segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

Plutão, de Sagittarius a Capricornus, entre 2008 e 2026


Olá!

Caro Leitor,
observe as Ilustrações mais abaixo
apresentando
O Vagaroso (aparente) Andamento de Plutão
entre as constelações Sagittarius e Capricornus
- Ilustrações Stellarium
realizadas para mostrar o posicionamento
de Plutão
entre 2008 e 2026,
de forma que você possa acompanhar
 (pelo menos virtualmente e ilustrativamente)
esta movimentação bastante lenta
- em idas e vindas (movimentos diretos e retrógrados) -
desse Planeta ora sendo considerado Planeta-Anão
(questão extremamente polêmica no mundo astronômico,
sem dúvida alguma).

Também nesta Postagem,
Caro Leitor,
encontre alguma informação sobre Plutão
e sobre a New Horizons
e ainda sobre Plutão na mitologia.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward




Na Ilustração Stellarium abaixo,
Caro Leitor,
realizada para as madrugadas conclusivas
do mês de fevereiro de 2017,
encontre Plutão nos céus estrelados
viajando na garupa do Arqueiro Centauro!


Stellarium




PLUTÃO
DE SAGITTARIUS A CAPRICORNUS
ENTRE 2008 E 2026





Veja abaixo o posicionamento de Plutão

no ano de 2008:

Stellarium




Veja abaixo o posicionamento de Plutão

no ano de 2011:
 Stellarium




Veja abaixo o posicionamento de Plutão
para o dia 17 de abril de 2015
 (quando esteve entrando em seu movimento aparente de retrogração):
 Stellarium




Observe abaixo
o posicionamento de Plutão
para abril de 2016:

Stellarium






O posicionamento de Plutão
para abril de 2018:


Stellarium




O posicionamento de Plutão para abril de 2020:

 Stellarium




O posicionamento de Plutão
para abril de 2023
- e você poderá observar
que o Planeta Anão já estará
transitando entre as fronteiras
das constelações Sagittarius e Capricornus:


Stellarium





O posicionamento de Plutão
no ano de 2026
- observe que o Planeta Anão
já se encontra visitando a constelação Capricornus:

 Stellarium





Pluto




Plutão foi descoberto em 1930 por Clyde Tombaugh
e durante um longo tempo foi considerado um planeta.

No entanto, mais recentemente, 
Plutão passou a ser denominado
como planeta-anão 
- juntamente com outros objetos transnetunianos.

Eu sinceramente fiquei muito emocionada quando li:
"Suas cinzas estão a bordo da sonda espacial New Horizons
que busca informações detalhadas de Plutão e os confins do Sistema Solar"
Realmente penso que homenagem maior do que esta 
é sempre difícil de acontecer!
 .... mas aconteceu ...
e espero que Mr. Tombaugh tenha ficado bem satisfeito 
e um tanto refeito de sua tristeza 
- embora já não estivesse presente neste Planeta
quando seu tão querido planeta sendo rebaixado de posto 
e exposto a tantas polêmicas 
(talvez denominadas de 'para o bem da ciência').  









Near the roll-off-roof building, in what Turner terms “Pluto Park,” stands the 16-inch telescope owned by Clyde Tombaugh, the discoverer of Pluto.


ClydeTombaugh2Domínio público


Clyde Tombaugh (Streator4 de Fevereiro de 1906 — Las Cruces17 de Janeiro de 1997) foi um astrônomo estado-unidense.
Trabalhava no Lowell Observatory quando em 1930 descobriu o planeta anão Plutão, descoberta que o tornou célebre. Também descobriu diversos asteróides e apelou para a pesquisa científica séria de objetos voadores não identificados.

Biografia

Clyde nasceu em 1906 em Streator, Illinois.

