segunda-feira, 20 de março de 2017

Lua Minguante e madrugadora visitando o Centauro Arqueiro, Sagiitarrius, e seus Objetos Messier


Olá!

A Lua Minguante 
 e chegando já de madrugada,
 vem realizando sua visita à constelação do Sagitário
e, 
embora sua luminosidade seja  ainda bem intensa,
é sempre interessante podermos estudar
 e tentar observar
alguns de seus chamados Objetos Messier
- mesmo porque
A constelação do Sagitário 
contém muitos aglomerados estelares e nebulosas 
que estão entre os objetos mais adoráveis em seus tipos.

Nesta Postagem, Caro Leitor,
encontre alguma informação
sobre os Objetos Messier
encontrados no Arqueiro Centauro.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward


Stellarium



Mario Jaci Monteiro - As Constelações, Cartas Celestes




SAGITTARIUS, O ARQUEIRO

Posicionamento:
Ascensão Reta 17h41m / 20h15m   Declinação -11o.8 / -45o.4


Mito:

Esta constelação representa o sábio e justo Centauro Quíron, que se distinguia dos seus semelhantes, que eram incultos e brutais, pela sua sabedoria.

Tendo aprendido dos seus preceptores a arte divina da medicina e da caça, teve como discípulos os Argonautas. Imortal,  num combate de Centauros e Paites, acidentalmente foi ferido no tornozelo por uma flecha envenenada atirada por Hercules quando da luta de ambos contra os demais centauros.  Como Quíron era um semideus, teria que viver eternamente com aquela ferida que nunca era curada.  Sofrendo de dores atrozes, ofereceu Quíron sua imortalidade a Prometeu. Morto, foi colocado por Júpiter entre as estrelas.



Algumas Informações Interessantes acerca esta Constelação:

Inscrições encontradas na Babilônia e nos monumentos persas mostram esse asterismo personificado como o deus arqueiro da guerra  de Nergal.

No Egito, era representado como um Centauro alado, galopando para o ocidente e trazendo um longo chapéu, com um arco esticado, a fim de arremessar uma flecha no corpo do escorpião.

No tumulo de Ramsés VI é representado, unicamente, como um flecha.



Fronteiras:
Sagittarius situa-se entre as constelações Corona Australis, Telescopium, Microscopium, Capricornius, Aquila, Scutum, Serpens, Ophiucus, Scorpius



Observação a olho nu ou através binóculos e/ou telescópios:

Quando olhamos para a constelação do Sagitário, 
estamos olhando diretamente em direção ao centro de nossa Galáxia, 
obscurecida por nuvens de estrelas e de material interestelar.  
É possível observar o núcleo da Galáxia, entretanto, 
através ondas infravermelhas ou de radio.  
O núcleo da Galáxia contém uma forte fonte de emissão de radio 
designada como Sagitário A. 

A constelação do Sagitário
 contém muitos aglomerados estelares e nebulosas 
que estão entre os objetos mais adoráveis em seus tipos.





- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,

Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986

http://www.iau.org/static/public/constellations/gif/SGR.gif




OBJETOS MESSIER
NA DIREÇÃO DA CONSTELAÇÃO SAGITTARIUS:




Spiculum.  M8 e M20 e M21, Sagittarii. 
Dois aglomerados (M8 e M21) e uma nebulosa (M20),
situados na cabeça da flecha do Arqueiro. 
 Por se situarem bem próximas à linha da Eclíptica, 
sempre podemos observar os Planetas e a Lua passando por suas vizinhanças.






NGC 6523 - M8  -  Sagittarius - Nebulosa de Emissão HII - Lagoa
Ascensão Reta 18h02m       Declinação -24o.23
Tipo Nebulosa Planetária   HII      Dimensão 40,0        Magnitude 18
Distância em anos-luz  4,5
Tipo ND
NGC 6523 - M 8 - Aglomerado Aberto Sagitário
Ascensão Reta 18h01    Declinação - 24o.23
Magnitude fotográfica global 5,2  Magnitude fotográfica da mais brilhante estrela 7,0
 Distância kpc  1,56      Diâmetro  45’       Tipo Espectral O5
NGC 6523 =  M8 - Nebulosa da Lagoa. 


A oeste de Gama Sagittarii, Al Nash, encontraremos a Nebulosa da Lagoa e o Aglomerado aberto (M8) que podem ser vistos com visão enviesada ou através um bom par de binóculos e, melhor ainda, através telescópio.



- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




Nebulosa Laguna (Messier 8, NGC 6523) é uma gigantesca nuvem interestelar na constelação de Sagitário. É classificada como uma nebulosa de emissão, cujos gasesionizados, principalmente hidrogênio, emitem radiação principalmente no comprimento de onda na faixa da luz visível vermelha.
Vista de binóculos, a nebulosa parece-se como uma mancha oval distinta com um núcleo definido. Sobreposta à nebulosa existe um pequeno aglomerado aberto de estrelas. Tem magnitude aparente 6,0 e situa-se a 4 850 anos-luz em relação à Terra.
......................
A nebulosa foi descoberta pelo astrônomo italiano Giovanni Battista Hodierna antes de 1654. Foi classificada por ele como umanebulosa de brilho intermediário e listada como a entrada II.6 de seu catálogo. Foi redescoberta independemente por John Flamsteed por volta de 1680, catalogado por ele como a entrada 2446 de seu catálogo. Flamsteed o classificou como umaglomerado estelar, segundo Kenneth Glyn Jones, mas as coordenadas dadas por Flamsteed correpondem às dadas por Charles Messier referentes à própria nebulosa. De fato há um aglomerado aberto pouco a oeste da nebulosa, conhecida como NGC 6530.3
Como uma nebulosa de emissão, Laguna apresenta uma cor rosácea em fotografias de longa exposição, embora pareça cinza aoolho humano em binóculos ou pequenos telescópios, já que a distinção de cores não ocorre quando a luminosidade é escassa.3
Foi vista novamente por Jean-Philippe de Chéseaux em 1746, classificando-a como um aglomerado aberto. Anos mais tarde, foi observada por Guillaume Le Gentil, que percebeu a nebulosa associada ao aglomerado. Nicolas Louis de Lacaille listou o objeto astronômico em 1751 ou 1752 como a entrada Lac III.14 de seu catálogo. Em 23 de maio de 1764, Messier incluiu-o como a oitava entrada de seu catálogo, descrevendo primeiramente o aglomerado e afirmando que a nebulosa estava em torno da estrela 9 Sagitarii.3
William Herschel, descobridor de Urano, catalogou separadamente as duas partes da nebulosa Laguna (H V.9, GC 4363, NGC 6526; e H V.13, GC 4328, NGC 6533), descrevendo que eram nebulosas grandes, mas fracas. Seu filho, John Herschel, catalogou o aglomerado aberto associado à nebulosa como a entrada h 3725 (GC 4366, NGC 6530), e a própria nebulosa como a entrada h 3723 (GC 4361, NGC 6523). Outra região nebulosa a leste do núcleo, ainda pertecente a nebulosa, tem a designação própria IC 4678.3
LEIA MAIS
em
http://pt.wikipedia.org/wiki/Nebulosa_Laguna



VEJA O VÍDEO
DIVING INTO THE LAGOON NEBULA
Mergulhando na Nebulosa Laguna
http://pt.wikipedia.org/wiki/Nebulosa_Laguna

http://pt.wikipedia.org/wiki/Nebulosa_Laguna#mediaviewer/Ficheiro:VISTA%27s_infrared_view_of_the_Lagoon_Nebula_(Messier_8).jpg
VISTA's infrared view of the Lagoon Nebula (Messier 8)CC BY 3.0


Messier 8 em infravermelho (cores falsas), Observatório do Paranal
This new infrared view of the star formation region Messier 8, often called the Lagoon Nebula, was captured by the VISTA telescope at ESO’s Paranal Observatory in Chile. This colour picture was created from images taken through J, H and Ks near-infrared filters, and which were acquired as part of a huge survey of the central parts of the Milky Way. The field of view is about 34 by 15 arcminutes.









http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m17atlas.jpg

 "Atlas Image [or Atlas Image mosaic] obtained as part of the Two Micron All Sky Survey (2MASS), a joint project of the University of Massachusetts and the Infrared Processing and Analysis Center/California Institute of Technology, funded by the National Aeronautics and Space Administration and the National Science Foundation."




NGC 6618 - M 17  -  Sagittarius - Nebulosa de Emissão HII
Ascensão Reta  18h19m      Declinação -16o.12
Tipo Nebulosa Planetária   HII      Dimensão 20,0        Magnitude 19
Distância em anos-luz 3,0
Magnitude visual integral 7,0      Tipo ND



- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,

Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




Nebulosa Ômega, também conhecida como a Nebulosa do Cisne ou Nebulosa da Ferradura (Messier 17, NGC 6618) é uma região HII, ou seja, uma região composta de gás estelar e poeira que recentemente começou a formar novas estrelas. A nebulosa está localizada na constelação de Sagitário e foi descoberta pelo astrônomo francês Philippe Loys de Chéseaux em 1745, e catalogada pelo francês Charles Messier em 1764 em seu catálogo de objetos de aparência semelhante acometas. A nebulosa está localizada em uma região rica em estrelas, na região sagitariana da Via-Láctea.
A Nebulosa Ômega está entre 5 000 a 6 000 anos-luz da Terra e mede cerca de 15 anos-luz de diâmetro. A nuvem de matéria interestelar onde a Nebulosa Ômega está contida tem cerca de 40 anos-luz de diâmetro. A massa total da nebulosa está estimada em 800 massas solares. Um aglomerado estelar aberto, composto de 35 estrelas, está contida na nebulosa. Sua intensa radiação causa a diminuição do gás estelar em suas vizinhanças.
...............................
nebulosa foi descoberta por Jean-Philippe de Chéseaux em 1745 ou 1746. O astrônomo francês Charles Messier redescobriu-a independentemente em 3 de junho de 1764, listando-a em seu catálogo como sua décima sétima entrada. É uma de apenas seis nebulosas verdadeiras pertencentes ao catálogo de Messier.2
É visível a olho nu em um céu noturno sob excelentes condições.2 A primeira tentativa de desenhar de modo apurado a nebulosa (como parte de uma série de esboços de nebulosas) foi feito pelo inglês John Herschel em 1833, e publicada em 1836. Ele descreveu a nebulosa como:
"A figura desta nebulosa é quase aquela da letra maiúscula grega Omega (Ω), mas um pouco distorcida, embora a distribuição de brilho seja desigual. (...) [Charles] Messier percebeu apenas o brilhante braço leste da nebulosa, sem nenhuma das circunvoluções associadas, que foram notadas por meu pai. As peculariedades principais que eu tenho observado no sistema são: Um glóbulo visível na parte leste do braço brilhante da nebulosa, consideravelmente isolada da nebulosa circundante, sugerindo fortemente a ideia de uma absorção de matéria nebulosa, e outro glóbulo, mais pálido e menor do que o primeiro, na ponta noroeste do mesmo braço, onde a nebulosa faz uma súbita curva em um ângulo agudo."3
Um segundo e mais detalhado esboço foi feito por Herschel durante a sua visita à África do Sul em 1837. A nebulosa também foi estudada pelo alemão Johann von Lamont, e separadamente por Sr. Mason, ainda em graduação no Yale College. Quando Herschel publicou seu esboço de 1837 em 1847, escreveu:
"Em particular, sobre o arco em forma de ferradura (...) foi representada como muito algongada em seu eixo vertical e com uma proporção muito maior do que o real tamanho do braço leste e do brilho da nebulosa. A difusão nebulosa na ponta [ocidental] daquele arco, formando o ângulo [ocidental] com a linha-base da letra maiúscula grega Ômega (Ω).......................................................................................

LEIA MAIS
EM
http://pt.wikipedia.org/wiki/Nebulosa_%C3%94mega

http://pt.wikipedia.org/wiki/Nebulosa_%C3%94mega#mediaviewer/Ficheiro:ESO-_Stellar_Nursery-M_17-Phot-24a-00-normal.jpg
ESO- Stellar Nursery-M 17-Phot-24a-00-normal




Messier 17

Starforming Nebula M17 (NGC 6618), an emission nebula, with Open Star Cluster, in SagittariusOmega, Swan, Horseshoe, or Lobster Nebula

[m17.jpg]
Right Ascension18 : 20.8 (h:m)
Declination-16 : 11 (deg:m)
Distance5.0 (kly)
Visual Brightness6.0 (mag) 
Apparent Dimension11.0 (arc min)
Discovered by Philippe Loys de Chéseaux in 1745-46.
The Omega Nebula Messier 17 (M17, NGC 6618), also called the Swan Nebula, the Horseshoe Nebula, or (especially on the southern hemisphere) the Lobster Nebula, is a region of star formation and shines by excited emission, caused by the higher energy radiation of young stars. Unlike in many other emission nebulae, however, these stars are not obvious in optical images, but hidden in the nebula. Star formation is either still active in this nebula, or ceased very recently. A small cluster of about 35 bright but obscurred stars seems to be imbedded in the nebulosity.
This object was discovered by Philippe Loys de Chéseaux and is one of only six "nebulae properly so called" in his catalog. De Chéseaux's discovery didn't get widely known, thus Charles Messier independently rediscovered it and cataloged iton June 3, 1764.
The color of the Omega Nebula is reddish, with some graduation to pink. This color comes from the hot hydrogen gas which is excited to shine by the hottest stars which have just formed within the nebula. However, the brightest region is actually of white color, not overexposed as one might think. This phenomenon is apparently a result of a mixture of emission light from the hottest gas, together with reflections of the bright star light from the dust in this region. The nebula contains a large amount of dark obscuring material, which is obvious in its remarkable features. This matter has been heated by the hidden young stars, and shines brightly in infrared light.
The mass of the gas has been estimated to amount about 800 times that of the Sun, enough for forming a conspicuous cluster, and a good deal more than that of the Orion nebula M42. While the bright nebula seems to be roughly 15 light years in extension, the total gaseous cloud, including low-luminosity material, seems to extend to at least 40 light years. Distance estimates are spread over a wide range, but modern values are between 5,000 and 6,000 light years, thus little less than that of its apparent neighbor, M16 with the Eagle nebula - apparently, these two star forming regions are indeed close together, in the same spiral arm (the Sagittarius or Sagittarius-Carina arm) of the Milky Way galaxy, and perhaps part of the same giant complex of cosmic clouds of interstellar matter.
As for many diffuse nebulae, the overall brightness of this object is difficult to estimate, and is given discordantly in the sources. While older sources give estimates around 7.0 magnitudes, probably because these were performed at northern observatories, modern compilations list its visual magnitude brighter: Don Machholz lists it at 6.6 mag, the Sky Catalogue 2000.0 at 5.0 mag, and the Deep Sky Field Guide to Uranometria 2000.0 gives a value of 6.0 mag (which we adopt here); anyway, it is visible to the naked eye under good observing conditions from not too northern geographic latitudes!
The Omega or Swan Nebula M17 can be found quite easily, and similar and simultaneously to its apparent neighbor, M16. The first way to find it is locating the white giant star Gamma Scuti, of magnitude 4.70 and spectral type A2 III, e.g. from Altair (Alpha Aquilae) via Delta and Lambda Aql; M16 is slightly more than 2 degrees to the southwest of this star. Alternatively, in particular with a pair of binoculars, locate star cloud M24 and move northward via a pair of stars of 6th and 7th mag in the north-eastern edge of M24, followed by small open cluster M18 1deg north, and M17 another 1deg to the north.
Under very favorable conditions, M17 is just visible to the naked eye at its apparent visual brightness of 6.0 magnitudes.

