sexta-feira, 31 de março de 2017

Omega Centauri: nomeado e conhecido como uma estrela..., mas é um maravilhoso aglomerado globular prenho de estrelinhas...

Olá!

constelação Centaurus 
não pára de nos trazer emoções atrás emoções...: 
Existem, volta e meia,
noites com céus tão escuros e transparentes,
que posso parar para bem observar
o Cruzeiro do Sul e o Centauro...
e de repente, não mais do que de repente,
me parece "ver" um rasgo de luz, uma luz fugaz, fugidia...:
penso comigo mesma: deve ser Omega Centauri!
E é!


Stellarium

Stellarium



Omega Centauri wide-field (ground-based image)

In this image there is the Southern Milky-Way patch. At the centre, the constellation of Centaurus, where the globular cluster Omega Centauri is located.
Credit:  A. Fujii

http://www.spacetelescope.org/images/heic0809c/



Quer dizer,
 não penso que Omega Centauri 
possa ser observada com visão direta
e sim com visão enviesada
- e somente em lugares de céus muitíssimo escuros e transparentes,
em noites de ausência de Lua, em noites bem especiais, realmente.

No entanto, sempre o melhor a fazer
é buscarmos por nossas lentes simpáticas ópticas
- eu gosto de usar simples binóculos
(porque resolvem todo o objeto).

Veja bem, Caro Leitor,
Omega Centauri é um objeto nomeado enquanto uma estrela...,
parece-se com uma estrela...;
até que possamos para este lugar apontar nossas lentes simpáticas
que resolvem esta "estrela" como um aglomerado globular
- que recebeu o título de NGC 5139,
mas que é conhecido e reconhecido
apenas e ontem e ainda hoje e sempre como Omega Centauri!


Em 150 AD, Ptolomeu catalogou em seu Almagest este objeto 
na parte de trás do cavalo como uma estrela.  
Bayer usou a informação de Ptolomeu 
e catalogou este objeto como Omega Centauri, em sua Uranometria, em 1603.
 Em 1677, Halley redescobriu este objeto e listou-o como não-estrela.
 Em 1746, Cheseaux incluiu este objeto em sua lista de 21 nebulosas
 - assim como Lacaille fez, em 1755.  
James Dunlop, em 1826, reconheceu este objeto 
como um aglomerado globular 
e o descreveu como "beautiful globe of stars 
very gradually and moderately compressed to the centre" 
(maravilhoso globo de estrelas, 
bem gradualmente e moderadamente comprimido em direção ao centro).


http://media.skysurvey.org/interactive360/index.html




Ou seja, 
Omega Centauri não é uma estrela
e sim é um Aglomerado Globular
que reina absoluto nos céus estrelados mais ao sul.









A bem da verdade, penso que Omega Centauri
é como uma lua cheia de estrelas e mais estrelas...

É claro que também digo que o Presépio, M44, por exemplo,
se nos parece como uma lua cheia de estrelinhas-bebês...
Porém, o Presépio, a Comeia de Abelhas, a Manjedoura,
é um objeto mais tímido, digamos assim
(embora seja bem mais fácil de ser observado
através nossa visão enviesada 
do que Omega Centauri).


E certamente não podemos nos esquecer

que O Presépio é um Aglomerado Aberto
enquanto Omega Centauri é um Aglomerado Globular.


As estrelas dos aglomerados abertos encontram-se ligadas entre si pela gravidade,
 mas com menor intensidade do que as dos aglomerados globulares.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Aglomerado_estelar_aberto

Omega Centauri é uma explosão de estrelas
que parecem caber numa lua cheia de estrelas,
milhares, milhões, zilhões...:
é um esplendor de tirar nosso fôlego, sem dúvida alguma!