Morte

Clyde Tombaugh morreu numa sexta-feira a 17 de janeiro de 1997. Ele sofria de insuficiência cardíaca congestiva e estava a usar oxigênio nos últimos anos de vida. Suas cinzas estão a bordo da sonda espacial New Horizons, que busca informações detalhadas de Plutão e os confins do Sistema Solar1





https://pt.wikipedia.org/wiki/Plut%C3%A3o

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Descoberta



Clyde Tombaugh, o descobridor de Plutão.
Em 1840, usando mecânica newtonianaUrbain Le Verrier previu a posição de Netuno, que na época não tinha sido descoberto ainda, com base em perturbações na órbita de Urano.[21] Observações subsequentes de Netuno no final do século XIX fizeram astrônomos especularem que a órbita de Urano estava sendo perturbada por outro planeta. Em 1906Percival Lowell, fundador do Observatório Lowell, iniciou um grande projeto de procurar um possível nono planeta, que ele chamou de Planeta X.[22] Em 1909, Lowell e William H. Pickering sugeriram várias possíveis coordenadas celestiais para esse planeta.[23] Lowell continuou observando o céu à procura do Planeta X até sua morte em 1916, mas não achou nada. Apesar disso, ele fotografou Plutão duas vezes, mas não o reconheceu.[23][24]
Depois da morte de Lowell, a busca pelo Planeta X ficou parada até 1929,[25] quando Vesto Melvin Slipher deu a tarefa de achar o Planeta X a Clyde Tombaugh, que tinha acabado de chegar ao Observatório Lowell.[25] A tarefa de Tombaugh foi fotografar o céu noturno e depois de duas semanas tirar outra foto, e então examinar os pares de fotos para ver se houve movimento de algum objeto. Em 18 de fevereiro de 1930, depois de cerca de um ano de observações, Tombaugh descobriu um possível objeto em movimento em fotografias tiradas em 23 de janeiro e em 29 de janeiro daquele ano. Uma imagem de menor qualidade tirada em 21 de janeiro ajudou a confirmar o movimento.[26] Depois de observações feitas para confirmar o movimento, notícias da descoberta foram telegrafadas para o Harvard College Observatory em 13 de março de 1930.[23]

Nomeação

O Observatório Lowell, que tinha o direito de nomear o novo planeta, recebeu mais de 1 000 sugestões do mundo inteiro, variando de Atlas a Zynal.[27] Tombaugh pediu a Slipher que sugerisse um nome para o objeto antes que alguém fizesse isso.[27] Constance Lowell também sugeriu alguns nomes, incluindo Zeus, Lowell e o seu próprio primeiro nome, porém essas sugestões foram ignoradas.[28]
O nome Plutão foi sugerido por Venetia Burney (mais tarde Venetia Phair), uma menina de onze anos de Oxford.[29] Venetia era interessada em mitologia clássica assim como em astronomia, e escolheu o nome do deus romano do submundoPlutão, adequado para um objeto presumivelmente escuro e gelado. Ela sugeriu o nome durante uma conversa com seu avô, Falconer Madan, um ex-bibliotecário da Biblioteca Bodleiana. Madan passou o nome ao professor Herbert Hall Turner, que telegrafou para seus colegas nos Estados Unidos.[30]
O objeto foi nomeado oficialmente em 24 de março de 1930.[31][32] Cada membro do Observatório Lowell podia votar em um nome de uma pequena lista de três opções: Minerva (que já era o nome de um asteroide), Cronos (que perdeu reputação por ter sido proposto pelo astrônomo impopular Thomas Jefferson Jackson See) e Plutão. Plutão recebeu todos os votos.[33] O nome foi anunciado em 1 de maio de 1930.[29] Depois de anúncio do nome, Venetia recebeu cinco libras como recompensa.[29]
Logo em seguida, o nome foi usado pela cultura popular: o personagem da Disney Pluto foi nomeado em homenagem ao "novo" planeta.[34] Em 1941Glenn Theodore Seaborg nomeou o elemento recém-descoberto plutônio a partir de Plutão, mantendo a tradição de nomear elementos a partir de planetas recém-descobertos, como urânio, que foi nomeado a partir de Urano, e netúnio, que foi nomeado a partir de Netuno.[35]