http://messier.obspm.fr/m/m017.html










http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m18atlas.jpg

 "Atlas Image [or Atlas Image mosaic] obtained as part of the Two Micron All Sky Survey (2MASS), a joint project of the University of Massachusetts and the Infrared Processing and Analysis Center/California Institute of Technology, funded by the National Aeronautics and Space Administration and the National Science Foundation."



M 18 - NGC  6613 - Sagittarius - Aglomerado Estelar Aberto
Ascensão Reta  18h18m      Declinação -17o.09
Magnitude visual integral  7,0      Tipo AA



- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,

Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



Messier 18 (NGC 6613) é um aglomerado aberto de estrelas localizado na constelação de Sagitário. Foi descoberto pelo francês Charles Messier em 1764, que incluiu em seu catálogo de objetos com aparência semelhante a cometas.
Do ponto de vista da Terra, Messier 18 está situado entre a Nebulosa Ômega (Messier 17) e da Nuvem Estelar de Sagitário (Messier 24). Sua idade é estimada em 32 milhões de anos e está situada a cerca de 4 900 anos-luz de distância.
LEIA MAIS 
EM
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_18

http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_18#mediaviewer/Ficheiro:Messier18.jpg










http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m20atlas.jpg

 "Atlas Image [or Atlas Image mosaic] obtained as part of the Two Micron All Sky Survey (2MASS), a joint project of the University of Massachusetts and the Infrared Processing and Analysis Center/California Institute of Technology, funded by the National Aeronautics and Space Administration and the National Science Foundation."



NGC 6514 - M 20 - Sagittarius  - Nebulosa de Emissão HII - Trífida
Ascensão Reta 18h01m         Declinação -23o.02
Tipo Nebulosa Planetária  HII       Dimensão  15,0       Magnitude 19
Distância em anos-luz  3,5
M 20 - NGC  6514 - Sagittarius - Nebulosa Difusa
Ascensão Reta 18h01m       Declinação -23o.02
Tipo ND
M20 - NGC 6514 - A nebulosa Trifid
É uma nebulosa difusa e denominada de Trifid em função de sua divisão característica de partes brilhantes acentuadas por três bandas escuras.  M20 é bem mais pálida e difícil de ser observada visualmente do que sua vizinha M8.  No centro da nebulosa, o lugar onde as três bandas escuras se encontram, existe uma estrela sextupla.  A coloração avermelhada é característica de nuvens de hidrogênio.  As regiões azuis são preenchidas com partículas de poeria, as quais esfumaçam a luz das estrelas mais jovens e muito quentes.



- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,

Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986





Nebulosa Trífida (Messier 20, NGC 6514) é uma região HII, ou seja uma região composta de gás estelar e poeira onde recentemente, em termos astronômicos, começou formar novas estrelas. Está localizada na constelação de Sagitário e seu nome significa "dividido em três lóbulos". O objeto é uma combinação incomum de um aglomerado aberto de estrelas, uma nebulosa de emissão (a parte inferior, vermelho, em imagens de telescópios amadores), uma nebulosa de reflexão (a parte superior, azul, em telescópios amadores) e uma nebulosa escura (aparentes "lacunas" na nebulosa de emissão, que causam a aparência trifurcarda, estes são também designados como Barnard 85).
Vista por um pequeno telescópio, a nebulosa Trífida é um objeto brilhante e colorido, preferido pelos astrônomos amadores. Situa-se aproximadamente 5 200 anos-luz em relação à Terra e tem magnitude aparente 6,3, sendo fracamente visível a olho nu, mesmo sob excelentes condições de observação.
......................................
nebulosa foi descoberta pelo astrônomo francês Charles Messier em 5 de junho de 1764, listando-o em seu catálogo como sua vigésima entrada. Messier descreveu-o como um aglomerado contendo estrelas de magnitude aparente 9 a 8, embebidas em uma aparente nebulosidade.2
Famosa por exibir três ou quatro lóbulos aparentes, a nebulosa confundiu William Herschel, descobridor de Urano, que a catalogou como quatro nebulosas separadas; Herschel, em respeito ao trabalho de Messier, usualmente não atribuía sua própria nomenclatura aos objetos já nomeados por Messier.2
LEIA MAIS
EM
http://pt.wikipedia.org/wiki/Nebulosa_Tr%C3%ADfida


http://pt.wikipedia.org/wiki/Nebulosa_Tr%C3%ADfida#mediaviewer/Ficheiro:Hs-1999-42-a-full_jpg.jpg