Com um abraço estrelado,
Janine Milward





http://www.eso.org/public/archives/images/wallpaper5/b09.jpg



The globular cluster Omega Centauri is one of the finest jewels of the southern night sky, located roughly 17,000 light-years from Earth in the constellation of Centaurus (the Centaur). Spanning about 150 light-years across, it is the most massive of all the Milky Way's globular clusters. It is thought to contain some ten million stars and is around 12 billion years old.

Sparkling at magnitude 3.7 and appearing nearly as large as the full Moon, Omega Centauri is easily visible with the unaided eye from a clear, dark observing site, providing both professional and amateur astronomers with an incredible view.

Recent research into this intriguing celestial giant suggests that there is a medium-size black hole sitting at its centre. Observations made with the Hubble Space Telescope and the Gemini Observatory show that stars at the cluster's centre are moving at an unusual rate — the cause, astronomers conclude, is the gravitational effect of a black hole with a mass of roughly 40,000 times that of the Sun.

The presence of this black hole and the existence of several generations of stars have made astronomers suspicious about Omega Centauri’s origins. Some believe that it is in fact the heart of a dwarf galaxy that was largely destroyed in an encounter with the Milky Way.

Omega Centauri has been observed throughout history. Both the great ancient astronomer Ptolemy and the 17th century German celestial cartographer Johann Bayer catalogued the cluster as a star. It was not until much later, in the early 19th century that the English astronomer John Herschel (son of the discoverer of Uranus) realised that Omega Centauri was in fact a globular cluster.
Credit:

The second released VST image may be the best portrait of the globular star cluster Omega Centauri ever made. Omega Centauri, in the constellation of Centaurus (The Centaur), is the largest globular cluster in the sky, but the very wide field of view of VST and its powerful camera OmegaCAM can encompass even the faint outer regions of this spectacular object. This view includes about 300 000 stars. The data were processed using the VST-Tube system developed by A. Grado and collaborators at the INAF-Capodimonte Observatory.
#L
Credit:
ESO/INAF-VST/OmegaCAM. Acknowledgement: A. Grado/INAF-Capodimonte Observatory





Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes
CARJ
Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes



Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes

 - excerto apresentando ALFABETO GREGO, CONVENÇÕES E USO DA CARTA CELESTE



Aglomerado globular é a denominação dada a um tipo de aglomerado estelar cujo formato aparente é esférico e cujo interior é muito denso e rico em estrelas antigas, podendo, inclusive, ter até um milhão de estrelas, mantidas juntas pela ação da gravidade.1 Geralmente localizam-se longe do plano galáctico e, às vezes, muito além disso, no distante espaço intergaláctico.
O tamanho médio aproximado de um aglomerado globular é de 100 anos-luz. A grande maioria desses aglomerados se formaram há mais ou menos 13 bilhões de anos e possuem portanto algumas das estrelas mais velhas já catalogadas. Lá existe uma grande quantidade de anãs vermelhas, que possuem poucos elementos pesados, pois foram formadas antes de tais elementos serem gerados nas explosões das supernovas.
Alguns poucos aglomerados globulares brilhantes, como Omega Centauri e M13, aparecem como formas estranhas a olho nu. Se vivêssemos em um planeta situado num aglomerado globular não existiria noite, tamanho é o brilho e o número de estrelas próximas uma das outras que existem nesse tipo de aglomerado.



Programa Stellarium




NGC 5139 = Omega Centauri - Aglomerado Globular
Ascensão Reta 13h25m       Declinação - 47o.12
Magnitude fotográfica global  4,5       Diâmetro aparente  65,4        Tipo Espectral F7
Magnitude média das 25 mais brilhantes estrelas (excluindo as 5 mais brilhantes) 13,01
Número conhecido de Variáveis  165         Distância kpc   5,2
Velocidade Radial (km/s)   - 230

É o maior de todos os aglomerados globulares.  
Para localizá-lo, podemos estimar como situado a 1/3 da distância
 entre Epsilon e Nu Centauri.  

É facilmente visível a olho nu, como uma estrela de quarta magnitude
 (e foi por esta razão que Bayer, no século dezessete,
 batizou como estrela Omega centauri).  