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Classificação



Comparação de tamanho entre Plutão e alguns objetos transneptunianos.
Após a determinação do lugar de Plutão no cinturão de Kuiper, a sua classificação oficial como um planeta começou a ser controversa.
Diretores de museus e planetários ocasionalmente criaram controvérsia por omitir Plutão de modelos planetários do Sistema Solar. O Planetário Hayden reabriu em 2000 com um modelo de apenas oito planetas. A controvérsia foi muito discutida na época.[127]
Em 2000, o objeto transneptuniano 50000 Quaoar foi descoberto, com um diâmetro na época pensado ser de aproximadamente 1 260 km, cerca de metade do de Plutão.[128]Em 2004, os descobridores de 90377 Sedna colocaram um limite de 1 800 km no seu diâmetro, próximo ao de Plutão (2 320 km),[129] embora esse valor tenha caído para 1 600 em 2007.[130] Foi argumentado que assim como CeresPalasJuno e Vesta perderam a classificação de planeta após a descoberta de outros asteroides parecidos, Plutão também deveria deixar de ser planeta após a descoberta de corpos celestes de aspecto semelhante.
Em 29 de julho de 2005, foi anunciada a descoberta de Éris,[131] pela equipe liderada pelo astrônomo Michael E. Brown, do Instituto de Tecnologia da Califórnia[132]. Éris, que tem aproximadamente o mesmo tamanho de Plutão,[79] foi o maior objeto do Sistema Solar descoberto desde a descoberta de Tritão em 1846. Os descobridores de Éris e a imprensa chamavam-no inicialmente de "o décimo planeta", embora não tenha havido nenhum consenso na época de forma a considerá-lo um planeta oficial.[133] Outros astrônomos consideraram a descoberta de Éris um dos argumentos mais fortes para reclassificar o planeta como um asteroide.[134]

Classificação de 2006 da UAI

Em 2006, a UAI criou uma definição formal para o termo planeta. De acordo com essa definição, há três condições principais para um objeto ser considerado um planeta:
  1. O objeto precisa estar em órbita ao redor do Sol.
  2. O objeto precisa ser massivo o suficiente para ser esférico pela própria gravidade. Mais especificamente, sua própria gravidade precisa puxar ele para uma forma de equilíbrio hidrostático.
  3. Ele precisa ser gravitacionalmente dominante.[135][136]
Plutão não cumpriu a terceira condição, já que a sua massa é de apenas 0,07 vezes a massa dos outros objetos de sua órbita (a massa da Terra, por contraste, é 1,7 milhões de vezes a massa dos outros objetos de sua órbita).[137][138] Então a UAI decidiu que Plutão seria incluído em uma nova categoria chamada planeta anão, e que ele seria o protótipo da categoria de objetos transneptunianos plutoides.[139]
Em 13 de setembro de 2006, A UAI incluiu Plutão, Éris e Disnomia no catálogo de asteroides mantido pelo Minor Planet Center, dando a eles as designações oficiais (134340) Plutão, (136199) Éris e (136199) Éris I Disnomia.[140] Se Plutão recebesse essa designação logo após a sua descoberta, o número seria perto de mil, ao invés de mais de cem mil.
Houve resistência na comunidade astronômica em relação à reclassificação de Plutão.[141][142][143] Alan Stern, principal investigador da missão New Horizons, ridicularizou publicamente a decisão da UAI, declarando que "a definição cheira mal, por razões técnicas".[144] A argumentação de Stern é que pelos termos da nova definição, a Terra, Marte, Júpiter e Netuno, que compartilham suas órbitas com asteroides, deixariam de ser planetas.[145] Ele também disse que menos de 5% dos astrônomos mundiais votaram na nova definição, e que ela não representou toda a comunidade astronômica.[145] Marc W. Buie, do Observatório Lowell, manifestou sua opinião sobre a nova definição em seu site e é um dos peticionários contra a definição.[146] Outros astrônomos apoiaram a UAI, como Mike Brown, o descobridor de Éris, que disse: "a ciência está se autocorrigindo eventualmente, mesmo quando fortes emoções estão envolvidas".[147] Em decorrência da descoberta de Éris, o estopim para a reclassificação de Plutão, em 2010, Michael Brown publicou o livro How I Killed Pluto and Why It Had It Coming[148], em que ele humoristicamente refere-se a si mesmo como o homem que matou Plutão[149].
Em 14 de agosto de 2008, astrônomos se reuniram no Applied Physics Laboratory para uma conferência sobre a atual definição de planeta chamada de "O Grande Debate de Planeta".[150][151] Nela foi publicada um comunicado dizendo que os cientistas não poderiam chegar em um consenso sobre a definição de planeta.[152] Um pouco antes da conferência, em 11 de junho de 2008, a UAI anunciou que o termo plutoide iria ser usado para descrever Plutão e outros objetos similares a ele que têm um semieixo maior maior que o de Netuno e massa suficiente para serem praticamente esféricos.[153][154][155]