Hs-1999-42-a-full jpgDomínio público










http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m21atlas.jpg

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M 21 - NGC 6531 - Sagittarius - Aglomerado Estelar Aberto 
Ascensão Reta  18h03m        Declinação -22o.30
Magnitude visual integral   7,0      Tipo AA



- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,

Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986




Messier 21 (NGC 6531) é um aglomerado estelar aberto localizado na constelação de Sagitário. Foi descoberto pelo francês Charles Messier em 5 de junho de 1764.
Messier 21 é um aglomerado relativamente jovem de estrelas, com meros 4,6 milhões de anos, e situa-se aproximadamente 4 250 anos-luz em relação à Terra. É altamente denso mas contém apenas 57 estrelas Algumas estrelas gigantes azuis foram identificadas no aglomerado, mas a maior parte de suas estrelas são pequenas. Com umamagnitude aparente de 6,5, Messier 21 não é visível a olho nu, embora seja facilmente visível com bons binóculos em noite com boas condições de visibilidade.
LEIA MAIS
EM
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_21

M21
Original uploader was Edmond Wells 









http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m22atlas.jpg

 "Atlas Image [or Atlas Image mosaic] obtained as part of the Two Micron All Sky Survey (2MASS), a joint project of the University of Massachusetts and the Infrared Processing and Analysis Center/California Institute of Technology, funded by the National Aeronautics and Space Administration and the National Science Foundation."



M 22 - NGC  6656 - Sagittarius - Aglomerado Estelar Globular
Ascensão Reta 18h35m      Declinação -23o.55
Magnitude visual integral   5,2    Tipo AG
NGC 6656 - M 22 - Aglomerado Globular Sagitário
Ascensão Reta 18h35m       Declinação -23o.56
Magnitude fotográfica global 6,2       Diâmetro aparente   26’,2       Tipo Espectral F7
Magnitude média das 25 mais brilhantes estrelas (excluindo as 5 mais brilhantes) 13,73
Número conhecido de Variáveis  24        Distância kpc   3,0
Velocidade Radial (km/s)   - 144
Facies.  A Nebulosa na Face do Arqueiro.  Aglomerado globular visível a olho nu, a meio caminho entre as estrelas Mu e Sigma Sagitarii.  Situado a 27.000 anos-luz, constitui o mais extenso objeto deste tipo.  Formado de mais de 50.000 estrelas de décima Magnitude visual, é um notável objeto quando observado ou através bons binóculos ou bons telescópios.
M22 - NGC 6656 - Aglomerado Globular
Este é um dos mais brilhantes (e também um dos mais próximos) aglomerados globulares no céu, mais brilhante ainda do que M13, em Hercules.



- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,

Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



Messier 22 (NGC 6656) é um aglomerado globular elipsoidal de estrelas localizado na constelação de Sagitário, próximo à região central da Via-Láctea observado na abóbada celeste. Foi decoberto pelo astrônomo Johann Abrahan Ihle em 1665 enquanto observava a passagem de Saturno pela constelação de Sagitário.
É um dos mais brilhantes aglomerados globulares visto no céu, com uma magnitude aparente igual a 5,1. Situa-se aproximadamente a 10 400 anos-luz em relação à Terra e contém mais de 70 000 estrelas.
..........................................

Situa-se apenas a 10 400 anos-luz em relação à Terra, um dos aglomerados globulares mais próximos de nosso planeta. Seu diâmetro aparente, cerca de 32 minutos de grau, ligeiramente maior do que o diâmetro aparente da Lua Cheia, corresponde a um diâmetro real de 97 anos-luz. A olho nu, seu diâmetro aparente é de apenas 17 minutos e é o terceiro aglomerado globular mais brilhante do céu noturno, perdendo apenas para Omega Centauri (NGC 5139) e 47 Tucanae (NGC 104). Está situada em frente aobulbo galáctico da Via-Láctea, tornando-o útl como uma microlente gravitacional nas estrelas localizadas no bulbo galáctico.5 4

LEIA MAIS EM
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_22


http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_22#mediaviewer/Ficheiro:Messier22.jpg
Núcleo de Messier 22, Telescópio Espacial Hubble










http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m23atlas.jpg

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M 23 - NGC 6494 - Sagittarius - Aglomerado Estelar Aberto
Ascensão Reta  17h55         Declinação -19o.00
Magnitude visual integral 6,0      Tipo AA


NGC 6494 - M 23  - Aglomerado Aberto Sagitário
Ascensão Reta 17h55m    Declinação - 19o.01
Magnitude fotográfica global 5,9  Magnitude fotográfica da mais brilhante estrela 10,2
 Distância kpc  0,44       Diâmetro  27’       Tipo Espectral B8


- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



Messier 23 (NGC 6494) é um aglomerado estelar aberto localizado na constelação de Sagitário. Foi descoberto pelo francês Charles Messier em 20 de junho de 1764.
Messier 23 está localizado a cerca de 2 150 anos-luz da Terra, e mede entre 15 a 20 anos-luz de diâmetro. Foi identificado 150 estrelas pertencentes ao aglomerado, sendo que a estrela mais brilhante tem uma magnitude aparente de 9,2. Messier 23 pode ser encontrado com o uso de telescópios razoáveis entre as númerosas estrelas situadas no bulbo galáctico da Via-Láctea.
LEIA MAIS EM
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_23








http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m24atlas.jpg
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M 24 - NGC 6603 - Sagittarius - Aglomerado Estelar Aberto

Ascensão Reta  18h17m        Declinação -18o.27
Magnitude visual integral  6,0      Tipo AA
M24 - uma nuvem de estrelas na Via Láctea
Esta nuvem pode ser observada a olho nú, localizada a cerca de 3 graus a leste do brilhante Aglomerado aberto M25 (IC 4725).  Outro Aglomerado aberto muito belo é M23 (NGC 6494) localizado cerca de 5.5 graus a oeste de M24.

- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



NGC 6603 é um aglomerado estelar aberto na direção da constelação de Sagittarius. Foi descoberto pelo astrônomo inglês John Herschel em 1830. Devido a sua moderadamagnitude aparente (+11,1), pode ser visto mesmo com pequenos telescópios amadores ou equipamentos maiores. Está na mesma região da abóbada celeste que a Nuvem Estelar de Sagitário (Messier 24) e historicamente é frequentemente confundido com a própria nuvem estelar.
http://pt.wikipedia.org/wiki/NGC_6603









http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m25atlas.jpg

 "Atlas Image [or Atlas Image mosaic] obtained as part of the Two Micron All Sky Survey (2MASS), a joint project of the University of Massachusetts and the Infrared Processing and Analysis Center/California Institute of Technology, funded by the National Aeronautics and Space Administration and the National Science Foundation."




M 25 -  IC 4725 - Sagittarius - Aglomerado Estelar Aberto

Ascensão Reta 18h30m     Declinação  - 19o.16
Magnitude visual integral  6,0      Tipo AA
NGC I4725 - M 25  - Aglomerado Aberto Sagitário
Ascensão Reta 18h30m    Declinação - 19o.16
Magnitude fotográfica global 6,2 Magnitude fotográfica da mais brilhante estrela 9,3
 Distância kpc 0,60       Diâmetro   35’      Tipo Espectral B3

- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,
Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986



Messier 25 (IC 4725) é um aglomerado estelar aberto localizado na constelação de Sagitário. Foi descoberto pelo suíço Jean-Philippe de Chéseaux em 1745, e foi incluído por Charles Messier em seu catálogo de objetos de aparência semelhante a cometas em 1764.
Messier 25 está a uma distância de cerca de 2 000 anos-luz da Terra. Tem cerca de 19 anos-luz de diâmetro. Uma estrela variável em brlho, tipo Delta Cephei, designada como U Sagittari, é membro do aglomerado.
LEIA MAIS EM
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_25

http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_25#mediaviewer/Ficheiro:M25.jpg
Messier 25, NASA










http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m28atlas.jpg

 "Atlas Image [or Atlas Image mosaic] obtained as part of the Two Micron All Sky Survey (2MASS), a joint project of the University of Massachusetts and the Infrared Processing and Analysis Center/California Institute of Technology, funded by the National Aeronautics and Space Administration and the National Science Foundation."




Messier 28 (NGC 6626), é um aglomerado globular na constelação de Sagitário. Foi descoberto por Charles Messier em 1764.
Situa-se a uma distância de aproximadamente 18 000 anos-luz em relação à Terra.
LEIA MAIS EM
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_28



http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_28#mediaviewer/Ficheiro:Messier_28_Hubble_WikiSky.jpg
Messier 28 Hubble WikiSky
en:NASAen:STScIen:WikiSky - en:WikiSky's snapshot tool - [1]











http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m54atlas.jpg


 "Atlas Image [or Atlas Image mosaic] obtained as part of the Two Micron All Sky Survey (2MASS), a joint project of the University of Massachusetts and the Infrared Processing and Analysis Center/California Institute of Technology, funded by the National Aeronautics and Space Administration and the National Science Foundation."