Apresenta-se com um diâmetro de 23’ e não tem condensação central.  
Apresenta-se como uma massa nebulosa esférica através binóculos
 e mostra uma visão magnífica através luneta.



6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986





Starry Splendor in Core of Omega Centauri

Credit: NASAESA, and the Hubble Heritage Team (STScI/AURA)
Acknowledgment: A. Cool (San Francisco State University) and J. Anderson (STScI)



Omega Centauri

Credit: NASAESA, and the Hubble SM4 ERO Team


Observation history

In 150 A.D., Greco-Roman writer and astronomer Ptolemy catalogued this object in his Almagest as a star on the horse's back, "Quae est in principio scapulae". German lawyer and cartographer Johann Bayer used Ptolemy's data to designate this object "Omega Centauri" with his 1603 publication of Uranometria. Using a telescope from the South Atlantic island of Saint Helena, English astronomer Edmond Halley rediscovered this object in 1677, listing it as a non-stellar object. In 1715, it was published by Halley among his list of six "luminous spots or patches" in the Philosophical Transactions of the Royal Society.[12]
Swiss astronomer Jean-Philippe de Cheseaux included Omega Centauri in his 1746 list of 21 nebulae,[12] as did French astronomer Lacaille in 1755, who gave it the catalogue number L I.5. It was first recognized as a globular cluster by Scottish astronomer James Dunlop in 1826, who described it as a "beautiful globe of stars very gradually and moderately compressed to the centre".[13][14]


Minha (Janine) simples tradução e síntese sobre o texto acima:

Em 150 AD, Ptolomeu catalogou em seu Almagest este objeto na parte de trás do cavalo como uma estrela.  Bayer usou a informação de Ptolomeu e catalogou este objeto como Omega Centauri, em sua Uranometria, em 1603. Em 1677, Halley redescobriu este objeto e listou-o como não-estrela. Em 1746, Cheseaux incluiu este objeto em sua lista de 21 nebulosas - assim como Lacaille fez, em 1755.  James Dunlop, em 1826, reconheceu este objeto como um aglomerado globular e o descreveu como "beautiful globe of stars very gradually and moderately compressed to the centre" (maravilhoso globo de estrelas, muito gradualmente e moderadamente comprimido ao centro).





http://en.wikipedia.org/wiki/Omega_Centauri#mediaviewer/File:Omega_Centauri_by_ESO.jpg




Omega Centauri ou NGC 5139 é um aglomerado globular7 situado na constelação de Centaurus. Foi descoberto por Edmond Halley em 1677. 

Omega Centauri tinha sido incluído no catálogo de Ptolomeu 2000 anos atrás como uma estrela. Lacaille incluiu-a no seu catálogo como número I.5. 

astrônomo inglês John William Herschel foi o primeiro a reconhecer como um aglomerado globular em 1830.8 Este aglomerado orbita nossagaláxia, a Via Láctea, sendo a maior e mais brilhante dos aglomerados globulares que a orbitam. É um dos poucos que pode ser visto a olho nu. Omega Centauri está a cerca de 15.800 anos-luz (4,85 kpc) da Terra e contém vários milhões de estrelas de População II. As estrelas de seu centro são tão interligadas entre si que acreditava estarem apenas 0,1 anos luz umas das outras. Sua idade estimada é de cerca de 12 bilhões de anos.
Apesar de não ser uma estrela na constelação, recebeu uma designação de Bayer, a ω. 