Reação pública à mudança

A recepção à decisão da UAI foi misto. Enquanto alguns aceitaram a reclassificação de Plutão, outros procuraram reclassificar Plutão a planeta com petições online pedindo para a UAI fazer isso. Uma resolução introduzida por alguns membros da assembleia do estado da Califórnia denunciaram a UAI por "heresia científica", e outros crimes.[156]Câmara dos Representantes do Novo México passou uma resolução em homenagem a Tombaugh, que foi um residente daquele estado, e declarou que Plutão sempre será considerado um planeta lá e que 13 de março de 2007 é o dia de Plutão.[157][158] O Senado de Illinois passou uma resolução similar em 2009, com base no fato de Clyde Tombaugh ter nascido em Illinois. A resolução afirmou que Plutão foi injustamente rebaixado a planeta anão pela UAI.[159]
Alguns também rejeitaram a reclassificação, citando desacordo na comunidade científica, ou por razões sentimentais, dizendo que sempre vão conhecer Plutão como um planeta independentemente da decisão da UAI.[160]


http://solarsystem.nasa.gov/planets/pluto/indepth

Pluto: In Depth


Pluto nearly fills the frame in this image from the Long Range Reconnaissance Imager (LORRI) aboard NASA's New Horizons spacecraft, taken on July 13, 2015, when the spacecraft was 476,000 miles (768,000 kilometers) from the surface.
Pluto nearly fills the frame in this image from the Long Range Reconnaissance Imager (LORRI) aboard NASA's New Horizons spacecraft, taken on July 13, 2015, when the spacecraft was 476,000 miles (768,000 kilometers) from the surface.

Pluto is classified as a dwarf planet and is also a member of a group of objects that orbit in a disc-like zone beyond the orbit of Neptune called the Kuiper Belt. This distant realm is populated with thousands of miniature icy worlds, which formed early in the history of our solar system. These icy, rocky bodies are called Kuiper Belt objects or transneptunian objects.
Pluto is about two-thirds the diameter of Earth's moon and probably has a rocky core surrounded by a mantle of water ice. More exotic ices like methane and nitrogen frost coat its surface. Owing to its size and lower density, Pluto's mass is about one-sixth that of Earth's moon. Pluto is more massive than Ceres -- the dwarf planet that resides in the asteroid belt between Mars and Jupiter -- by a factor of 14.
Pluto's 248-year-long elliptical orbit can take it as far as 49.3 astronomical units (AU) from the sun. (One AU is the mean distance between Earth and the sun: about 93 million miles or 150 million kilometers.) From 1979 to 1999, Pluto was actually closer to the sun than Neptune, and in 1989, Pluto came to within 29.8 AU of the sun, providing rare opportunities to study this small, cold, distant world.
Since its orbit is so elliptical, when Pluto is close to the sun, its surface ices sublimate, changing directly from solid to a gas, and rise and temporarily form a thin atmosphere. Pluto's low gravity (about six percent of Earth's) causes the atmosphere to be much more extended in altitude than our planet's atmosphere. Pluto becomes much colder during the part of each orbit when it is traveling far away from the sun. During this time, the bulk of the planet's atmosphere is thought to freeze and fall as snow to the surface.
Pluto has a very large moon that is almost half its size named Charon, which was discovered in 1978. This moon is so big that Pluto and Charon are sometimes referred to as a double dwarf planet system. The distance between them is 12,200 miles (19,640 kilometers).
The Hubble Space Telescope photographed Pluto and Charon in 1994 when Pluto was about 30 AU from Earth. These photos showed that Charon is grayer than Pluto (which is redder), indicating that they have different surface compositions and structure.
Charon's orbit around Pluto takes 6.4 Earth days, and one Pluto rotation (a Pluto day) takes 6.4 Earth days. Charon neither rises nor sets, but hovers over the same spot on Pluto's surface, and the same side of Charon always faces Pluto -- this is called tidal locking. Compared with most of the planets and moons, the Pluto-Charon system is tipped on its side, like Uranus. Pluto's rotation is retrograde: it rotates backwards, from east to west (Uranus and Venus also have retrograde rotations).
Because Pluto and Charon are so small and far away, they are extremely difficult to observe from Earth. In the late 1980s, Pluto and Charon passed in front of each other repeatedly for several years. Observations of these rare events allowed astronomers to make rudimentary maps of each body showing areas of relative brightness and darkness.
In 2005, scientists photographing Pluto with the Hubble Space Telescope in preparation for the New Horizons mission found two tiny moons orbiting in the same plane as Charon. These two moons, named Nix and Hydra, are two to three times farther away from Pluto than Charon.
In 2011 and 2012, scientists used Hubble to spot two more moons (originally designated P4 and P5). In 2013, the two moons were named Kerberos (P4) and Styx (P5).