Messier 54 (também conhecido como M54 ou NGC 6715) é um aglomerado globular na constelação de Sagittarius. Foi descoberto por Charles Messier em 1778 e subsequentemente incluído no seu catálogo de cometas.
Modernas estimativas colocam M54 a uma distância de cerca de 87.000 anos-luz, traduzindo-se em um verdadeiro raio de 150 anos-luz de diâmetro. É um dos mais densos globulares, sendo de classe III (I sendo a mais densa e XII a menos densa). Ele brilha com luminosidade de cerca de 850.000 vezes a do Sol e tem uma magnitude absolutade -10,0.
M54 é facilmente encontrado no céu, estando perto da estrela ζ Sagittarii. Porém, não resolúvel em estrelas individuais, mesmo com grandes telescópios amadores.
LEIA MAIS EM
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_54


http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_54#mediaviewer/Ficheiro:Messier_54_Hubble_WikiSky.jpg


Messier 54 Hubble WikiSky
en:NASAen:STScIen:WikiSky - en:WikiSky's snapshot tool - [1]










http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m55atlas.jpg


 "Atlas Image [or Atlas Image mosaic] obtained as part of the Two Micron All Sky Survey (2MASS), a joint project of the University of Massachusetts and the Infrared Processing and Analysis Center/California Institute of Technology, funded by the National Aeronautics and Space Administration and the National Science Foundation."




NGC 6809 - M 55 - Aglomerado Globular Sagitário
Ascensão Reta 19h38m       Declinação -30o.59
Magnitude fotográfica global  6,7      Diâmetro aparente 21’,1          Tipo Espectral F5
Magnitude média das 25 mais brilhantes estrelas (excluindo as 5 mais brilhantes) 13,68
Número conhecido de Variáveis   6       Distância kpc   6,0
Velocidade Radial (km/s)   + 170



- 6a. Edição do Atlas Celeste
de autoria de Ronaldo Rogério de Freitas Mourão,

Editora Vozes, Petrópolis, ano de 1986





Messier 55 (também conhecido como NGC 6809 ou M55) é um aglomerado globular localizado na constelação de Sagittarius a 17 300 anos-luz da Terra. Foi descoberto por Nicolas Louis de Lacaille em 1752. Possui um raio de 50 anos-luz e uma dimensão aparente de 19 minutos de arco.2
LEIA MAIS EM
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_55



http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_55#mediaviewer/Ficheiro:M55.jpg
Messier 55, NASA














http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m69atlas.jpg
 "Atlas Image [or Atlas Image mosaic] obtained as part of the Two Micron All Sky Survey (2MASS), a joint project of the University of Massachusetts and the Infrared Processing and Analysis Center/California Institute of Technology, funded by the National Aeronautics and Space Administration and the National Science Foundation."



Messier 69 (também conhecida como M69 ou NGC 6637) é um aglomerado globular localizado na constelação de Sagittarius. Foi descoberto por Charles Messier em 31 de agosto de 1780, na mesma noite em que ele descobriu a M70.
M69 está a uma distância de cerca de 29,700 anos-luz da Terra e tem um raio espacial de 42 anos-luz. Trata-se de um vizinho próximo do aglomerado globular M70, 1.800 anos-luz separam os dois objetos, e ambos os pólos estão localizados perto do centro galáctico. É um dos aglomerados globulares com miores índices de metalicidade.3
LEIA MAIS EM
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_69

http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_69#mediaviewer/Ficheiro:Messier_69_Hubble_WikiSky.jpg





http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m70atlas.jpg

 "Atlas Image [or Atlas Image mosaic] obtained as part of the Two Micron All Sky Survey (2MASS), a joint project of the University of Massachusetts and the Infrared Processing and Analysis Center/California Institute of Technology, funded by the National Aeronautics and Space Administration and the National Science Foundation."



Messier 70 (NGC 6681) é um aglomerado globular localizado na constelação de Sagittarius. Foi descoberto por Charles Messier em 31 de agosto de 1780, na mesma noite em que ele descobriu a M69.
M70 está a uma distância de cerca de 29,300 anos-luz da Terra. Trata-se de um vizinho próximo (~2 graus) do aglomerado globular M69, 1.800 anos-luz separam os dois objetos, e ambos os pólos estão localizados perto do centro galáctico. Esta a meio caminho entre Épsilon e Zeta Sagittarius. São conhecidas apenas duas estrelas variavéis neste aglomerado.3
LEIA MAIS EM
http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_70

http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_70#mediaviewer/Ficheiro:Messier70-HST-Potw1215a.jpg
Messier70-HST-Potw1215a









http://www.ipac.caltech.edu/2mass/gallery/m75atlas.jpg

 "Atlas Image [or Atlas Image mosaic] obtained as part of the Two Micron All Sky Survey (2MASS), a joint project of the University of Massachusetts and the Infrared Processing and Analysis Center/California Institute of Technology, funded by the National Aeronautics and Space Administration and the National Science Foundation."