Uma característica que o distingue de outros aglomerados globulares em nossa galáxia que contém estrelas de diferentes gerações. Por isso, é especulado que Omega Centauri pode ser o núcleo remanescente de uma galáxia anã que foi satélite da nossa Via Láctea. Esta galáxia teria um tamanho centenas de vezes superior ao atual Omega Centauri e foi fragmentada e absorvida pela nossa galáxia. A química e a dinâmica de Omega Centauri são consistentes com essa hipótese.
Relatado em 1º de abril de 2008, a questão do Astrophysical Journal, astrônomos alegaram ter encontrado indícios de um buraco negro de massa intermediária no centro do Omega Centauri. As observações foram feitas com o Telescópio Espacial Hubble e o Observatório Gemini, em Cerro Pachon, no Chile.9 O Advanced Camera for Surveys (ACS) do Hubble mostrou como as estrelas estão acumuladas até perto do centro de Omega Centauri, como pode ser visto no aumento gradual na luz das estrelas perto do centro. Medindo a velocidade das estrelas rodando perto do centro do aglomerado com o Observatório Gemini, os astrônomos descobriram que as estrelas mais próximas do núcleo estão se movendo mais rapidamente do que as estrelas mais distantes. A medida implica que alguma matéria invisível está no centro puxando as estrelas perto dela. Comparando estes resultados com os modelos, os astrônomos determinaram que a causa mais provável é a atração gravitacional de um maciço, denso objeto. Eles também utilizaram modelos para calcular a massa do buraco negro.10

Como Mayall II, um aglomerado globular que orbita a galáxia de Andrômeda, Omega Centauri possui uma faixa de metalicidades e de idades estelares sugerindo que não foi formada de uma só vez (como é normal em aglomerados globulares). Muitas das estrelas que formam Omega Centauri fazem pensar que é o núcleo remanescente da antiga galáxia anã que foi capturada pela Via Láctea.11


ω Centauri
Omega Centauri, um grande aglomerado globular na constelação de Centaurus.
Dados observacionais (J2000)
ConstelaçãoCentaurus
Tipoaglomerado globular
Asc. reta13h 26m 45.89s[1]
Declinação-47° 28′ 36.7″[1]
Distância15.8 ± 1.1 kal[2] (4.85 ± 0.35 kpc)
Magnit. apar.3.7[3]
Dimensões36′.3
Características físicas
Massa~1•1037 kg (~5 000 000 massa solar)[4]
Raio86 ± 6 al[5]
Idade estimada~12 Gyr[6]
Outras denominaçõesNGC 5139,[1] GCl 24,[1] ω Centauri[2]
Centaurus constellation map.png




Hubblecast 15: Black hole found in enigmatic Omega Centauri

For astronomers, Omega Centauri has been an outcast amongst globular clusters for a long time. A new result obtained by the NASA/ESA Hubble Space Telescope and the Gemini Observatory provides a surprising explanation for Omega Centauri's peculiarities.
Credit:
ESA/Hubble (M. Kornmesser & L. L. Christensen), R. Gendler
Presented by: Dr Joe Liske (Dr J)
Narration: Dr. Robert Fosbury
Design: Martin Kornmesser
Web Technical Support: Lars Holm Nielsen, Raquel Yumi Shida
Cinematographer: Peter Rixner (www.perix-media-gmbh.de)
Script: Lars Lindberg Christensen, Raquel Yumi Shida
Director: Lars Lindberg Christensen

About the Video

Id:heic0809a
Release date:2 April 2008, 15:00
Related releases:heic0809
Duration:05 m 50 s



http://www.spacetelescope.org/news/heic0809/

Black hole found in enigmatic Omega Centauri

2 April 2008
Omega Centauri has been known as an unusual globular cluster for a long time. A new result obtained by the NASA/ESA Hubble Space Telescope and the Gemini Observatory reveals that the explanation behind Omega Centauri's peculiarities may be a black hole hidden in its centre. One implication of the discovery is that it is very likely that Omega Centauri is not a globular cluster at all, but a dwarf galaxy stripped of its outer stars, as some scientists have suspected for a few years.

