light-years away from us.
NGC 660 is classified as a “polar ring galaxy”, meaning that it has a belt of gas and stars around its center that it ripped from a near neighbor during a clash about one billion years ago. The first polar ring galaxy was observed in 1978 and only around a dozen more have been discovered since then, making them something of a cosmic rarity.
Unfortunately, NGC 660’s polar ring cannot be seen in this image, but has plenty of other features that make it of interest to astronomers – its central bulge is strangely off-kilter and, perhaps more intriguingly, it is thought to harbor exceptionally large amounts of dark matter. In addition, in late 2012 astronomers observed a massive outburst emanating from NGC 660 that was around ten times as bright as a supernova explosion. This burst was thought to be caused by a massive jet shooting out of the supermassive black hole at the center of the galaxy.
Source: Hubble Space Telescope






NGC 520 - Galáxia
Esta é uma galáxia de um formato pouco usual - e que deve estar ainda ejetando matéria.  Magnitude 12.4.  situa-se abaixo da estrela Upsilon Piscium e já bem próxima à fronteira com Cetus, a Baleia.


NGC 520 é uma galáxia irregular localizada a cerca de cem milhões de anos-luz (aproximadamente 30,65 megaparsecs) de distância na direção da constelação de Peixes. Possui uma magnitude aparente de 11,3, uma declinação de +03º 47' 42" e uma ascensão reta de 01 horas, 24 minutos e 34,3 segundos.
Acredita-se que a estranha forma adquirida por esta galáxia seja o resultado de uma colisão ocorrida entre duas galáxias espirais há cerca de trezentos milhões de anos.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_520

NGC 520 is the product of a collision between two disk galaxies that started 300 million years ago. It exemplifies the middle stages of the merging process: the disks of the parent galaxies have merged together, but the nuclei have not yet coalesced. It features an odd-looking tail of stars and a prominent dust lane that runs diagonally across the center of the image and obscures the galaxy. NGC 520 is one of the brightest galaxy pairs on the sky, and can be observed with a small telescope toward the constellation of Pisces, the Fish, having the appearance of a comet. It is about 100 million light-years away and about 100,000 light-years across. The galaxy pair is included in Arp's catalog of peculiar galaxies as Arp 157.
This image is part of a large collection of 59 images of merging galaxies taken by the Hubble Space Telescope and released on the occasion of its 18th anniversary on 24th April 2008.
http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2008/16/image/bo/ (direct link)
AutorNASA, ESA, the Hubble Heritage (STScI/AURA)-ESA/Hubble Collaboration, and B. Whitmore (STScI)




NGC 7714 é uma galáxia espiral barrada (SBb/P) localizada na direcção da constelação de Pisces. Possui uma declinação de +02° 09' 17" e uma ascensão recta de 23 horas, 36 minutos e 14,1 segundos.

A galáxia NGC 7714 foi descoberta em 18 de Setembro de 1830 por John Herschel.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_7714

http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2015/04/image/a/format/web_print/

This NASA Hubble Space Telescope photo of NGC 7714 presents an especially striking view of the galaxy's smoke-ring-like structure. The golden loop is made of Sun-like stars that have been pulled deep into space, far from the galaxy's center. The galaxy is located approximately 100 million light-years from Earth in the direction of the constellation Pisces.
The universe is full of such galaxies that are gravitationally stretched and pulled and otherwise distorted in gravitational tug-o'-wars with bypassing galaxies.
The companion galaxy doing the "taffy pulling" in this case, NGC 7715, lies just out of the field of view in this image. A very faint bridge of stars extends to the unseen companion. The close encounter has compressed interstellar gas to trigger bursts of star formation seen in bright blue arcs extending around NGC 7714's center.
The gravitational disruption of NGC 7714 began between 100 million and 200 million years ago, at the epoch when dinosaurs ruled the Earth.