Messier 75 (também conhecido como M72 ou NGC 6864) é um aglomerado globular localizado na constelação de Sagittarius a 67 500 anos-luz da Terra. Foi descoberto por Pierre Méchain em 1780.2
Possui um raio de 53 anos-luz e uma dimensão aparente de 6,6 minutos de arco. É classificado como classe I, o que significa que é um dos aglomerados mais densos conhecidos. Sua magnitude absoluta é -8,5, e é 180 000 vezes mais luminoso que o Sol.2
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aglomerado globular foi descoberto pelo astrônomo francês Pierre Méchain em 27 de agosto de 1780, sendo catalogado pelo seu colega de observatório, Charles Messier, em 18 de outubro daquele ano. William Herschel, descobridor de Urano, foi o primeiro a resolver suas estrelas mais brilhantes.2

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É um dos aglomerados globulares mais tênues do catálogo Messier, situando-se a uma distância de 67 500 anos-luz em relação àTerra, muito além do núcleo da Via-Láctea, que está a uma distância de 47 600 anos-luz em relação ao aglomerado.2
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http://pt.wikipedia.org/wiki/Messier_75



Messier 75 - Globular Cluster The image was produced by WikiSky's image cut out tool out of DSS2 data. See Copyright notice. Source url:http://server1.wikisky.org/imgcut.jsp?survey=DSS2&img_id=all&angle=0.2&ra=20.101667&de=-21.91667&width=2000&height=2000






O CATÁLOGO MESSIER



Catálogo Messier é um catálogo astronômico composto por 110 objetos do céu profundo, compilado pelo astrônomo francês Charles Messier entre 1764 e 1781.1Originalmente com o nome "Catalogue des Nébuleuses et des amas d'Étoiles, que l'on découvre parmi les Étoiles fixes sur l'horizon de Paris" (Catálogo de Nebulosas e Aglomerados Estelares Observados entre as Estrelas Fixas sobre o Horizonte de Paris), foi construído com objetivo de identificar objetos do céu profundo, comonebulosasaglomerados estelares e galáxias que poderiam ser confundidos com cometas, objetos de brilho fraco e difusos no céu noturno.2
Antes de Messier, vários outros astrônomos elaboraram catálogos semelhantes, como a lista de seis objetos de Edmond Halley,3 o catálogo de William Derham, baseado no catálogo de estrelas de Johannes Hevelius, o Prodomus Astronomiae, o Catálogo das Nebulosas do Sul de Nicolas Louis de Lacaille, de 1755, bem como as listas deGiovanni Domenico Maraldi e Guillaume Le Gentil e Jean-Philippe de Chéseaux. Os diferentes objetos do catálogo são designados pela letra M seguida de um número, que corresponde à ordem cronológica das descobertas ou inclusões: assim, M1 corresponde ao primeiro objeto catalogado, enquanto que a galáxia de Andrômeda, conhecida desde a Idade Média, é apenas o objeto M31. Os objetos do catálogo, conhecidos como "Objetos Messier", também constam em outros catálogos mais recentes, como o New General Catalogue (NGC).
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História


nebulosa do Caranguejo (M1), a primeira entrada do Catálogo Messier
Messier foi motivado a elaborar o catálogo enquanto estava à procura do cometa Halley em 1758.4 5 Segundo os cálculos orbitais de Joseph-Nicolas Delisle, chefe doobservatório astronômico onde ele trabalhava, Halley reapareceria na constelação do Touro.6 Enquanto observava o céu noturno à procura de Halley, descobriu independentemente outro cometa7 e um objeto de aparência semelhante, mas que não se movia em relação às estrelas vizinhas, sendo o primeiro objeto do céu profundodescoberto pelo astrônomo francês. Esse objeto é conhecido atualmente como a Nebulosa do Caranguejo, o remanescente da supernova de 1054.8
Com o objetivo de não mais confundir esses objetos difusos e fixos com cometas, Messier decidiu procurar outros objetos que poderiam enganar a si próprio e a outros astrônomos e decidiu incluí-los em um catálogo que descrevesse suas posições exatas e características.9 Segundo o próprio astrônomo:
"O que me levou a construir o catálogo foi a descoberta da nebulosa I acima do chifre sul de Touro em 12 de setembro de 1758, enquanto observava o cometa daquele ano. Esta nebulosa tinha tamanha semelhança com um cometa em sua forma e brilho e me esforcei para encontrar os outros, de modo que os astrônomos não mais confundissem estas mesmas nebulosas com cometas."9

SAIBA MUITO MAIS, acessando
http://pt.wikipedia.org/wiki/Cat%C3%A1logo_Messier






http://pt.wikipedia.org/wiki/Cat%C3%A1logo_Messier






Os desenhos formados pelas estrelas
 - AS CONSTELAÇÕES - 
são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais,
 entre o céu e a terra..., 
bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente,
vai se tornando Cosmos
 e este por nossa mente sendo conscientizado.

Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

Com um abraço estrelado,


Os desenhos formados pelas estrelas
 - AS CONSTELAÇÕES - 
são como janelas que se abrem para a infinitude do universo 
e que possibilitam nossa mente a ir percebendo que existe mais, bem mais,
 entre o céu e a terra..., 
bem como percebendo que o caos, 
vagarosamente,
vai se tornando Cosmos
 e este por nossa mente sendo conscientizado.

Quer dizer, 
nossa mente é tão infinita quanto infinito é o Cosmos.

Com um abraço estrelado,
Janine Milward