A new discovery has resolved some of the mystery surrounding Omega Centauri, the largest and brightest globular cluster in the sky. Images obtained with the Advanced Camera for Surveys onboard the NASA/ESA Hubble Space Telescope and data obtained by the GMOS spectrograph on the Gemini South telescope in Chile show that Omega Centauri appears to harbour an elusive intermediate-mass black hole in its centre. "This result shows that there is a continuous range of masses for black holes, from supermassive, to intermediate-mass, to small stellar mass types", explained astronomer Eva Noyola of the Max-Planck Institute for Extraterrestrial Physics in Garching, Germany, and leader of the team that made the discovery.
Omega Centauri is visible from Earth with the naked eye and is one of the favourite celestial objects for stargazers from the southern hemisphere. Although the cluster is 17 000 light-years away, located just above the plane of the Milky Way, it appears almost as large as the full Moon when the cluster is seen from a dark rural area. Exactly how Omega Centauri should be classified has always been a contentious topic. It was first listed in Ptolemy's catalogue nearly two thousand years ago as a single star. Edmond Halley reported it as a nebula in 1677. In the 1830s the English astronomer John Herschel was the first to recognise it as a globular cluster. Now, more than a century later, this new result suggests Omega Centauri is not a globular cluster at all, but a dwarf galaxy stripped of its outer stars.
Globular clusters consist of up to one million old stars tightly bound by gravity and are found in the outskirts of many galaxies including our own. Omega Centauri has several characteristics that distinguish it from other globular clusters: it rotates faster than a run-of-the-mill globular cluster, its shape is highly flattened and it consists of several generations of stars -- more typical globulars usually consist of just one generation of old stars.
Moreover, Omega Centauri is about 10 times as massive as other big globular clusters, almost as massive as a small galaxy. These peculiarities have led astronomers to suggest that Omega Centauri may not be a globular cluster at all, but a dwarf galaxy stripped of its outer stars by an earlier encounter with the Milky Way. "Finding a black hole at the heart of Omega Centauri could have profound implications for our understanding of its past interaction with the Milky Way", said Noyola.
Eva Noyola and her colleagues measured the motions and brightnesses of the stars at the centre of Omega Centauri. The measured velocities of the stars in the centre are related to the total mass of the cluster and were far higher than expected from the mass deduced from the number and type of stars seen. So, there had to be something extraordinarily massive (and invisible) at the centre of the cluster responsible for the fast-swirling dance of stars -- almost certainly a black hole with a mass of 40 000 solar masses. "Before this observation, we had only one example of an intermediate-mass black hole -- in the globular cluster G1, in the nearby Andromeda Galaxy", said astronomer Karl Gebhardt of the University of Texas at Austin, USA, and a member of the team that made the discovery.
Although the presence of an intermediate-mass black hole is the most likely reason for the stellar speedway near the cluster's centre, astronomers have analysed a couple of other possible causes: a collection of unseen burnt-out stars such as white dwarfs or neutron stars adding extra mass, or a group of stars with elongated orbits that would make the stars closest to the centre appear to speed up.
According to Noyola these alternative scenarios are unlikely: "The normal evolution of a star cluster like Omega Centauri should not end up with stars behaving in those ways. Even if we assume that either scenario did happen somehow, both configurations are expected to be very short-lived. A clump of burnt-out stars, for example, is expected to move farther away from the cluster centre quickly. For stars with elongated orbits, these orbits are expected to become circular very quickly."
According to scientists, these intermediate-mass black holes could turn out to be "baby" supermassive black holes. "We may be on the verge of uncovering one possible mechanism for the formation of supermassive black holes. Intermediate-mass black holes like this could be the seeds of full-sized supermassive black holes." Astronomers have debated the existence of intermediate-mass black holes because they have not found strong evidence for them and there is no widely accepted mechanism for how they could form. They have ample evidence that small black holes of a few solar masses are produced when giant stars die. There is similar evidence that supermassive black holes weighing the equivalent of millions to billions of solar masses sit at the heart of many galaxies, including our own Milky Way.
Intermediate-mass black holes may be rare and exist only in former dwarf galaxies that have been stripped of their outer stars, but they could also be more common than expected, existing at the centres of globular clusters as well. A previous Hubble survey of supermassive black holes and their host galaxies showed a correlation between the mass of a black hole and that of its host. Astronomers estimate that the mass of the dwarf galaxy that may have been the precursor of Omega Centauri was roughly 10 million solar masses. If lower mass galaxies obey the same rule as more massive galaxies that host supermassive black holes, then the mass of Omega Centauri does match that of its black hole.
The team will use the European Southern Observatory's Very Large Telescope in Paranal, Chile to conduct follow-up observations of the velocity of the stars near the cluster's centre to confirm the discovery.