The image was taken with the Wide Field Camera 3 and the Advanced Camera for Surveys in October 2011.
http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2015/04/image/a/




Superaglomerado Perseus-Pisces
e
Complexo de Superaglomerados Pisces-Cetus



superaglomerado Perseus-Pisces (SCl 40
é um superaglomerado próximo distante a 70 Mpc da Terra1 e é uma das maiores estruturas conhecidas do universo. Os principais aglomerados são Abell 262Abell 347 e Abell 4262 .
http://pt.wikipedia.org/wiki/Superaglomerado_Perseus-Pisces


O superaglomerado Perseus-Pisces, num contexto maior, abrangendo outros superaglomerados situados a 500 milhões de anos-luz da Terra.
Mapa dos superaglomerados mais próximos de nosso superaglomerado de Virgem, do qual se pode inferir a dimensão do complexo de aglomerados Peixes-Baleia conforme as informações fornecidas pelo artigo.


http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/a/ab/Superaglomerados_pr%C3%B3ximos.gif
Description
Map of voids and superclusters within 500 million light years from Milky May
Date08/11/09
Sourcehttp://www.atlasoftheuniverse.com/nearsc.html
AuthorRichard Powell

The Perseus-Pisces Supercluster

The Perseus-Pisces supercluster is the most obvious supercluster in the sky. Although, like all superclusters, it is much too faint to be seen with the naked eye, this plot of bright galaxies in this region of the sky (from the Principal Galaxies Catalogue) shows how prominant it is. The Perseus-Pisces supercluster is a long, dense wall of galaxies with a length of almost 300 million light years. At the left end of the supercluster lies the massive Perseus cluster (A426), one of the most massive clusters of galaxies within 500 million light years.

The Perseus-Pisces Supercluster
http://www.atlasoftheuniverse.com/superc/perpsc.html
This website belongs to Richard Powell.



COMPLEXO DE SUPERAGLOMERADOS DE PISCES-CETUS

complexo de aglomerados de Peixes-Baleia (alternativamente, complexo de superaglomerados de Pisces-Cetus) é um complexo de superaglomerados de galáxias ou filamentos galácticos que inclui o superaglomerado de Virgem (que por sua vez inclui o Grupo Local, o aglomerado galáctico em que a Via Láctea está localizada).1Descoberta[editar | editar código-fonte]
astrônomo R. Brent Tully, do Instituto de Astronomia da Universidade do Havaí identificou o complexo em 1987.2

Dimensão

Estima-se que o complexo de superaglomerados Peixes-Baleia se estenda por 1.0 bilhão de anos-luz e possua uma largura de 150 milhões de anos-luz. Este complexo é uma das maiores estruturas já identificadas no universo, sendo superado apenas pela Grande Muralha Sloan, que se estende por 1,37 bilhão de anos-luz.
O complexo abrange aproximadamente 60 aglomerados e possui uma massa estimada de 1018 M.3 De acordo com o descobridor, este complexo é composto por 5 partes:
  1. superaglomerado Peixes-Baleia
  2. cadeia Perseu-Pégaso, incluindo o superaglomerado Perseu-Peixes
  3. cadeia Pégaso-Peixes
  4. região do Escultor, incluindo o superaglomerado de Escultor e o superaglomerado de Hércules
  5. superaglomerado Virgem-Hidra-Centauro, que contém o superaglomerado de Virgem (superaglomerado Local) e também o superaglomerado Hidra-Centauro3 .
Com uma massa de 1015 M, o superaglomerado de Virgem contribui com apenas 0.1 por cento da massa total do superaglomerado.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Complexo_de_superaglomerados_Peixes-Baleia

The Nearest Superclusters

This is a map of the universe within 500 million light years. It shows most of the major galaxy superclusters that surround the Virgo supercluster. These superclusters are not isolated in space but together with many other smaller concentrations of galaxies they form parts of extensive walls of galaxies surrounding large voids. Three of the biggest walls near us are marked on the map as well as several of the largest voids. There are several hundred thousand large galaxies within 500 million light years, so even on this scale our galaxy is a very insignificant object. 

http://www.atlasoftheuniverse.com/wnearsc.gif
This website belongs to Richard Powell.



Os desenhos formados pelas estrelas
 - AS CONSTELAÇÕES - 
são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente a ir percebendo 
que existe mais, 
bem mais, 
entre o céu e a terra..., 
bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente, 
vai se tornando Cosmos 
e este por nossa mente sendo conscientizado.

Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward


VISITE MINHA PÁGINA
DA TERRA AO CÉU E AO INFINITO
http://daterraaoceueaoinfinito.blogspot.com.br/