Color image of Pluto and Charon
Pluto and Charon are shown in enhanced color in this image.

Late in 2014 and early in 2015, image animations displayed the mutual orbital waltz of Pluto and Charon around their center of mass. Beginning in the spring of 2015, New Horizons started its detailed studies of Pluto including searches for additional moons and for rings. Various studies continued through its close approach on July 14 at a distance of 8507 miles (13,691 kilometers) and after. The return of New Horizons' best data began shortly after its close approach and will continue for more than a year due to the large transmission distance. Because of the speed of the flyby and Pluto's slow rotation rate only one hemisphere of this dwarf planet has been photographed and measured at high resolution, limiting generalizations about all of Pluto's surface. Still, Pluto's diameter could be measured and had to be revised upward to 1475 miles (2,374 kilometers) based on New Horizons' imagery.
Results from New Horizons, besides forcing the revision of textbooks, left planetary scientists struggling to explain this cold, distant world and its system of moons. Pluto's surface exhibits craters as large as 162 miles (260 kilometers) in diameter on the dayside, near encounter hemisphere. Craters are widely distributed there and show degradation or infill. This was a surprise to find on a dwarf planet that was anticipated to be heavily cratered and lacking activity that might affect craters. Dense cratering is seen in some areas, but so are tectonic features including scarps and troughs as long as about 370 miles (600 kilometers).
Mountains are also seen rising 6500 to 9800 feet (2 to 3 kilometers) above their surroundings. The likely materials that can hold up the mountains and maintain their shapes over millions of years in Pluto's cold is limited. The science team concludes that the mountains are made of "water ice-based 'bedrock'." Frozen gases on Pluto's surface (the temperature there is about -391 F = -235 C = 38 K) include nitrogen (N2), carbon monoxide (CO),and methane (CH4). These were detected by ground-based telescopes and are now thought to be thin layers on top of the 'bedrock' water ice.
Dark surface coloring appears to be due carbon residues called tholins. These are created by solar ultraviolet rays or charged particles falling on mixtures of nitrogen and methane.
Detailed views of a plain on this dwarf planet show no confirmed craters but it has large (tens of kilometers) polygonal or egg-shaped features defined and separated by troughs between neighbors. Features similar in look to glaciers on Earth are seen in this region. This is consistent with the strength and flow properties of the frozen gases mentioned above.
Radio transmission measurements from New Horizons measured Pluto's atmosphere having a pressure of 10 microbars (millionths of a bar). For comparison, Earth's atmospheric pressure at sea level is about 1 bar, 100,000 times greater than Pluto's surface pressure. Those measurements also showed that Pluto has a shallow tropospheric boundary layer (Earth has a troposphere too). Imagery from the cameras shows a haze layer and even some structure in it.
It isn't known whether Pluto has a magnetic field, but its small size and slow rotation suggest little or none. Data from two of New Horizons instruments may give an indirect answer to this question.
Charon was also studied in detail. Its diameter came out slightly larger than expected, at 753 miles (1212 kilometers). Surface variations of 9800 feet (3 kilometers) seen on this moon imply that it, like Pluto, has water ice that runs deep in its structure. Also similar to Pluto, Charon exhibits cratered and smooth plains, fault scarps, and an extensive system of faults and graben. (A graben [Grah-ben] is a block of surface material that has dropped lower than its surroundings, creating a wide valley whose walls are the fault planes along which the block dropped.)
Rolling plains are moderately cratered. They even show several rille-like structures (first observed on Earth's moon). Craters with rays (both light, as on Earth's moon, and dark, as sometimes seen on Mars) indicating freshness are found on Charon. Other craters show evidence of aging.
The two largest fractures (visible during the flyby) on Charon extend at least 650 miles (1050 kilometers) across the surface and at least one other, with a depth of 3 miles (5 kilometers) is seen going over the horizon to Charon's night side. One of the dayside fractures is seen as a double-walled graben-like structure.
There is no evidence that Charon has an atmosphere.
Nix is not spherical. It has three different diameters (making it a tri-axial ellipsoid): 67 x 51 x 45 miles (108 x 82 x 72 kilometers). There are variations in composition over its surface but it reflects more light than Charon. This suggests that its ice is cleaner than Charon's.
Hydra is also not spherical with rough diameters of 53 x 41 miles (86 x 66 kilometers) with the third dimension not well determined. It also is more reflective than Charon, leaving scientists to puzzle over how the ice on these small moons could stay so bright over billions of years given the processes known to darken material over time.
More information on Kerberos and Styx awaits the return of more data from New Horizons. Data used for searches for additional moons and rings has not detected any.
How Pluto Got its Name
Pluto is the only world named by an 11-year-old girl. In 1930, Venetia Burney of Oxford, England, suggested to her grandfather that the new discovery be named for the Roman god of the underworld. He forwarded the name to the Lowell Observatory and it was selected. Pluto's moons are named for other mythological figures associated with the underworld. Charon is named for the river Styx boatman who ferries souls in the underworld (as well as honoring Sharon, the wife of discoverer James Christy); Nix is named for the mother of Charon, who is also the goddess of darkness and night; Hydra is named for the nine-headed serpent that guards the underworld; Kerberos is named after the three-headed dog of Greek mythology (and called Fluffy in the Harry Potter novels); and Styx is named for the mythological river that separates the world of the living from the realm of the dead.
Pluto's place in mythology can get a little muddled, so we asked Dr. Elizabeth Vandiver, chair of the Department of Classics in Whitman College in Walla Walla, Washington, to clarify the origins of the name: "Pluto is the name of the Roman god of the Underworld, equivalent to the Greek Hades. However, the Greek name "Plouton" (from which the Romans derived their name "Pluto") was also occasionally used as an alternative name for Hades. But Pluto is definitely the Roman spelling."





USPS Pluto Stamps

In 2006, NASA placed a 29-cent 1991 ‘Pluto: Not Yet Explored’ stamp in the New Horizons spacecraft. In July of 2015 the spacecraft carried the stamp on its historic mission to Pluto and beyond. The souvenir sheet of four stamps contains two new stamps appearing twice. The first is an artist’s rendering of the New Horizons spacecraft and the second is an enhanced color image of Pluto taken near closest approach.
Credits: USPS/Antonio Alcalá/© 2016 USPS


July 14, 2016
One Year Later: New Horizons’ Top 10 Discoveries at Pluto
Where were you at 7:49 a.m. Eastern Time on July 14, 2015?

Three billion miles from Earth, NASA’s New Horizons spacecraft, moving at speeds that would get it from New York to Los Angeles in about four minutes, was pointing cameras, spectrometers, and other sensors at Pluto and its moons – distant worlds that humankind had never seen up close – recording hundreds of pictures and other data that would forever change our view of the outer solar system.
“New Horizons not only completed the era of first reconnaissance of the planets, the mission has intrigued and inspired. Who knew that Pluto would have a heart?” said NASA’s Director of Planetary Science Jim Green. “Even today, New Horizons captures our imagination, rekindles our curiosity, and reminds us of what’s possible.”  
Pluto
NASA's New Horizons spacecraft captured this high-resolution enhanced color view of Pluto's moon Charon just before closest approach on July 14, 2015. Charon’s striking reddish north polar region is informally named Mordor Macula.
Credits: NASA/JHUAPL/SwRI
To say that New Horizons shook the foundation of planetary science is an understatement—discoveries already culled from the pictures and compositional and space environment readings have not only introduced us to the Pluto system, but hint at what awaits as scientists examine other worlds in the Kuiper Belt. New Horizons Principal Investigator Alan Stern of the Southwest Research Institute, Boulder, Colorado, lists the mission’s most surprising and amazing findings from Pluto (so far):
  • The complexity of Pluto and its satellites is far beyond what we expected.
  • The degree of current activity on Pluto’s surface and the youth of some surfaces on Pluto are simply astounding.
  • Pluto’s atmospheric hazes and lower-than-predicted atmospheric escape rate upended all of the pre-flyby models.
  • Charon’s enormous equatorial extensional tectonic belt hints at the freezing of a former water ice ocean inside Charon in the distant past. Other evidence found by New Horizons indicates Pluto could well have an internal water-ice ocean today.
  • All of Pluto’s moons that can be age-dated by surface craters have the same, ancient age—adding weight to the theory that they were formed together in a single collision between Pluto and another planet in the Kuiper Belt long ago.
  • Charon’s dark, red polar cap is unprecedented in the solar system and may be the result of atmospheric gases that escaped Pluto and then accreted on Charon’s surface.
  • Pluto’s vast 1,000-kilometer-wide heart-shaped nitrogen glacier (informally called Sputnik Planum) that New Horizons discovered is the largest known glacier in the solar system.
  • Pluto shows evidence of vast changes in atmospheric pressure and, possibly, past presence of running or standing liquid volatiles on its surface – something only seen elsewhere on Earth, Mars and Saturn’s moon Titan in our solar system.
  • The lack of additional Pluto satellites beyond what was discovered before New Horizons was unexpected.
  • Pluto’s atmosphere is blue. Who knew?
“It’s strange to think that only a year ago, we still had no real idea of what the Pluto system was like,” said Hal Weaver, New Horizons project scientist from the Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory in Laurel, Maryland. “But it didn’t take long for us to realize Pluto was something special, and like nothing we ever could have expected. We’ve been astounded by the beauty and complexity of Pluto and its moons and we’re excited about the discoveries still to come.”
New Horizons is now nearly 300 million miles beyond Pluto, speeding to its next destination deeper into the Kuiper Belt, following NASA approval of an extended mission. About 80 percent of the data stored on the spacecraft’s recorders has been sent to Earth; transmission of the remainder will be complete by October.
This illustration of objects in the outer solar system shows Pluto and its next science target a Kuiper Belt object
Illustration of Pluto and its next science target, 2014 MU69, with the trajectory of New Horizons in yellow.
Credits: Alex Parker
“Our entire team is proud to have accomplished the first exploration of Pluto and the Kuiper Belt—something many of us had worked to achieve since the 1990s,” said Stern. “The data that New Horizons sent back about Pluto and its system of moons has revolutionized planetary science and inspired people of all ages across the world about space exploration. It’s been a real privilege to be able to do that, for which I’ll be forever indebted to our team and our nation.”
Last Updated: July 14, 2016
Editor: Bill Keeter







WHERE IS NEW HORIZONS NOW?





http://pluto.jhuapl.edu/Mission/Where-is-New-Horizons/index.php



CARO LEITOR,
ENCONTRE MAIS E MAIS INFORMAÇÕES
SOBRE A MISSÃO NEW HORIZONS
ACESSANDO
http://www.nasa.gov/mission_pages/newhorizons/main/index.html
E
http://pluto.jhuapl.edu/Mission/index.php






Por Marie-Lan Nguyen (2009), CC BY 2.5, https://commons.wikimedia.org/w/index.php?curid=7902809

Bust of Hades. Marble, Roman copy after a Greek original from the 5th century BCE; the black mantle is a modern addition.



Plutão
Quando se anuncia a hora derradeira de vida de algum mortal, chegam as Moiras lhe anunciando seus instantes finais de vida.  ao morrer, a alma desce ao fundo da terra, ao reino de Plutão, atravessando o rio na barca de Caronte.  Existem o Tártaro, suplício eterno dos maus, e os Campos Elísisos, eterno prêmio dos justos... e existe um tribunal que decidirá o rumo da alma: Minos, Eaco e Radamento.  Plutão surge por último, pois é o juiz dos juízes, senhor da sombras e dos mortos, aquele que sempre pronuncia a palavra final.  Plutão é invisível - conquistou esta possibilidade através o capacete que lhe foi dado pelos Ciclopes quando da guerra dos três irmãos para destronar o pai Saturno.

Raramente o deus Plutão interfere nos assuntos humanos ou olímpicos, porém, quando invocado, atua no sentido de auxiliar o cumprimento das vinganças, tornando eficazes as maldições.  No entanto, ele também possui seu lado benéfico: propicia o desenvolvimento das sementes, enterradas nos limites de seus domínios e favorece a produtividade dos campos.  Por esta razão, os romanos chamavam Plutão ‘aquele que dá a abundância’.  Desta forma, pôde ser também visto de forma mais benéfica e associado como divindade agrícola - fundamentalmente através sua união com sua irmã, Ceres, a deusa da agricultura.  Eram então celebrados os Mistérios de Eleusis, ritos comemorativos da fertilidade, das colheitas e das estações.

Em uma de suas raras viagens à superfície da terra, Plutão deparou com a luminosa formosura de Perséfone (Core, Proserpina) e dela se enamorou.  Mas, como ao jovem não lhe correspondesse ao afeto, para fazê-la sua esposa o deus raptou-a.  Da união sem amor, nenhum filho nasceu.  Plutão não teve filhos.

O texto acima é sintetizado por Janine
 e extraído de alguns Fascículos da antiga coleção Mitologia, 
publicada pela Abril Cultural, ainda na década de 1960.


https://pt.wikipedia.org/wiki/Hades#/media/File:Hades-et-Cerberus-III.jpg
Hades e Cérbero, numa antiga escultura.




Plutão (do grego antigo Pluto = rico) ou Dis (do latim dives = rico) é como ficou conhecido o deus dos mortos e das riquezas na mitologia romana, após a introdução dos mitos e da literatura gregas; é que, originalmente, não possuíam os romanos uma noção de um reino para a felicidade ou infelicidade pós-morte, como o Hades grego - senão uma imensa cavidade, chamada Orco, que mais tarde passou a identificar-se com o submundo grego. Ao deus que o comandava, então, incorporaram Hades, sob o seu epíteto de Pluto.[1]
Ele também era responsável por tudo que se encontra a baixo da terra.
Era filho de Saturno e de Reia e irmão de Júpiter e Neptuno. Quando Júpiter fez a partilha do Universo, deu a Plutão o império dos infernos. Plutão era tão macabro e assustador, que não conseguia encontrar mulher que o aceitasse para casar. Por isso resolveu roubar Perséfone, filha de Júpiter e de Ceres - deusa da agricultura - quando ela ia a caminho da fonte de Aretusa, na Sicília, para buscar água. Plutão é representado com uma coroa de ébano na cabeça, as chaves dos infernos na mão, num coche puxado por cavalos negros.[2]
Em sua homenagem era celebrado um grande festival em fevereiro, quando então eram-lhe ofertados sacrifícios de touros e cabras negros (chamados de februationes) por um sacerdote caracterizado por uma coroa de cipreste, e com a duração de doze noites.[3] Não havia, em Roma, templos dedicados a Plutão.[3]
Plutão é casado com a sobrinha Perséfone, filha de Ceres (equivalentes, respectivamente, às deusas gregas Perséfone e Deméter).[4]

https://en.wikipedia.org/wiki/Pluto_(mythology)#/media/File:Locri_Pinax_Of_Persephone_And_Hades.jpg
Persephone and Pluto[144] or Hades[145] on a pinax from Locri

Pluto
Pluto nearly fills the frame in this image from the Long Range Reconnaissance Imager (LORRI) aboard NASA’s New Horizons spacecraft, taken on July 13, 2015 when the spacecraft was 476,000 miles (768,000 kilometers) from the surface. This is the last and most detailed image sent to Earth before the spacecraft’s closest approach to Pluto on July 14. The color image has been combined with lower-resolution color information from the Ralph instrument that was acquired earlier on July 13. This view is dominated by the large, bright feature informally named the “heart,” which measures approximately 1,000 miles (1,600 kilometers) across. The heart borders darker equatorial terrains, and the mottled terrain to its east (right) are complex. However, even at this resolution, much of the heart’s interior appears remarkably featureless—possibly a sign of ongoing geologic processes.
Credits: NASA/APL/SwRI