Notes

The Hubble Space Telescope is a project of international cooperation between ESA and NASA.
The finding will be published in the April 10 issue of the Astrophysical Journal in a paper titled "Gemini and Hubble Space Telescope Evidence for an Intermediate Mass Black Hole in Omega Centauri" by Eva Noyola (Max Planck Institute for Astrophysics in Germany & University of Texas, USA), Karl Gebhardt (University of Texas) and Marcel Bergmann (Gemini Observatory).
Image credit: NASA, ESA, and the Hubble Heritage Team (STScI/AURA)
Acknowlegement: A. Cool (San Francisco State Univ.) and J. Anderson (STScI)
http://www.spacetelescope.org/news/heic0809/

About the Video

Id:heic0809d
Release date:2 April 2008, 15:00
Related releases:heic0809
Duration:26 s
http://www.spacetelescope.org/videos/heic0809d/



The globular star cluster Omega Centauri in the constellation of Centaurus
http://www.eso.org/public/images/eso1119h/
This chart shows the location of the giant globular cluster Omega Centauri within the constellation of Centaurus (The Centaur). This map shows most of the stars visible to the unaided eye under good conditions, and the cluster itself is marked as a yellow circle with a cross, within a red circle. Through a moderate-sized amateur telescope this object appears as a spectacular ball of faintly glimpsed stars.
CreditESO, IAU and Sky & Telescope
ESO, IAU and Sky & Telescope





VEJA O VÍDEO:

Zooming in on the globular cluster Omega Centauri


In this sequence we start with a wide view of the southern Milky Way. We then gradually zoom in on what initially appears to be a bright fuzzy star, the giant globular star cluster Omega Centauri. As we get close the cluster resolves into a ball of vast numbers of faint stars. The final image shows a very detailed new view of the cluster from the new VLT Survey Telescope (VST).
Credit:
ESO/INAF-VST/OmegaCAM/S. Brunier/Digitized Sky Survey 2
Acknowledgement: A. Grado/INAF-Capodimonte Observatory
Music: John Dyson (from the album Darklight)





IMPERDÍVEL!

File Format: PDF/Adobe Acrobat
Milky Way's globular clusters. Recent research suggests that there is a medium- size black hole sitting at its centre, which may indicate that.Omega Centauri is in  ...
www.eso.org


Highlights from the VST image of Omega Centauri

This montage shows nine small cutouts from the VST image of Omega Centauri. Although each of them only shows about 0.3% of the full image they are still richly detailed and display the exquisite image quality of the telescope and camera. The upper left panel shows the core of Omega Centauri, where stars are at their densest. The cutouts are then taken from regions of decreasing stellar density and those from the outer parts show many faint galaxies far beyond the cluster.
Credit:
ESO/INAF-VST/OmegaCAM. Acknowledgement: A. Grado/INAF-Capodimonte Observatory



http://www.eso.org/public/archives/images/wallpaper5/eso1119b.jpg




Map Maker: Elijah J. Burritt


Os desenhos formados pelas estrelas
 - AS CONSTELAÇÕES - 
são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais,
 entre o céu e a terra..., 
bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente,
vai se tornando Cosmos
 e este por nossa mente sendo conscientizado.

Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward